O que House tem a Ensinar Sobre Empreendedorismo?

O que o médico mais amado e odiado do mundo tem a ver com o empreendedorismo?

Bem, a premiadíssima série House foi embora. Não sabemos se para sempre mas, por enquanto ela acabou.

E, nesses oito anos de House tivemos muitas lições de empreendedorismo com o jeito meio controverso de liderança do Dr. Gregory House.

Por isso, nós do CINEBusiness resolvemos fazer uma homenagem a House e ao seu lado empreendedor. Mostrar que sentiremos saudade do médico rabugento que faz todo mundo ao seu redor odiá-lo e, no final é uma pessoa sozinha.

House pode nos ensinar sobre empreendedorismo, talento, humildade e disciplina.

Empreendedorismo para se destacar e ser notadamente o melhor da sua área – que fazia com que todos tivessem que engoli-lo -, talento – que é inegável, e absolutamente percebido em todos os episódios -, humildade – que ele não tem, ou não parece ter -, e disciplina – rotina, rotina, rotina, rotina.

Sentiremos falta de House não porque ele era inteligente, engraçado, controverso e irritante. Sentiremos falta de House porque ele tinha o empreendedorismo nas veias e, construiu sua carreira APESAR de ser uma pessoa impossível de se conviver.

Quer maior exemplo de empreendedorismo?

Pensando nisso, o CINEBusiness, em homenagem a House e ao seu lado empreendedor decidiu estrear o seu ciclo de Webinars falando sobre a influência de House no empreendedorismo. E, principalmente, o que House tem a ver com o empreendedorismo.

Portanto é com grande orgulho que o CINEBusiness convida você para assistir ao webinar “House e a Revolução do Empreendedorismo”.

No webinar sobre House e o empreendedorismo você vai ver as características empreendedoras que fazem com que House seja uma pessoa fora do normal.

Se você gosta de House, gosta de empreendedorismo e gosta do CINEBusiness esse evento é indispensável para você!

Assista, no dia 24 de Julho, gratuitamente ao webinar “House e a Revolução do Empreendedorismo” e veja com outros olhos do médico mais polêmico e empreendedor de todos os tempos.

Para fazer inscrição para o webinar sobre House e o empreendedorismo você ir até o site da AulaVox ou clicar no e-convite abaixo.

Nos vemos dia 24 de Julho às 20:00h para falarmos sobre as ideias de House e o que elas têm a ver com empreendedorismo.

House e a Revolução do Empreendedorismo.

Data: 24 de julho de 2012.

Horário: 60 minutos. Das 20:00h às 21:00h.

Investimento: GRATUITO.

Faça já sua inscrição no webinar House e a Revolução do Empreendedorismo!

Local: Internet, no formato de webinar. Assista em qualquer local com conexão à internet.

Palestrante: Enrico Cardoso tem 27 anos, é editor e idealizador do CINEBusiness. Idealizador do manifesto do empreendedorismo acredita muito em um aprendizado 360º do empreendedorismo, aonde não apenas livros e cursos fazem pessoas mais empreendedoras, mas também rotina e convivência. Junto com mais 14 colaboradores compõe a galeria de autores do CINEBusiness escrevendo sobre empreendedorismo para mudar o mundo.

Sobre o CINEBusiness: O CINEBusiness é um projeto que usa o cinema para disseminar o empreendedorismo entre as pessoas. Nós acreditamos que pessoas mais empreendedoras são formadas por não apenas conhecimento, mas bagagem cultural.

Convite Webinar House e o Empreendedorismo - CINEBusiness | Cinema e cultura com um toque de empreendedorismo

Clique na imagem para fazer a sua inscrição!

Esse post foi originalmente postado no CINEBusiness. Se você ainda não conhece o projeto, delicie-se no melhor projeto sobre empreendedorismo com cinema do país.

O Empreendedorismo Demora Quanto Tempo Pra Fazer Efeito?

O limiar entre persistência e teimosia é bem pequeno. Por isso, quanto tempo esperar até o empreendedorismo dar certo – ou não?

Na sexta-feira passada, pela manhã enquanto fazia o trajeto de metrô para o trabalho, me deparei com uma pergunta reflexão no Twitter do meu amigo Gabriel Galvão sobre empreendedorismo que me provocou essa reflexão, que se transforma agora em artigo.

A pergunta? Bem, a pergunta era sobre o tempo de maturação do empreendedorismo.

Empreendedorismo - Qual é o Tempo de Maturação - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Quanto tempo demora pro empreendedorismo dar certo?

A pergunta que não quer calar é:

Quanto tempo um empreendedor deve suportar até seu empreendimento ter sucesso? 1 ano, 2 anos, 5 anos?

Essa pergunta é muito difícil de responder na minha opinião. Acredito que não exista uma resposta padrão sobre essa questão do empreendedorismo.

A primeira regra do empreendedorismo é que empreendedorismo não tem regra. O que funciona pro seu concorrente, o que funciona para um mercado pode não funcionar muito no outro, ou até levar ao fracasso.

Da mesma maneira que, em empreendedorismo o limiar da persistência e teimosia é minúsculo; o limiar do sucesso ou fracasso também é bem pequeno.

Tendo isso em mente, vou falar um pouco do que eu acho que seja a resposta para essa pergunta, que acima de tudo é uma reflexão.

A resposta para essa pergunta de empreendedorismo precisa levar em conta três fatores:

#1. Cada caso de empreendedorismo é um caso.

