Curso de webwriting: 2ª turma em São Paulo

Dia 21/09 acontece a segunda turma do curso de webwriting no Instituto Rogério Castilho

Depois do sucesso de 2 turmas seguidas em Santos, nos dias 22 de junho e 03 de agosto, estou de volta à São Paulo.

Se você tem curiosidade de aprender sobre webwriting e está em São Paulo, essa é a sua oportunidade.

curso de webwriting mostra, passo-a-passo o processo de produção de conteúdo para a web em 3 etapas:

  • Processo pré-escrita.
  • Processo de escrita.
  • Processo pós-escrita.

O objetivo do curso é aprender que criar conteúdo não é apenas escrever sobre um assunto ou notícia e colocar no ar.

Os participantes do curso de webwriting vão aprender a importância de responder  às perguntas do seu público através do foco do usuário – o mantra do webwriting – para saber o que ele realmente espera do seu conteúdo.

curso de webwriting tem como missão auxiliar qualquer pessoa que esteja conectada na internet a produzir melhores informações, otimizando seu texto, imagens e vídeos, fazendo o trabalho certo para atrair leitores.

curso de webwriting parte da premissa que o processo de webwriting consiste em produzir, otimizar e distribuir conteúdo em 2 frentes:

  1. Para os buscadores encontrarem seu conteúdo para os usuários.
  2. E para que, depois que os buscadores listarem o seu conteúdo, ele seja fantástico a ponto do usuários disseminá-lo pelas mídias sociais.
Convite do curso de webwriting

Clique na imagem para fazer a sua inscrição para o curso de webwriting.

A quem se destina o curso de webwriting?

curso de webwriting tem como público-alvo todos os profissionais que publicam conteúdo na web.

Eu acredito que o curso seja indispensável para: jornalistas, publicitários, analistas, gerentes e diretores de marketing, programadores, profissionais de TI, advogados e principalmente, profissionais que dependem de sua reputação para gerar novos negócios.

Qualquer tipo de profissional que esteja conectado hoje terá vantagens em aprender as ferramentas de webwriting para melhorar a qualidade de seu conteúdo e aumentar sua reputação.

Tópicos do curso de webwriting

Durante o curso de webwriting serão abordados intensamente os seguintes tópicos:

  • O que é webwriting?
  • Como escrever?
  • Princípios do webwriting.
  • O foco no usuário.
  • Como tornar a leitura mais atraente.
  • Como escolher um tema para escrever.
  • A influência do design no webwriting.
  • Como estabelecer empatia com o seu público.
  • Hábitos de leitura e leitura escaneada.
  • Design do corpo do texto.
  • Criando títulos para a internet.
  • Hierarquia de títulos e estilo.
  • Limites do texto.
  • Como conduzir e orientar o usuário através do texto.
  • Otimização de imagens e vídeos.
  • Fontes de tráfego.
  • Objetivos do webwriting.
  • Checklist de webwriting.

Curso de webwriting

Quando: 21 de setembro de 2013.

Onde: Instituto Rogério Castilho (Rua Dona Júlia, 177 – Vila Mariana).

Horário: das 10h às 17:30h.

Investimento:

Até 13/09 – R$ 300,00

Após 13/09 – R$ 350,00

Inscrições: http://www.eventick.com.br/curso-webwriting-sao-paulo

Mais informações: curso@enricocardoso.com.br

Não se convenceu ainda?

Veja o que rolou nas últimas edições do curso de webwriting

– O que rolou na 2º turma do curso de webwriting em Santos.
– Veja mais sobre o curso de webwriting em Santos.
– O que rolou na primeira turma do curso de webwriting em São Paulo.

8 Dicas de e-mail marketing para uma loja virtual.

Um elemento de grande importância no planejamento de marketing no e-commerce é certamente o e-mail marketing. O e-mail marketing tem como finalidade gerar RELACIONAMENTO entre lojista e consumidores.

É através do e-mail marketing que você vai se relacionar com seus atuais e potenciais clientes. Portanto, fazer a coisa da maneira correta é muito importante para que os resultados apareçam.

Sendo assim, nós elaboramos um pequeno guia com 08 dicas sobre como você pode explorar melhor o seu e-mail marketing e transformá-lo em uma ferramenta de geração de demanda.

#1. Tudo começa pelo título.

O seu e-mail marketing precisa ter um título inteligente para não passar por um folheto online, ou ser confundido com um spam. O título é justamente o gatilho, e é ele que vai fazer o cliente abrir o seu e-mail, ou manda-lo para a lixeira.

Sendo assim, a primeira coisa a fazer é criar um título que não pareça com um anúncio, e fugir de palavras como “oferta”, “promoção”, “queima de estoque”, “imperdível” e outras do gênero.

A verdade é que as pessoas costumam abrir e-mails que possuam um título que seja ao mesmo tempo atraente, simples, direto e sem enrolação.

