Retrospectiva 2011, Parte 1 – Os livros do ano.

Hoje é 22 de dezembro de 2011. Em pouco mais de uma semana o ano vai embora e, para muitos começa tudo de novo: novas esperanças, novas oportunidades. Para outros, apenas um ciclo se fecha. Eu vou aproveitar o finalzinho do ano pra eleger os top cinco de 2011 – até agora.

E eu escolhi começar pelos livros.

Eu sou simplesmente apaixonado por livros. Já devorei algumas bibliotecas de escolas e universidades por onde passei. Acho o livro o presente mais legal de se dar e receber (tanto é que quase todos os meus presentes de Natal são livros), e sempre que posso tô comprando alguma coisa. Alguma coisa que me chame atenção, alguma coisa que me provoque, alguma coisa que seja diferente.

Eu leio coisas que pra mim têm a ver com Branding, Marketing & Vendas e Empreendedorismo. Essas são as minhas maiores paixões e, acredito que todo bom livro desses temas tem ótimas lições para nos demonstrar. A partir do momento em que eu começo a ler um livro, eu só descanso depois que eu terminei e já comecei a ler outro. Acredito que a paixão pela leitura diferencia totalmente as pessoas que fazem a diferença daquelas que não tão nem aí.

Acredito que os livros são as bases, os pilares para o avanço na educação, na economia, na política e nos rumos do país. Por isso vou começar essa retrospectiva das melhores coisas com os livros.

#5. A Cabeça de Obama, de Sasha Abramsky. Este é um livro que fala sobre como Obama elaborou suas estratégias para vencer praticamente todas as eleições que disputou. Você sabia que Obama até hoje, em todas as eleições e disputas em que se meteu só perdeu uma vez uma prévia de seu partido? Até hoje, apenas uma pessoa derrotou Obama. O hoje presidente os EUA é um advogado formado, um leitor voraz e um escritor altamente determinado que, aos trinta anos publicou sua autobiografia. A maneira de agir aos problemas, aos ataques dos adversários, de se posicionar, de traçar as estratégias de uma campanha limpa, sem apelações, além de mostrar a grande aceitação de um negro às vésperas da eleição presidencial de um país altamente preconceituoso fazem do livro “A Cabeça de Obama” um tratado sobre o pragmatismo, sobre posicionamento e sobre liderança. Obama levou a internet pra dentro de sua campanha, mostrou ser uma pessoal altamente centrada e focada nos objetivos principais de sua estratégia, a ponto de ignorar, ou antecipar, quando convém os ataques de seus adversários políticos. Além disso, sabe usar esses adversários a seu favor, quando necessário. Sem sombra de dúvida é um livro que se faz necessário para aprendermos sobre como agir pragmaticamente e, sobretudo aliar o pragmatismo à decisões estratégicas. Uma aula de marketing político.

#4. A Nascente, de Ayn Rand. A Nascente é o primeiro livro a fazer sucesso de Ayn Rand. A Nascente conta a história de Howard Roark, um arquiteto que tinha um estilo peculiar de trabalhar e que tem uma visão bastante inovadora em seus projetos de construção. Porém, tal maneira de trabalhar encontra muito preconceito e inveja em profissionais que estão acomodados e que não querem mudar o status quo. Isso faz com que Howard Roark encontre pela frente barreiras e inimigos dispostos a derrubar o seus trabalhos e suas ideias. A Nascente é um tratado aos empreendedores, aqueles que rompem com a mediocridade e que com isso, muitas vezes acabam pagando o preço de ter todos contra suas ideias e seus projetos brilhantes. Ayn Rand explora em A Nascente que, o egoismo é a nascente do empreendedorismo, uma vez que o empreendedor constrói para si mesmo e não para os outros. Ele não trabalha pela oportunidade de atender clientes, ou pela oportunidade de ter o seu trabalho reconhecido, mas sim pelo individualismo, por poder ter o seu desejo saciado. Essa é a base da doutrina filosófica da autora – o objetivismo, que prega que o objetivo da vida é atingir a própria felicidade e o seu interesse racional, e não pela vida dedicada a terceiros. É do filme – e consequentemente do livro – de A Nascente a famosa cena na qual Howard Roark discursa no tribunal, durante alguns minutos, em nome do individualismo. A cena pode ser vista abaixo:

