Se a culpa não é sua, de quem é?

Empreendedorismo é sobre assumir as rédeas da sua própria vida e, arcar com os méritos e consequências que isso vai acarretar na sua carreira.

Eu odeio essa sentença.

Acredito, sinceramente que ela deveria ser banida do vocabulário brasileiro.

E o principal motivo é que as pessoas se mascaram por detrás dele para parecerem inocentes e vítimas da situação. Isso acaba me incomodando profundamente pois, se algo de bom ou ruim acontece com você hoje é resultado de alguma ação que apenas você praticou.

E ponto final.

Mas, as pessoas são possuídas por um vitimismo que as impede de entenderem que os resultados são atitudes das suas ações.

Pensando nisso, eu resolvi quebrar 03 tabus que as pessoas acreditam que guiam a sua vida e que, no final das contas não tem nenhuma influência direta em nossa vida.

Por que?

Primeiro, porque eu acho que as pessoas se fazem de vítimas de suas próprias ações e depois colocam a culpa no destino, ou em qualquer coisa parecida.

Segundo, porque eu acredito demais no empreendedorismo e, esse blog, antes de ser um blog de marketing e vendas é um blog de empreendedorismo.

Você é dono do seu caminho | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Você é senhor do seu próprio destino, não vítima.

A sua vida é baseada naquilo em que você acredita.

E aquilo em que acreditamos é a base para as nossas ações.

E tudo o mais é resultado daquilo que nossas ações se transformam. Sorte, benção de Deus, oportunismo, bunda virada pra lua, karma, e tudo mais que você acredita é só uma desculpa que todo mundo usa na hora do mérito, ou da falta dele?

Azar ou sorte? Isso depende da sua ação, e não da conspiração dos deuses a seu favor.

Dito isso, vamos aos tabus que atrasam a vida das pessoas sem que elas percebam.

#1. É tudo uma questão de oportunidade. Ou de falta dela.

Se você não teve uma oportunidade, tem duas opções: parar de tentar, ou continuar tentando.

Empreendedorismo é sobre continuar tentando.

Desistir é para os fracos.

Dito isso, a oportunidade só vem para quem não desiste de procurar. A oportunidade só vem para quem acredita que está no caminho certo e, com isso acaba criando a sua própria oportunidade.

Oportunidades não estão vagando por aí procurando por pessoas que estejam procurando por oportunidades.

Não. Não existe anúncios de oportunidades nos jornais. Nem na internet. A oportunidade é você quem cria, você que desenvolve e faz acontecer. A falta de oportunidade é uma desculpa.

Uma desculpa de quem desistiu de tentar. Uma desculpa de quem desistiu de fazer o seu próprio caminho e sentou aguardando uma ajuda dos céus, uma ajuda milagrosa.

Deus é onipresente. Mas, entre ajudar uma criança que vai morrer pisando numa mina lá no Irã e te dar uma oportunidade de ser alguém na vida, eu prefiro que ele vá lá, cuidar da criança, porque você tem saúde. E isso é o que basta.

A sua oportunidade é ter saúde. Ela é a única oportunidade que você tem de fazer a sua vida acontecer. Dinheiro, amigos, influência e qualquer outra coisa não tem nada a ver com oportunidade.

Existem duas maneiras de alcançar a linha de chegada: o caminho fácil e o caminho difícil. Todos os dois dão no mesmo lugar. Algumas pessoas conseguem percorrer o caminho mais fácil porque alguém lá atrás já percorreu o caminho difícil.

Outras, precisam fazer todo o trabalho…

Agradeça por ter saúde. Na cidade e na selva, é o que basta.

2. Sorte no jogo, azar no amor.

Você tem duas escolhas a fazer: ter sorte no jogo e azar no amor. Ou vice-versa.

Eu aconselho você a escolher a sorte no amor. Infelizmente não sou profissional desse campo e, aí eu acredito em sorte.

No jogo, a gente aprende as regras e fica bom.

No jogo não existe sorte. No jogo existe talento, competência e força de vontade. No jogo existe esforço, determinação, sonho.

A única alternativa do jogo é aprender. Ser bom. Ter sorte não é uma opção.

Por que?

Porque sorte é resultado de preparação. Muita preparação. Anos de preparação. Muitas horas sem dormir de preparação. Tentativa, erros e acertos. E, junto com isso vamos enxergando as coisas de um outro modo, de uma outra maneira que nos permite fazer diferente.

E, quando fazemos diferente, depois de muito esforço, damos a “sorte” do negócio dar certo.

Mas, é muita sacanagem, muito pouco caso, colocar o mérito de horas e anos de trabalho em sorte.

Sorte não existe. O que existe mesmo é o mérito. A força de vontade. E o trabalho incansável.

Da próxima vez que disser que alguém teve sorte, lembre-se que, muitas vezes, durante o seu sono, ele estava batalhando.

A regra é simples. “Sem sacrifício não há vitória”. Optimus Prime.

Sorte no jogo, azar no amor | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Não existe sorte, ou azar. Existe trabalho duro!

#3. Ter dinheiro é um pecado.

Caramba. Essa frase me irrita bastante, sabia?

Quer dizer então que temos que fazer filantropia. Aquela pessoa que ganhou dinheiro com aquilo que criou, desenvolveu, com as suas ideias então é uma pecadora?

Infelizmente, no Brasil, ter dinheiro, ou melhor, ganhar dinheiro com o suor do nosso esforço é pecado. Brasileiro rico não presta. Brasileiro rico é picareta, bandido e etc.

Sim, eu concordo que em partes isso é verdade.

Mas é possível sim ganhar dinheiro fazendo a coisa certa, fazendo as coisas conforme mandam o figurino, sem ter que fazer politicagem, sem se envolver em sujeira e em roubo.

Se uma pessoa tem dinheiro por mérito e capacidade própria, tem todo o direito de usufruir daquilo que criou. E, sendo assim, não há pecado nenhum nisso.

