A Vida de Steve Jobs no Cinema.

A vida de Steve Jobs vira filme depois de sua morte e do grande sucesso de sua biografia. Esse filme você não pode perder.

Esse poderia ser um post de empreendedorismo no CINEBusiness. Mas é que a vida de Steve Jobs está misturada com empreendedorismo, inovação, tecnologia e etc.

Por isso a vida de Steve Jobs precisa ser lida, estudada e devorada por qualquer pessoa que queira pensar e agir diferente.

A biografia com as histórias da vida de Steve Jobs, assim que lançada fui muito sucesso. Com tanto sucesso nada mais normal do que alguma produtora de filmes comprar os direitos da obra que contava a história da vida de Steve Jobs.

Dito e feito! A Sony, sem pestanejar comprou os direitos exibir a vida de Steve Jobs no cinema.

A vida de Steve Jobs, em breve poderá ser vista em milhares de telas de cinema pelo mundo. O papel de Steve Jobs coube a Ashton Kutcher que, quem diria, ficou a cara do fundador da empresa mais amada de tecnologia.

Além de mostrar a vida de Steve Jobs, o empreendedor, o filme, que vai se chamar Jobs: Get Inspired, irá mostrar a trajetória da vida de Steve Jobs desde a época em que ele era um hippie meio fedido e doidão.

Provavelmente veremos, em alguma cena, as loucuras e as “bad trips” da vida de Steve Jobs quando ele se envolveu com LSD e outras drogas.

Mas, acima de tudo teremos, em vídeo, uma belíssima história de empreendedorismo, tecnologia e inovação, que se confunde com a própria vida de Steve Jobs e da Apple.

O filme sobre a vida de Steve Jobs começou a ser rodado em Maio e, já pipocam fotos na internet sobre o amado Steve Jobs.

Certamente estamos diante de um filme que vai estrear para brigar pelo recorde de bilheteria de todos os tempos.

Abaixo você pode ver algumas fotos do filme sobre a vida de Steve Jobs:

Gostou das fotos? Gostou do Ashton Kutcher no papel de Steve Jobs? Quer mais informações sobre o filme da vida do Steve Jobs? Veja no CinePop e o Cinema10.

A União de Empreendedorismo, Negócios, Marketing e Cinema.

Um site inova ao usar o cinema como forma de difundir novas ideias mercadológicas e regatar o espírito empreendedor dos leitores.

Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.

Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação.

No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.

O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas.

Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita.

Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar.

A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu.

Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.

Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores.

Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores.

Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se.

E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

Logotipo CINEBusiness | Cinema e cultura com um toque de empreendedorismo

Retrospectiva 2011, Parte 2 – Os filmes do ano.

O ano de 2011 está se despedindo nessa semana. Sendo assim, vou dar continuidade aos posts de retrospectiva antes que o ano acabe e fique faltando alguns posts.

Esse ano foi o ano que eu retomei o projeto CINEBusiness. Eu e mais uma galera nos propusemos a escrever sobre lições de empreendedorismo, liderança, marketing, vendas, administração e etc. utilizando para isso as histórias dos filmes que, muitas pessoas assistem mas, muitas vezes acabam passando desapercebidas.

Sendo assim, eu que sou um cara que adora filmes, me vi assistindo a mais filmes ainda. Assisti a filmes de comédia, desenhos, ação, filmes baseados em fatos reais, enfim, quase tudo que saia no cinema e me interessava, por algum motivo, eu tava lá, assistindo.

Por esse motivo, eu vou listar aqui, em ordem decrescente, os dez melhores filmes do ano na minha opinião. E eu vou listar apenas os filmes que eu vi nesse ano e que são desse ano. Filmes como Karatê Kid e Tropa de Elite 2, que eu assisti nesse ano, mas são de 2010 estão de fora.