#3. BrandSense, de Martin Lindstrom. BrandSense é o nome de uma pesquisa que Martin Lindstrom coordenou e que serviu de estudo sobre o impacto em que apelos sensoriais (além de apenas visão e audição) podem causar nos clientes. Entre os exemplos do livro, um caso aonde uma loja de conveniência instalou na sessão de roupas de banho um odorizador que borrifava um perfume de “leite de coco” e que, fazia com que as pessoas, em pleno inverno, visitassem esse departamento e sempre levasse alguma coisa. Outras coisas como o cheiro de pipoca na porta dos cinemas, poucos instantes antes do filme começar fez com que um cinema que vivia constantemente vazio começasse a encher as suas sessões. Eu acredito que BrandSense seja um dos livros de marketing do ano. Talvez só não seja O livro do ano, porque seu original é de 2005, e assim como muitos outros livros excelentes do autor (como Brandwashed) ainda não chegaram no Brasil traduzidos ou estão chegando só agora (como A Lógica do Consumo, que foi o primeiro livro de Martin a ter sua versão em português).  Martin brinca do livro que a soma dos dois sentidos mais utilizados pelas marcas (visão e audição) já surte efeito. Porém, caso as marcas utilizem todos os sentidos, os resultados podem ser muito maiores. Ele brinca que 2+2=5. Mas que se usarmos os cinco sentidos, teremos (2+2)+(2+2)+(2+2)+(2+2) = 20. Esse livro é altamente indicado para qualquer pessoa que se diz trabalhar em marketing.

#2. Regras Para Revolucionários, de Guy Kawasaki. Regras para Revolucionários é uma dessas relíquias que só quem é realmente “rato de livraria” encontra. Eu tenho o hábito de ficar passeando por livrarias, perder algumas horas vendo algumas coisas, alguns itens e vendo se tem algum achado nisso tudo. Em Novembro, em um passeio despretencioso por uma livraria pequena e familiar de Quatis eu encontrei esse livro, que é de 1999. Esse livro é antes do boom do e-commerce, antes de empresas como a Zappos transformarem a forma de fazer negócio pela internet. Mas, mesmo assim é um excelente guia de marketing para marcas revolucionárias. O livro é dividido em três partes:  crie como um deus, comande como um rei, trabalhe como um escravo. Aqui, Guy Kawasaki conta algumas lições de empresas – inclusive a Apple, a qual ele foi evangelizador – e sobre alguns métodos que até hoje podem ser inovadores para o desenvolvimento de estratégias de marketing de produtos e serviços. O livro fala sobre colocar o dedo na ferida, sobre não ter medo de errar, sobre riscos, sobre os imãs fatais, que podem ser armadilhas a qualquer negócio e sobre o porque ele é a favor de a Apple ter licenciado o seu sistema operacional para outras máquinas, o que Steve não estava de acordo. A lição que Guy Kawasaki deixa de Regras para Revolucionários lá em 1999 é CRIAR SEGUIDORES E NÃO CONSUMUIDORES. Posso dizer que, mesmo sendo da década retrasada, esse é um livro muito atual e, leitura obrigatória pra todas as marcas que querem contar boas histórias e criar bons produtos para seus seguidores.

#1. Steve Jobs por Walter Isaacson. Steve Jobs não poderia faltar na lista dos melhores livros do ano. Talvez tenha sido o único livro que virá a ser um best seller que eu li esse ano. Mas não por estar na moda e, sim por eu ser um seguidor de Jobs e um grande admirador da maneira com que ele criou e revolucionou mercados. A biografia autorizada de Steve Jobs não poupou em nenhum momento o seu lado obscuro, como o fato de ter simplesmente ignorado sua primeira filha, e seus hábitos higiênicos escusos. Saber como Jobs criou a Apple, a NeXT, a Pixar e voltou para revolucionar mais uma vez a Apple é simplesmente sensacional. Mais sensacional ainda é ver as pessoas falando do campo de distorção da realidade de Steve e de seu poder de convencimento junto às outras pessoas. A biografia de Steve Jobs é um curso de empreendedorismo, marketing, inovação, design, apresentação, criação e desenvolvimento de produtos. É um daqueles livros que você quer ler o quanto antes mas, ao mesmo tempo não quer que acabe. Jobs era um cara tão fora do comum que atribui muitas coisas das que ele idealizou na Apple às suas viagens de quando ele estava chapado de LSD. Disse que ele – o LSD – foi muito importante para o seu futuro. E diz isso com uma convicção tão grande que, em alguns momentos realmente me deu uma grande vontade de experimentar. Acredito que, é essa mesma força e essa mesma distorção da realidade que ele usou para atrair pra si pessoas foras do comum e extraordinárias e criar empresas que continuam revolucionando mercados e rompendo barreiras mesmo depois de ele ter morrido. Coincidência ou não, o primeiro e segundo lugar são ocupados por mentes que estavam por detrás de lançamentos dos produtos extraordinários da Aplle: Steve Jobs e Guy Kawasaki.

