O Mundo Precisa de Empresas com Personalidade.

O Brasil está carente de empresas que valorizem as suas culturas. Entre a meia dúzia que temos por aqui, praticamente todas elas são filiais gringas ou, sofrem diretamente influência de empresas “parecidas” fora do país. Pelo que podemos ver no cenário das empresas que habitam solo brasileiro, falta cultura às empresas. Cultura à lá Apple, Zappos, lugares que sejam fora do comum, que realizem um trabalho fora do comum, que ofereçam a clientes e funcionários coisas fora do comum para que eles possam também ser extraordinariamente fora do comum.

Em geral, empresas brasileiras são engessadas: nada de celular durante o trabalho; nada de internet durante o trabalho; nada de nada durante o trabalho que não seja algo totalmente relacionado com a execução do serviço. NADA de diferente. NADA é permitido porque, grande parte dos executivos acham que as coisas que são realmente interessantes matam a produtividade. Eles acham que Twitter e Orkut matam a produtividade; eles acham que o funcionário ir na mesa do colega e bater um papo mata a produtividade; ele acha que permitir que o funcionário leve a guitarra pro serviço mata a produtividade; ele acha que produzir palestras e workshops no trabalho mata a produtividade; acham que mesa de sinuca, cafeteira, livros, messenger e tudo o mais que é interessante mata a produtividade.

E realmente MATA. Mata porque o trabalho é um saco. Já diz o ditado que, “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”. Aí, quando a empresa decide dar algo a mais pro funcionário, ele não sabe aproveitar? Será que é ele que não sabe aproveitar, ou a empresa é que é uma chatice e o privou de viver tudo que era legal em prol de um trabalho que pode ser realizado em metade do tempo e que, é altamente chato e solitário.

Será que a empresa quer ser amiga ou algoz do seu funcionário? Ela quer ser reconhecida por ser inovadora, com funcionários inovadores, ou quer ser mais uma que, em plena era digital, quer forçar a seus funcionários viverem analogicamente?

Depois, líderes, executivos, diretores, gerentes, supervisores pagam uma grana alta para os galãs da motivação tentar salvar a pátria porque os caras não estão se aguentando mais, e os funcionários não aguentam mais levantarem de suas camas e PASSAR O DIA INTEIRO em uma EMPRESA CHATA, fazendo um TRABALHO CHATO.

Estamos envoltos de empresas engessadas, que privam a liberdade de seus funcionários e não têm cultura nenhuma. E quando eu digo CULTURA, não estou dizendo oferecer PLR, décimo quarto salário, licença prêmio, nem nada disso. Estou dizendo sobre estilo. Se todas as pessoas têm estilos diferentes, porque empresas têm de seguir o mesmo modelo fadado ao fracasso?

Cultura é o que torna empresas em famílias, produtos em inovação, lançamentos em tendências e novidades em febres. Cultura é quando o funcionário pega a sua coleção de miniaturas de carro e leva pra sua sala, pra sua mesa. Cultura é quando a diretora da empresa decora a sua sala com o tema da Hello Kitty, ou da Barbie. Cultura é personalidade. Personalidade é o que vai mover o rumo da sua empresa. Empresa sem personalidade é chata e, não vale a pena trabalhar.

Se a sua empresa não tem cultura, não pense que estar entre as melhores pra se trabalhar será suficiente pra manter colaboradores e clientes satisfeitos. Sem personalidade, sem diferencial, sem inovação.

Inovação e cultura andam juntas. Em entrevista ao Mundo do Marketing, o presidente do Selo Produto do Ano mostra o que as pessoas estão dando valor no que compram, afirma que elas estão dispostas a pagar mais por produtos inovadores e conta quais são as tendências de inovação no mundo.

Abaixo, a entrevista completa sobre o elo entre cultura e inovação.

Que tipos de inovações têm sido mais recorrentes no mundo?

A inovação tem se caracterizado em produtos alimentares saudáveis. É uma tendência de consumo mundial, acontece em países da Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. As empresas estão diminuindo o teor de açúcar e de sal nos alimentos, estão diversificando os sabores e eliminando a gordura trans. São processos que implicam em muita pesquisa e desenvolvimento porque quando você tira elementos de um produto você tem que adicionar outros, só que com mais vantagens para a saúde. Uma grande tendência também são os alimentos funcionais.

Na área de higiene pessoal, as pessoas estão procurando produtos de rejuvenescimento e que mantenham a qualidade da pele. Por outro lado, elas querem produtos de origem natural, principalmente os mais jovens e informados. Em determinadas áreas, a inovação varia de acordo com o poder aquisitivo e com o nível de informação cultural. Para o lar, a procura está sendo por produtos que cumprem suas funções, mas que sejam menos agressivos ao meio ambiente.

E no Brasil, quais são as inovações mais frequentes?

A área alimentar é a mais forte. Não faltam produtos inovadores no Brasil porque o país é um dos que mais lança produto no ano. O que acontece é que os consumidores não distinguem as inovações porque não há uma política de certificações.

Isso explica porque chegamos a ter 80% dos produtos lançados mortos em dois anos de vida?

Sim. Os produtos que mais se perpetuam nas prateleiras são os certificados pela Produto do Ano, segundo nossas pesquisas nos últimos 26 anos. A pesquisa indicou também que o consumidor brasileiro está mais disposto a comprar produtos inovadores.

A certificação é o único caminho para as marcas mostrarem inovação nos produtos, não existem outros?

As marcas têm que chamar atenção utilizando todas as ferramentas de Marketing. As grandes empresas têm orçamentos que as permitem fazer isso com facilidade, mas cada vez mais a decisão de compra é feita no ponto-de-venda. O consumidor comum que olhar para uma prateleira verá uma miríade de marcas infinitas e como ele vai diferenciar cada um destes produtos? É aqui que entra a certificação.

O que o consumidor está privilegiando na hora de comprar?