Por isso, títulos como “Seleção de produtos para o feriadão com as crianças” soa bem melhor do que “Oferta imperdível para o final de semana”.

#2. O conteúdo precisa ser personalizado.

O cliente precisa receber e-mails com MENSAGENS que tenham a ver com o seu perfil. Portanto, se o cliente comprou um computador, talvez ele não tenha nenhum interesse em receber um e-mail com ofertas de produtos de beleza.

Você precisa segmentar os clientes por interesse e enviar e-mails com ofertas de acordo com esses interesses, porque caso contrário os e-mails não surtiram nenhum efeito e passarão a ideia de que você não presta atenção ao que o cliente compra.

O segredo em um e-mail marketing é mostrar para os clientes aquilo que eles querem comprar, e não o que você quer vender. Senão, o negócio acaba soando como empurroterapia e ele se enche.

#3. Utilize um sistema de envio.

O principal motivo pelo qual você deve usar um sistema de envio de e-mail marketing são os relatórios analíticos. Não adianta você sair mandando e-mails para todo lado sem conseguir medir se a coisa toda está funcionando.

Por isso, antes de pensar em e-mail marketing encontre a ferramenta adequada para monitorar os seus envios.

Tenha em mente as seguintes métricas quando for analisar os relatórios de envio:

  1. Quantos e-mails foram enviados?
  2. Quantas pessoas clicaram em alguns dos links do e-mail?
  3. Quais links foram mais clicados?
  4. Quantos cliques resultaram em compra ou atingiram a meta do site?
  5. Quantos visitantes retornaram?
  6. Quantos usuários saíram da lista?

Tudo isso é de grande importância para que seja possível medir o alcance e a eficácia dos e-mails que você anda enviando.

Além disso, os relatórios analíticos servem para você pautar as suas próximas campanhas. As próximas campanhas precisam ser influenciadas pelas campanhas que tiveram maior retorno.

#4. Cuidado com o spam.

A primeira coisa a fazer depois que seu e-mail estiver pronto é checa-lo para ver se ele vai passar pelos filtros dos principais servidores. A maioria dos sistemas de envio tem um checador de spams e é muito importante essa análise.

Muitas mensagens acabam não chegando ao seu destino simplesmente porque os filtros as classificam como spam. Portanto, caso o checador dê sinal vermelho para o seu e-mail, descarte-o e faça outro.

#5. Dê liberdade para as pessoas entrarem e saírem.

O seu e-mail marketing precisa dar ao cliente a liberdade para sair da sua lista quando ele quiser. Assim, não se esqueça de incluir um link para o cancelamento do recebimento dos e-mails. E assegure-se, principalmente de que esse link funcione, e que todas as solicitações de exclusão sejam realmente atendidas.

Se o cliente tem o direito de entrar quando bem entender na sua lista de envios, ele também tem o direito de sair. Seja simples e direto. Deixe-o livre pra entrar e sair quando quiser.

#6. Construa a sua própria base de envio.

Por mais que seja tentador comprar uma base de dados com duzentos mil e-mails cadastrados, essa não é uma boa maneira de começar a espalhar o conteúdo de seu e-commerce por aí.

Isso porque você não conhece aqueles e-mails, não conhece as pessoas e, não sabe se eles têm o mínimo interesse naquilo que você vende. Portanto, esqueça a ideia de comprar uma base e cresça de maneira inteligente.

O ideal é deixar com que os interessados se cadastrem. Ao mesmo tempo, envie os e-mails para os clientes que já compraram de você. Essa é a melhor receita para um e-mail marketing que funciona.

Além disso, no momento em que o cliente se cadastrar peça para que ele informe seus interesses. Será dessa forma que você segmentará um cliente que ainda não comprou.

Assim, quando você enviar algum e-mail marketing, o cliente provavelmente se interessará em abri-lo.

#7. Envie mensagens não comerciais.

Esse é um fator que pode ser muito positivo para a sua marca. Não foque apenas no envio de promoções e lançamentos.

Intercale o envio de mensagens comerciais com outras mensagens, como artigos, dicas, informações úteis e conteúdo relevante e de qualidade, isso vai aproximar o consumidor da sua marca.

#8. Teste o seu template.

Não adianta você ter o template mais bonito se ele não funcionar.

Assim, envie as primeiras mensagens para você mesmo e veja como o e-mail marketing se comporta quando aberto nos principais serviços de e-mail. Caso o resultado não seja positivo, faça as alterações necessárias e continue testando até o resultado ser satisfatório.

Nós acreditamos que essas dicas transformarão de uma vez por todas os seus e-mails em uma ferramenta interessante e relevante que chame atenção dos clientes.

O e-mail marketing é uma ótima estratégia para aumentar a fidelidade dos visitantes e as taxas de conversão do seu e-commerce. Seguindo essas dicas, temos certeza que o e-mail marketing se transformará em uma ferramenta de marketing que faz a diferença para a sua loja virtual.

