A Amizade é a sua Única Arma Contra a Solidão.

O que é melhor? Muitos amigos falsos; ou poucos amigos verdadeiros? A maior lição de liderança é cultivar amizades frutíferas.

A amizade é um presente de Deus.

Uma maneira que o homem criou de aumentar a sua família. Uma maneira de fazer outras pessoas se aproximarem sem a obrigação do vínculo familiar.

O vínculo familiar é uma barreira. Familiares precisam relevar, precisam tolerar, precisam calar-se, uma vez que temos que respeitar os defeitos daqueles que partilham da mesma família conosco.

Já as pessoas de fora não.

A minha família é obrigada a tolerar a minha chatice. Talvez, genética, ou culturalmente falando, eles até tenham um dedinho nisso.

Já os meus amigos, não. O que diabos eles tem a ver com a minha chatice?

Se, por algum acaso eles toleram a minha chatice é por que, no final das contas, deve valer a pena tolerar o defeito em prol do restante. E sim, meus amigos são benditos, por que eu sou bem chato.

Mas, afinal de contas, o que liderança tem a ver com amizade?

John Wooden é um técnico amado nos Estados Unidos.

Dono de um comportamento e um espírito de liderança inigualável, em seu livro “Jogando Pra Vencer”, ele aponta um checklist da liderança, que diz ter sido presente do seu pai para que ele pudesse se tornar uma pessoa melhor.

Diferentemente da tábua dos 10 mandamentos, o checklist da liderança de John Wooden tem apenas 7 itens:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Como vocês já devem ter percebido, este artigo fala sobre o item 5, sobre a arte da amizade.

Mas, antes de apenas falar da importância da amizade para o espírito da liderança, eu queria também fazer homenagem aos amigos.

A Importância da Amizade para a Liderança | ThinkOutside - Marketing e Vendas, Empreendedorismo e Inovação

A amizade é um forte vínculo para a liderança.

Sim. Homenagem aos amigos. Primeiro por que, SIM, eu acredito que os amigos são pessoas, mais até do que as famílias, responsáveis por nos ajudar a subir na vida, atingir objetivos, superar obstáculos e sonhar.

Por que não?

Porque muitas vezes, pai, mãe, irmãos e etc. falam por serem implicantes. Mas os amigos são legais, e falam porque querem o bem, querem nos ver felizes e bem-sucedidos.

Por isso a amizade é uma escolha delicada.

Porque ela pode te jogar pra cima, sem nenhum esforço, ou pode fazer você se desviar do caminho, sem perceber que está caminhando em direção ao abismo.

Meus amigos sempre foram de fundamental influência no plano da minha vida. De conseguir a liderança do meu próprio caminho; de acreditar que eu posso sim, ser a mão do meu destino e mandar nas minhas escolhas.

Eu não cheguei em lugar nenhum ainda. Não sou um exemplo de liderança, mas sou grato por conseguir enxergar o caminho que tenho que percorrer e, o que precisa ser feito para chegar na outra ponta.

Não tenho 1 ou 2 histórias de amizade para contar. Eu tenho milhões. Milhões de histórias de coisas que eu fiz na presença de pessoas maravilhosas – certas e erradas – e que me renderam lições que me fazem uma pessoa melhor hoje.

A família sempre vai nos achar lindos. Mesmo que sejamos os últimos na linha de chegada, estamos maravilhosos, grandiosos e perfeitos.

Os amigos têm a liberdade, o dever e a obrigação de puxar a nossa orelha, de nos alertar e de mostrar em que precisamos melhorar. Por que eles querem o nosso bem, mas não têm o dever moral de sentirem apenas orgulho.

Portanto, se você quer aprender mais sobre liderança, precisa cultivar melhor as suas amizades.

Com meus amigos eu aprendi que uma pedra pode fazer um rasgo na cabeça de outra pessoa e não haver mágoas.

Com meus amigos eu aprendi que você pode até admirar um amigo seu, mas precisa desenvolver a sua personalidade.

Com meus amigos eu aprendi que a morte existe. E é sorrateira, age quando menos estamos percebendo e, faz mal – é irremediável.

Com meus amigos eu aprendi que, em Volta Redonda, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Brasília, ou qualquer outro lugar do mundo, a amizade é uma só e, quando nos encontramos, nos tratamos como há 10 anos atrás.

Com meus amigos eu aprendi que não se sabe o quanto se ama um amigo, até que começamos a cogitar a hipótese de perdê-lo.

Com meus amigos eu aprendi que dinheiro não é a solução pra tudo. Às vezes, uma boa conversa faz com que você levante a cabeça e resolva seguir em frente pelo menos mais um dia.

Com meus amigos eu aprendi que é saudável ser você mesmo.

Com meus amigos eu aprendi que juntos, seremos sempre moleques.

Com meus amigos eu aprendi que temos que fazer errado pra aprender o certo.

Com meus amigos eu aprendi que a distância fortalece uma amizade, não enfraquece.

Com meus amigos eu aprendi que posso ser quem eu sou e ser aceito.

E por isso, por ter aprendido tantas coisas com amigos, com pessoas que passaram e continuam na minha vida, eu entendi que liderança é sobre aprender com pessoas que te amam.

Eu estou há, no mínimo, 300km dos meus melhores amigos. Mínimo porque tem gente mais longe. O que me mantém aqui é a amizade de 1 pessoa, muito especial e diferente das outras, por que se transformou em outro tipo de amor.

E, todos os dias, em alguma coisa que eu faço, eu queria muito saber a opinião deles, escutar o que eles teriam a dizer, com suas maneiras únicas de debater, discutir e, por que não, brigar comigo para exporem as suas razões.

Eu tenho os melhores amigos do mundo. Não tenho dúvida disso. Se eu estou no caminho da realização dos meus sonhos, empolgado com as coisas que estão acontecendo ao meu redor, um pedacinho de tudo isso é deles.

Por que eles me mostraram que, a liderança mais importante que existe é a autoliderança e que ela faz com que trilhemos o rumo da nossa história.

Liderança é Sobre Fazer Amizades | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Liderança é sobre fazer amizades.

Obrigado amigos! Por terem me ajudado, me escutado, me compreendido. Obrigado por me ajudarem a desenvolver o espírito da liderança.

Certamente, com os amigos errados eu estaria em outro caminho.

E, certamente, por eu estar envolto de pessoas trabalhadoras, inteligentes, estudiosas, cativantes, simpáticas, bem-humoradas, experientes, carismáticas, companheiras e amáveis, que sempre tiveram uma palavra na hora certa, digo em alto e em bom som que sou uma pessoa melhor.

Eu já fiz milhares de artigos agradecendo a minha família – a consanguínea. Agora estou fazendo um para agradecer a minha família por afinidade, meus amigos – os poucos que tenho (vivos ou mortos) – sinceros e que dariam a vida por mim, literalmente.

Sou muito agradecido por me mostrarem o verdadeiro papel da amizade. Sou muito agradecido por me mostrarem como a amizade é importante para sermos pessoas melhores. Sou muito agradecido pelas palavras de incentivo e puxões de orelha. Sou muito agradecido pela amizade e o companheirismo de todos esses anos juntos!

Sem vocês, eu não seria nada. Sem vocês eu seria raso. Sem vocês, seria mais um perdido. Obrigado por me mostrarem o sentido da amizade, e por me mostrarem o caminho da liderança.

Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos”. Socrates – o cara.

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Faça da Leitura o seu Porto Seguro.

A leitura é a única responsável por lhe presentear, diariamente, com o conteúdo mais relevante que existe.

Há muito tempo atrás, aqui no blog, eu iniciei uma série – pequena – sobre liderança.

Essa série é baseada no livro de John Wooden, “Jogando Para Vencer”, que na verdade é o que o autor chama de checklist da liderança. Atitudes e comportamento pelas quais todos os líderes devem passar e, praticar diariamente.

Os sete itens são:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Hoje eu vou falar sobre o quarto tópico desse checklist de liderança: o que a leitura pode fazer por você!

Eu já disse por aqui, algumas vezes insistentemente que nós podemos aprender de duas maneiras: com a nossa experiência e com a dos outros.

A leitura é uma das maneiras que temos de aprender com a experiência dos outros. É ela – a leitura – que pode nos fazer enxergar o mundo de outra maneira e alimentarmos nossa mente.

A leitura transforma pessoas. Através da leitura mudamos nosso pensamento, aumentamos nossa bagagem cultural e abrimos espaço para o nosso. A leitura é a melhor aliada para transformar o mundo em um lugar melhor para se viver.

Eu sempre amei a leitura.

