25 dicas para melhorar as apresentações

Quer garantir que sua apresentação passe uma ótima impressão para as pessoas? Essas dicas ajudarão você a dar conta do recado

Todos nós, em algum momento ficamos, entediados com alguma apresentação. Se você tiver sorte, também pode ter ficado informado, animado e inspirado por uma apresentação excelente.

A verdade é que ninguém quer ser um zero à esquerda em uma apresentação. Se você quer ser um herói das apresentações, confira essas 25 dicas:

O assunto.

#1. Ame o seu assunto.

Seus ouvintes só estarão animados sobre o seu assunto se você estiver. Se você não está interessado no que está falando, porque você quer que outras pessoas fiquem interessadas?

#2. Pesquisa.

Saiba do que você está falando. Sem achismos, sem incertezas, sem assumir riscos que podem lhe prejudicar. Leia, escute e encontre fatos e tenha uma opinião formada.

#3. Contexto.

Apresentar o passo-a-passo de um novo produto vai soar muito diferente quando apresentado pela equipe de marketing ou pela equipe de finanças.

Pense no seu público e adeque o seu tópico para a maneira de pensar e priorizar.

#4. Relevância.

Você precisa ter uma resposta para a pergunta: por que alguém deveria se importar com o que eu vou apresentar?

#5. Pensamento único.

Ao final dessa fase você não tem que ter mais um tema, mas um pensamento único e claro com o argumento que você quer comunicar.

Mantenha-o simples para que ele seja atraente.

Dominar o assunto é o primeiro passo para uma grande apresentação.

Dominar o assunto é o primeiro passo para uma grande apresentação.

O formato.

#6. Limite de tempo.

Se não houver um limite de tempo, tenha um limite. Em seguida, tente preencher apenas ¾ desse tempo e deixe algum tempo para perguntas.

Se não houver perguntas, as pessoas vão ainda mais cedo pra casa e vão te amar por isso.

A restrição de tempo ajuda você a se concentrar no que é realmente importante para a apresentação.

#7. Coloque o plano no papel.

Bem, não precisa ser literalmente no papel. Pode ser no Evernote, ou um software de mapas mentais, se você preferir.

O ponto é: não comece sua apresentação no PowerPoint ou diretamente no software de apresentação.

Você precisa ser capaz de colocar suas ideias junto com as imagens, movê-las e brincar com a estrutura primeiro, e depois decidir como isso será apresentado.

#8. PowerPoint.

Existe um debate sobre o fato do PowerPoint ser bom ou ruim para apresentações, mas o fato é que ele é a ferramenta padrão.

Isso não significa que você tem que usá-lo de maneira padrão. Guy Kawasaki defende a regra 10/20/30: 10 slides, 20 minutos, 30 pontos de tamanho mínimo na fonte.

#9. Os slides devem ajuda-lo.

Os slides precisam manter você no assunto, e não prendê-lo no assunto. Considere o método PechaKucha ou Ignite quando você tiver uma quantidade de tempo em cada slide, fazendo com que eles avancem automaticamente.

#10. Imagens inspiram.

Não caia na armadilha do estoque horrível de fotografias ou clip-art. Considere o uso de suas próprias imagens ou explore imagens de creative commons, como o Flikr, para algo mais íntimo.

Só não se esqueça de verificar os termos da licença, se você estiver fazendo uma apresentação comercial.

O conteúdo.

#11. Curto e doce.

Isto aplica-se à apresentação como um todo e cada palavra que você usa. Atenha-se a palavras curtas e evite jargões.

#12. Conte uma história.

As pessoas interagem com histórias. Todo mundo cria narrativas, é assim o modo como entendemos o mundo. Encontre a história que você quer contar.

#13. Use exemplos.

Apresentações, muitas vezes podem ficar um pouco abstratas. Mantenha seus pontos na realidade e use experiências para usar como relações ao explicar ideias complexas.

#14. Antecipe-se às perguntas.

Em, Writing to Deadline, Donald Murray explica que, para escrever bem, você tem que manter respostas às perguntas dos leitores.

O que eles querem saber agora? Isso também vale para as apresentações. Claro que você quer despertar o interesse e o debate após a palestra, mas certifique-se que ninguém precise fazer uma pergunta óbvia.

#15. Saiba o que você pode deixar de fora.

Questões podem surgir, as pessoas podem se atrasar, às vezes imprevistos acontecem.

