CINEBusiness, o Retorno.

No final de 2009, eu e alguns companheiros iniciamos um projeto audacioso: ensinar, através do cinema, lições de empreendedorismo. Sim, através de filmes, de seriados lições além das belas histórias que vemos na telinha. O projeto teve início e, ficou um tempo adormecido mas, voltou com força total.

Depois de um ano parado, voltamos ainda maior e melhor do que antes. O que antes era um blog hospedado no WordPress virou um blog profissional, hospedado em um domínio próprio. O agora www.cinebusiness.blog.br nasceu mais forte e com mais colaboradores. Com mais publicações, mais profissional e cheio de artigos provocativos o CINEBusiness renasce para colocar uma pulga atrás da orelha de todo mundo e, ensinar o empreendedorismo de uma maneira que ninguém ensina.

Portanto, acessem e acompanhem o CINEBusiness, curta a nossa página no Facebook e, fique alerta às nossas novidades porque, tá tudo apenas começando. Clique na imagem abaixo e deguste o que o CINEBusiness tem a oferecer: provocações, reflexões e muitas perguntas.

1.000 Ideias Empreendedoras.

O Ricardo Jordão, da BizRevoltion, publicou em Maio um post feito com mil twittadas sobre empreendedorismo. Eu peguei o post e fiz uma pequenina presentation com elas. Aí está ela, divulguem!

1000 Idéias Empreendedoras?

Você tá louco?

Eu sou louco!

A melhor coisa que você pode fazer pelo mundo é empreender.

Empreender é sobre resolver problemas para salvar o mundo, o país, o estado, a cidade, o bairro, a sua rua, a sua família.

Empreender é sobre mexer com o status quo das coisas, tirar as pessoas da zona do conforto, incomodar o sistema, implodir as coisas de dentro para fora, ou melhor ainda, tornar o sistema obsoleto.

Se fôssemos esperar pelo Correios do Brasil inventar o e-mail, vocês nunca teriam me conhecido; se fôssemos esperar as Páginas Amarelas lançar o Google, nunca teria surgido o Google Maps.

Daqui há pouco você vai se levantar da cadeira, se direcionar até a privada mais próxima da sua mesa, baixar as calças e fazer cocô em cima de água potável. Daqui 20 anos os seus netos vão te questionar porque você não fez nada para mudar isso.

Você não fez nada para mudar isso porque você não entende nada de saneamento básico, água potável, esgoto, whatever.

Por outro lado, você entende muito do seu dia-a-dia, da empresa em que você trabalha, e tem consciência da necessidade de mudar algumas coisas.

Se você tem consciência da existência de um determinado problema, você precisa fazer alguma coisa a respeito.

Em homenagem a Semana Global do Empreendedorismo que está rolando nesse momento, eu preparei uma lista “rápida” de 1000 Idéias Empreendedoras para estimular o seu espírio empreendedor.

Eu acredito de coração que você consegue colocar essas idéias em prática se tiver boa vontade e atitude para fazê-lo.

Escolha as idéias que tocam o seu coração, e use o cérebro para fazer acontecer.

Conheça agora a relação das 1000 idéias empreendedoras, e fique ligado no site da BIZ porque nos próximos 200 dias você vai conferir 1000 posts sobre cada uma dessas idéias.

Nos Contos de Fadas…

Quanto mais eu paro pra observar o comportamento das pessoas eu chego à conclusões ÓBVIAS, mas desmotivadoras. E, quando eu digo comportamento, estou falando sobre gestos, forma de falar, conversas, e a forma de se comportar: tom de voz, gírias e etc.

E o comportamento das pessoas justificam o seu sucesso, ou o seu fracasso. Ou ambos. Apenas isso. É o comportamento de um indivíduo que vai determinar o seu presente e o seu futuro. O comportamento, os hábitos e as opiniões moldam o jeito de ser da pessoa. Não há segredos, fórmulas de sucesso, ou milagres de marketing na vida e nos negócios. Não há contos de fadas, não há mundo das maravilhas e não há cor. Purpurina e confete são coisas que SIMPLESMENTE não existem quando o assunto é business e carreira.

O SEBRAE e os outros “s” apontam que o principal motivo pelo qual as empresas falem é a falta de preparo, a falta de conhecimento específico e a falta de estudo. MAS, não há conhecimento, não há estudo, comprometimento, conhecimento nem força-de-vontade que sobreviva aos comportamentos.

O que fale as empresas não são a falta, mas sim o excesso. O que acaba com as empresas não é o que o empreendedor faz as coisas, mas sim o COMO ele as faz.

O segredo está nos hábitos, no modus operandi, e não nos livros, nas estatísticas e nos cursos. O que acaba com uma empresa? Empreendedor que se comporta como funcionário de chefia, e não como RESPONSÁVEL pelo negócio.

A diferença?

O empreendedor não pode, não deve, em hipótese alguma, permitir que seus hábitos fujam do normal. Se, em um primeiro momento, a ideia de ter um negócio, empreender do zero e engatinhar  der certo, em um outro momento, ele não pode achar que, porque a coisa está começando a acontecer que ele pode abandonar o barco e apenas viver com a renda que o negócio da pra ele.