Se você tem uma startup de internet, o tempo de maturação do seu negócio é um. Se você tem uma empresa de prestação de serviço, esse tempo é outro, se você tem uma empresa de produtos, é outro, e assim por diante.

SIM! O segmento, o mercado, o ecossistema em que você e seu empreendimento estão inseridos significa muito. Na internet, por exemplo, seis meses pode ser “longo prazo”, enquanto isso em serviços pode ser “curto prazo”.

O timing é totalmente diferente, para um empreendedor, de acordo com o meio.

Então, a primeira coisa a fazer é guiar-se não pela persistência/teimosia, mas pelo espírito “comece pequeno, pense grande, cresça rápido”.

O melhor indicador para a sua empresa deve ser o crescimento. Até mais do que o ROI. Se você está crescendo, acredita no que faz e está disposto a fracassar por isso, siga em frente.

Em empreendedorismo, crescer vem primeiro do que ROI. E não estamos falando de crescimento financeiro. Estou falando de crescimento do negócio.

Qual deve ser a sua métrica?

Número de novas pessoas atendidas pelo que você faz;

Número de novas pessoas falando sobre o que você faz;

Seus vizinhos – em muitos casos literalmente – precisam ser entusiastas do que você faz;

Número de feedbacks positivos;

Número de indicações;

Número de pessoas que apostam na sua ideia.

Esses são alguns dos índices de que o empreendedor precisa para medir a sua ideia.

O dinheiro não vai aparecer da noite pro dia. Existe um caminho para o dinheiro. E esse caminho é o crescimento de que falei acima. Você precisa estar na boca das pessoas. Só assim a coisa vai começar a acontecer. Se você não está crescendo, pode ser bom parar.

#2. O empreendedor conta muito. Por isso chama-se empreendedorismo.

O empreendedorismo não é nada sem empreendedores.

Então, o pessoal de cada um ajuda muito no tempo de maturação de um negócio.

Uma coisa que você precisa fazer é melhorar e aumentar o seu potencial, sua filosofia e seu comportamento sobre empreendedorismo.

O que fazer?

Aumentar a bagagem cultural fomenta o empreendedorismo.

Ampliar os horizontes fomenta o empreendedorismo.

Despertar o espírito da liderança fomenta o empreendedorismo.

Bases familiares fomentam o empreendedorismo.

Ao contrário do que pensa, dinheiro não fomenta o empreendedorismo.

Com isso, o empreendedor torna-se uma pessoa mais capaz de conduzir o negócio rumo ao sucesso e, faz com que as possibilidade das coisas darem certo sejam maiores.

Não existe fórmula mágica de empreendedorismo. Por isso, a capacidade de aprender sobre aquilo que envolver cultural e economicamente o seu negócio vai fazer muita diferença na hora do negócio dar certo ou não.

#3. Não caminhe sozinho no mundo do empreendedorismo.

Parece besteira isso. Por que todo empreendedor acredita que é o super-homem no início de tudo.

Sim, eu posso aguentar a barra!

É mais ou menos assim que todos pensam. Só que a verdade é bem por outro caminho.

Todo empreendedor precisa de suporte. Todo empreendedor precisa de alguém para ajudá-lo a ver as coisas por outro ângulo, alguém para opinar, alguém para ajudar nas tomadas de decisões.

Esse alguém pode ser um sócio, um parente, um amigo, o cônjuge ou até mesmo um coaching.

Acredite!

A barra é pesada. Não há noites de sono, dias de lazer e, mesmo de folga as preocupações financeiras, operacionais e tudo que envolve o negócio vai te martelar para onde você for.

Por isso, ter alguém que veja as coisas de fora, alguém com opinião diferente, alguém que tenha experiência, de vida ou de negócios vai te ajudar muito.

Não seja egocêntrico a ponto de se achar o melhor de todos. Não seja prepotente a ponto de achar que sabe tudo. Seja humilde, cale a boca daquele rei que você tem na barriga e ESCUTE OS OUTROS.

Acredite em mim. Estou falando por experiência própria.

Empreendedorismo é assim. Todo empreendedor vai se dar mal uma hora.

Tô louco?

Não… eu sei bem o que to falando. Por isso digo que você precisa ter alguém por trás. Isso minimiza as chances de burrada e, aumenta as cabeças pensantes por trás das ideias.

A verdade é que se desse pra prever com exatidão e antecedência se um negócio ia dar certo ou errado, empresas não fechavam todos os dias.

Mas, seguir esses três passos simples vai ajudar muito a você diminuir e muito as chances de fracasso. Vai por mim…

Se você quiser saber mais sobre empreendedorismo

Leia o manifesto do empreendedorismo no CINEBusiness e visite o PontoMarketing. É certeza de conteúdo relevante para fomentar o empreendedorismo mundo afora.

A Vida de Steve Jobs no Cinema.

A vida de Steve Jobs vira filme depois de sua morte e do grande sucesso de sua biografia. Esse filme você não pode perder.

Esse poderia ser um post de empreendedorismo no CINEBusiness. Mas é que a vida de Steve Jobs está misturada com empreendedorismo, inovação, tecnologia e etc.

Por isso a vida de Steve Jobs precisa ser lida, estudada e devorada por qualquer pessoa que queira pensar e agir diferente.

A biografia com as histórias da vida de Steve Jobs, assim que lançada fui muito sucesso. Com tanto sucesso nada mais normal do que alguma produtora de filmes comprar os direitos da obra que contava a história da vida de Steve Jobs.