Dizem que o exemplo transforma as pessoas. Não sei até aonde isso é verdade dentro das famílias. A verdade é que eu sempre gostei de mergulhar em livros e, me tornei uma pessoa melhor através da leitura.

Hábito de Leitura | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Faça da leitura um hábito. Este é o menor caminho até a liderança.

A leitura é maneira pela qual líderes e empreendedores busca respostas por conta própria.

É verdade que perguntar é mais fácil do que procurar a solução. Pense bem, é mais fácil gritar por ajuda, ou buscar a solução por conta própria?

Óbvio que a segunda opção é mais difícil. Depende de você, depende do seu esforço e não do conhecimento dos outros.

Só que, quando você busca o caminho por si próprio, você aprende. Perguntar para alguém quando é dois mais dois não faz com que você aprenda o raciocínio, apenas saiba o resultado.

Quando você começa a buscar as soluções do problema sozinho, você consegue não apenas saber o resultado, mas porque o resultado é aquele.

A leitura abre caminhos.

A leitura provoca as pessoas.

A leitura estimula a liderança.

A leitura propõe desafios.

A leitura vai fazer você ser uma pessoa melhor.

Eu sempre procurei respostas na leitura. Meus desafios, questionamentos e dúvidas sempre foram transferidas para os livros, para a vivência das outras pessoas e, opiniões diferentes.

Eu acredito que quem tá de fora vê as coisas de uma maneira diferente. Se é por conta dos vínculos afetivos, por conta de bagagem cultural ou visão eu não sei. Só sei que, às vezes precisamos afastar a imagem para enxergamos todo o contexto.

E a leitura é a melhor maneira de fazer isso. Por que conseguimos perceber e entender os problemas através do ponto de vista de outras pessoas.

E enxergamos a solução de uma maneira que, por diferença de contexto, de visão, de filosofia e comportamento, pode parecer totalmente nova e imprevisível.

A leitura pode mudar a sua vida.

Grandes líderes não seriam nada sem a leitura. Pessoas disruptivas não seriam nada sem a leitura. O mundo é um grande compêndio de inovação através da leitura.

Duvida?

Os grandes líderes, antes de mais nada, são grandes fãs da leitura. Liderança se faz com exemplo e a leitura é uma grande forma de passar seu exemplo, seu modo de fazer e enxergar as coisas adiante.

Mudar o mundo começa com um pequeno passo: a abertura de um livro. Mudar você começa com um pequeno passo: abrir um livro.

Grandes mudanças começam na leitura.

Grandes pessoas começam com a leitura.

Grandes avanços começam na leitura.

Grandes revoluções se iniciam com leitura.

A leitura começa tudo, estimula tudo e, por que não, encerra tudo.

Portanto, é óbvio que a leitura é um passo importante na liderança. Ler não vai, em hipótese alguma transformar você em uma pessoa pior. Por que a leitura vai abrir sua mente, propor perguntas e mudar comportamentos.

Quando fechamos um livro, geralmente tiramos muitas lições, ou temos muitas perguntas a responder. E é justamente essas reflexões e questionamentos que podem, ou não, transformar as pessoas em líderes, em gente melhor.

Até por que, gente melhor, faz o mundo melhor.

Até por que, gente melhor, faz o mundo.

Até por que, gente melhor faz.

Até por que, gente melhor…

Até por que, gente…

… tudo se resume à leitura.

É a leitura que vai fazer a diferença no resultado final: no comportamento das pessoas, na mudança de atitude, na liderança.

O Pêndulo da Liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

O pêndulo da liderança.

O Empreendedorismo Demora Quanto Tempo Pra Fazer Efeito?

O limiar entre persistência e teimosia é bem pequeno. Por isso, quanto tempo esperar até o empreendedorismo dar certo – ou não?

Na sexta-feira passada, pela manhã enquanto fazia o trajeto de metrô para o trabalho, me deparei com uma pergunta reflexão no Twitter do meu amigo Gabriel Galvão sobre empreendedorismo que me provocou essa reflexão, que se transforma agora em artigo.

A pergunta? Bem, a pergunta era sobre o tempo de maturação do empreendedorismo.

Empreendedorismo - Qual é o Tempo de Maturação - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Quanto tempo demora pro empreendedorismo dar certo?

A pergunta que não quer calar é:

Quanto tempo um empreendedor deve suportar até seu empreendimento ter sucesso? 1 ano, 2 anos, 5 anos?

Essa pergunta é muito difícil de responder na minha opinião. Acredito que não exista uma resposta padrão sobre essa questão do empreendedorismo.

A primeira regra do empreendedorismo é que empreendedorismo não tem regra. O que funciona pro seu concorrente, o que funciona para um mercado pode não funcionar muito no outro, ou até levar ao fracasso.

Da mesma maneira que, em empreendedorismo o limiar da persistência e teimosia é minúsculo; o limiar do sucesso ou fracasso também é bem pequeno.

Tendo isso em mente, vou falar um pouco do que eu acho que seja a resposta para essa pergunta, que acima de tudo é uma reflexão.

A resposta para essa pergunta de empreendedorismo precisa levar em conta três fatores:

#1. Cada caso de empreendedorismo é um caso.

Se você tem uma startup de internet, o tempo de maturação do seu negócio é um. Se você tem uma empresa de prestação de serviço, esse tempo é outro, se você tem uma empresa de produtos, é outro, e assim por diante.

SIM! O segmento, o mercado, o ecossistema em que você e seu empreendimento estão inseridos significa muito. Na internet, por exemplo, seis meses pode ser “longo prazo”, enquanto isso em serviços pode ser “curto prazo”.

O timing é totalmente diferente, para um empreendedor, de acordo com o meio.

Então, a primeira coisa a fazer é guiar-se não pela persistência/teimosia, mas pelo espírito “comece pequeno, pense grande, cresça rápido”.

O melhor indicador para a sua empresa deve ser o crescimento. Até mais do que o ROI. Se você está crescendo, acredita no que faz e está disposto a fracassar por isso, siga em frente.

Em empreendedorismo, crescer vem primeiro do que ROI. E não estamos falando de crescimento financeiro. Estou falando de crescimento do negócio.

Qual deve ser a sua métrica?

Número de novas pessoas atendidas pelo que você faz;

Número de novas pessoas falando sobre o que você faz;

Seus vizinhos – em muitos casos literalmente – precisam ser entusiastas do que você faz;

Número de feedbacks positivos;

Número de indicações;

Número de pessoas que apostam na sua ideia.

Esses são alguns dos índices de que o empreendedor precisa para medir a sua ideia.

O dinheiro não vai aparecer da noite pro dia. Existe um caminho para o dinheiro. E esse caminho é o crescimento de que falei acima. Você precisa estar na boca das pessoas. Só assim a coisa vai começar a acontecer. Se você não está crescendo, pode ser bom parar.

#2. O empreendedor conta muito. Por isso chama-se empreendedorismo.

O empreendedorismo não é nada sem empreendedores.

Então, o pessoal de cada um ajuda muito no tempo de maturação de um negócio.

Uma coisa que você precisa fazer é melhorar e aumentar o seu potencial, sua filosofia e seu comportamento sobre empreendedorismo.

O que fazer?

Aumentar a bagagem cultural fomenta o empreendedorismo.

Ampliar os horizontes fomenta o empreendedorismo.

Despertar o espírito da liderança fomenta o empreendedorismo.

Bases familiares fomentam o empreendedorismo.

Ao contrário do que pensa, dinheiro não fomenta o empreendedorismo.

Com isso, o empreendedor torna-se uma pessoa mais capaz de conduzir o negócio rumo ao sucesso e, faz com que as possibilidade das coisas darem certo sejam maiores.

Não existe fórmula mágica de empreendedorismo. Por isso, a capacidade de aprender sobre aquilo que envolver cultural e economicamente o seu negócio vai fazer muita diferença na hora do negócio dar certo ou não.

#3. Não caminhe sozinho no mundo do empreendedorismo.

Parece besteira isso. Por que todo empreendedor acredita que é o super-homem no início de tudo.

Sim, eu posso aguentar a barra!

É mais ou menos assim que todos pensam. Só que a verdade é bem por outro caminho.

Todo empreendedor precisa de suporte. Todo empreendedor precisa de alguém para ajudá-lo a ver as coisas por outro ângulo, alguém para opinar, alguém para ajudar nas tomadas de decisões.

Esse alguém pode ser um sócio, um parente, um amigo, o cônjuge ou até mesmo um coaching.

Acredite!