O que acaba com as empresas é quando o cara que era pra tocar o negócio até a morte abandona o barco, e vai apenas gastando o dinheiro, vai apenas curtindo a vida, vai apenas usando a pose de empreendedor, sem querer colocar a mão na massa. É nessa hora, quando a pessoa não quer mais trabalhar e começa a contratar um monte de funcionários, quando ele quer apenas usufruir, quando ele para de pensar sobre o negócio, quando ele para de viver o negócio, que as coisas começam a dar errado.

E, em inúmeros casos isso acontece ANTES de um ano. E aí estão as estatísticas.

Casos não faltam pra comprovar essa situação e mostrar que ela é verdade.

Antônio tinha um trailler na cidade e, estava bombando de vender os seus lanches. O público jovem curtia demais o visual do local e gostava de um lanche específico, que vendia demais. As coisas estavam ótimas, quando a fiscalização começou a proibir que Antônio colocasse o seu trailler na mesma praça, todos os dias. Sabendo que, uma hora seria impossível continuar com a sua rotina de trabalho, Antônio teve a ideia de abrir uma loja fast food, para poder continuar vendendo o seus lanches e agradar todo mundo.

Entre procurar o local e fazer a reforma se foram quase três meses. Depois de pronto, Antônio vendeu o seu trailler e usou os equipamentos pra equipar a loja. Montada, abriu em um excelente ponto comercial, próximo a escolas e supermercados e padarias e, começou a faturar mais do que vinha ganhando.

Foi quando a correria do trabalho forçou a ele contratar uma funcionária. Até então, Antônio trabalhava apenas junto com sua esposa e, o surpreendente movimento fez com que duas pessoas fossem pouco para dividir o trabalho de fazer os lanches, etregar os pedidos pelo telefone e atender os clientes. Uma funcionária era o que Antônio mais precisava.

E Antônio contratou uma funcionária, que a princípio apenas montava os lanches. Com o tempo, Antônio foi se acomodando e, a sua jovem funcionária ficara responsável por tudo. Antônio agora apenas fazia as entregas de motocicleta e, sua esposa apenas atendia algum cliente quando o local estava cheio. Em outros momentos, Antônio, quando não estava entregando lanches, estava lendo, batendo papo, e não trabalhava.

E começou a não abrir alguns dias. Abria apenas nos dias de mais movimento, ao invés de investir na divulgação e na sua marca, preferia ficar fechado. E com isso, o faturamento foi diminuindo. Por não saber quais dias o local ficava aberto, os clientes desistiam de ligar e ir até lá para não arriscarem dar com a cara na porta – literalmente.

E como o faturamento vinha emagrecendo, Antônio decidiu aumentar o preço do lanche. E diminuir alguns ingredientes. Uma pena.

O lanche foi ficando ruim. E sem dinheiro pra fazer novas compras, tinha que adaptar na hora de montar o lanche. O que fazia o negócio ficar pior ainda. Nesse pouco tempo, a sua funcionária desistiu de trabalhar, porque estava sobrecarregada e, Antônio que vivia apenas na sombra, gastando o pouco dinheiro que ainda entrava, teve que voltar de volta ao balcão, o que o deixou desmotivado, pois queria apenas gastar o dinheiro que entrava.

Assim, resolveu abrir apenas aos finais de semana e, com isso, a clientela foi diminuindo, foi faltando dinheiro pro aluguel e a coisa foi ficando feia. Já sem vontade de seguir em frente, Antônio resolveu fechar, já que não tinha dinheiro suficiente para as despesas.

E assim, mais uma empresa entra para as estatísticas de fechar no primeiro ano. E, para embasar a teoria de que o comportamento é o que decide o sucesso do empreendimento, o hábito de Antônio passar de empreendedor para DONO do negócio, fez com que a coisa afundasse. Apenas com muito comprometimento, suor, esforço e perseverança é que a coisa da certo. Acomodar e, curtir a sensação de ser patrão é perda de tempo, além de ser alienação.

Esse comportamento, além de afastar os clientes do empreendedor, o que é muito ruim, uma vez que não mais será possível o contato direto entre o dono e o cliente, tão importante para medirmos o índice de comportamento e satisfação, acaba criando uma hierarquia dentro da empresa que faz o empreendimento não dar certo. O chefe, o dono, apenas cuida e gasta o dinheiro. O funcionário, trabalha duro e ainda tem que ouvir pressão do chefe. Enquanto isso, tem, o funcionário, que ser o defensor do cliente, escutá-lo e estar atento a todos os sinais.

MAS, de quem mesmo é a obrigação pelo sucesso da empresa? Quem é o cara que tem que colocar a mão na massa e ter todos os dados e estatísticas na mão? Mais importante numa empresa são as pessoas e as estatísticas. O caixa, o dinheiro e as o que foi vendido fica pra depois. Mais valioso do que saber quanto vendemos é saber se estamos vendendo mais, o que fizemos que fez com que as vendas aumentaram, o porque das vendas terem caído, o POR QUE, o porque, o POR QUÊ! Mais importante do que o  QUANTO vendemos é preciso saber PORQUE vendemos.