Se as pessoas se concentrassem mais tempo de suas vidas trabalhando e criando coisas, ao invés de conspirarem sobre a carreira alheia, acredito que, além de serem mais felizes, seriam muito mais capazes de empreender e fazerem a diferença em suas carreiras.

Para de reclamar e tira a bunda da cadeira.

Se mexer é o melhor remédio. É o elixir do empreendedorismo. Por isso, acredito que as pessoas ficam se lamentando porque o desafio é grande e o sacrifício reamente faz com que queiramos desistir, muitas vezes.

Afinal de contas, ser medíocre tá na moda. E, pra essa galera tem Bolsa Família, ajuda disso, ajuda daquilo e tudo mais.

Mas, por outro lado, eu acredito que a nossa vida tem apenas uma chance de dar certo. E nós temos apenas uma chance de deixar o nosso nome na história, ter um legado e fazer com que essa existência tenha algum sentido: através do empreendedorismo.

O empreendedorismo é a sua chance de fazer a sua história aqui ter algum sentido. Infelizmente nem todos pensam assim.

Ayrton Senna é o Exemplo de Empreendedorismo.

Saiba por que o ídolo das pistas também deve ser reconhecido como ícone de empreendedorismo, inovação e superação.

Diz o ditado que o brasileiro gosta de deixar tudo pra última hora. Será que é verdade?

Eu nunca fui adepto desse ditado e sempre tentei, ao máximo ser a exceção à essa regra. Mas, ontem, depois de três vezes tentando ir e, no último dia, eu compareci à exposição interativa sobre o Ayrton Senna que tava rolando no metrô República, aqui em São Paulo.

Ayrton Senna Motivação para Artistas na Call Parade 2012 - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoDigo tentei sem sucesso por que duas vezes eu fui e estava fechado e uma vez eu fui e estava uma fila violenta. Ontem não estava menos vazio mas, era o último dia e eu tive que esperar mesmo.

Eu nem preciso dizer que a exposição é belíssima. Você pode ver mais fotos no meu Flickr.

Com uma riqueza de materiais interativos enorme, vídeos, troféus, fotografias, roupas, capacetes, muitas (muitas mesmo) fotografias do corredor e milhares de depoimentos, imagens dos podiums e até mesmo o próprio Ayrton Senna narrando uma volta em Interlagos. Na minha opinião toda a exposição é uma prova de emoção. É impossível não se arrepiar vendo tantos fatos e características da vida de Senna tão pertinho da gente (até pneus usados em provas).

Para mim, foi impossível não me emocionar e quase chorar durante a exposição. Principalmente no vídeo em que Ayrton fala sobre não desistir de seus objetivos e de não deixar de lutar por aquilo que você acredita.

Depois disso, é impossível discordar que Ayrton Senna é um exemplo de empreendedorismo e liderança. Acredito que é justamente isso que faz com que, mesmo depois de morto ele ainda seja um ícone não apenas no automobilismo, que o reconheceu recentemente como o maior piloto de todos os tempos, mas como para milhares de fãs por todo mundo que o reconhecem como exemplo de brasileiro a ser seguido.

Sendo assim, eu vou listar aqui cinco motivos pelo qual Senna é exemplo de empreendedorismo.

1. Ayrton Senna era persistente.

Todo mundo sabe o quão desgastante é pilotar um carro de Formula 1. Não porque já pilotou, mas porque cresceu com todo mundo falando sobre isso. Dizem que, em média se emagrece três quilos por corrida. Isso se o seu carro estiver em perfeitas condições. Se estiver.

E se não tiver?

Se não estiver tudo certo é bem capaz que você nem consiga terminar. Ou que tenha que abandonar a prova. Ou que se acidente.

Isso se você for um simples mortal, que desiste sob qualquer adversidade, sob qualquer dificuldade e goste de ficar dando desculpinha. Com os empreendedores desistir, muitas vezes não é uma opção. Não mesmo.

Um carro de F1 tem sete marchas. Imagine levar grande parte de uma corrida com apenas uma marcha – a sexta. Não é pra qualquer um, realmente. Ayrton Senna não apenas levou seu carro com apenas uma marcha por grande parte de uma corrida, como também venceu a corrida.

E o sinal de seu esforço era visível. Além de ter sido tirado do carro no colo, ele nem conseguiu erguer o troféu na hora do podium. Mais um sinal de que o grande ídolo não se transformou em ícone à toa.

2. Ayrton Senna era meticuloso.

Dizem que Senna, nos finais de semana que antecedia as corridas não dormia direito. Ou praticamente não dormia.

Após os treinos e corridas ele não se contentava em dar o seu melhor pisando fundo no acelerador. Ele estudava os dados das voltas na corrida, analisava quais voltas ele teve o melhor desempenho e o que havia feito nessa volta. E ele fazia isso com os treinos e com as corridas.

Se debruçar sobre os relatórios de desempenho com engenheiros, chefe de equipe e mecânicos.

Não descansava enquanto não conseguia estabelecer qual seria o seu limite e o do carro durante a prova. Isso o tornou um exemplo de liderança e empreendedorismo.

Após o final de semana de provas ele poderia simplesmente dormir e descansar; ou ir pra farra. Mas não. Ele queria entender o por quê ganhou ou perdeu, o motivo de ter quebrado, de ter falhado ou de ter sido ultrapassado em algum momento.

Ayrton Senna não estava satisfeito com o primeiro lugar. Ele estudava e se debruçava sobre os dados para entender os fatores técnicos, aerodinâmicos, mecânicos e humanos que o fazia ser melhor ou pior do que os concorrentes.

Não é por acaso que a sua equipe tinha a fama de ser uma das melhores em trocas de pneu e reabastecimento.

Ayrton Senna Exemplo de Empreendedorismo - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

3. Ayrton Senna era metódico.

As vitórias de Senna não eram um golpe de pura sorte.

Ele tinha uma rotina. E não apenas uma rotina, ele tinha uma rotina que dava certo.  Ele sabia intercalar entre treinos, exercícios e descanso seus estudos sobre a concorrência, sobre o seu melhor e sobre o mercado da Formula 1.