Este post foi faz parte de uma série de posts escritos por mim e pelo Ricardo Jordão Magalhães e publicado originalmente no Blog da Rakuten.

O guia definitivo para o processo de marketing nas empresas.

A ciência do marketing é uma matéria muito marginalizada por aqui. Digo isso porque, a grande maioria das agências e dos consultores chamam de marketing uma coisa que ele não é: a a propaganda e publicidade. As pessoas resumem o marketing a apenas essa matéria. Publicitários se denominam marketeiros e, hoje até programadores também se denominam marketeiros.

Que pena.

Digo isso porque marketing é muito mais do que só isso. É muito mais do que soltar um anúncio na TV, fazer um spot em um rádio, ou uma página dupla na Veja. Isso, de marketing não tem nada. A lógica do consumo não funciona como as agências de publicidade acreditam: com mulheres gostosas em propagandas de cerveja, com gente estilosa fazendo propaganda de cigarros. As marcas de cerveja adoram colocar as mulheres no topo de suas propagandas, achando que o apelo sexual são os melhores incentivos de marketing.

Bem, quanto a isso, Martin Lindstrom já demonstrou em seu livro “A Lógica do Consumo”, que não procede. O apelo sexual não é decisivo. Não é ele que impulsiona a decisão. No mês de Outubro, pela primeira vez a Cervejaria Petrópilis (fabricante de Crystal e Itaipava), ultrapassou o Grupo Schincariol e ocupa a vice-liderança das vendas de cerveja.

Parando para pensar a respeito, a Itaipava é uma das poucas cervejas em que a sua propaganda não abusa da conotação sexual, como a grande maioria das outras (como a Devassa). Isso acontece porque a estratégia da marca é atingir as mulheres. Itaipava foi uma cerveja que correu por fora para abocanhar um mercado que muitas outras empresas deixaram de olhar e, assim firmar-se no seu segmento. E esse mercado é das mulheres. E funciona. Funciona primeiro porque a Itaipava é uma cerveja mais fraca do que as outras, porque muitas mulheres acham a cerveja amarga, forte e isso as desestimula a comprar a Brahma ou a Atarctica, por exemplo. Mas não as desestimula comprar Itaipava.

Essa estratégia de focar em um grupo que ainda não foi 100% atendido e que carece de atenção funcionou muito bem com a Itaipava. Conheço mulheres e, tenho muitas amigas que adoram essa cerveja, fazendo com que, quando ela não é a preferida, seja a segunda opção (á frente de Skol e Antarctica), o que fez com que a cervejaria que a produz, conseguisse pela primeira vez desde a sua fundação ultrapassar o Grupo Schincariol, que sempre ocupou o segundo lugar após a líder de mercado AbInbev.

Essa história que eu contei, de posicionamento de produto, de personalização de uma mercadoria, de preenchimento de uma lacuna, ao ser comparado com uma peça publicitária é sim um trabalho de marketing. Isso pode ser chamado de marketing, porque envolveu um processo completo de estratégia, desenvolvimento e personalidade de uma marca que, isso sim é o trabalho do marketing.

Marketing, assim como a venda, é uma ciência e, como tal tem um processo. É claro que, no caso acima, a Itaipava fez televisão, fez revistas, fez propaganda em jornal, etc. Mas, isso é só um braço do marketing. A comunicação, a divulgação é apenas MAIS uma das atividades que ficam sob as asas do marketing, e não a ÚNICA atividade.

Bem, diariamente eu presencio conversas do tipo: “Precisamos fazer marketing. Vamos fazer um anúncio no jornal, ou quem sabe uma ou duas emissoras de TV”. E quando eu escuto isso, meu ouvido dói e, meu estômago embrulha, porque infelizmente a grande maioria das pessoas encaram o marketing como propaganda.

Mas, no fundo eu sei que não posso culpar a essas pessoas. Elas estão apenas reproduzindo aquilo em que escutam todos os dias. Que publicidade, propaganda, anúncios é igual a marketing. E por um lado, elas até estão certas. Porque esses profissionais (do marketing) agem como se fosse tudo a mesma coisa, tudo a mesma droga. Eles esquecem do processo do marketing, das etapas, da finalidade do marketing e lembram apenas a comunicação.

É claro que, em sua defesa eles vão dizer que a comunicação é aquilo que os clientes mais percebem, porque eles podem ver os comerciais, os espaços publicitários. Porém, por outro lado, uma comunicação que não passa a mensagem do produto, que não passa a mensagem da marca não tem sentido.

Mas, esse não é apenas um problema do marketing. É um problema da gestão de marcas.