Bonus: A Imaginação, de Jean-Paul Sartre. A imaginação é um pequenino livro de bolso de Sartre. Um livro do início da sua carreira universitária, muito distante daquele que seria o autor sensacional de “O ser e o nada”, e livro em que Sartre usa a fenomenologia criada por Edmund Husserl para traçar uma história sobre a filosofia e a imaginação. Eu acredito que a filosofia tem grande peso no que diz respeito ao empreendedorismo e  este, antes de ser um comportamento precisa ser uma filosofia, um modus na vida das pessoas. Acredito ainda, que a filosofia é uma grande maneira de re-pensar soluções para estratégias, produtos e empresas. Entender como as ideias funcionam, como as ideias se encaixam e como as coisas se definem é um belo caminho para se tratar estratégias de marca, de produtos e de vendas. Todo empreendedor é, no fundo, um filósofo. E é justamente esse legado que eles deixam: a sua corrente de pensamento, a suas ideias, e não apenas suas realizações.

Eu desejo que, em 2012 você possa ler ainda mais, possa aprender ainda mais com os livros. Sem leitura, não formamos líderes, não formamos empreendedores, não levamos o país pra frente.

Conselho #1 de ano-novo: em 2012 leia mais do que em 2011, aplique o que aprendeu na leitura em prática e, passe o conhecimento adiante.

Que venha 2012 com mais livros sensacionais!!

Avançar é Nunca Parar.

Minha mãe é uma EDUCADORA. Com direito a todas as letras maiusculas. Eu e minha irmã, com nossa honestidade, nossa vontade de vencer e otimismo constante somos a prova de que ela é uma pessoa que faz acontecer. Minha mãe sozinha e com todas as dificuldades que uma mãe tem para criar os filhos, conseguiu transformar crianças comuns, como eu e minha irmã em adultos determinados. Minha mãe foi o verdadeiro exemplo e a grande inspiração de minha vida. Na educação, mais do que dar, do que presentear, do que recompensar, valem os sacrifícios que fazemos e que vemos as outras pessoas fazerem para que sejamos bem-sucedidos. E a minha mãe nunca olhou pra trás. A sua memória é pra frente e ela não se prende aos detalhes, apenas faz o que é necessário. Trabalho em tempo integral, trabalho depois de aposentada, tudo para proporcionar o melhor dentro do impossível. Posts sobre a minha mãe ficariam gigantes e intermináveis por que um verdadeiro guerreiro possui infinitas qualidades. E não foi só pra mim que a minha mãe deu o exemplo, para seus alunos também. No final do dia, o mais importante é saber que passamos a mensagem correta sobre o CARÁTER.

Bem, o texto abaixo foi um texto que eu fiz a pedido de minha mãe para ela finalizar uma apresentação sobre a importância da educação continuada, sobre a importância se estudar sempre, de fazer não ficar parado, afinal, como ela mesmo sempre demonstrou em seus exemplos e em sua vida, avançar é NUNCA parar.

Professores devem educar pelo exemplo. Esse é o modelo de disciplina que funciona. Mas como assim exemplo?

A Educação não é uma coisa finita. Definitivamente, continuar é avançar e manter-se atualizado é fundamental para que você tenha inspiração, conhecimento e atitudes que guiem aqueles que estão ao seu redor. Educar é muito mais do que ensinar regras, é orientar em caminhos e ajudar na personalidade. Para educar você precisa estar atualizado pronto para interagir com seus alunos na linguagem deles, dando exemplo do cotidiano deles e sendo reconhecida por todos eles como uma pessoa inteligente.

O EXEMPLO deve ser a guia do professor. Como uma pessoa que exige dedicação, estudo, atenção e força-de-vontade de seus alunos pode fazê-lo se, na primeira oportunidade parou de estudar? Inadmissível. Se o professor se atualiza, se continua estudando, se aprende a fazer o que gosta, ele vira educador. E educadores são adorados, elaboram teses e motivam pessoas a desenvolverem curiosidade pelo conhecimento, pelo saber. Professores são filósofos, são os grandes responsáveis pelo caráter de uma criança. Qual a mãe nunca ouviu que a filha quer ir com um short igual ao do professor? Quem nunca ouviu o filho dizendo que gosta de uma cor, por que é a predileta do professor? Professores são amorosamente chamados de tios e tias, por que as crianças colocam eles dentro de suas casas e famílias e os usam como referência. Portanto, aceite a missão de contribuir para a formação do caráter de uma criança, um jovem e busque sempre SUPERAR EXPECTATIVAS através dos estudos, da educação continuada.

