Quando a Paixão Acaba.

Um casamento sem paixão acaba. Mesmo que ainda exista amor, é o fogo da paixão que mantêm os noivos unidos e o relacionamento aceso. Um relacionamento sem paixão, apenas com amor MORRE. Morre porque o amor é um sentimento fraternal, sem desejos, sem libidos. Casamento sem paixão transforma noivos, maridos e esposas em irmãos. Paixão é um sentimento fraterno, é um sentimento sem fogo, sem raiva, meio morno. Bonito, mas totalmente desprezível.

Por que? Porque é a paixão a responsável por nos fazer acordar no meio da noite pensando na pessoa. Ou, de não conseguirmos dormir pensando no que vamos falar pra pessoa no dia seguinte, ou se vamos conseguir fazer com que tudo aquilo que planejamos aconteça.

O amor é o êxtase, é a obsessão e, muitos acham que é doença, porque, uma pessoa apaixonada, não descansa, não enjoa, não muda de ideia, não desiste. Uma pessoa apaixonada é obcecada e luta até conseguir. É um cachorro que, não larga o osso e, por isso, está sempre a postos pra cuidar do seu território.

A paixão é o combustível dos relacionamentos. Amor sem paixão é apego.

O que acontece quando a paixão acaba? As coisas ficam monótonas, chatas, sem novidades, sem promessas, sem perspectivas, sem futuro, se tornam uma obrigação. E aí, a coisa anda para o precipício, para o fim. Mesmo que se tenha algum apego (que pode ser um misto de costume e de pena), as coisas começam a cambalear. Um casamento, quando a paixão acaba, fica sem diálogo, fica solitário, fica insuportável.

Um empreendedor e uma empresa são um casamento. E, como tal, precisa ter paixão, obsessão, vontade e, muito tesão. Sem isso, a paixão vira apego, vira hábito, fica chato e MORRE.

E é justamente isso que acontece com um empreendedor quando a sua empresa torna-se uma obrigação. Acabou a paixão e, as coisas vão perdendo o sentido, a razão de ser e vai morrendo aos poucos. Eu, infelizmente, já tive a oportunidade em ver um casamento desses no fim. Quando o negócio acabava se tornando uma obrigação; quando o negócio acabava se tornando chato; quando o negócio, que um dia foi sua grande paixão, acaba se transformando em um simples emprego.

A pessoa perde a personalidade. Além disso, é perceptível que, o negócio mais incomoda do que agrada. Torna-se uma obrigação e, como tal, sem prazer e, acaba ficando muito chato. No final, só restam horários a cumprir. E aí, as coisas começam a ficar muito ruins.

A minha experiência com isso deixou muito aprendizado. Ver uma pessoa que era pra ser a mais empolgada com o negócio apática não é nada legal. Ver uma pessoa que criou um negócio olhar para ele sem o mínimo de tesão é horrível. Ver um empreendedor se esconder atrás de tarefas ridículas é triste. E o pior. A coisa fica clara. A coisa aparece pra todo mundo. A coisa está na cara. Todos percebem que está chato.

E aí é que vem as reuniões. Diariamente, várias ao dia. Pra que? Pra acompanhar o andamento das coisas, que antigamente eram sabidas de cór e salteado. E, muitas vezes, essas reuniões duram alguns dias. E as respostas não chegam. E as pessoas ficam sem saber pra onde ir. E o empreendedor, se mostra tão perdido quanto todo mundo.

É aí que sugerem férias. Sugerem se afastar. Sugerem descanso. Sugerem isso pra ver se a paixão volta. É como a famosa “segunda lua de mel”. E as coisas só pioram. Nas férias, o empreendedor quer cada dia mais, continuar de férias e, volta pior ainda. Mais desanimado, mais desiludido, mais insatisfeito. Pior, do que funcionário mal reconhecido. E o problema aqui é que um funcionário pede demissão, é demitido e começa outra jornada. E o empreendedor desiludido, desanimado, faz o que?

SOFRE. Sofre quando o certo a fazer é CAIR FORA. Assim como no casamento, a melhor alternativa é o divórcio, nos negócios a melhor alternativa é PARTIR PRA OUTRA. Partir pra um projeto que faça novamente a paixão nascer. Faça novamente o prazer florescer. Somente o calor da paixão é forte o suficiente pra trazer a animação, a epolgação, o brilho nos olhos e a força de volta.

