Qualquer um pode inovar, mas nem todos podem

Sim, é verdade. Qualquer um pode inovar, realmente. Mas, nem todo mundo pode. Vamos ao porquê…

É muito simples. Antes de mais nada, para inovar é preciso habilidades combinadas com a vontade.

As habilidades necessárias são muito avançadas. Para começar, você precisa identificar um problema, compreendê-lo e, em seguida, ter acesso à pessoas e informações que podem lhe ajudar a resolver o problema.

E isso é apenas o começo.

Qualquer pessoa pode identificar problemas, mas nem todo mundo tem a paciência e a vontade de cavar mais fundo e continuar.

E, não muitos têm a capacidade de cultivar uma rede de ideias que seja constantemente alimentada com ideias e insights, já que nem todo mundo tem acesso à diversas fontes de conhecimento que podem ajudar a enxergar além do óbvio. E isso é crítico.

Além do mais, o fato de você ser criativo não significa nada. Milhares de pessoas altamente criativas são totalmente indisciplinadas.

As pessoas que estão mergulhadas em suas ideias precisam de uma mão amiga para fazer as coisas acontecerem. E aí que as coisas acontecem e, com a vontade, surge a ousadia.

Aqui está o gargalo. Como você vê, não é tão simples pedir ideias às pessoas e deixar que as pessoas façam o que vem à cabeça. A menos que a cultura exista, definida pelo líder, não espere que as pessoas assumam riscos e experimente as coisas.

Então, o que uma empresa precisa fazer?

A sua empresa está pronta para o desafio de criar uma cultura de inovação?

A sua empresa está pronta para o desafio de criar uma cultura de inovação?

#1. Começar a falar.

Mais fácil do que fazer, mas se a sua empresa não é tradicionalmente inovadora, então você deve fornecer às pessoas competências para a inovação.

#2. Saia do modo zumbi.

Se você é uma empresa que começou a inovar, mas perdeu o rumo, você precisa voltar às suas raízes. O mais provável é que você começou a fazer negócios de maneira usual e, precisa de uma redefinição para sair do modo zumbi.

Pergunte-se: qual a nossa razão de existir? Por que nossos clientes nos valorizam? Que diferença estamos fazendo para as pessoas? Se começássemos hoje o que faríamos de maneira diferente?

Os sinais de alerta estão bem na sua frente.

Empresas, em sua maior parte, tratam de novas capacidades como nada mais do que módulos para a estrutura atual. Este é um sinal de alerta, pois para criar uma nova capacidade, como a inovação, é preciso parar de fazer outras coisas.

Qualquer pessoa pode inovar se estiverem dispostas a mudar seus caminhos, mas nem todos podem mudar porque muitas vezes isso não é uma prioridade.

Aqueles com coragem estão fadados à glória. Dê o primeiro passo, derrame um pouco de suor para dar lugar a novos recursos. É assim que se começa a transformação.

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Este artigo foi adaptado do original, “Anyone Can Innovate, But Not Everyone Can”, do Innovation Excellence.

Você sabe quais são as principais características dos empreendedores de verdade?

O fato de você se vestir como o seu ídolo dos negócios não faz que você seja ele.

Um venture capitalist uma vez disse que existem empreendedores e Empreendedores.

Não entendo muito bem o que isso quer dizer no âmago da questão, mas vou dizer o que penso sobre isso tudo: o termo empreendedor é a nova moda. Todo mundo é empreendedor.

Provavelmente isso não seja nenhuma surpresa para você. Provavelmente estamos diante da era do “empreendedor”, com aspas mesmo. Praticamente todo mundo tem uma marca, um blog, uma ideia.

Todo mundo é – ou quer ser – o CEO de alguma coisa. E ainda assim, são poucas as pessoas que incorporam em si o verdadeiro significado da palavra empreendedor.

Então, o que isso significa?

Para mim, significa assumir riscos pessoais significativos na formação e gestão da empresa.

E, desses empreendedores reais, poucos conseguem criar uma empresa rentável, em crescimento, que oferece produtos únicos, emprego significativo e dê valor para os acionistas.

O que torna esse empreendedor único? O que os diferencia do todo? Essa é uma pergunta muito difícil, mas a resposta pode surpreendê-lo.

#1. Eles desafiam a regra geral do empreendedor.

Você realmente precisa conhecer essas pessoas, trabalhar com elas durante anos, talvez até estar um pouco dentro de suas cabeças um pouco para entender o que está realmente em jogo.

Essas pessoas não se enquadram em nada. Eles são cada um de um tipo. Eles não tentam ser únicos, eles simplesmente são. E, além de tudo eles não tentam ser como os outros.

Empreendedores não se encaixam em consenso nem em regras gerais.

Empreendedores não se encaixam em consenso nem em regras gerais.

#2. Dinheiro significa pouco para eles.

Pode até soar meio irônico dizer que o dinheiro não é importante para os empreendedores de coração.

Afinal, os realmente bem sucedidos acabam tendo um monte dele. Mas, para eles, o dinheiro é apenas um meio para um fim. E uma vez que o dinheiro não é uma distração ou uma tentação, eles podem realmente se concentrarem no que importa: fazer aquilo que os move, pelo que eles são apaixonados.

Desafie-se provando que a sua ideia pode ser feita, e ser realidade. A construção de uma empresa e a riqueza são itens secundários.

#3. Eles estão em uma missão de Deus.

Não, eles não são deuses, realmente. Mas, quando eles falam sobre a sua visão ou ideia, você poderia jurar que eles foram possuídos por uma espécie de demônio que, em vez de incitar o caos e a confusão, inspira inovação e criação.