Dito e feito! A Sony, sem pestanejar comprou os direitos exibir a vida de Steve Jobs no cinema.

A vida de Steve Jobs, em breve poderá ser vista em milhares de telas de cinema pelo mundo. O papel de Steve Jobs coube a Ashton Kutcher que, quem diria, ficou a cara do fundador da empresa mais amada de tecnologia.

Além de mostrar a vida de Steve Jobs, o empreendedor, o filme, que vai se chamar Jobs: Get Inspired, irá mostrar a trajetória da vida de Steve Jobs desde a época em que ele era um hippie meio fedido e doidão.

Provavelmente veremos, em alguma cena, as loucuras e as “bad trips” da vida de Steve Jobs quando ele se envolveu com LSD e outras drogas.

Mas, acima de tudo teremos, em vídeo, uma belíssima história de empreendedorismo, tecnologia e inovação, que se confunde com a própria vida de Steve Jobs e da Apple.

O filme sobre a vida de Steve Jobs começou a ser rodado em Maio e, já pipocam fotos na internet sobre o amado Steve Jobs.

Certamente estamos diante de um filme que vai estrear para brigar pelo recorde de bilheteria de todos os tempos.

Abaixo você pode ver algumas fotos do filme sobre a vida de Steve Jobs:

Gostou das fotos? Gostou do Ashton Kutcher no papel de Steve Jobs? Quer mais informações sobre o filme da vida do Steve Jobs? Veja no CinePop e o Cinema10.

A União de Empreendedorismo, Negócios, Marketing e Cinema.

Um site inova ao usar o cinema como forma de difundir novas ideias mercadológicas e regatar o espírito empreendedor dos leitores.

Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.

Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação.

No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.

O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas.

Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita.

Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar.

A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu.

Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.

Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores.

Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores.

Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se.

E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

Logotipo CINEBusiness | Cinema e cultura com um toque de empreendedorismo

Retrospectiva 2011, Parte Final – Os artigos do ano.

Até meados de 2011 eu estive meio parado. Escrevi pouco, muitas vezes por falta de parar e tirar um tempo pra escrever. Eu ainda não estou escrevendo da maneira que eu queria, na frequência que eu queria. Mas, já desenferrujei bastante e, o importante é não parar.

Em 2011, além do Think|Outside eu me engajei em dois projetos: o CINEBusiness, que é um blog, como todo mundo já sabe que alia cinema e negócios e o AveMarketing, que é o blog do meu amigo Elcio Fernando Del Prete, que eu fico muito honrado de colaborar com artigos quinzenais.

Em 2012 a ideia é aumentar essa produção. Já estou confirmado como colaborador de mais dois portais, que me deram a honra de poder estar entre os colaboradores para falar de branding, marketing e vendas e, o Think|Outside certamente vai voltar a produzir como nunca.

Por isso eu vou fazer dessa última parte da retrospectiva, um apanhado dos melhores artigos que eu escrevi, na minha opinião. Seja aqui no blog, no CINEBusiness ou no AveMarketing, aqui vai um apanhado daqueles que eu mais gostei e daqueles que eu acho que foram direto ao ponto que eu queria.

#8. O dilema do marketing moderno. Eu vivo dizendo que o marketing publicitário já está com seus dias contados. A publicidade, como ela funciona na TV e na mídia impressa, não funciona na internet, aonde a grande maioria dos consumidores que interessam estão. As publicidades do Google, ninguém tem paciência de ver e pula. Com os poup-up’s, mesma coisa. O que o marketing precisa fazer é se adaptar ao seu consumidor 1-a-1 e, mostrar pra ele que sabe o que tá fazendo. Que conhece o mercado, que conhece o consumidor e que conhece a concorrência.

O pessoal das agências de publicidade, e os prêmios dizem que o Brasil é um país muito criativo na hora de produzir propagandas e coisas criativas. Mas, será que essa criatividade maravilhosa e premiada do Brasil tá fazendo o dever de casa? O jeito que a marca está comunicando com o consumidor tem sido satisfatório? Ou, se essa não for a pergunta certa, tá funcionando, pelo menos? O Brasil é o pais mais criativo? Que produz os melhores comerciais? Então porque será que eu gosto de um ou outro apenas. Se eu parar pra pensar, tem apenas o da Johnie Walker que eu posso dizer que foi uma peça bem produzida. Mas, estou falando de um, no meio de infinitas produções já feitas nesse ano (leia mais).

#7. O que os olhos não vêm, o coração não sente. Esse é mais um da lista sobre branding e history telling. Publicado no AveMarketing, é um artigo que fiz inspirado na leitura de BrandSense, de Martin Lindstrom, que mostra que os sentidos e a sensação que temos com o imperceptível influencia, e muito a nossa maneira de ver uma marca, de comprar e de interagir com produtos e fabricantes.

Um grande desafio das marcas atuais é comunicar ao consumidor a seu diferencial e, passar a ele a sua personalidade. Atualmente, algumas marcas vivem seu momento de agressividade propagandística, aonde bombardear a cabeça de pessoas com o seu produto, não tem feito muita diferença nos resultados. Martin Lindstrom, no seu livro Brand Sense, fala sobre a importância de se utilizar os cinco sentidos na comunicação entre marcas e consumidores. Essa importância é sustentada na pesquisa que originou o livro, onde empresas que investiram em uma experiência sensorial completa foram muito mais lembradas pelos clientes (leia mais).

