Somos um País Emergente?

Para Jamie Dimon, Presidente da JPMorgan Chase, o maior banco americano, o Brasil já emergiu. Veja abaixo a sua entrevista para a Exame.

A crise foi boa para o Brasil?
A crise não foi boa para ninguém. O Brasil cresceu muito pouco nos últimos 12 meses. Se boa parte do mundo não tivesse encolhido, o Brasil poderia ter se dado um pouco melhor. Mas a crise deu ao país uma chance para brilhar e se destacar. O Brasil criou um padrão de gerenciamento econômico que é um exemplo para outras nações, e não me refiro apenas às emergentes. Combina uma boa política fiscal e uma boa política monetária com crescimento econômico. O desempenho do Brasil não é um acaso.

Essa “brasilmania” veio para ficar ou é um modismo?
É permanente. O país tem boa governança e um bom sistema Judiciário, tem crescimento e recursos naturais inacreditáveis. Isso sem contar as empresas com capacidade para competir no mercado global. Nenhum país está predestinado a crescer indefinidamente. O Brasil terá problemas no caminho. Mas quem já venceu problemas no passado fará o mesmo no futuro. Nossos economistas preveem que a economia brasileira vai crescer 0,3% neste ano e 5% em 2010.

O que dizer dos riscos — a possibilidade de o preço das commodities cair, de o real se valorizar fortemente ou de os gastos do governo piorarem a situação fiscal?
Os gastos do governo são, na verdade, pequenos em comparação com outros países. E o Brasil não é o único que pode sofrer com uma eventual desvalorização das commodities. Sobre a moeda, vale lembrar que um real forte traz consequências positivas e negativas. O importante é que a razão por trás da força da moeda é muito boa. O Brasil é um lugar muito interessante para investir.

Brasil, Rússia, Índia e China, os países do Bric, são muito diferentes. Faz sentido pensar em termos de um bloco?
Não. Quase nunca me refiro a eles dessa forma. São nações distintas. O Brasil, por exemplo, não é mais um país emergente. Já emergiu. A China ainda é um país com forte controle central. De sua população de mais de 1 bilhão de pessoas, apenas 15 milhões votam. Portanto, ainda há um longo caminho no que se refere a mais democracia e economia de mercado. Há semelhanças entre Brasil e Índia. Os dois países têm um bom sistema legal, boa tecnologia. Ainda assim, acho errado tratá-los como uma coisa só.

O maior legado da crise financeira será a transferência de poder econômico dos países ricos para os emergentes?
Não. As pessoas estão exagerando os efeitos da crise. Haverá, sim, uma transferência de poder econômico do Ocidente para a Ásia e para países como o Brasil nos próximos 50 anos. Mas isso já vinha ocorrendo antes da crise. E é um erro achar que os emergentes vão crescer em detrimento dos países ricos. Os Estados Unidos e a Europa não vão perder com a expansão da China, da Índia e do Brasil. É um jogo de ganha-ganha.

O pior da crise mundial já passou?
A crise financeira passou. As economias de Brasil, China e Índia estão crescendo e a dos Estados Unidos está, no mínimo, estabilizada. Acho até que pode estar dando os primeiros sinais de crescimento. A probabilidade de vermos um crescimento rápido na economia americana nos próximos 12 meses é maior do que muita gente acha. O desafio agora é remover o estímulo financeiro dado pelos bancos centrais de várias partes do mundo. É uma operação um pouco complexa, mas acho que pode ser feita.

O senhor está preocupado com o dólar?
Um dólar levemente enfraquecido não é uma coisa ruim para os Estados Unidos. O problema é se ele cair demais. O valor da moeda está diretamente relacionado à responsabilidade fiscal e ao crescimento. Pessoalmente, acredito que os Estados Unidos vão voltar a crescer e a cuidar das contas públicas, mas sei que muitos se questionam sobre isso.

O déficit fiscal e a ameaça de inflação nos Estados Unidos preocupam?
Não estou preocupado com a inflação agora. Mas os Estados Unidos, como qualquer outro país do mundo, precisam ter atenção com as contas públicas. Não é o déficit dos próximos dois anos que devemos olhar, mas como estará a situação em três, quatro ou dez anos.