Quando o prazer torna-se uma obrigação, o melhor a fazer é partir pra um novo projeto. Partir pra uma nova oportunidade. Empreender do zero, novamente. Criar mais, arriscar mais e voltar ao jogo. Um empreendedor preso em uma empresa por obrigação mata o espírito empreendedor que possui.

Projetos são como a vida. Nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. O segredo é sair enquanto se estar prestes a morrer, e não deixar o corpo apodrecendo e tentar ressucitá-lo, sem nenhuma chance ou alternativa.

Saiba sair de um negócio, se preciso, antes que seja tarde demais. Se sentir que a paixão tá perdendo o apego e tá virando obrigação, vire a mesa e parte pra próxima.

Saiba aproveitar oportunidades e, saiba quando abandonar o barco e, partir pra próxima. Paixão e TESÃO devem ser o motor do empreendedor. Nunca a obrigação e o marasmo devem tomar conta de ninguém. Caso isso aconteça, não pense duas vezes entre a chatice e a emoção.

Somente a paixão e a emoção faz o sangue correr nas veias e proporciona o frio na barriga.

Emoção nas Veias!!

Na Sexta-Feira, a Elisângela fez o seguinte pedido de ajuda no post sobre Marketing Emocional:

Quero receber algumas informações sobre preparo emocional do cliente e preparo emocional do vendedor, pois tenho um seminário para apresentar e não estou entendendo muito bem em como explicar o assunto.

Eu mandei uma resposta por e-mail para ela, espero ter ajudado. A minha resposta é a seguinte:

É sabido que clientes compram muito mais por emoção do que pela razão. É óbvio que quando um homem vai às compras no shopping, provavelmente ele está mesmo precisando de novas roupas (talvez para o trabalho, uma festa em especial, ou algum acontecimento extraordinário). MAS, a mania das mulheres de TODA vez que vai ao shopping fazer uma pequena compra é altamente emocional. Esse é um grande exemplo de preparação emocional do cliente para comprar. Por que isso acontece? Primeiro por que uma mulher vai ao shopping muito mais vezes do que um homem. E isso é um fato. O homem não se sente atraído por shoppings da mesma forma como as mulheres. Pros homens, o shopping não é lazer, como pra maioria das mulheres. Outra coisa que influencia muito a preparação emocional do cliente é a forma com que ele compra. Alguns homens encaram a compra como uma obrigação. Preciso comprar um sapato; preciso de uma calça; minhas meias estão sumindo. Isso é uma obrigação. Para a mulher é prazeroso, empolgante. É uma oportunidade de saber quais são as tendências, quais são as novidades, além de poder “investigar” o que as outras mulheres vão estar vestindo e se preparar para a próxima estação. Por isso, mulheres encaram as compras como um verdadeiro tour, um aprendizado. Seria como visitar um zoológico de roupas. E por esse motivo, mulheres se vestem bem melhor do que os homens, com muito mais variedade de roupas e entender muito mais de moda do que eles. Com raras e poucas exceções.

Isso explica o comportamento emocional de consumidores: prazer ou obrigação. Quem compra por prazer está mais suscetível a comprar mais, mais caro, com maiores variedades e com uma frequência maior. Quem compra por obrigação é mais objetivo, mais direto, sabe o que quer e está aberto (em algumas ocasiões) apenas a dicas e detalhes técnicos por parte do vendedor. A mulher é mais aberta a sugestões e com isso, é mais fácil de acabar comprando o que não precisa, ou sair pra comprar um sapato e comprar calça, meia, tênis e camisa, menos o sapato. Outra coisa é que a mulher não tem data pra comprar. Ela não levanta pensando: “hoje vou às compras”, mas isso não quer dizer que ela não compre. Pode ser que algum fator durante o dia faça com que ela use o fato de “comprar” para fugir do estresse ou de alguma situação do dia-a-dia. Já o homem, quando vai fazer compras, sabe que o vai fazer. Sabe que precisa comprar isso ou aquilo. Podemos concluir um comportamento muito mais objetivo para o homem, e muito mais EMOCIONAL para a mulher. Porém, quando homens se comportam EMOCIONALMENTE, tende a comprar muito mais do que as mulheres.

