Qual o Papel dos Belos Anúncios nos Tipos de Marketing?

Qual é o poder da publicidade em ajudar na reputação da marca nos tipos de marketing?

O Big Brother ainda vai existir no ano que vem, cheio de anunciantes que pagam alguns milhões para aparecer entre o pessoal mais “descolado” do Brasil.

Quando eu digo descolado, estou dizendo no sentido de sem cola mesmo. Sem cola cultural e intelectual, descolado de coisas como empreendedorismo e uma cacetada de valores de vida que fazem as pessoas seguirem andando, como manda o criador do Red Label.

Hoje existem meninas de 14 anos em que o sonho da sua vida é participar do Bêbêbê. Isso da medo.

Que tipo de marketing, de imagem que a nossa sociedade está criando? Estamos exportando cultura inútil, funk e, a Copa e Olimpíadas por aqui vai fazer ferver o comércio sexual. Uma vez que o “Brasil é o país do suingue”…

Nós precisamos ter mais comprometimento com alguma missão. Afinal de contas, que tipo de marketing estamos fazendo aqui para inspirar pessoas?

Afinal de contas, o tipo de marketing que praticamos, influencia em que o comportamento das pessoas?

Por tipo de marketing, 99% dos brasileiros entendem como publicidade. Fazer marketing é fazer uma bela campanha – online e offline.

E quando você fala de marketing, tipos de marketing, plano de marketing e marca, ninguém entende aonde você quer chegar.

Ok. Vamos chegar de desabafo ridículo sobre cultura e comportamento. Até por que isso não vai chegar a lugar nenhum.

O que eu queria falar é sobre a influência em uma campanha lindíssima na reputação da marca.

Foi-se o tempo em que branding e marketing era apenas campanhas institucionais na TV.

Foi-se o tempo em que tipos de marketing era: panfletos, outdoors, rádio, jornal/revista, televisão e etc.

Foi-se o tempo em que campanhas premiadas em Cannes eram suficiente para fazer uma marca ser premiada pelos consumidores.

Foi-se o tempo.

Hoje a coisa muda de figura, por que além de o consumidor estar no palco, ele está no palco 24 horas por dia, 7 dias por semana, sempre que quiser, com vários mega fones na mão.

Hoje a palavra tipos de marketing e a palavra branding têm um significado muito mais extenso…

Uma campanha linda hoje, será só uma campanha linda e muito dinheiro jogado fora se o trabalho da sua marca não fizer por onde.

Uma campanha premiada hoje será apenas vantagem para a agência que a produziu se, a percepção de quem compra não for a mesma percepção de quem a criou.

Hoje, a mídia que mais tem potencial para ajudar na construção de uma marca ou uma empresa é aquela em que as marcas ainda investem mais timidamente.

E, quando investem, investem pra fazer publicidade, um tipo de marketing que simplesmente não funciona.

O único tipo de marketing que constrói a reputação de uma marca é o marketing que ajuda os clientes a sair do ponto A para o ponto B.

Viva o marketing de engajamento. Fuck off o resto.

Marketing de Engajamento | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

O termômetro do engajamento.

Qual diabos seria o papel de qualquer tipo de marketing se não fazer as pessoas se engajarem em uma causa e, com isso fazerem a diferença em suas vidas?

Marcas não constroem marcas, marcas não constroem mercados. Quem faz isso são pessoas.

E, se não tocarmos as pessoas, se não as engajarmos em torno de uma causa e um resultado final desejado, o negócio complica.

Lebre que no final do dia, o significado de uma marca é aquilo que os clientes pensam, e não a mensagem que você gritou no ouvido delas o dia todo.

Por isso, se você quer saber o que a sua marca significa para consumidores, parceiros e toda a comunidade em volta do seu negócio, pergunte a eles o que eles pensam que você faz.

Se eles estiverem enganados a seu respeito, ou se você estiver deixando a desejar, invista a grana do trabalho premiado em construir relacionamento atrelado a um atendimento diferenciado.

Empresas que criam a sua personalidade criam histórias premiadas por clientes. E, histórias premiadas, viralizadas e recomendadas por clientes valem mais do que qualquer história.

De qualquer tipo.

