Como pequenas empresas se transformam em grandes empresas

O mundo está cheio de pequenas empresas que derrubam gigantes da indústria. Isso acontece todos os dias.

O mundo adora uma história de Davi contra Golias. Quando vemos a vitória mesmo contra todas as probabilidades, sabemos que tudo é possível. Quando o assunto são os negócios, isso é uma verdade absoluta.

A história está cheia de oportunistas que brigaram com gigantes da indústria e ganharam.

Lembre-se que a Apple já foi uma empresa de garagem quando a IBM era uma gigante e a Microsoft estava nascendo.

Whole Foods e John Mackey, Southwest Airlines e Herb Kelleher, Virgin e Richard Branson: há milhares de Davis que enfrentaram Golias e saíram ganhando. Isso acontece todos os dias.

Do marketing, a estratégias do negócio aqui estão 5 atitudes que permitem os Davis engolirem Golias.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

#1. Tenha um nicho.

Acredite ou não: ter um nicho é uma das formas mais poderosas para crescer e finalmente derrubar os gigantes.

O truque é determinar o nicho certo e o posicionamento para o seu produto ou serviço. Mark Zuckerberg não partiu querendo ter 1 bilhão de usuários e o Google não estava tentando se tornar um gigante da publicidade.

As mídias sociais, os buscadores, tudo tinha um nicho no começo de tudo.

#2. Leve a batalha para a mídia.

Quem pode esquecer da campanha 1984 da Apple que lançou o Macintosh no SuperBowl contra o PC da IBM.

Ou como os enólogos da Califórnia foram pra cima dos franceses no Paris Wine Tasting em 1976, que foi retratada no filme Bottle Shock…

Como as pessoas vão torcer pelo Davi se elas não sabem que há uma batalha acontecendo? A única ressalva é: você tem que mostrar isso a elas.

#3. Seja diferente.

Não. Você não pode apenas olhar de um jeito diferente, agir diferente, ou parecer diferente. Você realmente tem que ser diferente.

Você tem que criar algo que agrade a um público de uma forma que os grandes não podem ou não conseguem fazer.

A Compaq criou o primeiro notebook viável. Michael Dell fez computadores verdadeiramente pessoais: sob encomenda, um de cada vez, diretamente para a casa dos clientes. A Southwest fez ao operar em aeroportos regionais e com serviços fora do comum.

Se você quiser vencer o Golias, precisa ser incomum.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

#4. Faça parcerias com os líderes de mercado.

A Compaq realmente bateu a IBM no mercado quando lançou o primeiro computador pessoal alimentado por um processador Intel 386. A Dell eclipsou a Compaq usando a mesma estratégia – em parceria com a mesma empresa: a Intel.

Da mesma forma, as universidades são ótimos lugares para encontrar tecnologias inovadoras à procura de maneiras de chegar ao mercado.

#5. Pareça ser maior do que é.

As maiores dificuldades em ser o Davi é que os clientes precisam saber se realmente estão recebendo um produto confiável e um bom suporte pelo que está pagando.

Então, ser diferente não é o suficiente. Atenção aos detalhes é importante. Então tenha um excelente serviço ao cliente.

Felizmente, praticamente qualquer empresa pode aparecer muito maior através da terceirização e alavancar mídia.

A internet realmente nivelou o campo de batalha para os pequenos jogarem em pé de igualdade com os grandes.

Uma advertência.

O mundo lá fora é competitivo. Você pode ter uma tecnologia muito legal ou um conceito muito interessante e isso não te levar a lugar algum.

A coisa mais importante, sem dúvida, é entregar ao cliente uma experiência única, que é muito melhor do que o que já existe. Isso, combinado a essas estratégias fará de você o vencedor dessa batalha.

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Este artigo foi adaptado do original, “David vs. Goliath: How Small Companies Make It Big”, da Inc.

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Você sabe quais são as principais características dos empreendedores de verdade?

O fato de você se vestir como o seu ídolo dos negócios não faz que você seja ele.

Um venture capitalist uma vez disse que existem empreendedores e Empreendedores.

Não entendo muito bem o que isso quer dizer no âmago da questão, mas vou dizer o que penso sobre isso tudo: o termo empreendedor é a nova moda. Todo mundo é empreendedor.