Afinal, se você estivesse no mercado de trabalho “comum” e deixasse de continuar os estudos, estaria se suicidando ao longo prazo. Educadores defendem a educação, e dão o exemplo, por isso estudam. A história já provou que os bons exemplos são mais proveitosos. Cabe a escolha ao educador

A História da Honda, a História de Soichiro

Na minha formatura, há pouco menos de dez dias atrás, minha família mandou confeccionar uma faixa gigantesca para mim que dizia o seguinte: “Enrico, você é do tamanho dos seus sonhos; SONHE MUITO!”, essa frase me remete à minha infância…

Eu sempre fui o sonhador, que não tinha limites, que acreditava que as coisas tinham uma RAZÃO, um por que que explicava as coisas que, muitas vezes, para alguns, eram INEXPLICÁVEIS. Quando criança, queria saber da minha mãe quem era o filho dela antes de eu nascer. E nesse pique LUNÁTICO eu completo, no próximo dia 28 de Fevereiro, 24 anos. Não menos, nem mais, o mesmo louco de sempre. Os sonhos sempre foram os meus melhores amigos. Os companheiros e aqueles que respondiam todas as minhas perguntas imediatamente. Descobri, que colocá-los em prática explicava aquela INTERROGAÇÃO que eu sempre procurei. Mandar uma pessoa “continuar sonhando”, é a maior prova de confiança e cumplicidade que uma pessoa pode depositar na outra. SONHOS são os motores que nos fazem acordar pela madrugada e traçarmos um caminho através de nossa vida. SONHO é o substantivo masculino que impede que a nossa vinda à terra seja apenas a passeio. Sonhe grande, corra na frente de suas realizações. Faça o impossível e torne-o palpável. SONHO é sinônimo de OBSTINAÇÃO.

Crie o seu caminho e o seu destino. Não deixe que a vida lhe transforme, transforme você a ela. Graças ao apoio de minha família eu vou deixar sempre os sonhos me invadirem e transformá-los em realidade até quando isso não for possível. VENCER BATALHAS E TRANSFORMAR SONHOS EM REALIDADE, nada menos que isso interessa!

Nessa busca louca e incessante de seguir sonhos e realizá-los sempre, eu, sem querer, conheci a história de Soichiro, um japonês obstinado que não deixou nenhuma dificuldade, guerra ou contratempo atrapalhar a sua garra e vontade de realizar um sonho. Soichiro, que eu não conhecia até então, se tornou um dos meus favoritos, por ter grande capacidade de sonhar e REALIZAR.

Na vida existem dois tipos de pessoas: as que possuem grande capacidade para planejar e pouca habilidade para fazer; e as que possuem grande capacidade para fazer, e pouca de planejar. Porém, se tiver que escolher entre uma e outra, eu opto sempre pelo FAZEJAMENTO. Mesmo que dê errado, quem faz já está a um paso na frente daquele que apenas planejou. Tirar o negócio do papel e transformá-lo em realidade faz com que sejamos GUERREIROS e DESBRAVADORES. A vida é uma cruzada. Cabe a nós decidir se queremos ser os exploradores, ou meros expectadores.

Eu?? Eu percorro o caminho mais DIFÍCIL, por que os atalhos levam sempre ao lobo mau, e os caminhos mais difíceis nos trazem à GLÓRIA!!

A história de Soichiro é mais ou menos assim:

“Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as próprias jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.

O homem desiste? Não!

O homem fica chateado? Não!

Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída.

O homem se desespera e desiste? Não!

Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família.

Ele entre em pânico e desiste? Não!

Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”. A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.

Encurtando a história:

Hoje a empresa de Soichiro é um dos maiores impérios da indústria da automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro”.

Viva Soichiro!! Soichiro HONDA..

Ou Você é Empreendedor, ou Não é Nada!

Se eu puder escolher um comportamento que odeio é a RESIGNAÇÃO. Resignação é o comportamento que faz a pessoa ver o sucesso do Google, ou uma idéia INOVADORA ser sucesso e comentar assim: “que sorte!“. Isso me deixa puto, por que coloca uma coisa que não existe, a SORTE, como responsável pelo sucesso de muito SUOR e PREPARAÇÃO. 

O empreendedor não tem medo. E também não é burro. O empreendedor não tem medo de descobrir que não sabe nada e tem que APRENDER DE NOVO. Empreendedor é o cara que sabe que o sucesso do Orkut, Google, YouTube e afins, por exemplo, não foi por acaso e sabe o que deve ser feito para chegar ao PONTO B. Você sabe o que você quer? Você diz aonde você quer chegar? Você sabe o que precisa ser feito?  Ou apenas acredita que o sucesso dos outros é fruto de SORTE?

