13 Princípios Para um Profissional de Alta Performance e Fácil Adaptação.

1. Franqueza – Ser franco é diferente de dizer o que for, para quem for e quando quiser. Isso mais parece inconveniência e falta de tato que exercício de sinceridade. É importante ser franco consigo mesmo, com as pessoas e empresa. Nesse momento, o uso do bom-senso é fundamental para filtrar bobagens que nada agregarão aos relacionamentos. Além disso, é por meio da franqueza que fortalecemos o canal de comunicação entre nós e conseguimos atingir resultados melhores.

2. Amor – “Amar o próximo como a ti mesmo”. Esse divino mandamento nos convida ao respeito mútuo e à construção de relações pautadas na ética, moral e vontade de fazer o bem. No fim desse mandamento, a citação “como a ti mesmo” traduz a importância da autoestima. Como amar alguém se não conseguimos amar a nós mesmos? É necessário confiar em si, reconhecer os diversos pontos fortes que temos e assumir definitivamente nossas falhas e a forma que encontraremos para melhorar.

3. Comunicação – É muito difícil atingirmos algum objetivo sozinhos, sem a colaboração de alguém. É importante saber expressar sentimentos, necessidades e desejos e é necessário falar e entender muito bem, pois isso é comunicação. Quantas vezes o chamado “mal-entendido” aparece para atrapalhar? Na verdade, se prestarmos mais atenção ao que falamos, para quem falamos e como falamos, poderemos minimizar os problemas. Minimizar, porque a comunicação não depende apenas de nós, que emitimos a mensagem. Depende também de quem a recebe, mas, mesmo assim, podemos sempre descobrir e/ou tentar entender como nossa mensagem chegou à mente de nosso interlocutor.

4. Inteligência Emocional – Muita vezes, a Inteligência Emocional, mais que o QI ou as capacidades técnicas, exerce um papel fundamental em nossas vidas. Segundo Daniel Goleman, a Inteligência Emocional se refere à capacidade de o indivíduo identificar, compreender e administrar suas emoções. Com relação aos profissionais que exercem funções que demandam muita interação com pessoas, as competências de relacionamento, mais que técnicas e inteligência, são o que determinam o grau de sucesso do indivíduo.

5. Liderança – Não importa a posição que ocupamos em uma estrutura empresarial, sempre temos a responsabilidade de, pelo menos, liderar a nós mesmos, controlando emoções, buscando resultados, lidando com adversidades e tentando soluções. É muito comum quando nos tornamos líderes situacionais, ou seja, quando se assume o papel de liderar um grupo de pessoas para a solução diante de uma situação ou tarefa. Liderança, muitas vezes, não é uma opção, e sim o único caminho que precisamos assumir em virtude de nos mantermos em plena produtividade.

6. Afetividade – Cada vez mais as empresas incentivam os chamados “grupos de trabalho” que, por missão, deverão, juntos, construir o real significado de “sinergia”, ou seja, quando um mais um é igual a três! No entanto, algumas pessoas têm dificuldade em trabalhar em conjunto por diversos motivos, como: excesso de autoconfiança, dificuldade em explicar e preferência pelo fazer, experiências anteriores frustrantes, etc. Nesse momento, é importante para qualquer um, além de desenvolver a habilidade de trabalhar em conjunto, gostar realmente dessa experiência, pois é a partir dela que se desenvolve, por exemplo, um networking, uma rede de relacionamentos que poderá render valiosos contatos futuros.

7. Dedicação – O que conseguimos se realmente não nos dedicarmos a realizar algo? A dedicação é se entregar plenamente àquilo que nos dispomos a efetivar e é também a atitude de se integrar no ambiente que nos fará concretizar o que queremos. Dedicação é a diferença entre simplesmente fazer e o sentimento de realmente realizar.

8. Perspectiva – É fundamental para a tomada de decisões inteligentes. Às vezes, deixar-se mover pela curiosidade é o bastante para descobrir novas facetas e soluções de um determinado desafio. Desenvolver a perspectiva é enxergar mais longe. É, por exemplo, saber o que preocupa cada pessoa e, assim, se colocar à disposição para colaborar e entender os objetivos da empresa e como poder contribuir com eles, assim como assimilar a importância de planejar mais, e com isso errar menos. É, finalmente, perceber que agir é mais importante que esperar.