Há definitivamente um aspecto de fantasia em suas ideias. Isso pode ser porque eles realmente pensam que são especiais ou pela necessidade de provar alguma coisa.

#4. Eles não correm riscos por esporte.

Assim como eles não estão nessa brincadeira apenas para ganhar dinheiro, empreendedores de verdade não costumam se expor ao risco também.

Eles só não deixam que nada fique no caminho daquilo que eles estão impulsionados a fazer. Eles vão perseguir o que querem, estejam no céu ou inferno.

#5. Eles NÃO nasceram assim.

A maioria dos empreendedores de sucesso que conheço começaram com nada, ou pelo menos com algo modesto. Alguns tinham pais que fizeram seus negócios, mas a maioria não.

Eles geralmente tinham mentores ou pessoas que os inspiraram a confiar em sua intuição e em si mesmos. Isso é um ingrediente chave na elaboração de um empreendedor: a motivação para ir em frente apesar das probabilidades e da sabedoria convencional.

Ao contrário do que muitos pensam: empreendedores não nascem empreendedores.

Ao contrário do que muitos pensam: empreendedores não nascem empreendedores.

#6. Eles NÃO são líderes icônicos.

Nossa sociedade adora criar heróis. E os colocam nos maiores pedestais possíveis. Mas a experiência diz que o empreendedor como líder icônico é um mito.

Empreendedores de sucesso geralmente têm parceiros. Bill Gates teve Paul Allen e Steve Ballmer. Steve Jobs tinha Steve Wozniak. Larry Page tinha Sergey Brin.

Além disso, os empreendedores são muitas vezes melhor em fundar e criar do que na execução e manutenção das ideias e das empresas.

#7. Eles NÃO são muito pacientes.

Quem disse que paciência era uma virtude definitivamente não era um empreendedor, ou nada sabia a respeito. Os empreendedores bem sucedidos geralmente não ligam muito para a convenção social.

Eles têm pouca paciência para isso. Eles não querem saber como as coisas são feitas, ou devem ser feitas. Eles fazem as coisas à sua maneira.

Mas aqui há um detalhe muito importante: enquanto eles vão lutar com unhas e dentes por algo importante, tão logo eles percebam que estão errados, eles vão mudar de direção em um piscar de olhos.

Resumindo…

Se você quer se tornar um empreendedor apenas para encher a boca e dizer que é empreendedor, provavelmente não vai funcionar.

Agora, se por outro lado, você está dirigindo para realizar algo fresco e original, sem uma rede de segurança, então eu acho que você deveria continuar.

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Este artigo foi adaptado do original, “7 Things That Set Real Entrepreneurs Apart”, da Inc.

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

Ninguém consegue chegar ao topo apenas imitando os sucessos do passado.

É bem difícil crescer quando aquilo que fazemos é uma imitação. Se você parar para analisar o seu negócio provavelmente vai chegar à deprimente conclusão de que muito do que faz é apenas uma adaptação das ideias e comportamentos adotados por seus concorrentes.

Muitas vezes você poderá até sentir-se preso, incapaz de libertar-se do fato de que isso é apenas o modo pelo qual o mercado funciona.

Há um sábio ditado que diz, “os gregos clássicos não foram influenciados pelos gregos clássicos”.

Quando olhamos para a arquitetura neoclássica vemos a tentativa da arquitetura de pegar emprestado o peso e a autoridade do passado. Não há dúvidas de que o resultado disso tudo é impressionante, mas eles ainda são essencialmente ecos de uma antiga glória, o que diminui a sua imponência.

Os gregos clássicos não se tornaram clássicos por conta de sua adesão ao passado, mas por conta de sua vontade de inovar e fazer suas próprias coisas.

Eles inventaram ordens arquitetônicas que até mesmo os romanos dificilmente poderiam melhorar. Você ainda vê a sua influência em toda a nossa vida, mesmo milhares de anos depois.

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

É justamente esse o tipo de visão que você deve definir para o seu negócio. Mesmo imitando concorrentes ainda melhor, você está apenas seguindo os outros, e isso, inevitavelmente o coloca atrás de alguém.

Você não gostaria de ver as pessoas imitando aquilo que você faz?

Isso traz uma série de questões interessantes que a liderança da sua empresa reflita:

  • Como você poderia repensar a sua indústria de uma forma com que outros imitassem a sua geração no futuro?
  • Como você pode acabar com a corrida armamentista de tentar sair do estereótipo de seus concorrentes e focar a sua empresa em como deveria ser?
  • Como você vai substituir a imitação cega pela inovação consciente dentro da empresa?
  • O que a sua empresa pode ofertar que nunca foi oferecido na Terra?

Há certas ocasiões em que imitar o passado é completamente apropriado, e um bom movimento estratégico. Mas, na visão mais ampla, são dos inovadores, dos disruptivos, das pessoas dispostas a assumirem os riscos em vez de copiar o passado que nos lembramos.

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Este artigo foi adaptado do original, “Challenge: Come Up With a New Idea”, da Inc.

O futuro da educação elimina a sala de aula porque o mundo é a sala de aula

A grande demanda de EAD pode até parecer a melhor maneira de usar a internet para transformar a educação, mas isso é pensar muito pequeno.

Isso pode ser muito familiar para muitos de nós: nós estamos em um grupo de amigos discutindo sobre algum fato histórico, ou alguma divergência de opinião.

No meio disso, alguém sugere verificar a Wikipedia lendo os argumentos para todos e resolvendo assim qualquer impasse.