Saiba, de antemão o que você pode cortar, caso necessário, sem perder os pontos-chave ou o fluxo narrativo.

A preparação.

#16. Saiba como usar as ferramentas.

Se você estiver usando o PowerPoint, certifique-se de entender como ele funciona.

#17. Ensaiar.

Você precisa praticar: você precisa estar bastante familiarizado com sua apresentação, a ponto de que se algo falhar e você perder algo, você ainda possa comunicar o ponto central da sua mensagem.

Dê uma olhada e passe a apresentação entre 3 vezes no período da manhã e 3 vezes à noite. Isso ainda vai permitir que você soe mais ensaiado sobre o tema.

#18. Planeje a sua roupa.

Você vai ter o suficiente para se preocupar no dia. Pode parecer bobagem, mas você precisa escolher o que vai vestir.

Escolha e verifique que está limpo e deixe tudo pronto para usar no dia.

#19. Procure conhecer o público com antecedência.

Se possível tente descobrir onde você vai fazer a sua apresentação e exatamente o que você vai apresentar às pessoas. Você precisa saber, por exemplo, se terá que falar ao microfone, ou se a apresentação será relaxada e informal.

Além disso, saber se estará frio, se as cadeiras estão desconfortáveis são outros fatores que afetam a extensão da atenção da sua audiência e, por essas coisas fora de controle, você precisa estar consciente da forma com que se apresenta.

#20. Verifique a atualidade da apresentação.

No dia da sua apresentação algo pode ter mudado. A empresa que você vai citar de exemplo pode ter mudado de CEO, ou outras mudanças na hierarquia.

No dia antes da sua apresentação, certifique-se de que sua apresentação esteja tão moderna quanto você.

Preparar-se significa não apenas conhecer o assunto, mas também o público e o local da apresentação.

Preparar-se significa não apenas conhecer o assunto, mas também o público e o local da apresentação.

No dia da apresentação.

#21. Pegue tudo que você precisa.

Tenha cabos e os conectores necessários junto ao seu laptop. Faça um backup de sua apresentação em um cartão de memória, e algumas notas com o assunto da sua apresentação caso a tecnologia falhe.

#22. Chegue mais cedo.

Não fique nervoso. Chegue a tempo para classificar o material, beber uma água ou café (apenas de cafés e chocolates serem ruins para as cordas vocais), e se aqueça.

#23. Aquecimento.

Há muitas maneiras de relaxar e soltar-se antes de uma apresentação.

A HP Biz Answers tem uma série de 3 vídeos que ensinam como usar técnicas de atuação para relaxar, como soltar a língua e permanecer focado.

#24. Conecte-se com o seu público.

Não basta executar a apresentação de cor e salteado. É preciso se interessar pelo público para ver o quanto eles estão envolvidos, para ouvir os cochichos, e se as sobrancelhas estão franzidas.

Você foi contratado para conseguir engajamento.

#25. Compartilhe e acompanhe.

Pense em uma maneira de compartilhar sua apresentação com os participantes após o evento, por exemplo, no SlideShare.

Envie um e-mail de acompanhamento, agradecendo as pessoas pela sua participação e convide-os a fazer perguntas e comentários.

Mantenha a conversa!

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Este artigo foi adaptado do original, “25 ways to improve your presentations”, do Bad Language.

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3 Características das Apresentações Surpreendentes

Primeiro verifique se você tem algo a dizer. Então, siga essas regras básicas.

Assistir ao TED é uma grande experiência. Hoje já são milhares de vídeos disponíveis com as mais diversas apresentações sobre os mais variados assuntos e os mais variados lugares.

Além de conseguir captar um grande número de ideias surpreendentes e úteis assistir ao TED é uma oportunidade também de se deparar com algumas apresentações maravilhosas, além de refletir sobre o que faz uma grande conversa.

Aqui estão algumas observações sobre o que podemos aprender com o TED sobre a maneira de fazer apresentações surpreendentes…

Será que há um segredo para grande apresentações?

Será que há um segredo para grande apresentações?

#1. Histórias sempre funcionam.

Os seres humanos tendem a se lembrar de coisas que importam para eles. Assim, os gráficos, as estatísticas, os números podem até ser importantes, mas serão difíceis de serem lembrados.

Discursos memoráveis constroem uma ligação entre o orador e a sua audiência e, histórias – especialmente as pessoais, e verdadeiras – são o que fazem com que essa conexão aconteça.

