Qualquer um pode inovar, mas nem todos podem

Sim, é verdade. Qualquer um pode inovar, realmente. Mas, nem todo mundo pode. Vamos ao porquê…

É muito simples. Antes de mais nada, para inovar é preciso habilidades combinadas com a vontade.

As habilidades necessárias são muito avançadas. Para começar, você precisa identificar um problema, compreendê-lo e, em seguida, ter acesso à pessoas e informações que podem lhe ajudar a resolver o problema.

E isso é apenas o começo.

Qualquer pessoa pode identificar problemas, mas nem todo mundo tem a paciência e a vontade de cavar mais fundo e continuar.

E, não muitos têm a capacidade de cultivar uma rede de ideias que seja constantemente alimentada com ideias e insights, já que nem todo mundo tem acesso à diversas fontes de conhecimento que podem ajudar a enxergar além do óbvio. E isso é crítico.

Além do mais, o fato de você ser criativo não significa nada. Milhares de pessoas altamente criativas são totalmente indisciplinadas.

As pessoas que estão mergulhadas em suas ideias precisam de uma mão amiga para fazer as coisas acontecerem. E aí que as coisas acontecem e, com a vontade, surge a ousadia.

Aqui está o gargalo. Como você vê, não é tão simples pedir ideias às pessoas e deixar que as pessoas façam o que vem à cabeça. A menos que a cultura exista, definida pelo líder, não espere que as pessoas assumam riscos e experimente as coisas.

Então, o que uma empresa precisa fazer?

A sua empresa está pronta para o desafio de criar uma cultura de inovação?

A sua empresa está pronta para o desafio de criar uma cultura de inovação?

#1. Começar a falar.

Mais fácil do que fazer, mas se a sua empresa não é tradicionalmente inovadora, então você deve fornecer às pessoas competências para a inovação.

#2. Saia do modo zumbi.

Se você é uma empresa que começou a inovar, mas perdeu o rumo, você precisa voltar às suas raízes. O mais provável é que você começou a fazer negócios de maneira usual e, precisa de uma redefinição para sair do modo zumbi.

Pergunte-se: qual a nossa razão de existir? Por que nossos clientes nos valorizam? Que diferença estamos fazendo para as pessoas? Se começássemos hoje o que faríamos de maneira diferente?

Os sinais de alerta estão bem na sua frente.

Empresas, em sua maior parte, tratam de novas capacidades como nada mais do que módulos para a estrutura atual. Este é um sinal de alerta, pois para criar uma nova capacidade, como a inovação, é preciso parar de fazer outras coisas.

Qualquer pessoa pode inovar se estiverem dispostas a mudar seus caminhos, mas nem todos podem mudar porque muitas vezes isso não é uma prioridade.

Aqueles com coragem estão fadados à glória. Dê o primeiro passo, derrame um pouco de suor para dar lugar a novos recursos. É assim que se começa a transformação.

___

Este artigo foi adaptado do original, “Anyone Can Innovate, But Not Everyone Can”, do Innovation Excellence.

Anúncios

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

Ninguém consegue chegar ao topo apenas imitando os sucessos do passado.

É bem difícil crescer quando aquilo que fazemos é uma imitação. Se você parar para analisar o seu negócio provavelmente vai chegar à deprimente conclusão de que muito do que faz é apenas uma adaptação das ideias e comportamentos adotados por seus concorrentes.

Muitas vezes você poderá até sentir-se preso, incapaz de libertar-se do fato de que isso é apenas o modo pelo qual o mercado funciona.

Há um sábio ditado que diz, “os gregos clássicos não foram influenciados pelos gregos clássicos”.

Quando olhamos para a arquitetura neoclássica vemos a tentativa da arquitetura de pegar emprestado o peso e a autoridade do passado. Não há dúvidas de que o resultado disso tudo é impressionante, mas eles ainda são essencialmente ecos de uma antiga glória, o que diminui a sua imponência.

Os gregos clássicos não se tornaram clássicos por conta de sua adesão ao passado, mas por conta de sua vontade de inovar e fazer suas próprias coisas.

Eles inventaram ordens arquitetônicas que até mesmo os romanos dificilmente poderiam melhorar. Você ainda vê a sua influência em toda a nossa vida, mesmo milhares de anos depois.

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

É justamente esse o tipo de visão que você deve definir para o seu negócio. Mesmo imitando concorrentes ainda melhor, você está apenas seguindo os outros, e isso, inevitavelmente o coloca atrás de alguém.

Você não gostaria de ver as pessoas imitando aquilo que você faz?

Isso traz uma série de questões interessantes que a liderança da sua empresa reflita:

  • Como você poderia repensar a sua indústria de uma forma com que outros imitassem a sua geração no futuro?
  • Como você pode acabar com a corrida armamentista de tentar sair do estereótipo de seus concorrentes e focar a sua empresa em como deveria ser?
  • Como você vai substituir a imitação cega pela inovação consciente dentro da empresa?
  • O que a sua empresa pode ofertar que nunca foi oferecido na Terra?