Não julgue isso como uma ocasião trivial. Ela representa um momento de aprendizagem, ou mais precisamente, um momento de microaprendizagem e é a evidência de uma transformação muito maior da aprendizagem.

É o que podemos chamar de aprendizagem socialmente estruturada que é uma agregação de experiências de microaprendizado retiradas de um ecossistema rico em conteúdo e conduzido não por notas, mas por recompensas sociais intrínsecas.

O momento da microaprendizagem pode durar alguns minutos, horas ou dias (se estivermos envolvidos lendo ou mexendo especificamente que não podemos nos desligar).

Futuro da educação: será que estamos limitando as as possibilidades?

Futuro da educação: será que estamos limitando as as possibilidades?

A aprendizagem socialmente estruturada pode ser o futuro, mas as bases desse tipo de educação se encontram bem longe, no passado.

Os principais filósofos da educação – de Sócrates a Plutarco, passando de Rousseau a Dewey – falaram sobre esses ideais há alguns séculos atrás. E hoje, temos uma série de ferramentas para transportar essa visão para a realidade.

Pense em um aplicativo de realidade aumentada, como o Yelp. Ao apontar a câmera do telefone para um local, que ele exibe pontos de interesse locais, como restaurantes, lojas e museus.

Mas este é apenas o começo. Imagine se, em vez de armazenar informações, pudermos acessar o histórico artístico, demográfico, ambientais, tipos de arquitetura e outras informações embutidas no mundo real?

É exatamente isso que um projeto da universidade da Califórnia chamado HyperCities está produzindo: informações de camadas históricas sobre o terreno das cidades.

Como você anda por aí com o seu telefone celular, você pode apontar para um site e ver o que tinha por lá há séculos atrás, quem morava por lá e qual era o ambiente.

Ah! Você não está interessado em arquitetura, mas é apaixonado por botânica ou paisagismo? O Aplicativo para iPhone do Smithsonian e o Lifesnap para iPad respondem quando você tira uma foto de uma folha de uma árvore, que tipo de planta é aquela.

O futuro da educação é muito mais do que tecnologias ou livros: é social.

O futuro da educação é muito mais do que tecnologias ou livros: é social.

Assim é possível transformar cada pixel da nossa geografia em um livro vivo e uma enciclopédia real.

Então, é preciso olhar além da extensiva ofertas de cursos EAD para pensar no futuro da educação. No EAD precisamos nos perguntar como essa modalidade pode perturbar salas de aula existentes e instituições de ensino, particularmente em faculdades.

A nossa obsessão com o EAD é apenas um paradigma sobre novas tecnologias e ferramentas que podem impactar o ensino de maneira geral.

Nós estamos nos movendo para longe do modelo em que a aprendizagem é organizada em torno de instituições estáveis e hierárquicas (escolas, faculdades e universidades), que tem servido como entrada principal para a educação e mobilidade social.

Ao substituirmos esse modelo, temos um novo sistema em que a aprendizagem é concebida como um fluxo em que os recursos são escassos, mas amplamente disponíveis, as oportunidades de aprendizado são abundantes e os alunos têm cada vez mais capacidade autônoma para mergulhar de dentro pra fora nos fluxos de aprendizagem.

Em vez de se preocupar com a forma de distribuir os escassos recursos educacionais, o desafio que precisa começar a ser vencido é a maneira de atrair as pessoas a mergulhar no fluxo crescente de recursos de aprendizagem para criar mais oportunidade de aprendizado para as pessoas.

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Este artigo foi adaptado do original, “The Future Of Education Eliminates The Classroom, Because The World Is Your Class”, da FastCompany.

6 maneiras de ser notado

Ideias eficazes de autopromoção então na interseção entre ser um pé no saco e um narcisista maluco. Encontre o perfil ideal com essas dicas.

As pessoas odeiam a autopromoção. Na verdade, a maioria de nós odiamos a autopromoção. Nós alternamos entre falar muito pouco sobre nós mesmos, ou parecermos um narcisista maluco.

Em algum lugar no meio disso tudo está o ponto ideal – a arte sutil de promover a si mesmo para as outras pessoas quererem te conhecer.

Aqui estão algumas dicas úteis de como chegar nesse ponto.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

#1. Deixe os resultados falarem por si só.

As pessoas se preocupam com o que você fez, não com o que você vai fazer. Quem já não ouviu essa afirmação? Não há nada como bons resultados para chamar atenção das pessoas.

Que problema você tem resolvido? Que movimento você iniciou? Como você tem levado as pessoas a alcançarem seus objetivos? Realizar algo de valor é como ganhar dinheiro para se promover.

#2. Promova os outros.

Algumas pessoas são mestres em promover outras pessoas, em como essas pessoas são brilhantes e geniais.

Essas pessoas estão ansiosas para dizer aos outros o quanto os fundadores de uma empresa são inovadores, ou como alguns de seus clientes está evoluindo de maneira inesperada.

O que não precisamos dizer é que por trás dessas pessoas geniais estão os nossos trabalhos, e o que nós estamos fazendo para ajudar essas pessoas a chegarem aonde querem.

Não é necessário.

O fato de exaltar e promover os outros ajuda a fazer com que essas pessoas se sintam mais motivadas e confiantes e, com isso elas endossam o trabalho dele.

“Eu aprendi que as pessoas vão esquecer o que você disse, vão esquecer o que você fez, mas nunca vão esquecer como você as fez sentir”. Maya Angelou.

As pessoas irão promover você se você se preocupar em fazer o mesmo com elas.

#3. Fale sobre o que você acredita.