E Ayrton sabia que, precisava ganhar X corridas para ter chance de ser campeão e levar não só ele, como sua equipe ao podium.

Em uma dessas vezes, outro caso conhecido é de que Ayrton Senna correu um grande prêmio inteiro sem freios. Isso mesmo. Ele correu há cerca de 300km/h sem freio.

Isso por que ele precisava vencer, de qualquer maneira aquela corrida. Ele tinha um método de estudar seus concorrentes, um método de correr e uma rotina.

Não era apenas garra e força de vontade. Era método, estatística, matemática e lógica.

4. Ayrton Senna Sabia se Adaptar às Circunstâncias.

Já diz o ditado: “adapte-se ou morra”!

Ayrton Senna foi um grande empreendedor por saber se adaptar às circunstâncias.

Quando ainda estava no kart ele treinava quase todos os dias durante toda a tarde, após a escola. Ele ia para Interlagos e andava por toda a tarde, fazia chuva ou sol.

Quando chovia ele não voltava aos boxes e sim continuava correndo. Com isso ele aprendeu a regular o kart para dar o melhor de si durante as chuvas sem que isso o prejudicasse. Com isso, acabou tendo um grande diferencial no seu desempenho quando chovia.

Depois de ter aprendido a se adaptar para aumentar o seu rendimento mesmo com às adversidades, ao invés de ser vítima delas, Ayrton Senna aprendeu não apenas a regular o seu carro para andar na chuva, mas a regular a si mesmo, seu comportamento e seu desempenho quando chovia. E com isso, ganhou a fama de ser um piloto que fazia acontecer quando a pista estava molhada.

Até hoje Senna é lembrado por seu talento de andar na pista molhada. Até hoje as pessoas acreditam que isso era apenas audácia do piloto. A verdade é que estamos falando sobre uma pessoa que soube se adaptar às circunstâncias e adversidades e encontrar uma maneira de fazer diferente.

#5. Ayrton Senna Ajudou a Fazer a Diferença na Vida das Pessoas.

Conheça e ajude o Instituto. Clique na Imagem!

Ayrton Senna sabia que muito do que era foi feito pela educação. Sabia ainda que sem educação muita coisa poderia ter sido diferente na sua vida e na sua família.

E ele não apenas pregou a educação em seus discursos. Ele criou um maneira de disseminar e dar educação. Através do Instituto Ayrton Senna ele mudou a vida de milhares de crianças que nunca teriam ao seu alcança educação de qualidade para serem os agentes de suas próprias mudanças em suas vidas.

Ele não apenas usou as oportunidades que teve para alavancar a sua carreira e fazer dinheiro e fama. Ele usou as oportunidades que teve em sua vida para fazer também a diferença na vida das pessoas.

Esses são apenas cinco pontos que corroboram para a conclusão de que mais do que um profissional de alto desempenho, mais do que um piloto vitorioso, mais do que um exemplo de brasileiro, mais do que um profissional bem sucedido Ayrton Senna era um empreendedor e por isso está marcado como ídolo e herói na vida das pessoas.

Esses tópicos ficaram muito claros na minha visita à exposição Senna Emotion que terminou ontem e, acredito eu deveria passar por mais lugares.

Abaixo, um belíssimo vídeo que eu fiz da exposição sobre todos os carros de Senna durante sua trajetória entre nós.

Viva Ayrton Senna! Onde quer que esteja…

Vencer é o que importa. Não vencer uma corrida, uma temporada, mas sim vencer na vida. É isso que interessa“. Ayrton Senna.

Tudo que você precisa aprender sobre vendas e não tinha pra quem perguntar.

Eu sempre fui um grande apaixonado por vendas. Principalmente as difíceis que demandam uma grande atenção, generosidade e conehcimento técnico. Na verdade, tenho certeza que são nessas vendas que diferenciamos o joio do trigo, os tiradores de pedidos e atendentes de vendas (sem desmerecer o termo atendentes) dos VENDEDORES PROFISSIONAIS (os vendedores 2.0).

Geralmente o termo 2.o é usado para demonstrar algo ligado à tecnologia. Em “Como se transformar em um vendedor 2.0” eu mostrei, lá em 2009, como empregar a tecnologia a favor das vendas.

Agora, 2.0 não é apenas mais alguma coisa incrementada pela tecnologia, mas porque precisamos de uma “nova versão”. Precisamos urgentemente de uma nova versão de vendedores.

Todo mundo diz que vendas é a segunda profissão mais antiga no mundo e a menos profissionalizada (podemos dizer o mesmo da primeira?). Mas agora acredito que empresas e pessoas não querem mais saber de papo furado com vendedores que não sabem para onde rumar. As pessoas por trás das empresas precisam dar certo. Os problemas têm que serem resolvidos. As inseguranças precisam ser sanadas. AGORA.

Não há tempo para espera.

E quem será o supervendedor que vai resolver todos esses problemas? Quem vai surgir em meio a escuridão com soluções, conhecimento, audácia e provocações necessárias para resolver problemas que os clientes nem sabem que têm?

O vendedor 2.0. Vender 2.0 é vender de verdade. A verdadeira venda 2.0 é um misto de marketing com relacionamento, com capacitação de vendas, com provocação, com educação, com mostrar o caminho, com reputação, com generosidade, com vendas 3.0, com estudo constante.

Um vendedor 2.0 é um homem de negócios cuja missão é FAZER OS CLIENTES DAREM CERTO!

Um vendedor 2.o é um gestor de projetos. Projetos de ajudar o cliente a superar o desafio de dar certo.

Um vendedor 2.0 é um guerreiro armado de tecnologia, planos, gestão de relacionamento, networking, ideias, desafios para motivar e cativar o cliente.

Um vendedor 2.0 é um produtor, escritor, falador, praticador e provocador de novas ideias, atitudes e resultados inesperados.

Um vendedor 2.0 é um guru das redes sociais, marketing e gestão.

Um vendedor 2.0 é um eterno estudioso de relacionamento, vendas, marketing, tecnologia, pessoas e inovação.