O senhor previu a chegada da crise?
Não. Realmente não vi que ela estava para chegar. Sabia que teríamos crises assim como sei que haverá mais crises no futuro. De onde elas virão? Como serão? Não sei. Mas sei que vão espalhar o pânico e farão os mercados cair.

O que explica, então, o fato de o banco não ter sofrido muito com as hipotecas de alto risco — o subprime — e os papéis tóxicos?
Nós cometemos erros, mas foram em menor número do que os da maioria dos concorrentes. Evitamos os Structured Investment Vehicle (SIV), fundos de crédito de altíssimo risco, simplesmente porque não vimos sentido neles. Não evitamos o subprime, mas mantivemos uma política conservadora. O risco da operação bancária — o de servir nossos clientes — já é suficiente para nós. Sempre soubemos que os mercados são voláteis — aliás, muito voláteis — e que é preciso estar preparado para o pior.

A regulamentação pode evitar crises?
Quem diz que cometeu erros por causa de falhas na regulamentação está mentindo. Quem errou, errou porque quis. Dito isso, é verdade que houve falhas. O setor de hipotecas nos Estados Unidos não tinha regulamentação — e teria sido melhor que tivesse. Os derivativos da seguradora AIG eram regulados por um órgão que não entendia do assunto.

O senhor é acusado de fazer lobby contra as reformas do sistema financeiro propostas pelo presidente Barack Obama.
Sou a favor de 85% das reformas propostas pelo governo. Gosto da ideia de reguladores sistêmicos — pessoas que teriam a missão de continuamente buscar lacunas e tentar mitigar o efeito de bolhas. Mas discordo da criação de um novo órgão do governo para cuidar da proteção do consumidor. É hora de fortalecer a estrutura de proteção que já existe.

O sistema de remuneração variável deve ser mudado? Deve haver um teto para os bônus?
Não concordo com tetos. Acho que seria um erro o envolvimento do governo nessa questão. Se você determinar um teto, o talento poderá ir para outro país. Embora haja muitas falhas no sistema de remuneração, não creio que tenham sido a causa dos problemas. Mas há ideias razoáveis em debate — por exemplo, o fim dos chamados “paraquedas de ouro” (generosos pacotes de benefícios dados a executivos demitidos antes do fim do contrato).

Uma das consequências da crise é que bancos que já eram grandes, como o JPMorgan Chase, compraram concorrentes e ficaram maiores. O problema do “grande demais para falir” se tornou mais premente?
A falência em si não é algo ruim. Faz parte da estrutura criativa do capitalismo. Do velho sai o novo, e isso é saudável. É preciso acabar com essa ideia de que alguns bancos são grandes demais para quebrar, inclusive o JPMorgan Chase. Precisamos de um mecanismo de soluções que permita que isso ocorra sem ferir os cidadãos. Vai requerer um pouco de coordenação global, mas é possível criá-lo. Não será nada diferente do que o governo americano fez ao assumir o Washington Mutual. O governo assumiu o banco e o vendeu em partes e isso não afetou o mundo todo.

Mas a ideia de que o governo vai entrar não aumenta o incentivo à tomada de risco irresponsável?
É preciso ter cuidado com essa questão. As pessoas no topo da hierarquia dos bancos Bear Stearns, Lehman Brothers, da seguradora AIG e boa parte do Citi perderam quase tudo o que tinham. Não concordo que tenha havido incentivo à irresponsabilidade.

Pelo visto, a era dos megabancos vai persistir.
O tamanho dessas empresas não é resultado apenas da vontade de crescer. Há outras razões. Uma é a economia de escala. Não poderíamos servir nossos clientes da maneira como fazemos se fôssemos um banco médio. Isso é verdade para bancos, fabricantes de carros, empresas de mineração, farmacêuticas e várias outras. O beneficiado é o consumidor. É aí que está a produtividade. É aí que está a raiz do crescimento do PIB. Precisamos ser grandes para competir com os maiores e os melhores que estão no mercado global. Na verdade, estou preocupado com o próximo round: competir com bancos brasileiros, indianos e chineses.

