Curso de webwriting: 2ª turma em São Paulo

Dia 21/09 acontece a segunda turma do curso de webwriting no Instituto Rogério Castilho

Depois do sucesso de 2 turmas seguidas em Santos, nos dias 22 de junho e 03 de agosto, estou de volta à São Paulo.

Se você tem curiosidade de aprender sobre webwriting e está em São Paulo, essa é a sua oportunidade.

curso de webwriting mostra, passo-a-passo o processo de produção de conteúdo para a web em 3 etapas:

  • Processo pré-escrita.
  • Processo de escrita.
  • Processo pós-escrita.

O objetivo do curso é aprender que criar conteúdo não é apenas escrever sobre um assunto ou notícia e colocar no ar.

Os participantes do curso de webwriting vão aprender a importância de responder  às perguntas do seu público através do foco do usuário – o mantra do webwriting – para saber o que ele realmente espera do seu conteúdo.

curso de webwriting tem como missão auxiliar qualquer pessoa que esteja conectada na internet a produzir melhores informações, otimizando seu texto, imagens e vídeos, fazendo o trabalho certo para atrair leitores.

curso de webwriting parte da premissa que o processo de webwriting consiste em produzir, otimizar e distribuir conteúdo em 2 frentes:

  1. Para os buscadores encontrarem seu conteúdo para os usuários.
  2. E para que, depois que os buscadores listarem o seu conteúdo, ele seja fantástico a ponto do usuários disseminá-lo pelas mídias sociais.
Convite do curso de webwriting

Clique na imagem para fazer a sua inscrição para o curso de webwriting.

A quem se destina o curso de webwriting?

curso de webwriting tem como público-alvo todos os profissionais que publicam conteúdo na web.

Eu acredito que o curso seja indispensável para: jornalistas, publicitários, analistas, gerentes e diretores de marketing, programadores, profissionais de TI, advogados e principalmente, profissionais que dependem de sua reputação para gerar novos negócios.

Qualquer tipo de profissional que esteja conectado hoje terá vantagens em aprender as ferramentas de webwriting para melhorar a qualidade de seu conteúdo e aumentar sua reputação.

Tópicos do curso de webwriting

Durante o curso de webwriting serão abordados intensamente os seguintes tópicos:

  • O que é webwriting?
  • Como escrever?
  • Princípios do webwriting.
  • O foco no usuário.
  • Como tornar a leitura mais atraente.
  • Como escolher um tema para escrever.
  • A influência do design no webwriting.
  • Como estabelecer empatia com o seu público.
  • Hábitos de leitura e leitura escaneada.
  • Design do corpo do texto.
  • Criando títulos para a internet.
  • Hierarquia de títulos e estilo.
  • Limites do texto.
  • Como conduzir e orientar o usuário através do texto.
  • Otimização de imagens e vídeos.
  • Fontes de tráfego.
  • Objetivos do webwriting.
  • Checklist de webwriting.

Curso de webwriting

Quando: 21 de setembro de 2013.

Onde: Instituto Rogério Castilho (Rua Dona Júlia, 177 – Vila Mariana).

Horário: das 10h às 17:30h.

Investimento:

Até 13/09 – R$ 300,00

Após 13/09 – R$ 350,00

Inscrições: http://www.eventick.com.br/curso-webwriting-sao-paulo

Mais informações: curso@enricocardoso.com.br

Não se convenceu ainda?

Veja o que rolou nas últimas edições do curso de webwriting

- O que rolou na 2º turma do curso de webwriting em Santos.
- Veja mais sobre o curso de webwriting em Santos.
- O que rolou na primeira turma do curso de webwriting em São Paulo.

Webwriting e técnicas que ajudam a vender o peixe na Internet

Tudo o que você produz para seu site ou o site da sua empresa precisa ser atrativo não só para o usuário comum, mas também para o buscador usuário até você

Participe do workshop de webwriting promovido por Enrico Cardoso.

Participe do workshop de webwriting promovido por Enrico Cardoso.

Não adianta ter o melhor produto se você não consegue vende-lo, seja porque o comprador em potencial não chega a saber sobre ele, seja porque a forma como você apresenta o produto não trabalha a favor do negócio. Na Internet, isso é o que acontece com o conteúdo que publicamos.

Já parou para pensar que tudo o que você produz para seu site ou o site da sua empresa precisa ser atrativo não só para o usuário comum, mas também para a ferramenta de busca que leva o usuário até você?

E que mesmo que você consiga que seu conteúdo seja visto, ele ainda precisa ser “comprado” pelo visitante, seja convencendo o usuário a adquirir um produto ou serviço que você ou a sua empresa oferece, desenvolvendo sua imagem profissional ou a de seu negócio no mercado ou simplesmente gerando buzz com comentários e compartilhamentos?