E se não o empreendedor, quem melhor pra cuidar de um filho, de um empreendimento.

O comportamento é crucial para o sucesso de um negócio. Pelo comportamento, podemos saber se o negócio é correto, é ético, se vai dar certo, ou se vai fechar no primeiro ano.

Anderson trabalhou alguns anos antes de decidir ter o seu próprio negócio. Alguns anos de experiência em vendas de TI, foi o motivo para, quando um amigo saiu da empresa que trabalharam fundarem a Infotel, uma empresa de serviços de TI voltada a segurança da informação e micro e pequenas empresas. A rescisão do sócio de Anderson, foi toda investida no negócio, além de um dinheiro que Anderson tinha guardado, pouca coisa, mas que somada ao de seu sócio foi suficiente par alugarem uma sala e começarem a ir pra cima dos clientes.

Como o sócio de Anderson tinha o conhecimento técnico e Anderson tinha o conhecimento comercial, Anderson começou a falar com os seus clientes e o seu sócio começou a ir nos locais que costumava atender antigamente.

Juntos, conseguiram os maiores clientes da empresa onde trabalharam. Junto a isso, somou-se um trabalho bem feito e pontual, o que não acontecia na empresa que trabalhavam. Tudo estava correndo bem, até que o dinheiro começou a não ser dividido igualmente. Anderson estava comprando carro novo, enquanto seu sócio ganhava pouco mais do que um salário mínimo.

Questionado, Anderson disse que eram algumas economias e, quando repartiam o dinheiro, os dois ficavam com a mesma parte. O que o sócio de Anderson não sabia era que Anderson tinha um caixa dois e estava desviando dinheiro da empresa. Muito decepcionado e, em um acesso de raiva, a sociedade foi desfeita, e o sócio de Anderson saiu sem nada.

Pro lugar de seu sócio, Anderson contratou dois funcionários com um salário de estagiário. Infelizmente, por falta de ética, olho grande e safadeza, uma sociedade que tinha tudo pra dar certo foi pelos ares.

Hoje, Anderson está no terceiro financiamento de carro zero kilometro. Em compensação, a sua empresa perde clientes como nunca e o faturamento está caindo. Se as coisas não mudarem, eles não duram até o final de 2010.

Porque? Porque o comportamento ladrão de Anderson desfez uma sociedade. Porque o egoísmo de Anderson pelo luxo, pelo dinheiro acabou com uma coisa que não era só dele. Porque a imagem subiu a cabeça de Anderson.

Resultado? Mais uma empresa que vai entrar pra estatística dos cinco anos. Vai fechar antes de completar cinco anos. Pela ganância, pela imagem, pela ostentação. Esses são os motivos que matam todas as empresas: a conduta, o comportamento.

Oscar saiu de seu emprego porque não era valorizado. Dono de um enorme conhecimento técnico em TI e com inúmeros contatos, a sua empresa não o valorizava.

Ao sair, pegou um dinheiro que tinha guardado e abriu uma revenda de TI voltada à serviços e automação comercial. Alugou um ponto barato em um local onde pudesse pagar o aluguel por um ano adiantado.

Começou pequeno. Tinha a lista de fornecedores de onde trabalhava. Começou a conversar com eles. Uma representação aqui, um contato ali, começou a vender uma impressora aqui, um cartucho ali e, foi conseguindo se firmar.

No horário em que não estava trabalhando, sua esposa ficava no telefone, no atendimento e na limpeza. Oscar contratou dois ajudantes. Um pra ficar nas vendas e no estoque, outro pra ficar de ajudante na execução dos serviços junto com ele.

Não era o mais barato. Mas tinha prazo, tinha boas marcas e tinha uma boa forma de negociar. No meio do caminho precisou vender seu carro zero pra investir na empresa. Vendeu o carro, e como não podia andar a pé, não podia ficar sem carro para realizar os serviços, pegou um vinte anos mais velho. Pegou um mais velho, para não ficar a pé, e pra ter onde levar os equipamentos, mas continuou trabalhando e contactando clientes todos os dias.

Foi vencendo aos poucos. Contratou mais um ajudante e, agora conta com duas equipes de funcionários – incluindo ele – para a realização dos serviços.

Há cerca de um mês, fechou o contrato em um condomínio de prédios comerciais de aproximadamente duzentos e sessenta câmeras de vigilância. E, com muito esforço e noites sem dormir, continua crescendo, em ritmo firme e bem pensado.

O empreendedor é o pai da criança. É o responsável por ela e, por isso, não pode largá-la de mão. Seu envolvimento é obrigatório, necessário e crucial para o sucesso do negócio. Sem um comportamento firme de trabalho e a consciência de que ele é o responsável pelo sucesso, ou pelo fracasso do negócio, nada vai pra frente.

Não é conhecimento que faz diferença nas empresas. É o comportamento, o hábito e a conduta que o empreendedor tem. São esses três fatores que vão determinar se o cara é empreendedor, ou se ele é só dono. E é isso que vai dizer se o negócio da certo ou vai pro lixo, em um cinco ou dez anos.