“Eu acredito na criação de empregos e capacitação de pessoas para que elas se sintam úteis no trabalho todos os dias” é muito diferente de “eu comecei 3 empresas de manufatura empregando 200 pessoas”. A diferença é sutil, mas significativa.

Fale sobre o que você acredita e dê uma dica sobre as suas realizações sem dizer explicitamente o que elas são. Se as pessoas estiverem interessadas, elas vão perguntar.

#4. Admita suas falhas.

Admitir o fracasso é um sinal de vulnerabilidade, que é uma das maiores habilidades de liderança que existe.

A falha humaniza o caminho para o sucesso. E quando nos sentimos conectados a uma outra pessoa em um nível humano, somos muito propensos a avançar com a sua causa.

A autenticidade e a humildade podem levar você mais longe do que a lógica e a intelectualidade.

#5. Decida pelo que você quer ser conhecido.

Aprimore as habilidades que o diferencial do todo e, em seguida deixe os outros se gabarem de você. Se você é uma amador, as pessoas vão estar confusas sobre quem você é e como promove-lo.

Seu trabalho é descobrir a sua grandeza interior – o que o diferencia – e o faz melhor do que ninguém. Se você for realmente bom em algo, as pessoas vão procura-lo por essa habilidade.

Essa habilidade não pode ser verbalizada por você, mas vai ser evidente pelo grande número de pessoas que estarão batendo em sua porta.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

#6. Ponha em prática.

Há momentos em que você só tem que se vangloriar um pouco de si mesmo. Se você fizer algo realmente grande, fale sobre isso.

Basta falar sobre isso com as pessoas certas e se certificar de que o que você realizou é de fato notável.

As pessoas certas ficarão energizadas com o seu sucesso e não vão acreditar que isso seja apenas autopromoção.

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Este artigo foi adaptado do original, “6 Ways to Get Noticed”, da revista Inc.

Você está atingindo mais pessoas no Facebook do que imagina

Um novo estudo mostra que a percepção dos usuários do Facebook é diferente do que a realidade. A maioria das pessoas tem um alcance maior do que imagina

Pense naquela pessoa que trabalhou com você há 6 anos atrás e que sempre curte seus posts no Facebook e deve ser o único a ver isso. Agora pense novamente.

Um novo estudo do departamento de ciência da computação da universidade de Stanford com dados do Facebook, mostrou que a maioria dos usuários do Facebook estão atingindo mais de 3 vezes o número de pessoas que acreditam atingir.

Uma análise da atividade de 220 mil usuários americanos do Facebook ao longo de Junho de 2012 demonstrou que cada post é visto, em média por 1/3 dos seus amigos.

Além disso, os pesquisadores exploraram a disparidade entre a percepção dos usuários do Facebook de seu público e da realidade estatística, e comparou a comunicação via Facebook com outras redes sociais.

Acredite: você está atingindo mais pessoas no Facebook do que imagina.

Acredite: você está atingindo mais pessoas no Facebook do que imagina.

Alguns destaques do estudo:

  • Os usuários do Facebook subestimam o seu público, acreditando que suas mensagens são vistas por apenas 27% do número de pessoas que realmente veem.
  • Cerca de 50% dos participantes do estudo expressaram o desejo de ter um público maior, mas todos eles tinham estimado um volume muito menor de espectadores do que realmente tinha.
  • As pessoas não não curtem regulamente as postagens, ainda sim as leem. Os sistemas sociais têm mais espectadores do que contribuintes, afirmou o estudo, concluindo que a maioria das pessoas que recebem suas mensagens não estão respondendo ativamente a elas.

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Este artigo foi adaptado do original, “You’re Reaching More People on Facebook Than You Think”, da revista Inc.

3 erros comuns na hora de dar nome ao seu negócio

Quais são os requisitos para um grande nome? Não existe nenhuma receita para isso, mas aqui estão os maiores erros.

Escolher direito o nome comercial da sua empresa é um importante passo para a criação de uma empresa de sucesso, mas nem todo mundo acerta na primeira tentativa.

Muitas vezes as pessoas escolhem nomes que são muito prolixos e não tem nenhum apelo cativante.

Você quer um nome que chame atenção do consumidor, mas não tente despejar muita informação, é o que pensa Eli Altman diretor de estratégia na A Hundred Monkeys, uma empresa de São Francisco de branding e naming.

Uma boa maneira de pensar sobre um nome é que ele é o início de uma conversa, e não o encapsulamento completo daquilo que o seu negócio representa.

Quando se percebe que o nome da sua empresa tem problemas, muitos empresários optam por uma mudança e descobrem que isso vale a pena, apesar das dores de cabeça e gastos iniciais.

Aqui vão 3 empresários que mudaram os nomes das suas empresas – e as lições que podemos tirar disso tudo.

O nome quando mal escolhido pode trazer sérias consequências ao negócio.

O nome quando mal escolhido pode trazer sérias consequências ao negócio.

O caso Franktuary

Tim Tobitsch tinha um restaurante gourmet de hot-dogs que começou na parte de trás de uma catedral histórica e, se chamava Hot Dogma em 2004.

Mas, 3 anos depois recebeu uma carta de um vendedor de hot-dog que tinha o nome semelhante em outro estado, pedindo para que ele parasse de usar esse nome.

Para evitar grandes despesas legais, o restaurante optou por passar por uma mudança de nome e se transformou em Franktuary, uma brincadeira que tem a ver com salsichas e santuário.

Em um acordo fora dos tribunais, o outro restaurante concordou em pagar o custo das mudanças feitas por Tim.