A barra é pesada. Não há noites de sono, dias de lazer e, mesmo de folga as preocupações financeiras, operacionais e tudo que envolve o negócio vai te martelar para onde você for.

Por isso, ter alguém que veja as coisas de fora, alguém com opinião diferente, alguém que tenha experiência, de vida ou de negócios vai te ajudar muito.

Não seja egocêntrico a ponto de se achar o melhor de todos. Não seja prepotente a ponto de achar que sabe tudo. Seja humilde, cale a boca daquele rei que você tem na barriga e ESCUTE OS OUTROS.

Acredite em mim. Estou falando por experiência própria.

Empreendedorismo é assim. Todo empreendedor vai se dar mal uma hora.

Tô louco?

Não… eu sei bem o que to falando. Por isso digo que você precisa ter alguém por trás. Isso minimiza as chances de burrada e, aumenta as cabeças pensantes por trás das ideias.

A verdade é que se desse pra prever com exatidão e antecedência se um negócio ia dar certo ou errado, empresas não fechavam todos os dias.

Mas, seguir esses três passos simples vai ajudar muito a você diminuir e muito as chances de fracasso. Vai por mim…

Se você quiser saber mais sobre empreendedorismo

Leia o manifesto do empreendedorismo no CINEBusiness e visite o PontoMarketing. É certeza de conteúdo relevante para fomentar o empreendedorismo mundo afora.

A Vida de Steve Jobs no Cinema.

A vida de Steve Jobs vira filme depois de sua morte e do grande sucesso de sua biografia. Esse filme você não pode perder.

Esse poderia ser um post de empreendedorismo no CINEBusiness. Mas é que a vida de Steve Jobs está misturada com empreendedorismo, inovação, tecnologia e etc.

Por isso a vida de Steve Jobs precisa ser lida, estudada e devorada por qualquer pessoa que queira pensar e agir diferente.

A biografia com as histórias da vida de Steve Jobs, assim que lançada fui muito sucesso. Com tanto sucesso nada mais normal do que alguma produtora de filmes comprar os direitos da obra que contava a história da vida de Steve Jobs.

Dito e feito! A Sony, sem pestanejar comprou os direitos exibir a vida de Steve Jobs no cinema.

A vida de Steve Jobs, em breve poderá ser vista em milhares de telas de cinema pelo mundo. O papel de Steve Jobs coube a Ashton Kutcher que, quem diria, ficou a cara do fundador da empresa mais amada de tecnologia.

Além de mostrar a vida de Steve Jobs, o empreendedor, o filme, que vai se chamar Jobs: Get Inspired, irá mostrar a trajetória da vida de Steve Jobs desde a época em que ele era um hippie meio fedido e doidão.

Provavelmente veremos, em alguma cena, as loucuras e as “bad trips” da vida de Steve Jobs quando ele se envolveu com LSD e outras drogas.

Mas, acima de tudo teremos, em vídeo, uma belíssima história de empreendedorismo, tecnologia e inovação, que se confunde com a própria vida de Steve Jobs e da Apple.

O filme sobre a vida de Steve Jobs começou a ser rodado em Maio e, já pipocam fotos na internet sobre o amado Steve Jobs.

Certamente estamos diante de um filme que vai estrear para brigar pelo recorde de bilheteria de todos os tempos.

Abaixo você pode ver algumas fotos do filme sobre a vida de Steve Jobs:

Gostou das fotos? Gostou do Ashton Kutcher no papel de Steve Jobs? Quer mais informações sobre o filme da vida do Steve Jobs? Veja no CinePop e o Cinema10.

Ayrton Senna é o Exemplo de Empreendedorismo.

Saiba por que o ídolo das pistas também deve ser reconhecido como ícone de empreendedorismo, inovação e superação.

Diz o ditado que o brasileiro gosta de deixar tudo pra última hora. Será que é verdade?

Eu nunca fui adepto desse ditado e sempre tentei, ao máximo ser a exceção à essa regra. Mas, ontem, depois de três vezes tentando ir e, no último dia, eu compareci à exposição interativa sobre o Ayrton Senna que tava rolando no metrô República, aqui em São Paulo.

Ayrton Senna Motivação para Artistas na Call Parade 2012 - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoDigo tentei sem sucesso por que duas vezes eu fui e estava fechado e uma vez eu fui e estava uma fila violenta. Ontem não estava menos vazio mas, era o último dia e eu tive que esperar mesmo.

Eu nem preciso dizer que a exposição é belíssima. Você pode ver mais fotos no meu Flickr.

Com uma riqueza de materiais interativos enorme, vídeos, troféus, fotografias, roupas, capacetes, muitas (muitas mesmo) fotografias do corredor e milhares de depoimentos, imagens dos podiums e até mesmo o próprio Ayrton Senna narrando uma volta em Interlagos. Na minha opinião toda a exposição é uma prova de emoção. É impossível não se arrepiar vendo tantos fatos e características da vida de Senna tão pertinho da gente (até pneus usados em provas).

Para mim, foi impossível não me emocionar e quase chorar durante a exposição. Principalmente no vídeo em que Ayrton fala sobre não desistir de seus objetivos e de não deixar de lutar por aquilo que você acredita.

Depois disso, é impossível discordar que Ayrton Senna é um exemplo de empreendedorismo e liderança. Acredito que é justamente isso que faz com que, mesmo depois de morto ele ainda seja um ícone não apenas no automobilismo, que o reconheceu recentemente como o maior piloto de todos os tempos, mas como para milhares de fãs por todo mundo que o reconhecem como exemplo de brasileiro a ser seguido.

Sendo assim, eu vou listar aqui cinco motivos pelo qual Senna é exemplo de empreendedorismo.

1. Ayrton Senna era persistente.

Todo mundo sabe o quão desgastante é pilotar um carro de Formula 1. Não porque já pilotou, mas porque cresceu com todo mundo falando sobre isso. Dizem que, em média se emagrece três quilos por corrida. Isso se o seu carro estiver em perfeitas condições. Se estiver.

E se não tiver?

Se não estiver tudo certo é bem capaz que você nem consiga terminar. Ou que tenha que abandonar a prova. Ou que se acidente.

Isso se você for um simples mortal, que desiste sob qualquer adversidade, sob qualquer dificuldade e goste de ficar dando desculpinha. Com os empreendedores desistir, muitas vezes não é uma opção. Não mesmo.

Um carro de F1 tem sete marchas. Imagine levar grande parte de uma corrida com apenas uma marcha – a sexta. Não é pra qualquer um, realmente. Ayrton Senna não apenas levou seu carro com apenas uma marcha por grande parte de uma corrida, como também venceu a corrida.

E o sinal de seu esforço era visível. Além de ter sido tirado do carro no colo, ele nem conseguiu erguer o troféu na hora do podium. Mais um sinal de que o grande ídolo não se transformou em ícone à toa.

2. Ayrton Senna era meticuloso.

Dizem que Senna, nos finais de semana que antecedia as corridas não dormia direito. Ou praticamente não dormia.

Após os treinos e corridas ele não se contentava em dar o seu melhor pisando fundo no acelerador. Ele estudava os dados das voltas na corrida, analisava quais voltas ele teve o melhor desempenho e o que havia feito nessa volta. E ele fazia isso com os treinos e com as corridas.

Se debruçar sobre os relatórios de desempenho com engenheiros, chefe de equipe e mecânicos.

Não descansava enquanto não conseguia estabelecer qual seria o seu limite e o do carro durante a prova. Isso o tornou um exemplo de liderança e empreendedorismo.

Após o final de semana de provas ele poderia simplesmente dormir e descansar; ou ir pra farra. Mas não. Ele queria entender o por quê ganhou ou perdeu, o motivo de ter quebrado, de ter falhado ou de ter sido ultrapassado em algum momento.

Ayrton Senna não estava satisfeito com o primeiro lugar. Ele estudava e se debruçava sobre os dados para entender os fatores técnicos, aerodinâmicos, mecânicos e humanos que o fazia ser melhor ou pior do que os concorrentes.

Não é por acaso que a sua equipe tinha a fama de ser uma das melhores em trocas de pneu e reabastecimento.

Ayrton Senna Exemplo de Empreendedorismo - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

3. Ayrton Senna era metódico.

As vitórias de Senna não eram um golpe de pura sorte.

Ele tinha uma rotina. E não apenas uma rotina, ele tinha uma rotina que dava certo.  Ele sabia intercalar entre treinos, exercícios e descanso seus estudos sobre a concorrência, sobre o seu melhor e sobre o mercado da Formula 1.

E Ayrton sabia que, precisava ganhar X corridas para ter chance de ser campeão e levar não só ele, como sua equipe ao podium.