Somente nos contos-de-fadas é que acontecem mágicas e sapos viram príncipes encantados. Na vida real, tudo pode ser resumido em suor, sangue e dedicação. Ou seja, comportamento.

Ah! Faltou dizer se as histórias são reais??! SIM elas são. Todas elas.

05 Mitos que Podem Matar uma Startup.

Uma empresa startup em seu início é totalmente dependente do suor e da disposição de seus parceiros. Se você pensa que basta ter uma boa equipe, está totalmente enganado. É preciso mais.

Bem mais. Isso porque, funcionários de uma startup tem que ser empreendedores. Se eles acharem que são apenas mais um funcionário, a coisa não vai dar certo. Se o cara não achar que a empresa também é dele, que se na véspera de entregar um trabalho, e ele não estiver pronto, o prazo pode ser prorrogado, que ele é apenas mais um e, não se sentir um pouco dono do negócio, a coisa não vira.

Trabalhar em uma startup é ter a oportunidade de ter uma participação na criação de alguma coisa. Uma coisa que vai ser um pouquinho sua porque você vai ajudar a construir. E, se der certo, obviamente, você terá uma pequena participação na coisa toda.

Por isso, empreendedores em uma startup precisam de funcionários empreendedores. Caso contrário a coisa não vira.

Pessoas, garra, força de vontade e, muita disposição pra dar errado, dar a volta por cima e criar tudo do zero novamente. Essas são apenas algumas coisas que podem fazer uma empresa dar certo.

Mas… existem algumas verdades absolutas que são absolutamente mitos em uma startup. E essas verdades, se seguidas podem simplesmente atrapalhar tudo. Se você está em uma startup, preste atenção e veja se você não está se auto sabotando.

Mito 1: É preciso contratar pessoas inteligentes e deixá-los fazer o seu trabalho.

Verdade: É preciso contratar ESTRELAS e deixá-los fazer a sua magia.

A inteligência é importante, mas apenas na medida em que contribui com o desempenho e execução. Você precisa de pessoas dispostas e capazes de trabalhar como parte de uma equipe, e às vezes contribuições individuais superiores podem afetar negativamente o desempenho da equipe.Você deve eliminar todos os idiotas brilhantes de sua equipe. O fato de que a inteligência sozinha não é suficiente é uma grande verdade quando o assunto é liderança.

Mito 2: O negócio é sobre uma grande ideia.

Verdade: O negócio é sobre o seu cliente.

Muitos aspirantes a empresários estão esperando para inovar com uma ideia matadora que lhe dê fama e reconhecimento. A realidade é que as ideias valem tanto quanto uma moeda de dez centavos. É muito mais fácil preencher uma lacuna com o seu produto, do que convencer as pessoas de que eles precisam do que você tem. Em outras palavras, negócios é sobre clientes. Comece testando o seu produto para obter feedback de usuários reais.

Mito 3: O conflito é mau.

Verdade: O conflito afetivo é mau; O conflito cognitivo é bom.

Alguns conflitos são bons e alguns conflitos são ruins. Cognitivo, ou conflito bom, ajuda as empresas a eliminar o pensamento de grupo e abrir possibilidades estratégicas. Isso porque o conflito cognitivo é caracterizado por debates saudáveis sobre “o que” fazer e “porquê” de fazê-lo, e assim, gera múltiplas escolhas estratégicas que permite avaliar as opções. Também nos ajuda a pensar de forma mais clara e ampla sobre a nossa concorrência. E do ponto de vista biológico, estimula o sistema nervoso parassimpático, criando um estado emocional positivo que, por sua vez sobrecarrega o nosso cérebro. Na verdade, o conflito cognitivo foi mostrado para aumentar o desempenho.

Conflito ruim é às vezes chamado “conflito afetivo”, e é geralmente baseada em funções, uma vez que consiste em discussões acaloradas sobre o “como” fazer alguma coisa ou “quem” deve estar no controle de fazê-lo. Ao contrário do conflito bom, acaba por destruir o moral eo desempenho da empresa diminui.

Mito 4: Negócios é sobre trabalho duro; Não esperamos ter uma vida.

Verdade: Negócios é sobre resultados. Você precisa de uma vida.

Algumas empresas têm uma cultura infeliz de trabalho duro. Quando as coisas ficam difíceis, as pessoas trabalham mais duro. Quando as coisas são boas, as pessoas trabalham mais ainda para tentar manter os “bons tempos “.

O mais importante é a eficácia do empregado. Certamente você quer que as pessoas que sejam inteligentes o suficiente para começar o trabalho feito e que trabalhe duro o suficiente para cumprir a missão. Esta capacidade de iniciar uma empresa e ter uma vida não é só para as empresas do estilo de vida, tem que ser para todas as startups.

Mito 5: É tudo uma batalha difícil Até que um dia, tudo da certo.

Verdade: É tudo uma montanha-russa.

Muitos aspirantes a empresários foram levados a crer que a trajetória de uma startup envolve o trabalho realmente duro, até que construir um produto perfeito e, depois disso, tudo será mil maravilhas. A realidade é business é um passeio de montanha-russa, com altos e baixos que raramente vamos para cima.

Empreendedores e Loucos!