Diversos estudos nas áreas de tecnologia e comportamento apontam as melhores formas de “vender seu peixe” na Internet, e levaram ao desenvolvimento de técnicas específicas e de eficácia comprovada para você não só conseguir capturar a atenção do usuário, como otimizar o resultado das buscas ao seu conteúdo e ainda obter um maior retorno com ele.

O conjunto de muitas dessas técnicas é reunido no que recebeu o nome de webwriting.

Webwriting: ferramenta para quem publica conteúdo profissional na Internet

Enrico Cardoso, fundador da excited, a primeira empresa nacional focada no uso de ferramentas como o storytelling e o webwriting na produção de marcas, explica:

Webwriting não se resume a redação para a web. É um conjunto de técnicas quemelhora o desempenho do conteúdo produzido, tanto em conversão quanto emresultados dos buscadores. Partindo de como escolher e abordar um tema até como aumentar a sua influência nos meios digitais, passando por métodos de escrita, otimização e diagramação, o webwritingé uma ferramenta de grande importância para pessoas e marcas na Internet.

Portanto, conhecer e aplicar estas técnicas é fundamental para profissionais que trabalham diretamente com a produção de conteúdo, como jornalistas, editores, publicitários e blogueiros; na área de tecnologia, como programadores e profissionais de TI; e para quem desenvolve sua marca ou identidade (pessoal ou empresarial) na web.

TIP promove workshop de webwriting em Santos

Uma ótima oportunidade para quem deseja se aprofundar no assunto e aprender a utilizar o webwriting a favor de seu conteúdo ou negócio é o workshop com Enrico Cardoso promovido pelo TIP, espaço de treinamento, inovação e pesquisa da agência santista Mkt Virtual.

O workshop acontece no sábado, 22 de junho, das 10h às 17h30 (com coffee break) e tem vagas limitadas. No curso, Enrico compartilha seus mais de sete anos de experiência profissional com conteúdo de forma dinâmico e 100% prática. O valor de inscrição é R$250, ou R$180 para o ingresso social, disponível com a doação de duas latas de leite em pó, que serão revertidas para instituições de solidariedade.

Mais informações e inscrições online na página do workshop de webwriting.

O TIP fica na Rua Dr. Carvalho de Mendonça, 238 – 7º andar, em Santos (SP). Conheça o espaço e todas as atividades realizadas em pensetip.com.br.

Se você quiser conhecer um pouco mais sobre a metodologia de webwriting e saber mais como ela funciona impulsionando conteúdo na internet, acesse a página do curso de webwriting de Enrico Cardoso.

Workshop de webwriting em Santos com Enrico Cardoso promovido pelo TIP.

Workshop de webwriting em Santos com Enrico Cardoso promovido pelo TIP.


Workshop de webwriting com Enrico Cardoso

Dia 22 de junho de 2013 (sábado), das 10h às 17:30h.

Local: TIP Rua Dr. Carvalho de Mendonça, 238 – 7º andar, em Santos (SP)

Inscrições: http://www.eventick.com.br/webwriting-tip-22-06-2013.

Mais informações: curso@enricocardoso.com.br.

Vem, gente!

Como parecer confiante – mesmo que você não esteja

Dê a suas grandes ideias o impulso verbal que elas merecem com estas 6 dicas.

Mesmo que você tenha grandes ideias, ninguém vai ouvi-las se você soar como uma pessoa insegura ou um covarde quando você abrir a boca.

Por outro lado, até mesmo ideias medíocres parecem ter certa profundidade quando se fala com confiança.

Mas a notícia boa é que não é difícil parecer confiante, se você seguir estas 6 regras simples.

Você se sente inseguro na hora de apresentar uma ideia? Fique atento a essas 6 dicas.

Você se sente inseguro na hora de apresentar uma ideia? Fique atento a essas 6 dicas.

#1. Imagine-se em pé de igualdade com a audiência

Se você estiver falando com um CEO, imagine-se sendo um CEO também. Se estiver falando com engenheiros, imagine-se sendo um engenheiro.

Encontre e foque em pontos em comum entre você e o seu público. Caso contrário, o máximo que você vai conseguir e parecer um suplicante.

#2. Ensaie mentalmente cada frase

Você vai parecer maciçamente menos confiante se tropeçar nas suas próprias palavras ou articular uma frase pela metade.

Antes de falar, dedique um breve momento para pensar, imaginar, resumidamente aquilo que você está prestes a dizer em voz alta. Isso torna a pausa pensativa e sábia.

#3. Fale pelo peito – e não pela garganta ou nariz

Quando as pessoas ficam nervosas, suas vozes tendem a se mover para cima para que o som saia da garganta ou do nariz, o que pode fazer com que até mesmo a sabedoria mais profunda soe como um gemido.

Se você mover a sua voz para baixo do seu peito você vai soar – e se sentir – mais confiante.