Eu conheço pouquíssimas empresas (será que eu realmente conheço alguma?), que têm dado atenção a área de Branding. Da mesma maneira que eles não entendem que a propaganda é um auxiliar do marketing, eles não entendem que o marketing é um auxiliar do branding e, que o branding é que vai realmente mostrar às pessoas quem é a sua marca, o que ela veio trazer e, qual é a sua personalidade.

Bem, mas por hora eu vou deixar o branding de lado. Vou falar do marketing. Parece que as pessoas não sabem qual a função do marketing. Afinal, marketing é comprar um espaço na Globo e pagar alguns milhões para alguma agência de publicidade fazer algum trabalho bonito pra que a gente possa vender mais no natal.

E aí, todo mundo coloca tudo no mesmo cesto. Marketing, publicidade, propaganda, etc. Acaba que até o arte-finalista que faz um panfleto vai se achando marketeiro.

Vale dizer que, não estou criticando a publicidade. Seu que as agências recebem briefing e que, temos algumas agências razoáveis por aí. Porém, temos agência de publicidade que se dizem de marketing fazendo muita cagada Brasil a fora porque entendem apenas de produzir anúncio. E o pior é que, se a empresa não tiver um setor de marketing razoavelmente bom, eles vão sendo enganados por essa turma.

Afinal, eles foram ensinados assim. Marketing, publicidade, é tudo a mesma coisa.

Uma coisa a publicidade não é. Ela não é marketing. E uma coisa o marketing não é. Ele não é APENAS publicidade. Na verdade, o objetivo central do marketing pode ser resumido em um só. Marketing serve para criar relacionamento. Todo marketing é marketing de relacionamento.

Os livros, os professores, os escritores, os sites dizem que existem milhares de tipos de marketing (cybermarketing, ecomarketing, e-mail marketing, endomarketing, geomarketing, marketing 1-a-1, marketing ambiental, marketing direto, marketing promocional, marketing boca-a-boca, marketing cinematográfico, marketing concentrado, marketing cultural, marketing de experiência, marketing de fidelização, marketing de guerrilha, marketing de incentivo, marketing de massa, marketing de nicho, marketing de proximidade, marketing de retenção, marketing de serviços, marketing de transação, marketing de valor, marketing de varejo, marketing diferenciado, marketing digital, marketing emocional, marketing experiencial, marketing focado no cliente, marketing indiferenciado, marketing online, marketing institucional, marketing interativo, marketing internacional, marketing líquido, marketing político, marketing reverso, marketing sensorial, marketing viral, neuromarketing, transmarketing, webmarketing, yadda, yadda, yadda, etc.).

Caramba! Quanto marketing. Na verdade, existe apenas um tipo de marketing, que é o marketing boca-a-boca. Você precisa se RELACIONAR com seu cliente (ajudando-o a ser bem sucedido, a ser feliz, a encontrar a melhor solução), para que ele ENXERGUE a sua empresa como diferente, como uma empresa única na criação de valor e fale para a família, para os amigos e para o seu círculo de influência, gerando assim o boca-a-boca. Portanto, a sua marca, a sua empresa não pode apenas se posicionar como uma vendedora disso ou daquilo. Mas sim como uma especialista na sua área, fazendo negócios de uma maneira DIFERENTE, para que o cliente a perceba de uma maneira DIFERENTE e você consiga manter relacionamento com ela porque realmente a sua marca é DIFERENTE.

Esse é o objetivo do marketing. CRIAR, ESTREITAR, MELHORAR, ESTABELECER, AJUDAR no relacionamento com os clientes, e toda a comunidade. E isso é muito mais do que peças publicitárias. Isso é muito mais do que fazer anúncios, imprimir panfletos, fazer uma fachada ou criar promoções.

Isso é sobre fazer a comunicação correta, fazer o anúncio correto, fazer o panfleto correto, fazer a fachada correta e, saber se realmente é necessário fazer uma promoção. O marketing precisa, através do relacionamento com os clientes criar valor a sua marca e, para isso, todos os fatores precisam convergir na mesma direção para que a sua marca, a sua empresa tenha personalidade própria e, converse da maneira adequada e COERENTE com toda a comunidade.

Por isso, toda a modalidade do marketing é baseada em RELACIONAMENTOS. O problema é que, muitas marcas fazem todo o tipo de marketing que eu citei acima para vender mais, mas não estão interessadas em se relacionar com cliente, em criar vínculos, em criar proximidade, em transformar a sua atividade em uma via de mão dupla, que não seja apenas “eu te vendo algo” e pronto e acabou.

O marketing é um processo social, investigativo e colaborativo. Ele precisa mostrar que quer que o seu cliente seja bem sucedido, seja diferente, seja especial na prática, para que ele enxergue a sua marca como diferente e valiosa. Porque a gestão e construção de uma marca é uma coisa feita a quatro mãos. As mãos da empresa e as mãos dos clientes. E, depende dessa segunda envolvida o sucesso de qualquer estratégia.