A operação do JPMorgan Chase no Brasil é considerada tímida. O senhor concorda?
Tímida? Não, ela é focada. Durante a crise, contratamos em vez de demitir. Neste ano, teremos o maior lucro do JPMorgan Chase no Brasil em toda a história. Somos um dos principais bancos de investimento no segmento de oferta de ações e em fusões e aquisições. Nos próximos cinco anos, pretendemos dobrar nossa equipe no país. Nossa decisão, até o momento, é de não ter uma rede de agências e o foco voltado para uma massa de clientes pessoa física.

Mas esse não é justamente o mercado mais atraente para os bancos no Brasil?
É, sim, atraente. Mas é muito difícil montar uma estrutura dessas num país estrangeiro. Poderíamos abrir algumas agências no Brasil, mas seria difícil ganhar dinheiro. É muito complicado competir com os grandes bancos brasileiros se você não tiver escala e substância. Talvez isso aconteça algum dia, mas não agora. Nossa rede de agências se restringe ao mercado americano.

Em vez de montar do zero, o JPMorgan Chase não pensa em comprar um banco já instalado aqui?
É preciso lembrar que uma aquisição é como um casamento. O outro lado também tem de dizer “sim”. Em algumas partes do mundo, levamos um “não” e foi muito doloroso. Ainda assim, nós estamos na dança.

Recentemente, o Itaú Unibanco e o Bradesco entraram na lista dos 20 maiores do mundo. Isso é permanente ou mudará quando os bancos europeus e americanos se recuperarem?
É mais permanente do que muita gente pensa. São bancos grandes, bem geridos e estão num mercado em expansão.

A Escola do Futuro.

Segunda eu escrevi um artigo sobre como nossos jovens vêm sendo educado. Da forma “linha de produção” em que são encarados como produtos IGUAIS e são formulados com o MESMO PADRÃO, com o mesmo conhecimento, com a mesma aula. As escolas, sejam elas PÚBLICAS, PARTICULARES ou BENEFICENTES ensinam e educam nossas crianças através de uma FÓRMULA FRACASSADA. Elas aprendem a ter medo, a ter preguiça, a pensar pequeno e a se satisfazer com pouco.

MAS, ainda existe esperança. O que acontece quando crianças, jovens e adultos são apresentados a uma nova forma de ensino, à uma nova educação?

O que Estão Fazendo Com Nossos Jovens?

Hoje foi o segundo, e último, dia da primeira edição do Novo ENEM, o Exame Nacional do Ensino Médio, que tem o caráter de avaliar os alunos de ensino médio junto com as instituições de ensino pelo país. O ENEM é uma avaliação conjunta, para ser possível avaliar o que escolas estão ensinando para os alunos e como pessoas diferentes reagem a uma mesma forma de ensino.

A primeira prova do ENEM, como todos sabem, vazou há meses atrás. Na semana passada às vésperas do ENEM, o Ministro da Educação, Fernando Haddad avisou que a prova ainda não está totalmente livre de vazamento.

Para ele, o vazamento e adiamento da prova, no mês de outubro, não mancharam a imagem do Enem. No entanto, nos próximos anos, haverá mudanças no exame no que diz respeito, principalmente, à contratação da empresa responsável pela impressão e aplicação do teste. A realização de um concurso das proporções do Enem não pode ser objeto de um processo de licitação por menor preço, completou.

Haddad disse que o MEC ainda aguarda o fim do inquérito da Polícia Federal para entrar na justiça contra o consórcio e conseguir de volta os R$ 38 milhões pagos para as empresas responsáveis pelo exame em outubro e que foram responsáveis por permitir o vazamento, na opinião do ministro.

O ministro disse também que o MEC mantém a intenção de acabar com o vestibular nos próximos três anos. Queremos acabar com as decorebas, as fórmulas, o adestramento, e, para isso, é preciso acabar com o vestibular do jeito que é feito hoje.

O inferno está cheio de boas intenções. Se por um lado, temos o senhor Ministro cheio de vontade de mudar a história das seleções para as Universidades, temos crianças achando que vivem em um lindo mundo cor de rosa, e reclamam, que fazer noventa questões em um dia é muito puxado.