Enquanto Tim teve a sorte de evitar maiores despesas, ele afirma que o problema com o nome tirou o foco da operação dos negócios. Mas, agora que o problema foi solucionado ele abriu outra loja e comprou um trailer.

Segundo ele, o negócio tem crescido de forma constante e ele acredita que a mudança de nome tenha tido um papel nisso tudo.

É uma boa ideia pesquisar o nome antes de usá-lo. Foi isso que Tobitsch fez antes de trocar o nome do seu restaurante. Se um nome está sendo usado por uma série de outras empresas, há menos probabilidade de alguém revindicá-lo como seu.

Mas, se há apenas algumas pessoas usando uma marca, elas vão querer defende-la.

O caso Eos Sleep

Quando David Volpi de 56 anos estava pronto para expandir o seu negócio além de Manhattan, ele percebeu que o nome original Manhattan Snoring and Sleep Center não faria sentido em outras cidades.

Além disso ele percebeu também que este nome não tinha nada de diferente de outros nomes. Em 2011 Volpi contratou uma empresa de naming que passou 2 meses encontrando nomes relacionados ao sono que ainda não tinham sido utilizados.

Eventualmente foi recomendado o nome Eos Sleep, que é o nome da deusa grega do amanhecer. Volpi estima que o custo total da mudança foi de cerca de 200 mil dólares, o que inclui o pagamento da empresa de branding, renomear seus locais existentes e a criação de novo site e folhetos.

Passado 1 ano ele está feliz com a mudança e acredita que o nome distintivo ajudou a desenhar novos clientes para compensar as despesas do rebranding.

Alguns empreendedores acabam fazendo confusão com o nome do seu negócio porque querem ser muito detalhistas com o nome para que as pessoas possam entender o que é.

Mas, para o crescimento e expansão do negócio, muitas vezes isso não funciona a seu favor. Para isso é preciso mudar para algo mais evocativo que lembre uma boa história.

Se você vai mudar o nome do seu negócio, é melhor fazer isso o quanto antes.

Se você vai mudar o nome do seu negócio, é melhor fazer isso o quanto antes.

O caso Retrofit

Poucos meses depois de Jeff Hyman ter lançado um programa de perda de peso virtual para profissionais de negócios em 2011, o Strongsuit, ele percebeu que os clientes potenciais estavam tendo dificuldades em encontrar o seu site.

Algumas pessoas pensavam que o nome original significava uma marca de moda masculina, ao invés do serviço de fitness oferecido por Jeff.

Ficou claro, para Jeff, mesmo depois de alguns meses que as pessoas estavam confusas e que não entendiam como o nome estava ligado ao negócio.

Ele estima que gastou aproximadamente 25 mil dólares para contratar a empresa para fazer o rebranding do seu negócio para Retrofit, uma referência para a adaptação do seu corpo.

Se você vai alterar o nome do seu negócio, é melhor você fazer isso o quanto antes.

A empresa testou o novo nome com cerca de 50 consumidores e recebeu feedback positivo. Após a mudança, as vendas aumentaram e o tráfego do site cresceu.

Evite nomes que não estejam claramente relacionados ao seu negócio. Eles são suscetíveis de causar confusão entre os consumidores e, provavelmente não vai aparecer nas pesquisas de internet para o seu tipo de produto ou serviço.

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Este artigo foi adaptado do original, “3 Common Mistakes to Avoid When Naming Your Business” da revista Entrepreneur.

O seu discurso de elevador fede. Veja como consertá-lo

O velho – e chato – discurso de elevador está morto. Sendo assim, use estas 4 dicas para criar um campo que não soe como um discurso de vendas desatualizado.

Desde os anos 50, os treinamentos de vendas de todo o mundo têm empurrado o discurso de elevador como o segredo para o network de negócios.

Isso já passou.

O discurso de elevador está morto, ou pelo menos deveria estar, é o que defende Cliff Suttle, autor de “Anti-Elevator Speech”.

Um discurso de elevador é uma resposta pré-planejada de 30 segundos a 2 minutos para a pergunta: “e então, o que você faz?”. Pessoas de negócios hoje se tornaram hiper-sensíveis aos discursos comerciais.

Se alguma coisa está insinuando sobre vendas, ou está soando falso, as pessoas acabam chutando você para fora. O objetivo do networking não é reunir líderes de vendas, mas sim iniciar relações comerciais, que começam com uma conversa, não com um discurso de vendas.

Suttle criou um sistema que substitui o antigo discurso de elevador desgastado com uma nova abordagem que, segundo ele, vai fazer as pessoas quererem falar com você.

Aqui está um destaque de 4 dicas para turbinar a sua maneira de fazer network.

Discurso de elevador é algo ultrapassado. Mude a maneira de estabelecer relacionamentos de negócios.

Discurso de elevador é algo ultrapassado. Mude a maneira de estabelecer relacionamentos de negócios.

#1. Comece com um gancho.

Quando alguém pergunta o que você faz, comece com uma pequena declaração projetada para atrair a curiosidade. Esta declaração deve ser confusa e não levar o ouvinte a qualquer ideia preconcebida.

Não deve incluir detalhes sobre como você faz o que você faz. Assim, um vendedor de carro pode dizer: “eu te levo aonde você precisa ir”. Um corretor de imóveis pode começar com “eu garanto que você tenha um lugar quente quanto o fogo” e um conselheiro de investimento pode começar com um “eu ajudo as pessoas a dormirem bem à noite”.

Observe que nenhuma dessas menções mostram como as pessoas fazem o que fazem, mas todas essas afirmações vão levar as pessoas a perguntar o que você quer dizer com isso, que é o início da conversa.