E é justamente essa a pergunta que o marketing tem que responder: como, aonde, porque, quem e o que fazer para relacionar-se com o cliente de uma maneira ÚNICA e AUTÊNTICA? Esse é o a resposta que o processo de marketing tem que responder para que aí sim a mensagem da comunicação seja coerente com a marca, como um braço do marketing e, não como sendo o marketing.

Atigamente, o objetivo do marketing era “encarado” como apenas ajudar a vender mais. Não era necessário relacionamento. Muitas vezes o consumidor era que estava pedindo para que lhe fosse vendido algo. Por isso, as políticas de venda, de lançamento de produtos, de troca, de comunicação eram todas controladas apenas para a empresa. Como todo mundo sabe, esse poder passou, há um certo tempo para a mão do consumidor. Portanto, se você não é coerente, se a história que  a sua marca conta não é praticada pela empresa, os clientes vão simplesmente se afastar.

E o pior é que, muitas empresas ainda estavam céticas e duvidosas desse novo poder do cliente. Poder de simplesmente parar de comprar uma marca e ir comprar outra. Parar de divulgar e de admirar uma marca e, partir pra outra. Acredito que ainda existem muitas marcas grandes que não têm noção do tamanho desse poder.

Aqui no Brasil nós podemos citar o exemplo recente e breve da Brastemp, em que um vídeo curto de um consumidor lesado teve repercussão mundial e a empresa teve que rapidamente correr para solucionar o problema antes que isso causasse algum transtorno à marca, que é sinônimo de excelência, qualidade e produtos top de linha no segmento de eletrodomésticos.

Portando, o poder do cliente, lesado, insatisfeito acabou tendo impacto de comoção tão grande quanto a empresa. A diferença foi que o cliente estava mostrando o problema e, dificilmente qualquer comercial irá fazer com que outros consumidores se esqueçam do vídeo daquele senhor que estava se sentindo lesado divulgou na internet pra tentar resolver o seu problema.

O negócio deu tão certo que, depois deles vieram mais alguns com a mesma estratégia para tentarem ter seus problemas resolvidos. Portanto, o marketing precisa relacionar-se com o seu consumidor.

Porque a Brastemp não trocou a geladeira de seu cliente logo? Porque muitas vezes, as ideias de excelência, de qualidade e de satisfação das empresas são deixadas para trás quando o assunto é garantia, problemas, devolução, troca, reclamação. Depois que o cliente comprou, problema dele. E, a maioria das grandes empresas fazem isso. E acabam inspirando as pequenas a fazerem também. Só que as pequenas quando fazem isso, quebram muito mais rápido.

Gostaria de citar, nesse sentido o exemplo da Zappos!

Eu poderia usar a Zappos! como uma case de marketing da maneira com que a marca se relaciona com o consumidor e como isso fez a empresa ser vendida para a Amazon.com por alguns bilhões de dólares. Mas, vou falar sobre superar expectativas e sobre a política de trocas da empresa.

Na Zappos! a troca de um sapato pode ser feita em qualquer um dia dos 365 dias do ano depois de efetuada a compra. A qualquer momento dentro de UM ANO, o cliente pode mandar de volta o seu produto e ter o seu dinheiro de volta ou trocar por outro produto. Por aqui, se comprarmos um sapato em um dia e tivermos problema no outro, já será difícil trocarmos ele na loja. Sempre haverá uma desculpa.

Não é à toa que a Zappos! ficou mundialmente famosa pela sua maneira de trabalhar, pela sua maneira de atender clientes e sua cultura baseada em serviços voltados aos clientes. Esse é o marketing de hoje. Essa é a comunicação que traz resultado, que diferencia a empresa e que a aproxima dos clientes. Por isso, da resultado e as empresas crescem.

O poder está nas mãos do consumidor, e ele da pras empresas em que eles acreditam ser autênticas e verdadeiras. No final das contas é o relacionamento e a sensatez da marca que vai atrair os consumidores a fazer negócio com a sua empresa.

Os “especialistas” chamam isso de “novo marketing”. Eu chamo de marketing apenas. Porque é o que importa, o que interessa e, principalmente, o que trás resultado. Enquanto as empresas não desenvolverem uma PERSONALIDADE para a sua marca que ajude no relacionamento com o consumidor, as bundas na TV serão apenas bundas. Podem ser belas, siliconadas e sensuais em lindos biquínis fio-dentais. Mas, mesmo assim, apenas bundas. E as bundas estão perdendo – na minha opinião já perderam – o poder de convencer alguém a comprar alguma coisa.

Viva a comunicação! Viva o marketing! E, sobretudo, viva os relacionamentos!

Você e a Mídia Social.

A mídia social inicia o ano de 2010 mais do que presente na vida das pessoas. No lazer, nos negócios, no networking. Aumentando a forma de compartilhar conhecimento, aumentando as possibilidades de comunicação, disseminando informação e, obviamente, se transformando em um vício para as pessoas.

