O futuro da educação elimina a sala de aula porque o mundo é a sala de aula

A grande demanda de EAD pode até parecer a melhor maneira de usar a internet para transformar a educação, mas isso é pensar muito pequeno.

Isso pode ser muito familiar para muitos de nós: nós estamos em um grupo de amigos discutindo sobre algum fato histórico, ou alguma divergência de opinião.

No meio disso, alguém sugere verificar a Wikipedia lendo os argumentos para todos e resolvendo assim qualquer impasse.

Não julgue isso como uma ocasião trivial. Ela representa um momento de aprendizagem, ou mais precisamente, um momento de microaprendizagem e é a evidência de uma transformação muito maior da aprendizagem.

É o que podemos chamar de aprendizagem socialmente estruturada que é uma agregação de experiências de microaprendizado retiradas de um ecossistema rico em conteúdo e conduzido não por notas, mas por recompensas sociais intrínsecas.

O momento da microaprendizagem pode durar alguns minutos, horas ou dias (se estivermos envolvidos lendo ou mexendo especificamente que não podemos nos desligar).

Futuro da educação: será que estamos limitando as as possibilidades?

Futuro da educação: será que estamos limitando as as possibilidades?

A aprendizagem socialmente estruturada pode ser o futuro, mas as bases desse tipo de educação se encontram bem longe, no passado.

Os principais filósofos da educação – de Sócrates a Plutarco, passando de Rousseau a Dewey – falaram sobre esses ideais há alguns séculos atrás. E hoje, temos uma série de ferramentas para transportar essa visão para a realidade.

Pense em um aplicativo de realidade aumentada, como o Yelp. Ao apontar a câmera do telefone para um local, que ele exibe pontos de interesse locais, como restaurantes, lojas e museus.

Mas este é apenas o começo. Imagine se, em vez de armazenar informações, pudermos acessar o histórico artístico, demográfico, ambientais, tipos de arquitetura e outras informações embutidas no mundo real?

É exatamente isso que um projeto da universidade da Califórnia chamado HyperCities está produzindo: informações de camadas históricas sobre o terreno das cidades.

Como você anda por aí com o seu telefone celular, você pode apontar para um site e ver o que tinha por lá há séculos atrás, quem morava por lá e qual era o ambiente.

Ah! Você não está interessado em arquitetura, mas é apaixonado por botânica ou paisagismo? O Aplicativo para iPhone do Smithsonian e o Lifesnap para iPad respondem quando você tira uma foto de uma folha de uma árvore, que tipo de planta é aquela.

O futuro da educação é muito mais do que tecnologias ou livros: é social.

O futuro da educação é muito mais do que tecnologias ou livros: é social.

Assim é possível transformar cada pixel da nossa geografia em um livro vivo e uma enciclopédia real.

Então, é preciso olhar além da extensiva ofertas de cursos EAD para pensar no futuro da educação. No EAD precisamos nos perguntar como essa modalidade pode perturbar salas de aula existentes e instituições de ensino, particularmente em faculdades.

A nossa obsessão com o EAD é apenas um paradigma sobre novas tecnologias e ferramentas que podem impactar o ensino de maneira geral.

Nós estamos nos movendo para longe do modelo em que a aprendizagem é organizada em torno de instituições estáveis e hierárquicas (escolas, faculdades e universidades), que tem servido como entrada principal para a educação e mobilidade social.

Ao substituirmos esse modelo, temos um novo sistema em que a aprendizagem é concebida como um fluxo em que os recursos são escassos, mas amplamente disponíveis, as oportunidades de aprendizado são abundantes e os alunos têm cada vez mais capacidade autônoma para mergulhar de dentro pra fora nos fluxos de aprendizagem.

Em vez de se preocupar com a forma de distribuir os escassos recursos educacionais, o desafio que precisa começar a ser vencido é a maneira de atrair as pessoas a mergulhar no fluxo crescente de recursos de aprendizagem para criar mais oportunidade de aprendizado para as pessoas.