Já o comportamento emocional do vendedor se traduz na preparação para lidar com diferentes tipos de consumidores. De homens e mulheres a outros grupos de decisores (emotivo, racional, introspectivo, extrovertido, formal, ou inovador), o vendedor precisa se preparar para saber como abordar, como tratar e como negociar com grande parte desse clientes. A preparação do vendedor deve se resumir em estudar o comportamento dos consumidores que ele atende e saber utilizar uma abordagem diferenciada para atendê-los com diferencial no atendimento. O que o vendedor precisa fazer é criar um laço emotivo com o cliente (dentro de sua forma de decidir) para que o atendimento se transforme em um relacionamento. Afinal, essa transformação de atendimento em relacionamento é o que tem o poder de fazer com que o cliente retorne à empresa e procure pelo vendedor. Venda é relacionamento, é conhecer o tipo do cliente, saber o que é mais importante para ele (preço, produto, marca, prazo de entrega), é entender o que ele procura, é ouvir mais do que falar. O cliente dá ao bom vendedor todas as dicas para ser atendido, desde a característica de sua personalidade até a abordagem que funciona. Afinal, não adianta um vendedor palhaço, ficar fazendo piadas para um cliente formal.

Por isso, como eu disse, a preparação emocional do cliente se resume em ENTENDER cada tipo de consumidor, decidir quais são os SEUS diferenciais competitivos (em relação a outros vendedores), e ser um COMUNICADOR. Afinal vendas é comunicação. Vende mais, bate meta e consegue inovar aquele que se comunica melhor.

A minha idéia é essa. Você concorda?

Fiquem à vontade para concordar ou discordar da minha resposta.

Para Resistir à Crise.

Para Kjell Nordstrom, sobrevivem à crise as empresas que fizerem uso de INOVAÇÃO e EMOÇÃO. A Publico, revista portuguesa, fez uma rápida entrevista com ele enquanto ele se preparava para a “Business Innovation in 2009”. Eu vou reproduzir aqui alguns trechos do qe eu achei mais legal:

Vem a Portugal para falar sobre como a inovação pode conduzir-nos através de tempos difíceis. Pensa que a inovação é agora, mais do que nunca, necessária?

Sem dúvida. Numa crise como a actual, fazer o mesmo que todos os outros fazem é uma má ideia. Ninguém quer pagar mais por uma cópia ou por algo que se parece como outra coisa qualquer.

Mas será que as empresas vão arriscar e inovar? Não será mais seguro continuar a imitar?

Quem o fizer está a cair numa armadilha. Claro que é mais barato e conveniente copiar do que inovar. Mas, em contrapartida, acaba por ser ainda mais arriscado porque a empresa se coloca a si mesma numa situação em que, mais tarde ou mais cedo, vai perder. Crises como a actual mostram que realmente temos de fazer as coisas de um modo diferente. E por vezes é muito simples. Por exemplo, quando se quer começar um processo de inovação, a primeira coisa a fazer é contratar pessoas que tenham outro background, diferente dos outros funcionários da companhia. É procurar pessoas com outro treino, outra visão, procurar algo não convencional. Desde o mais básico que é: se uma empresa tiver muitos homens deve contratar uma mulher.

Que tipo de companhias vão sobreviver à crise?

Há dois tipos: as grandes multinacionais como a Siemens, ou as pequenas empresas especializadas como a Apple. No fundo, serão as companhias inovadoras e que, simultaneamente, têm uma relação muito próxima com o consumidor e são capazes de o seduzir.

Que empresas são essas capazes de seduzir?

Basta pensar no Mini da BMW, no iPhone da Apple, nos telemóveis da Nokia…

Os líderes do futuro também terão de ser assim… sedutores?

Sem dúvida. Serão uma combinação de “hard and soft” (“duro e suave”). Um líder tem de ser duro, de cortar custos e tomar decisões críticas. Mas tem também de ser emocional e capaz de, agora mais do que nunca, entender os consumidores, motivar os empregados e antecipar as tendências que estão por vir. Um dos melhores exemplos disto é Richard Branson, dono da Virgin. Ou Barack Obama, a nível político. E, em breve, serão as mulheres. Muitas serão as líderes no futuro.

