Desenvolvendo o verdadeiro espírito da liderança.

Eleanor Roosevelt uma vez disse: “Um bom líder inspira as pessoas a terem confiança no líder, um grande líder inspira as pessoas a terem confiança em si mesmos”. Mas, se transformar em um grande líder não está fácil. Construir uma equipe de sucesso através dos altos e baixos de uma liderança pode ser um dos maiores desafios enfrentados por micro, pequenas, médias e até grandes empresas.

Liderança é uma das áreas que muitos empresários tendem a negligenciar, de acordo com o coach em liderança John Maxwell, cujos livros incluem: As 21 irrefutáveis leis da liderança Desenvolvendo o Líder dentro de você.

“Você trabalha duro para desenvolver seu produto ou serviço. Você luta para resolver seus problemas financeiros. Você sai, promove o seu negócio e vende o seu produto. Mas você não pensa o suficiente sobre liderar o seu próprio pessoal e encontrar a melhor equipe”, diz Maxwell.

Acontece que, as habilidades e talentos necessários para orientar a sua equipe na direção certa podem ser simples, e qualquer pessoa com determinação pode desenvolvê-las. Sendo assim, aqui vai uma uma lista de dez dicas para conseguir desenvolver o seu poder de liderança.

#1. Montar uma equipe dedicada.

A sua equipe tem que estar comprometida com você e com os negócios. Empreendedores bem sucedidos não têm apenas a expertise comercial, mas também o know-how para contratar de forma eficaz. “A ideia de um negócio colossal simplesmente não é suficiente. Você tem que ser capaz de identificar, atrair e reter talentos que podem transformar o seu conceito em um sucesso”. Saiba mais sobre desenvolver uma equipe de vendas matadora.

Ao montar a sua equipe, olhe para as pessoas cujos valores estão alinhados com o propósito e missão de sua empresa. Suzanne Bates, uma consultora de liderança, diz que os membros de sua equipe precisam acreditar naquilo que o líder faz. “Ter pessoas em sua equipe que têm tenacidade e espírito sincero é realmente importante”, diz ela.

#2. Super Comunicação.

Este é uma grande característica. Mesmo com uma equipe de apenas cinco ou dez pessoas, pode ser difícil saber o que está acontecendo com todos. Em um esforço para uma integração da comunicação, Bates compila uma atualização de notícias semanais ela chama de Previsão de Sexta-Feira, e envia por e-mail para sua equipe. “Minha equipe é sempre surpreendida com todas as notícias do mercado”, diz Bates. O importante é fazer as pessoas se sentirem informadas sobre o mercado. Afinal, o conhecimento é o grande diferencial do mercado.

#3. Não assuma.

Quando você tem negócio, você pode fazer com que sua equipe compreenda e assuma seus objetivos e missão – e eles podem. Mas, todo mundo precisa ser lembrado para aonde a empresa está indo e o que vai acontecer quando vocês chegarem lá. Seus funcionários podem perguntar: “O que tem lá para mim?”. É importante saber descrever esse cenário para todos da equipe. Aproveite o tempo para realmente entender as pessoas que estão ajudando a construir o seu negócio, e para saber o papel delas no futuro da organização.

#4. Seja autêntico.

Bons líderes incutem suas personalidades e crenças no DNA da sua organização. Se você ser é autêntico, e não tenta agir como outra pessoa, e se cerca de pessoas que estejam alinhadas com seus valores, seu negócio tem mais chances de ter sucesso.

Cada empresa é diferente e cada empreendedor tem sua própria personalidade, diz Flaxington. Se você é autêntico, você atrai as pessoas certas para sua organização. Tanto os funcionários quanto os clientes.

#5. Conheça os seus obstáculos.

A maioria dos empreendedores estão otimistas e certos de que estão dirigindo em direção a seus objetivos. Mas, muitas vezes, acaba por ser um líder míope que não toma o tempo para entender seus obstáculos.

Você precisa saber o em que você está indo de encontro e, ser capaz de planejar em torno dos imprevistos. É loucura pensar que só porque o empreendedor tem energia e entusiasmo, que você vai ser capaz de conquistar tudo. É muito mais inteligente dar um passo para trás e descobrir quais são os obstáculos, para depois enfrentá-los de frente.

#6. Criar uma direção para a equipe.

Muitas novas equipes de corrida, antes mesmo de descobrir quem são, onde eles estão indo, e o que vai orientar a sua viagem, diz Ken Blanchard, têm um local de trabalho e uma time de liderança de treinamentos. Apenas chamar uma equipe e dar-lhes uma meta não significa que a equipe terá sucesso e a meta será atingida.

É importante para criar um um planejamento que mostra claramente o que a sua equipe irá realizar, e como a equipe irá trabalhar em conjunto para alcançar os resultados desejados. Isso é muito importante.