O grande prêmio para qualquer dos tipos de marketing é a confiança e amizade do consumidor.

E um filme bonito não vai fazer a coisas acontecerem.

Um filme legal no YouTube ou no horário nobre do Big Brother significa SIM, milhares de reais jogados no lixo que poderiam ser investidos em construir presença na vida dos clientes através do relacionamento.

As marcas são construídas no dia-a-dia pelo único dos tipos de marketing que funciona: o marketing 1-a-1, que produz o boca-a-boca, positivo, claro, e faz as coisas começarem a aconteceram a favor de uma empresa.

Mas, o que acontece quando o serviço começa a cair? O que o marketing pode fazer? Pode-se lançar a mão de qual tipo de marketing?

Eu jogo sempre com a verdade.

Se você não tá dando conta do serviço, se você tá sobrecarregado, se está passando por problemas técnicos, ou sei lá o que… fale a verdade.

Reconheça o erro. Eu já perdi a conta de quantas vezes falei isso por aqui: RECONHEÇA o erro. Peça desculpa e conserte o negócio o mais rápido possível.

Se preciso, corte a verba da maldita publicidade. Pare de fazer qualquer filme.

Arrume a casa.

Por que fazer um videozinho bonitinho e emocionante sobre como a sua marca é legal é dos tipos de marketing o mais falso e desprezível.

A coerência é a única coisa que você deve presar. As pessoas precisam saber que você faz o que fala e fala o que faz. Caso contrário, você estará na lama, seja uma empresa de um homem só, ou uma corporação gigantesca.

A Linguagem da Publicidade | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

“Se você falar com as pessoas da maneira com que a publicidade fala com as pessoas, elas vão lhe dar um soco na cara”. Hugh McLeod.

Um exemplo?

Depois de meses e mais meses de clientes reclamando do sinal da TIM, a Anatel divulgou na semana passada um relatório afirmando que a operadora derruba o sinal de propósito nos planos Infinity.

Todo mundo já sabia. Mas agora tem a assinatura da agência regualdora do setor. Aí o negócio muda de figura. Pra TIM, o cliente não tem peso nenhum, a não ser como números (nesse caso, de celular).

E, sendo assim, de que adianta aquelas belas campanhas e vídeos feitos em agências premiadas?! Qual, dos tipos de marketing podem ajudar a TIM a não ser vista como uma pilantra?

Um outro exemplo?

A Nextel lançou uma nova campanha – muito bonita e elogiada por sinal, até por mim – chamada protagonistas da minha história. Mas, será que essa bela campanha vai fazer com que a galera pare de reclamar do sinal da empresa e comece a elogiar?

Claro que não.

Uma coisa é um elogio a um belo vídeo promocional.

Uma outra coisa é melhorar a qualidade técnica do serviço oferecido.

Em um mundo aonde marcas são feitas por pessoas, a segunda é a única alternativa.

Em um mundo aonde falsas marcas são resultado de propaganda e pessoas felizes apenas no vídeo, os resultados não acontecem.

Eu não sei por que cargas d’água as pessoas insistem em fazer vídeos mirabolantes sem que o atendimento do serviço esteja pelo menos a contento.

Eu não consigo entender como as marcas pensam que estão sendo bem sucedidas tendo prêmios por comercial, e não por resultado e eficiência.

Qual a causa essas marcas estão engajando os clientes?

Alguém me explica? Por que eu não consigo entender…

Independência (Marketing) ou Morte.

Um dos posts mais acessados do blog é, sem sombra de dúvidas o 30 Dicas Quentes para Atrair Clientes. Diariamente recebo alguns comentários de pessoas querendo saber mais informações sobre ele e, todo mundo querendo ajuda pra resolver os problemas.

Alguns dos comentários que eu recebo direto sobre ele são:

Ola, estamos precisando de orientaçao em relaçao a nossa loja.

Trabalhamos há 12 anos no ramo de Tapetes Persas e aproximadamete a 1,5ano começamos com tapetes modernos pois a demanda pedia, mas tem aproximandamente 6 meses nossas vendas cairam drasticamente, nao é preço pois temos preços competitivos, mas tem um porem nossa loja quando começou era o auge, pois eramos especializados em tapetes persas é uma loja imponente e começamos a perceber que ela acabou ficando marcada como loja careira, e que na verdade nao é.