Em uma dessas vezes, outro caso conhecido é de que Ayrton Senna correu um grande prêmio inteiro sem freios. Isso mesmo. Ele correu há cerca de 300km/h sem freio.

Isso por que ele precisava vencer, de qualquer maneira aquela corrida. Ele tinha um método de estudar seus concorrentes, um método de correr e uma rotina.

Não era apenas garra e força de vontade. Era método, estatística, matemática e lógica.

4. Ayrton Senna Sabia se Adaptar às Circunstâncias.

Já diz o ditado: “adapte-se ou morra”!

Ayrton Senna foi um grande empreendedor por saber se adaptar às circunstâncias.

Quando ainda estava no kart ele treinava quase todos os dias durante toda a tarde, após a escola. Ele ia para Interlagos e andava por toda a tarde, fazia chuva ou sol.

Quando chovia ele não voltava aos boxes e sim continuava correndo. Com isso ele aprendeu a regular o kart para dar o melhor de si durante as chuvas sem que isso o prejudicasse. Com isso, acabou tendo um grande diferencial no seu desempenho quando chovia.

Depois de ter aprendido a se adaptar para aumentar o seu rendimento mesmo com às adversidades, ao invés de ser vítima delas, Ayrton Senna aprendeu não apenas a regular o seu carro para andar na chuva, mas a regular a si mesmo, seu comportamento e seu desempenho quando chovia. E com isso, ganhou a fama de ser um piloto que fazia acontecer quando a pista estava molhada.

Até hoje Senna é lembrado por seu talento de andar na pista molhada. Até hoje as pessoas acreditam que isso era apenas audácia do piloto. A verdade é que estamos falando sobre uma pessoa que soube se adaptar às circunstâncias e adversidades e encontrar uma maneira de fazer diferente.

#5. Ayrton Senna Ajudou a Fazer a Diferença na Vida das Pessoas.

Conheça e ajude o Instituto. Clique na Imagem!

Ayrton Senna sabia que muito do que era foi feito pela educação. Sabia ainda que sem educação muita coisa poderia ter sido diferente na sua vida e na sua família.

E ele não apenas pregou a educação em seus discursos. Ele criou um maneira de disseminar e dar educação. Através do Instituto Ayrton Senna ele mudou a vida de milhares de crianças que nunca teriam ao seu alcança educação de qualidade para serem os agentes de suas próprias mudanças em suas vidas.

Ele não apenas usou as oportunidades que teve para alavancar a sua carreira e fazer dinheiro e fama. Ele usou as oportunidades que teve em sua vida para fazer também a diferença na vida das pessoas.

Esses são apenas cinco pontos que corroboram para a conclusão de que mais do que um profissional de alto desempenho, mais do que um piloto vitorioso, mais do que um exemplo de brasileiro, mais do que um profissional bem sucedido Ayrton Senna era um empreendedor e por isso está marcado como ídolo e herói na vida das pessoas.

Esses tópicos ficaram muito claros na minha visita à exposição Senna Emotion que terminou ontem e, acredito eu deveria passar por mais lugares.

Abaixo, um belíssimo vídeo que eu fiz da exposição sobre todos os carros de Senna durante sua trajetória entre nós.

Viva Ayrton Senna! Onde quer que esteja…

Vencer é o que importa. Não vencer uma corrida, uma temporada, mas sim vencer na vida. É isso que interessa“. Ayrton Senna.

A União de Empreendedorismo, Negócios, Marketing e Cinema.

Um site inova ao usar o cinema como forma de difundir novas ideias mercadológicas e regatar o espírito empreendedor dos leitores.

Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.

Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação.

No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.

O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas.

Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita.

Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar.

A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu.

Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.

Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores.

Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores.

Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se.

E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

Logotipo CINEBusiness | Cinema e cultura com um toque de empreendedorismo

Hoje é o primeiro e o último dia.

Dias atrás eu iniciei uma série de  posts sobre liderança. O post foi inspirado no livro de John Wooden, “Jogando pra Vencer” e é um checklist de alguns comportamentos para despertar o espírito da liderança.

O checklist é composto de sete itens:

  1. Seja verdadeiro consigo mesmo;
  2. Ajude os outros;
  3. Faça de cada dia sua obra prima;
  4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;
  5. Transforme a amizade em uma arte;
  6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e
  7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bençãos que recebeu.

Estamos na segunda semana do ano. Ou seja, aquele furor de ano novo, das resoluções, promessas, paz e amor já perdeu o gás, a chama já deu aquela diminuída. Nós vivemos e acordamos, cada dia como se ele fosse apenas uma parte de uma coisa maior. E não como se cada dia fosse essa coisa maior.

Nós sempre achamos que teremos o dia de amanhã, mas na verdade, não temos nenhuma garantia de que estaremos de pé ao amanhecer. E, tentar fugir da morte não vai garantir vida eterna pra ninguém. Só vai fazer você ter uma vida sem nenhuma história pra contar. Por isso, melhor do que temer a morte, é se entregar à vida como se hoje fosse o último dia.

A verdade é que a morte está aí. Mais dia menos dia ninguém sai ileso do encontro com ela. Mas, muita gente só se da importância de não temer a morte e, aproveitar o dia como se fosse o último quando se depara com ela, ou quando quase morre.

Steve Jobs diz isso.

Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos.

E ele, quando se deparou com a morte, viu que, mais cedo ou mais tarde vamos morrer e, depois disso, o que vai restar são as memórias. Nossas realizações, nossas ideias, nosso legado.

E é sobre isso que diz o terceiro item sobre o checklist da liderança: faça de cada dia a sua obra prima. Hoje é o primeiro e último dia da sua vida. O ontem já passou. O amanhã é incerto. Um bom líder sabe que, se quiser deixar o seu exemplo contagiar os seus liderados precisa fazer de todos os dias a sua obra prima.

Esqueça o ano que passou, se o mundo vai acabar em 2012 ou não. Concentre-se no dia de hoje. Porque ele é a oportunidade e fazermos coisas excelentes, de fazermos aquilo que será o nosso legado. Liderar é estar na frente. Quando um funcionário acorda na Segunda desanimado pra trabalhar, se ele ver o seu líder com o mesmo desânimo, ele não terá nenhum motivo pra dar o seu melhor e fazer o que tem que ser feito. Afinal, amanhã será terça, depois quarta e, aí sim eu faço o que tem pra fazer. Afinal, hoje é segunda, dia mundial da ressaca e, por que cargas d’água pra mim seria diferente?

Mas, quando o líder está animado e pronto para fazer desse dia a sua obra prima, a pessoa que está curtindo a sua segunda da ressaca se sente incomodada. A frase carpe diem é famosa hoje. Neguinho não sabe o que ela quer dizer, não sabe o que está por trás dela e, na verdade só fala isso porque é modinha.

Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibifinem di dederint, Leuconoe, nec Babyloniostemptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,quae nunc oppositis debilitat pumicibus mareTyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevispem longam reseces. dum loquimur, fugerit invidaaetas: carpe diem quam minimum credula postero. [Tu não indagues (é ímpio saber) qual o fim que a mim e a ti os deuses tenham dado, Leuconoé, nem recorras aos números babilônicos. Tão melhor é suportar o que será! Quer Júpiter te haja concedido muitos invernos, quer seja o último o que agora debilita o mar Tirreno nas rochas contrapostas, que sejas sábia, coes os vinhos e, no espaço breve, cortes a longa esperança. Enquanto estamos falando, terá fugido o tempo invejoso; colhe o dia, quanto menos confiada no de amanhã].

Viva o dia de hoje como se fosse o último. Viva como se fosse a última hora. Viva e não guarde o melhor pra amanhã. Viva e, faça o melhor agora. Somente aproveitando momentos, aproveitando o tempo, e fazendo o seu melhor a cada dia é que conseguimos inspirar as pessoas a darem o melhor de si.

As pessoas dizem que os funcionários precisam ser motivados. BALELA! Ninguém motiva ninguém. O máximo que uma pessoa pode fazer pela outra é inspirá-la não com palavras, mas com ações. Fazer o melhor como se fosse o último dia. As pessoas só se sentem motivadas a fazer aquilo que você pede a elas, se verem que você está na linha de frente da batalha.

Existem milhares de filmes que mostram a liderança pelo exemplo, pela inspiração. Filmes que o líder faz de cada dia, de cada ensinamento, de cada atitude a sua obra prima. Que ele está na frente, que ele é o primeiro e, assim, fazendo de cada dia a sua obra prima, de viver cada dia como se fosse o último, eles arrastam seus liderados, eles deixam um legado, eles escrevem seu nome na história.