O que torna um vendedor melhor do que o outro e uma pequena empresa melhor do que a outra? As VENDAS. São vendas que separam o Wall-Mart no topo da cadeia do varejo no mundo de um mercado. São as vendas que diferenciam vendedores de tiradores de pedidos. VENDAS. Não há segredo, não há milagres. Apenas muito esforço e vendas. Da mesma maneira em que as vendas fazem a diferença entre vendedores e empresas, as VENDAS são o diferencial de qualquer micro e pequena empresa.

Uma empresa pequena, um micro empresário, um negócio que está iniciando precisa loucamente de vendas. LOUCAMENTE. As vendas são imprescindíveis, porque, sem elas, a conta NÃO VAI FECHAR no final do mês. E porque algumas empresas, alguns vendedores, alguns empreendedores conseguem vender, e outros não conseguem?

A conta é simples. E a resposta está no esforço. O melhor vendedor vende mais porque, TRABALHA MAIS.

Empreendedores de verdade são vendedores. Eles sabem que sem vendas, tudo acaba e, por isso, são os melhores e maiores vendedores que o seu negócio pode ter. SIM. Empreendedores promovem, vendem e falam de suas empresas. Empreendedores divulgam e falam com as pessoas sobre seus negócios com entusiasmo, com felicidade. Empreendedores vendem ideias, vendem qualidade, vendem a empresa e o produto, porque, acima de tudo, são completamente APAIXONADOS pelo que estão fazendo.

Os empreendedores sabem que, sem clientes, não há vendas e, por isso vai pra cima dos clientes, fazendo o que for preciso para ajudar nas vendas, para ajudar na produtividade e na lucratividade. Empreendedores-vendedores estão dispostos a fazer o que for preciso pra melhorar o negócio. Por isso, trabalham em todas as frentes. Faxinam, atendem ao telefone, entregam panfletos, conversam com as pessoas, fazem contatos, fazem telefonemas, são incansáveis. E colocam totalmente a mão na massa. Isso porque, não adianta ter o melhor produto, ter a melhor opção se você não VENDER.

Empreendedores sabem que, se você não tiver vendendo, você está perdendo. Sabem também que, produto sem vender é dinheiro perdido. A verdade é que, o empreendedor sabe que, se não produzir e, não conseguir fazer com que os produtos girem, vai à falência.

Ok. Mas empreendedores não são entidades divinas. Eles têm de fazer escolhas. Precisa escolher empreender, e jogar tudo pro alto, trabalhar pela sua causa fazendo o que for preciso, ou se vai preferir as regalias de ser um empregado e trabalhar apenas de Segunda à Sexta. Empreendedores sabem que, quando se trabalha em algo que é seu, em algo que está iniciando, detalhes são importantíssimos, e todo tempo é dinheiro.

Empreendedores sabem que, se não fizer agora, amanhã pode ser tarde. Por isso, faz sempre o melhor que possível toda hora porque, no minuto seguinte pode ser tarde demais. FAZER, FAZER, FAZER. É tudo que um empreendedor quer. Ninguém melhor do que ele para imaginar coisas, bolar planos, traçar metas e objetivos e PENSAR, PENSAR e PENSAR, como fazer o negócio crescer, como fazer as vendas aumentarem, como atrair mais clientes.

Perguntas como “COMO” e “E SE”, são as únicas companheiras de um empreendedor. E habitado por perguntas assim e,  pela paixão por seu negócio, empreendedores são sozinhos. Apenas ideias, pensamentos, reflexões e, muito a fazer.

Sem querer, empreendedores vão afastando as pessoas. Vão afastando familiares e esposas, amigos e parentes, porque, para uns são loucos, por terem o FOCO no seu negócio. Para outros, o fato de trabalhar mais do que relógio incomoda, porque acham que finais de semana são indispensáveis. Muitas vezes, não sabem nada sobre empreendedorismo e, acreditam que um negócio pode andar SOZINHO, sem o mínimo de esforço.

Só que não é assim que a banda toca. Nada acontece sozinho. Negócio nenhum cresce sem esforço. E infelizmente, algumas pessoas simplesmente vão demorar muito tempo até entenderem que, empreender é construir uma história. E uma história, se constrói tijolo por tijolo, pedra por pedra. Diariamente, apenas esforço, dúvidas, problemas e paixão.

Um empreendimento não é apenas um monte de coisas dentro de um lugar. É também uma ideia, é também um sonho, é também uma pequena história se iniciando. Empreendedores são escritores que, substituem o papel e a caneta pelo FAZEJAMENTO. Empreendedores escrevem a sua história fazendo, construindo, realizando. Errando, e acertando. Acertando muito mais pra não perder. MAIS, acima de tudo, arriscando. Porque é o risco que faz o sangue correr nas veias. E é a emoção de criar alguma coisa, o combustível que move o empreendedor para construir muito mais do que empresas, e por isso, a necessidade, a vontade, o compromisso de estar SEMPRE VENDENDO, sempre CRIANDO, sempre EMPREENDENDO.