#6. Eu nunca trabalhei oito horas por dia! Esse foi um post aqui do blog que eu fiz em homenagem ao meu avô, que há pouco tempo sofreu um AVC e mostrou que é muito mais forte do que todo mundo pensa. Parte dessa força veio do trabalho duro, forçado e da determinação de uma pessoa que não tinha outra alternativa a não ser dar certo, para sustentar a sua família. Meu avô é um exemplo de empreendedorismo e  determinação porque sempre se mexeu, sempre fez um pouco a mais e sempre foi além. Criou os filhos sempre trabalhando muito mais do que oito horas por dia, o que demonstra que o amor pelo trabalho faz com que sejamos ativos e saudáveis por mais que o tempo insista em nos envelhecer.

Eu tenho um grande presente em minha vida que é ter a minha família próxima. A relação que tenho com a minha mãe e irmã, que são incomuns e, a relação com todo mundo ao redor. O relacionamento que tenho com primos e tios, são muito mais estreitos do que a maioria, o que faz com que a minha pequena família, de certa maneira, possa-se dizer que é bem unida. E eu tenho por detrás de meu caráter e minha personalidade o exemplo de um grande homem, meu avô, que é o dono dessa frase aí. Meu avô, hoje para completar seus setenta e nove anos é um senhor que casou muito jovem e, foi pai também muito jovem. E por circunstância do destino, foi pai de dois filhos, um atrás do outro. Digo circunstância do destino porque minha avó era muito inocente, havia sido criada em colégio interno de freiras e, naquele tempo, diferentemente de hoje, as meninas de dezessete anos não sabiam nada sobre educação sexual. Ela mesma me disse que só conseguiu entender, pela lógica e, ligando uma coisa à outra, como se engravidava, quando engravidou do seu terceiro filho (leia mais).

#5. O Comprometimento só é Verdadeiro Quando Sujamos a Nossa Reputação Com o Próprio Sangue. Esse foi o meu artigo de re-estreia no CINEBusiness. E, pra recomeçar eu escolhi falar da série 24 Horas e do comprometimento de Jack Bauer com o seu trabalho e com a defesa de seu país. Acredito que existem milhares de lições que podemos tirar da série mas, no post, destaquei nove que acredito serem as mais importantes e que podem ensinar sobre empreendedorismo:

1. Coloque o dedo na ferida;

2. Os negócios podem prejudicar a família;

3. Herois para alguns, bandido para outros;

4. O tempo sempre vai estar contra você;

5. Amizades verdadeiras são importantes;

6. Conheça o concorrente. Infiltre-se caso necessário;

7. Faça uma tarefa de cada vez;

8. Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe!; e

9. Deadlines muitas vezes podem mesmo significar “deadlines“.

O quanto estamos dispostos a nos doar pelo comprometimento? Até que ponto estar comprometido com uma causa está também ligado a causas hierárquicas? O comprometimento para na hierarquia, ou, pelo bem maior, devemos fazer o que precisa ser feito, para não jogar o nosso comprometimento em cheque? (leia mais).

#4. O Destino Raramente nos Chama no Momento de Nossa Escolha. Mais um post do CINEBusiness, dessa vez do filme Transformers. Acredito que Transformers seja um lindo filme sobre liderança, ajudar os outros e, fazer o que precisa ser feito. O comportamento de Optimus Prime e seus ensinamentos são equivalente a qualquer Mestre Yoda e, qualquer líder deveria ouvir com mais atenção o que ele tem pra falar. Assim como no post sobre 24 Horas, destaquei algumas lições – dessa vez oito – sobre o que podemos aprender com esse filme de robôs:

1. Muitas vezes, o seu passado não interessa;

2. Cuidado com as informações que chegam ao seu ouvido;

3. Você precisa saber a hora de lutar e de ensinar;

4. Muitas vezes seus amigos dizem não precisar de você. Mas, eles precisam de você, mesmo sem saber;

5. “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”;

6. Até o seu melhor soldado pode ter vendido a alma ao diabo;

7. Não importa quem você conhece, mas quem conhece você; e

8. Tenha aliados dispostos a perder a cabeça para te ajudar.

O líder dos autobots tem não apenas essa mas, milhares de frases que são verdadeiras lições de vida e, lições empresariais, já figurando até mesmo nos wallpapers do CINEBusiness. A sabedoria desse robozinho fez eu me apaixonar pela saga dos Transformers e, como já deve ter dado pra perceber, esse será o filme que eu irei resenhar aqui. Mais especificamente: Transformers – O Lado Oculto da Lua, o terceiro filme da série que, espero eu continue por mais algum tempo. Primeiro, pela excelente qualidade dos efeitos especiais e,  porque, até hoje foi este o melhor filme em 3D que eu já ví. Outro motivo que me faz gostar da série são os enredos bem formados, as tiradas engraçadas sem dar tom pastelão ao filme e, as histórias bem fechadas onde a máxima violência só gera violência é deixada por terra. Até porque, somente com muita violência é que os mocinhos – nossos amigos autobots, conseguem vencer os bandidos – os decepticons (leia mais).

#3. Deve haver um jeito melhor. Infelizmente, entre as perdas irreparáveis de 2011 está Steve Jobs. Deve haver um jeito melhor é o post que eu fiz falando sobre a morte e sobre os ensinamentos desse gênio do mundo dos negócios. Certamente, hoje o mundo está mais pobre sem a presença e as loucuras de Steve.