Voltando ao mundo dos negócios, costuma dizer que as empresas bem-sucedidas são aquelas que não competem mas sim que evitar a concorrência…

Sim, chamo a isso a criação de um monopólio temporário. É quando uma empresa é tão diferente das outras que não chega a competir. Para isso é preciso primeiro encontrar uma vantagem competitiva, mas claro que esta não se vai manter para sempre. A Volvo, por exemplo, distinguiu-se enquanto fabricante automóvel a fazer casos únicos no mundo, mais seguros do que os outros. Hoje em dia, todos os carros são seguros.

Então não se pode parar de inovar?

Claro, a inovação nunca pode parar.

Considera que as universidades estão preparadas para formar os líderes do futuro?

Não, não estão preparadas porque não é essa a sua função. As universidades não preparam líderes nem desenvolvem os seres humanos, apenas treinam pessoas em matérias específicas, como economia, medicina ou gestão, e dão o conhecimento básico sobre a sociedade. A liderança e as capacidades necessárias para ser um bom líder não se adquirem na universidade.

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100% Emoção

São 18:43h e o sol ainda está a todo vapor. Aqui em São Paulo tem escurecido lá pras 20:00h, coisa linda de se ver, se não estivéssemos de calças jeans e camisas, na correria do dia-dia e, no meu caso com dor de garganta, o que me deixa um tanto irritado. Eu, por algum acaso do destino, ironicamente estou no Tietê, na rodoviária esperando meu ônibus que sai às 20:00h. Semana passada, nesse mesmo horário eu enfrentava um engarrafamento estrondoso fazendo este mesmo itinerário rumo à Volta Redonda, para passar o Natal com a família. Tenho perdido, nessas brincadeiras, algumas horas dentro de ônibus nesse trajeto louco, mas nada que eu me arrependa.

Eu não me arrependo. Só me arrependo do que eu não fiz ainda, ou do que pude ter feito e não fiz. Eu me arrependo de não ter vindo pra São Paulo antes. São Paulo sempre me transmitiu uma energia frenética, um gás e, de alguma forma, como um imã, isso me atraiu pra cá. Tenho certeza que nesse pouquíssimo tempo que aqui estou já consegui aprender muitas coisas e me desenvolver um pouquinho mais. É lógico que no início tudo é difícil, ou você pensa que sair de casa deixando a família toda pra trás (mãe, irmã e namorada) é fácil?? Fácil nada. Além de difícil dá uma saudade diariamente. Todo dia, quando penso nelas, fico com o coração apertadinho, mas o aprendizado e as possibilidades justificam o sacrifício.

Eu tenho um tio que mora, há aproximadamente vinte e três anos (minha idade) em Uberaba, Minas Gerais, próximo a divisa de Minas com Goiás. Eu nasci tinha pouco tempo que ele tinha ido pra lá, com a cara, a coragem e toda a determinação da família Cardoso, que o sangue que corre nas minhas veias, que é uma família DUCA, cheia de gente incomodada, inteligente e com vontade de fazer acontecer. Quem deve ter começado essa brincadeira toda deve ter sido o meu bis-avô, que saiu de Portugal e veio pro Brasil. Quer disposição maior do que essa?? Depois disso, meu avô saiu do Rio de Janeiro e foi pra Volta Redonda, quando a CSN era apenas um projeto, e lá fez família: mulher, filhos e netos. Voltando ao meu tio, ele foi, vem três ou quatro vezes ao ano, estudou, venceu desafios que fazem milhares de pessoas desistirem e hoje, sem SOMBRA DE DÚVIDAS ele é um vitorioso. Inteligente, dedicado, consciente e bondoso, esse é o sangue que corre em minhas veias.

Pelo que foi dito até agora, podemos perceber que a minha família é meio nômade, do Portugal pro Brasil, do Rio pra Volta Redonda, de Volta Redonda pra Uberaba e São Paulo. Eu poderia muito bem estar satisfeito, tranqüilo e sem nenhuma ambição em Volta Redonda. Mas eu procurei por mais, deixei minha ambição me guiar e a paixão decidir o meu destino. Sem medo ou receio, mergulhei com toda a minha força e disposição numa coisa nova, pra fazê-la crescer e crescer junto com ela.