#10. Se Beber não Case, Parte 2. Eu acredito que 99% dos filmes de comédia têm enredo feito para mulheres. Casais que se separam e depois descobrem que se amam, amigos que descobrem que estão apaixonados, pais de noivos que quase acabam com o relacionamento dos casais, enfim, tudo feito pra mulher. Os filmes estão aí se repetindo entra ano e sai ano e muita gente ainda não percebeu isso. Mas a galera de Hangover (nome original da franquia, que significa A Ressaca), conseguiu no meio de um monte de roteiro mais do mesmo, construir algo original que conseguiu agradar gregos e troianos. Digo isso porque não sou um apreciador de comédia mas, gostei dos filmes e, tenho certeza de que ele agradou também à galera que curte filmes de comédia. No final das contas, Se beber não case, parte 2 vale a diversão, as risadas e o tempo de filme e, certamente é a melhor comédia do ano, o que faz com que ele esteja entre os melhores de 2011.

#9. Contra o Tempo. Esse é um daqueles filmes de ficção científica que estreiam sem fazer muito barulho mas que, no fundo têm uma bela história sobre segunda chance e sobre mudanças. O filme acompanha o capitão Colter Stevens (Jake Gyllenhaal), que acorda no corpo de um outro homem e descobre que faz parte de uma missão para salvar Chicago de um trem desgovernado. Em uma tarefa que não se parece a nenhuma das que já realizou, percebe que é parte de um experimento do governo chamado “Source Code,” um programa que lhe permite passar pela identidade de outro homem nos últimos 8 minutos de sua vida. Nesses oito minutos ele precisa descobrir quem é o terrorista por detrás do atentado que matou centenas de inocentes. Mas, o capitão Stevens acredita que esse programa pode ir além e, dar uma segunda chance às pessoas. Porém, se o programa conseguir evitar esses acidentes, fazendo com que eles nunca tenham acontecido, as pessoas não saberão da sua importância. E é aí que a politicagem e o bem maior se chocam, fazendo com que cada um dos envolvidos escolha o lado que quer jogar. Um filme primoroso que nos responde aquele perguntinha que todos nós já nos fizemos algum dia: “mas e se isso não tivesse acontecido?”.

#8. Planeta dos Macacos – A Origem. Caramba! Outro filme de ficção científica? Pois é. Esse ano foi o ano de filmaços de ficção científica. Um outro filme do gênero que poderia estar nessa lista, mas não está é Super-8, outro filme de ficção científica lindamente produzido por J.J. Abrams, que mostra que esses filmes foram bem representados ao longo do ano. O filme Planeta dos Macacos combina uma narrativa fantástica com o próximo salto da tecnologia de efeitos visuais, obtendo como resultado um filme com uma textura de ação e emoção inédita. A arrogância do homem deflagra uma cadeia de acontecimentos que leva os símios a ter um outro tipo de inteligência e a desafiar nosso posto de espécie dominante no planeta. Caesar, o primeiro símio inteligente, é traído pelos humanos e se revolta passando a liderar a incrível corrida de sua espécie rumo à liberdade e ao inevitável confronto com o homem.

#7. X-Men First Class. Sem sombra de dúvida esse é o melhor filme de todos os filmes sobre os X-Men (a trilogia incial e a Arma X). Tudo bem que falta um pouco em algumas partes o sarcasmo do Wolverine, mas a história é impecável e, conta muito bem o início da saga dos mutantes, e como cada um seguiu seu caminho e chegou aonde estão hoje. O filme se passa nos anos 60. Charles Xavier (James McAvoy) é formado em teologia e filosofia e realiza um trabalho de pós-graduação junto às Nações Unidas. Na univesidade de Oxford ele conhece Erik Lehnsherr (Michael Fassbender), filho de judeus que foram assassinados pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. Erik apenas escapou graças ao seu poder mutante de controlar metais, que permitiu que fugisse para a França. Ao término da guerra, Erik passou a trabalhar como intérprete para a inteligência britânica, ajudando judeus a irem para um país recém fundado, hoje chamado Israel. Charles e Erik logo se tornam bons amigos, mantendo um respeito mútuo pela inteligência e ideais do outro. Em 1965, Charles decide usar seus poderes psíquicos para ensinar jovens alunos mutantes a usarem seus dons para fins pacíficos. Nasce a Escola para Jovens Superdotados, gerenciada pelos dois amigos. Além de retratar a loucura de alguns experimentos nazistas, mostra a perseguição com as crianças judias, o que explica muito bem a personalidade do Magneto. O melhor filme baseado em quadrinhos do ano (muito melhor do que Lanterna Verde, Capitão América e cia. limitada).