Há certas ocasiões em que imitar o passado é completamente apropriado, e um bom movimento estratégico. Mas, na visão mais ampla, são dos inovadores, dos disruptivos, das pessoas dispostas a assumirem os riscos em vez de copiar o passado que nos lembramos.

___

Este artigo foi adaptado do original, “Challenge: Come Up With a New Idea”, da Inc.

O futuro da educação elimina a sala de aula porque o mundo é a sala de aula

A grande demanda de EAD pode até parecer a melhor maneira de usar a internet para transformar a educação, mas isso é pensar muito pequeno.

Isso pode ser muito familiar para muitos de nós: nós estamos em um grupo de amigos discutindo sobre algum fato histórico, ou alguma divergência de opinião.

No meio disso, alguém sugere verificar a Wikipedia lendo os argumentos para todos e resolvendo assim qualquer impasse.

Não julgue isso como uma ocasião trivial. Ela representa um momento de aprendizagem, ou mais precisamente, um momento de microaprendizagem e é a evidência de uma transformação muito maior da aprendizagem.

É o que podemos chamar de aprendizagem socialmente estruturada que é uma agregação de experiências de microaprendizado retiradas de um ecossistema rico em conteúdo e conduzido não por notas, mas por recompensas sociais intrínsecas.

O momento da microaprendizagem pode durar alguns minutos, horas ou dias (se estivermos envolvidos lendo ou mexendo especificamente que não podemos nos desligar).

Futuro da educação: será que estamos limitando as as possibilidades?

Futuro da educação: será que estamos limitando as as possibilidades?

A aprendizagem socialmente estruturada pode ser o futuro, mas as bases desse tipo de educação se encontram bem longe, no passado.

Os principais filósofos da educação – de Sócrates a Plutarco, passando de Rousseau a Dewey – falaram sobre esses ideais há alguns séculos atrás. E hoje, temos uma série de ferramentas para transportar essa visão para a realidade.

Pense em um aplicativo de realidade aumentada, como o Yelp. Ao apontar a câmera do telefone para um local, que ele exibe pontos de interesse locais, como restaurantes, lojas e museus.

Mas este é apenas o começo. Imagine se, em vez de armazenar informações, pudermos acessar o histórico artístico, demográfico, ambientais, tipos de arquitetura e outras informações embutidas no mundo real?

É exatamente isso que um projeto da universidade da Califórnia chamado HyperCities está produzindo: informações de camadas históricas sobre o terreno das cidades.

Como você anda por aí com o seu telefone celular, você pode apontar para um site e ver o que tinha por lá há séculos atrás, quem morava por lá e qual era o ambiente.

Ah! Você não está interessado em arquitetura, mas é apaixonado por botânica ou paisagismo? O Aplicativo para iPhone do Smithsonian e o Lifesnap para iPad respondem quando você tira uma foto de uma folha de uma árvore, que tipo de planta é aquela.

O futuro da educação é muito mais do que tecnologias ou livros: é social.

O futuro da educação é muito mais do que tecnologias ou livros: é social.

Assim é possível transformar cada pixel da nossa geografia em um livro vivo e uma enciclopédia real.

Então, é preciso olhar além da extensiva ofertas de cursos EAD para pensar no futuro da educação. No EAD precisamos nos perguntar como essa modalidade pode perturbar salas de aula existentes e instituições de ensino, particularmente em faculdades.

A nossa obsessão com o EAD é apenas um paradigma sobre novas tecnologias e ferramentas que podem impactar o ensino de maneira geral.

Nós estamos nos movendo para longe do modelo em que a aprendizagem é organizada em torno de instituições estáveis e hierárquicas (escolas, faculdades e universidades), que tem servido como entrada principal para a educação e mobilidade social.

Ao substituirmos esse modelo, temos um novo sistema em que a aprendizagem é concebida como um fluxo em que os recursos são escassos, mas amplamente disponíveis, as oportunidades de aprendizado são abundantes e os alunos têm cada vez mais capacidade autônoma para mergulhar de dentro pra fora nos fluxos de aprendizagem.

Em vez de se preocupar com a forma de distribuir os escassos recursos educacionais, o desafio que precisa começar a ser vencido é a maneira de atrair as pessoas a mergulhar no fluxo crescente de recursos de aprendizagem para criar mais oportunidade de aprendizado para as pessoas.

___

Este artigo foi adaptado do original, “The Future Of Education Eliminates The Classroom, Because The World Is Your Class”, da FastCompany.

Toda Empresa tem uma Folha Em Branco Para Preencher

Entenda a importância de criar a história da sua empresa antes de perder seu tempo apenas com o plano de negócios.