Como poderiamo os reverter esse pensamento erroneo. Outra, expomos todos os dias tapetes na calçada com preços. Será que devo mudar o nome da empresa. O que vcs acham podem nos orientar.
Pensamos em ir ao Sebrae procurar uma consutoria. Aguardo.

Jussara.

Ou então:

Achei muito interessante esta matéria, estou precisando de umas estratégias de marketing agressivo para atrair clientes para uma loja de atacado em bijoux, fica na 25 de março, porém é no 8º andar. Tenho várias idéias, se puderem me ajudar com mais, ficarei muito agradecida.

Atenciosamente,

Élide.

E os comentários não param por aí…

Trabalho numa Editora de Livro infantil e Juvenil. Vamos ter um estande de vendas em uma feira de Livros, como posso otimizar minhas vendas em um espaço pequeno?

Obrigada pela atenção,

Joana.

Trabalho em Um Barzinho e restaurante super conseituado em campo grande MS. Mas, ultimamente ele vem caindo o nivel de publico e o movimento tem caido muito. Poderia me ajudar em algumas dicas para que volte a ter o movimento de antes??? O que fazer para chamar a atenção do publico? Este estabelecimento tem musica ao vivo de Terça a Domingo.

Thiago.

Esses são apenas alguns dos comentários que recebo pedindo ajuda, ou querendo desvendar o mistério do porque as vendas caíram, ou como fazer para melhorar o movimento.

A verdade é que essas empresas não posicionaram seu produto na cabeça do consumidor. No exemplo da loja de tapetes o consumidor já vê esta loja como cara, a marca já foi posicionada na cabeça do cliente como cara. E o pior não é ser caro, porque quando o cliente enxerga o valor do produto, mesmo ele sendo caro, isso não impede que ele compre.

Quem tem dinheiro pra comprar uma Ferrari, um Rolex, uma Mont Blanc, não reclamam de seus preços. Da mesma maneira, não vemos nenhum cliente dentro de uma Apple Store chorando desconto. As empresas não vendem porque não fazem marketing. Não vencem porque não investem em marketing.

Os empreendedores acreditam que, o simples fato de abrir uma loja, de vender um produto, por sí só já irá atrair clientes para sua empresa. BALELA! E o único marketing que existe é o boca-a-boca. As outras maneiras de fazer marketing servem apenas para gerar o boca-a-boca positivo.

No caso da loja de tapetes, o marketing boca-a-boca dos clientes deve ser que a loja vende os produtos caros, por um preço em que o cliente não vê valor. No caso do movimento do barzinho, se durante o período de inauguração não foi feito nada para prender o cliente no local, se o boca-a-boca dos clientes não foi positivo ou, se não houve boca-a-boca, a experiência não foi agradável.

Porque quando um cliente vai a uma inauguração, seja de loja, seja de bar, restaurante, ou qualquer que seja a empresa, ele comenta bem, ou comenta mal. O simples fato de ele não dizer nada já é suficiente para ele não ter gostado. E a música ao vivo, você tem que colocar esse serviço de acordo com o seu público-alvo. Não adianta colocar rock em um lugar onde o pessoal que frequenta curte sertanejo. O contrário também não funciona.

O que essas empresas têm em comum?

Ambas estão sem rumo no marketing. E, pra quem tá sem rumo, qualquer lugar serve, porque o mar, chamado mercado, leva a nau a deriva a se perder no oceano da concorrência.

No caso da loja de tapetes, quais foram as iniciativas que foram feitas para reposicionar a loja junto ao consumidor? Quais foram os eventos, quais foram as ações de marketing que a empresa organizou para mudar a ideia do consumidor sobre a marca.

Isso é branding. Isso é a CULTURA que todos falam hoje em dia que precisa existir na empresa.

Se a abordagem da empresa, os funcionários da empresa, os produtos da empresa, a garantia da empresa, os valores agregados do produto da empresa, a divulgação da empresa, as formas de pagamento da empresa,o show room da empresa, não PASSAM para o cliente como sendo uma coisa EXCEPCIONAL, o cliente não vai ver valor nessa empresa, não vai acreditar na excelência dos serviços dessa empresa, e vai passar pra próxima empresa. O oceano vermelho está cheio de tubarões e concorrência por todos os lados. O que toda marca precisa fazer é navegar no oceano azul e, se diferenciar em meio aos concorrentes.