Eu sempre achei Jobs um cara fantástico. Para mim, o seu discurso em Stanford, que os telejornais exibiram essa semana como algo inedito e triunfante, pode ser comparado, pelo legado deixado à história, ao consciente empreendedor como um presente tão importante e belo quanto o discurso de Martin Luther King Jr. Esse discurso, por si só já mostra o quanto estamos falando sobre um indivíduo fora do comum (leia mais).

#2. A resposta certa não muda nada. O essencial é que as perguntas estejam certas. Este é mais um artigo publicado no blog AveMarketing. Na verdade é um questionamento sobre verdades absolutas, questionamentos e crenças. As respostas certas não nos conduzem a lugar nenhum. Mas as perguntas certas nos conduzem para respostas inimagináveis. Essa é a maneira mais inteligente e sábia de empreender e tocar o coração das pessoas.

Se fizermos uma síntese sobre o aprendizado, vamos chegar a uma bela conclusão: que podemos aprender de duas maneiras, com a nossa vivência, e com a vivência dos outros. E, se pararmos pra pensar, tudo se encaixa em um lado ou outro dessa equação. Livros, palestras, aulas, vídeos, reuniões, tudo isso pode gerar aprendizado. E, em todos esses exemplos temos a vivência e a experiência dos outros que nos ensinam. Uma aula, uma palestra ou um livro, nada mais é do que o relato da experiência, do conhecimento de uma outra pessoa. E, claro, existe também aquilo que aprendemos com nossa experiência, com nossa vida, conosco. Um erro é uma maneira de aprendermos pela nossa experiência. Mas, a mais bela maneira de se aprender é questionar o porquê das coisas. E vejo que muitas pessoas que fizeram isso conseguiram ir além. Acabei de ler a biografia de Steve Jobs. E vi que isso era uma coisa que ele fazia diariamente com aquele que os outros a seu redor chamam de “campo de distorção da realidade”. Foi assim que ele conseguiu convencer Steve Wozniak a produzir um jogo para a Atari em menos tempo, foi assim que ele convenceu Jonny Ive que dava tempo de fazer o iPod em seis meses, foi assim que ele convenceu o dono da fábrica que produz os vidros dos iPhones e iPads a fazer o vidro quando ele disse que não tinha como produzir a quantidade que Jobs precisava (leia mais).

#1. Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa. A capacidade de aprender é fascinante. E, mais fascinante ainda é quando usamos o aprendizado pro bem, ao nosso favor, para mudar a vida das pessoas.

A frase título do post é do Leonardo da Vinci. Mas, o mais incrível é a forma com que a nossa mente desenvolve inúmeras maneiras de aprendermos. O vício em aprendizado atrapalha na ação? Ou será que, o fato de a mente nunca se cansar de aprender não demonstra uma dependência em ficar tentando aprender? Porque eu acredito que, agente só prova que aprendeu quando coloca o aprendizado em prática. Existe um ditado que diz que “errar é humano, mas persistir no erro é burrice”. Existe ainda outro ditado, esse  acho que muçulmano, que diz que “muitas vezes não temos culpa por errar uma vez; ele pode ser fruto de ignorância ou desconhecimento”. Mas que o erro, recorrente, é culpa nossa. Nós escolhemos errar (leia mais).

Eu 2012 eu vou escrever como nunca. Escrever, dialogar, ler e assistir filmes são as melhores maneiras de aprendermos práticas não ortodoxas e mudar o mundo!

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…

Retrospectiva 2011, Parte 2 – Os filmes do ano.

O ano de 2011 está se despedindo nessa semana. Sendo assim, vou dar continuidade aos posts de retrospectiva antes que o ano acabe e fique faltando alguns posts.

Esse ano foi o ano que eu retomei o projeto CINEBusiness. Eu e mais uma galera nos propusemos a escrever sobre lições de empreendedorismo, liderança, marketing, vendas, administração e etc. utilizando para isso as histórias dos filmes que, muitas pessoas assistem mas, muitas vezes acabam passando desapercebidas.

Sendo assim, eu que sou um cara que adora filmes, me vi assistindo a mais filmes ainda. Assisti a filmes de comédia, desenhos, ação, filmes baseados em fatos reais, enfim, quase tudo que saia no cinema e me interessava, por algum motivo, eu tava lá, assistindo.

Por esse motivo, eu vou listar aqui, em ordem decrescente, os dez melhores filmes do ano na minha opinião. E eu vou listar apenas os filmes que eu vi nesse ano e que são desse ano. Filmes como Karatê Kid e Tropa de Elite 2, que eu assisti nesse ano, mas são de 2010 estão de fora.

#10. Se Beber não Case, Parte 2. Eu acredito que 99% dos filmes de comédia têm enredo feito para mulheres. Casais que se separam e depois descobrem que se amam, amigos que descobrem que estão apaixonados, pais de noivos que quase acabam com o relacionamento dos casais, enfim, tudo feito pra mulher. Os filmes estão aí se repetindo entra ano e sai ano e muita gente ainda não percebeu isso. Mas a galera de Hangover (nome original da franquia, que significa A Ressaca), conseguiu no meio de um monte de roteiro mais do mesmo, construir algo original que conseguiu agradar gregos e troianos. Digo isso porque não sou um apreciador de comédia mas, gostei dos filmes e, tenho certeza de que ele agradou também à galera que curte filmes de comédia. No final das contas, Se beber não case, parte 2 vale a diversão, as risadas e o tempo de filme e, certamente é a melhor comédia do ano, o que faz com que ele esteja entre os melhores de 2011.