Quando nascemos, ganhamos uma folha em branco para escrever a nossa história. E, a partir desse momento começamos a manchar essa folha com a nossa existência.

Quando uma empresa nasce, ela tem em mãos a mesma folha em branco para escrever a sua história. É aqui que muitas empresas já começam errando.

Sim, planos de negócios, de marketing, valuations e tudo mais podem ser importantes para definir a saúde de um negócio, mas será a história que a sua marca contar que vai atrair pessoas para comprar aquilo que ela faz.

Portanto, antes de responder as perguntas dos planos de negócios para saber sobre a liquidez do seu negócio, é preciso fazer as perguntas que as pessoas querem saber antes de decidir se vale a pena compartilhar dos mesmos princípios da sua empresa.

Quando um cliente opta por comprar o seu produto, ele está pactuando com a sua filosofia e, nesse momento criamos uma conexão pessoal entre uma marca e uma pessoa.

Por isso é preciso, antes de mais nada se posicionar, mostrar a que você veio e escolher com cautela os princípios e ideias norteadoras da sua empresa, porque é justamente isso que vai fazer com que você atraia ou espante clientes e funcionários.

E esse precisa ser o primeiro exercício filosófico que você precisa fazer antes de dar vida ao seu negócio. Isso porque eu acredito que o exercício de branding precisa ser o primeiro dever de casa de um empreendedor.

Por isso, antes de ter uma ideia magnífica em sua cabeça para ganhar dinheiro, tente desenvolver uma ideia magnifica para mudar a realidade das pessoas ao seu redor e agregar valor.

Comece a escrever a história da sua empresa, antes que alguém o faça da maneira errada.

Comece a escrever a história da sua empresa, antes que alguém o faça da maneira errada.

O roteiro para descobrir a história da sua marca.

Toda marca tem uma história. Todo verdadeiro empreendedor tem o impulso de querer mudar o mundo, e fazer a diferença no seu mercado.

Para isso, é preciso encontrar a essência da sua ideia e mostrar como a sua futura empresa se posiciona e no que ela acredita.

#1. O manifesto é a nova declaração de missão, visão e valores.

Mais do que qualquer missão, visão e valores, as empresas precisam ser guiadas por princípios e por sentimentos. Esse é o desafio de um empreendedor, transformar a sua ideia em um manifesto em que ele se posicione de maneira diferenciada perante o mercado.

Não vai adiantar ser mais uma empresa com mais uma visão e valores ultrapassada, querendo o lucro acima de qualquer coisa. É preciso mostrar quais são as crenças e os pilares da sua empresa.

O que o seu manifesto precisa responder:

  • A sua visão sobre o mercado em que vai atuar.
  • Porque a sua empresa vai ser diferente.
  • Qual o impacto da sua empresa na concorrência.
  • O fantástico diferencial da sua marca.
  • Qual é a sua promessa de valor.
  • Porque as pessoas deveriam fazer negócios com a sua empresa.
  • O sonho da sua empresa.

#2. A cultura é o que vai fazer a sua empresa inovar.

A cultura de uma empresa é nada mais nada menos do que o modus operandi da sua empresa. E isso vai fazer toda a diferença no momento de contratar pessoas, promover pessoas, estabelecer organogramas e se relacionar com clientes, fornecedores e concorrência.

Qual será a cultura da empresa? Você quer dar autonomia para os funcionários servirem bem os clientes, independente do que façam, ou eles terão um livro de regras e condutas?

Quanto mais aberta para a horizontalização da sua empresa, mais focada na comunidade ela será e, mais envolvente ela será para clientes e funcionários.

Qual será o motor da sua empresa: servir o cliente, ou respeitar uma hierarquia antiquada?

É a cultura da sua empresa que vai definir para onde você vai.

É a cultura da sua empresa que vai definir para onde você vai.

#3. O que você promete às pessoas?

O que você vai prometer para as pessoas que vão comprar de você? Preço baixo, garantia estendida, frete grátis, atendimento de especialistas…

Qual será a sua promessa?

Lembre que é justamente essa promessa que poderá transformar clientes em evangelistas.

Se a sua empresa vender a preço baixo, quando o cliente encontrar um preço mais baixo ainda, ele te abandona. Se você der frete grátis e o seu concorrente também der e tiver preço mais baixo você dança.

Quando mais superficial a sua promessa, mais superficial será a fidelidade do seu pseudo-cliente. Agora, quanto mais diferente, única e exclusiva for a sua promessa, mais chances você tem de não ser trocado após o primeiro encontro.

A profundidade da sua promessa será a profundidade da fidelidade do seu cliente – e por que não dos seus funcionários? Sendo assim, gaste bastante tempo pensando nisso, para não perder tempo depois querendo reconquistar os clientes perdidos.