#4. Fale 20% mais lento do que o normal

Muitas pessoas também expressam o nervosismo falando apressadamente.

As pessoas realmente experientes tendem a falar um pouco mais devagar, como se seus ouvintes fossem anotar cada palavra.

#5. Elimine os tiques verbais

Algumas pessoas usam tiques verbais (éééé, ah!, tipo assim, você sabe, etc.), enquanto estão pensando no que dizer em seguida.

Isso faz você soar como se não tivesse certeza de si mesmo, por isso é melhor simplesmente fazer uma pausa silenciosa no meio da frase. Grave-se falando e pratique, se necessário.

#6. Nunca deixe uma afirmação com tom de pergunta

Um pequeno aumento no tom no final de uma frase transforma até mesmo uma declaração definitiva em um apelo de aprovação.

Se você está confiante, você faz afirmações que refletem seu conhecimento e opinião. Se você tem uma pergunta, faça como pergunta. Sem a mistura de pergunta e afirmação.

Até mesmo ideias medíocres parecem ter certa profundidade quando se fala com confiança.

Até mesmo ideias medíocres parecem ter certa profundidade quando se fala com confiança.

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Este artigo foi adaptado do original, “How to Sound Confident (Even if You’re Not)”, da Inc.

Curso de Webwriting: Dominando a sua Influência Online

Enrico Cardoso realiza curso de webwriting para profissionais que querem ampliar seu alcance online

O webwriting é uma ferramenta de grande importância na criação da influência de uma marca ou pessoa na internet.

Isso significa que as técnicas de webwriting são responsáveis por ajudar a persuadir o cliente a comprar o seu produto, otimizar o seu conteúdo para que eles apareçam nos buscadores e acima de tudo, aumentar a sua influência na internet.

Os benefícios de um conteúdo bem concebido com as técnicas de webwriting não são apenas mais leitura, ou aumento no número de visualizações, mas sim uma maior conversão e melhor desempenho nos resultados dos buscadores.

Engana-se quem pensa que webwriting é apenas um processo de redação para a web. Webwriting, mais do que isso são técnicas de produção e otimização de conteúdo para aumentar o poder de persuasão de um texto ou um estudo online.

Através de um processo de webwriting é possível melhorar o número de conversões de uma página web: seja para fazer alguém preencher um cadastro, fazer o download de um arquivo, ou até mesmo comprar mais.

O webwriting é uma peça fundamental em um argumento bem construído na internet e, com ele, o desempenho de um website pode aumentar os resultados de forma espantosa.

Curso de webwriting

Por esse motivo, eu quero convidar você para participar do meu curso de webwriting intensivo: “Dominando a sua influência online” e acredito que depois desse curso você poderá tirar maior proveito das técnicas para ampliar a sua influência online.

O curso acontecerá no dia 04/05 – sábado e vamos falar o dia todo sobre as melhores práticas de webwriting para melhorar o seu desempenho online.

Se você é jornalista, editor de conteúdo, marqueteiro, publicitário, curioso, profissional de TI, programador, ou simplesmente tem interesse sobre como o tema pode ajudar você a melhorar o seu desempenho online, trazendo mais conversões pro seu site, ou pro dos seus clientes, e também otimizar o seu conteúdo para ser encontrado pelos mecanismos de busca, esse é o curso certo para pra você.

O curso é totalmente prático e sem lenga lenga. Durante o curso você vai aprender as mais recentes e eficazes técnicas de webwriting para fazer com que o seu conteúdo chegue nas pessoas certas através de métodos de escrita, otimização e diagramação de conteúdo.

Se você não tem criatividade, ou não sabe por onde começar a escrever, o curso de webwriting vai abordar desde como conseguir escrever sobre assuntos quentes sobre o seu tema, até como aumentar as visitas de seu site através do webwriting.

Programa do curso de webwriting

Durante o curso você vai aprender:

  • O que é webwrinting?
  • Os princípios do webwriting.
  • Como tornar a leitura mais confortável e atraente.
  • Como escolher um tema para escrever.
  • Como estabelecer empatia entre seu texto e o usuário.
  • A leitura escaneada e os hábitos de leitura.
  • Criando títulos para a internet.
  • Títulos, subtítulos, redação e palavras-chave.
  • Os limites de caracteres.
  • Como conduzir e orientar o usuário através do texto.
  • O papel das imagens e apoio multimídia.
  • Análise de sites e portais.

Informações sobre o curso de webwriting

Local: Pto de Contato (Rua Augusta, 2690 – Galeria Ouro Fino – São Paulo).

Data: 04/05/2013 (sábado).

Horário: das 8h às 18h.

Investimento:

  • R$ 403,00 (até 20/04).
  • R$ 493,00 (após 20/04).

Inscrições: envie e-mail com nome e telefone para: curso@enricocardoso.com.br.