Está privilegiando produtos saudáveis, facilidade de uso, aspectos lúdicos associados aos produtos, que o ajude na gestão do tempo, entre outros, sendo que a qualidade é pressuposto para ele existir.

A maioria das marcas certificadas no Brasil é multinacional. O que acontece com as empresas brasileiras?

Isso tem a ver com a cultura de Marketing das empresas. Nas multinacionais, o Marketing está inserido há mais tempo e elas têm tradição. A falha das indústrias brasileiras é que elas ainda não perceberam o valor que o Marketing cria. Há também o problema de verbas para inovação.

O consumidor pode dar ideias sobre inovação. Esse pode ser um caminho alternativo, já que o Marketing não está conseguindo fazer isso?

O Marketing é uma parte do processo, que cabe também à área de pesquisa, desenvolvimento e qualidade da empresa. Não podemos colocar toda a responsabilidade em cima do Marketing. A questão é que o Marketing é que tem informação de mercado e deveria saber o que o consumidor quer. Hoje, cada vez mais, as empresas estão ouvindo as pessoas antes de desenvolverem seus produtos, não depois, como faziam. Atualmente, para não cometer erros porque custam caro, elas chamam os consumidores no ato de produção dos produtos para diminuir os riscos.

Qual produto que mais chamou atenção em relação à inovação no Brasil neste ano?

Não poderia dizer porque somos uma empresa que certifica vários produtos, mas o que posso falar é que há muitas inovações que por vezes são quase revolucionárias, mas que não geram esta percepção no consumidor. Por que? Porque se esquecem da embalagem, que é fator de atratividade para o consumidor. As empresas não sabem tornar o produto atrativo e não conseguem entrar no circuito de grande distribuição porque o próprio varejo não as reconhece.

O Brasil está inovando mais na concepção de produto ou na embalagem?

A inovação de produto é muito superior a de embalagem. Representa 70%. O trabalho do Marketing na embalagem é algo mais recente do que no produto. Mas há uma tendência mundial que está dando mais importância à embalagem, tanto em forma de informações nutricionais, como em design.

Uma inovação pode ser disruptiva e custar muito, mas pode ser simples e custar barato, correto?

Inovação não tem a ver com preço. Todas as áreas requerem inovação. A reciclagem é uma inovação. Ela dá origem a novos produtos com custo de matéria-prima menor.

Quais são as características comuns nas empresas que inovam constantemente?

São empresas informais, pouco burocráticas, não são personalistas nem autocríticas, tem estrutura democrática e de time. A inovação está ligada à liberdade de pensamento. Não é em vão que a China, que é uma potência, não é uma potência em inovação. Os países mais democráticos são os mais inovadores. O Google é uma das empresas mais inovadoras do mundo e ele está de acordo com tudo isso que falei.

Muitas vezes as inovações são baseadas em necessidades particulares, mas hoje as necessidades das pessoas são por desejo, experiência e sensações. Como o produto pode inovar neste sentido?

Toda inovação mexe com os sentidos das pessoas. Um produto alimentar vai do paladar ao cheiro. O Richard Branson está preparando e vendendo as viagens ao espaço. Aqui tem uma inovação na área de experiência. A Apple também é um grande exemplo.

Eles Quebraram as Regras e Fizeram a Diferença

As fortunas são raramente ganhas porque joga na defesa. Pelo contrário, as maiores fortunas foram ganhas por quem estava disposto a pisar fora da caixa e mudar a maneira como o jogo é jogado. Abaixo seguem os 25 homens de negócios dos EUA que quebraram as regras do jogo, cujas histórias são diferentes em muitos aspectos, mas todos apontam para a mesma verdade: engenho, improvisação e ousadia são mais importantes que seguir as regras (mesmo que você esteja fora da lei de vez em quando).


1. Jack Welch.

Nomeado “Gestor do Século” pela revista Fortune em 1999, Jack Welch é talvez o mais famoso para a transformação da GE, reduzindo os níveis de gestão de 29 para apenas seis, fechando negócios e dispensando uma percentagem significativa dos seus subordinados. Apesar de seu forte, táticas aparentemente ousadas (foi apelidado de “Neutron Jack” por demitir tantos funcionários), ele trouxe o valor da GE de $ 12 bilhões para US $ 280 bilhões, o maior aumento para qualquer empresa. Ele também defendeu a noção de informalidade, que trouxe para a GE.


2. Steve Jobs.

Co-fundador da Apple e presidente da Pixar, Steve Jobs é tido no Vale do Silício como um renegado e um artista, tanto quanto um gerente de negócios. A revista Fortune o chama de um “guru cultural global”, responsável por mudar a maneira como o mundo funciona e joga. No entanto, ele tem sido criticado por sua atitude superior, chamando atenção para o seu estilo de micro-gestão de sua empresa, a demissão de funcionários em acessos de raiva, e um sem-número de pequenas infrações, como estacionamento seu Mercedes em espaços para deficientes. Seu patrimônio líquido é estimado em mais de US $ 20 bilhões.


3. Sir Richard Branson.

Em 1972, aos 22 anos de idade, Richard  Branson , abriu sua primeira loja de discos Virgin em Londres e assinou com seu primeiro artista, Mike Oldfield, a Virgin Records. Oldfield “Tubular Bells” foi lançado no ano seguinte e iria vender milhões de discos, tornando-se um documento clássico da música experimental eletrônica. Cinco anos mais tarde, Branson assinou com os Sex Pistols, um dos pilares principais da cena punk rock britânica, que havia sido rejeitado por todas as gravadoras da Inglaterra. Além de seu rótulo de inovador, Branson é famoso por sua quebra de recordes mundiais, o que lhe valeu o respeito como um magnata do negócio. Uma pessoa carismática , ele apareceu em um número incontável de vezes na televisão, incluindo amigos e até mesmo em Baywatch. Como se não bastasse, ele também possui um avião espacial. Branson revelou que um homem pode ser um dos mais ricos, as pessoas mais bem sucedidas do mundo e ainda ser cool.