Criar uma marca é contar uma história.

E fazer com que essa história atraia pessoas que estejam dispostas a pagar pelo que você faz e, quando alguém lançar algo parecido, essas pessoas não corram para experimentar a concorrência.

Contar uma história é fazer as pessoas comprarem de você, independentemente do que você venda, independente do quanto você venda, independente de onde você venda.

Existem rumores de que a Apple vai lançar um relógio. A fila já é grande. Assim como foi no iPod, como foi no iPhone, no iPad e em qualquer produto que a empresa lance nos próximos anos.

Isso porque a Apple não promete produtos acessíveis para os seus clientes com frete grátis e 1 ano de garantia de fábrica. Eles prometem algo que as pessoas não conseguem explicar, mas querem a todo custo. Mesmo que esse custo seja o de um rim.

Lembre-se do lifestyle que você quer proporcionar aos seus clientes. Isso precisa estar muito claro na sua história e, precisa ser o seu DNA para se manifestar, para criar a sua cultura e para cumprir suas promessas.

A União de Empreendedorismo, Negócios, Marketing e Cinema.

Um site inova ao usar o cinema como forma de difundir novas ideias mercadológicas e regatar o espírito empreendedor dos leitores.

Espalhar ideias empreendedoras e criativas por meio de análises de filmes e embasadas em conceitos corporativos contemporâneos.

Este é o principal objetivo do CINEBusiness, um site que procurar aliar negócios, cultura e empreendedorismo em artigos escritos (ou falados) por profissionais de várias áreas de atuação.

No ar desde 2010, o CINEBusiness passa atualmente por sua maior reformulação. Com nova logomarca, layout moderno, imagens maiores e mais atraentes e com gestão profissional, o site mostra que pretende, de fato, conquistar seu espaço no universo digital e ampliar sua base de leitores.

O projeto surgiu no final de 2009 quando Enrico Cardoso, profissional de marketing natural de Volta Redonda, pensou em transmitir às pessoas que empreendedorismo não é um dom, mas sim uma questão de iniciativa aliada a técnicas empreendedoras que poderiam ser ensinadas, aprendidas e difundidas.

Enrico sempre acreditou que a cultura era o melhor canal para crescimento pessoal: “temos que focar na cultura como ponto de aprendizado”, afirma o jovem empreendedor. Pensando nisto, deduziu que a melhor maneira de espalhar suas ideias era por meio de um blog que usasse o cinema como meio de divulgação e ensinamento. “O cinema é um canal para que possamos ampliar a bagagem cultural das pessoas e, com isso mudar suas ideias”, acredita.

Foi com este foco que, em janeiro de 2010, ele se juntou com Alexandre Viveiros, Marcus Vinicius Paiva e Wendell Carvalho e fundaram o CINEBusiness, cujo primeiro artigo foi uma análise sobre a ganância corporativa tendo como referência cinematográfica o megassucesso Avatar.

A iniciativa prosperou e o CINEBusiness cresceu.

Inicialmente com apenas quatro colaboradores, hoje o site conta com 15 profissionais das mais diversas formações e experiências. Todos têm o compromisso de postar um artigo por mês e contam com liberdade para escolher o tema a ser abordado e, claro, o filme em questão. Porém, agora, eles devem seguir o Manual do Autor, um conjunto de padrões e regras que aborda desde a forma e limite dos textos até questões de autoria e pontualidade na entrega dos artigos.

O CINEBusiness está em busca de novos leitores.  Para isto, está orientando suas luzes para o público jovem, normalmente universitários, que adoram cinema, são ávidos consumidores de filmes, “heavy users” em internet e antenados com as novas tecnologias.

Desta forma, os administradores do CINEBusiness se preocuparam com a posição do site na busca orgânica do Google. Técnicas de SEO foram implementadas e os artigos têm estrutura aprovada pelo W3C para melhor performance nos navegadores.

Além disso, o CINEBusiness da agora, início a uma versão mobile do site.

Todas estas preocupações apontam para uma maturidade do site e também de seus gestores.

Seu fundador, Enrico Cardoso, aplica na prática tudo aquilo que prega em suas palestras e cursos de gestão de marcas, branding e marketing: ideias e atitude. “Olhando o primeiro site, que ainda está no ar, é possível ver que demos um salto gigantesco em qualidade”, orgulha-se.

E não é para menos. O CINEBusiness mostra que está no caminho certo!

Logotipo CINEBusiness | Cinema e cultura com um toque de empreendedorismo

Ajudar os outros é o primeiro passo para ajudar a si mesmo.

Dias atrás eu iniciei uma série de  posts sobre liderança. O post foi inspirado no livro de John Wooden, “Jogando pra Vencer” e é um checklist de alguns comportamentos para despertar o espírito da liderança.