Ou assista o vídeo abaixo, com mais informações sobre o curso de webwriting.

O curso de webwriting

O curso de webwriting ministrado por Enrico Cardoso já foi ministrado in company para diversas empresas com blogs corporativos, revistas online, portais e editores de conteúdo.

O resultado do curso de webwriting são os mais de anos de estudo, pesquisa e produção de conteúdo de Enrico Cardoso, com intensa pesquisa e aplicação técnica, medindo diariamente os resultados em clientes que Enrico já ajudou como consultor ou ghost writer a promover seu conteúdo usando técnicas de webwriting.

Todas as técnicas aplicadas no curso têm resultados 100% comprovados em portais de conteúdo, websites corporativos e blogs. Ao final do curso de webwriting, o objetivo é que todos os participantes saiam com o seu método de webwriting prontos para criarem conteúdo e aumentarem a sua influência online.

Se você não puder participar dessa primeira turma aberta, sugira uma data para a segunda turma ou leve este curso para a sua cidade. Para mais informações, escreva para: curso@enricocardoso.com.br.

Enrico Cardoso ministra primeira turma aberta do curso de webwriting

Enrico Cardoso ministra primeira turma aberta do curso de webwriting.

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Este artigo foi postado originalmente no: http://enricocardoso.com.br/curso-de-webwriting/.

4 maneiras de tornar o seu trabalho mais produtivo

Pesquisadores descobriram maneiras totalmente surpreendentes para minimizar distrações e mandar sinais sutis para a sua equipe se concentrar.

Aquilo que está acontecendo em torno de você pode ser tão importante quanto aquilo que está acontecendo na sua cabeça.

Locais de trabalho abertos podem promover a colaboração, mas eles são claramente focos de distração. Portanto há um problema: mais colaboração, menos produtividade.

Uma outra pesquisa mostra ainda mais resultados surpreendentes. Por exemplo, que o mau tempo é bom pra produtividade.

De acordo com o estudo da Escola de Negócio de Harvard, tudo se resume às distrações. As pessoas mais distraídas são aquelas que estão tem o melhor clima a sua disposição, a menos que o trabalho esteja pronto.

Embora nenhum empreendedor possa controlar o tempo, existem maneira de usá-lo a seu favor. Colocar as mesas longe da janela podem aumentar a produtividade, por exemplo.

Acredite: pequenos detalhes fazem toda a diferença na sua produtividade.

Acredite: pequenos detalhes fazem toda a diferença na sua produtividade.

Francesca Gino professora de Harvard sugere também que permitir que os funcionários trabalhem menos horas durante os dias de tempo bom, desde que fiquem até mais tarde quando o tempo estiver ruim também funciona.

A decoração também é muito importante. Você se irrita com os cartazes de gatinhos? Então supere isso. Vários estudos recentes têm chegado à conclusão de que imagens bonitas aumentam a concentração mental.

O primeiro deles foi da Universidade da Virgínia, em que o departamento de psicologia comprovou que ver belas imagens de cachorros e gatos reforçam as habilidades motoras finas.

No ano passado, pesquisadores da Universidade de Hiroshima descobriram que indivíduos que viram fotos de filhotes, ao invés de animais adultos, tiveram melhor desempenho em ambos os testes de destreza e aptidão visual.

Esse último achado sugere que visualizar imagens bonitas não apenas aumentam o nosso instinto evolutivo de zelar pelos filhotes. Eles aumentam a nossa expertise mental também.

Se as pessoas podem se concentrar na tarefa que tem em mãos, sem se distrair com outras coisas, a produtividade aumenta.

O simples fato de mudar o termostato pode aumentar a produtividade no trabalho.

Um estudo realizado com trabalhadores de um escritório em uma empresa de seguros da Florida descobriu que as temperaturas de escritório de 20 para 25 graus diminuíram os erros de digitação em 44%.

Enquanto isso, a pausa na digitação melhorou 150%, um número gritante.

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Este artigo foi adaptado do original, “4 Ways To Make Your Workspace More Productive”, da Inc.

Recompensa ou punição: o que motiva mais as pessoas?

Acredite, seus funcionários vão trabalhar mais para evitar uma perda do que para buscar uma vitória, de acordo com as pesquisas.

Como o Marquês de Sade nos ensinou há muito tempo, as penalidades são muito mais motivadoras do que as recompensas.

Economistas argumentam que estamos mais inclinados a evitar a perda real do que para lutar por benefícios condicionais.

Essa tendência é chamada de aversão à perda. Ela foi medida ao longo de décadas, mas só recentemente os pesquisadores começaram a estudar a sua influência sobre a produtividade no trabalho.

Em um estudo realizado com professores de 150 escolas públicas, em Chicago Heights, Illinois, os economistas dividiram os professores em 2 grupos e ambos disseram que seus bônus eram vinculados às notas dos alunos.