Empreendedorismo é um pequeno jogo. Um jogo onde muitas vezes, para quem está de fora, as regras são esquisitas, e difíceis de entender. Isso porque, pra entrar no jogo, tem que ter cabeça aberta, tem que ser maluco, tem que esquecer as regras do dia-a-dia, tem que explodir com a rotina.

Só assim pra entender o empreendedorismo. Caso contrário, empreendedores continuaram sendo um pouco loucos, imcompreensíveis e EXAGERADOS.

Ainda bem! Vida longa aos exagerados…

Quando a Paixão Acaba.

Um casamento sem paixão acaba. Mesmo que ainda exista amor, é o fogo da paixão que mantêm os noivos unidos e o relacionamento aceso. Um relacionamento sem paixão, apenas com amor MORRE. Morre porque o amor é um sentimento fraternal, sem desejos, sem libidos. Casamento sem paixão transforma noivos, maridos e esposas em irmãos. Paixão é um sentimento fraterno, é um sentimento sem fogo, sem raiva, meio morno. Bonito, mas totalmente desprezível.

Por que? Porque é a paixão a responsável por nos fazer acordar no meio da noite pensando na pessoa. Ou, de não conseguirmos dormir pensando no que vamos falar pra pessoa no dia seguinte, ou se vamos conseguir fazer com que tudo aquilo que planejamos aconteça.

O amor é o êxtase, é a obsessão e, muitos acham que é doença, porque, uma pessoa apaixonada, não descansa, não enjoa, não muda de ideia, não desiste. Uma pessoa apaixonada é obcecada e luta até conseguir. É um cachorro que, não larga o osso e, por isso, está sempre a postos pra cuidar do seu território.

A paixão é o combustível dos relacionamentos. Amor sem paixão é apego.

O que acontece quando a paixão acaba? As coisas ficam monótonas, chatas, sem novidades, sem promessas, sem perspectivas, sem futuro, se tornam uma obrigação. E aí, a coisa anda para o precipício, para o fim. Mesmo que se tenha algum apego (que pode ser um misto de costume e de pena), as coisas começam a cambalear. Um casamento, quando a paixão acaba, fica sem diálogo, fica solitário, fica insuportável.

Um empreendedor e uma empresa são um casamento. E, como tal, precisa ter paixão, obsessão, vontade e, muito tesão. Sem isso, a paixão vira apego, vira hábito, fica chato e MORRE.

E é justamente isso que acontece com um empreendedor quando a sua empresa torna-se uma obrigação. Acabou a paixão e, as coisas vão perdendo o sentido, a razão de ser e vai morrendo aos poucos. Eu, infelizmente, já tive a oportunidade em ver um casamento desses no fim. Quando o negócio acabava se tornando uma obrigação; quando o negócio acabava se tornando chato; quando o negócio, que um dia foi sua grande paixão, acaba se transformando em um simples emprego.

A pessoa perde a personalidade. Além disso, é perceptível que, o negócio mais incomoda do que agrada. Torna-se uma obrigação e, como tal, sem prazer e, acaba ficando muito chato. No final, só restam horários a cumprir. E aí, as coisas começam a ficar muito ruins.

A minha experiência com isso deixou muito aprendizado. Ver uma pessoa que era pra ser a mais empolgada com o negócio apática não é nada legal. Ver uma pessoa que criou um negócio olhar para ele sem o mínimo de tesão é horrível. Ver um empreendedor se esconder atrás de tarefas ridículas é triste. E o pior. A coisa fica clara. A coisa aparece pra todo mundo. A coisa está na cara. Todos percebem que está chato.

E aí é que vem as reuniões. Diariamente, várias ao dia. Pra que? Pra acompanhar o andamento das coisas, que antigamente eram sabidas de cór e salteado. E, muitas vezes, essas reuniões duram alguns dias. E as respostas não chegam. E as pessoas ficam sem saber pra onde ir. E o empreendedor, se mostra tão perdido quanto todo mundo.

É aí que sugerem férias. Sugerem se afastar. Sugerem descanso. Sugerem isso pra ver se a paixão volta. É como a famosa “segunda lua de mel”. E as coisas só pioram. Nas férias, o empreendedor quer cada dia mais, continuar de férias e, volta pior ainda. Mais desanimado, mais desiludido, mais insatisfeito. Pior, do que funcionário mal reconhecido. E o problema aqui é que um funcionário pede demissão, é demitido e começa outra jornada. E o empreendedor desiludido, desanimado, faz o que?

SOFRE. Sofre quando o certo a fazer é CAIR FORA. Assim como no casamento, a melhor alternativa é o divórcio, nos negócios a melhor alternativa é PARTIR PRA OUTRA. Partir pra um projeto que faça novamente a paixão nascer. Faça novamente o prazer florescer. Somente o calor da paixão é forte o suficiente pra trazer a animação, a epolgação, o brilho nos olhos e a força de volta.

Quando o prazer torna-se uma obrigação, o melhor a fazer é partir pra um novo projeto. Partir pra uma nova oportunidade. Empreender do zero, novamente. Criar mais, arriscar mais e voltar ao jogo. Um empreendedor preso em uma empresa por obrigação mata o espírito empreendedor que possui.