Eu acho que nunca fui muito bom em pensar apenas com a cabeça. Na minha opinião eu sempre fui muito emocional, deixei a paixão e a emoção me guiar, muitas vezes sem pensar, o que pra mim NÃO É UM DEFEITO, e sim uma ótima QUALIDADE. Eu não acredito em sorte. Eu acredito em conseqüência, naquele famoso ditado, “quem planta colhe”, e na persistência e força de vontade em fazer as coisas acontecerem. Sorte não existe. Ninguém fica estático e é recompensado por isso. SIMPLESMENTE ISSO NÃO EXISTE. Pessoas não ficam ricas por sorte, não se constrói grandes empresas, grandes negócios com sorte. Tudo é feito pelo TRABALHO. Tudo é CONSTRUIDO diariamente através do sangue e do suor daqueles que, tem PAIXÃO e EMOÇÃO o suficiente para mergulhar em idéias novas e FAZER ACONTECER.

É assim que eu penso. É assim que eu procuro agir. Falando o que faço, e fazendo o que falo. Eu tento tirar lições de todos os dias da minha vida. Aprender algo novo, conviver com todos os meus companheiros e, o mais importante, acordar com disposição pra fazer acontecer. Ser melhor do que ontem e pior do que amanhã é o mínimo que tenho que fazer nas vinte quatro horas do meu dia!

Eu sou INCOMODADO. Incomodados agem com o coração, pensam com o coração e colocam amor em todas as suas atitudes. Incomodados se movem por princípios e lutam diariamente para quebrar as barreiras que impedem coisas novas de vingarem, de irem pra frente e de acontecerem.

Tem um amigo meu que diz que pra você pensar “fora de uma caixa”, você acaba se isolando em outra. Isso é a mais perfeita verdade. Enquanto milhares de pessoas estão trancafiadas em uma pequena caixa chamada MAIS DO MESMO, nós vivemos em um outro mundo: todo dia é dia, toda hora é hora! Sempre pensando, sempre refletindo e, sempre atento as coisas que podem influenciar na rotina, no dia-a-dia e as nossas vidas. Isole-se numa caixa à parte. Transforme-se em um indivíduo separado de todo o resto. Ouse não se misturar. Um novo ano está aqui do nosso lado, e tenho certeza que muitas pessoas fazem as famosas “promessas de ano novo”, que em Fevereiro já estão todas esquecidas. Esqueça as promessas, esqueça os escritos. Parta pra ação. FAÇA PRIMEIRO, ESCREVA DEPOIS. Se você não consegue se planejar, faça primeiro, quebre a cuca para realizar aquilo que você queria pra, somente depois, colocar aquilo no papel. SÓ ESCREVA AS SUAS REALIZAÇÕES, e não realize seus escritos. Uma coisa é TOTALMENTE diferente da outra.

Um ano é muito tempo pra algumas coisas e pouco pra outras. Em um ano podemos dar uma reviravolta em nossas vidas, podemos sair da casca do ovo e viver no nosso PRÓPRIO MUNDINHO PARTICULAR, que nos permite enxergar coisas que as pessoas que não estão preocupadas e incomodadas não conseguem captar. Esse ano eu mudei RADICALMENTE a minha vida, fui reconhecido pelas minhas palavras e, ainda por causa delas, alguém apostou alguma coisa em mim. Alguém, por causa de minhas palavras, enxergou o BRILHO QUE EXISTE NOS MEUS OLHOS e a vontade que eu tenho de realizar as coisas. Pelas minhas palavras eu comecei a fazer alguma coisa, a crescer e construir algo totalmente novo que, certamente irá REVOLUCIONAR a minha vida!

Provavelmente esse será o último post do ano. Estou escrevendo ele dia 30 de Dezembro na rodoviária, mas a internet está fora do ar e, provavelmente eu só irei postá-lo quando chegar em casa e aí já será dia 31. Então, pra reforçar tudo que eu disse acima, eu peço que você, no dia 1º de Janeiro tire um tempo pra fazer o seu planejamento de 2009. Pessoal e profissionalmente. MISTURE TUDO. Afinal, tudo é a mesma coisa, é a mesma pessoa e, por isso não podemos separar uma coisa da outra. Trace seu ponto de partida pra 2009. OUSE AGIR COM EMOÇÃO nesse novo ano que se inicia. Eu tenho absoluta certeza de que você NÃO IRÁ SE ARREPENDER!!

Boas entradas!!