#2. Pare de falar.

Depois de deixar o seu gancho é muito importante se calar. Fique parado e dê ao ouvinte tempo para contemplar o que você disse, se confundir e querer saber mais.

Quando elas perguntarem o que você realmente quer dizer, elas estão investindo na conversa e lhe deram permissão para dar-lhes mais detalhes. Sem o silêncio o gancho não irá funcionar.

#3. Leve-os para dentro.

Depois de um gancho bem sucedido, não lance mão de um argumento de vendas. Seu gancho não lhe da direito para sair vendendo nada a ninguém. A próxima parte do discurso anti-elevador é o que podemos chamar de história.

Comece a contar como você faz o que você faz, mas não faça nenhum show. Nenhum bom filme de mistério começa dizendo que o mordomo matou as pessoas.

O filme mantém o suspense até que você esteja morrendo de vontade de saber. É isso que você precisa fazer.

Quando as pessoas voltarem a perguntar o que isso quer dizer, você pode lhes dar mais detalhes.

No momento do gancho, você ganhou a curiosidade das pessoas. Agora é hora de ganhar a atenção.

No momento do gancho, você ganhou a curiosidade das pessoas. Agora é hora de ganhar a atenção.

#4. Servir, não vender.

Se você conseguiu criar um bom gancho e um bom suspense você já vai conseguir uma maneira de ter a atenção das pessoas em meio a uma conversa.

No entanto, é sempre preciso ter a mentalidade de como podemos servir as pessoas, e não como podemos vender para elas.

Manter o foco na necessidade dos ouvintes e não nas suas necessidades de venda. Quanto mais você da para o mundo, mais o mundo devolve para você.

Agora pratique!

Como você pode entregar um discurso anti-elevador ao invés do velho e chato discurso comercial que já está sendo esperado pelas pessoas em eventos de networking?

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Este artigo foi adaptado do original, “Your Elevator Pitch Stinks. Here’s How to Fix It”, da revista Inc.

O storytelling é sua arma mais poderosa

Jonathan Gottschall, autor de The Storytteling Animal, diz que a ciência comprova a antiga crença de que a história é o mais poderoso meio de comunicar uma mensagem.

Nos negócios, o storytelling é todo o sentimento. Sem uma história convincente para contar, nosso produto, ideia, ou marca pessoal está morto.

Em seu livro Tell to Win, Peter Guber junta escritores como Annette Simmons e Stephen Denning para evangelizar os leitores sobre o poder da história nas relações humanas em geral, e particularmente as empresas.

Guber argumenta que nós, humanos, simplesmente não somos movidos por dados e estatísticas, slides de PowerPoint densos e planilhas repletas de números.

As pessoas são movidas por emoção. A melhor maneira de conectar emocionalmente outras pessoas ao que estamos fazendo começa com “Era uma vez…”.

Isso soa bastante plausível. Mas as reivindicações sobre o poder do storytelling nos negócios são suportados apenas como “mais uma história”.

Guber, por exemplo, faz o reforço dessas afirmações ousadas com o exemplo de como um de seus amigos famosos contou uma ótima história e conseguiu um triunfo de persuasão.

Mas, as anedotas não fazem uma ciência. É o storytelling apenas a nova moda mais recente em um mundo de negócios que está continuamente varrido com novas modas e novos gurus lançando o mais novo segredo imperdível para o sucesso?

Ou será que isso tudo representa uma visão real e profunda na estratégia de comunicação entre as pessoas?

Eu acredito profundamente que é uma visão real. Gauber e seus amigos chegaram através da experiência, nas mesmas conclusões que a ciência chegou através da experimentação.

Até recentemente só era possível especular sobre o poder do storytelling e seus efeitos persuasivos. Mas a psicologia, ao longo das últimas décadas começou um estudo sério sobre como as histórias afetam a mente humana.

Os resultados mostram repetidamente que nossas atitudes, medos, esperanças e valores são fortemente influenciados pela história.

O que está acontecendo aqui? Porque estamos na mão do storytelling? Os psicólogos Melanie Green e Tim Brock argumentam que entrar em mundos ficcionais altera radicalmente a forma como a informação é processada.

Estudos de Green e Brock mostram que os leitores mais absorvidos estão lendo uma história e a história pode convencê-los.

E aqui temos uma importante lição sobre o poder de moldagem do storytelling. Quando lemos dados, e argumentos técnicos, somos críticos e céticos. Mas quando somos absorvidos em uma história acabamos por baixar a nossa guarda intelectual.

Somos movidos emocionalmente e isso parece nos deixar indefesos.

Esse é exatamente o ponto de Guber. A metáfora central de Tell to Win é o cavalo de Tróia. Você conhece a história: depois de uma década de impasse sangrento em Tróia, os gregos decidiram que nunca iriam tomar Tróia pela força.

Eles fingiam voltar para casa, deixando para trás um cavalo de madeira maciça, aparentemente como uma oferenda dos deuses. Os troianos felizes arrastaram o presente para dentro dos muros da cidade.

Mas, o cavalo estava cheio de guerreiros gregos, que surgiram no meio da noite para matar, queimar e saquear.

Daí a expressão “presente de grego”.

Assim como o cavalo de Tróia, uma boa história sempre parece um presente.

Assim como o cavalo de Tróia, uma boa história sempre parece um presente.

Guber nos diz que o storytelling pode funcionar como cavalos de Tróia. O público aceita a história porque, para um ser humano, uma boa história sempre parece um presente.

Mas a história é, na verdade, apenas um sistema de entrega das ideias do contador. A história é um truque para esconder uma mensagem para a cidadela fortificada da mente humana.