9. Tenacidade – Não faltarão motivos em nossas caminhadas pessoais e profissionais que nos farão ter vontade de desistir. É importante estar pronto para contornos ou, até mesmo, recuos na jornada para o sucesso. Podemos entender que ganhar e perder faz parte do jogo, aliás, quem não está pronto para perder é porque não tem condições de ganhar. Tenacidade não é teimosia nem radicalismo, é apenas criar dentro de si resistência suficiente para suportar os reveses inevitáveis que uma pessoa enfrenta em sua carreira e vida.

10. Alegria – Alegria é prazer, e prazer é a endorfina que circula em nosso sangue e nos move adiante. Nem sempre iremos fazer somente o que queremos, da forma que queremos, quando queremos, etc., mas sempre poderemos buscar ao menos uma ponta de prazer em tudo o que fazemos.

11. Carisma – Algumas pessoas simplesmente têm carisma. Elas são facilmente notadas quando estão falando, agindo ou apenas presentes. Outras, porém, sem carisma, são atropeladas pela multidão porque os outros não conseguem notá-las. Ser carismático não significa necessariamente ser simpático. Se observarmos as características de pessoas carismáticas, notaremos uma forte relação com a intenção. Portanto, elas podem ser desenvolvidas por todos os que realmente estejam determinados a ser carismáticos.

12. Atitude proativa – É terrível supor que pessoas que trabalham mais horas e que parecem ser as que mais dão duro sejam as que estão fazendo o melhor. Nesse momento, o importante é qualidade, não somente quantidade. Não precisa esperar que algo aconteça para resolver, mesmo que rápido, é melhor prever situações e se munir de precauções que garantam resultados mais satisfatórios. Várias empresas irão reconhecer, de forma mais positiva, a ação que a omissão.

13. Orientação para resultados – Você não quer perder tempo. Nem as empresas! Na dimensão pessoal e profissional, não é possível deixar acontecer. É necessário fazer acontecer. Pessoas que buscam resultados não são chamadas calculistas ou mercenárias, que se preocupam excessivamente com o que irão obter. Mesmo porque, os resultados podem ser para o grupo, e não necessariamente resultados materiais. Por isso, as pessoas que estabelecem objetivos e metas e as perseguem com determinação tendem a ser mais valorizadas. É muito melhor se cercar de pessoas mais assertivas, que buscam sempre melhorar.

Descobrindo o DNA Digital da Marca.

Os meios digitais são a nova onda das empresas. Pequenos anunciantes já manifestaram que preferem os meios digitais para anunciares. Um dos motivos, além do preço é que, ao contrário da TV, onde o comercial passa em um determinado momento e depois só depois de mais um tempo (geralmente, ao fechar um pacote para divulgação na TV, uma empresa contrata algus horários). Portanto, o comercial só vai passar na TV no horário contratado. Na internet, independentemente do horário, se você compra um banner em um site como o UOL, por exemplo, ele vai estar por lá vinte e quatro horas até o prazo (mensal) terminar, ou o serviço não ser mais renovado. Por esse e por outros motivos, as mídias on-line estão chamando atenção também dos grandes.

Ricardo Fort é Diretor de Marketing da Coca-Cola no Brasil. Na entrevista abaixo, ele conta dos desafios de trabalhar uma das marcas mais conhecidas do mundo no ambiente digital.

1. Quais são os principais desafios na definição de estratégias digitais para uma empresa como a Coca-Cola?

O principal desafio é fazer com que marcas com presença tão massiva na sociedade, como são as de refrigerantes, consigam estabelecer comunicações adequadas nos diferentes contextos da vida online das pessoas, que se multiplicam em nichos de temas e comportamentos variados. Apesar da audiência abrangente que a Internet tem, há uma diversidade de situações e ambientes digitais com nuances muito particulares, que devem ser muito bem estudados antes de se estruturar um plano para essa mídia. As formas de comunicação não podem ser as mesmas da de uma mídia mais linear, como a TV aberta, por exemplo. Na Internet, uma mesma mensagem deve ser transmitida em formatos diferentes para territórios como blogs, Orkut, MSN, portais noticiosos ou de entretenimento. Há uma sutileza na forma de abordar que faz toda a diferença. Para entender esses comportamentos, fazemos muita pesquisa, que nos têm sido bastante úteis na definição de nossas estratégias.