Provavelmente isso não seja nenhuma surpresa para você. Provavelmente estamos diante da era do “empreendedor”, com aspas mesmo. Praticamente todo mundo tem uma marca, um blog, uma ideia.

Todo mundo é – ou quer ser – o CEO de alguma coisa. E ainda assim, são poucas as pessoas que incorporam em si o verdadeiro significado da palavra empreendedor.

Então, o que isso significa?

Para mim, significa assumir riscos pessoais significativos na formação e gestão da empresa.

E, desses empreendedores reais, poucos conseguem criar uma empresa rentável, em crescimento, que oferece produtos únicos, emprego significativo e dê valor para os acionistas.

O que torna esse empreendedor único? O que os diferencia do todo? Essa é uma pergunta muito difícil, mas a resposta pode surpreendê-lo.

#1. Eles desafiam a regra geral do empreendedor.

Você realmente precisa conhecer essas pessoas, trabalhar com elas durante anos, talvez até estar um pouco dentro de suas cabeças um pouco para entender o que está realmente em jogo.

Essas pessoas não se enquadram em nada. Eles são cada um de um tipo. Eles não tentam ser únicos, eles simplesmente são. E, além de tudo eles não tentam ser como os outros.

Empreendedores não se encaixam em consenso nem em regras gerais.

Empreendedores não se encaixam em consenso nem em regras gerais.

#2. Dinheiro significa pouco para eles.

Pode até soar meio irônico dizer que o dinheiro não é importante para os empreendedores de coração.

Afinal, os realmente bem sucedidos acabam tendo um monte dele. Mas, para eles, o dinheiro é apenas um meio para um fim. E uma vez que o dinheiro não é uma distração ou uma tentação, eles podem realmente se concentrarem no que importa: fazer aquilo que os move, pelo que eles são apaixonados.

Desafie-se provando que a sua ideia pode ser feita, e ser realidade. A construção de uma empresa e a riqueza são itens secundários.

#3. Eles estão em uma missão de Deus.

Não, eles não são deuses, realmente. Mas, quando eles falam sobre a sua visão ou ideia, você poderia jurar que eles foram possuídos por uma espécie de demônio que, em vez de incitar o caos e a confusão, inspira inovação e criação.

Há definitivamente um aspecto de fantasia em suas ideias. Isso pode ser porque eles realmente pensam que são especiais ou pela necessidade de provar alguma coisa.

#4. Eles não correm riscos por esporte.

Assim como eles não estão nessa brincadeira apenas para ganhar dinheiro, empreendedores de verdade não costumam se expor ao risco também.

Eles só não deixam que nada fique no caminho daquilo que eles estão impulsionados a fazer. Eles vão perseguir o que querem, estejam no céu ou inferno.

#5. Eles NÃO nasceram assim.

A maioria dos empreendedores de sucesso que conheço começaram com nada, ou pelo menos com algo modesto. Alguns tinham pais que fizeram seus negócios, mas a maioria não.

Eles geralmente tinham mentores ou pessoas que os inspiraram a confiar em sua intuição e em si mesmos. Isso é um ingrediente chave na elaboração de um empreendedor: a motivação para ir em frente apesar das probabilidades e da sabedoria convencional.

Ao contrário do que muitos pensam: empreendedores não nascem empreendedores.

Ao contrário do que muitos pensam: empreendedores não nascem empreendedores.

#6. Eles NÃO são líderes icônicos.

Nossa sociedade adora criar heróis. E os colocam nos maiores pedestais possíveis. Mas a experiência diz que o empreendedor como líder icônico é um mito.

Empreendedores de sucesso geralmente têm parceiros. Bill Gates teve Paul Allen e Steve Ballmer. Steve Jobs tinha Steve Wozniak. Larry Page tinha Sergey Brin.

Além disso, os empreendedores são muitas vezes melhor em fundar e criar do que na execução e manutenção das ideias e das empresas.

#7. Eles NÃO são muito pacientes.

Quem disse que paciência era uma virtude definitivamente não era um empreendedor, ou nada sabia a respeito. Os empreendedores bem sucedidos geralmente não ligam muito para a convenção social.

Eles têm pouca paciência para isso. Eles não querem saber como as coisas são feitas, ou devem ser feitas. Eles fazem as coisas à sua maneira.