A dica que todo mundo precisa entender é, o VENDEDOR, a MARCA precisa ser um educador de clientes, precisa educar os clientes para entender o diferencial da empresa, precisa ensinar ao cliente sobre o seu produto, sobre a concorrência, sobre o mercado. Em uma empresa, da faxineira ao dono, todo mundo precisa saber vender, atender os clientes com espírito de vendedor porque é nos mínimos detalhes que se faz a diferença.

ISSO sim gera uma boa percepção do cliente. Isso faz com que a empresa qualifique e crie laços com a comunidade de clientes do seu ramo.

O que essas empresas precisam fazer no curto prazo?

Eles precisam saber quem é o seu público-alvo e trabalhar pra eles. Precisa saber qual é o seu cliente e ir pra cima deles. E esse é o ínicio não apenas de um plano de marketing, mas deveria ser o início de um business plan, que deveria ter sido feito no início do negócio.

QUEM é o cara que você quer vender, COMO ele se comporta, AONDE ele está, O QUE ele espera de uma empresa como a sua?

O que eu estou dizendo não é lenga-lenga nem embromation. É que se você não sabe PRA QUEM quer vender, não adianta planejar marketing, propaganda, eventos, porque não vai dar certo. E, aquela desculpa de fazer tudo pra todos não cola. Porque nenhuma empresa consegue agradar a todo mundo. Nem todo mundo gosta das empresas que eu gosto e, nem eu gosto das empresas que os outros adoram.

Faça apenas para o seu público-alvo. Mas, saiba primeiro quem é o seu público-alvo.

E depois?

Depois que você souber TUDO sobre o seu alvo, vá pra cima dele. Vá pra cima dele com eventos, com ligações, com conteúdo. Você, depois que souber qual é o alvo, precisa se infiltrar na comunidade que seus clientes estão inseridos e influênciá-los.

No caso do tapete persa, ligue pros antigos clientes que estão sem comprar, faça uma lista de e-mail e envie conteúdo para esses clientes. Vocês não estão inseridos no mercado de tapetes, vocês estão inseridos no mercado de decoração, precisam saber as tendências, as diretrizes, a moda do mundo da decoração para mostrar isso pros clientes. Vocês não estão com a loja aberta apenas para mostrar e vender tapetes. Vocês estão no ramo de decoração e, precisam mostrar para os clientes que caminho eles devem seguir, porque vocês sabem tudo de decoração e eles não sabem tanto quanto vocês.

Ligue para os clientes antigos, faça eventos de lançamento de produtos, faça eventos com decoradores com palestras para os melhores clientes, faça ativo, peça indicações aos clientes antigos, faça barulho, gere buz. Isso vai despertar interesse sobre a sua empresa, vai fazer vocês serem vistos como uma empresa que MANJA tudo de decoração, que mostra pros clientes quais serão a tendência antes mesmo dela chegar aqui, que mude o aspecto de empresa cara, para de empresa especialista, conhecedora do mercado. É esse o tipo de empresa que os consumidores até pagariam mais para fazer negócios.

No caso da Élide, uma loja no oitavo andar pode parecer estratégicamente mal colocada. Mas, cace todas as distribuidoras de jóias e bijuterias de São Paulo e trabalhe esses revendedores. Panflete e faça mídia de som na própria 25 de Março. Faça telemarketing ativo, mande catálogo para os clientes ativos da empresa para que ele não se limite a vender apenas o que ele comprou, mas sim tudo o que a sua empresa oferece, mesmo que ele não tenha a pronta entrega.

Dê certificado de garantia, tenha uma política de trocas facilitada, mostre credibilidade. Porque muitas empresas que estão na 25 de Março não têm credibilidade. Mostre-se confiável para quem revende. Você não precisa estar no melhor ponto da rua para vender bem. Você pode estar “escondida” e fazer um trabalho de campo bom. Concentre-se em ir pra cima dos revendedores, de educar os revendedores que vocês já possuem. Ofereça para os revendedores treinamentos de vendas, de metas, de apresentação de produtos. Incentive que os seus revendedores façam eventos com os amigos, com os vizinhos, com os parentes para demonstrarem as jóias. Crie desfiles em parceria com alguma marca de roupas para expor fora do seu ponto de venda os seus produtos para mais pessoas. É isso, e não estar estratégicamente bem localizado que vai fazer com que a sua empresa se destaque.