O checklist é composto de sete itens:

  1. Seja verdadeiro consigo mesmo;
  2. Ajude os outros;
  3. Faça de cada dia sua obra prima;
  4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;
  5. Transforme a amizade em uma arte;
  6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e
  7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bençãos que recebeu.

No outro post eu falei sobre ser verdadeiro consigo mesmo. Agora, vamos falar sobre ajudar os outros. Antes de mais nada gostaria de deixar claro que, ajudar os outros é muito mais uma maneira de crescer, aprender e ajudar a nós mesmos do que ajudar os outros. E eu não estou falando de caridade. Uma ajuda vem muito mais do que apenas caridade.

Ontem eu estava sentado no ônibus, voltando de um almoço na casa de minha avó, quando um senhor, aparentando uns sessenta e poucos anos (provavelmente mais de 65 porque entrou sem pagar passagem) chegou no ônibus com dificuldades motoras. Além de ter uma enorme dificuldade para andar, sua postura era claramente corcunda.

Ele contou uma história pro pessoal do ônibus e, olhando para a sua sacola, pensei que ele quisesse vender alguma coisa para nós passageiros. Mas ele não vendeu nada. Disse que sempre tinha sido um homem trabalhador, morava no Rio de Janeiro, mas um dia sofreu um acidente, foi atropelado e ficou entre a vida e a morte. Na sua recuperação ficou com inúmeras sequelas motoras, que o impediam de trabalhar. Mas, o INSS havia negado a ele todas as vezes que ele tentou se aposentar por invalidez, uma vez que ele ainda não tinha tempo suficiente para aposentar por tempo de contribuição.

Ele foi adiante. Disse que tinha três filhos. Que a esposa ganhava menos de um salário mínimo por mês e que, sem a renda dele a família estava passando por necessidades. Falou ainda que o seu sonho era poder não passar o ano novo com fome e ter algo para dar para os seus três filhos, que com muito sacrifício conseguiam ir à escola. Mas, com as férias escolares não estavam tendo como se alimentarem direito, uma vez que as refeições escolares são as únicas que eles faziam regularmente.

E ainda finalizou dizendo que aceitava qualquer ajuda. Moedas de um centavo, pacote de biscoito aberto, garrafa d’água, qualquer coisa que fosse de bom coração. Só pediu para não ser humilhado, porque ele pedia porque não tinha saúde para trabalhar e, já tinha trabalhado muito, não era vagabundo. Ele ainda teve forças de desejar um 2012 abençoado para os passageiros, antes de agradecer às doações que recebeu e descer do ônibus.

Eu não sei o nome desse senhor. Mas essa é uma história sensacional sobre como nem sempre pensamos em dar a ajuda que as pessoas realmente precisam. Queremos apenas dar a ajuda pra ficarmos bem com a gente.

A verdadeira ajuda que esse senhor precisava está além de moedinhas. Ele precisava de um aconselhamento jurídico. Precisava entender que, se contribui e está incapacitado, tem direito de se aposentar. Ele precisava, muito mais do que bolsa família, que as escolas ficassem abertas durante os finais de semana e férias, para servir a alimentação que é a única decente que seus filhos têm. Tem estado, cidade e país que fazem isso. Ajuda muitas vezes, muito mais do que ajuda financeira, porque na escola, o lanche é balanceado, tem aquilo que as crianças precisam e, ajuda no crescimento saudável de muitas famílias. Nós sustentamos políticos corruptos e bandidos a pão de ló e, muitas vezes esquecemos que são simples detalhes, muito mais funcionais do que financeiros que realmente ajudam as pessoas a longo prazo.

Quando eu estava na faculdade, como parte de estágio, fomos à casa de custódia da região. Eu não tenho a menor vontade de ajudar uma pessoa que foi presa porque fez algo de errado: tirou uma vida, roubou uma família, ou destruir lares. Eu acho que tínhamos que visitar albergues, asilos, orfanatos. Quantas pessoas nesses lugares estão sem esperança, estão precisando de uma ajuda para receber um remédio, para receber uma pensão, ou apenas de um aconselhamento do que fazer para o neto parar de usar o dinheiro da sua aposentadoria enquanto ela fica em um asilo, dormindo em um colchão sem lençol.

Por que é muito mais bonito ajudar os presidiários? De acordo com a Gazeta, 85% dos presos reincidem. Ajudar as pessoas que tem 85% de chance de cometer a mesma burrada é, na minha opinião, perda de tempo. Ajudar as pessoas que precisam de uma nova perspectiva de vida é, na minha opinião fazer a sociedade crescer.

Eu desejo, para mim e para todo mundo que, em 2012 dediquemos apenas uma pequena parcela do nosso tempo para ajudar os outros. Não a dar a ajuda que nós queremos dar. Mas a ajuda de que as pessoas precisam. No meu caso hoje, fui covarde e acomodado o suficiente para apenas dar um trocado para aquele senhor. Perdi uma grande oportunidade de fazer bem a mim e a ele.