O vídeo abaixo é só um pequeno exemplo de quando uma pessoa se coloca na frente dos outros, no lugar dos outros e faz  de cada dia a melhor obra prima que consegue. É um vídeo velho e, no início do blog, há alguns anos atrás ele já passou por aqui. É muito conhecido mas, explica muito bem sobre exemplo, inspiração e liderança.

Haja como se você só tivesse um dia pra mostrar a que veio. E, faça isso todos os dias. Porque, não sabemos quantos dias mais teremos pra mostrar a que viemos. Isso irá tocar as pessoas. Irá motivá-las e, irá certamente fazer que elas queiram te seguir pra qualquer lugar que você vá.

Retrospectiva 2011, Parte Final – Os artigos do ano.

Até meados de 2011 eu estive meio parado. Escrevi pouco, muitas vezes por falta de parar e tirar um tempo pra escrever. Eu ainda não estou escrevendo da maneira que eu queria, na frequência que eu queria. Mas, já desenferrujei bastante e, o importante é não parar.

Em 2011, além do Think|Outside eu me engajei em dois projetos: o CINEBusiness, que é um blog, como todo mundo já sabe que alia cinema e negócios e o AveMarketing, que é o blog do meu amigo Elcio Fernando Del Prete, que eu fico muito honrado de colaborar com artigos quinzenais.

Em 2012 a ideia é aumentar essa produção. Já estou confirmado como colaborador de mais dois portais, que me deram a honra de poder estar entre os colaboradores para falar de branding, marketing e vendas e, o Think|Outside certamente vai voltar a produzir como nunca.

Por isso eu vou fazer dessa última parte da retrospectiva, um apanhado dos melhores artigos que eu escrevi, na minha opinião. Seja aqui no blog, no CINEBusiness ou no AveMarketing, aqui vai um apanhado daqueles que eu mais gostei e daqueles que eu acho que foram direto ao ponto que eu queria.

#8. O dilema do marketing moderno. Eu vivo dizendo que o marketing publicitário já está com seus dias contados. A publicidade, como ela funciona na TV e na mídia impressa, não funciona na internet, aonde a grande maioria dos consumidores que interessam estão. As publicidades do Google, ninguém tem paciência de ver e pula. Com os poup-up’s, mesma coisa. O que o marketing precisa fazer é se adaptar ao seu consumidor 1-a-1 e, mostrar pra ele que sabe o que tá fazendo. Que conhece o mercado, que conhece o consumidor e que conhece a concorrência.

O pessoal das agências de publicidade, e os prêmios dizem que o Brasil é um país muito criativo na hora de produzir propagandas e coisas criativas. Mas, será que essa criatividade maravilhosa e premiada do Brasil tá fazendo o dever de casa? O jeito que a marca está comunicando com o consumidor tem sido satisfatório? Ou, se essa não for a pergunta certa, tá funcionando, pelo menos? O Brasil é o pais mais criativo? Que produz os melhores comerciais? Então porque será que eu gosto de um ou outro apenas. Se eu parar pra pensar, tem apenas o da Johnie Walker que eu posso dizer que foi uma peça bem produzida. Mas, estou falando de um, no meio de infinitas produções já feitas nesse ano (leia mais).

#7. O que os olhos não vêm, o coração não sente. Esse é mais um da lista sobre branding e history telling. Publicado no AveMarketing, é um artigo que fiz inspirado na leitura de BrandSense, de Martin Lindstrom, que mostra que os sentidos e a sensação que temos com o imperceptível influencia, e muito a nossa maneira de ver uma marca, de comprar e de interagir com produtos e fabricantes.

Um grande desafio das marcas atuais é comunicar ao consumidor a seu diferencial e, passar a ele a sua personalidade. Atualmente, algumas marcas vivem seu momento de agressividade propagandística, aonde bombardear a cabeça de pessoas com o seu produto, não tem feito muita diferença nos resultados. Martin Lindstrom, no seu livro Brand Sense, fala sobre a importância de se utilizar os cinco sentidos na comunicação entre marcas e consumidores. Essa importância é sustentada na pesquisa que originou o livro, onde empresas que investiram em uma experiência sensorial completa foram muito mais lembradas pelos clientes (leia mais).

#6. Eu nunca trabalhei oito horas por dia! Esse foi um post aqui do blog que eu fiz em homenagem ao meu avô, que há pouco tempo sofreu um AVC e mostrou que é muito mais forte do que todo mundo pensa. Parte dessa força veio do trabalho duro, forçado e da determinação de uma pessoa que não tinha outra alternativa a não ser dar certo, para sustentar a sua família. Meu avô é um exemplo de empreendedorismo e  determinação porque sempre se mexeu, sempre fez um pouco a mais e sempre foi além. Criou os filhos sempre trabalhando muito mais do que oito horas por dia, o que demonstra que o amor pelo trabalho faz com que sejamos ativos e saudáveis por mais que o tempo insista em nos envelhecer.

Eu tenho um grande presente em minha vida que é ter a minha família próxima. A relação que tenho com a minha mãe e irmã, que são incomuns e, a relação com todo mundo ao redor. O relacionamento que tenho com primos e tios, são muito mais estreitos do que a maioria, o que faz com que a minha pequena família, de certa maneira, possa-se dizer que é bem unida. E eu tenho por detrás de meu caráter e minha personalidade o exemplo de um grande homem, meu avô, que é o dono dessa frase aí. Meu avô, hoje para completar seus setenta e nove anos é um senhor que casou muito jovem e, foi pai também muito jovem. E por circunstância do destino, foi pai de dois filhos, um atrás do outro. Digo circunstância do destino porque minha avó era muito inocente, havia sido criada em colégio interno de freiras e, naquele tempo, diferentemente de hoje, as meninas de dezessete anos não sabiam nada sobre educação sexual. Ela mesma me disse que só conseguiu entender, pela lógica e, ligando uma coisa à outra, como se engravidava, quando engravidou do seu terceiro filho (leia mais).

#5. O Comprometimento só é Verdadeiro Quando Sujamos a Nossa Reputação Com o Próprio Sangue. Esse foi o meu artigo de re-estreia no CINEBusiness. E, pra recomeçar eu escolhi falar da série 24 Horas e do comprometimento de Jack Bauer com o seu trabalho e com a defesa de seu país. Acredito que existem milhares de lições que podemos tirar da série mas, no post, destaquei nove que acredito serem as mais importantes e que podem ensinar sobre empreendedorismo:

1. Coloque o dedo na ferida;

2. Os negócios podem prejudicar a família;

3. Herois para alguns, bandido para outros;

4. O tempo sempre vai estar contra você;

5. Amizades verdadeiras são importantes;

6. Conheça o concorrente. Infiltre-se caso necessário;

7. Faça uma tarefa de cada vez;

8. Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe!; e

9. Deadlines muitas vezes podem mesmo significar “deadlines“.

O quanto estamos dispostos a nos doar pelo comprometimento? Até que ponto estar comprometido com uma causa está também ligado a causas hierárquicas? O comprometimento para na hierarquia, ou, pelo bem maior, devemos fazer o que precisa ser feito, para não jogar o nosso comprometimento em cheque? (leia mais).

#4. O Destino Raramente nos Chama no Momento de Nossa Escolha. Mais um post do CINEBusiness, dessa vez do filme Transformers. Acredito que Transformers seja um lindo filme sobre liderança, ajudar os outros e, fazer o que precisa ser feito. O comportamento de Optimus Prime e seus ensinamentos são equivalente a qualquer Mestre Yoda e, qualquer líder deveria ouvir com mais atenção o que ele tem pra falar. Assim como no post sobre 24 Horas, destaquei algumas lições – dessa vez oito – sobre o que podemos aprender com esse filme de robôs:

1. Muitas vezes, o seu passado não interessa;

2. Cuidado com as informações que chegam ao seu ouvido;

3. Você precisa saber a hora de lutar e de ensinar;

4. Muitas vezes seus amigos dizem não precisar de você. Mas, eles precisam de você, mesmo sem saber;

5. “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”;

6. Até o seu melhor soldado pode ter vendido a alma ao diabo;

7. Não importa quem você conhece, mas quem conhece você; e

8. Tenha aliados dispostos a perder a cabeça para te ajudar.

O líder dos autobots tem não apenas essa mas, milhares de frases que são verdadeiras lições de vida e, lições empresariais, já figurando até mesmo nos wallpapers do CINEBusiness. A sabedoria desse robozinho fez eu me apaixonar pela saga dos Transformers e, como já deve ter dado pra perceber, esse será o filme que eu irei resenhar aqui. Mais especificamente: Transformers – O Lado Oculto da Lua, o terceiro filme da série que, espero eu continue por mais algum tempo. Primeiro, pela excelente qualidade dos efeitos especiais e,  porque, até hoje foi este o melhor filme em 3D que eu já ví. Outro motivo que me faz gostar da série são os enredos bem formados, as tiradas engraçadas sem dar tom pastelão ao filme e, as histórias bem fechadas onde a máxima violência só gera violência é deixada por terra. Até porque, somente com muita violência é que os mocinhos – nossos amigos autobots, conseguem vencer os bandidos – os decepticons (leia mais).