É isso que estão fazendo com as nossas crianças, futuros profissionais que podem fazer a diferença? Professores, pais, mães e família estão estampando de idiotas meninos e meninas que estão crescendo sem uma ideia real do que está os esperando na esquina.

O mundo é um bicho-papão. Não criamos crianças para nós mesmos. Até porque, com ou sem educação, uma hora eles vão embora, o mundo vai retirá-las de você. Se é assim, precisamos ser sinceros e realistas para mostrar a elas o que as está esperando, para que elas não nos culpem depois.

1. A nota não é importante. Eu estudei sempre em escolas onde a média era maior do que na maioria dos lugares. Ainda no ensino fundamental tinha média seis e, já no ensino médio, média sete. Na faculdade, como na grande maioria, a média também era sete. Ou seja, ou você tira sete, ou não vai passar de ano. Eu sempre fui cobrado pra tirar as notas e passar de ano. Mas, o importante mesmo, que é fazer amigos, ser respeitado, ser provocado a pensar em novas formas de usar o cérebro e INOVAR, nunca ninguém cobrou de mim. A professora de literatura sempre mandou lermos os mesmos livros ridículos, o que, tenho certeza, assustou mais de metade de minha turma que, hoje não deve nem chegar perto deles.

Não interessa a nota que você tira. Eu nunca fui o exemplo de aluno.A minha família é uma família de CDF’s (por parte de mãe), e eu fui a ovelha negra. Nunca estudei pra tirar nota. E se a aula estava ruim, EU NÃO ASSISTIA. Já quase fiquei reprovado por falta, mas nunca por nota. Quando chegava o final do ano, eu tirava a nota que precisava e c’est fine, próximo ano.

As notas não importam. O que importa mesmo é o que você consegue aprender, e o que faz com aquilo que aprende. Já que as escolas e faculdades continuam sendo a mesma droga de sempre, temos que aproveitar a escola do nosso jeito e, criar uma nova forma de aprender.

2. A escola é chata. A escola é realmente chata. Como eu disse lá em cima, VÁRIAS foram as vezes em que eu sai da sala com ânsia de vômito. Os professores têm o mesmo padrão de dar aula, as mesmas apostilas, e assim, os alunos cada dia que passa, saem em debandada fugindo de seus professores. A culpa dos alunos faltarem aula, de ficarem em casa, ou de dormir enquanto o professor se vangloria de quanto é excelente é deles mesmo.

Se eles não fizessem tudo igual sempre, sempre com o mesmo padrão, com a mesma maneira enjoativa de ensinar, as coisas não seriam tão monótonas e repetitiva. A aula de portugês não se conecta com a de biologia, que não se relaciona com geografia, que não tem nada a ver com história, que não se comunica com a matemática, que nem brinca com física e química, que cagam e andam pra filosofia.

Quando o professor entra em uma sala, ele simplesmente APAGA o quadro que o outro professor deixou, sem ao menos pensar COMO pode estabelecer alguma conexão entre uma coisa e outra. Cada um fica no seu quadrado e, assim, o aluno que poderia se desenvolver multidisciplinarmente fica também quadrado e acaba aprendendo apenas um terço das matérias.

O dia em que PROFESSORES tiverem a capacidade de INOVAR, serão adorados por seus alunos, que terão muito TESÃO em suas matérias.

3. Na vida real não existe recuperação. Alunos estão acostumados a uma segunda chance. São educados desta maneira. Primeiro, escreve a lápis para depois passar a limpo de caneta. Assim, caso exista algum erro, é possível ainda consertar. Da mesma maneira, no final do ano, caso você não consiga passar de ano, seja porque não conseguiu aprender nada, seja porque não conseguiu colocar em prática o que aprendeu durante todo o ano, terá uma segunda chance, a RECUPERAÇÃO. Na recuperação, você tem que, em uma ou duas semanas, aprender tudo aquilo que não conseguiu aprender, para depois fazer uma prova. Ou seja, uma segunda opção de fazer uma coisa que não conseguiu durante TODO O ANO.