Um vendedor 2.0 é um empreendedor.

Um vendedor 2.0 é aquele que quando a porta não se abre, arruma um jeito de arrombá-la.

Um vendedor 2.0 é aquela pessoa que merece ser ouvida. E por ela ser ouvida, sua reputação chega antes dela na empresa.

Um vendedor 2.0 é o profissional que todo vendedor precisa se tornar para ser relevante.

Ser um vendedor 2.0 deve ser a missão de todo profissional que trabalha com vendas.

Por esses motivos eu gostaria de convidar você para o webseminário A (R)Evolução do Vendedor 2.0: Práticas para revolucionar a sua carreira de vendas.

Esse é o webseminário que você que quer entrar na carreira de vendas precisa fazer, o webseminário que quem quer se profissionalizar em vendas precisa fazer, o webseminário que o vendedor que quer se reciclar precisa fazer.

No final do webseminário você vai ser provocado a pensar de uma maneira diferente sobre vendas.

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Há 1/4 de Século Atrás.

28 de fevereiro de 1985. Esta é a data em que nasci. Há exatos vinte e cinco anos atrás. Ou, como minha mãe passou a frisar, um quarto de século.

Ao nascer, fui presenteado com uma família linda. E hoje, de uma forma ou de outra, um ciclo se fecha. Há aquela crendice de que um novo ano só começa de verdade depois do carnaval. Mas, pra mim, um ano nunca termina de verdade. Eu não paro nas pausas de final de ano. Continuo trabalhando com o mesmo afinco e força de vontade. Acredito que esse negócio de trabalhar em ponto morto até depois do carnaval é uma arma de funcionários, empresários e pessoas mediocres. PONTO. Mas, para mim, um novo ciclo se inicia no último dia de fevereiro. É lá, se algo tem que terminar e outra precisa começar, que acontece. E nesse dia, minha energia se renova e a idade da lugar não a lamentações e a PORQUÊS. Isso não existe.

O dia do meu aniversário é, entre outras coisas, o dia em que eu faço reflexões e me pergunto “aonde eu quero chegar”. Essa é a meta mais importante na vida de qualquer pessoa. E, não há nada mais emocionante, nada mais excitante do que saber que o caminho que trilhamos para nós mesmos depende apenas de nosso esforço.

E o meu esforço está totalmente convergendo para o meu propósito de vida. Aos vinte e cinco anos, ou nesse 1/4 de século eu tive oportunidade de estar a cada dia mais me preparando para as coisas que eu quero que aconteçam comigo.

Eu tenho no sangue o espírito empreendedor, de pessoas que criam famílias, empresas e histórias do zero. Tenho avós, tios e parentes que venceram longe de casa. Tenho na história de minha família, desde meu bisavô, a garra e a determinação de colocar ideias em prática, custe o que custar.

Meu bisavô, pai do meu avô – que é pai de minha mãe -, veio fujido de Portugal ao Brasil, no porão de um navio, até porque avião naquela época era um luxo que poucos poderiam se dar. Ao desembarcar no Brasil, foi descoberto como clandestino e, mandado de volta.

Ele, que não era bobo nem nada, assim que chegou em Portugal deu um jeito de entrar no primeiro navio rumo ao Brasil para voltar à terra que ele havia escolhido para recomeçar a vida. E assim, começou a história do patriarca da minha família pela terra do pau-brasil.

A mãe desse meu mesmo avô era da Alemanhã e, meus bisavós protagonizaram uma coisa até então inaceitável para a época deles: a união estável.

Meus bisavós não eram casados. E mesmo assim fizeram uma família linda e, se amaram do mesmo jeito como se fossem casados. O preconceito, os problemas de meu bisavô – que sequer tinha passaporte nunca foram obstáculos para que minha bisavó constituisse com ele uma família.

A disposição, a garra, a determinação e a vontade de construir as coisas sempre estiveram no meu sangue. Desde o meu bisavô que veio de Portugal, passando por meu avô, que saiu do Rio para o interior, e meus tios, todos temos uma grande vontade de ir pra cima das coisas que nos realizam. Distâncias, dificuldade e problemas NUNCA foram motivos para fazer com que nós desistíssemos. Somos fieis a nosso propósito e, com afinco, determinação e uma certa dose de teimosia, vamos pra cima de nossos objetivos e realizamos nossos propósitos.

Talvez minha família não pudesse imaginar que, quando eu nasci, era mais uma ovelha negra no meio de todos. Eu sou incomodado, persistente, teimoso e chato por natureza.

Nos últimos vinte e cinco anos, eu venho juntando conhecimento, experiências, amigos e realizações por onde eu passo. Eu não tenho medo de dizer a verdade.

MAS, o tempo das loucuras ainda não terminou. Eu digo isso, porque muitas vezes, o que é loucura para os outros não é loucura pra mim. Por mais que os outros me chamem de maluco, de pirado, ou de qualquer coisa do tipo, as coisas fazem todo o sentido pra mim.

Por mais que alguns duvidem, eu sei exatamente o que venho fazendo. E, por causa dessa certeza, por causa dessa vontade de continuar fazendo, as coisas vão acontecendo. Para uns, como um lance de sorte, ou um milagre divino. Pra mim, não há milagres, nem sorte, nem nada. Apenas precisamos ir fazendo as coisas. E uma hora, tudo se encaixa.

Essa foi uma frase que ouvi em um discurso de Steve Jobs. Ir fazendo, ir fazendo. Em algum momento, em alguma hora, por mais inexplicável que possa parecer para os outros, as coisas vão acontecendo. E, não tenha dúvidas de que elas realmente acontecem. Uma hora, a neblina que está tomando conta de nosso caminho da lugar à paisagem. Uma hora, aquele monte de peças de quebra-cabeças da lugar à solução. Uma hora, a interrogação transforma-se em exclamação e, o caminho abre-se na nossa frente como se as coisas sempre tivessem ali e nunca tivéssemos enxergado.