A narrativa da pesquisadora Mina Bissel sobre o que a levou a pensar de forma diferente sobre a estrutura do câncer transformou uma ideia abstrata em algo real e inteligível.

#2. Imagens são inexpressivas – com uma exceção.

Vemos uma grande quantidade de slides em apresentações e, a grande parte deles – se não todos – nem nos lembramos.

São realmente poucos os slides que podem nos captar atenção, como a imagem do jornalista Andrew Blum sobre a realidade física da internet: um grupo de mergulhadores que coloca cabos no fundo do mar.

Toda vez que alguém menciona a computação em nuvem agora, é possível saber que ela não é na nuvem, muito menos no céu, e sim nos fios sob os nosos pés.

 #3. Entusiasmo não é tudo.

Alguns dos participantes do TED estão muito ansiosos e enérgicos no momento de passar pra frente o seu conhecimento e experiências. Porém, poucos minutos após ele sair do palco é possível se esquecer de tudo que ele disse.

A informação realmente importa e educa as pessoas, mas é a forma com que ela é entregue que faz com que um determinado estilo fique marcado. O resto é apenas um punhado de informações que vamos acabar esquecendo cedo ou tarde. Mais cedo do que tarde.

Tenha em mente essa regra universal básica.

Quando estamos trabalhando em apresentações corporativas, as mesmas regras se aplicam. Histórias – as estórias certas – tomam os fatos fora do abstrato e os tornam atraentes e memoráveis.

Imagens, só funcionam quando elas realmente dizem alguma coisa. Quando realmente 1 imagem vale mais do que 1000 palavras.

E, entusiasmo infinito vai evaporar mais rápido do que perfume barato se você não souber utilizar o timing para fazer com que a sua audiência se interesse por você e pelo que você está dizendo.

Acertar o tom não tem nada a ver com um show pirotécnico, mas em saber conduzir através dos recursos, o seu conhecimento para que o seu público tenha interesse profundo por aquilo que você está falando.

Mesmo as maiores apresentações, no fundo são grandes conversas…

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Este texto foi inspirado pelo original, “3 Characteristics of Amazing Presentations“, da revista Inc.

10 Dicas Para uma Proposta Matadora.

1. Identifique sua empresa no cabeçalho da cotação com sua marca;

2. Coloque um número na cotação, afinal, é um documento;

3. Enderece à empresa solicitante, ao setor responsável e principalmente à pessoa que resolve;

4. Adicione um breve texto antes da descrição dos itens, uma pequena apresentação;

5. Detalhe ao máximo o produto ou serviço proposto, apresentando todas as suas características e benefícios;

6. Não dê seu melhor preço de imediato, estimule o interesse do cliente informando em outra linha, em destaque, os benefícios que seu produto trará ao cliente potencial. Se depois for preciso, você ainda terá gordura para queimar;

7. Informe todas as condições comerciais, como local e data do faturamento, impostos, tipo de frete, forma (boleto, cheque ou depósito) e prazo de pagamento, valor mínimo do pedido, bem como a validade da proposta. Esse item já salvou muita gente.

8. Coloque todos os seus contatos: e-mail, celular, número fixo, etc. Não corra o risco de não ser encontrado;

9. Date e assine a cotação;

10. Seja rápido para responder a cotação. Se o seu concorrente for esperto, ele não perderá tempo;

Como Fazer uma Proposta de Preços Profissional.