4. Sam Walton.

No final de sua autobiografia, “Made in America”, Sam Walton escreveu que a regra mais importante no negócio é quebrar todas as regras. Ele também disse: “Eu sempre me orgulhei de todo mundo que quebra as regras, e eu sempre favoreci aqueles que desafiaram as minhas regras.” Sua abordagem inovadora e ousada para o Wal-Mart fez com que suas empresas substituíssem a Exxon como a maior corporação no mundo em 2002.


5. Bill Gates.

É do conhecimento comum que o homem mais rico do mundo não concluiu os estudos na universidade. Em vez de completar seus estudos na prestigiosa Universidade de Harvard, Bill Gates decidiu arriscar e se dedicar integralmente a um negócio pequeno chamado “Microsoft”, que ele co-fundou com um colega, Paul Allen. Não contente com as práticas vigentes “open-source” de desenvolvimento de software, Bill Gates decidiu ir contra o sistema. Ao mudar as regras de desenvolvimento de software, ele estabeleceu a indústria de software como a conhecemos hoje.


6. Donald Trump.

Um self-made bilionário, o magnata imobiliário Donald Trump é amplamente considerada como um homem que faz as regras. E entre as regras do trunfo para o sucesso, você não vai encontrar as palavras, “humildade”, “generosidade”, “simpatia”, ou “compaixão.” A essência de chefe inescrupuloso, Donald Trump é um ícone cultural e uma das pessoas mais famosas o mundo. Enquanto ninguém está duvidando do seu tino para os negócios, a fama e a fortuna de Trump causam impacto, como por exemplo, o seu divórcio amplamente divulgado com Ivana Trump e sua vida sexual escandalosa com a modelo eslovena, Melania Knauss, que se tornaria depois sua esposa.


7. Henry Ford.

O pai do automóvel moderno, fundador da Ford Motor Company, e inventor da linha de montagem móvel foi um líder de negócios altamento fora do comum para sua época. Henry Ford desafiou seus  tempos (e seus acionistas), insistindo em produzir automóveis a preços acessíveis para um mercado de massa. Ele pagou seus funcionários muito mais do que era comum na época, criando o que ele chamou de “incentivo salarial” e, assim, atrair e manter uma força de trabalho forte. Defendendo o “capitalismo social”, Ford tomou uma quantidade invulgar de interesse na vida de seus funcionários, obrigando-os a viver de acordo com as regras estabelecidas pelo seu “Departamento de Sociologia”, que restringiu como passariam suas horas de lazer.


8. Ray Kroc.

Ray Kroc não abriu primeiro restaurante do McDonald’s. Ele só virou uma unidade de pequeno porte, de propriedade familiar em uma multi-bilionária franquia global. Como Henry Ford antes dele, Kroc estava estudando uma maneira de encontrar um jeito de trazer produtos de alta qualidade para um mercado de massa. Ele revolucionou a indústria do restaurante através da introdução de rígidas diretrizes de como seus itens foram produzidos e vendidos. Ele transformou a venda de hambúrgueres em uma ciência, e ainda viu os proprietários de sua franquia ganhar um Bacharelado em “Hamburguerologia” no instituto de formação do McDonald’s. Ao contrário da Ford, no entanto, Kroc foi criticado por seus empregados, pagando o mínimo possível, e tem sido acusado de tentar burlar as leis do salário mínimo.


9. Jim Buckmaster.

Apesar de sua enorme popularidade, a Craigslist não recebeu um grande respeito como um negócio. Parte da razão é a forma com que os serviços de classificados são oferecidos. A maior parte do serviço é gratuito. (Ele gera uma receita apenas através de pequenas taxas para apartamento e anúncios de emprego em cidades selecionadas). Não há qualquer publicidade. Em suma, a Craigslist não concorre diretamente com o negócio de classificados. CEO da Craigslist desde 2000, Jim Buckmaster diz que a chave para seu sucesso é um sistema anti-valor comercial baseada em três “ironias”: as ironias do “unbranding” (sem marca), da gratuitade, e não ter concorrentes. Em vez de ir para o lucro rápido, como outras partidas, Craigslist sobreviveu ao boom da Internet, proporcionando um serviço tão simples e direto quanto possível. Buckmaster diz: “Nós somos definitivamente velhos na indústria da Internet, e sempre temos sido. Muita gente zombava de nós, especialmente no auge do boom da Internet. A maioria dessas pessoas estão fora do mercado agora”.


10. Li Ka Shing.

Li Ka Shing  é a verdadeira história americana: muito trabalho, determinação e escolhas inteligentes o trouxe da pobreza para a fortuna. A única diferença é Shing é da China. É o homem mais rico de Hong Kong, a revista Forbes informou Shing como detentor de um patrimônio líquido de 26,5 bilhões dólares. Nada mau para um homem sem um diploma de ensino médio. Fiel às suas origens humildes (sua família fugiu da China, sem um tostão, quando foi invadido pelo Japão), Li Ka Shing prefere não ostentar a sua riqueza. Ele é de fala mansa, agradável, e usa sapatos e relógios baratos. Ao mesmo tempo, a sua disciplina e cabeça clara para as empresas lhe renderam o apelido de “Superman”. Uma mistura única de Oriente e Ocidente, Li Ka Shing não cabe completamente em nenhum molde.


11. Rupert Murdoch.

O magnata da mídia Rupert Murdoch é um dos homens mais poderosos do mundo, com a News Corporation, Fox News e New York Post, entre seus muitos créditos. 109º homem mais rico do mundo, e um Grand-Officer na Ordem Católica de São Gregório Magno (honra concedida a um australiano-americano por Papa João Paulo II, apesar de Murdoch ser um protestante), Murdoch foi amplamente criticada por empunhar muito poder e antiética sobre a mídia, usando suas propriedades para promover sua visão política conservadora.