Já o que eu tenho que dizer pra Joana é: a sua participação no evento não termina quando o evento acaba. O tamanho de um stand em um evento não significa que a sua empresa é melhor ou pior do que as outras que têm um stand maior.

Eu indico a você o vídeo abaixo sobre como uma empresa deve se portar em uma feira ou evento. Tenho certeza que a sua empresa tem muito a aprender com essas dicas do Ricardo Jordão Magalhaes.

Já pro Thiago, o que o bar dele precisa fazer é estudar o público que está ao redor dele. Porque não adianta oferecer um serviço para um público que possui uma característica totalmente diferente do que ele quer oferecer. Estude os seus vizinhos. E divulgue, um cardápio, um serviço, uma experiência diferenciada de tudo que tem ao redor. Seja diferente de todos os concorrentes. Tenha os melhores garçons, a melhor música ao vivo de acordo com o perfil da vizinhança e, gere audiência. Nesse ramo, as pessoas acreditam que uma empresa só vai bem se ela está na mídia. Portanto, feche parceria com uma rádio, faça panfletagem semanalmente, e constantemente, carro de som, patrocine shows e eventos. Fique na mídia para que as pessoas vejam o seu nome relacionado a coisas boas, a eventos, a novidades. E ofereça EXPERIÊNCIA. Entregue a melhor experiência da região, da cidade. Treine os seus garçons, cozinheiros, ajudantes, caixa, TODO MUNDO a ser o MELHOR DO MUNDO naquilo que eles fazem.

Esse é o caminho pra fazer a diferença.

O bê-a-bá do marketing começa aí. Nos próximos dias eu vou oferecer um webseminário sobre o bê-a-bá do marketing e as estratégias que as pequenas empresas precisam traçar para fazerem a diferença. Mas, eu preciso de uma turma de, no mínimo 50 pessoas. Se você tem interesse, comente nesse artigo e coloque seu e-mail. Com 50 pessoas interessadas agente fecha uma turma.

Portanto, se você se interessa pelo tema e/ou conhece alguém que precisa de um curso assim, coloca seus dados no comentário que assim que tivermos 50 pessoas interessadas agente vai abrir a turma.

Marketing não é um evento, mas um processo. Ele tem um começo, um meio, mas nunca um final, pois ele é um processo. Você melhora, aperfeiçoa, e até interrompe, mas nunca para o processo completamente“. Jay Conrad Levinson.

Ou Você se Diferencia, ou Será Confundido com a Multidão.

Quando você pensa dentro das suas limitações, você está pensando como a grande maioria de pessoas na sua condição. Quando você tem os mesmos hábitos que a maioria das pessoas, você está se igualando a elas.

Mas, você quer ser igual a todo mundo, ou quer se tornar uma pessoa fora do comum?

Se você quer ser igual, mais um ovo na caixa, não precisa fazer nada, apenas continuar seguindo o senso comum. Faça o que as pessoas normais fazem.

MAS, se você quer ser MAIS, tem que fazer sempre um pouco mais. Sempre plus. Assim, não adianta pensar dentro das limitações, seguir o senso comum e se contentar com o pouco. Cabe a você, e somente a você dificultar as coisas para que se transforme em uma pessoa fora do normal.

Cabe a você se desafiar a ficar acordado mais cinco minutos, escrever mais meia hora, ler apenas mais um livro, assistir pelo menos mais uma palestra, ajudar pelo menos mais uma pessoa, fechar pelo menos mais uma venda, dar um passo a mais do que ontem. SEMPRE.

Se você OUSAR ultrapassar os limites que o seu cérebro impõe ao seu corpo, você será ousado o suficiente para fazer sempre MAIS e será recompensado por isso.

Todas as pessoas têm duas opções. Lamentar-se com sua condição, lamentar das dificuldades, lamentar seus problemas, lamentar das limitações, lamentar, lamentar, lamentar. 80% das pessoas escolhem essa opção.