Sorte NÃO EXISTE! Existe preparação, reflexão, força e CORAGEM para trilhar, DETERMINAÇÃO para chegar ao final e muita, mas muita vontade de dar certo. Na vida profissional, temo duas opções: ou somos EMPREENDEDORES, OU NÃO SOMOS NADA! São duas opções. Ou escolhemos o Empreendedorismo, ou simplesmente não escolhemos NADA e aceitamos a DERROTA.

Eu já tinha ouvido falar da história da CacauShow, tinha lido em alguma revista há alguns anos atrás. Mas não sabia que o Alexandre, dono das franquias era um cara tão destemido. Se você acredita em sorte, veja o vídeo do Alexandre abaixo e coloque os seus conceitos infundados em cheque!

Onde Você Guardou os Sonhos de sua Infância?

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Rua das Tulipas poderia ser considerado como, segundo a sua sinopse: “o filme da 2ª turma do treinamento ANIMUS – Oficina de Animação 3D da OZI, realizado entre agosto e outubro de 2007”. Porém ele é muito mais…

Rua das Tulipas é sobre ser INCOMODADO, sobre não ter medo do desconhecido, sobre querer sempre ser MELHOR do que antes. Rua das Tulipas é uma pequenina história engraçada sobre SUPERAÇÃO. Superar limites para satisfazer sonhos de quando éramos crianças…

Quando eu era criança eu queria ser cientista, inventar a cura para a AIDS e acabar com o câncer. Hoje, já ví pessoas sofrerem com o câncer e já ví a AIDS acabar com inúmeras esperanças de vida. Infelizmente eu não virei esse cientista. O caminho das Ciências Biológicas e da Saúde não se cruzaram com o meu: não gosto, não tenho inclinação nem disposição.

Porém eu sou um outro cientista. O cientista INCONFORMADO. Eu questiono teorias, papéis, escolas exatas de fórmulas mágicas miraculosas, crises e, principalmente tabús. Eu descobri que não levo jeito pra ser o descobridor da cura de doenças “incuráveis”, descobri que o que me dá prazer é outra coisa, descobri que a vida de adulto é mais difícil do que a das crianças e, principalmente que, mesmo não descobrindo a cura de nada, eu queria curar o mundo de tabús e preconceitos.

Aos dezessete pra dezoito anos, eu terminava o ensino médio. Eu tinha um dilema que todo jovem tem na cabeça com essa idade, tirando o sexo, que não vem ao caso nesse momento. Eu tinha que escolher um rumo a seguir para minha formação, eu tinha que escolher um caminho para estudar e para escolher viver a vida inteira fazendo. Eu terminava um curso técnico de informática e, poderia muito bem continuar na área, escolhendo um entre os milhares de cursos do mundo sobre TI. Mas eu parei pra pensar e, em um momento filosófico decidi que queria estudar alguma coisa que pudesse me fazer um agente transformador e, assim ajudar o Brasil, contribuir para alguma coisa. Foi assim que eu escolhi o Direito.

Eu nem lembrava mais dessa história, e me lembrei dela agorinha pouco, quando estava deitado, tentando dormir, pensando na vida, nas escolhas, nos caminhos e nas portas que fechamos e que abrimos durante a nossa caminhada. Eu, durante os cinco anos do Direito, tentava, forçosamente, lembrar o que me fez optar por essa carreira, por este caminho e não conseguia. Hoje, num estalar de dedos, em um estampido, lembrei naturalmente de tudo aquilo que passava por minha cabeça naquela época. O CURSO ACABOU! Os rumos novamente foram outros.

Mas a vontade de ajudar ainda existe. Eu estou disposto a ajudar a alavancar o Brasil, a transformar o país que eu tanto amo no país que eu ACREDITO ser o ideal. Eu sou como o Professor Paulino: persigo os sonhos de minha infância. Se eu não posso livrar o mundo da AIDS e do Câncer, eu quero livrar o Brasil da incompetência, da demagogia, dos falsos princípios e do “jeitinho”. Eu quero livrar o país do preconceito, do trabalho escravo, da corrupção e do lixo. Eu sou PERFECCIONISTA e, se não estiver bom pra mim, eu FAÇO DE NOVO.

Muito prazer, meu nome é Enrico Cardoso, eu sou Cientista dos Negócios, aluno do Professor Paulino e eu vim pra acabar com a brincadeira.

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…