2. Quais são as iniciativas da empresa no sentido de estimular a colaboração e a participação do consumidor em campanhas?

Estimulamos o envolvimento dos consumidores com os conceitos criativos das campanhas na Internet. No site de Coca-Cola Zero, por exemplo, as pessoas podem criar imagens em que colocam o produto em fotos de situações inusitadas, dentro do conceito “por esta você não esperava”. Com Sprite, marca que encoraja a franqueza por meio da campanha “As coisas como são”, criamos recentemente uma seção no site que possibilita às pessoas o envio de vídeos em que dão depoimentos com suas visões sobre verdades.

3. De que formas a empresa utiliza para estreitar a comunicação com os consumidores?

A estratégia da Coca-Cola é estar presente nos ambientes digitais de uma forma colaborativa, sem ser invasiva ou querer competir com as ferramentas disponíveis. No MSN, ferramenta com a qual Coca-Cola foi a primeira marca a firmar parceria, por exemplo, oferecemos ícones e planos de fundo com a identidade da marca, que passa a fazer parte dos momentos de interatividade das pessoas com essa ferramenta. É uma forma de promover uma relação divertida das pessoas com a marca, que estará presente no bate-papo delas com amigos. No universo de blogs, fazemos algo na mesma linha: o Coke Ring, espécie de concurso que premia os blogs mais interessantes, destacando-os em rankings divididos por temas. O mais interessante é que a marca se torna presente neste universo sem descaracteriza-lo. Outro exemplo é o site da marca Coca-Cola, que reúne as diferentes identidades que as pessoas possuem na Internet, como link para Orkut, contato do MSN e presença em ambientes como fotologs, Youtube, Flickr e My Space.

4. Como você vê a influência das redes sociais na percepção dos consumidores com relação às marcas?

Com as redes sociais, as opiniões da pessoas sobre as marcas foram amplificadas, deixando de circular em âmbitos restritos e passando a ter proporções maiores, como parte de um grande debate público digital. E o conjunto desses comentários consolida percepções coletivas bastante relevantes. Observamos com muita atenção e interesse o que é comentado sobre nossas marcas nesses ambientes. É um termômetro interessante para medirmos a receptividade das pessoas sobre tudo o que fazemos.

5. A segmentação total é uma das características da comunicação digital. Como você enxerga o futuro da chamada comunicação de massa com esta “customização” da comunicação?

São dois caminhos paralelos, mas que co-existirão. O processo de customização da comunicação digital avança de forma bastante veloz e exigirá cada vez mais esforços estratégicos para que a comunicação com esses múltiplos territórios seja eficiente. Por outro lado, continuará existindo um outro caminho mais massivo, como a TV aberta, com abordagem mais uniforme, mas que estabelece um elo entre as pessoas em torno de um determinado tema. E, obviamente, com mensagens mais superficiais do que as que são direcionadas aos nichos.

Etiqueta nos E-mails..

Dicas de etiqueta para enviar e-mails sem erro by Você S/A.

1. AO VIVO. Antes da internet já existia comunicação. Não custa nada caminhar até a mesa de seu colega ou ligar para o cliente. Se necessário, o conteúdo da conversa pode ser resumido e enviado por e-mail apenas para registro. (Contra: pesquisas revelam que cada vez mais consumidores preferem ser abordados pelo e-mail do que pelo telefone. Portanto, pense duas vezes antes de ligara para o cliente, para que ele não comece a inventar desculpas e não te receber).

2. CALMA. Se você recebeu uma mensagem que não o deixou feliz, espere um pouco para respondê-la. As mensagens enviadas por e-mail são interpretadas com mais rigidez e não permitem um pedido de desculpas em seguida, como em uma conversa.

3. CLAREZA. Ao escrever um e-mail preencha o assunto da mensagem. Isso ajuda a saber logo de cara do que se trata. Se quem recebeu o seu e-mail precisar voltar a falar no assunto, não perderá tempo. (Parêntese: QUEM hoje em dia abre um e-mail sem assunto especificado no campo? Só quem adora spammers e não tem nenhum medo de virus. Não especificar o assunto é certeza de que seu e-mail NÃO SERÁ LIDO. A não ser que você e o destinatário da mensagem sejam MUITO amigos; Faça o teste).