Por isso, eu acredito que devemos aproveitar essa época do ano em que fazemos reflexões, promessas e estabelecemos metas, para estabelecer uma meta de voluntariado. Nada de comprar doces no sinal, nada de ajuda de minutos. Mas ajudar efetivamente aqueles que precisam a mudar de vida, a tomar um rumo para a sua vida.

Esse é o primeiro passo para ajudarmos a nós mesmos. A crescermos, termos uma visão global sobre a nossa sociedade. Crescemos como ser humano, porque aprendemos a valorizar aquilo que temos. Crescemos como cidadãos, porque vamos começar a ver o que nossa região, cidade, estado e país realmente precisa e, com isso, aprenderemos a cobrar desses políticos bandidos e fanfarrões muito mais do que um patrocínio para um churrasco, um desconto para um parente em faculdade, ou um cavalete para fechar a rua em dia de festa. Vamos cobrar o que o país precisa.

E eu não estou dizendo ajuda financeira. Estou dizendo ajuda que valha mais do que isso. Um conselho, um direcionamento, uma solução de um problema que, muitas vezes pode mudar a vida das pessoas. No caso do senhor do ônibus, talvez uma doação de alguns alimentos para a escola dos filhos dele, além de um dia de voluntariado ao final de semana por mês, ajude muito mais do que aqueles trocados que eu joguei na mão dele. Às vezes, um cartão que eu tivesse dado de um amigo advogado poderia mudar pra sempre a história não só dele, mas da família toda.

Nós temos uma ideia sobre caridade, sobre voluntariado muito estranha. Ajudamos as outras pessoas para ficamos bem com a gente. Queremos, em curto prazo, apenas ver o problema há quilômetros de distância, porque, aquilo que não podemos ver, para muitos não existe. Enquanto deveríamos ajudar para o outro. Resolver a longo prazo para que a pessoa consiga, depois se virar sozinha sem depender das nossas migalhas.

Eu acredito que era mais ou menos isso que o pai de John Wooden queria dizer com ajude os outros. Ajude os outros (a crescer) e você estará crescendo, aprendendo e entendendo as pessoas, as coisas ao seu redor e, estará sendo um verdadeiro líder. Não adianta ajudar um senhor idoso a atravessar a rua apenas uma vez. Temos que nos mobilizar e fazer alguma coisa para que ele consiga, SOZINHO atravessar sem nenhuma dificuldade a rua todas as vezes que ele precisar se locomover.

A liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas se tiver de passar sem um, que seja estratégia“. Norman Schwarzkopf.

Viva o caráter!

Vida Longa ao CINEBusiness.

Eu, juntamente com alguns amigos, estamos dando vida a mais um projeto. O CINEBusiness. A ideia é bem simples. Queremos unir cinema e negócios através de leituras de filmes voltados para os negócios. Lições que, muitas vezes ninguém vê e que são de grande valia nos negócios.

O CINEBusiness é um projeto coletivo. Eu me juntei a jovens que estão fazendo a diferença para juntos podermos inspirar as pessoas com lições tiradas de filmes que todos têm acesso. Por isso, juntamente com Alexandre Viveiros, Marcus Vinícius e Wendell Carvalho estamos iniciando o CINEBusiness com artigos semanais.

Cada semana um colaborador vai postar um artigo sobre um filme, com uma lição sobre negócios, liderança, empreendedorismo, inovação, marketing, vendas e todos os fatores que influenciam o mundo nos negócios. O que queremos é que depois de lerem os artigos, as pessoas peguem os filmes, comprem, ou vão ao cinema pra ver e interpretar tudo aquilo que escrevemos.

O que queremos é inspirar as pessoas e fazer com que elas cresçam aprendendo por uma nova ótica, uma nova forma de ver as coisas.  O nosso objetivo, assim como em nossos blogs, sites e projetos é inspirar as pessoas com lições que as ajudem a ser a diferença. Armar pequenos, micro e nanoempresários e vencer os desafios do dia-a-dia indo além e lendo as letras miúdas.

Queremos contribuir. E nos divertir. E mostrar a nossa ideia, nossa opinião, nossa crença pra todo mundo. E é isso que vamos fazer. E já começamos. O CINEBusiness ainda está em “versão beta”. Conciliar a agenda de todo mundo é muito difícil e, por isso, vamos melhorando, aperfeiçoando e modificando a coisa toda com o tempo. Portanto, você pode acessá-lo e ver o nosso blog, que já conta com o primeiro artigo.