A outra opção é BATALHAR, todos os dias para ultrapassar as barreiras e, toda vez que pensar em se comportar com uma pessoa comum, PRECISA AUMENTAR O NÍVEL. 20% das pessoas escolhem essa opção.

A diferença está nítida. Os que lutam sempre, estarão sempre um passo na frente. Os que lamentam, já conhecemos o lugar deles.

Dicas Para Vender Mais em Tempos de Crise, Parte 4.

Ontem a GM pediu concordata e está quase tudo certo para que a Fiat concretize a “parceria” com a Chrysler. Como é possível perceber, a crise está sendo MUITO MAIOR do que a que o presindete desvairado prometeu. Mas, ao mesmo tempo me que empresas estão falindo, outras estão nascendo e outras vendendo. Há uns vinte dias atrás eu estava conversando com um cliente e ele disse que não sentiu a crise. Isso mesmo, enquanto TODOS os clientes estão sentindo uma redução entre 24% e 33% nas vendas, esse cliente simplesmente não deixou de vender. Por que? É simples. Ele conhece o que ele vende, sabe o que comprar, o que é fácil (ou difícil) de encontrar no mercado, sabe que precisa comprar para vender e que, dizer não para o cliente quando ele está procurando algum produto, pode afastá-lo cada vez mais da empresa e o principal, sabe PARA QUEM VENDER. Essa é a primeira lei do lucro. Saber onde comprar (fornecedor) e pra quem vender (clientes). Empresas que são parceiras de seus fornecedores e seus clientes conseguem superar a crise e continuar vendendo.

Como eu já havia dito, a quarta lição é sobre Qualificação. Isso mesmo, uma empresa mau ou bem qualificada faz toda a diferença. Primeiro diferecial que eu preciso ressaltar antes de falar em qualificação é que, em uma empresa de venda, que depende do cliente pra pagar as contas, quanto mais vendedores FORA da área de vendas MELHOR. Todos os funcionários devem ser vendedores da empresa e dos produtos. Esse é o primeiro diferencial.

Prepare os seus funcionários para a comunicação e o atendimento. Lembre-os de que a empresa e eles vivem de vendas e por isso, direta ou indiretamente todos devem vender. Esse é o primeiro passo para que o alvo seja atingido e que o discurso seja transmitido na mesma linguagem que deveria. Todos são vendedores. A diferença é que alguns são vendedores DIRETOS e outros são vendedores INDIRETOS.

Um adendo sobre a Qualificação. Pessoas são capacitadas ou qualificadas. Treinamento é pra cachorro que precisa de adestramento, pra gatos que fojem de casa e pra cavalos de raça. Pessoas não são adestradas, são aprimoradas, melhoradas e capacitadas.

Por isso foque na capacitação de seus funcionários. Afinal, essa pode ser toda a diferença.

1. Permita que seus funcionários participem de eventos (fóruns, cursos, concursoso, workshops, seminários, palestras, entrevistas, etc.), que visem o aperfeiçoamento dele, mesmo que isso signifique um dia de falta, ou alguma horas a menos de trabalho. No final, peça para que o funcionário faça um resumo e apresente ao grupo para mostrar o que aprendeu com o evento e o que pode passar para os companheiros de trabalho. Se possível, proporcione patrocínio para esse eventos. Afinal, ter o apoio da empresa para o desenvolvimento é uma forma de demonstrar que a empresa incentiva tais ações. Mas, o importante é não ficar parado. Seja evento gratuito pago, patrocinado pela empresa ou não, estabeleça metas de participação em cursos de aperfeiçoamento. Isso faz bem para a criatividade, inovação e faz com que seja possível partilhar novas idéias e formas de pensar;

2. Proporcione, também periodicamente, eventos dentro da empresa, com alguns palestrantes que possam realizar dinâmicas com todos os funcionários. Trazer alguém de fora para dentro da empresa para discutir assuntos estratégicos da empresa demonstra o interesse pelo trabalho em grupo e pode ajudar a resolver problemas internos ou achar a solução para os desafios. Fazer eventos dentro da empresa é uma forma de possibilitar ao funcionário pensar sobre caminhos, possibilidades e em respostas sobre situações diárias que podem ocorrer durante o trabalho. Além de ajudar no entrosamento, na união e nos laços de companheirismo entre eles é possível ainda alinhar a o pensamento dos funcionários com o discurso da empresa;