4. FORMA. Mantenha a formalidade, mesmo que a troca seja entre colegas. Muita intimidade pode causar mal-entendidos. (Parêntese: desconsidere essa dica. Seja formal somente quando impressindível. Tente dar ao e-mail um tom amistoso, sério, porém descontraído. Chamar amigos de Prezado Senhor e despedir com Atenciosamente?!?! Só se for pra afastá-lo de vez. Qual cliente gosta de ser chamado assim??? Eu não!).

5. OBJETIVO. Faz parte do seu trabalho, ao transmitir uma mensagem, deixá-la mais objetiva possível. Tópicos funcionam melhor do que longos parágrafos. É importante deixar claro também o que você espera de quem está lendo o e-mail. (Atenção: escreva em parágrafos curtos – entre três e cinco linhas. Além de o texto ficar mais bem disposto, fica mais fácil de concatenar idéias e ser objetivo. Lei da comunicação: fazer a mensagem do transmissor chegar ao receptor sem ruídos).

6. TEMPO. Ao receber uma pergunta que não sabe responder, mas sabe quem é a pessoa mais indicada para isso e vê que ela está copiada no e-mail, não desperdice seu tempo enviando mensagens do tipo: “acho que Fulano poderá ajudar”. Evite o envio de e-mails desnecessários.

7. ANEXOS. Cuidado com os anexos! Todos os servidores têm limites (de tempo de envio. Hoje, praticamente todos os e-mails tem espaço suficiente para os anexos), Se forem muitos, e realmente necessários, procure zipá-los. Outra dica é utilizar servidores que hospedam os arquivos na internet. Nesse caso basta copiar o link no corpo do e-mail. Se você tem dúvidas sobre mandar o anexo, mencione sobre ele no corpo do texto e se coloque à disposição para enviar àqueles que desejam recebê-lo. (MINHA DICA: utilize programar como Skype e MSN para essa finalidade. Além de ser muito mais rápida a transmissão, evitamos o trabalho dobrado de um ter que subir o arquivo – upload – para outro ter que baixar – download).

8. DESTINO. Ao copiar outras pessoas no e-mail, para que elas tomem conhecimento do conteúdo, é necessário certa cautela. Esteja atento para não esquecer quem realmente deveria estar entre os destinatários. Quanto aos seus chefes, questione-se se eles devem estar ali. Você pode perder credibilidade se incluí-los sempre e sem necessidades. (Concluindo: envie o e-mail SOMENTE  a quem tem que recebê-lo. Se você não sabe quem deve receber, desconsidere essas dicas).

9. FINAL. Fique de olho também na sua assinatura. Ela serve como um cartão de visitas. Mantenha-a curta, apenas com as informações mais importantes: nome, empresa, cargo e contatos. Nada de fazer da sua assinatura um minicurriculuo.

Essas dicas são da edição da Você S/A de número 131, que tem o Luciano Huck na capa e fala sobre COMUNICAÇÃO. Diante de tais dicas eu me pergunto: por que a Você S/A tem uma comunicação tão formal com o leitor, tão desnecessária, ao invés de prezar pela proximidade, confiança e parceria?!? Poderia aprender um pouco com a capa. Dar dicas mais dinâmicas, mais curtas, mais diretas e eficazes. Ou a revista não é destinada a pessoas com conhecimento e informação?!? Precisa falar uma linguagem mais atual, para ver se afastamos de vez a burrocratização (não a seriedade) das empresas. Afinal a comunicação não é apenas verbal, mas sim, corporal e escrita. Essa é a minha conclusão.

Valores Essenciais Para a Construção de Uma Cultura Dentro da Empresa.

1. Entregar “WOW” através do serviço;

2. Abraçar e promover a mudança;

3. Criar diversão e um pouco de “bizarrices”;

4. Ser aventureira, criativa e de espírito aberto;

5. Prosseguir crescendo e aprendendo;

6. Ser aberta e honesta e construir relacionamentos com a comunicação;

7. Construir uma equipe positiva e com espírito familiar;

8. Fazer mais com menos;

9. Ser apaixonada e determinada;

10. Ser humilde.

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