Mas aqui há um detalhe muito importante: enquanto eles vão lutar com unhas e dentes por algo importante, tão logo eles percebam que estão errados, eles vão mudar de direção em um piscar de olhos.

Resumindo…

Se você quer se tornar um empreendedor apenas para encher a boca e dizer que é empreendedor, provavelmente não vai funcionar.

Agora, se por outro lado, você está dirigindo para realizar algo fresco e original, sem uma rede de segurança, então eu acho que você deveria continuar.

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Este artigo foi adaptado do original, “7 Things That Set Real Entrepreneurs Apart”, da Inc.

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

Ninguém consegue chegar ao topo apenas imitando os sucessos do passado.

É bem difícil crescer quando aquilo que fazemos é uma imitação. Se você parar para analisar o seu negócio provavelmente vai chegar à deprimente conclusão de que muito do que faz é apenas uma adaptação das ideias e comportamentos adotados por seus concorrentes.

Muitas vezes você poderá até sentir-se preso, incapaz de libertar-se do fato de que isso é apenas o modo pelo qual o mercado funciona.

Há um sábio ditado que diz, “os gregos clássicos não foram influenciados pelos gregos clássicos”.

Quando olhamos para a arquitetura neoclássica vemos a tentativa da arquitetura de pegar emprestado o peso e a autoridade do passado. Não há dúvidas de que o resultado disso tudo é impressionante, mas eles ainda são essencialmente ecos de uma antiga glória, o que diminui a sua imponência.

Os gregos clássicos não se tornaram clássicos por conta de sua adesão ao passado, mas por conta de sua vontade de inovar e fazer suas próprias coisas.

Eles inventaram ordens arquitetônicas que até mesmo os romanos dificilmente poderiam melhorar. Você ainda vê a sua influência em toda a nossa vida, mesmo milhares de anos depois.

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

Como cumprir com o desafio de sempre ter ideias novas?

É justamente esse o tipo de visão que você deve definir para o seu negócio. Mesmo imitando concorrentes ainda melhor, você está apenas seguindo os outros, e isso, inevitavelmente o coloca atrás de alguém.

Você não gostaria de ver as pessoas imitando aquilo que você faz?

Isso traz uma série de questões interessantes que a liderança da sua empresa reflita:

  • Como você poderia repensar a sua indústria de uma forma com que outros imitassem a sua geração no futuro?
  • Como você pode acabar com a corrida armamentista de tentar sair do estereótipo de seus concorrentes e focar a sua empresa em como deveria ser?
  • Como você vai substituir a imitação cega pela inovação consciente dentro da empresa?
  • O que a sua empresa pode ofertar que nunca foi oferecido na Terra?

Há certas ocasiões em que imitar o passado é completamente apropriado, e um bom movimento estratégico. Mas, na visão mais ampla, são dos inovadores, dos disruptivos, das pessoas dispostas a assumirem os riscos em vez de copiar o passado que nos lembramos.

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Este artigo foi adaptado do original, “Challenge: Come Up With a New Idea”, da Inc.

6 maneiras de ser notado

Ideias eficazes de autopromoção então na interseção entre ser um pé no saco e um narcisista maluco. Encontre o perfil ideal com essas dicas.

As pessoas odeiam a autopromoção. Na verdade, a maioria de nós odiamos a autopromoção. Nós alternamos entre falar muito pouco sobre nós mesmos, ou parecermos um narcisista maluco.

Em algum lugar no meio disso tudo está o ponto ideal – a arte sutil de promover a si mesmo para as outras pessoas quererem te conhecer.

Aqui estão algumas dicas úteis de como chegar nesse ponto.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

#1. Deixe os resultados falarem por si só.

As pessoas se preocupam com o que você fez, não com o que você vai fazer. Quem já não ouviu essa afirmação? Não há nada como bons resultados para chamar atenção das pessoas.

Que problema você tem resolvido? Que movimento você iniciou? Como você tem levado as pessoas a alcançarem seus objetivos? Realizar algo de valor é como ganhar dinheiro para se promover.

#2. Promova os outros.

Algumas pessoas são mestres em promover outras pessoas, em como essas pessoas são brilhantes e geniais.

Essas pessoas estão ansiosas para dizer aos outros o quanto os fundadores de uma empresa são inovadores, ou como alguns de seus clientes está evoluindo de maneira inesperada.