#9. Contra o Tempo. Esse é um daqueles filmes de ficção científica que estreiam sem fazer muito barulho mas que, no fundo têm uma bela história sobre segunda chance e sobre mudanças. O filme acompanha o capitão Colter Stevens (Jake Gyllenhaal), que acorda no corpo de um outro homem e descobre que faz parte de uma missão para salvar Chicago de um trem desgovernado. Em uma tarefa que não se parece a nenhuma das que já realizou, percebe que é parte de um experimento do governo chamado “Source Code,” um programa que lhe permite passar pela identidade de outro homem nos últimos 8 minutos de sua vida. Nesses oito minutos ele precisa descobrir quem é o terrorista por detrás do atentado que matou centenas de inocentes. Mas, o capitão Stevens acredita que esse programa pode ir além e, dar uma segunda chance às pessoas. Porém, se o programa conseguir evitar esses acidentes, fazendo com que eles nunca tenham acontecido, as pessoas não saberão da sua importância. E é aí que a politicagem e o bem maior se chocam, fazendo com que cada um dos envolvidos escolha o lado que quer jogar. Um filme primoroso que nos responde aquele perguntinha que todos nós já nos fizemos algum dia: “mas e se isso não tivesse acontecido?”.

#8. Planeta dos Macacos – A Origem. Caramba! Outro filme de ficção científica? Pois é. Esse ano foi o ano de filmaços de ficção científica. Um outro filme do gênero que poderia estar nessa lista, mas não está é Super-8, outro filme de ficção científica lindamente produzido por J.J. Abrams, que mostra que esses filmes foram bem representados ao longo do ano. O filme Planeta dos Macacos combina uma narrativa fantástica com o próximo salto da tecnologia de efeitos visuais, obtendo como resultado um filme com uma textura de ação e emoção inédita. A arrogância do homem deflagra uma cadeia de acontecimentos que leva os símios a ter um outro tipo de inteligência e a desafiar nosso posto de espécie dominante no planeta. Caesar, o primeiro símio inteligente, é traído pelos humanos e se revolta passando a liderar a incrível corrida de sua espécie rumo à liberdade e ao inevitável confronto com o homem.

#7. X-Men First Class. Sem sombra de dúvida esse é o melhor filme de todos os filmes sobre os X-Men (a trilogia incial e a Arma X). Tudo bem que falta um pouco em algumas partes o sarcasmo do Wolverine, mas a história é impecável e, conta muito bem o início da saga dos mutantes, e como cada um seguiu seu caminho e chegou aonde estão hoje. O filme se passa nos anos 60. Charles Xavier (James McAvoy) é formado em teologia e filosofia e realiza um trabalho de pós-graduação junto às Nações Unidas. Na univesidade de Oxford ele conhece Erik Lehnsherr (Michael Fassbender), filho de judeus que foram assassinados pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. Erik apenas escapou graças ao seu poder mutante de controlar metais, que permitiu que fugisse para a França. Ao término da guerra, Erik passou a trabalhar como intérprete para a inteligência britânica, ajudando judeus a irem para um país recém fundado, hoje chamado Israel. Charles e Erik logo se tornam bons amigos, mantendo um respeito mútuo pela inteligência e ideais do outro. Em 1965, Charles decide usar seus poderes psíquicos para ensinar jovens alunos mutantes a usarem seus dons para fins pacíficos. Nasce a Escola para Jovens Superdotados, gerenciada pelos dois amigos. Além de retratar a loucura de alguns experimentos nazistas, mostra a perseguição com as crianças judias, o que explica muito bem a personalidade do Magneto. O melhor filme baseado em quadrinhos do ano (muito melhor do que Lanterna Verde, Capitão América e cia. limitada).

#6. O Palhaço. O palhaço é o único filme brasileiro nessa lista. Eu gostaria muito de dizer que esse foi um ótimo ano pro cinema nacional. Mas, não foi. Mas, O Palhaço valeu por todos os filmes fracos que o país produziu nesse ano. Minha maior decepção no cinema nacional foi “O Assalto ao Banco Central”, que pelos traillers parecia ser excelente e, acabou nem valendo o ingresso. O Palhaço é o segundo filme em que Selton Mello atua como diretor e, mostra que estamos diante de um gênio do cinema. Um ator que as qualidades transcende as câmeras. Puro Sangue (Paulo José) e Pangaré (Selton Mello), pai e filho, são os donos do Circo Esperança e lideram uma trupe de artistas pelas estradas do país. Entre os espetáculos, surgem muitas cobranças em cima de Pangaré. Ele está exausto e obcecado pela seguinte ideia: “Eu faço todo mundo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”. No final, Pangaré entende que, “o rato come queijo, o gato bebe leite e eu… sou palhaço”. Um filme belíssimo que, muito bem representa o cinema brasileiro nas telonas.

#5. Transformers – O Lado Oculto da Lua. Esse é mais um filme cuja estreia vinha sob grande expectativa. O primeiro filme tinha sido um sucesso. O segundo, um fracasso. Confuso, perdido e muita gente não gostou. O terceiro precisava arrumar novamente a casa e mostrar que a história era boa. E o desafio aumentou depois que Megan Fox saiu fora e, todo mundo achava que seria difícil explicar isso no filme. Eu sou um cara que o desenho dos Transformers fez parte da infância e, como não podia deixar de ser, sou aficionado por todos os três filmes.  Neste novo filme, os Autobots e Decepticons se envolvem em uma perigosa corrida espacial entre os EUA e a Rússia, e uma vez mais humano Sam Witwicky (Shia Lebouf) tem de vir em auxílio de seus amigo robô. Há também novos personagens, incluindo um novo vilão, Shockwave, um transformer que governa Cybertron enquanto os Autobots e Decepticons se enfrentam na Terra. O filme pega um gancho brilhante na corrida espacial e leva o enredo muito bem, colocando novamente entre os eixos e aparando as arestas que fez o grande público criticar o segundo filme.