1. NÃO COLOQUE TODO PESO DO NEGÓCIO NO PREÇO
A grande maioria dos vendedores administra o preço como sendo o fator mais importante do processo
de compra e venda. A experiência, no entanto, mostra que o preço é mais importante na mente do
vendedor do que na mente do cliente.
2. NÃO PENSE QUE OS CLIENTES PENSAM COMO VOCÊ
Os vendedores projetam nos clientes suas idéias, sentimentos e emoções. Por isso, tendem a acreditar
que os clientes pensam e agem como eles. Um vendedor que está sem dinheiro tende a pensar que
todos estão sem dinheiro! Só que isso não é verdade! Cada pessoa está em um estágio diferente e é
impulsionada pelos seus próprios motivos. Você poderá ter o foco totalmente orientado para o preço
na hora de fechar uma compra. Já para o seu cliente o preço poderá ser apenas mais um dos fatores a
ser analisado ou até mesmo algo a não ser considerado.
Cada um de nós tende a interpretar o mundo de acordo com a sua interpretação, bagagem emocional e
poder que acredita ter.
3. NÃO DEIXE TRANSPARECER A IDÉIA DE QUE SEUS PREÇOS SÃO MUITO ALTOS
Muitas vezes a comunicação corporal contradiz o que está sendo dito através de palavras. É
exatamente por esse motivo que as pessoas, quando não estão sendo sinceras ou estão faltando à
verdade, evitam olhar nos olhos dos interlocutores. Se você não acreditar que o seu produto vale o que
por ele está pedindo, o seu corpo acompanhará o seu pensamento e ficará mais difícil convencer os
clientes a pagarem o preço pedido.
4. NÃO TENHA MEDO DE FALAR DO PREÇO
Estudo recente mostrou que:
· 94% dos vendedores não fala sobre o preço até ser questionado pelos clientes;
· 44% dos vendedores mudam de assunto quanto questionado sobre o preço;
· 33% não diz o preço de forma clara e audível, preferindo escrever ou apontar.
Quando demonstra medo ou insegurança na hora de informar o preço você passa ao cliente a idéia de
que está escondendo alguma coisa. Você não acha que o cliente vai pensar que você está inseguro

1.Não coloque todo o peso do negócio no preço.

A grande maioria dos vendedores administra o preço como sendo o fator mais importante do processo de compra e venda. A experiência, no entanto, mostra que o preço é mais importante na mente do vendedor do que na mente do cliente.

2. Não pense que os clientes pensam como você.

Os vendedores projetam nos clientes suas idéias, sentimentos e emoções.

Por isso, tendem a acreditar que os clientes pensam e agem como eles. Um vendedor que está sem dinheiro tende a pensar que todos estão sem dinheiro! Só que isso não é verdade! Cada pessoa está em um estágio diferente e é impulsionada pelos seus próprios motivos.

Você poderá ter o foco totalmente orientado para o preço na hora de fechar uma compra. Já para o seu cliente o preço poderá ser apenas mais um dos fatores a ser analisado ou até mesmo algo a não ser considerado. Cada um de nós tende a interpretar o mundo de acordo com a sua interpretação, bagagem emocional e poder que acredita ter.

3. Não deixe transparecer a ideia de que seus preços são muito altos.

Muitas vezes a comunicação corporal contradiz o que está sendo dito através de palavras. É exatamente por esse motivo que as pessoas, quando não estão sendo sinceras ou estão faltando à verdade, evitam olhar nos olhos dos interlocutores.

Se você não acreditar que o seu produto vale o que por ele está pedindo, o seu corpo acompanhará o seu pensamento e ficará mais difícil convencer os clientes a pagarem o preço pedido.

4. Não tenha medo de falar do preço.

Estudo recente mostrou que:

  • 94% dos vendedores não fala sobre o preço até ser questionado pelos clientes;
  • 44% dos vendedores mudam de assunto quanto questionado sobre o preço;
  • 33% não diz o preço de forma clara e audível, preferindo escrever ou apontar.

Quando demonstra medo ou insegurança na hora de informar o preço você passa ao cliente a ideia de que está escondendo alguma coisa. Você não acha que o cliente vai pensar que você está inseguro porque está vendendo mais barato do que deveria, acha? Com certeza não! Você tem dificuldade de dizer o seu nome quando alguém pergunta? Não tem. Pois aja da mesma forma quando perguntarem o preço.

5. Cuidado com a forma que você adota para tratar do preço.

Na hora de apresentar o preço seja direto. Você consegue perceber alguma diferença nas formas abaixo?

  • O preço deste aparelho é 100;
  • Nós estamos vendendo este aparelho por 100;
  • O nosso preço normal é 100;
  • O nosso preço de tabela é 100;

A primeira é direta. O preço é “X” e pronto. É a recomendada porque não deixa margem para o cliente pensar que poderá existir negociação.

Na segunda, quando você diz: “nós estamos vendendo…”, pode ser interpretado como – o preço até agora era 100, mas pode mudar… Nas outras duas as palavras “normal” e “tabela” deixam no ar a ideia de que o preço normal é 100, mas é possível fugir da normalidade.