12. Kerry Packer.

Quando morreu, em 2005, Kerry Packer era o homem mais rico da Austrália e principal accionista da publicação Broadcasting Limited. Quando seu pai, o magnata da mídia Frank Packer, morreu, Kerry herdou o império da família, que teria ido ao seu irmão mais velho Clyde, se não fosse por uma disputa familiar. O arqui-rival do magnata da mídia Rupert Murdoch, Kerry Packer foi muitas vezes cercado de polêmica, a ponto de ser acusado de sonegação fiscal, crime organizado e tráfico de drogas. Apesar de todas as acusações terem sido desmentidas, Packer ainda é lembrado na Austrália como “o Goanna”, um título se referindo ao seu papel no crime organizado.


13. Paris Hilton.

Ela é uma herdeira oportunista, um ícone pop, e a tendência escandalosa de fazer com que as celebridades que estão ao seu lado caiam em escândalos sexuais. Muitos relutam em acrescentar “business” para a lista. No entanto, se poderia argumentar que toda a controvérsia e desfavor é prova de sua ousadia e inventividade. Paris Hilton fez milhões de dólares, fazendo coisas que, supostamente colocam as pessoas famosas em problemas: ir a festas embriagada, filmar cenas de sexo, e sendo uma irresponsável, atitude nem um pouco inteligente. Ela tem vários negócios: lançou um álbum, publicou uma autobiografia, e estrelou em filmes e programas de televisão. Apesar de tudo isso, seu maior sucesso é a sua capacidade de permanecer no centro das atenções mundiais.


14. Andrew Carnegie.


Um pobre imigrante escocês, Andrew Carnegie cresceu para se tornar o homem mais rico da América, reconhecendo a necessidade de mudança. Orientado para mercados em desenvolvimento, investiu pesadamente em novas tecnologias, e não tinha medo de questionar seu próprio conselho. Aos 33 anos, receoso coma a importância que estava dando à riqueza, ele escreveu uma carta para si mesmo, instruindo-o a deixar o mundo dos negócios para o seu bem, em dois anos. Porém, ele não seguiu o conselho. Esta não foi a única vez que suas ações não estavam em conformidade com as suas palavras. Por exemplo, Carnegie foi pouco convencional em sua devoção sincera ao igualitarismo político e aos direitos dos trabalhadores de formar sindicatos. No entanto, ele aprovou as táticas anti-sindicais de Henry Frick, que levou a um número desconhecido de mortos na batalha de Homestead. Carnegie fez um esforço para viver de acordo com seu lema de que “o homem que morre rico morre desgraçado”. Na época de sua morte, ele havia doado aproximadamente US$: 350 milhões, principalmente para criar bibliotecas e instituições de apoio de ensino superior.


15. Boris Berezovsky.

Mais do que em muitas partes do mundo, a corrupção é um elemento conhecido nos negócios e na política Russa. Claro, empresários e políticos em geral, negam fazer referência ao lado mais nefasto de suas ambições. Boris é uma exceção. Enquanto ele negou todas as acusações relativas a suas ligações com empresas criminosas com o bilionário que ameaçou abertamente derrubar Vladimir Putin “pela força”, Berezovsky ajudou Putin no poder e agora o acusa de assassinato. Não é nenhuma maravilha Berezovsky tem sido alvo de tentativas de assassinato. Um membro realizado da Academia Russa de Ciências, Berezovsky publicou vários livros e artigos sobre matemática aplicada antes de fazer sua fortuna comprando e vendendo carros. Atualmente, ele atende pelo nome de Platon Elenin e vive com asilo político no Reino Unido.


16. Arkadi Kuhlmann.

Ele se chama de “o cara mau de sorte” do estabelecimento bancário. O fundador e CEO da ING Direct, um banco de varej de rápido crescimento na América, Arkadi Kuhlmann diz que ele não gosta mesmo de bancos e odeia os cartões de crédito. Para “reenergizar” o setor bancário, Kuhlmann é de um espírito rebelde que dirige o seu banco sem máquinas ATM e sem paredes de tijolos. Todas as transações são realizadas eletronicamente, sem depósitos ou taxas mínimas do cliente. Diferentemente da maioria dos diretores financeiros, Kuhlmann diz que ele está determinado a ajudar as pessoas a economizar dinheiro e não gastá-lo. Como ele diz, ele quer fazer economia de dinheiro “fresco”.


17. Chris Albrecht.

Como CEO da Home Box Office (a partir de Julho de 2002 até Maio de 2007), Chris Albrecht, da HBO liderou a revolução da indústria da televisão como o supervisor de programação original, incluindo a série de sucesso como The Sopranos, Sex & The City e Six Feet Under. Personificando o pensamento de sua empresa, Albrecht leva o slogan da rede  “It’s not TV. It’s HBO” literalmente. Em vez de esperar para acompanhar os sucessos do passado usando a mesma fórmula, Albrecht acredita que o futuro da HBO depende da sua capacidade para permanecer na frente da mudança, expandindo além das tecnologias de televisão.


18. Michael Dell.

Amplamente considerado como um dos inovadores mais importantes da indústria de computadores, Michael Dell desafiou as convenções, cortando os intermediários do mercado de computadores, e vendendo diretamente aos consumidores, permitindo-lhes máquinas de forma personalizada por telefone e correio. Alguns de seus concorrentes têm cobiçado seu modelo de negócio único, mas sem correspondência com o seu sucesso. Ele ganhou elogios como “Homem do Ano”, “Top CEO da América” e “Empreendedor do Ano”.Dell.com é um dos maiores sites de comércio eletrônico na Internet.


19. Roman Abramovich.

Às vezes chamado de oligarca “quieto”, o bilionário entre os 15 homens mais ricos tem mantido sempre uma tampa fechada em seus negócios. Um magnata do petróleo russo e dono do Chelsea Football Club, Roman Abramovich tem impressionado o mundo com suas decisões de negócio ousado e, muitas vezes surpreendentes. Apesar das acusações de que fez sua fortuna através da exploração do mal-estar dos outros, Abramovich foi homenageado como o homem da Rússia e “Personalidade do Ano” pela revista Expert e foi agraciado com a Ordem de Honra da Rússia para seu trabalho de caridade e o desenvolvimento da região de Chukotka, para o qual ele foi também um representante e governador. Abramovich estava fazendo vários bilhões de negócios antes do seu 40º aniversário.