Posteriormente, o que vocês vão encontrar por lá, semana após semana são artigos novos. O projeto está no início, mas já está no ar. Eu altamente recomendo a sua visita por lá, para ler nossos textos, para refletir sobre o que estamos falando lá. E, semanalmente, a nossa única promessa é colocar lá um texto provocativo, que vai te colocar pra pensar se está fazendo a coisa certa, se está no caminho correto.

A única coisa que prometemos é fazer a nossa parte. Queremos que você prometa que vai fazer a sua. Que não vai deixar as ideias no papel. O CINEBusiness nasceu. Venha presenciar as coisas boas que estão vindo junto com ele.

O Mundo Precisa de Empresas com Personalidade.

O Brasil está carente de empresas que valorizem as suas culturas. Entre a meia dúzia que temos por aqui, praticamente todas elas são filiais gringas ou, sofrem diretamente influência de empresas “parecidas” fora do país. Pelo que podemos ver no cenário das empresas que habitam solo brasileiro, falta cultura às empresas. Cultura à lá Apple, Zappos, lugares que sejam fora do comum, que realizem um trabalho fora do comum, que ofereçam a clientes e funcionários coisas fora do comum para que eles possam também ser extraordinariamente fora do comum.

Em geral, empresas brasileiras são engessadas: nada de celular durante o trabalho; nada de internet durante o trabalho; nada de nada durante o trabalho que não seja algo totalmente relacionado com a execução do serviço. NADA de diferente. NADA é permitido porque, grande parte dos executivos acham que as coisas que são realmente interessantes matam a produtividade. Eles acham que Twitter e Orkut matam a produtividade; eles acham que o funcionário ir na mesa do colega e bater um papo mata a produtividade; ele acha que permitir que o funcionário leve a guitarra pro serviço mata a produtividade; ele acha que produzir palestras e workshops no trabalho mata a produtividade; acham que mesa de sinuca, cafeteira, livros, messenger e tudo o mais que é interessante mata a produtividade.

E realmente MATA. Mata porque o trabalho é um saco. Já diz o ditado que, “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”. Aí, quando a empresa decide dar algo a mais pro funcionário, ele não sabe aproveitar? Será que é ele que não sabe aproveitar, ou a empresa é que é uma chatice e o privou de viver tudo que era legal em prol de um trabalho que pode ser realizado em metade do tempo e que, é altamente chato e solitário.

Será que a empresa quer ser amiga ou algoz do seu funcionário? Ela quer ser reconhecida por ser inovadora, com funcionários inovadores, ou quer ser mais uma que, em plena era digital, quer forçar a seus funcionários viverem analogicamente?

Depois, líderes, executivos, diretores, gerentes, supervisores pagam uma grana alta para os galãs da motivação tentar salvar a pátria porque os caras não estão se aguentando mais, e os funcionários não aguentam mais levantarem de suas camas e PASSAR O DIA INTEIRO em uma EMPRESA CHATA, fazendo um TRABALHO CHATO.

Estamos envoltos de empresas engessadas, que privam a liberdade de seus funcionários e não têm cultura nenhuma. E quando eu digo CULTURA, não estou dizendo oferecer PLR, décimo quarto salário, licença prêmio, nem nada disso. Estou dizendo sobre estilo. Se todas as pessoas têm estilos diferentes, porque empresas têm de seguir o mesmo modelo fadado ao fracasso?

Cultura é o que torna empresas em famílias, produtos em inovação, lançamentos em tendências e novidades em febres. Cultura é quando o funcionário pega a sua coleção de miniaturas de carro e leva pra sua sala, pra sua mesa. Cultura é quando a diretora da empresa decora a sua sala com o tema da Hello Kitty, ou da Barbie. Cultura é personalidade. Personalidade é o que vai mover o rumo da sua empresa. Empresa sem personalidade é chata e, não vale a pena trabalhar.

Se a sua empresa não tem cultura, não pense que estar entre as melhores pra se trabalhar será suficiente pra manter colaboradores e clientes satisfeitos. Sem personalidade, sem diferencial, sem inovação.

Inovação e cultura andam juntas. Em entrevista ao Mundo do Marketing, o presidente do Selo Produto do Ano mostra o que as pessoas estão dando valor no que compram, afirma que elas estão dispostas a pagar mais por produtos inovadores e conta quais são as tendências de inovação no mundo.

Abaixo, a entrevista completa sobre o elo entre cultura e inovação.

Que tipos de inovações têm sido mais recorrentes no mundo?

A inovação tem se caracterizado em produtos alimentares saudáveis. É uma tendência de consumo mundial, acontece em países da Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. As empresas estão diminuindo o teor de açúcar e de sal nos alimentos, estão diversificando os sabores e eliminando a gordura trans. São processos que implicam em muita pesquisa e desenvolvimento porque quando você tira elementos de um produto você tem que adicionar outros, só que com mais vantagens para a saúde. Uma grande tendência também são os alimentos funcionais.