Sendo assim, se você está disposto a evoluir, tem que aceitar a presença disso na sua vida. Sem fugas, sem medos, sem preconceitos. Se você quer um exemplo das mil-e-uma utilidades das mídias sociais, pelo Twitter se pode, além de conseguir leitores e seguidores (o que já é bem proveitoso), conseguir contatos de trabalho – vagas são anunciadas a todo momento por lá  e, inúmeras empresas de RH tem um Twitter para, além de divulgas oportunidades, saber o que os potenciais candidatos aos empregos pensam e dizem. Além disso, por lá é possível estar próximo a um grande líder de uma corporação, do presidente da empresa em que você sonha em trabalhar e, essa poderia ser a forma mais fácil de se aproximar. Até apartamento já foi vendido pelo Twitter.

E então, alguma dúvida de que as mídias sociais vieram pra ficar?

Se você está atrasado, veja abaixo algumas maneiras de levar a sério a mídia social:

1. Pare de contar fãs, seguidores, e assinantes do seu blog como cabeças de gado. Pense, ao invés disso, sobre o que você está esperando conseguir através deles e com a comunidade que realmente se preocupa com o que você está fazendo;

2. Aprenda a medir as coisas, e parar de dar desculpas das coisas que você não está fazendo. Saiba qual o  resultado a sua presença está lhe proporcionando. Saiba medir e, parar de dar desculpas pelas coisas que não está fazendo. Arregace as mangas e comece o trabalho;

3. Saiba o que os estudos de caso pode e não podem fazer por você. Pare de dizer que não há bastante deles e procure casos semelhantes com o seu. Vá ao Google e procure como aumentar os leitores do seu blog; como atigir pessoas de um outro estado; procure como o Orkut, o YouTub ou o Facebook aumentou o faturamento de uma empresa concorrente. Busque inspiração e solução e saiba o que fazer e o que não fazer;

4. Entenda a diferença entre fazer um case de negócios de mídia social e seguir moda. Se você não sabe como explicar quais os impactos da social mídia fora da empresa faça um esforço para aprender ou para descobrir. Caso contrário, nada fará sentido;

5. A mídia social não faz milagres. Você precisa produzir, criar, recriar e repassar conteúdo. Reputação é a única coisa que vai lhe ajudar a abrir algumas portas. Nada de preces ou milagres;

6. Utilize a mídia social metodicamente e com o mesmo cuidado que você faria com qualquer outro negócio de investimento que você faz. Analise todos os riscos, meça as oportunidades e seja pragmático o suficiente para saber onde investir;

7. Saia para o jogo, antes que ele comece e você não perceba. Faça apenas aquilo que condiz com 0 seu negócio. Seja coerente, fale apenas o que você faz, e faça apenas o que fala;

8. Pensar a longo prazo, e se comprometer com ele. Você não terá milhares de amigos de uma hora pra outra. Muito menos, milhares de seguidores. Trabalhe no agora, pensando no futuro. Pense no longo prazo sempre. Aja hoje, com o foco no que aquilo pode desencadear daqui a um ano. Futuro sempre;

9. Concentre-se no que você é bom. Conheça o seu core business e busque potencializá-lo através da social media. Não saia atirando pra todos os lados.

10. Reconheça que erros não devem lhe paralisar. Reconheça que existem maneiras de se recuperar. Ter um plano para se levantar é a chave, ao invés de tentar evitar o fracasso em todos os custos (incluindo estagnação).

O Futuro do E-mail Marketing.

O Brasil é campeão em envios de Spam. Campeão mundial. A Cisco divulgou ontem, seu relatório anual de segurança de 2009. Segundo os dados do estudo, o ranking mostra um crescimento de 192% no volume de lixo produzido eletronicamente. Assim, o Brasil lidera o ranking de spammers, seguido pelos EUA, segundo colocado na pesquisa. O Top 10 de produtores de lixo eletrônico, conta ainda com Índia (3° lugar); Coréia do Sul (4° lugar); Turquia (5° lugar); Vietnã (6° lugar); China (7° lugar); Polônia (8° lugar); Rússia (9° lugar); e Argentina (10° lugar).

Mesmo assim, um e-mail marketing LIMPO e com CONTEÚDO continua sendo um grande investimento para 2009. E-mail marketing é uma ferramentaque além de promover a sua marca, promove ainda a sua empresa como especialista. Especialista em micro-empresas, em informática, em agricultura. É muito mais do que uma SIMPLES OFERTA. E-mail marketing verdadeiro é feito com conteúdo mais ofertas.