#3. Deve haver um jeito melhor. Infelizmente, entre as perdas irreparáveis de 2011 está Steve Jobs. Deve haver um jeito melhor é o post que eu fiz falando sobre a morte e sobre os ensinamentos desse gênio do mundo dos negócios. Certamente, hoje o mundo está mais pobre sem a presença e as loucuras de Steve.

Eu sempre achei Jobs um cara fantástico. Para mim, o seu discurso em Stanford, que os telejornais exibiram essa semana como algo inedito e triunfante, pode ser comparado, pelo legado deixado à história, ao consciente empreendedor como um presente tão importante e belo quanto o discurso de Martin Luther King Jr. Esse discurso, por si só já mostra o quanto estamos falando sobre um indivíduo fora do comum (leia mais).

#2. A resposta certa não muda nada. O essencial é que as perguntas estejam certas. Este é mais um artigo publicado no blog AveMarketing. Na verdade é um questionamento sobre verdades absolutas, questionamentos e crenças. As respostas certas não nos conduzem a lugar nenhum. Mas as perguntas certas nos conduzem para respostas inimagináveis. Essa é a maneira mais inteligente e sábia de empreender e tocar o coração das pessoas.

Se fizermos uma síntese sobre o aprendizado, vamos chegar a uma bela conclusão: que podemos aprender de duas maneiras, com a nossa vivência, e com a vivência dos outros. E, se pararmos pra pensar, tudo se encaixa em um lado ou outro dessa equação. Livros, palestras, aulas, vídeos, reuniões, tudo isso pode gerar aprendizado. E, em todos esses exemplos temos a vivência e a experiência dos outros que nos ensinam. Uma aula, uma palestra ou um livro, nada mais é do que o relato da experiência, do conhecimento de uma outra pessoa. E, claro, existe também aquilo que aprendemos com nossa experiência, com nossa vida, conosco. Um erro é uma maneira de aprendermos pela nossa experiência. Mas, a mais bela maneira de se aprender é questionar o porquê das coisas. E vejo que muitas pessoas que fizeram isso conseguiram ir além. Acabei de ler a biografia de Steve Jobs. E vi que isso era uma coisa que ele fazia diariamente com aquele que os outros a seu redor chamam de “campo de distorção da realidade”. Foi assim que ele conseguiu convencer Steve Wozniak a produzir um jogo para a Atari em menos tempo, foi assim que ele convenceu Jonny Ive que dava tempo de fazer o iPod em seis meses, foi assim que ele convenceu o dono da fábrica que produz os vidros dos iPhones e iPads a fazer o vidro quando ele disse que não tinha como produzir a quantidade que Jobs precisava (leia mais).

#1. Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa. A capacidade de aprender é fascinante. E, mais fascinante ainda é quando usamos o aprendizado pro bem, ao nosso favor, para mudar a vida das pessoas.

A frase título do post é do Leonardo da Vinci. Mas, o mais incrível é a forma com que a nossa mente desenvolve inúmeras maneiras de aprendermos. O vício em aprendizado atrapalha na ação? Ou será que, o fato de a mente nunca se cansar de aprender não demonstra uma dependência em ficar tentando aprender? Porque eu acredito que, agente só prova que aprendeu quando coloca o aprendizado em prática. Existe um ditado que diz que “errar é humano, mas persistir no erro é burrice”. Existe ainda outro ditado, esse  acho que muçulmano, que diz que “muitas vezes não temos culpa por errar uma vez; ele pode ser fruto de ignorância ou desconhecimento”. Mas que o erro, recorrente, é culpa nossa. Nós escolhemos errar (leia mais).

Eu 2012 eu vou escrever como nunca. Escrever, dialogar, ler e assistir filmes são as melhores maneiras de aprendermos práticas não ortodoxas e mudar o mundo!

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…

Ajudar os outros é o primeiro passo para ajudar a si mesmo.

Dias atrás eu iniciei uma série de  posts sobre liderança. O post foi inspirado no livro de John Wooden, “Jogando pra Vencer” e é um checklist de alguns comportamentos para despertar o espírito da liderança.

O checklist é composto de sete itens:

  1. Seja verdadeiro consigo mesmo;
  2. Ajude os outros;
  3. Faça de cada dia sua obra prima;
  4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;
  5. Transforme a amizade em uma arte;
  6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e
  7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bençãos que recebeu.

No outro post eu falei sobre ser verdadeiro consigo mesmo. Agora, vamos falar sobre ajudar os outros. Antes de mais nada gostaria de deixar claro que, ajudar os outros é muito mais uma maneira de crescer, aprender e ajudar a nós mesmos do que ajudar os outros. E eu não estou falando de caridade. Uma ajuda vem muito mais do que apenas caridade.

Ontem eu estava sentado no ônibus, voltando de um almoço na casa de minha avó, quando um senhor, aparentando uns sessenta e poucos anos (provavelmente mais de 65 porque entrou sem pagar passagem) chegou no ônibus com dificuldades motoras. Além de ter uma enorme dificuldade para andar, sua postura era claramente corcunda.

Ele contou uma história pro pessoal do ônibus e, olhando para a sua sacola, pensei que ele quisesse vender alguma coisa para nós passageiros. Mas ele não vendeu nada. Disse que sempre tinha sido um homem trabalhador, morava no Rio de Janeiro, mas um dia sofreu um acidente, foi atropelado e ficou entre a vida e a morte. Na sua recuperação ficou com inúmeras sequelas motoras, que o impediam de trabalhar. Mas, o INSS havia negado a ele todas as vezes que ele tentou se aposentar por invalidez, uma vez que ele ainda não tinha tempo suficiente para aposentar por tempo de contribuição.

Ele foi adiante. Disse que tinha três filhos. Que a esposa ganhava menos de um salário mínimo por mês e que, sem a renda dele a família estava passando por necessidades. Falou ainda que o seu sonho era poder não passar o ano novo com fome e ter algo para dar para os seus três filhos, que com muito sacrifício conseguiam ir à escola. Mas, com as férias escolares não estavam tendo como se alimentarem direito, uma vez que as refeições escolares são as únicas que eles faziam regularmente.

E ainda finalizou dizendo que aceitava qualquer ajuda. Moedas de um centavo, pacote de biscoito aberto, garrafa d’água, qualquer coisa que fosse de bom coração. Só pediu para não ser humilhado, porque ele pedia porque não tinha saúde para trabalhar e, já tinha trabalhado muito, não era vagabundo. Ele ainda teve forças de desejar um 2012 abençoado para os passageiros, antes de agradecer às doações que recebeu e descer do ônibus.

Eu não sei o nome desse senhor. Mas essa é uma história sensacional sobre como nem sempre pensamos em dar a ajuda que as pessoas realmente precisam. Queremos apenas dar a ajuda pra ficarmos bem com a gente.

A verdadeira ajuda que esse senhor precisava está além de moedinhas. Ele precisava de um aconselhamento jurídico. Precisava entender que, se contribui e está incapacitado, tem direito de se aposentar. Ele precisava, muito mais do que bolsa família, que as escolas ficassem abertas durante os finais de semana e férias, para servir a alimentação que é a única decente que seus filhos têm. Tem estado, cidade e país que fazem isso. Ajuda muitas vezes, muito mais do que ajuda financeira, porque na escola, o lanche é balanceado, tem aquilo que as crianças precisam e, ajuda no crescimento saudável de muitas famílias. Nós sustentamos políticos corruptos e bandidos a pão de ló e, muitas vezes esquecemos que são simples detalhes, muito mais funcionais do que financeiros que realmente ajudam as pessoas a longo prazo.