#6. O Palhaço. O palhaço é o único filme brasileiro nessa lista. Eu gostaria muito de dizer que esse foi um ótimo ano pro cinema nacional. Mas, não foi. Mas, O Palhaço valeu por todos os filmes fracos que o país produziu nesse ano. Minha maior decepção no cinema nacional foi “O Assalto ao Banco Central”, que pelos traillers parecia ser excelente e, acabou nem valendo o ingresso. O Palhaço é o segundo filme em que Selton Mello atua como diretor e, mostra que estamos diante de um gênio do cinema. Um ator que as qualidades transcende as câmeras. Puro Sangue (Paulo José) e Pangaré (Selton Mello), pai e filho, são os donos do Circo Esperança e lideram uma trupe de artistas pelas estradas do país. Entre os espetáculos, surgem muitas cobranças em cima de Pangaré. Ele está exausto e obcecado pela seguinte ideia: “Eu faço todo mundo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”. No final, Pangaré entende que, “o rato come queijo, o gato bebe leite e eu… sou palhaço”. Um filme belíssimo que, muito bem representa o cinema brasileiro nas telonas.

#5. Transformers – O Lado Oculto da Lua. Esse é mais um filme cuja estreia vinha sob grande expectativa. O primeiro filme tinha sido um sucesso. O segundo, um fracasso. Confuso, perdido e muita gente não gostou. O terceiro precisava arrumar novamente a casa e mostrar que a história era boa. E o desafio aumentou depois que Megan Fox saiu fora e, todo mundo achava que seria difícil explicar isso no filme. Eu sou um cara que o desenho dos Transformers fez parte da infância e, como não podia deixar de ser, sou aficionado por todos os três filmes.  Neste novo filme, os Autobots e Decepticons se envolvem em uma perigosa corrida espacial entre os EUA e a Rússia, e uma vez mais humano Sam Witwicky (Shia Lebouf) tem de vir em auxílio de seus amigo robô. Há também novos personagens, incluindo um novo vilão, Shockwave, um transformer que governa Cybertron enquanto os Autobots e Decepticons se enfrentam na Terra. O filme pega um gancho brilhante na corrida espacial e leva o enredo muito bem, colocando novamente entre os eixos e aparando as arestas que fez o grande público criticar o segundo filme.

#4. A Grande Virada. Esse é um filme que bem poderia ser baseado em fatos reais. Mostra como a especulação e o lobby durante a crise deixou milhares de famílias na miséria para que altos executivos não saíssem perdendo. Mostram que, quando as pessoas perdem as suas essências e viram engravatados, a alma já está vendida. Bobby Walker (Ben Affleck) não tem o que reclamar da vida. Tem uma bela família, um bom emprego e um deslumbrante Porsche na garagem. O que ele não esperava era que, devido a uma política de redução de pessoal, fosse demitido. Phil Woodward (Chris Coioper) e Gene McClary (Tommy Lee Jones), seus colegas de trabalho, passam pela mesma situação. A mudança faz com que o trio tenha que redefinir suas vidas, como maridos e pais de família. Está merecidamente entre o top de 2011 porque é um filme que faz pensar, refletir e mostra vários ângulos (reais) de um acontecimento que afetou milhares de pessoas, a crise de 2008.

#3. Gigantes de Aço. Gigantes de aço é um desses filmes que faz você torcer junto. Mesmo já tendo um roteiro manjado. Parecido com Falcão e Rocky. Mas, mesmo assim faz você vibrar, rir, torcer e sair do cinema com uma energia contagiante. Uma história ousada, eletrizante e cheia de tensão ambientada em um futuro próximo quando o boxe se tornou um esporte de alta tecnologia, Gigantes de Aço  é estrelado por Hugh Jackman no papel de Charlie Kenton, um lutador decadente que perdeu sua chance de ganhar um título quando robôs de aço de mais de 900 quilos e mais de dois metros e quarenta de altura entraram no ringue. Charlie, então um mero e insignificante promotor, ganha apenas o suficiente, juntando sucatas de metal de robôs, para passar de uma arena de boxe para outra. Quando Charlie chega ao fundo do poço, ele relutantemente se une a seu filho afastado, Max (Dakota Goyo), para construir e treinar um competidor para disputar o campeonato. Conforme as apostas na brutal arena sem limites aumentam, Charlie e Max, contra todas as probabilidades, têm uma última chance de dar a volta por cima. É um grande filme que, até poucas semanas atrás era, em minha opinião, o melhor de 2011.