O caminho é construído não apenas com trabalho duro. MAS sim com dúvidas, com interrogações, com reflexão e com muita ajuda.

Eu, felizmente tenho apoio, mesmo que silencioso daqueles que estão ao meu redor. Uma cumplicidade. Uma torcida que, me faz me sentir mais forte, mais preparado e mais corajoso para encarar todos os desafios pela frente.

E completar vinte e cinco anos me faz estar mais forte. E essa força vem com as certezas. As certezas de que estou lutando no lado certo, de que estou vendo as coisas realmente acontecer.

Os anos que passaram levaram consigo as dúvidas. Um ano a mais de vida, menos dúvidas na cabeça. A regra tem sido essa, e os resultados têm sido agradáveis. Eu tenho trabalhado e tenho crescido, aprendido e ensinado.  Nesses vinte e cinco anos tenho tido oportunidades de aprender, de realizar e de mostrar pra que vim. E eu vim pra incomodar, pra ser chato e pra fazer as coisas, que para tantos outros é loucura. Pra mim? Pra mim é tudo perfeitamente normal.

Que venha o próximo quarto de século. O show não pode parar.

Quando a Paixão Acaba.

Um casamento sem paixão acaba. Mesmo que ainda exista amor, é o fogo da paixão que mantêm os noivos unidos e o relacionamento aceso. Um relacionamento sem paixão, apenas com amor MORRE. Morre porque o amor é um sentimento fraternal, sem desejos, sem libidos. Casamento sem paixão transforma noivos, maridos e esposas em irmãos. Paixão é um sentimento fraterno, é um sentimento sem fogo, sem raiva, meio morno. Bonito, mas totalmente desprezível.

Por que? Porque é a paixão a responsável por nos fazer acordar no meio da noite pensando na pessoa. Ou, de não conseguirmos dormir pensando no que vamos falar pra pessoa no dia seguinte, ou se vamos conseguir fazer com que tudo aquilo que planejamos aconteça.

O amor é o êxtase, é a obsessão e, muitos acham que é doença, porque, uma pessoa apaixonada, não descansa, não enjoa, não muda de ideia, não desiste. Uma pessoa apaixonada é obcecada e luta até conseguir. É um cachorro que, não larga o osso e, por isso, está sempre a postos pra cuidar do seu território.

A paixão é o combustível dos relacionamentos. Amor sem paixão é apego.

O que acontece quando a paixão acaba? As coisas ficam monótonas, chatas, sem novidades, sem promessas, sem perspectivas, sem futuro, se tornam uma obrigação. E aí, a coisa anda para o precipício, para o fim. Mesmo que se tenha algum apego (que pode ser um misto de costume e de pena), as coisas começam a cambalear. Um casamento, quando a paixão acaba, fica sem diálogo, fica solitário, fica insuportável.

Um empreendedor e uma empresa são um casamento. E, como tal, precisa ter paixão, obsessão, vontade e, muito tesão. Sem isso, a paixão vira apego, vira hábito, fica chato e MORRE.

E é justamente isso que acontece com um empreendedor quando a sua empresa torna-se uma obrigação. Acabou a paixão e, as coisas vão perdendo o sentido, a razão de ser e vai morrendo aos poucos. Eu, infelizmente, já tive a oportunidade em ver um casamento desses no fim. Quando o negócio acabava se tornando uma obrigação; quando o negócio acabava se tornando chato; quando o negócio, que um dia foi sua grande paixão, acaba se transformando em um simples emprego.

A pessoa perde a personalidade. Além disso, é perceptível que, o negócio mais incomoda do que agrada. Torna-se uma obrigação e, como tal, sem prazer e, acaba ficando muito chato. No final, só restam horários a cumprir. E aí, as coisas começam a ficar muito ruins.

A minha experiência com isso deixou muito aprendizado. Ver uma pessoa que era pra ser a mais empolgada com o negócio apática não é nada legal. Ver uma pessoa que criou um negócio olhar para ele sem o mínimo de tesão é horrível. Ver um empreendedor se esconder atrás de tarefas ridículas é triste. E o pior. A coisa fica clara. A coisa aparece pra todo mundo. A coisa está na cara. Todos percebem que está chato.

E aí é que vem as reuniões. Diariamente, várias ao dia. Pra que? Pra acompanhar o andamento das coisas, que antigamente eram sabidas de cór e salteado. E, muitas vezes, essas reuniões duram alguns dias. E as respostas não chegam. E as pessoas ficam sem saber pra onde ir. E o empreendedor, se mostra tão perdido quanto todo mundo.

É aí que sugerem férias. Sugerem se afastar. Sugerem descanso. Sugerem isso pra ver se a paixão volta. É como a famosa “segunda lua de mel”. E as coisas só pioram. Nas férias, o empreendedor quer cada dia mais, continuar de férias e, volta pior ainda. Mais desanimado, mais desiludido, mais insatisfeito. Pior, do que funcionário mal reconhecido. E o problema aqui é que um funcionário pede demissão, é demitido e começa outra jornada. E o empreendedor desiludido, desanimado, faz o que?

SOFRE. Sofre quando o certo a fazer é CAIR FORA. Assim como no casamento, a melhor alternativa é o divórcio, nos negócios a melhor alternativa é PARTIR PRA OUTRA. Partir pra um projeto que faça novamente a paixão nascer. Faça novamente o prazer florescer. Somente o calor da paixão é forte o suficiente pra trazer a animação, a epolgação, o brilho nos olhos e a força de volta.

Quando o prazer torna-se uma obrigação, o melhor a fazer é partir pra um novo projeto. Partir pra uma nova oportunidade. Empreender do zero, novamente. Criar mais, arriscar mais e voltar ao jogo. Um empreendedor preso em uma empresa por obrigação mata o espírito empreendedor que possui.

Projetos são como a vida. Nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. O segredo é sair enquanto se estar prestes a morrer, e não deixar o corpo apodrecendo e tentar ressucitá-lo, sem nenhuma chance ou alternativa.