Conteúdo, para educar os seus clientes. Mostrar novos caminhos e ajudá-lo a inovar. Conteúdo aliado a ofertas para ajudá-lo a escolher. Um cliente, na maioria das vezes não sabe o QUE comprar. Por dia são enviados milhares de e-mails de oferta de produtos baratos. MAS, ninguém envia um e-mail com produtos ENSINANDO como escolher o melhor produto para determinada pessoa.  Conteúdo ainda, para ajudar a justificar a escolha. Para ajudar a responder as perguntas certas: POR QUE do investimento? QUAL investimento? O e-mail marketing além de ofertas precisam unir informações, conteúdo, além de educar o consumidor.

E-mail marketing serve para MOSTRAR INOVAÇÕES para o cliente, não para OFERECER produtos. Vence quem souber aliar INOVAÇÃO + PRODUTOS + CONTEÚDO + DESIGN.

Ainda sobre o e-mail marketing e suas tendências em 2010, Chad White prevê o seguinte:

1. Campanhas de reativação vão se tornar mais importantes.Segundo Chad, os provedores estão dando mais peso a métricas de envolvimento para determinar se uma mensagem vai para a caixa d entrada ou para o lixo eletrônico – e até mesmo se o email deve ser bloqueado. Quem tem 50% ou mais de clientes inativos terá que desenhar estratégias para diminuir esse nível. Começando com a definição do que “inativo” significa para cada empresa, progredindo para táticas de segmentação e, possivelmente, culminando com campanhas que darão a possibilidade do cliente inativo voltar a ser ativo ou optar por sair da lista. Comentário: no Brasil, isso também deverá ser uma tendência, na esteira do código de regulamentação do email marketing que entrará em vigor por volta de março de 2010;

2. Serão lançados mais Preference Centers. Os consumidores estão exigindo ter mais controle sobre as mensagens que os atingem e estão reagindo duramente quando elas não são relevantes. Preference Centers são uma ferramenta chave nessa luta por mais relevância. Principalmente, porque até agora email marketing funcionava, do ponto de vista do consumidor, como uma caixa preta tanto em termos de conteúdo como de freqüência. E isso criou uma grande falta de confiança. O resultado é que a maior parte dos emails promocionais, mesmo quando o consumidor é cliente da empresa, vai parar em caixas de entrada secundárias;

3. Processos de opt-out vão se tornar mais amigáveis e mais efetivos na retenção. Comentário: aqui no Brasil, os processos de cancelamento de assinaturas também terão que evoluir para atender o novo código;

4. Landing pages ajudarão mais nas conversões. Comentário: é impressionante como, mesmo lá nos EUA, com alguns anos a mais de experiência no assunto, em relação aos nós brazucas, ainda se envia email que cai em uma home ou outra página genérica, obrigando o consumidor a garimpar para encontrar o produto ou a oferta anunciada no email. Quem fizer um bom trabalho no mapeamento de imagens e na linkagem para as landing pages vai obter muito mais resultado. Aliás, já está obtendo hoje.

Blogs de Conteúdo que Fazem a Diferença.

Dias atrás eu twittei sobre uma super inteligente iniciativa de um grande amigo, o Gabriel Galvão. Trata-se da 1a Coletânea de Blogs Sobre Marketing. A ideia é excelente porque vai juntar muita galera jovem e pensante sobre uma nova forma de fazer marketing e negócios.

Obviamente, no momento em que eu fiquei sabendo sobre a INCRÍVEL iniciativa, me inscrevi para fazer parte dessa grande atitude. Após a inscrição eu tive um pequeno bate-papo com o o Gabriel e resolvi entrevistá-lo para divulgar a ideia da coletânea. A entrevista, além de ser mais uma divulgação sobre essa incrível iniciativa, visa esclarecer ainda mais sobre a coletânea e, quem sabe, fazer com que mais pessoas se inscrevam nesse evento maravilhoso, que reunirá pessoas totalmente fora da caixa colaborando para aumentar o conhecimento sobre Marketing disponível na internet e também fora dela.

Eu agradeço ao Gabriel pela boa vontade em responder as perguntas e pela grande ideia que estamos colocando em prática. Abaixo, um pouco mais sobre a 1a Coletânea de Blogs Sobre Marketing. Se você não conhecia a iniciativa, essa é uma excelente oportunidade de conhecer um pouco mais e fazer a sua inscrição. As incrições podem ser feitas aqui.

1.Quem é Gabriel Galvão?

Pernambucano, 27 anos, administrador habilitado em marketing, consultor de marketing para micro e pequenas empresas e blogueiro atuante e agitador.

2. A sua história com blogs não é tão recente assim. Fazem parte do seu portfólio, além do Administrando, que você foi editor, temos agora o Ponto Marketing. O que os blogs de negócios representam para você?

Blogs de negócios, seja sobre marketing, administração, finanças, empreendedorismo – como o Think)Outside – ou outros tipos, são ótimas fontes rápidas e dinâmicas de adquirir informações sobre o mundo dos negócios. Tenho dezenas de blogs no meu Google Reader e os acesso frequentemente para me manter informado do que acontece no mercado. Quem quer sempre estar atualizado deve acessar blogs de negócios e fazer disso um hábito.