#2. O preço do Amanhã. Esse é um filme sensacional que nos faz refletir sobre a expressão “você tem um minuto?”, que comumente falamos sem nos dar conta de que a verdadeira moeda de nossas vidas é justamente o tempo. O filme é um tapa na cara de pessoas que dão mais valor a posses do que a relacionamentos, pessoas e o que realmente importa. Sem sobra de dúvida uma ficção científica que, faz pensar sobre pautado em quais princípios estamos levando nossas vidas. Em um futuro não muito distante, a ciência descobre um processo que interrompe o envelhecimento aos 25 anos, mas com o processo a pessoa possui apenas mais um ano de vida, a não ser que tenha dinheiro para pagar pelo tempo extra. Na busca por poder e tempo de vida, um homem (Justin Timberlake) é acusado injustamente de homicídio e se vê obrigado a sequestrar uma bela jovem (Olivia Wilde) para conseguir ganhar mais tempo e provar sua inocência. Merecidamente um filme que nos faz colocar a mão na consciência, com um belo roteiro e, merecidamente entre os melhores filmes de 2011.

#1. Imortais. Esse é um épico magistral. Acabo de assistir e certamente irei assistir novamente pra admirar ainda mais o filme. É um filme que faz você sair do cinema refletindo. Primeiro sobre crenças. Segundo sobre a ganância do ser humano. O Rei Hiperión (Mickey Rourke) declarou guerra contra todo o mundo grego e, para reforçar seu exército, ele tentará libetar os Titãs presos por Zeus (Luke Evans) no Monte Tártato. Tentando detê-lo, Zeus escolhe Teseu (Henry Cavill), um mortal que, com a ajuda da bela sacerdotisa Phaera (Freida Pinto), comandará o exército grego nesta batalha épica. O filme é dos mesmos produtores de 300 que, mais uma vez acertam magistralmente. Um filme cheio de reflexões aonde a virtude é o passaporte para a imortalidade. Merecidamente o melhor filme do ano.

Bonus: Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte 2. Eu devia ter uns 12 anos (ou menos) quando foi lançado o primeiro livro de Harry Potter. Portanto, os livros fizeram parte da minha infância e, certamente os primeiros filmes também. Sendo assim, não poderia, como fã da série, deixar de destacar o trabalho da competentíssima J.K. Rowling que foi capaz de prender a atenção dos leitores da série por mais de uma década, conseguindo uma drástica evolução nos últimos volumes da saga (a partir do quinto livro). Portanto, o último filme de Harry Potter merece destaque entre os filmes do ano por ter colocado um ponto final em uma história que começou na infância de muitas pessoas e, levaram muitas pessoas a criarem o prazer pela leitura. A batalha entre o bem e o mal no mundo da magia se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Assim, Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima. Tudo acaba aqui.

Tenho certeza que 2012 será um ano cheio de filmes tesão. Já temos o último filme de Batman, que promete ser sensacional. Já no início de janeiro temos o segundo filme de Sherlock Holmes e o primeiro filme da Trilogia Millenium de Stiegh Larsson, “Os Homens que não Amavam as Mulheres” além do também muito aguardado Os Vingadores, isso só os mais esperados, fora as gratas surpresas que temos pelo caminho. Em 2012 o CINEBusiness volta com tudo, mostrando um pouco mais de como é possível levar para dentro das empresas lições de filmes.

Vida Longa ao CINEBusiness.

Eu, juntamente com alguns amigos, estamos dando vida a mais um projeto. O CINEBusiness. A ideia é bem simples. Queremos unir cinema e negócios através de leituras de filmes voltados para os negócios. Lições que, muitas vezes ninguém vê e que são de grande valia nos negócios.

O CINEBusiness é um projeto coletivo. Eu me juntei a jovens que estão fazendo a diferença para juntos podermos inspirar as pessoas com lições tiradas de filmes que todos têm acesso. Por isso, juntamente com Alexandre Viveiros, Marcus Vinícius e Wendell Carvalho estamos iniciando o CINEBusiness com artigos semanais.