Saiba sair de um negócio, se preciso, antes que seja tarde demais. Se sentir que a paixão tá perdendo o apego e tá virando obrigação, vire a mesa e parte pra próxima.

Saiba aproveitar oportunidades e, saiba quando abandonar o barco e, partir pra próxima. Paixão e TESÃO devem ser o motor do empreendedor. Nunca a obrigação e o marasmo devem tomar conta de ninguém. Caso isso aconteça, não pense duas vezes entre a chatice e a emoção.

Somente a paixão e a emoção faz o sangue correr nas veias e proporciona o frio na barriga.

O Empreendedorismo Não é Nada Sem Resiliência.

O melhor amigo do empreendedorismo é a resiliência. Nem tudo é festa quando o assunto é empreendedorismo e, muitas vezes, perguntas vazias habitam a mente de um empreendedor. Dúvidas, questões e perguntas que, muitas vezes NUNCA têm respostas habitam a mente de qualquer empreendedor.

Porque ontem vendeu mais do que hoje? Será que fizemos certo ao abrir este negócio? Onde tudo isso vai dar? Será que as previsões que fizemos e nossos objetivos serão atendidos? Ainda é tempo de voltar atrás? O que fazer pra aumentar as vendas? Como promover o meu negócio?

Quanto maior o conhecimento empreendedor, mais dúvidas habitam a mente de um empresário. E isso acontece com todo bom empreendedor. Empresário que não tem dúvidas, que não tem preocupações, que não é habitado por interrogações em sua cabeça não é empreendedor de verdade.

A verdade é que não conseguimos controlar fatos que ficam fora de nosso domínio. Não podemos obrigar cliente a comprar; não podemos obrigar-nos a fazer milagres e vender muito todo dia; não podemos desanimar quando as coisas fogem do controle; não podemos desanimar quando as coisas não são satisfatórias.

Não há milagres nos negócios. Não há regras. Não há verdades absolutas. Quando a teoria vai pra prática, TODOS os livros são rasgados e, o que vale é o jogo de cintura, é a observação, é a perseverança e, o mais importante, a resiliência. É ela, e somente ela, a responsável por manter a cabeça do empreendedor erguida. Por fazê-lo criar cada vez mais perguntas e, buscar incessantemente pelas respostas.

É a resiliência, o primeiro comportamento empreendedor. Mas o que diabos significa RESILIÊNCIA? Segundo a Wikipedia,

Resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

É medida em percentual da energia devolvida após a deformação. Onde 0% indica que o material sofre deformações exclusivamente plásticas (plasticidade) e 100% exclusivamente elásticas (elasticidade) .

O cientista inglês Thomas Young foi um dos primeiros a usar o termo. Tudo aconteceu quando estudava a relação entre a tensão e a deformação de barras metálicas, em 1807. Resiliência para a física é, portanto, a capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido tensão.

SIM. Resiliência é um termo da física, adaptado para os negócios porque um líder, um empreendedor, DEVE ser capaz de se manter, mesmo se submetido à ruptura, ao estresse. Resiliência é a capacidade de se manter intacto, de se manter firme, de se manter forte e sem se quebrar, mesmo diante das maiores pressões, das maiores dúvidas, dos maiores problemas, dos maiores dilemas.

É a certeza de que o trabalho está sendo feito corretamente, que está progredindo, que está firme nos princípios e propósitos de seu negócio. Sem a resiliência, as dúvidas dão lugar ao pessimismo e tudo é motivo pra achar que as coisas vão dar errado, que o negócio não vai pra frente, que a maré não tá pra peixe, e que tudo tá difícil e tende a pioras.

Resiliência, adaptando-se pela física, é a capacidade de manter-se frio diante do calor das preocupações, do calor das incertezas, do calor da dúvida, do calor da concorrência, do calor das frustrações, do calor do pessimismo. É a capacidade de manter-se frio, de manter-se firme, de manter-se dentro do negócio e buscar respostas para as perguntas e caminhar em frente, de cabeça erguida, trabalhando no crescimento de um negócio.

Resiliência é estar frio. Não se abalar pelo pessimismo ou por falsas desgraças. É estar 100% comprometido com o sucesso do negócio e, com isso, fazer o que for preciso para que ele dê certo, e por isso, não se abalar com os furacões da incerteza.

Supere o estresse. Supere as críticas. Supere o pessimismo e a incerteza. Esteja resiliente e, não deixe que estresse e um ambiente duvidoso acabe com a sua expectativa. Trabalhe para mudar o clima, seja rápido e esteja sempre atento.

A resiliência é o único caminho para manter a serenidade no rumo de seu negócio. Exercitar o comportamento resiliente é a única chave para sermos líderes e empreendedores melhores:

1. Mentalize seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;

2. Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem-estar;

3. Procure manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio” para recuperar-se;

4. Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;

5. Transforme-se em um otimista em potencial;

6. Assuma riscos (tenha coragem);

7. Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);

8. Separe bem quem você é do que você faz;

9. Use a criatividade para quebrar a rotina;

10. Permita-se sentir dor, recuar e, às vezes, flexbilizar para em seguida retornar ao estado original.

A resiliência é a irmã gêmea do empreendedorismo. Se completam, se juntas. Sozinhos, sentem um, a falta do outro.

Qual o Significado da Palavra Sucesso?

O sucesso é uma palavra subjetiva. Existem milhares de definições para essa palavrinha. Desde dinheiro, saúde, família, até ser dono do seu próprio negócio, empreendedor, viajar para um local que se tem vontade.

Não há, uma única palavra ou sentimento que defina melhor, ou mais precisamente o sucesso. Cada um tem a sua ideia do que isso seja e, cada um busca isso de um jeito único.

O sucesso é individual. Cada um tem a definição do que é o seu. Em uma reportagem feita pela Revista Época, diversos leitores apontaram o que é o sucesso para eles. Vejam como uma simples palavra pode despertar inúmeros tipos de interpretações e desejos:

E você? O que é sucesso pra você? Qual é o seu tipo de sucesso? O meu já não é segredo

Uma Receita de Ano Novo.