20. Jeff Bezos.

Pioneira no comércio eletrônico a Amazon.com costumava ser referência sobre livros. Agora está na vanguarda do desenvolvimento Web, redefinindo o modo como as pessoas compram e vendem de tudo, desde cinema e música até eletrodomésticos. Ao explorar a integração de tecnologias, tais como o Amazon Kindle e o Amazon Mechanical Turk, Amazon está mudando o modo como as pessoas lêem livros e como os consumidores interagem com os líderes de mercado. Jeff Bezos, o homem por trás do fenômeno, diz que muito do seu sucesso tem a ver com sorte e intuição. Sempre com um olho no cliente, Bezos assumiu enormes riscos que nem sempre funcionava em favor da Amazn. Ao contrário dos CEO’s de outros sites pioneiros da Web, como eBay, Yahoo, e Google, Jeff Bezos tem mantido a sua posição de executivo, desde o início, quando era apenas sobre a venda de livros.


21. Sergey Brin e Larry Page.

Juntos, perseguido o Ph.D ‘s em Stanford, eles desenvolveram o motor de busca Google, fundaram a  Google Inc., e tornaram-se dois dos homens mais ricos do mundo. Em 2007, juntamente com Eric Schmidt, o homem que haviam contratado para ajudá-los a cuidar do Google, eles estavam no topo da lista da PC World das pessoas importantes na web. Eles são os investidores da Tesla Motors, um fabricante que produz veículos elétricos. Eles ainda estão oficialmente em licença de seus estudos de doutoramento na Universidade de Stanford.


22. Ingvar Kamprad e Família.

A maioria dos milhões de pessoas que compram em centenas de lojas IKEA em todo o mundo não têm idéia de que as duas primeiras letras da cadeia de fornecimento apontam para “Ingvar” e “Kamprad.” (As duas últimas letras são por ficar na fazenda, Elmtaryd e Agunnaryd, onde ele nasceu.) Uma das inovações fundamentais por trás do sucesso da IKEA é o caminho que Kamprad encontrarou de reduzir os custos, oferecendo simultaneamente elegante mobiliário e desenhos originais que são fáceis de levar para casa juntos. Kamprad é bem conhecido por sua sobriedade. Embora ele seja apelidado de a pessoa mais rica Europeia, ele prefere dirigir um Volvo antigo e voar em classe econômica.


23. George Soros.

George Soros afirma ter começado a ganhar dinheiro como um analista de Wall Street para financiar seus interesses na escrita e filosofia. Ele estudou com o grande filósofo britânico, Sir Karl Popper, cujo livro A Sociedade Aberta e seus inimigos inspiraram o Soros Open Society Institute (OSI), que “visa dar forma à política pública para promover a democracia, os direitos humanos, econômicos, jurídicos e a reforma e social “, segundo seu site. Um self-made milionário e filantropo notável, Soros tem sido criticado por não viver os seus próprios ideais de transparência, porque o OSI não revela mais do que é exigido por lei e é descaradamente político nos seus objetivos.

24. Steve Wynn.

Chamado de “o anti-Trump” pela revista Time, Steve Wynn é responsável pelo desenvolvimento da paisagem de Las Vegas. Ele construiu e operou vários hotéis e cassinos, incluindo The Mirage, Treasure Island, e Bellagio. Ele quebrou suas próprias regras com seu projeto mais caro, Wynn Las Vegas, que renuncia a maior parte do brilho e glamour normalmente associado com Vegas e exige que os convidados realmente andem no edifício para apreciar as atrações livres. As negociações de Wynn em Las Vegas apontam para o início dos anos 1970, quando ganhou o controle acionário de um dos mais antigos cassinos de Las Vegas, The Golden Nugget.

25. Chad Hurley Meredith.

O YouTube foi criado no início de 2005 por amigos que queriam uma maneira melhor de compartilhar vídeos de sua casa. No ano seguinte, foi vendido ao Google por US$ 1,65 bilhões. É agora um dos sites mais acessados amplamente na Web, e praticamente define a experiência de internet para milhões de usuários. A influência do YouTube nas eleições norte americanas é desconcertante. Dos três fundadores do YouTube, o CEO Chad Hurley Meredith recebeu cerca de 345,6 milhões dólares em ações da Google, que é cerca de 20 milhões a mais que o co-fundador Steven Chen, e mais de cinco vezes mais que o terceiro co-fundador, Jawed Karim. Antes disso, a maior reivindicação de Hurley para a fama foi ter desenhado o logotipo do PayPal. Com pouco mais de trinta anos de idade, a visão de Hurley ajudou a redefinir a maneira como as pessoas se comunicam por todo o mundo.

E-commerce C2C.

Stelleo Tolda é Diretor Presidente do MercadoLivre.com desde novembro de 1999. Ele é responsável pela gestão de uma equipe de 260 funcionários em quatro áreas principais: Comercial & Marketing, Financeiro & Administrativo, Atendimento a Clientes e Pagamentos (MercadoPago).

Stelleo possui Bacharelado e Mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Stanford e MBA pela Graduate School of Business da Universidade de Stanford.

Considerando a sua formação, imagino que há 10 anos atrás muitas oportunidades apareceram. Por que a aposta em comércio on-line?
Em 1997, conheci o Marcos Galperin, fundador do MercadoLivre, durante um mestrado em Stanford, nos Estados Unidos. A partir daí passei a observar o grande potencial que a internet comercial tinha e vi que o modelo de negócio desenvolvido por Galperin tinha tudo para dar certo. Em 99, Galperin — assim que lançou o MercadoLivre na Argentina –  me chamou para abrir a operação brasileira do MercadoLivre. Na época houve um grande impulso, um fluxo de capitais, uma série de investidores interessados em colocar recursos no MercadoLivre e em seu modelo de negócios (C2C) que promove o encontro entre compradores e vendedores. O MercadoLivre oferece ainda uma plataforma de pagamentos online aos mais de 35,7 milhões de usuários.