Porém, pessoas diferentes têm problemas diferentes e, da mesma maneira, aprendem de formas diferentes. Não adianta dar segundas ou terceiras chances para resolver o problema de um ano inteiro, se não conseguirmos uma nova maneira de ensinar.

Só, que quando as crianças crescem e viram adultas, são jogadas na fria realidade do mundo.

Em uma entrevista de emprego não há segundas chances. Se você não passou, nada de emprego. Ou então, se você não soube planejar a sua empresa e o dinheiro acabou, ou se você faliu, ACABOU. Nada de segundas chances. Na vida real, as pessoas precisam escrever logo de caneta sem muitas chances de erro.

Se a sua empresa falir, não existe recuperação. Do mesmo modo, não existe recuperação para a maioria das coisas que fazemos.

Nossas crianças são educadas para aprender em série. Os alunos estão na linha de montagem educacional. São educados em série, através de um processo único e ultrapassado. Estamos em pleno século XXI utilizando a mesma forma de aprendizado de dois mil anos atrás.

Sendo assim, as crianças crescem achando que a vida é feita de malhação, baladas e dez na faculdade. No final do curso das coisas, o pessoal que senta na frente da sala, acaba trabalhando pra quem senta atrás. Os melhores alunos, muitas vezes quando jogados na prática, nunca mais voltam…

Os alunos sabem tudo de reality shows, de novelas, de fofocas. Acham que da pra se ganhar a vida em qualquer concurso público e, que só é preciso trabalhar depois da faculdade. Não sabem a importância de aprender a teoria na prática, seja lá qual a teoria que escolhemos.

Os jovens de hoje não querem trabalhar. E quando eu digo trabalhar, não estou dizendo EMPREGO. Estou dizendo trabalho. Aprender, criar, ter um ideal.

E por outro lado, os pais passam a mão na cabeça de seus filhos. Não precisam trabalhar, não precisam colocar a mão na massa, não precisam fazer nada. Apenas ir à escola, passar de ano, e serem felizes em frente da televisão. Nada de esportes, cursos extracurriculares, para desenvolver a inteligência dos filhos. Apenas passar de ano, e ir empurrando com a barriga.

Por esse motivo, hoje os jovens acharam o ENEM difícil. Acharam noventa questões muita coisa. Isso porque nunca fizeram uma entrevista de emprego, nunca elaboraram um plano de negócios, nunca ficaram até mais tarde trabalhando por uma causa. Assim, noventa questões serão realmente difíceis.

Os alunos, são educados pelos pais e pelos professores para acreditarem que a escola é o maior desafio que eles têm. LEDO ENGANO.

Estão criando jovens covardes e preguiçosos. É uma pena, mas é isso que estão fazendo com nossos jovens.

10 Erros que Matam a Produtividade.

1.– E-mail. – Ficar com e-mail aberto o dia todo faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. O consultor recomenda definir períodos para lidar com as mensagens, deixando a caixa de entrada fechada no restante do tempo.

2. Não ter clareza sobre o que fazer. – O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito em um dia de trabalho? Segundo Barbosa, se você não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.

3. “Estou em reunião”.– Uma pesquisa feita pela empresa da qual Christian Barbosa é diretor, a Triad Consulting, demonstra que um terço das reuniões podem ser canceladas. O consultor recomenda: “dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas”.

4. Redes Sociais. – No ambiente de trabalho você usa Twitter, Facebook, Orkut? Ainda que sua empresa permita, controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes enquanto desenvolve suas atividades. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço.

5. Falta de energia. – Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de energia rouba muitas horas do dia e faz a pessoa surfar em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico e alimente-se em horários regulares.

6. –Falta de foco. – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, tente dividi-la em pequenas partes. Feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.

7. Navegador cheio de favoritos. – Você abre seu navegador para entrar em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a perambular por outros portais? Instale outro navegador e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando sem propósito.

8. Mensagens instantâneas. Se em sua empresa é permitido usar MSN, gTalk, Wave, dentre outros, a regra é simples: está ocupado? Deixe seu status no modo invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.

9. Interrupções. Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.

10. Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores. Que tal falar “não” de forma concreta, com base em planejamento e disponibilidade? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.