Quando eu estava na faculdade, como parte de estágio, fomos à casa de custódia da região. Eu não tenho a menor vontade de ajudar uma pessoa que foi presa porque fez algo de errado: tirou uma vida, roubou uma família, ou destruir lares. Eu acho que tínhamos que visitar albergues, asilos, orfanatos. Quantas pessoas nesses lugares estão sem esperança, estão precisando de uma ajuda para receber um remédio, para receber uma pensão, ou apenas de um aconselhamento do que fazer para o neto parar de usar o dinheiro da sua aposentadoria enquanto ela fica em um asilo, dormindo em um colchão sem lençol.

Por que é muito mais bonito ajudar os presidiários? De acordo com a Gazeta, 85% dos presos reincidem. Ajudar as pessoas que tem 85% de chance de cometer a mesma burrada é, na minha opinião, perda de tempo. Ajudar as pessoas que precisam de uma nova perspectiva de vida é, na minha opinião fazer a sociedade crescer.

Eu desejo, para mim e para todo mundo que, em 2012 dediquemos apenas uma pequena parcela do nosso tempo para ajudar os outros. Não a dar a ajuda que nós queremos dar. Mas a ajuda de que as pessoas precisam. No meu caso hoje, fui covarde e acomodado o suficiente para apenas dar um trocado para aquele senhor. Perdi uma grande oportunidade de fazer bem a mim e a ele.

Por isso, eu acredito que devemos aproveitar essa época do ano em que fazemos reflexões, promessas e estabelecemos metas, para estabelecer uma meta de voluntariado. Nada de comprar doces no sinal, nada de ajuda de minutos. Mas ajudar efetivamente aqueles que precisam a mudar de vida, a tomar um rumo para a sua vida.

Esse é o primeiro passo para ajudarmos a nós mesmos. A crescermos, termos uma visão global sobre a nossa sociedade. Crescemos como ser humano, porque aprendemos a valorizar aquilo que temos. Crescemos como cidadãos, porque vamos começar a ver o que nossa região, cidade, estado e país realmente precisa e, com isso, aprenderemos a cobrar desses políticos bandidos e fanfarrões muito mais do que um patrocínio para um churrasco, um desconto para um parente em faculdade, ou um cavalete para fechar a rua em dia de festa. Vamos cobrar o que o país precisa.

E eu não estou dizendo ajuda financeira. Estou dizendo ajuda que valha mais do que isso. Um conselho, um direcionamento, uma solução de um problema que, muitas vezes pode mudar a vida das pessoas. No caso do senhor do ônibus, talvez uma doação de alguns alimentos para a escola dos filhos dele, além de um dia de voluntariado ao final de semana por mês, ajude muito mais do que aqueles trocados que eu joguei na mão dele. Às vezes, um cartão que eu tivesse dado de um amigo advogado poderia mudar pra sempre a história não só dele, mas da família toda.

Nós temos uma ideia sobre caridade, sobre voluntariado muito estranha. Ajudamos as outras pessoas para ficamos bem com a gente. Queremos, em curto prazo, apenas ver o problema há quilômetros de distância, porque, aquilo que não podemos ver, para muitos não existe. Enquanto deveríamos ajudar para o outro. Resolver a longo prazo para que a pessoa consiga, depois se virar sozinha sem depender das nossas migalhas.

Eu acredito que era mais ou menos isso que o pai de John Wooden queria dizer com ajude os outros. Ajude os outros (a crescer) e você estará crescendo, aprendendo e entendendo as pessoas, as coisas ao seu redor e, estará sendo um verdadeiro líder. Não adianta ajudar um senhor idoso a atravessar a rua apenas uma vez. Temos que nos mobilizar e fazer alguma coisa para que ele consiga, SOZINHO atravessar sem nenhuma dificuldade a rua todas as vezes que ele precisar se locomover.

A liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas se tiver de passar sem um, que seja estratégia“. Norman Schwarzkopf.

Viva o caráter!

Retrospectiva 2011, Parte 2 – Os filmes do ano.

O ano de 2011 está se despedindo nessa semana. Sendo assim, vou dar continuidade aos posts de retrospectiva antes que o ano acabe e fique faltando alguns posts.

Esse ano foi o ano que eu retomei o projeto CINEBusiness. Eu e mais uma galera nos propusemos a escrever sobre lições de empreendedorismo, liderança, marketing, vendas, administração e etc. utilizando para isso as histórias dos filmes que, muitas pessoas assistem mas, muitas vezes acabam passando desapercebidas.

Sendo assim, eu que sou um cara que adora filmes, me vi assistindo a mais filmes ainda. Assisti a filmes de comédia, desenhos, ação, filmes baseados em fatos reais, enfim, quase tudo que saia no cinema e me interessava, por algum motivo, eu tava lá, assistindo.

Por esse motivo, eu vou listar aqui, em ordem decrescente, os dez melhores filmes do ano na minha opinião. E eu vou listar apenas os filmes que eu vi nesse ano e que são desse ano. Filmes como Karatê Kid e Tropa de Elite 2, que eu assisti nesse ano, mas são de 2010 estão de fora.

#10. Se Beber não Case, Parte 2. Eu acredito que 99% dos filmes de comédia têm enredo feito para mulheres. Casais que se separam e depois descobrem que se amam, amigos que descobrem que estão apaixonados, pais de noivos que quase acabam com o relacionamento dos casais, enfim, tudo feito pra mulher. Os filmes estão aí se repetindo entra ano e sai ano e muita gente ainda não percebeu isso. Mas a galera de Hangover (nome original da franquia, que significa A Ressaca), conseguiu no meio de um monte de roteiro mais do mesmo, construir algo original que conseguiu agradar gregos e troianos. Digo isso porque não sou um apreciador de comédia mas, gostei dos filmes e, tenho certeza de que ele agradou também à galera que curte filmes de comédia. No final das contas, Se beber não case, parte 2 vale a diversão, as risadas e o tempo de filme e, certamente é a melhor comédia do ano, o que faz com que ele esteja entre os melhores de 2011.

#9. Contra o Tempo. Esse é um daqueles filmes de ficção científica que estreiam sem fazer muito barulho mas que, no fundo têm uma bela história sobre segunda chance e sobre mudanças. O filme acompanha o capitão Colter Stevens (Jake Gyllenhaal), que acorda no corpo de um outro homem e descobre que faz parte de uma missão para salvar Chicago de um trem desgovernado. Em uma tarefa que não se parece a nenhuma das que já realizou, percebe que é parte de um experimento do governo chamado “Source Code,” um programa que lhe permite passar pela identidade de outro homem nos últimos 8 minutos de sua vida. Nesses oito minutos ele precisa descobrir quem é o terrorista por detrás do atentado que matou centenas de inocentes. Mas, o capitão Stevens acredita que esse programa pode ir além e, dar uma segunda chance às pessoas. Porém, se o programa conseguir evitar esses acidentes, fazendo com que eles nunca tenham acontecido, as pessoas não saberão da sua importância. E é aí que a politicagem e o bem maior se chocam, fazendo com que cada um dos envolvidos escolha o lado que quer jogar. Um filme primoroso que nos responde aquele perguntinha que todos nós já nos fizemos algum dia: “mas e se isso não tivesse acontecido?”.

#8. Planeta dos Macacos – A Origem. Caramba! Outro filme de ficção científica? Pois é. Esse ano foi o ano de filmaços de ficção científica. Um outro filme do gênero que poderia estar nessa lista, mas não está é Super-8, outro filme de ficção científica lindamente produzido por J.J. Abrams, que mostra que esses filmes foram bem representados ao longo do ano. O filme Planeta dos Macacos combina uma narrativa fantástica com o próximo salto da tecnologia de efeitos visuais, obtendo como resultado um filme com uma textura de ação e emoção inédita. A arrogância do homem deflagra uma cadeia de acontecimentos que leva os símios a ter um outro tipo de inteligência e a desafiar nosso posto de espécie dominante no planeta. Caesar, o primeiro símio inteligente, é traído pelos humanos e se revolta passando a liderar a incrível corrida de sua espécie rumo à liberdade e ao inevitável confronto com o homem.