Os professores do primeiro grupo receberiam um bônus no final do ano, se as notas tivessem melhorado, enquanto o segundo grupo recebeu um cheque de 4 mil dólares e concordaram em devolver o dinheiro se os resultados não tivessem melhorado no próximo bimestre.

O que você acha que funciona melhor? Recompensa ou punição?

O que você acha que funciona melhor? Recompensa ou punição?

A aversão à perda funcionou: os professores que enfrentaram a ameaça de ter que reembolsar seu bônus de produção conseguiram melhorar as notas dos alunos cerca de 7% a mais do que os professores com o plano de bônus convencional.

Desde então, essa pesquisa tem favorecido a revisão da estrutura de bônus e comissões tradicionais.

Embora ela não recomende diretamente aos empreendedores dar o dinheiro e depois toma-los de volta, mas sim mostrar para as pessoas que elas têm o dinheiro e só dependem delas mesmas para continuar com ele.

Mas cuidado! Não jogue alto demais. Estudos sobre a asfixia mostram que quanto mais as pessoas estão sob pressão, mais provável é que até o mais experiente dos funcionários fique estagnado.

Como proprietário de um negócio, você pode aumentar sua produtividade através da criação de consequências. Serviços online como o stickK.com em que você se inscreve, define uma meta, nomeia um árbitro para acompanhar o seu progresso e uma promessa em dinheiro se não entregar os resultados pretendidos.

Esse dinheiro pode ser doado a uma instituição de caridade, ou para uma causa em que você realmente acredita.

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Este artigo foi adaptado do original, “Reward vs. Punishment: What Motivates People More?”, da Inc.

A maior habilidade de vendas de todos os tempos

Aqui está um processo de 4 etapas para aprimorar a sua capacidade de vender qualquer coisa a qualquer pessoa.

Não importa o quanto o seu produto é bom. Não importa o quão inteligente é o seu marketing. Não importa o quão experiente você é. Se você não pode fechar negócios, a sua empresa é um desperdício de tempo e energia.

A melhor maneira de aprender essa habilidade de vendas é entender como os melhores negócios estão próximos dos melhores vendedores. Este é um processo de 4 etapas que qualquer pessoa pode seguir.

#1. Comece a pensar como um fechador

De acordo com Linda Richardson, fundadora da Richardson, os melhores fechadores de vendas do mundo partilham 3 características:

  • São rápidos. Quando os fechadores de negócios obtém um lead quente de negócios eles não perdem tempo. Se eles sentem que está no momento certo, não exitam em fechar a venda.
  • Eles são persistentes. Fechadores, quando sabem que têm algo que o cliente quer, eles continuam batalhando nesse cliente até que o cliente enxergue a necessidade.
  • Eles são focados. Os fechadores estão constantemente melhorando suas habilidades em diálogo e suas perguntas e fazem o trabalho extra para construírem a confiança em suas próprias capacidades.

Se você quer ser um bom fechador, nunca deixe passar a oportunidade de cultivar essas características pessoais em si mesmo.

Para fechar vendas, você precisa pensar como um fechador.

Para fechar vendas, você precisa pensar como um fechador.

#2. Defina um objetivo para cada reunião

Os fechadores se aproximam de cada encontro com o cliente com um objetivo específico, mensurável e propriamente agressivo. Alguns exemplos:

  • Hoje vou obter uma lista dos principais decisores da empresa.
  • Hoje, vou conseguir uma cópia da proposta concorrente.
  • Hoje vou obter uma descrição do problema do cliente.
  • Hoje eu vou pedir a venda ao cliente.

Os fechadores nunca têm objetivos mais vagos como “se aproximar do cliente” ou “aprender sobre as necessidades do cliente”. Nos negócios, a indefinição é a inimiga do sucesso.

Esses objetivos específicos ajudam a visualizar o processo de vendas com uma série de etapas menores que levam ao próximo passo.

#3. Verifique se o cliente está pronto

Os fechadores procuram feedback dos potenciais clientes sobre a hora certa para fechar a venda. Isso permite-lhes fazer do fechamento uma etapa natural da conversa.

Em pontos convenientes durante a reunião com o cliente, os fechadores fazem perguntas que revelam o estado de espírito do cliente em relação ao andamento da venda. Exemplos:

  • O que você acha sobre isso?
  • Como isso funciona?
  • O que você pensa sobre…?

Essas perguntas ajudam os fechadores a verem luzes verdes que aumentarão a confiança e, ajudarão a ir para o próximo passo.

Note-se que as perguntas acima são perguntas abertas. Quando usamos apenas perguntas fechadas (que podem ser respondidas com sim/não) ficamos sem o gatilho para levar o cliente para a próxima etapa, além de não termos nenhuma informação útil para pedir a venda.

As perguntas certas são as chaves para chegar ao fechamento das vendas.