#7. Acredite em seu pessoal.

Os líderes devem ajudar seu povo a desenvolver a confiança, especialmente durante tempos difíceis. Como Napoleão Bonaparte disse: “Os líderes são negociantes de esperança”. Essa confiança vem em parte de acreditar na sua equipe. Mas acreditar nas pessoas não é suficiente. Você tem que ajudá-las a vencer.

#8. Mantenha sua equipe engajados.

Grandes líderes dão desafios para as suas equipes e os mantém animados e comprometidos com elas, diz o especialista em liderança Stephen Covey. Ele apontou o exemplo de uma pizzaria de médio porte, em uma pequena cidade, que estava matando uma grande cadeia de fast-food nas vendas. A grande diferença entre eles era o líder, afirmou Stephen.

Toda semana ele reunia seus funcionários adolescente e animadamente perguntava-lhes: O que podemos fazer nesta semana que nunca fizemos antes? As crianças adoraram o desafio. Eles começaram a enviar mensagens de texto para todos os seus amigos sempre que começávamos algo especial. Levaram a máquina de cartão de crédito para a calçada para os motoristas poderem comprar pizza direto da rua. Eles carregaram um caminhão com as pizzas vendeu tudo nos jogos universitários. Não é de se admirar que o empreendedor, dono da pizzaria nunca teve problemas com a rotatividade de funcionários.

Liderança não é uma tarefa fácil. Ser exemplo para os funcionários menos ainda. Porém, você já sabe o principal que precisa colocar no seu check list da liderança.