6. Não diga nada que passe a ideia de que seu preço é alto.

Existem formas de se comunicar ou até algumas frases feitas que, mesmo sendo ditas em tom de brincadeira, devem ser evitadas. Veja alguns exemplos:

  • “Vou dizer o preço. Prefere saber sentado ou em pé?”;
  • “O melhor que eu posso fazer é…”;
  • “Você está pronto para saber o preço?”;
  • “Eu sei que o meu preço não é barato, mas…”;
  • “Quer saber por que o meu produto é mais caro?”.

7. Não diga nada que passe a ideia de que seu preço é negociável.

Tanto você como o cliente sabem que os preços são negociáveis. Mas só use essa alternativa quando não tiver outra. A partir do momento em que você acena com a possibilidade de dar um desconto, os números começam a cair na mente do cliente. Então não diga coisas como:

  • “O meu preço é 100. Está bom pra você?”;
  • “O meu preço normal é 100. Mas, se você for comprar mesmo…”.
  • “Para mim vender para a sua empresa é questão de honra”;
  • “Nós somos parceiros há muito tempo. Não é qualquer coisa que vai nos separar”
  • “Eu preciso aumentar as vendas para a sua empresa”.

8. Não diga nada que leve o seu cliente a pesquisar preço.

Muitos vendedores, e até empresas, orientam o cliente a pesquisar preço – “Se você achar mais barato volte aqui que nós cobrimos”. Você acha que o cliente não vai usar o seu preço para barganhar?Quantos clientes você já não perdeu adotando essa tática? Pode acreditar que foram muitos. Você mesmo mandou o cliente para os braços do seu inimigo. Então, não diga nada parecido com:

  • O nosso preço é o mais barato da região;
  • Eu o desafio a encontrar um preço mais barato na praça;
  • O nosso produto tem benefícios que os outros não têm;
  • O nosso preço é esse porque nós somos fabricantes;
  • Você pode pesquisar por aí que não vai encontrar preço igual ao nosso.

9. Não incentive os clientes a contestarem o seu preço.

Alguns vendedores adotam táticas suicidas que induzem o cliente a contestar o preço. Você não deve incentivá-los. Os clientes já são suficientemente criativos para arrumar formas de se defender. Então, evite dizer coisas do tipo:

  • Então me diga quanto eu devo cobrar?
  • O que eu preciso fazer para vender para a sua empresa?
  • Você pagaria 100 por este produto?
  • Estou fazendo este preço para um teste. Depois voltamos a negociar, ok?
  • Você está pensando comprar da gente este ano, não está? Pois, dependendo do pedido posso dar um desconto maior.

10. Não deixe o cliente perceber que você está desesperado para vender.

Muitos vendedores, acreditando que conseguirão sensibilizar os clientes, utilizam táticas que apelam para a emoção. Esse método pode funcionar uma vez ou outra, mas você não deve confiar na boa vontade de todo cliente. A grande maioria vai usar essa sua franqueza como fraqueza para tirar de você tudo que puderem. Afinal “business is business”, você não acha? Então evite frases como:

  • Você precisa me ajudar;
  • Preciso fechar a minha quota ainda hoje;
  • Só tenho esta semana para fechar a quota do trimestre;
  • Se você aumentar o pedido em 10% saio daqui com a quota do mês fechada;
  • Se eu sair daqui sem o pedido fechado o meu gerente vai me matar;
  • Sou novo nesta região e preciso da sua ajuda para me firmar;
  • Você precisa me ajudar a ganhar o leite das crianças.

Lições do Vendedor 2.0: Apresentação.

Dando continuidade à série de etapas da venda, de acordo com o Webseminário “Como se Transformar em um Vendedor 2.0”, hoje vamos falar sobre apresentação. Essa, disparada de todas é a parte que eu mais gosto. Mostrar a sua empresa para um cliente de um jeito que ele sinta a mesma paixão que você é uma OBRIGAÇÃO de todo vendedor.

A apresentação de vendas se consiste em três coisas: apresentar CREDENCIAIS; PROVOCAR o cliente; e pedir a venda com HUMILDADE. Uma boa apresentação de vendas, além de ser diferente e empolgante precisar unir essas três características.

Mostrar CREDENCIAIS significa dizer qual o trabalho você tem feito, quais empresas você tem AJUDADO, quais pessoas se beneficiaram com o seu negócio. Dizer no seu discurso de trinta segundos as credenciais de sua empresa e como vocês têm agido para ajudar as pessoas.