As perguntas certas são as chaves para chegar ao fechamento das vendas.

#4. Feche com confiança

Se você seguir as 3 regras anteriores, há uma boa chance de que o seu potencial cliente vai dizer a você algo como: “então, quando vamos começar?”.

Se isso não acontecer, no entanto, faça o seguinte:

  • Resuma. Faça um resumo conciso e poderoso que reitera os benefícios de sua oferta e sua adequação para o cliente.
  • Faça uma verificação final. Exemplo: “eu acho que nós praticamente concluímos que a nossa solução vai resolver o seu problema e poupar dinheiro, que é o seu objetivo, correto?”. Essa pergunta da ao cliente a oportunidade de trazer à tona objeções que podem interferir o fechamento do negócio.
  • Peça a venda. Se a verificação final lhe der a luz verde, seja direto e peça a venda – com confiança e clareza. Exemplo: “podemos seguir em frente na implantação de nossa solução?”.

Isso é tudo que você tem a fazer…

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Este artigo foi adaptado do original, “The Most Important Sales Skill of All”, da Inc.

Como pequenas empresas se transformam em grandes empresas

O mundo está cheio de pequenas empresas que derrubam gigantes da indústria. Isso acontece todos os dias.

O mundo adora uma história de Davi contra Golias. Quando vemos a vitória mesmo contra todas as probabilidades, sabemos que tudo é possível. Quando o assunto são os negócios, isso é uma verdade absoluta.

A história está cheia de oportunistas que brigaram com gigantes da indústria e ganharam.

Lembre-se que a Apple já foi uma empresa de garagem quando a IBM era uma gigante e a Microsoft estava nascendo.

Whole Foods e John Mackey, Southwest Airlines e Herb Kelleher, Virgin e Richard Branson: há milhares de Davis que enfrentaram Golias e saíram ganhando. Isso acontece todos os dias.

Do marketing, a estratégias do negócio aqui estão 5 atitudes que permitem os Davis engolirem Golias.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

#1. Tenha um nicho.

Acredite ou não: ter um nicho é uma das formas mais poderosas para crescer e finalmente derrubar os gigantes.

O truque é determinar o nicho certo e o posicionamento para o seu produto ou serviço. Mark Zuckerberg não partiu querendo ter 1 bilhão de usuários e o Google não estava tentando se tornar um gigante da publicidade.

As mídias sociais, os buscadores, tudo tinha um nicho no começo de tudo.

#2. Leve a batalha para a mídia.

Quem pode esquecer da campanha 1984 da Apple que lançou o Macintosh no SuperBowl contra o PC da IBM.

Ou como os enólogos da Califórnia foram pra cima dos franceses no Paris Wine Tasting em 1976, que foi retratada no filme Bottle Shock…

Como as pessoas vão torcer pelo Davi se elas não sabem que há uma batalha acontecendo? A única ressalva é: você tem que mostrar isso a elas.

#3. Seja diferente.

Não. Você não pode apenas olhar de um jeito diferente, agir diferente, ou parecer diferente. Você realmente tem que ser diferente.

Você tem que criar algo que agrade a um público de uma forma que os grandes não podem ou não conseguem fazer.

A Compaq criou o primeiro notebook viável. Michael Dell fez computadores verdadeiramente pessoais: sob encomenda, um de cada vez, diretamente para a casa dos clientes. A Southwest fez ao operar em aeroportos regionais e com serviços fora do comum.

Se você quiser vencer o Golias, precisa ser incomum.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

#4. Faça parcerias com os líderes de mercado.

A Compaq realmente bateu a IBM no mercado quando lançou o primeiro computador pessoal alimentado por um processador Intel 386. A Dell eclipsou a Compaq usando a mesma estratégia – em parceria com a mesma empresa: a Intel.

Da mesma forma, as universidades são ótimos lugares para encontrar tecnologias inovadoras à procura de maneiras de chegar ao mercado.

#5. Pareça ser maior do que é.

As maiores dificuldades em ser o Davi é que os clientes precisam saber se realmente estão recebendo um produto confiável e um bom suporte pelo que está pagando.

Então, ser diferente não é o suficiente. Atenção aos detalhes é importante. Então tenha um excelente serviço ao cliente.

Felizmente, praticamente qualquer empresa pode aparecer muito maior através da terceirização e alavancar mídia.

A internet realmente nivelou o campo de batalha para os pequenos jogarem em pé de igualdade com os grandes.

Uma advertência.

O mundo lá fora é competitivo. Você pode ter uma tecnologia muito legal ou um conceito muito interessante e isso não te levar a lugar algum.

A coisa mais importante, sem dúvida, é entregar ao cliente uma experiência única, que é muito melhor do que o que já existe. Isso, combinado a essas estratégias fará de você o vencedor dessa batalha.