“Somente existe o presente (…) e tudo o que eu tenho, eu seguro em minhas mãos.

Nós estamos fugindo da terra das promessas quebradas”.


E 2009 chega ao fim. Um ano de inúmeros desafios, erros, aprendizados, mais desafios e, oportunidades disfarçadas de problemas.

Eu comecei 2009 com um presente. Me mudei, em 08 de Dezembro de 2008, de mala e cuia para a maior cidade brasileira, São Paulo, a terra da garoa, onde as coisas acontecem, onde residem as oportunidades, os conhecimentos, as pessoas mais “diferentes” dessa país.

E eu tinha muitos desafios pela frente: iniciar uma jornada em um lugar desconhecido, onde eu não tinha amigos, não tinha parentes e, onde fui super bem recebido e, em pouquíssimo tempo já me sentia em casa. Felizmente, eu conheci pessoas geniais. Pessoas que se tornaram amigas, companheiras e, de uma certa maneira, substituíram um pouco minha família por lá.

Se os finais de semana eram curtos demais para estar com a família, a semana passava ainda mais rápido com tantas tarefas, com tantas metas, e muita, muita coisa pra aprender. Em pouco tempo, eu estava me sentindo como um legítimo paulistano. De um lado, a saudade. Do outro, a possibilidade de participar da criação de algo que fosse um pouco meu também.

Quando eu disse, por aqui no ano passado, que eu queria que 2009 fosse o ano de renascer, de construir das cinzas o nosso ovo, eu queria que pudéssemos aprender com os erros, que pudessemos construir alguma coisa fazendo sempre mais do que podemos. Eu queria um ano INCOMODADO. Que fosse um ano onde os erros fossem fontes de aprendizados e que as derrotas fossem a força que impulsionasse todos à vitória.

E aconteceu mais ou menos assim. Começamos o ano em meio à crise. Crise que, mesmo que estivéssemos lutando e trabalhando para ocultar, acabou com muitas empresas, com lares e famílias. MAS, que devido a muita luta, muita garra, muito aprendizado, conseguiu ser superada e, muitos, conseguiram encontrar, reinventar e aprimorar o que faziam para uma nova era: A Era do Conhecimento, onde informação vale mais do que trabalho braçal; a Era das Pessoas, onde boa vontade em aprender e a garra de vencer desafios vale mais do que diplomas e cursos; a Era do Eu Sozinho, onde livros, internet, mídia social e conversas, podem ensinar, MUITO MAIS DO QUE SALA DE AULA.

E, muita gente aprendeu isso e conseguiu sair vitorioso em 2009. É a vitória de uma nova maneira de aprender as coisas. Uma vitória de FAZER DIFERENTE, e não apenas fazer. FAZEJAMENTO sem reflexão é perda de tempo. REFLEXÃO sem FAZEJAMENTO é sonho. E eu não quero ninguém perdendo seu tempo com sonho. E foi assim que as pessoas sairam da crise.

Com força, com reflexão, com muita garra. Saíram da crise, de suas cinzas, com um novo aprendizado, uma nova consciência. Fizeram das cinzas o ovo para RENASCEREM. E conseguiram…

E assim, a fênix me acompanhou por todo 2009. Para aquele que tem muito a aprender, tem sede de inovação e está sempre procurando oportunidades, mesmo que disfarçadas, aprender com erros, com falhas, é uma GRANDE OPORTUNIDADE.

E foi na prática, através de muita reflexão após dias de fazejamento que eu descobri que trabalhamos e guiamos nossa vida conforme aquilo que desejamos, aquilo que escrevemos, e aquilo em que acreditamos. E por isso, 2009 não poderia ter sido melhor.

Eu descobri, na prática, que quando disse que 2009 era o ano da fênix, não sabia que esta seria a mais bela representante de toda revolução que estaria para acontecer por todo o ano. Aprender, fazer, refletir. Essas foram as ações indispensáveis para que um simples ano fosse representado por inúmeras oportunidades de crescimento.

E eu não as desperdicei. Sabendo que, em cada oportunidade, em cada desafio, em cada circunstância, eu mergulhei, em Dezembro de 2008, em um projeto que, ou MUDARIA a minha vida, ou MUDARIA a minha vida.

E a primeira parte de 2009 foi pautada pura e simplesmente nisso. Em aprender, em me atualizar, em fazer o que era preciso, em exercer a liderança. Essa foi a mensagem do primeiro trimestre de 2009. Trabalhar pra APRIMORAR minhas habilidades.

E eu cresci. Cresci porque estava morando sozinho. Cresci, por que estava longe e precisava me virar. Cresci porque estava totalmente apaixonado por aquilo que estava fazendo. Tão apaixonado que fiquei muito triste ao saber que tudo aquilo acabaria.

E essa foi a grande segunda lição que aprendi em 2009. Não importa o quanto você está envolvido, está comprometido com as coisas, quando algo sai errado, quando alguma coisa acontece, sempre sobrará um pouco de responsabilidade para você.

Mas… ainda tinhamos mais oportunidades. MAIS desafios pela frente. MAS, descobri que, se você não estiver interagindo em total sinergia com o que está fazendo, as coisas podem se sair péssimas.

Fazer uma coisa com paixão, entusiasmo; e fazer essa mesma coisa, por obrigação, sem vontade, FAZ TODA A DIFERENÇA. E, infelizmente, foi na prática que pude aprender isso. Fazendo de corpo, mas com a cabeça em outro lugar.

Quando o projeto que me levou para São Paulo acabou, eu achei que ainda poderia me encontrar em outro lugar. E assim, me enganei por um bom tempo nisso, achando que apenas o fato de estar em uma grande cidade já bastava. Mas isso não era verdade. E as coisas estavam péssimas.

Foi quando eu percebi que não valia mais a pena. Não valia me sacrificar por uma coisa que não estava me fazendo bem. Uma coisa pela qual eu não acreditava. Uma coisa pela qual eu não estava em sinergia. Não estava comprometido. E da mesma maneira, não me sentia tão necessário.