#4. A Grande Virada. Esse é um filme que bem poderia ser baseado em fatos reais. Mostra como a especulação e o lobby durante a crise deixou milhares de famílias na miséria para que altos executivos não saíssem perdendo. Mostram que, quando as pessoas perdem as suas essências e viram engravatados, a alma já está vendida. Bobby Walker (Ben Affleck) não tem o que reclamar da vida. Tem uma bela família, um bom emprego e um deslumbrante Porsche na garagem. O que ele não esperava era que, devido a uma política de redução de pessoal, fosse demitido. Phil Woodward (Chris Coioper) e Gene McClary (Tommy Lee Jones), seus colegas de trabalho, passam pela mesma situação. A mudança faz com que o trio tenha que redefinir suas vidas, como maridos e pais de família. Está merecidamente entre o top de 2011 porque é um filme que faz pensar, refletir e mostra vários ângulos (reais) de um acontecimento que afetou milhares de pessoas, a crise de 2008.

#3. Gigantes de Aço. Gigantes de aço é um desses filmes que faz você torcer junto. Mesmo já tendo um roteiro manjado. Parecido com Falcão e Rocky. Mas, mesmo assim faz você vibrar, rir, torcer e sair do cinema com uma energia contagiante. Uma história ousada, eletrizante e cheia de tensão ambientada em um futuro próximo quando o boxe se tornou um esporte de alta tecnologia, Gigantes de Aço  é estrelado por Hugh Jackman no papel de Charlie Kenton, um lutador decadente que perdeu sua chance de ganhar um título quando robôs de aço de mais de 900 quilos e mais de dois metros e quarenta de altura entraram no ringue. Charlie, então um mero e insignificante promotor, ganha apenas o suficiente, juntando sucatas de metal de robôs, para passar de uma arena de boxe para outra. Quando Charlie chega ao fundo do poço, ele relutantemente se une a seu filho afastado, Max (Dakota Goyo), para construir e treinar um competidor para disputar o campeonato. Conforme as apostas na brutal arena sem limites aumentam, Charlie e Max, contra todas as probabilidades, têm uma última chance de dar a volta por cima. É um grande filme que, até poucas semanas atrás era, em minha opinião, o melhor de 2011.

#2. O preço do Amanhã. Esse é um filme sensacional que nos faz refletir sobre a expressão “você tem um minuto?”, que comumente falamos sem nos dar conta de que a verdadeira moeda de nossas vidas é justamente o tempo. O filme é um tapa na cara de pessoas que dão mais valor a posses do que a relacionamentos, pessoas e o que realmente importa. Sem sobra de dúvida uma ficção científica que, faz pensar sobre pautado em quais princípios estamos levando nossas vidas. Em um futuro não muito distante, a ciência descobre um processo que interrompe o envelhecimento aos 25 anos, mas com o processo a pessoa possui apenas mais um ano de vida, a não ser que tenha dinheiro para pagar pelo tempo extra. Na busca por poder e tempo de vida, um homem (Justin Timberlake) é acusado injustamente de homicídio e se vê obrigado a sequestrar uma bela jovem (Olivia Wilde) para conseguir ganhar mais tempo e provar sua inocência. Merecidamente um filme que nos faz colocar a mão na consciência, com um belo roteiro e, merecidamente entre os melhores filmes de 2011.

#1. Imortais. Esse é um épico magistral. Acabo de assistir e certamente irei assistir novamente pra admirar ainda mais o filme. É um filme que faz você sair do cinema refletindo. Primeiro sobre crenças. Segundo sobre a ganância do ser humano. O Rei Hiperión (Mickey Rourke) declarou guerra contra todo o mundo grego e, para reforçar seu exército, ele tentará libetar os Titãs presos por Zeus (Luke Evans) no Monte Tártato. Tentando detê-lo, Zeus escolhe Teseu (Henry Cavill), um mortal que, com a ajuda da bela sacerdotisa Phaera (Freida Pinto), comandará o exército grego nesta batalha épica. O filme é dos mesmos produtores de 300 que, mais uma vez acertam magistralmente. Um filme cheio de reflexões aonde a virtude é o passaporte para a imortalidade. Merecidamente o melhor filme do ano.

Bonus: Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte 2. Eu devia ter uns 12 anos (ou menos) quando foi lançado o primeiro livro de Harry Potter. Portanto, os livros fizeram parte da minha infância e, certamente os primeiros filmes também. Sendo assim, não poderia, como fã da série, deixar de destacar o trabalho da competentíssima J.K. Rowling que foi capaz de prender a atenção dos leitores da série por mais de uma década, conseguindo uma drástica evolução nos últimos volumes da saga (a partir do quinto livro). Portanto, o último filme de Harry Potter merece destaque entre os filmes do ano por ter colocado um ponto final em uma história que começou na infância de muitas pessoas e, levaram muitas pessoas a criarem o prazer pela leitura. A batalha entre o bem e o mal no mundo da magia se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Assim, Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima. Tudo acaba aqui.