O livro de Guber é implacavelmente otimista sobre o poder do storytelling para a persuasão. Mas como a metáfora sanguinolenta do cavalo de Tróia sugere, a história é uma ferramenta que pode ser usada para o bem ou para o mal.

Portanto, podemos tirar 2 grandes lições do livro de Guber e da nova ciência do storytelling.

Em primeiro lugar, o storytelling é uma forma poderosa de persuasão. Segundo, em um mundo cheio de contadores de histórias faixa preta, precisamos começar a treinar as nossas defesas.

Os mestres do storytelling nos querem bêbados de emoção porque assim perdemos as considerações racionais, relaxar o nosso ceticismo e acreditar em suas palavras.

O novo evangelho do storytelling para os negócios oferece um desafio para pontos de vista comuns da natureza humana. Quando nos chamamos de Homo sapiens estamos afirmando que é a sapiência humana – sabedoria e inteligência – que realmente diferencia a nossa espécie.

Somos criaturas da história, e o processo de mudança de uma mente ou do mundo inteiro deve começar com “Era uma vez…”.

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Este artigo foi adaptado do original, “Why storytelling is the ultimate weapon”, da FastCompany.

3 Exemplos de Atendimento que Fazem o E-commerce Nacional Passar Vergonha

Algumas situações vergonhosas de atendimento protagonizadas por grandes empresas de e-commerce nacionais.

Eu estou longe de ser uma pessoa do tipo bajuladora de gringos, daqueles que aparecem muito pela internet e usam as terminologias gringas para tudo em sua vida, até na hora de ir ao banheiro.

É óbvio que, trabalhando com internet, muitas palavras acabam fazendo parte do meu vocabulário: inbound marketing, CRM, Storytelling e etc. Mas por aí. Eu nunca vou por exemplo, me referir ao Vale do Silício como Sylicon Valley só porque morei nos EUA.

Por isso, o título desse artigo nada tem a ver com usar outros países como exemplo a ser seguido pelo Brasil no e-commerce, mas sim em mostrar a decadência brasileira na hora de atender ao seu consumidor.

Eu sou um fã do e-commerce. Compro livros, camisas no Camiseteria, tênis, e tudo mais que posso pela internet. Por isso, acredito muito que precisamos de uma mudança radical.

A seguir eu vou citar 3 exemplos em ordem cronológica ao que aconteceram e a maneira com que eu fui extremamente mal tratado por essas “grandes empresas brasileiras”.

#1. A pontualidade Avianca.

Eu sei, a Avianca não é uma empresa de e-commerce como conhecemos, mas a partir do momento em que ela comercializa passagens pela internet, ela venda na web e, SIM, tá no bolo do e-commerce.

Eu fico impressionado porque há poucos dias atrás a empresa foi considerada a melhor companhia aérea pelos próprios passageiros. Isso, sem contar que a empresa é dona de quase todos os Fokker 100 que estão em circulação no Brasil.

Se for preciso fazer um adendo, o Fokker 100 é a aeronave que mais causou acidentes na história da aviação – principalmente na nacional.

Bem, acho difícil uma empresa ser referência mantendo uma frota dessa. Mas, fazer o que…

Mas não é sobre isso que eu vim falar. Em novembro de 2012 eu tinha uma entrevista marcada no Programa Cases em Florianópolis. O Cases é um programa exibido na Record News em Santa Catarina e minha entrevista era às 14h do dia 27/11.

Meu voo era às 09:14h e, eu acreditei que mesmo que ele atrasasse, na pior das hipóteses, até ás 12h, eu conseguiria tranquilamente gravar a minha participação.

Acontece que o meu voo não atrasou nem 1 ou 2 horas. Ele atrasou praticamente 6 horas e fez com que não somente eu perdesse o meu compromisso na Record News, como um passageiro perdesse o enterro da sua mãe.

Em nenhum momento, mesmo atrasando um voo de mais de 70 pessoas, os funcionários da Avianca foram educados ou solícitos.

Depois de mais de 2 horas de atraso sem nenhuma satisfação, foi preciso a presença da polícia federal para conseguirmos uma explicação decente da empresa, de que a aeronave estava com problemas e outra aeronave estava vindo para nos levar.

Além do mais, os funcionários da Avianca se recusaram a remanejar os clientes para voos de outras companhias alegando que não tinha nenhum voo com destino à Florianópolis.

Nessa brincadeira toda, em que um funcionário garantiu que eu chegaria até às 15h em Florianópolis (no limite do tempo para que eu pudesse gravar), eu fui chegar nos estúdios da Record News às 17:17h, sendo que o trajeto do aeroporto até o estúdio durou 15 minutos.

Resultado disso tudo: tempo perdido (meu e da emissora), 2 passagens (ida e volta) jogadas fora e mais prejuízo para remarcar a minha entrevista no Programa Cases (já que teria que ir e voltar novamente).

Por isso eu questiono: melhor companhia aérea brasileira? Fico com a Azul em que as aeronaves são novas (Embraer), possuem apenas 2 lugares e sempre fui bem atendido.

Se um quiser me fazer raiva, me chame para voar Avianca. Não pretendo voar novamente por essa empresa enquanto for vivo. E nem depois de morto.

Avianca: quase 6 horas de atraso por motivos técnicos.

Avianca: quase 6 horas de atraso por motivos técnicos.

#2. Americanas.com e os falsos descontos.

Eu e minha irmã decidimos comprar um fogão e dá-lo de presente à nossa mãe de Natal.