#7. X-Men First Class. Sem sombra de dúvida esse é o melhor filme de todos os filmes sobre os X-Men (a trilogia incial e a Arma X). Tudo bem que falta um pouco em algumas partes o sarcasmo do Wolverine, mas a história é impecável e, conta muito bem o início da saga dos mutantes, e como cada um seguiu seu caminho e chegou aonde estão hoje. O filme se passa nos anos 60. Charles Xavier (James McAvoy) é formado em teologia e filosofia e realiza um trabalho de pós-graduação junto às Nações Unidas. Na univesidade de Oxford ele conhece Erik Lehnsherr (Michael Fassbender), filho de judeus que foram assassinados pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. Erik apenas escapou graças ao seu poder mutante de controlar metais, que permitiu que fugisse para a França. Ao término da guerra, Erik passou a trabalhar como intérprete para a inteligência britânica, ajudando judeus a irem para um país recém fundado, hoje chamado Israel. Charles e Erik logo se tornam bons amigos, mantendo um respeito mútuo pela inteligência e ideais do outro. Em 1965, Charles decide usar seus poderes psíquicos para ensinar jovens alunos mutantes a usarem seus dons para fins pacíficos. Nasce a Escola para Jovens Superdotados, gerenciada pelos dois amigos. Além de retratar a loucura de alguns experimentos nazistas, mostra a perseguição com as crianças judias, o que explica muito bem a personalidade do Magneto. O melhor filme baseado em quadrinhos do ano (muito melhor do que Lanterna Verde, Capitão América e cia. limitada).

#6. O Palhaço. O palhaço é o único filme brasileiro nessa lista. Eu gostaria muito de dizer que esse foi um ótimo ano pro cinema nacional. Mas, não foi. Mas, O Palhaço valeu por todos os filmes fracos que o país produziu nesse ano. Minha maior decepção no cinema nacional foi “O Assalto ao Banco Central”, que pelos traillers parecia ser excelente e, acabou nem valendo o ingresso. O Palhaço é o segundo filme em que Selton Mello atua como diretor e, mostra que estamos diante de um gênio do cinema. Um ator que as qualidades transcende as câmeras. Puro Sangue (Paulo José) e Pangaré (Selton Mello), pai e filho, são os donos do Circo Esperança e lideram uma trupe de artistas pelas estradas do país. Entre os espetáculos, surgem muitas cobranças em cima de Pangaré. Ele está exausto e obcecado pela seguinte ideia: “Eu faço todo mundo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”. No final, Pangaré entende que, “o rato come queijo, o gato bebe leite e eu… sou palhaço”. Um filme belíssimo que, muito bem representa o cinema brasileiro nas telonas.

#5. Transformers – O Lado Oculto da Lua. Esse é mais um filme cuja estreia vinha sob grande expectativa. O primeiro filme tinha sido um sucesso. O segundo, um fracasso. Confuso, perdido e muita gente não gostou. O terceiro precisava arrumar novamente a casa e mostrar que a história era boa. E o desafio aumentou depois que Megan Fox saiu fora e, todo mundo achava que seria difícil explicar isso no filme. Eu sou um cara que o desenho dos Transformers fez parte da infância e, como não podia deixar de ser, sou aficionado por todos os três filmes.  Neste novo filme, os Autobots e Decepticons se envolvem em uma perigosa corrida espacial entre os EUA e a Rússia, e uma vez mais humano Sam Witwicky (Shia Lebouf) tem de vir em auxílio de seus amigo robô. Há também novos personagens, incluindo um novo vilão, Shockwave, um transformer que governa Cybertron enquanto os Autobots e Decepticons se enfrentam na Terra. O filme pega um gancho brilhante na corrida espacial e leva o enredo muito bem, colocando novamente entre os eixos e aparando as arestas que fez o grande público criticar o segundo filme.

#4. A Grande Virada. Esse é um filme que bem poderia ser baseado em fatos reais. Mostra como a especulação e o lobby durante a crise deixou milhares de famílias na miséria para que altos executivos não saíssem perdendo. Mostram que, quando as pessoas perdem as suas essências e viram engravatados, a alma já está vendida. Bobby Walker (Ben Affleck) não tem o que reclamar da vida. Tem uma bela família, um bom emprego e um deslumbrante Porsche na garagem. O que ele não esperava era que, devido a uma política de redução de pessoal, fosse demitido. Phil Woodward (Chris Coioper) e Gene McClary (Tommy Lee Jones), seus colegas de trabalho, passam pela mesma situação. A mudança faz com que o trio tenha que redefinir suas vidas, como maridos e pais de família. Está merecidamente entre o top de 2011 porque é um filme que faz pensar, refletir e mostra vários ângulos (reais) de um acontecimento que afetou milhares de pessoas, a crise de 2008.

#3. Gigantes de Aço. Gigantes de aço é um desses filmes que faz você torcer junto. Mesmo já tendo um roteiro manjado. Parecido com Falcão e Rocky. Mas, mesmo assim faz você vibrar, rir, torcer e sair do cinema com uma energia contagiante. Uma história ousada, eletrizante e cheia de tensão ambientada em um futuro próximo quando o boxe se tornou um esporte de alta tecnologia, Gigantes de Aço  é estrelado por Hugh Jackman no papel de Charlie Kenton, um lutador decadente que perdeu sua chance de ganhar um título quando robôs de aço de mais de 900 quilos e mais de dois metros e quarenta de altura entraram no ringue. Charlie, então um mero e insignificante promotor, ganha apenas o suficiente, juntando sucatas de metal de robôs, para passar de uma arena de boxe para outra. Quando Charlie chega ao fundo do poço, ele relutantemente se une a seu filho afastado, Max (Dakota Goyo), para construir e treinar um competidor para disputar o campeonato. Conforme as apostas na brutal arena sem limites aumentam, Charlie e Max, contra todas as probabilidades, têm uma última chance de dar a volta por cima. É um grande filme que, até poucas semanas atrás era, em minha opinião, o melhor de 2011.

#2. O preço do Amanhã. Esse é um filme sensacional que nos faz refletir sobre a expressão “você tem um minuto?”, que comumente falamos sem nos dar conta de que a verdadeira moeda de nossas vidas é justamente o tempo. O filme é um tapa na cara de pessoas que dão mais valor a posses do que a relacionamentos, pessoas e o que realmente importa. Sem sobra de dúvida uma ficção científica que, faz pensar sobre pautado em quais princípios estamos levando nossas vidas. Em um futuro não muito distante, a ciência descobre um processo que interrompe o envelhecimento aos 25 anos, mas com o processo a pessoa possui apenas mais um ano de vida, a não ser que tenha dinheiro para pagar pelo tempo extra. Na busca por poder e tempo de vida, um homem (Justin Timberlake) é acusado injustamente de homicídio e se vê obrigado a sequestrar uma bela jovem (Olivia Wilde) para conseguir ganhar mais tempo e provar sua inocência. Merecidamente um filme que nos faz colocar a mão na consciência, com um belo roteiro e, merecidamente entre os melhores filmes de 2011.

#1. Imortais. Esse é um épico magistral. Acabo de assistir e certamente irei assistir novamente pra admirar ainda mais o filme. É um filme que faz você sair do cinema refletindo. Primeiro sobre crenças. Segundo sobre a ganância do ser humano. O Rei Hiperión (Mickey Rourke) declarou guerra contra todo o mundo grego e, para reforçar seu exército, ele tentará libetar os Titãs presos por Zeus (Luke Evans) no Monte Tártato. Tentando detê-lo, Zeus escolhe Teseu (Henry Cavill), um mortal que, com a ajuda da bela sacerdotisa Phaera (Freida Pinto), comandará o exército grego nesta batalha épica. O filme é dos mesmos produtores de 300 que, mais uma vez acertam magistralmente. Um filme cheio de reflexões aonde a virtude é o passaporte para a imortalidade. Merecidamente o melhor filme do ano.

Bonus: Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte 2. Eu devia ter uns 12 anos (ou menos) quando foi lançado o primeiro livro de Harry Potter. Portanto, os livros fizeram parte da minha infância e, certamente os primeiros filmes também. Sendo assim, não poderia, como fã da série, deixar de destacar o trabalho da competentíssima J.K. Rowling que foi capaz de prender a atenção dos leitores da série por mais de uma década, conseguindo uma drástica evolução nos últimos volumes da saga (a partir do quinto livro). Portanto, o último filme de Harry Potter merece destaque entre os filmes do ano por ter colocado um ponto final em uma história que começou na infância de muitas pessoas e, levaram muitas pessoas a criarem o prazer pela leitura. A batalha entre o bem e o mal no mundo da magia se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Assim, Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima. Tudo acaba aqui.

Tenho certeza que 2012 será um ano cheio de filmes tesão. Já temos o último filme de Batman, que promete ser sensacional. Já no início de janeiro temos o segundo filme de Sherlock Holmes e o primeiro filme da Trilogia Millenium de Stiegh Larsson, “Os Homens que não Amavam as Mulheres” além do também muito aguardado Os Vingadores, isso só os mais esperados, fora as gratas surpresas que temos pelo caminho. Em 2012 o CINEBusiness volta com tudo, mostrando um pouco mais de como é possível levar para dentro das empresas lições de filmes.