3. Tenha uma fonte de estudos. Tenha uma biblioteca (pequena), com alguns livros que possam ajudar no desenvolvimento de seus funcionários: vendas, marketing, empreendedorismo, história, romance e liderança são ótimos temas para colocar à disposição das pessoas. A leitura é uma forma de aprendizado independente, que é tão eficaz quanto qualquer curso. Disponibilize textos inteligentes e provocativos e peça a todo funcionário um resumo para todo o grupo no final de cada leitura. Afinal, uma ótima forma de se aprender mais ainda é repassar o conteúdo absorvido. A leitura é uma fonte inesgotável de conhecimento e vivência, e tem um grande poder de fazer as pessoas agirem.

4. Leia os periódicos. Semanalmente, inúmeras revistas são impressas no Brasil, e mesmo com a grande quantidade de lixo, ainda é possível aproveitar muita coisa que é dita por lá. Assinar revistas permite que além da informação, as pessoas conheçam opiniões diferentes, pessoas que são exemplos, tenha o termômetro do mercado e entenda bem o cenário que estamos inseridos. Existem milhares de revistas de negócios espalhadas por aí. Escolha as voltadas a Pequenas Empresas, Business, Venda, Marketing e Gestão. Alguns artigos de revistas são mais valiosos do que alguns livros: primeiro por ser mais suscinto, objetivo e prático; segundo por irem direto ao ponto, aprofundarem na solução e ajudar no estudo de caso. Assine revistas, promova debates em cima de matérias e não esqueça nunca de fomentar que cada funcionário opine sinceramente, contra ou a favor do que é dito.

Alie essas ferramentas com seus funcionários: cursos, eventos, workshops e etc., somados a eventos in company, estudo de livros e trabalho em grupo com revistas para que eles tenham conhecimento, argumentos, postura e sobretudo sejam a diferença. Afinal, quando todo mundo tem um produto igual, o que faz diferença é a equipe e as pessoas.

Em tempo de crise, Inteligência, Marketing, Discurso e EQUIPE são um grande diferencial em qualquer empresa.

Qualidade Não é Diferencial!!

Escreva isso que eu te digo: “qualidade não é diferencial competitivo”. Assim como a beleza, a qualidade também é relativa. Se uma empresa dizer que vende mais caro, que demora mais pra entregar por que a qualidade dela é melhor (mesmo que essa qualidade seja um ISO da vida), mera ilusão. Qualidade não pode ser medida. E, assim como a beleza, é relativa.

Uns acham uma mulher bonita, outros não. Pra uns, ter qualidade é ter preço, para outros é ter entrega e estoque, para outros é ter uma forma de pagamento diferenciada, para outros é saber o nome, o gosto, e por aí vai…

Por que a sua empresa é diferente? Por que temos qualidade!! Qualidade de que?? Como o cliente enxerga a qualidade que você oferece?? 

Qualidade é gosto, é afinidade, é subjetivamente percebida de uma forma diferente por cada indivíduo. Diversos fatores como cultura, modelos mentais, tipo de produto ou serviço prestado, necessidades e expectativas influenciam diretamente nesta definição. Portanto, quando dizer que você tem qualidade na execução dos serviços, na entrega, na fabricação, na venda, na troca, na devolução, ou qualquer tipo de diferencial que você atrele à qualidade, procure substituir a palavra qualidade por uma outra explicação que justifique o que você quer dizer, como por exemplo, substituir qualidade na execução dos serviços por serviços executados por profissionais extremamtente apaixonados e em tempo recorde de implantação no mercado. A frase reestruturada mostra o seu verdadeiro diferencial, ao invés de deixar o cliente IMAGINAR alguma coisa que, muitas vezes não tem nada a ver com o que você REALMENTE FAZ.

Substitua palavras subjetivas. Deixe o cliente REALMENTE SABER o que você faz!! Não minta, não esconda, não o deixe imaginar aquilo que você faz!! Seja VERDADEIRO…