Tenho certeza que 2012 será um ano cheio de filmes tesão. Já temos o último filme de Batman, que promete ser sensacional. Já no início de janeiro temos o segundo filme de Sherlock Holmes e o primeiro filme da Trilogia Millenium de Stiegh Larsson, “Os Homens que não Amavam as Mulheres” além do também muito aguardado Os Vingadores, isso só os mais esperados, fora as gratas surpresas que temos pelo caminho. Em 2012 o CINEBusiness volta com tudo, mostrando um pouco mais de como é possível levar para dentro das empresas lições de filmes.

As Promoções do CINEBusiness.

Como todos sabem, o CINEBusiness voltou com força total. Toda semana tem vários artigos novos e, junto com os artigos de filmes temos também diversos Wallpapers e promoções. Agora o CINEBusiness sorteará TODO dia 30 um livro entre as pessoas que curtirem a página do CINEBusiness no Facebook.

As regras são simples:

1. Acesse o link da página do CINEBusiness no Facebook: http://www.facebook.com/CINEBusiness. Clique em curtir. ATENÇÃO: É preciso curtir a PÁGINA do Facebook do CINEBusiness e não as postagens;

2. Depois vá ao álbum de fotos da nossa página no Facebook e compartilhe imagem da promoção do mês no seu perfil;

3. Pronto! Você já estará concorrendo.

A promoção do mês de Setembro vai até o dia 30. No final do dia 30 de Setembro sortearemos o livro “Satisfação Garantida”, de Tony Hsieh, o fundador da Zappos!, a empresa de e-commerce sensação no mundo todo que se destacou pela sua cultura e, recentemente foi adquirida pela Amazon.com por um bilhão de dólares.

Eu gostaria que todos participassem e ajudassem a divulgar o CINEBusiness.

CINEBusiness, o Retorno.

No final de 2009, eu e alguns companheiros iniciamos um projeto audacioso: ensinar, através do cinema, lições de empreendedorismo. Sim, através de filmes, de seriados lições além das belas histórias que vemos na telinha. O projeto teve início e, ficou um tempo adormecido mas, voltou com força total.

Depois de um ano parado, voltamos ainda maior e melhor do que antes. O que antes era um blog hospedado no WordPress virou um blog profissional, hospedado em um domínio próprio. O agora www.cinebusiness.blog.br nasceu mais forte e com mais colaboradores. Com mais publicações, mais profissional e cheio de artigos provocativos o CINEBusiness renasce para colocar uma pulga atrás da orelha de todo mundo e, ensinar o empreendedorismo de uma maneira que ninguém ensina.

Portanto, acessem e acompanhem o CINEBusiness, curta a nossa página no Facebook e, fique alerta às nossas novidades porque, tá tudo apenas começando. Clique na imagem abaixo e deguste o que o CINEBusiness tem a oferecer: provocações, reflexões e muitas perguntas.

Vida Longa ao CINEBusiness.

Eu, juntamente com alguns amigos, estamos dando vida a mais um projeto. O CINEBusiness. A ideia é bem simples. Queremos unir cinema e negócios através de leituras de filmes voltados para os negócios. Lições que, muitas vezes ninguém vê e que são de grande valia nos negócios.

O CINEBusiness é um projeto coletivo. Eu me juntei a jovens que estão fazendo a diferença para juntos podermos inspirar as pessoas com lições tiradas de filmes que todos têm acesso. Por isso, juntamente com Alexandre Viveiros, Marcus Vinícius e Wendell Carvalho estamos iniciando o CINEBusiness com artigos semanais.

Cada semana um colaborador vai postar um artigo sobre um filme, com uma lição sobre negócios, liderança, empreendedorismo, inovação, marketing, vendas e todos os fatores que influenciam o mundo nos negócios. O que queremos é que depois de lerem os artigos, as pessoas peguem os filmes, comprem, ou vão ao cinema pra ver e interpretar tudo aquilo que escrevemos.

O que queremos é inspirar as pessoas e fazer com que elas cresçam aprendendo por uma nova ótica, uma nova forma de ver as coisas.  O nosso objetivo, assim como em nossos blogs, sites e projetos é inspirar as pessoas com lições que as ajudem a ser a diferença. Armar pequenos, micro e nanoempresários e vencer os desafios do dia-a-dia indo além e lendo as letras miúdas.

Queremos contribuir. E nos divertir. E mostrar a nossa ideia, nossa opinião, nossa crença pra todo mundo. E é isso que vamos fazer. E já começamos. O CINEBusiness ainda está em “versão beta”. Conciliar a agenda de todo mundo é muito difícil e, por isso, vamos melhorando, aperfeiçoando e modificando a coisa toda com o tempo. Portanto, você pode acessá-lo e ver o nosso blog, que já conta com o primeiro artigo.

Posteriormente, o que vocês vão encontrar por lá, semana após semana são artigos novos. O projeto está no início, mas já está no ar. Eu altamente recomendo a sua visita por lá, para ler nossos textos, para refletir sobre o que estamos falando lá. E, semanalmente, a nossa única promessa é colocar lá um texto provocativo, que vai te colocar pra pensar se está fazendo a coisa certa, se está no caminho correto.

A única coisa que prometemos é fazer a nossa parte. Queremos que você prometa que vai fazer a sua. Que não vai deixar as ideias no papel. O CINEBusiness nasceu. Venha presenciar as coisas boas que estão vindo junto com ele.