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Este artigo foi adaptado do original, “The Future Of Education Eliminates The Classroom, Because The World Is Your Class”, da FastCompany.

Os desafios da administração e do empreendedorismo.

O artigo que vou publicar abaixo é inedito. Apesar de ter sido escrito em 2008. A ideia deste artigo era ser um artigo conjunto. Eu e mais dois colaboradores iriamos escrever sobre o “desafios da administração comtemporânea”. Era pra mostrar como, muitas vezes, o que a gente aprende na faculdade não está de acordo com a realidade do que os profissionais precisam ao entrar no mercado de trabalho. E uma das pessoas que iriam escrever uma parte desse artigo era justamente um coordenador de uma faculdade de administração.

A ideia era bacanosa. Ia sair no jornal da faculdade de administração, pra garotada que faz o curso pensar refletir. E quem sabe, mudar um pouco a coisa.

Mas o artigo não foi pra frente. O projeto foi abandonado. Acho que eles acharam que meu artigo ia muito direto ao ponto e tinha uma crítica muito forte às instituições de ensino. E o pior é que eu tentei ser, em um certo ponto, ser até meio suave nas minhas observações.

O artigo não tem um final escrito. E também não vou escrever.

O final dele era pra ser escrito a seis mãos (porque eram três colaboradores), mas não foi. Assim, quem quiser pode ajudar a escrever o final desse artigo. A interpretação é livre. As críticas também. Só acho que, algumas faculdades, e nelas incluo o curso de administração, ensinam coisas que não seriam úteis nem no século XXVIII.

Se você se enxerga nesse artigo, ou enxerga a sua faculdade, corra como se não existesse o amanhã! Você pode perceber, tarde demais, que o seu diploma não serviu pra nada.

O sistema de ensino brasileiro precisa de uma reforma. E a melhor forma de fazê-lo é de dentro pra fora!

“Todas as Grandes Verdades Começam como Blasfêmias”.
George Bernard Shaw.

 Aceite uma verdade: A administração como nós conhecemos morreu. Se não morreu ainda, falta pouco. Sim, sabemos que isso parece uma heresia, mas mostramos a você como chegamos a essa conclusão: 55,4% dos empreendedores brasileiros o fazem por NECESSIDADE, e não por PAIXÃO ou VOCAÇÃO. Vale dizer que esses, na grande maioria das vezes não possuem nenhum estudo sobre administração, empreendedorismo ou  têm a mínima noção de como montar uma empresa. Ou seja, pessoas abrem empresas e criam negócios em mais de 50% das vezes por dificuldade de encontrar trabalho.

E não é com nenhum espanto que as Micro e Pequenas Empresas já empregam a maior parte da mão-de-obra no país. Por isso, acreditamos que a missão de Administração no século XXI é muito mais o fazejamento do que apenas o planejamento. Foi-se o tempo em que Maquiavel era o grande mentor da administração contemporânea.

Grandes empreendedores com histórias e teorias de sucesso têm dicas bem mais interessantes do que pensadores da antiguidade. As armas têm que evoluir conforme a guerra. Imaginemos uma terceira grande guerra hoje. Imagine que, nessa mesma guerra, um país utilize as mesmas “garruchas” e arsenais da primeira, o resultado é previsível, MASSACRE TOTAL. E é desse jeito que muitos empreendedores enxergam a Administração hoje, como uma ciência que estuda a realidade com ferramentas pré-históricas.