3. Quais os motivos que lhe fizeram abrir mão do Administrando e trocá-lo pelo Ponto marketing? Os dois blogs têm apelos diferentes. Foi isso que lhe fez optar apenas pelo Marketing?

O marketing é minha paixão, mesmo antes de entrar na faculdade. Eu nem sabia o que era marketing mas já o admirava. Após a faculdade, essa paixão ficou mais forte e evidente. Então resolvi me dedicar mais ao marketing, sem deixar de falar de outros assuntos que me interessam, como blogs e o mundo do café. Mas não abandonei o Administrando não! Ele é como um filho para mim (risos)! Comecei ele ainda na faculdade, mas ele tomou uma proporção muito grande, sendo então entregue ao Claudinei Costa, que o está gerenciando com muita responsabilidade. Ainda continuo participando dele uma vez por quinzena falando sobre marketing.

4. Como foi a concepção da ideia da Coletânea de Blogs Sobre Marketing? Quem está junto com você na organização dessa iniciativa?

A 1ª Coletânea sobre Blogs de Marketing surgiu da necessidade de haver uma integração maior dos blogs para ajuda mútua e divulgação de seus trabalhos. Em muitos casos, os blogueiros são esforçados e atuantes, mas vêem pouco resultado para tanto trabalho e aos poucos vão abandonando seus projetos. A Coletânea visa estimular os blogueiros a se engajar e a encarar os outros blogueiros como parceiros e não como inimigos, gerando visitações mais consistentes para seus blogs e mais possibilidades de que sejam iniciados negócios que tragam dinheiro para os participantes.

Por enquanto, apenas eu estou catalogando os blogs e preparando o projeto gráfico da Coletânea, mas a Frente Guerrilha, uma agência de marketing de guerrilha, já se ofereceu para ajudar na divulgação. Mesmo assim, todos podem participar dando suas opiniões ou ajudando quando puderem, principalmente por meio do Twitter, Facebook e blogs.

5. Quem está dentro do projeto até agora? Fale um pouco mais dos participantes confirmados até agora. Existe algum patrocinador por trás disso tudo, algum parceiro?

São até agora (26/11/2009) 18 blogs inscritos pelo link http://bit.ly/88JwLQ. Os participantes são bem variados e isso está sendo muito bom para o material.

Estou em busca de parceiros para que a Coletânea possa ser impressa e entregue aos blogueiros participantes e também para jornais, agências de marketing, publicidade e propaganda e outras empresas que venham a aproveitar das informações ali reunidas. Se souber de algum provável parceiro, me fale sobre ele no meu e-mail, gabriel@pontomarketing.com.

6. Como vai funcionar a coletânea?

A Coletânea será disponibilizada para download, para que todos os participantes possam baixar e repassar para seus contatos. Como disse acima, dependendo da captação dos parceiros, a Coletânea poderá ser impressa e distribuída.

7. A coletânea tem a ideia futura de suas próximas edições se transformarem em um livro? Um livro sobre empreendedorismo colaborativo pode estar pintando por aí?

É uma boa ideia, mas vamos dando um passo de cada vez. A prioridade da Coletânea é ser uma referência para quem estiver interessado em fontes confiáveis e regulares de informações sobre marketing. É como se fosse uma lista telefônica, só que de blogs sobre marketing.

8. Para quando podemos esperar o lançamento da coletânea de marketing?

Minha vontade é lançá-la até a última semana do ano virtualmente e, se Deus e os patrocinadores quiserem, impressa em janeiro.

9. Teremos direito a um lançamento web à altura do projeto, como são feitos os grandes lançamentos da internet?

Geralmente são feitos através de redes sociais e o uso estratégico de SMM (social media marketing). As mídias sociais trabalhando de forma integrada conseguem alavancar lançamentos na internet de uma forma muito vantajosa. Então, quando vira vírus, a informação sobre o lançamento corre solta, divulgando o produto lançado sem muito esforço a partir dessa etapa.

10. Após o primeiro volume da coletânea, o que mais está por vir em 2010? Quais os planos e expectativas do Ponto Marketing?

Quem sabe a Coletânea não vira um evento itinerante, dependendo dos resultados dessa primeira edição? Estou concentrado na Coletânea e as ações para 2010 estão atreladas aos seus resultados. Porém, independente da Coletânea ser um sucesso ou um fracasso, sempre estarei pensando em formas de estimular e agitar a galera blogueira, em especial meus colegas mercadólogos.

Espero que em 2010 muitas pessoas copiem minha iniciativa e passem a fazer catálogos ou outros meios para divulgar blogs de negócios, principalmente os de menos visitações, para que os pequenos editores de blogs não percam as esperanças e vejam os resultados mais rapidamente.