Cada semana um colaborador vai postar um artigo sobre um filme, com uma lição sobre negócios, liderança, empreendedorismo, inovação, marketing, vendas e todos os fatores que influenciam o mundo nos negócios. O que queremos é que depois de lerem os artigos, as pessoas peguem os filmes, comprem, ou vão ao cinema pra ver e interpretar tudo aquilo que escrevemos.

O que queremos é inspirar as pessoas e fazer com que elas cresçam aprendendo por uma nova ótica, uma nova forma de ver as coisas.  O nosso objetivo, assim como em nossos blogs, sites e projetos é inspirar as pessoas com lições que as ajudem a ser a diferença. Armar pequenos, micro e nanoempresários e vencer os desafios do dia-a-dia indo além e lendo as letras miúdas.

Queremos contribuir. E nos divertir. E mostrar a nossa ideia, nossa opinião, nossa crença pra todo mundo. E é isso que vamos fazer. E já começamos. O CINEBusiness ainda está em “versão beta”. Conciliar a agenda de todo mundo é muito difícil e, por isso, vamos melhorando, aperfeiçoando e modificando a coisa toda com o tempo. Portanto, você pode acessá-lo e ver o nosso blog, que já conta com o primeiro artigo.

Posteriormente, o que vocês vão encontrar por lá, semana após semana são artigos novos. O projeto está no início, mas já está no ar. Eu altamente recomendo a sua visita por lá, para ler nossos textos, para refletir sobre o que estamos falando lá. E, semanalmente, a nossa única promessa é colocar lá um texto provocativo, que vai te colocar pra pensar se está fazendo a coisa certa, se está no caminho correto.

A única coisa que prometemos é fazer a nossa parte. Queremos que você prometa que vai fazer a sua. Que não vai deixar as ideias no papel. O CINEBusiness nasceu. Venha presenciar as coisas boas que estão vindo junto com ele.

Era Uma Vez Jean Charles…

Ontem eu fui ao cinema assistir ao filme que fala de uma parte da trágica vida que Jean Charles teve na Ingleterra. O filme começa com a chegada de mais uma prima sua ao país e ele ainda no aeroporto mostra todo jogo de cintura necessário para ajudar a entrevista de sua prima na imigração e da uma primeirca lição. A confiança e a segurança são os grandes segredos. Tanto para ajudar nas explicações, para contar a verdade, quanto para a mentira. Jean realmente era um Brasileiro confiante que abandonou o Brasil em busca de oportunidades. Eu estava cheio de lições para escrever aqui sobre a conduta de Jean Charles. Entre elas ser companheiro e solidário. Jean foi pra Inglaterra e nas primeiras oportunidades levou todos aqueles amigos que estavam precisando de ajuda para tentar ganhar a vida em um outro país, onde para alguns, as oportunidades são diferentes. Jean não é companheiro apenas de seus amigos brasileiros. É parceiro dos caras que conhece e trabalha junto na Inglaterra. Nos primeiros vinte minutos de filme, além de ajudar a prima a entrar na Inglaterra, a conseguir um emprego, ele ajuda com companheiro de emprego a não ser demitido.

Não, Jean não era um santo. E eu nem você somos.

Jean conhecia um “pessoal” que conhecia “outro pessoal”, que participava do esquema de passaportes. No início do filme Jean alega que conseguiu o visto permanente para a Inglaterra por que é casado com uma inglesa. MENTIRA. Mas, uma vez dentro do jogo, você precisa se manter jogando. Como conseguir um visto permanente pra Inglaterra? Infelizmente pessoas que procuram empregos e oportunidades não são bem-vindos nos países que se julgam os melhores do planeta. É triste saber que somos encarados como bandidos e saqueadores em outros países. É triste, mas essa é a fama, não só dos brasileiros, mas de todos que saem com a cara e a coragem para procurar oportunidades mundo a fora. É por essas e outras razões que eu acredito que devemos nos dar valor e não nos humilhar por aí afora.