Em um século dominado por gamers, Orkut, MSN e iPods, não podemos mais seguir conselhos de um Maquiavel de O Príncipe, que por não ter nascido em um berço “tão dourado como queria”, resolveu que cresceria ajudando os mais fortes a USAR os mais fracos. Da mesma forma, não podemos forçar alunos de quinta série a ler Dom Casmurro, um livro que é dificílimo de ler e incompreensível para as crianças, alem de chato, mesmo ele sendo um grande clássico da literatura brasileira. Algumas (quase todas) palavras ali já nem mais existem. O resultado? 1.8% os brasileiros lêm ao menos um livro por ano. Temos que utilizar o tempo atual para educarmos os novos profissionais que trilharão o rumo do país. Ao invés de ferramentas “antepassadas”, usarmos ferramentas ATUAIS.

O menino não gosta de Dom Casmurro, Vidas Secas e companhia limitada, mas ADORA Harry Potter, O Crepúsculo e Senhor dos Anéis. Adoram gibis e mangás japoneses. Será que é impossível despertar o hábito da leitura nos brasileiros, ou é tudo questão de APLICAR ferramentas NOVAS a pessoas novas? Somente gostando de ler livros legais, é que as pessoas terão coragem de ler livros chatos.

O que isso tem a ver com Administração? MUITO! O curso de Administração usa autores antigos, crenças antigas e TEORIAS velhas para transformar jovens talentos em profissionais que não conseguem aplicar a teoria em prática. Nosso século é DOMINADO por profissionais que não estudaram, inclusive o homem mais rico do mundo: Bill Gates, que voltou ao topo com a crise econômica, sem faculdades; Steve Jobs, CEO da empresa mais INOVADORA do mundo abandonou a faculdade por que a achava um desperdício de dinheiro, David Portes que começou sua fortuna com R$: 12,00 vendendo balas, o Alexandre da Cacau Show, que não teve medo do desafio e Adelson de Sousa que criou a maior editora de mídia especializada do Brasil, a ItMídia apenas com a oitava série do ensino fundamental. Esses são os novos líderes do século XXI.

Temos plena consciência de que a Administração ainda pode ser essencial para transformar pessoas em empreendedoras e AJUDAR os negócios POR NECESSIDADE a se transformarem em GRANDES NEGÓCIOS. Como?

EDUCAR os novos profissionais conforme a sociedade. Internet, Blogs, Comunidades e Empreendedorismo. Precisamos de muito mais do que Empretecs da vida, precisamos de pessoas com senso de urgência e cultura inovadora. Precisamos disso já! O que você vai fazer pra transformar o curso de Administração em uma nova ferramenta de transformação, aprendizado e aplicação do Fazejamento e da Inovação nos negócios?

A Escola do Futuro.

Segunda eu escrevi um artigo sobre como nossos jovens vêm sendo educado. Da forma “linha de produção” em que são encarados como produtos IGUAIS e são formulados com o MESMO PADRÃO, com o mesmo conhecimento, com a mesma aula. As escolas, sejam elas PÚBLICAS, PARTICULARES ou BENEFICENTES ensinam e educam nossas crianças através de uma FÓRMULA FRACASSADA. Elas aprendem a ter medo, a ter preguiça, a pensar pequeno e a se satisfazer com pouco.

MAS, ainda existe esperança. O que acontece quando crianças, jovens e adultos são apresentados a uma nova forma de ensino, à uma nova educação?

O que Estão Fazendo Com Nossos Jovens?

Hoje foi o segundo, e último, dia da primeira edição do Novo ENEM, o Exame Nacional do Ensino Médio, que tem o caráter de avaliar os alunos de ensino médio junto com as instituições de ensino pelo país. O ENEM é uma avaliação conjunta, para ser possível avaliar o que escolas estão ensinando para os alunos e como pessoas diferentes reagem a uma mesma forma de ensino.

A primeira prova do ENEM, como todos sabem, vazou há meses atrás. Na semana passada às vésperas do ENEM, o Ministro da Educação, Fernando Haddad avisou que a prova ainda não está totalmente livre de vazamento.