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Este artigo foi adaptado do original, “David vs. Goliath: How Small Companies Make It Big”, da Inc.

O segredo para fazer seus e-mails serem lidos

Você se sente como se seus e-mails fossem enviados para o buraco negro? Vamos ao segredo: você precisa começar com a conclusão.

A indefinição é o oposto da utilidade. Quanto mais claro o objetivo, mais convincente seu e-mail será.

É por isso que Geoffrey James diz que você precisa se perguntar o que exatamente você está querendo antes mesmo que comece a escrever. Você está escrevendo o e-mail para provocar uma decisão no destinatário.

James tem uma ideia sobre isso:

Sua conclusão é uma declaração da decisão que você deseja do destinatário, baseado no que você escreveu.

Depois de descobrir qual é a sua conclusão, aí sim você pode começar a escrever – embora isso possa não ser o melhor conselho para todos. Uma vez que você tem a sua ideia na cabeça, você pode começar a corrigí-la.

Como fazer com que as pessoas leiam seus e-mails?

Como fazer com que as pessoas leiam seus e-mails?

Então vamos dissecar esse conselho em um processo que seja um pouco mais eficiente:

  • Comece por escrever o que você pensa que está tentando dizer.
  • Descubra que as primeiras linhas são inúteis.
  • Alegre-se pela sua determinação em escrever algo útil.
  • Mantenha as mãos no teclado, olhe para a conclusão.
  • Então mova a conclusão para o topo da mensagem.

Um esboço como esse é uma ideia para o seu inconsciente. Desta forma, você pode desenvolver a sua ideia enquanto digita, sem submeter o leitor aos detalhes da sua mensagem.

Escrever seus pensamentos, encontre a jóia que realmente importa e use-a. Seu leitor vai agradecer por isso. E pode até te responder.

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Este artigo foi adaptado do original, “The Surprising Secret To Getting Your Emails Read”, da FastCompany, e ainda faz uma menção ao que o inspirou, “How to Write a Convincing E-mail”, da Inc.

25 dicas para melhorar as apresentações

Quer garantir que sua apresentação passe uma ótima impressão para as pessoas? Essas dicas ajudarão você a dar conta do recado

Todos nós, em algum momento ficamos, entediados com alguma apresentação. Se você tiver sorte, também pode ter ficado informado, animado e inspirado por uma apresentação excelente.

A verdade é que ninguém quer ser um zero à esquerda em uma apresentação. Se você quer ser um herói das apresentações, confira essas 25 dicas:

O assunto.

#1. Ame o seu assunto.

Seus ouvintes só estarão animados sobre o seu assunto se você estiver. Se você não está interessado no que está falando, porque você quer que outras pessoas fiquem interessadas?

#2. Pesquisa.

Saiba do que você está falando. Sem achismos, sem incertezas, sem assumir riscos que podem lhe prejudicar. Leia, escute e encontre fatos e tenha uma opinião formada.

#3. Contexto.

Apresentar o passo-a-passo de um novo produto vai soar muito diferente quando apresentado pela equipe de marketing ou pela equipe de finanças.

Pense no seu público e adeque o seu tópico para a maneira de pensar e priorizar.

#4. Relevância.

Você precisa ter uma resposta para a pergunta: por que alguém deveria se importar com o que eu vou apresentar?

#5. Pensamento único.

Ao final dessa fase você não tem que ter mais um tema, mas um pensamento único e claro com o argumento que você quer comunicar.

Mantenha-o simples para que ele seja atraente.

Dominar o assunto é o primeiro passo para uma grande apresentação.

Dominar o assunto é o primeiro passo para uma grande apresentação.

O formato.

#6. Limite de tempo.

Se não houver um limite de tempo, tenha um limite. Em seguida, tente preencher apenas ¾ desse tempo e deixe algum tempo para perguntas.

Se não houver perguntas, as pessoas vão ainda mais cedo pra casa e vão te amar por isso.

A restrição de tempo ajuda você a se concentrar no que é realmente importante para a apresentação.

#7. Coloque o plano no papel.

Bem, não precisa ser literalmente no papel. Pode ser no Evernote, ou um software de mapas mentais, se você preferir.

O ponto é: não comece sua apresentação no PowerPoint ou diretamente no software de apresentação.

Você precisa ser capaz de colocar suas ideias junto com as imagens, movê-las e brincar com a estrutura primeiro, e depois decidir como isso será apresentado.

#8. PowerPoint.

Existe um debate sobre o fato do PowerPoint ser bom ou ruim para apresentações, mas o fato é que ele é a ferramenta padrão.

Isso não significa que você tem que usá-lo de maneira padrão. Guy Kawasaki defende a regra 10/20/30: 10 slides, 20 minutos, 30 pontos de tamanho mínimo na fonte.

#9. Os slides devem ajuda-lo.