O que não precisamos dizer é que por trás dessas pessoas geniais estão os nossos trabalhos, e o que nós estamos fazendo para ajudar essas pessoas a chegarem aonde querem.

Não é necessário.

O fato de exaltar e promover os outros ajuda a fazer com que essas pessoas se sintam mais motivadas e confiantes e, com isso elas endossam o trabalho dele.

“Eu aprendi que as pessoas vão esquecer o que você disse, vão esquecer o que você fez, mas nunca vão esquecer como você as fez sentir”. Maya Angelou.

As pessoas irão promover você se você se preocupar em fazer o mesmo com elas.

#3. Fale sobre o que você acredita.

“Eu acredito na criação de empregos e capacitação de pessoas para que elas se sintam úteis no trabalho todos os dias” é muito diferente de “eu comecei 3 empresas de manufatura empregando 200 pessoas”. A diferença é sutil, mas significativa.

Fale sobre o que você acredita e dê uma dica sobre as suas realizações sem dizer explicitamente o que elas são. Se as pessoas estiverem interessadas, elas vão perguntar.

#4. Admita suas falhas.

Admitir o fracasso é um sinal de vulnerabilidade, que é uma das maiores habilidades de liderança que existe.

A falha humaniza o caminho para o sucesso. E quando nos sentimos conectados a uma outra pessoa em um nível humano, somos muito propensos a avançar com a sua causa.

A autenticidade e a humildade podem levar você mais longe do que a lógica e a intelectualidade.

#5. Decida pelo que você quer ser conhecido.

Aprimore as habilidades que o diferencial do todo e, em seguida deixe os outros se gabarem de você. Se você é uma amador, as pessoas vão estar confusas sobre quem você é e como promove-lo.

Seu trabalho é descobrir a sua grandeza interior – o que o diferencia – e o faz melhor do que ninguém. Se você for realmente bom em algo, as pessoas vão procura-lo por essa habilidade.

Essa habilidade não pode ser verbalizada por você, mas vai ser evidente pelo grande número de pessoas que estarão batendo em sua porta.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

#6. Ponha em prática.

Há momentos em que você só tem que se vangloriar um pouco de si mesmo. Se você fizer algo realmente grande, fale sobre isso.

Basta falar sobre isso com as pessoas certas e se certificar de que o que você realizou é de fato notável.

As pessoas certas ficarão energizadas com o seu sucesso e não vão acreditar que isso seja apenas autopromoção.

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Este artigo foi adaptado do original, “6 Ways to Get Noticed”, da revista Inc.

Toda Empresa tem uma Folha Em Branco Para Preencher

Entenda a importância de criar a história da sua empresa antes de perder seu tempo apenas com o plano de negócios.

Quando nascemos, ganhamos uma folha em branco para escrever a nossa história. E, a partir desse momento começamos a manchar essa folha com a nossa existência.

Quando uma empresa nasce, ela tem em mãos a mesma folha em branco para escrever a sua história. É aqui que muitas empresas já começam errando.

Sim, planos de negócios, de marketing, valuations e tudo mais podem ser importantes para definir a saúde de um negócio, mas será a história que a sua marca contar que vai atrair pessoas para comprar aquilo que ela faz.

Portanto, antes de responder as perguntas dos planos de negócios para saber sobre a liquidez do seu negócio, é preciso fazer as perguntas que as pessoas querem saber antes de decidir se vale a pena compartilhar dos mesmos princípios da sua empresa.

Quando um cliente opta por comprar o seu produto, ele está pactuando com a sua filosofia e, nesse momento criamos uma conexão pessoal entre uma marca e uma pessoa.

Por isso é preciso, antes de mais nada se posicionar, mostrar a que você veio e escolher com cautela os princípios e ideias norteadoras da sua empresa, porque é justamente isso que vai fazer com que você atraia ou espante clientes e funcionários.

E esse precisa ser o primeiro exercício filosófico que você precisa fazer antes de dar vida ao seu negócio. Isso porque eu acredito que o exercício de branding precisa ser o primeiro dever de casa de um empreendedor.

Por isso, antes de ter uma ideia magnífica em sua cabeça para ganhar dinheiro, tente desenvolver uma ideia magnifica para mudar a realidade das pessoas ao seu redor e agregar valor.