PROVOCAR o cliente é estudar a realidade dele e conhecer os PROBLEMAS que ele nem sabe que tem. Mostrar que estudou a realidade e que chegou a conclusão que ele precisa DISSO, DAQUILO e DAQUILO, por causa de TAIS evidências. E depois da constatação e dos motivos que te levam a acreditar nisso, mostrar a solução para o problema que você acredita que a empresa está vivendo.

MAS, não adianta só apresentar a solução para um PROVÁVEL problema, é preciso ouvir o feedback do cliente com HUMILDADE, pedir a venda. Você acha que esse realmente é o seu problema, acha que essa solução pode resolver esse problema. E aí, o que você ACHA? Aqui é a hora do cliente FALAR. Mais do que dizer coisas certas, o Vendedor 2.0, deve saber OUVIR mais do que ninguém. E no final, a pergunta que inicia o fechamento, você GOSTARIA que nós ajudássemos você e a sua empresa? Pronto, mais um espaço para o cliente FALAR. Vendas é DIÁLOGO,  a missão do vendedor é fazer as PERGUNTAS CERTAS para que ele (o diálogo) aconteça sem RUÍDOS.

FUJA DE FOLHETOS. A apresentação da empresa deve ser ÚNICA. Profissionais de compras não gostam, não suportam, ODEIAM, vendedores folhetos falante, que só sabe falar sobre característica do produto, que só falam sobre atributos do produto e sobre PREÇO. NUNCA faça isso, a não ser que você queira perder um cliente.

Eu odeio osconsultores de negóciosque tentam ser meus amigos… Eu não suporto quando eu tenho que ensinar a eles o que é o meu negócioNão existe nada mais chato queconsultorfolhetofalanteque adora esmiuçar as qualidades dos seus produtos e serviços”.

Esclarecendo sobre a APRESENTAÇÃO, vamos às ferramentas TECNOLÓGICAS que podem judá-lo a PROVOCAR com HUMILDADE o cliente. Jamais esqueça essas palavras, PROVOCAÇÃO e HUMILDADE, elas são o princípio das apresentações.

Folhetos já não fazem mais sucesso. Definitivamente, as pessoas fogem de folhetos na rua. A NÃO SER, que seja uma oferta realmente tentadora, o que via de regra não acontece. A idéia aqui é substituir folhetos comuns por apresentações de venda 1-a-1.

1. YouTube. O YouTube será a televisão do futuro. Se não for ele, será alguma evolução dessa espécie. Quando ele chegou, era apenas um canal para jovens brincar e mandarem vídeos non sense sobre as suas vidas, MAS, hoje grandes empresas utilizam essa canal de vídeo para divulgarem campanhas e mostrar a empresa. O YouTube é o preferido para o Marketing Viral. A razão? Estar na rede, a um clique de toda e qualquer pessoa com uma conexão razoável. Por isso, apresentar PRODUTOS nele pode ser um grande trunfo para a sua empresa. Um vídeo de três minutos é muito mais inteligível do que uma longa proposta técnica, ou páginas de especificações e benefícios. Além de tudo, vídeo é mais pessoal, mais íntimo. Você vê a pessoa que está te apresentando e conhece o produto com detalhes. Isso te permite criar uma relação muito mais próxima do que folhas impressas de propostas  e dossiês. PENSE NISSO. Vídeos podem aproximar as pessoas.

2. Slides. As pessoas já estão acostumadas, e até CANSADAS de receber propostas iguais. Se você irá reunir com o cliente, NÃO LEVE PAPEL. Leve apenas o notebook, e faça uma pequena apresentação. Utilize os slides para além de propor e mostrar o produto, falar sobre a EMPRESA, não a sua, a do cliente. Fale sobre a empresa, os problemas da empresa, e no FINAL mostre o seu produto que PROMETE solucionar o PROBLEMA. É muito mais prático, dinâmico, saudável e produtivo do que ficar discutindo folhas de papel. No final da apresentação, se quiser, aí sim dê a ele uma pequena proposta diferente sobre o que vocês conversaram. Às vezes, será preciso discutí-la com mais alguém, ou o cliente precisará levá-la para o financeiro comprovar a compra. Tenha um proposta não-comum sempre em mãos. Afinal, mesmo no editor de texto é possível se diferenciar. Se for usá-lo, lembre disso.

Vendedores DIFERENTES, fazem apresentações DIFERENTES!! Fuja do convencional!! Essa é a grande lição sobre APRESENTAÇÃO.

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