Para ele, o vazamento e adiamento da prova, no mês de outubro, não mancharam a imagem do Enem. No entanto, nos próximos anos, haverá mudanças no exame no que diz respeito, principalmente, à contratação da empresa responsável pela impressão e aplicação do teste. A realização de um concurso das proporções do Enem não pode ser objeto de um processo de licitação por menor preço, completou.

Haddad disse que o MEC ainda aguarda o fim do inquérito da Polícia Federal para entrar na justiça contra o consórcio e conseguir de volta os R$ 38 milhões pagos para as empresas responsáveis pelo exame em outubro e que foram responsáveis por permitir o vazamento, na opinião do ministro.

O ministro disse também que o MEC mantém a intenção de acabar com o vestibular nos próximos três anos. Queremos acabar com as decorebas, as fórmulas, o adestramento, e, para isso, é preciso acabar com o vestibular do jeito que é feito hoje.

O inferno está cheio de boas intenções. Se por um lado, temos o senhor Ministro cheio de vontade de mudar a história das seleções para as Universidades, temos crianças achando que vivem em um lindo mundo cor de rosa, e reclamam, que fazer noventa questões em um dia é muito puxado.

É isso que estão fazendo com as nossas crianças, futuros profissionais que podem fazer a diferença? Professores, pais, mães e família estão estampando de idiotas meninos e meninas que estão crescendo sem uma ideia real do que está os esperando na esquina.

O mundo é um bicho-papão. Não criamos crianças para nós mesmos. Até porque, com ou sem educação, uma hora eles vão embora, o mundo vai retirá-las de você. Se é assim, precisamos ser sinceros e realistas para mostrar a elas o que as está esperando, para que elas não nos culpem depois.

1. A nota não é importante. Eu estudei sempre em escolas onde a média era maior do que na maioria dos lugares. Ainda no ensino fundamental tinha média seis e, já no ensino médio, média sete. Na faculdade, como na grande maioria, a média também era sete. Ou seja, ou você tira sete, ou não vai passar de ano. Eu sempre fui cobrado pra tirar as notas e passar de ano. Mas, o importante mesmo, que é fazer amigos, ser respeitado, ser provocado a pensar em novas formas de usar o cérebro e INOVAR, nunca ninguém cobrou de mim. A professora de literatura sempre mandou lermos os mesmos livros ridículos, o que, tenho certeza, assustou mais de metade de minha turma que, hoje não deve nem chegar perto deles.

Não interessa a nota que você tira. Eu nunca fui o exemplo de aluno.A minha família é uma família de CDF’s (por parte de mãe), e eu fui a ovelha negra. Nunca estudei pra tirar nota. E se a aula estava ruim, EU NÃO ASSISTIA. Já quase fiquei reprovado por falta, mas nunca por nota. Quando chegava o final do ano, eu tirava a nota que precisava e c’est fine, próximo ano.

As notas não importam. O que importa mesmo é o que você consegue aprender, e o que faz com aquilo que aprende. Já que as escolas e faculdades continuam sendo a mesma droga de sempre, temos que aproveitar a escola do nosso jeito e, criar uma nova forma de aprender.

2. A escola é chata. A escola é realmente chata. Como eu disse lá em cima, VÁRIAS foram as vezes em que eu sai da sala com ânsia de vômito. Os professores têm o mesmo padrão de dar aula, as mesmas apostilas, e assim, os alunos cada dia que passa, saem em debandada fugindo de seus professores. A culpa dos alunos faltarem aula, de ficarem em casa, ou de dormir enquanto o professor se vangloria de quanto é excelente é deles mesmo.

Se eles não fizessem tudo igual sempre, sempre com o mesmo padrão, com a mesma maneira enjoativa de ensinar, as coisas não seriam tão monótonas e repetitiva. A aula de portugês não se conecta com a de biologia, que não se relaciona com geografia, que não tem nada a ver com história, que não se comunica com a matemática, que nem brinca com física e química, que cagam e andam pra filosofia.