Comece a escrever a história da sua empresa, antes que alguém o faça da maneira errada.

Comece a escrever a história da sua empresa, antes que alguém o faça da maneira errada.

O roteiro para descobrir a história da sua marca.

Toda marca tem uma história. Todo verdadeiro empreendedor tem o impulso de querer mudar o mundo, e fazer a diferença no seu mercado.

Para isso, é preciso encontrar a essência da sua ideia e mostrar como a sua futura empresa se posiciona e no que ela acredita.

#1. O manifesto é a nova declaração de missão, visão e valores.

Mais do que qualquer missão, visão e valores, as empresas precisam ser guiadas por princípios e por sentimentos. Esse é o desafio de um empreendedor, transformar a sua ideia em um manifesto em que ele se posicione de maneira diferenciada perante o mercado.

Não vai adiantar ser mais uma empresa com mais uma visão e valores ultrapassada, querendo o lucro acima de qualquer coisa. É preciso mostrar quais são as crenças e os pilares da sua empresa.

O que o seu manifesto precisa responder:

  • A sua visão sobre o mercado em que vai atuar.
  • Porque a sua empresa vai ser diferente.
  • Qual o impacto da sua empresa na concorrência.
  • O fantástico diferencial da sua marca.
  • Qual é a sua promessa de valor.
  • Porque as pessoas deveriam fazer negócios com a sua empresa.
  • O sonho da sua empresa.

#2. A cultura é o que vai fazer a sua empresa inovar.

A cultura de uma empresa é nada mais nada menos do que o modus operandi da sua empresa. E isso vai fazer toda a diferença no momento de contratar pessoas, promover pessoas, estabelecer organogramas e se relacionar com clientes, fornecedores e concorrência.

Qual será a cultura da empresa? Você quer dar autonomia para os funcionários servirem bem os clientes, independente do que façam, ou eles terão um livro de regras e condutas?

Quanto mais aberta para a horizontalização da sua empresa, mais focada na comunidade ela será e, mais envolvente ela será para clientes e funcionários.

Qual será o motor da sua empresa: servir o cliente, ou respeitar uma hierarquia antiquada?

É a cultura da sua empresa que vai definir para onde você vai.

É a cultura da sua empresa que vai definir para onde você vai.

#3. O que você promete às pessoas?

O que você vai prometer para as pessoas que vão comprar de você? Preço baixo, garantia estendida, frete grátis, atendimento de especialistas…

Qual será a sua promessa?

Lembre que é justamente essa promessa que poderá transformar clientes em evangelistas.

Se a sua empresa vender a preço baixo, quando o cliente encontrar um preço mais baixo ainda, ele te abandona. Se você der frete grátis e o seu concorrente também der e tiver preço mais baixo você dança.

Quando mais superficial a sua promessa, mais superficial será a fidelidade do seu pseudo-cliente. Agora, quanto mais diferente, única e exclusiva for a sua promessa, mais chances você tem de não ser trocado após o primeiro encontro.

A profundidade da sua promessa será a profundidade da fidelidade do seu cliente – e por que não dos seus funcionários? Sendo assim, gaste bastante tempo pensando nisso, para não perder tempo depois querendo reconquistar os clientes perdidos.

Criar uma marca é contar uma história.

E fazer com que essa história atraia pessoas que estejam dispostas a pagar pelo que você faz e, quando alguém lançar algo parecido, essas pessoas não corram para experimentar a concorrência.

Contar uma história é fazer as pessoas comprarem de você, independentemente do que você venda, independente do quanto você venda, independente de onde você venda.

Existem rumores de que a Apple vai lançar um relógio. A fila já é grande. Assim como foi no iPod, como foi no iPhone, no iPad e em qualquer produto que a empresa lance nos próximos anos.

Isso porque a Apple não promete produtos acessíveis para os seus clientes com frete grátis e 1 ano de garantia de fábrica. Eles prometem algo que as pessoas não conseguem explicar, mas querem a todo custo. Mesmo que esse custo seja o de um rim.

Lembre-se do lifestyle que você quer proporcionar aos seus clientes. Isso precisa estar muito claro na sua história e, precisa ser o seu DNA para se manifestar, para criar a sua cultura e para cumprir suas promessas.

A Imagem e Semelhança de um Empreendedor.