Projetos são como a vida. Nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. O segredo é sair enquanto se estar prestes a morrer, e não deixar o corpo apodrecendo e tentar ressucitá-lo, sem nenhuma chance ou alternativa.

Saiba sair de um negócio, se preciso, antes que seja tarde demais. Se sentir que a paixão tá perdendo o apego e tá virando obrigação, vire a mesa e parte pra próxima.

Saiba aproveitar oportunidades e, saiba quando abandonar o barco e, partir pra próxima. Paixão e TESÃO devem ser o motor do empreendedor. Nunca a obrigação e o marasmo devem tomar conta de ninguém. Caso isso aconteça, não pense duas vezes entre a chatice e a emoção.

Somente a paixão e a emoção faz o sangue correr nas veias e proporciona o frio na barriga.

O Empreendedorismo Não é Nada Sem Resiliência.

O melhor amigo do empreendedorismo é a resiliência. Nem tudo é festa quando o assunto é empreendedorismo e, muitas vezes, perguntas vazias habitam a mente de um empreendedor. Dúvidas, questões e perguntas que, muitas vezes NUNCA têm respostas habitam a mente de qualquer empreendedor.

Porque ontem vendeu mais do que hoje? Será que fizemos certo ao abrir este negócio? Onde tudo isso vai dar? Será que as previsões que fizemos e nossos objetivos serão atendidos? Ainda é tempo de voltar atrás? O que fazer pra aumentar as vendas? Como promover o meu negócio?

Quanto maior o conhecimento empreendedor, mais dúvidas habitam a mente de um empresário. E isso acontece com todo bom empreendedor. Empresário que não tem dúvidas, que não tem preocupações, que não é habitado por interrogações em sua cabeça não é empreendedor de verdade.

A verdade é que não conseguimos controlar fatos que ficam fora de nosso domínio. Não podemos obrigar cliente a comprar; não podemos obrigar-nos a fazer milagres e vender muito todo dia; não podemos desanimar quando as coisas fogem do controle; não podemos desanimar quando as coisas não são satisfatórias.

Não há milagres nos negócios. Não há regras. Não há verdades absolutas. Quando a teoria vai pra prática, TODOS os livros são rasgados e, o que vale é o jogo de cintura, é a observação, é a perseverança e, o mais importante, a resiliência. É ela, e somente ela, a responsável por manter a cabeça do empreendedor erguida. Por fazê-lo criar cada vez mais perguntas e, buscar incessantemente pelas respostas.

É a resiliência, o primeiro comportamento empreendedor. Mas o que diabos significa RESILIÊNCIA? Segundo a Wikipedia,

Resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

É medida em percentual da energia devolvida após a deformação. Onde 0% indica que o material sofre deformações exclusivamente plásticas (plasticidade) e 100% exclusivamente elásticas (elasticidade) .

O cientista inglês Thomas Young foi um dos primeiros a usar o termo. Tudo aconteceu quando estudava a relação entre a tensão e a deformação de barras metálicas, em 1807. Resiliência para a física é, portanto, a capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido tensão.

SIM. Resiliência é um termo da física, adaptado para os negócios porque um líder, um empreendedor, DEVE ser capaz de se manter, mesmo se submetido à ruptura, ao estresse. Resiliência é a capacidade de se manter intacto, de se manter firme, de se manter forte e sem se quebrar, mesmo diante das maiores pressões, das maiores dúvidas, dos maiores problemas, dos maiores dilemas.

É a certeza de que o trabalho está sendo feito corretamente, que está progredindo, que está firme nos princípios e propósitos de seu negócio. Sem a resiliência, as dúvidas dão lugar ao pessimismo e tudo é motivo pra achar que as coisas vão dar errado, que o negócio não vai pra frente, que a maré não tá pra peixe, e que tudo tá difícil e tende a pioras.

Resiliência, adaptando-se pela física, é a capacidade de manter-se frio diante do calor das preocupações, do calor das incertezas, do calor da dúvida, do calor da concorrência, do calor das frustrações, do calor do pessimismo. É a capacidade de manter-se frio, de manter-se firme, de manter-se dentro do negócio e buscar respostas para as perguntas e caminhar em frente, de cabeça erguida, trabalhando no crescimento de um negócio.

Resiliência é estar frio. Não se abalar pelo pessimismo ou por falsas desgraças. É estar 100% comprometido com o sucesso do negócio e, com isso, fazer o que for preciso para que ele dê certo, e por isso, não se abalar com os furacões da incerteza.

Supere o estresse. Supere as críticas. Supere o pessimismo e a incerteza. Esteja resiliente e, não deixe que estresse e um ambiente duvidoso acabe com a sua expectativa. Trabalhe para mudar o clima, seja rápido e esteja sempre atento.

A resiliência é o único caminho para manter a serenidade no rumo de seu negócio. Exercitar o comportamento resiliente é a única chave para sermos líderes e empreendedores melhores:

1. Mentalize seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;

2. Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem-estar;

3. Procure manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio” para recuperar-se;

4. Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;

5. Transforme-se em um otimista em potencial;

6. Assuma riscos (tenha coragem);

7. Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);

8. Separe bem quem você é do que você faz;

9. Use a criatividade para quebrar a rotina;

10. Permita-se sentir dor, recuar e, às vezes, flexbilizar para em seguida retornar ao estado original.

A resiliência é a irmã gêmea do empreendedorismo. Se completam, se juntas. Sozinhos, sentem um, a falta do outro.