Vale ressaltar que sobrevivemos ao estouro da bolha e desde o nosso surgimento, apostamos em um dos principais destaques da internet atual: a geração de ferramentas que possibilitam aos usuários interagir cada vez mais entre si por meio da publicação de conteúdo na web como um todo. Certamente, isso me fez e faz apostar no comércio online até hoje.

Atualmente, qual a sua visão sobre a influência da internet no padrão de consumo brasileiro?
A venda pela internet é simples, segura, fácil e cômoda. Basta clicar no produto de interesse, escolher a forma de pagamento, combinar a entrega e pronto. Não há as barreiras inerentes ao comércio de rua: lotação, trânsito, nem as de shopping: pagamento de estacionamento, altíssima circulação de pessoas… Isso ajuda e reforça o crescimento do e-commerce como um todo, principalmente quando analisamos que – em especial no Brasil – as classes C e D estão cada vez mais utilizando a internet. Ou seja, o crescimento da banda larga e o alto índice de penetração de computadores, aliados a ascensão das classes C/D enquanto consumidoras contribuem efetivamente para o nosso crescimento/sucesso.

No MercadoLivre a categoria que mais se destaca em vendas é a de produtos de informática e eletrônica. No entanto, categorias como de beleza e saúde, decoração e itens para casa, por exemplo, vem ganhando muito espaço entre os usuários do site. Em 2008, do volume total de itens comercializados por meio da plataforma do MercadoLivre.com, 79,1% foram de produtos novos, sendo que 88,8% das transações realizadas a preço fixo. Excluindo as transações relacionadas a automóveis, imóveis e serviços.

Como é vista a questão da credibilidade e segurança dos dados pelos consumidores?
Atualmente o MercadoLivre conta com mais de 35 milhões de usuários que realizam diversas transações em um ambiente seguro e totalmente confiável, uma vez que o site investe em tecnologia de ponta para cuidar e preservar os dados de cada negociação que ocorre dentro da plataforma. O MercadoLivre possui ainda a certificação Truste que reconhece nas páginas do MercadoLivre toda a segurança necessário e recomendada internacionalmente para site online. Vale ressaltar ainda que o MercadoLivre oferece diversas páginas de como vender/comprar pelo site, bem como dicas de segurança, visando a educação constante dos usuários brasileiros. A educação é sem dúvida um dos pilares para uma negociação segura e eficaz.

Quais tendências e oportunidades para os empreendedores que queiram vender pela internet?
Tudo no mundo online é muito dinâmico, muito rápido e acompanhar todas as tendências e saber ouvir o que o usuário quer também é fundamental para chegar onde o MercadoLivre chegou. Para isso, o MercadoLivre oferece uma área, denominada Tendências, que permite ao vendedor identificar o que os usuários estão buscando e qual tipo de produto terá um maior impacto dentro da comunidade MercadoLivre. Além disso, é preciso acreditar e insistir. Quando o site foi lançado, há dez anos, por exemplo, não tínhamos a infraestrutura que temos hoje, mas não nos impediu de seguir em frente.  E hoje somos referência no mercado online de compra e venda em toda a América Latina.

Stelleo Tolda é Diretor Presidente do MercadoLivre.com desde novembro de 1999. Ele é responsável pela gestão de uma equipe de 260 funcionários em quatro áreas principais: Comercial & Marketing, Financeiro & Administrativo, Atendimento a Clientes e Pagamentos (MercadoPago).Stelleo possui Bacharelado e Mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Stanford e MBA pela Graduate School of Business da Universidade de Stanford.

Qual o Segredo de Sucesso das Empresas?

Abaixo eu vou reproduzir uma entrevista que Joe Calhoon deu à revista VendaMais desse mês. Nos últimos 25 anos, o consultor Joe Calhoon atendeu a mais de 500 empresas em quatro continentes, incluindo grandes companhias, como: 3M, Best Buy (o maior varejista de eletrônicos dos EUA) e a rede de hotéis The Ritz Carlton, assim como empresas pequenas em locais de diversas cidades. E o excelente resultado que obteve com essas organizações também ajudou a sua a crescer e se tornar mais lucrativa.

Além dos muitos anos em consultoria, Joe também trabalhou como palestrante sênior, afiliado a uma das principais autoridades de liderança do mundo: Stephen R. Covey, autor do livro Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes. Com essa experiência, aliada ao tempo construindo empresas, pensou: “Deve existir uma maneira mais fácil de, em uma companhia, criar mais progresso em menos tempo”.

Foi então que ele criou a PriorityAdvantage, uma empresa de consultoria especializada em ajudar instituições a terem uma performance superior através de um sistema único desenvolvido por ele e seu sócio, Bruce Jeffrey. Esse sistema está sendo implementado e realmente ajuda as companhias a crescerem.

VendaMais – Quase todos os consultores, professores e executivos de sucesso dizem que é realmente importante ter um planejamento para as empresas. Mas o que vemos é que apenas uma pequena parte realmente tem um plano claro e escrito com seus objetivos. Por que o plano é tão importante?

Joe Calhoon – Um plano ou, ainda melhor, um plano de crescimento dinâmico é o melhor indicador para mostrar se uma empresa vai ou não crescer. Ter um direcionamento claro define seu futuro ideal e como seu time vai chegar lá. Esse plano ajuda as pessoas a tomarem melhores decisões, usar o tempo de forma mais eficiente e alcançar melhores resultados.

Mesmo as pessoas que possuem esse plano claro, dizem que têm dificuldades em segui-lo. Frases como “o tempo é curto” está na lista dos motivos mais comuns e, por isso, acabam seguindo um caminho diferente do que tinham imaginado. Por que as pessoas não têm disciplina para seguir seus planos e o que devem fazer para mudar isso?