Daí vem mais um aprendizado. TESÃO e RECONHECIMENTO. Só vale a pena fazer uma coisa pela qual você tem tesão em fazer, e pela qual as pessoas lhe reconheçam. Caso contrário, trabalho será apenas trabalho.

E quando tudo estava ficando escuro, eu voltei. Voltei pra minha cidade.

Voltei com inúmeros amigos, com inúmeras pessoas que transformaram minha vida, me ensinaram alguma coisa. Voltei com inúmeros aprendizados, inúmeras lições de vida que, só vivendo para aprender. Voltei com gás, com energia e cheio de propósito para criar alguma coisa, e injetar ali, tudo que consegui aprender com o que deu certo e com o que deu errado em 2010.

Se por um lado, deixei amigos para trás, há alguns quilômetros de distância, por outro reavi os que aqui havia abandonado. Se por um lado a carreira na grande cidade ficou de lado, por outro, ter a família e os entes queridos por perto me deixou cheio de energia.

E assim, colocando em prática tudo que eu aprendi, eu fui crescendo, fui aprimorando e, em várias vezes durante 2009, tive oportunidade de renascer das cinzas.

Voltei para ajudar e trabalhar no escritório que sou sócio. Trabalhar na estratégia, no planejamento, traçando metas e objetivos para o crescimento.

Voltei, com uma decisão, pelo menos temporária, que eu teria que trabalhar naquilo que fosse meu. Em uma coisa que dependesse TOTALMENTE do meu esforço e força de vontade. Que fosse o reflexo da minha garra, da minha disposição e da minha vontade de fazer diferente. E assim, em meados de Dezembro, já no finalzinho do ano, nasce a R4 Refeições e Fast Food.

A R4 é a oportunidade de colocar na prática, coisas que aprendi na teoria e, tem sido, de certa forma, uma maneira de realizar, de construir alguma coisa. Agradeço a tudo que eu vivi, aos meus amigos e familiares, que sempre me apoiaram, que foram o motivo de tudo isso ter dado certo. No momento certo, irei falar mais sobre esse projeto, que já se tornou realidade.

Eu continuo sendo apaixonado pelas mudanças. Por isso, estou sempre trabalhando junto com elas. Serei sempre incomodado, mas nunca arrogante. A humildade está marcada em mim e, eu tenho plena consciência de que, sou o único responsável por construir o caminho que quero percorrer.

Sou grato aos erros, aos desafios, às pessoas e as falhas de 2009. Foram graças a elas que fui capaz de aprender com os erros e, por inúmeras vezes, ressurgir das cinzas.

E assim, surge 2010.

2010 é o último ano da primeira década do segundo milênio. E pra fechar com chave de ouro, será o ano em que as expectativas serão superadas pelo sangue nos olhos. Através de muito trabalho, dedicação, estudo, força de vontade, sentido de urgência, vontade de fazer o que precisa ser feito e muita garra, será o ano em que todas as expectativas serão alcançadas e superadas, com muita paixão e sangue nos olhos.

Sangue nos olhos de garra, determinação, incomodismo para realizar e transformar objetivos em realidade. Paixão, compaixão, solideriedade e humildade, para não deixarmos, DE FORMA ALGUMA, as oportundiades passarem, para não deixarmos de realizar um trabalho extraordinário, para transformar as pessoas que estão ao nosso redor em pessoas melhores, para assim, com muita humildade e determinação, consigamos mudar o mundo para melhor, consigamos dar nossa contribuição para um país mais igual, mais trabalhador, mais correto, e menos corrupto, menos ladrão, menos vigarista.

Compaixão, para que sejamos capazes transformar o país da lavagem de dinheiro, do dinheiro na cueca, na meia, no país dos guerreiros, no país das pessoas de bem, no país dos jovens empreendedores, no país da inovação, no país do resultado e no país do agora, não no país do futuro.

Que em 2010 sejamos brilhantes para receber 2011. Que tenhamos serenidade, sobriedade e MUITO empreendedorismo para celebrar vencedores.

Que o Brasil seja um país melhor, para fazer jus a sede de Copa do Mundo e Olimpíadas. Que todos os guerreiros desse país de inspirem nas criancinhas que nada têm, mas mantêm vivas o sonho de ser alguém, quando crescer.

E que cada criança saiba que, o futuro é delas e, cabe apenas a elas colocar os sonhos no papel para que eles se transformem objetivos e assim em metas que possam ser cumpridas.

Que sigamos os exemplos dos guerreiros. Que tenhamos brilho nos olhos e energia suficiente para fazer com que o país do futuro possa adiantar o futuro para o presente. Que possamos trabalhar para acabar com a roubalheira, com o dinheiro na cueca, na meia, com a lavagem de dinheiro, com o caixa dois.

Que a juventude tenha o exemplo de um Brasil que trabalha por uma causa, por um propósito. Que em 2010, o brilho nos olhos, a força de trabalhar, a vontade de vencer, o incomodismo e o sentido de urgência guie nossas mentes empreendedoras para, que com sangue nos olhos, nossas expectativas possam ser superadas. E assim, iniciarmos uma nova década de realização.

Esse será meu norte a partir de algumas horas. FAZER, APRENDER, REFLETIR. CRIAR, INVENTAR, DESTRUIR. Essas serão as palavras que terão o poder de transformar, através de atitudes, o ano de 2010 em um ano que seja possível mudarmos o mundo para melhor.

Que venha 2010 com toda sua beleza! Que as lições de 2009 possam ser eternizadas por toda a nossa jornada, para que como a fênix possamos sempre que preciso renascer e transformarmos nossas vidas. Que em 2010 sejamos fortes para trabalhar e arrombar as portas que, por algum acaso, não se abram para nós.

Que com saúde, humildade, retidão e muita vontade de fazer o que precisa ser feito, sejamos a geração da realização.

Nos vemos em 2010! Que 2010 seja o ano em que expectativas sejam superadas por sangue nos olhos!!

Um fraternal abraço a todos,
Saudações Empreendedoras.
Enrico Cardoso.