Força de Vontade e Resiliência São o Caminho…

ÉPOCA – Há dez anos, o senhor se dedica à questão da inovação. As empresas estão inovando
mais hoje?
Clayton Christensen – Uma série de empresas de vários setores vem incorporando a inovação
em seus processos de gestão. No ramo de tecnologia, a Cisco é um bom exemplo. Ela é uma
das maiores fabricantes de roteadores – uma peça que permite a ligação de vários
computadores entre si em forma de rede. Mas, de repente, uma pequena empresa americana,
a Linksys, criou um sistema de roteadores de internet sem fio para residências que preocupou
a Cisco. Era um produto menos sofisticado que o da Cisco, mas que poderia ser aprimorado
rapidamente e dominar o mercado. É isso o que eu chamo de tecnologia de ruptura. O que a
Cisco fez? Comprou a Linksys, manteve a empresa separada da principal e continuou
investindo no aperfeiçoamento dos roteadores sem fio, para que eles dominem o mercado no
futuro. A One Minute Clinic (Clínica de Um Minuto), do setor de higiene pessoal, é um caso
semelhante. Ela passou a oferecer atendimento rápido ao público em farmácias, por meio de s
uma enfermeira. Ela faz diagnóstico de doenças comuns, como bronquite e alergias, em 15
minutos. O problema é que as empresas só conseguem fazer isso uma vez. Talvez duas. Mas
não conseguem aplicar esse método de inovação por um período longo de tempo.
ÉPOCA – Por quê?
Christensen – No princípio, as tecnologias que revolucionam os mercados surgem em empresas
pequenas e trazem um retorno financeiro menor que os produtos das grandes companhias,
que são líderes de mercado. Nenhuma empresa investe numa inovação que não trará
resultados financeiros tão atraentes quanto seus produtos atuais. Isso explica por que a Boeing
e a Airbus, por exemplo, não desenvolveram os modelos de aviões de médio porte que a
Embraer conseguiu fazer. Elas têm estruturas grandes, sofisticadas e rentáveis. A Embraer,
com seus pequenos jatos, consegue crescer rapidamente e poderá até chegar à liderança de
mercado. A Boeing e a Airbus não podem competir com a Embraer, porque o preço do jato
pequeno é muito baixo para cobrir os custos das estruturas sofisticadas que possuem. A única
saída para elas é criar uma unidade de negócios e fabricar produtos concorrentes aos da
Embraer. O importante é que o dilema é de modelo de negócios, e não de tecnologia. Tanto a
Boeing como a Airbus têm tecnologia para competir com a Embraer.
ÉPOCA – O senhor pode dar um exemplo de uma empresa que foi vítima de uma revolução do
gênero?
Christensen – Um exemplo clássico e triste é a Dell. No fim dos anos 90, a Dell era uma
empresa de muito sucesso. Eles tinham um modelo de negócios em que o cliente entrava no
site e montava um computador pessoal de mesa de acordo com suas preferências. Mas os
notebooks perturbaram o mercado de computadores de mesa. Em 1999, os notebooks não
faziam tudo o que um computador de mesa fazia. Mas a tecnologia foi se aprimorando. Hoje,
eles exercem as mesmas funções e têm a vantagem de ser portáteis. Depois disso, os
blackberries (celulares de última geração com múltiplas funções) e outros computadores de
mão romperam com o mercado de notebooks. E a Dell perdeu negócios porque esses
aparelhos menores têm componentes internos mais dependentes entre si e não podem ser
vendidos separadamente, ao gosto do cliente.
“Quando esperamos que a necessidade de inovar venha até nós, acabamos morrendo “
ÉPOCA – Como surge essa tecnologia que revoluciona o mercado, de ruptura, como o senhor
diz?
Christensen – Podemos identificá-la por um padrão. Em sua primeira aparição, o produto ou
serviço costuma ser caro e difícil de usar. Além disso, exige que o consumidor tenha tempo e
algumas habilidades para lidar com ele. A ruptura surge quando há uma oportunidade de
transformar esse produto ou serviço, que é limitado, em algo acessível para um número
grande de pessoas.
ÉPOCA – Depois de assistir a uma palestra sua, Andy Grove, fundador da Intel, criou a teoria de
que no mundo atual só os paranóicos sobrevivem. O senhor concorda?
Christensen – Sim. Quando esperamos que a necessidade de inovar venha até nós, acabamos
morrendo. O problema é que toda a informação que temos para saber qual é a hora certa de
inovar, do modo como Deus desenhou o mundo, vem do passado. Ainda hoje, a única maneira
de inovar a tempo de não morrer é ser paranóico. Mas as pessoas não precisam ser paranóicas
em relação a tudo. Se tivermos boa base científica, uma metodologia para atingir a inovação,
saberemos sobre o que precisamos ser paranóicos.
ÉPOCA – Como transformar a inovação num sistema que pode ser reproduzido e permite gerar
novas rupturas?
Christensen – Atualmente, a inovação parece uma coisa muito aleatória. A grande maioria dos
novos produtos lançados no mercado fracassa. Isso acontece porque os pesquisadores não
fazem um bom trabalho ao definir os motivos do fracasso. Parte de minha ambição é trazer a
ciência para a inovação e torná-la mais previsível. É preciso criar a ciência da inovação. Ao
lançar um produto ou serviço, as empresas devem almejar um público que chamamos de nãoconsumidores.
São pessoas que, historicamente, não tinham dinheiro, habilidades ou tempo
disponível para gastar. Outro ponto é que, se as empresas segmentarem o mercado de acordo
com as características do produto, o resultado da inovação será duvidoso. Em geral, os clientes
compram os produtos como se contratassem o serviço que ele lhes presta. A segmentação do
mercado deve ser feita de acordo com esses serviços. Aí, a probabilidade de criar um produto
conectado com os clientes é muito maior.
ÉPOCA – Como países que investem pouco em pesquisa, como o Brasil, podem crescer e
alcançar a liderança no mercado global?
Christensen – O ponto crítico para ter sucesso com uma inovação é perseguir um modelo de
negócios que possa competir globalmente. Países como o Brasil têm o melhor mercado para
criar as inovações de ruptura, especialmente pela baixa renda da população. Não tem nada a
ver com tecnologia, é uma oportunidade de criar um modelo de negócios.
ÉPOCA – O que mudou em seu pensamento sobre a inovação nos últimos anos?
Christensen – Uma das coisas que não antecipei foi a flexibilidade com que as empresas
adotam novas tecnologias e a facilidade que têm para implementá-las. Acreditava que a
ruptura se daria apenas com o surgimento de novas tecnologias. Na verdade, ela está mais
relacionada à mudança do modelo de negócios.

Educação com Letra Maiuscula.

O comercial abaixo marcou a minha vida. Eu sempre tive certeza de que Educação é coisa séria, que faz a DIFERENÇA no final das contas e que, muitas vezes é por causa dela que temos sucesso em nossas vidas. A minha família é de educadores e eu tenho uma coisa muito certa sobre isso, que me foi dado como exemplo desde pequeno: CADA UM PODE FAZER A DIFERENÇA. Ser brasileiro e não desistir nunca é o tema dessas propagandas, mas a lição que podemos tirar disso tudo é muito mais do que isso. Com certeza todo mundo já a conhece, mas eu não me canso de me emocionar com histórias de pessoas que se comprometeram em mudar o mundo. Ainda mais quando essa mudança é feita COM e PELA EDUCAÇÃO.

O melhor de tudo é o EXEMPLO.  A história de Roberto Carlos é tão bonita, que “o contador de histórias” vai virar filme. Ser pobre, miserável, e ter um passado ruim não é disculpa para a amargura. O afeto pode transformar as pessoas. Sejam bem-vindos à PEDAGOGIA DO AMOR.