O Verdadeiro Segredo da Inovação.

A cobrança para a inovação dentro de micro, pequenas e grandes empresas têm sufocado, muitas vezes o que realmente importa.

Líderes e executivos tentam, a todo custo criar uma cultura de inovação dentro de uma empresa que, muitas vezes esquecem do básico, como entregar o que promete dentro do prazo. Isso, foi uma das grandes coisas que aconteceram nesse final de ano. Inúmeras empresas de e-commerce de sucesso, reconhecidas por sua inovação, por buscarem sempre novos processos, novas formas de distribuição acabaram esquecendo do principal e do primordial para toda empresa existir, o CLIENTE. Com isso, todo esse processo de inovação e bla, bla, bla, acabaram interferindo diretamente no feijão com arroz da empresa e, eu pude ver inúmeros protestos contra essas empresas que INVESTEM com tanta força na INOVAÇÃO que esquecem do resto.

A inovação tem que ser um recurso a mais dentro de uma empresa. Uma empresa não pode deixar nenhum detalhe de fora, apenas por que está investindo em inovação. Como esquecer dos clientes, esquecer de reabastecer os estoques, esquecer de liderar, esquecer da cultura da empresa, esquecer de quem realmente é em prol apenas de uma coisa chamada inovação?

A verdade é que, as pessoas têm ficado tão obcecadas com essa palavra, que muitas vezes esquecem o seu significado e, concentram forças demais para fazer o extraordinário e esquecem do básico.

E o básico, quando bem feito é o que faz a diferença. Inovação não é apenas criar um produto dos sonhos. Muitas vezes, é muito mais inovador entregar um produto antes do prazo, com uma carta de agradecimento da empresa, junto com selos para o caso de devoluções, ou problemas técnicos. É muito mais inovador entregar antes do prazo e facilitar a devolução, em caso de desistência ou problemas, do que investir alguns milhares de reais em um processo e, atrasar o produto de uma compra pra depois do natal.

Imagine comprar um produto antes do natal pra presentear uma pessoa e ele chegar apenas em janeiro do ano seguinte?

Fatos como este acontecem porque as prioridades estão invertidas. Por trás de todo programa de inovação, por trás de todo programa de contratação, por trás de toda campanha de vendas, por trás de toda campanha de marketing, por trás de toda campanha de lançamento deve estar apenas uma pessoa, o CLIENTE.

Quando as coisas se invertem, quando o cliente não está dentro do centro das atenções, quando as bolas se invertem e as pessoas começam a achar que é a inovação que vai levar aos clientes e não o contrário, tá tudo errado.

O que acontece com as empresas quando o foco de clientes muda para o mistério da inovação é que elas começam a perder clientes, perder vendas, entregar atrasado e, começa a ter menos fãs, menos clientes satisfeitos, menos pessoas promovendo a sua marca e, não há inovação que faça a coisa mudar, se executivos e empresas não perceberem que a inovação está nas pequenas coisas, nos detalhes, em fazer o básico com extrema competência e com extrema eficácia. O resto, é perfumaria. Sempre haverá uma maneira de aperfeiçoar o básico fazendo um pouco melhor e entregando mais para o cliente, sem perdê-lo de vista.

E quando isso acontecer, essa sim será a verdadeira e única inovação. Uma inovação que alia o cliente junto da empresa aumentando o valor percebido, aumentando os fãs, aumentando o valor da marca, aumentando o número de clientes, o faturamento e, entregando pontualmente.

A chave da inovação está nos detalhes do básico, e não nas coisas ilusionistas e extraordinárias. Cinco são as chaves para unir inovação, clientes e obter sucesso nessa brincadeira toda:

1. Associar. A capacidade de conectar-se à questões aparentemente não relacionadas, problemas ou ideias de campos diferentes;

2. Questionamento. Inovadores constantemente fazem perguntas que desafiam o senso comum. Eles perguntam “porquê?”, “porque não?” e “e se?”;

3. Observando. Descobertas muitas vezes surgem ao examinar fenômenos comum,  o comportamento dos clientes em potencial, concorrência, e tudo o que acontece ao nosso redor;

4. Experiências. Empresários inovadores experimentam ativamente novas ideias, criando protótipos e lançamento de pilotos;

5. Networking. Inovadores saem de seu caminho para encontrar pessoas com idéias e perspectivas diferentes.

Essas devem ser as diretrizes de qualquer processo de inovação. Obviamente que, antes disso tudo, é imprescindível fazer o dever de casa e dar conta, incialmente do básico, pra depois nevagar pelas novidades.

Obviamente, que tudo ao mesmo tempo. O segredo está em inovar no básico, sem deixar o básico de lado. O resto, é tentativa e erro. Beber, cair e levantar. Ou seja, fazer, se der errado, refazer. O resto? O resto é perfumaria, romance e historinhas bonitas que todo mundo conta…