A maioria dos planos não inclui um elemento essencial: a prioridade, que leva a uma performance consistente. As prioridades definem quem faz o quê e até quando. Elas podem incluir problemas que precisam ser resolvidos, metas que têm de ser alcançadas ou capacidades que necessitam ser desenvolvidas. Prioridades começam com um verbo, terminam com uma data e têm alguma coisa que possa ser medida no meio. Se não definir claramente quais são as suas, a pessoa ficará sem rumo. Conforme as prioridades forem sendo resolvidas, a empresa revisa seu plano e determina novas prioridades. Essa dinâmica do plano é essencial para que as pessoas tenham disciplina para segui-lo e possam, finalmente, ter um progresso consistente.

Além do plano, muitos também falam sobre a missão da empresa ser muito importante. Como fazer com que a missão seja importante também para os funcionários e clientes?

Missão é propósito. Ela diz o porquê de a companhia existir, sua razão de ser. Ela não pode ser complicada, mas precisa ser curta o suficiente para caber em uma camiseta, com dez palavras ou menos. Uma missão inspiradora estimula as pessoas a trabalharem com paixão e persistência. Quando o cliente se identifica com a missão, ele tem uma tendência muito maior a se tornar leal à empresa.

A sua empresa, a PriorityAdvantage, tem um sistema que ajuda as companhias a crescerem de uma maneira mais simples. Como esse sistema funciona?

Ele oferece quatro práticas que melhoram a performance organizacional:

– Princípios – Com sete maneiras específicas de engajar funcionários e acelerar o crescimento.

– Planejamento – Guia as empresas a clarificarem sua missão, visão, valores, objetivos, estratégias e prioridades.

– Realização – Direciona a energia de cada pessoa àquelas ações que trazem o maior benefício para as prioridades estabelecidas.

– Renovação – Celebra o progresso e ajuda as instituições a adaptarem seus planos de acordo com o mercado em constante mudança.

Essas práticas, juntas, conseguem fazer com que a empresa fique realmente focada em seus objetivos e atinja os resultados propostos.

Com a economia desaquecida, qual é a melhor maneira de engajar os funcionários para atingir melhores resultados e manter a motivação nos tempos difíceis?

Para manter a motivação, os indivíduos – e as organizações – precisam conectar seus motivos, as razões pelas quais eles fazem o que fazem. Um dos maiores motivos é a sensação de estar servindo e ajudando os outros. Grandes líderes conseguem engajar os membros da equipe com a premissa de estarem realmente ajudando os clientes e também uns aos outros.

Quais são os principais erros cometidos pelos líderes e como resolvê-los?

Muitos líderes estão tão ocupados gerenciando coisas que se esquecem completamente de gerenciar e liderar pessoas. A maneira de resolver isso é entendendo que os melhores líderes criam um ambiente de alta confiança e performance na organização. Eles direcionam os indivíduos, alcançam resultados e desenvolvem a liderança dentro da empresa. Estão sempre mais preocupados com pessoas que com coisas ou tarefas.

Ao dedicar mais tempo aos funcionários, as companhias realmente possuem mais chances de terem mais sucesso em seus negócios?

Com certeza! Estudos mostram que quando uma organização está extremamente focada em servir seus clientes, funcionários e proprietários, enquanto promove a liderança na companhia, ela possui 756 vezes mais chances de ter grandes lucros que outras empresas.

Se o principal erro dos líderes é não dedicar muito tempo aos funcionários, então qual é o principal erro dos gerentes de vendas?

O maior erro, na minha opinião, é um gerente tratar todos os vendedores iguais, como se fossem uma unidade servindo uma outra, em vez de perceberem que são pessoas servindo pessoas. Cada profissional de vendas tem uma motivação, força e capacidade de levar valor ao cliente. Os melhores gerentes de vendas entendem essas diferenças e estimulam para que cada um, do seu jeito, consiga melhores resultados.

O que podemos fazer quando parte do nosso time de vendas não está alcançando os resultados necessários?

Todo vendedor tem a responsabilidade de atingir um resultado específico ou uma meta. Idealmente, você quer que todos atinjam as metas e também criem um relacionamento de confiança. Se determinada pessoa falha em uma dessas duas áreas, deixe-a seguir seu caminho em outro emprego. Agora, caso ela tenha ótimos conhecimentos e habilidades, mas, mesmo assim, não está atingindo os resultados, analise com mais cuidado como as metas estão sendo estabelecidas, como está o mercado atualmente e se a empresa está dando o suporte necessário para que cada profissional cumpra realmente com sua parte.

Qual é a melhor maneira de medirmos os resultados de uma equipe de vendas?

A maioria das empresas mede, no geral, quatro coisas: satisfação dos clientes, dos funcionários, faturamento e lucratividade. Acredito que essa também seja uma excelente forma de medir resultados de uma equipe de vendas. Em outras palavras, uma equipe de vendas precisa servir clientes de maneira eficiente e trabalhar bem com outros membros e departamentos enquanto gera um faturamento lucrativo para a companhia.

É possível colocar em prática todos os conceitos de gestão que você defende? Porque, às vezes, é comum vermos várias pessoas falando de como atingir o ideal quando, na verdade, esse ideal é muito mais difícil de ser alcançado…

Claro que esse ideal é possível, e é por isso que estamos conseguindo cada vez mais clientes satisfeitos com o sistema da PriorityAdvantage. Ter um plano escrito, claro e objetivo pode realmente fazer a diferença em seu negócio. Por exemplo: tenho em minha carteira um cartão com as cinco principais prioridades de minha companhia escritas de um lado e as minhas cinco principais prioridades pessoais escritas do outro. Foi assim que criei minha empresa de consultoria e é assim que tenho atingido grande parte do meu sucesso, que está apenas começando. Quando foco minha atenção para essas prioridades, todo o restante encontra seu lugar. Em anos de trabalho, descobri que são poucas as coisas que realmente fazem grande diferença em nossa empresa e em nossa vida. E quanto antes a gente entender e aplicar isso, antes atingiremos nossos objetivos.