Eu iria contar a história de Jean na Inglaterra através de lições. De atitudes, ações e conselhos que ele deixou pra quem tava junto dele (1. Mentiras precisam ser bem contadas; 2. Fique quieto; fale somente o necessário; 3. Tenha sempre um plano b, ou esteja preparado para arcar com as consequencias; 4. Não se vislumbre facilmente; 5. AJUDE AS PESSOAS). MAS, ao ver a cena, em primeira pessoa, de um jovem BRASILEIRO sendo injustamente FUZILADO por quatro ou cinco políciais com mais de DEZ TIROS à queima roupa e pelas costas, o meu sangue ferveu. E mais do que apenas deixar as lições da pessoa que foi Jean Charles, eu vou usar esse artigo como uma forma de jogar um pouco de merda no ventilador.

Quando Jean Charles foi assassinado, em 2005, eu estava no segundo ano de faculdade. Quando vi a primeira notícia da morte de um brasileiro com suspeitas de envolvimento com o terrorismo, eu simplesmente desacreditei. A violência daqui, os protestos, as guerras, os problemas e as necessidades são diferentes. O Brasil não exporta terroristas. Nossa guerra não é a deles. Eu acredito que nenhum brasileiro em sã consciência deveria acreditar nisso. Qualquer estrangeiro que morra fora de suas terras é tratado como bandido. E o povo já acostumou-se a ficar quieto. MAS, eu me REVOLTO. O que o governo brasileiro fez para exigir a punição dos culpados de um jovem trabalhador? O que o governo brasileiro fez para ajudar a solucionar o caso? O que o governo inglês fez para SOLUCIONAR de vez o caso? O que o governo inglês fez para mostrar que estava comprometido com a VERDADE e que a Inglaterra não era um país RACISTA? Eles não fizeram nada. O Brasil, o ministro das relações exteriores, o presidente (?) Lula, ninguém fez NADA. A Inglaterra quis comprar a família de um pobre trabalhador brasileiro com sessenta mil reais. O governo arquivou o processo e não puniu nenhum dos envolvidos no assassinato.

Hoje Jean Charles virou uma história. Uma história de vergonha para a Inglaterra. Uma história de exemplo de preconceito e racismo. Afinal, Jean morreu porque foi confundido com um muçulmano. MAIS RACISMO AINDA. O filme sobre Jean Charles foi feito para mostrar ao mundo como os países mais evoluídos no quesito inteligência são vergonhosos. Como é ridícula a discriminação, o preconceito e o mais importante, que não é apenas aqui que a jstiça fica de lado.

Eu acho uma pena, por que mesmo o filme, com toda a ilustração da situação não vai conseguir demonstrar a atrocidade inglesa pelo mundo. O filme era pra ser um protesto, que deveria ser abraçado por todos os brasileiros, que tinham a obrigação de não deixar se apagar a COVARDIA daquele ato. MAS.. isso aconteceu em 2005. Hoje o assunto é outro. Jean Charles não vende mais jornais. O filme? Bem, não é o mais comercial dos filmes. O herói não tem super-poderes, sofre, se da mal, é pobre e no fim ainda morre covardemente. Que namorada, que amiga, QUEM vai aceitar um convite desses pra ir ao cinema.

O Matozo aceitou. Ele foi. E saiu com o coração do mesmo jeito que eu: cheio de rancor e raiva. Porque ANIQUILARAM covardemente um dos nossos longe daqui, e o seu povo, o seu governo, que deveria protegê-lo… NADA FEZ. O que eu fiz? Estou fazendo com que esse nome não seja esquecido. Fazendo com que essa história não seja mais uma estória. Que a Inglaterra não saia dando risadas como os políticos brasileiros e os assassinos do índio pataxó. Eu estou fazendo o que eu acho certo e digno. Estou escolhendo gritar pra todo mundo ouvir que ninguém pode agir covardemente com um brasileiro e ficar impune. Assista ao filme, encare a realidade e os fatos: o mundo é em preto e branco. Jean Charles é um filme pra assistir inúmeras vezes e lembrar o quanto existe de impunidade around th world.

Eu estou aqui pra gritar, pra berrar!! Quem mais vai fazer coro comigo?

“Se os bons morrem mesmo cedo, a triste sina não perdoa o erro. Apenas novos atores para um mesmo enredo (…) Almas sangram quando cai a noite. Quem serão os próximos atores? Senhoras e senhores”