Os slides precisam manter você no assunto, e não prendê-lo no assunto. Considere o método PechaKucha ou Ignite quando você tiver uma quantidade de tempo em cada slide, fazendo com que eles avancem automaticamente.

#10. Imagens inspiram.

Não caia na armadilha do estoque horrível de fotografias ou clip-art. Considere o uso de suas próprias imagens ou explore imagens de creative commons, como o Flikr, para algo mais íntimo.

Só não se esqueça de verificar os termos da licença, se você estiver fazendo uma apresentação comercial.

O conteúdo.

#11. Curto e doce.

Isto aplica-se à apresentação como um todo e cada palavra que você usa. Atenha-se a palavras curtas e evite jargões.

#12. Conte uma história.

As pessoas interagem com histórias. Todo mundo cria narrativas, é assim o modo como entendemos o mundo. Encontre a história que você quer contar.

#13. Use exemplos.

Apresentações, muitas vezes podem ficar um pouco abstratas. Mantenha seus pontos na realidade e use experiências para usar como relações ao explicar ideias complexas.

#14. Antecipe-se às perguntas.

Em, Writing to Deadline, Donald Murray explica que, para escrever bem, você tem que manter respostas às perguntas dos leitores.

O que eles querem saber agora? Isso também vale para as apresentações. Claro que você quer despertar o interesse e o debate após a palestra, mas certifique-se que ninguém precise fazer uma pergunta óbvia.

#15. Saiba o que você pode deixar de fora.

Questões podem surgir, as pessoas podem se atrasar, às vezes imprevistos acontecem.

Saiba, de antemão o que você pode cortar, caso necessário, sem perder os pontos-chave ou o fluxo narrativo.

A preparação.

#16. Saiba como usar as ferramentas.

Se você estiver usando o PowerPoint, certifique-se de entender como ele funciona.

#17. Ensaiar.

Você precisa praticar: você precisa estar bastante familiarizado com sua apresentação, a ponto de que se algo falhar e você perder algo, você ainda possa comunicar o ponto central da sua mensagem.

Dê uma olhada e passe a apresentação entre 3 vezes no período da manhã e 3 vezes à noite. Isso ainda vai permitir que você soe mais ensaiado sobre o tema.

#18. Planeje a sua roupa.

Você vai ter o suficiente para se preocupar no dia. Pode parecer bobagem, mas você precisa escolher o que vai vestir.

Escolha e verifique que está limpo e deixe tudo pronto para usar no dia.

#19. Procure conhecer o público com antecedência.

Se possível tente descobrir onde você vai fazer a sua apresentação e exatamente o que você vai apresentar às pessoas. Você precisa saber, por exemplo, se terá que falar ao microfone, ou se a apresentação será relaxada e informal.

Além disso, saber se estará frio, se as cadeiras estão desconfortáveis são outros fatores que afetam a extensão da atenção da sua audiência e, por essas coisas fora de controle, você precisa estar consciente da forma com que se apresenta.

#20. Verifique a atualidade da apresentação.

No dia da sua apresentação algo pode ter mudado. A empresa que você vai citar de exemplo pode ter mudado de CEO, ou outras mudanças na hierarquia.

No dia antes da sua apresentação, certifique-se de que sua apresentação esteja tão moderna quanto você.

Preparar-se significa não apenas conhecer o assunto, mas também o público e o local da apresentação.

Preparar-se significa não apenas conhecer o assunto, mas também o público e o local da apresentação.

No dia da apresentação.

#21. Pegue tudo que você precisa.

Tenha cabos e os conectores necessários junto ao seu laptop. Faça um backup de sua apresentação em um cartão de memória, e algumas notas com o assunto da sua apresentação caso a tecnologia falhe.

#22. Chegue mais cedo.

Não fique nervoso. Chegue a tempo para classificar o material, beber uma água ou café (apenas de cafés e chocolates serem ruins para as cordas vocais), e se aqueça.

#23. Aquecimento.

Há muitas maneiras de relaxar e soltar-se antes de uma apresentação.

A HP Biz Answers tem uma série de 3 vídeos que ensinam como usar técnicas de atuação para relaxar, como soltar a língua e permanecer focado.

#24. Conecte-se com o seu público.

Não basta executar a apresentação de cor e salteado. É preciso se interessar pelo público para ver o quanto eles estão envolvidos, para ouvir os cochichos, e se as sobrancelhas estão franzidas.

Você foi contratado para conseguir engajamento.

#25. Compartilhe e acompanhe.

Pense em uma maneira de compartilhar sua apresentação com os participantes após o evento, por exemplo, no SlideShare.

Envie um e-mail de acompanhamento, agradecendo as pessoas pela sua participação e convide-os a fazer perguntas e comentários.

Mantenha a conversa!

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Este artigo foi adaptado do original, “25 ways to improve your presentations”, do Bad Language.