Como Começar um Negócio na Web?

A lista abaixo foi elaborada por Loic Le Meur’s, no TechCrounch, e dá DEZ dicas de como iniciar um negócio pela web.

1. Não espere por uma idéia revolucionária. Isto nunca irá acontecer. Apenas foque numa simples, empolgante, e faça o mais rápido possível. Idéias revolucionárias dificilmente irão aparecer de início, normalmente as idéias irão amadurecer com um tempo ou serão melhoradas quando você começa a compartilhar suas idéias com outras pessoas. Sinta-se motivado para fazer acontecer a sua idéia e comece a perceber se as pessoas que estão ao seu redor também estão.

2. Compartilhe suas idéias. Quanto mais você compartilha, mais você recebe conselhos e aprende.Encontre e converse com seus concorrentes. Quando você conversa com as pessoas sobre sua idéia sempre surgirão críticas e sugestões, o ideal é que você consiga sempre captar esse feedback das pessoas para melhorar a sua idéia. Encontre seus concorrentes, vejam aonde existe oportunidade, entenda do mercado e saiba das dificuldades. Caso não existam concorrentes, pergunte-se porque eles ainda não existem.

3. Faça uma comunidade. Use blog e software sociais para ter certeza que as pessoas sabem sobre você. Comece a criar uma comunidade ao seu redor que possa ajudar com a sua idéia, quanto mais pessoas souberem de você e de suas idéias mais fácil será para divulgá-la.

4. Escute sua comunidade. Responda perguntas e faça seu produto com o feedback deles. Sempre mantenha o foco nas pessoas que irão utilizar o seu produto. Se o seu produto não traz nenhuma melhoria ou valor para as pessoas elas simplesmente não utilizarão o seu produto.

5. Reúna uma grande equipe. Selecione aqueles com habilidades bem diferentes das suas. Procure por pessoas melhores que você. Caso sua equipe seja composta por pessoas de mesmo perfil que você, facilmente sua equipe cometerá os mesmos erros que você e não conseguirão ver soluções alternativas que poderiam melhorar o seu produto.

6. Seja o primeiro a reconhecer um problema. Todos cometem enganos.Torne o problema público, aprenda sobre ele e faça a correção. Você cometerá erros sempre, aprenda com eles!

7. Não gaste tempo em pesquisa de mercado. Publique as versões de teste o mais cedo possível. Continue melhorando o produto já publicado. Alguma pesquisa de mercado é necessária, mas apenas o necessário para você se situar no mercado e começar a sua idéia.

8. Não seja obsessivo sobre tabelas de plano de negócio. Elas não irão acontecer exatamente como você havia planejado, em nenhum caso. Você deve ter em mente o seu planejamento, mas você deve ser maleável o suficiente para se adaptar e aprender com os imprevistos que irão acontecer ao longo do caminho.

9. Não planeje um grande esforço de marketing. É muito mais importante e poderoso que sua comunidade ame o produto. Se você tem um produto bom o suficiente, as pessoas que utilizam o seu produto naturalmente irão divulgar o seu produto, faça com que as pessoas seja o seu maior marketing.

10. Não foque em ficar rico. Foque nos usuários. Dinheiro é uma conseqüência do sucesso, não um objetivo. Se o seu produto agrega algum valor aos usuários, o lucro ocorrerá naturalmente como uma recompensa.

Qual a Importância em se Fazer o que Gosta??

NENHUMA!!

Isso, nenhuma mesmo. Uma das grandes mentiras que eu vivo escutando é que temos que fazer algo que gostamos. É mesmo?!?

Isso é CONVERSA. Nós temos que APRENDER A GOSTAR DO QUE FAZEMOS. Sermos apaixonados por fazer o que precisa ser feito, INDEPENDENTE se gostamos daquilo ou não. Por mais AMOR que você tenha à sua função, chega uma hora em que você faz algo de que não gosta. E é extamente aí que vemos quem são as pessoas.

Você quer ser promovido e não consegue?? Pense em quantas coisas que não gosta que você está deixando de fazer.. ou que está fazendo de qualquer jeito! Será que isso não está atrasando a sua reputação?

O ser humano é ADAPTÁVEL. Nos adaptamos a clima, temperaturas, hábitos, prazeres e pessoas. Por isso, podemos muito bem nos adaptarmos ao que não gostamos. Na verdade, isso é uma coisa que muito acontece, porém muitas vezes nem percebemos. Muito provavelmente a sua avó e o seu avô casaram-se sem se amar, sem se conhecer direito. Talvez o namoro deles fosse apenas um simples “andar de mãos dadas”. Talvez o primeiro beijo deles tenha sido na igreja.. o resto?? NEM SE FALA..

Nas empresas acontece o mesmo. Inicialmente, muitas vezes, não há namoro, amor ou paixão. Há simplesmente o casamento e, muitas vezes, mesmo você sabendo qual é a sua função, por detrás dela há muito mais do que você imaginava.

Provavelmente, 90% do nosso dia é fazendo coisas que precisamos fazer, mas necessariamente não gostamos. Apenas os outros 10% fazemos só o que gostamos. Por isso, não há sentido em se fazer APENAS o que gostamos. Precisamos é gostar de tudo aquilo que fazemos. PRIMEIRO, por que precisamos ter sentimento, colocar VONTADE em tudo que fazemos; SEGUNDO, por que muitas vezes, aquilo que você gosta de fazer NÃO DÁ DINHEIRO.

O sentimento é criado… 

É aí que começa a nascer o sentimento. O seu avô só começou a conhecer DE VERDADE sua avó, após o casamento e AÍ SIM o amor nasceu. Ou seja, precisamos aprender a gostar do que fazemos, e não ficar dizendo que queremos fazer o que gostamos. O sentimento, se já não existe, deve vir depois. Seja, simplesmente apaixonado por fazer o que deve ser feito. NADA MAIS. Vá até o que precisa ser realizado e DO IT!!

PRA CIMA DELES!!