Na área de higiene pessoal, as pessoas estão procurando produtos de rejuvenescimento e que mantenham a qualidade da pele. Por outro lado, elas querem produtos de origem natural, principalmente os mais jovens e informados. Em determinadas áreas, a inovação varia de acordo com o poder aquisitivo e com o nível de informação cultural. Para o lar, a procura está sendo por produtos que cumprem suas funções, mas que sejam menos agressivos ao meio ambiente.

E no Brasil, quais são as inovações mais frequentes?

A área alimentar é a mais forte. Não faltam produtos inovadores no Brasil porque o país é um dos que mais lança produto no ano. O que acontece é que os consumidores não distinguem as inovações porque não há uma política de certificações.

Isso explica porque chegamos a ter 80% dos produtos lançados mortos em dois anos de vida?

Sim. Os produtos que mais se perpetuam nas prateleiras são os certificados pela Produto do Ano, segundo nossas pesquisas nos últimos 26 anos. A pesquisa indicou também que o consumidor brasileiro está mais disposto a comprar produtos inovadores.

A certificação é o único caminho para as marcas mostrarem inovação nos produtos, não existem outros?

As marcas têm que chamar atenção utilizando todas as ferramentas de Marketing. As grandes empresas têm orçamentos que as permitem fazer isso com facilidade, mas cada vez mais a decisão de compra é feita no ponto-de-venda. O consumidor comum que olhar para uma prateleira verá uma miríade de marcas infinitas e como ele vai diferenciar cada um destes produtos? É aqui que entra a certificação.

O que o consumidor está privilegiando na hora de comprar?

Está privilegiando produtos saudáveis, facilidade de uso, aspectos lúdicos associados aos produtos, que o ajude na gestão do tempo, entre outros, sendo que a qualidade é pressuposto para ele existir.

A maioria das marcas certificadas no Brasil é multinacional. O que acontece com as empresas brasileiras?

Isso tem a ver com a cultura de Marketing das empresas. Nas multinacionais, o Marketing está inserido há mais tempo e elas têm tradição. A falha das indústrias brasileiras é que elas ainda não perceberam o valor que o Marketing cria. Há também o problema de verbas para inovação.

O consumidor pode dar ideias sobre inovação. Esse pode ser um caminho alternativo, já que o Marketing não está conseguindo fazer isso?

O Marketing é uma parte do processo, que cabe também à área de pesquisa, desenvolvimento e qualidade da empresa. Não podemos colocar toda a responsabilidade em cima do Marketing. A questão é que o Marketing é que tem informação de mercado e deveria saber o que o consumidor quer. Hoje, cada vez mais, as empresas estão ouvindo as pessoas antes de desenvolverem seus produtos, não depois, como faziam. Atualmente, para não cometer erros porque custam caro, elas chamam os consumidores no ato de produção dos produtos para diminuir os riscos.

Qual produto que mais chamou atenção em relação à inovação no Brasil neste ano?

Não poderia dizer porque somos uma empresa que certifica vários produtos, mas o que posso falar é que há muitas inovações que por vezes são quase revolucionárias, mas que não geram esta percepção no consumidor. Por que? Porque se esquecem da embalagem, que é fator de atratividade para o consumidor. As empresas não sabem tornar o produto atrativo e não conseguem entrar no circuito de grande distribuição porque o próprio varejo não as reconhece.

O Brasil está inovando mais na concepção de produto ou na embalagem?

A inovação de produto é muito superior a de embalagem. Representa 70%. O trabalho do Marketing na embalagem é algo mais recente do que no produto. Mas há uma tendência mundial que está dando mais importância à embalagem, tanto em forma de informações nutricionais, como em design.

Uma inovação pode ser disruptiva e custar muito, mas pode ser simples e custar barato, correto?

Inovação não tem a ver com preço. Todas as áreas requerem inovação. A reciclagem é uma inovação. Ela dá origem a novos produtos com custo de matéria-prima menor.

Quais são as características comuns nas empresas que inovam constantemente?

São empresas informais, pouco burocráticas, não são personalistas nem autocríticas, tem estrutura democrática e de time. A inovação está ligada à liberdade de pensamento. Não é em vão que a China, que é uma potência, não é uma potência em inovação. Os países mais democráticos são os mais inovadores. O Google é uma das empresas mais inovadoras do mundo e ele está de acordo com tudo isso que falei.

Muitas vezes as inovações são baseadas em necessidades particulares, mas hoje as necessidades das pessoas são por desejo, experiência e sensações. Como o produto pode inovar neste sentido?

Toda inovação mexe com os sentidos das pessoas. Um produto alimentar vai do paladar ao cheiro. O Richard Branson está preparando e vendendo as viagens ao espaço. Aqui tem uma inovação na área de experiência. A Apple também é um grande exemplo.