Quando o professor entra em uma sala, ele simplesmente APAGA o quadro que o outro professor deixou, sem ao menos pensar COMO pode estabelecer alguma conexão entre uma coisa e outra. Cada um fica no seu quadrado e, assim, o aluno que poderia se desenvolver multidisciplinarmente fica também quadrado e acaba aprendendo apenas um terço das matérias.

O dia em que PROFESSORES tiverem a capacidade de INOVAR, serão adorados por seus alunos, que terão muito TESÃO em suas matérias.

3. Na vida real não existe recuperação. Alunos estão acostumados a uma segunda chance. São educados desta maneira. Primeiro, escreve a lápis para depois passar a limpo de caneta. Assim, caso exista algum erro, é possível ainda consertar. Da mesma maneira, no final do ano, caso você não consiga passar de ano, seja porque não conseguiu aprender nada, seja porque não conseguiu colocar em prática o que aprendeu durante todo o ano, terá uma segunda chance, a RECUPERAÇÃO. Na recuperação, você tem que, em uma ou duas semanas, aprender tudo aquilo que não conseguiu aprender, para depois fazer uma prova. Ou seja, uma segunda opção de fazer uma coisa que não conseguiu durante TODO O ANO.

Porém, pessoas diferentes têm problemas diferentes e, da mesma maneira, aprendem de formas diferentes. Não adianta dar segundas ou terceiras chances para resolver o problema de um ano inteiro, se não conseguirmos uma nova maneira de ensinar.

Só, que quando as crianças crescem e viram adultas, são jogadas na fria realidade do mundo.

Em uma entrevista de emprego não há segundas chances. Se você não passou, nada de emprego. Ou então, se você não soube planejar a sua empresa e o dinheiro acabou, ou se você faliu, ACABOU. Nada de segundas chances. Na vida real, as pessoas precisam escrever logo de caneta sem muitas chances de erro.

Se a sua empresa falir, não existe recuperação. Do mesmo modo, não existe recuperação para a maioria das coisas que fazemos.

Nossas crianças são educadas para aprender em série. Os alunos estão na linha de montagem educacional. São educados em série, através de um processo único e ultrapassado. Estamos em pleno século XXI utilizando a mesma forma de aprendizado de dois mil anos atrás.

Sendo assim, as crianças crescem achando que a vida é feita de malhação, baladas e dez na faculdade. No final do curso das coisas, o pessoal que senta na frente da sala, acaba trabalhando pra quem senta atrás. Os melhores alunos, muitas vezes quando jogados na prática, nunca mais voltam…

Os alunos sabem tudo de reality shows, de novelas, de fofocas. Acham que da pra se ganhar a vida em qualquer concurso público e, que só é preciso trabalhar depois da faculdade. Não sabem a importância de aprender a teoria na prática, seja lá qual a teoria que escolhemos.

Os jovens de hoje não querem trabalhar. E quando eu digo trabalhar, não estou dizendo EMPREGO. Estou dizendo trabalho. Aprender, criar, ter um ideal.

E por outro lado, os pais passam a mão na cabeça de seus filhos. Não precisam trabalhar, não precisam colocar a mão na massa, não precisam fazer nada. Apenas ir à escola, passar de ano, e serem felizes em frente da televisão. Nada de esportes, cursos extracurriculares, para desenvolver a inteligência dos filhos. Apenas passar de ano, e ir empurrando com a barriga.

Por esse motivo, hoje os jovens acharam o ENEM difícil. Acharam noventa questões muita coisa. Isso porque nunca fizeram uma entrevista de emprego, nunca elaboraram um plano de negócios, nunca ficaram até mais tarde trabalhando por uma causa. Assim, noventa questões serão realmente difíceis.

Os alunos, são educados pelos pais e pelos professores para acreditarem que a escola é o maior desafio que eles têm. LEDO ENGANO.

Estão criando jovens covardes e preguiçosos. É uma pena, mas é isso que estão fazendo com nossos jovens.