Depois de uma breve pesquisa nos comparadores de preço, eu fui levado ao site da Americanas.com para comprar o fogão. Acontece que a empresa não deu o desconto prometido no comparador de preços e o boleto gerado foi no valor cheio.

Ao entrar em contato com a empresa, eles me disseram que teria que pagar o boleto errado e depois solicitar o ressarcimento do valor. Eu não aceitei e meu protocolo foi anotado dizendo que eles entrariam em contato para fornecer um novo boleto.

Na véspera do vencimento do boleto entrei no site da Americanas e vi que o preço do fogão tinha aumentado em R$ 100,00. Depois disso, resolvi primeiro pagar o boleto para depois reclamar, antes que eu tivesse que comprar um produto mais caro.

Após efetuado o pagamento enviei o e-mail para o ressarcimento do meu valor e nunca obtive resposta a esse e-mail. Sendo assim, entrei novamente no chat da Americanas para reclamar o meu ressarcimento, com o print do valor anunciado em mãos para comprovar o meu direito.

Qual não foi a minha surpresa quando a atendente disse que o print que eu tinha não era válido porque eu o tinha editado?!

Sim, ela disse que o meu print tinha sido editado. E que sendo assim eu não poderia ter o ressarcimento do meu dinheiro.

Depois de muita reclamação, envolvendo Reclame Aqui, e muitas promessas não cumpridas, consegui um cupom de desconto para outras compras na Americanas.

Entre a dúvida se era seguro ou não comprar novamente na Americanas, cheguei à conclusão de que era melhor o cupom do que nada, já que eles foram claros que não devolveriam o meu dinheiro.

Mas, fica a pergunta, até aonde vai uma empresa que acusa seu cliente de fraudar o preço dos seus produtos?

Segundo a Americanas.com o meu print não tem validade.

Segundo a Americanas.com o meu print não tem validade.

#3. Compra Fácil ou compra difícil?

Pra finalizar, o mais recente caso que tive de problemas com e-commerce: Eu comprei no final de janeiro uma cama no Compra Fácil.

Por algum motivo, minhas 2 primeiras transações foram recusadas pela administradora do cartão de crédito, e no segundo dia consegui efetuar a compra.

Qual não foi a minha surpresa quando eu recebi 3 e-mails de confirmação de compra, uma vez que o Compra Fácil processou novamente meus outros 2 pedidos de compra sem nenhuma autorização.

Ou seja, o Compra Fácil armazena o meu pedido de compra, meus dados financeiros e etc. e sem a minha autorização processa minha compra novamente junto à instituição financeira?

Isso é um crime! Uma fraude.

E quando entrei em contato com a empresa, o que me disseram era que isso era um procedimento padrão da empresa e que eles iriam estornar a 2 compras extras.

Procedimento padrão? Bem, acho isso um completo abuso por parte da empresa.

Ok. O problema foi superado e eu estava esperando chegar a minha cama, que estava prevista para ATÉ o dia 08/02. Além de pedir quase 10 dias úteis, a minha cama atrasou.

A justificativa do Compra Fácil foi que não tinha ninguém em casa. O engraçado é que EU estava em casa e o zelador estava no prédio, autorizado a receber.

Resultado? Fui receber o meu produto no dia 18/02, quase 1 mês após efetuar a compra e, quando eu abro a minha cama novinha, ela não foi a cama que eu comprei.

Esse meu maldito hábito de usar os comparadores de preço…

Quando fui comprar a cama que queria, pesquisei no Buscapé “Cama box integrada” e o resultado da cama foi o produto do Compra Fácil, com foto e tudo mais.

Acontece que o produto que eu comprei não é o mesmo que estava anunciado no Buscapé e, simplesmente veio outra cama box, que não foi em nenhum momento a cama que eu pensei estar comprando.

Agora, o problema é: já pedi o cancelamento da compra e a retirada do produto, minha reclamação no Reclame Aqui está sem resposta e, eu não vou ficar com esse produto. Ou eles retiram e devolvem o meu dinheiro o mais rápido possível, ou vou fazer uma pequena carta dizendo que não reconheço a cobrança para a administradora do meu cartão.

Bem, ou eu estou com azar, ou estamos carentes no quesito atendimento e serviços no e-commerce nacional.

Compra Fácil: anuncia um produto no Buscapé e vende outro.

Compra Fácil: anuncia um produto no Buscapé e vende outro.

Não sabemos nada sobre e-commerce.

A conclusão que eu chego é: não sabemos tratar os clientes online. As grandes empresas de e-commerce brasileiro duvidam de seus clientes e inventam milhares de artimanhas para que ele prove que está certo, enquanto o Código de Defesa do Consumidor assegura a inversão do ônus da prova.

É deplorável ser tratado com descaso por empresas que fazem parte dos maiores grupos varejistas brasileiros (B2W e Grupo Hermes) que visam apenas o lucro e, por isso tratam o consumidor apenas como uma estatística, um número e mais uma venda.

É por esse motivo que NENHUMA loja de e-commerce vai atingir o patamar de uma Zappos da vida, que foi adquirida pela Amazon por mais de 1 bilhão de dólares.

As grandes empresas de e-commerce nacional são powered by money, enquanto Zappos e companhia limitada são powered by service. Essa é toda a diferença na hora de tratar clientes com dignidade e lembrar que, sem eles nenhuma empresa existe.

Torço para que pequenas empresas surjam e façam esses dinossauros do varejo terem de se reinventar. Infelizmente o consumidor online brasileiro está à mercê desse lixo que fazem o que querem com o consumidor.

Como recuperar, depois de tantos traumas a confiança para comprar online novamente?