A oportunidade de aprender por heróis é o que transforma a vida das pessoas e desperta o espírito empreendedor.

Alguns gurus do empreendedorismo pregam que o empreendedorismo é um dom divino e como tal não pode ser ensinado ou desenvolvido. Alguns empreendedores para aumentarem o seu ego e vaidade confirmam isso dizendo que o empreendedorismo é uma fagulha que já nasce conosco.

Mas a verdade é que nascemos pelado, igual a um rato. E tudo que aprendemos e pensamos é fruto da nossa personalidade, que é desenvolvida quando ainda somos crianças.

É a infância que determina aquilo que seremos para toda a vida. É ela que nos torna empreendedores, pessoas de bem, medíocres ou bandidos.

Eu tenho uma memória muito seletiva, como gosto de brincar. Mas a verdade é que eu não me lembro de muitas coisas, independente da faixa etária. Não me lembro de coisas que aconteceram há 5 ou 10 anos atrás.

Mas é a minha infância que funciona para mim como uma caixa preta. Não me lembro de nada antes de a minha irmã nascer, quando eu tinha 3 anos, e apenas alguns flashes depois disso.

Na verdade eu não sei quais são as minhas primeiras lembranças da minha infância. Lembro de flashes com 6, 7 e 8 anos. Mas muitas coisas mesmo eu esqueci. Ou nunca soube.

Antes que vocês me digam que isso é fruto de algum trauma, não é verdade. Eu tive uma infância linda, com família reunida e, além de tudo, sou o primeiro neto, o primeiro sobrinho e o primeiro filho.

Fui o rei do pedaço por algum tempo – um pouco mais de 1 ano, quando nasceu meu primo.

Mas eu acho que eu só sou um empreendedor hoje porque eu tive uma infância linda. Mesmo me lembrando de pouca coisa.

Eu me lembro que eu vendi balas na porta de casa ainda muito novo. Acho que naquela época era hobby. Não sei explicar o que me levou a fazer isso, mas certamente foi a ideia de diversão. E o pior, isso tudo começou porque eu vi um pacote com saquinho de pipoca e quis vender. E fui pra porta de casa vender…

Acho que meus pais – casados ainda naquela época – ficaram com pena e voltaram com um saco de balas no mercado. Com o tempo a minha vendinha de balas tinha até uma caixinha com divisória para os diversos tipos.

Então eu já sou empreendedor desde criança. Ou, pode ser que eu esteja me lembrando de uma outra encarnação.

Mas o que eu não esqueço eram dos natais, do meu tio, que é apenas 7 anos mais velho do que eu e dos dengos dos meus avós. Naquela época, eu tinha até bis-avó e sim, fui também o primeiro bis-neto.

Mas o que eu tinha de mais especial era um senhor de cabelos brancos que sempre andava com um belo sapato preto engraxado e óculos. Um óculos de grau cinza, meio esverdeado. Sempre que vinha em casa, vinha com uma bolsa, que ele chamava de “capanga” a tira colo.

Pra mim era novidade ter um avô, já que eu não conheci o meu avô paterno, concentrei tudo que eu tinha naquele senhor de cabelos brancos que eu aprendi a chamar de avô.

O meu avô veio com uma missão diferente da de todos os outros. Não bastasse ter criado 4 filhos, Deus colocou no caminho dele 2 crianças que precisariam brevemente de uma figura paterna.

E eu acho que ele sempre soube disso, porque sempre foi cativando a mim e minha irmã, sempre se mostrando seguro, decidido, confiável, soberando. Nada para o meu avô parecia impossível. E quando ele falava não, não adiantava resmungar.

Ele parecia mais um super-homem. Uma super-pessoa. Um super-avô.

Newton Cardoso

Quem é rei nunca perde a majestade! Feliz aniversário sêo Newton.

Com uma voz firme, parecia ser dono de tudo e nunca mostrou ou aparentou dúvida ou incerteza de nada do que fez, ou de nenhuma atitude que tomou em sua vida.

Meu avô é nascido em 1932, e se ele não é exemplo de empreendedor eu não sei o que é. Saiu do Rio de Janeiro – sim é um carioca da gema – para ir trabalhar em Volta Redonda, na fundação da CSN, aonde se aposentou.

No meio disso, casou-se teve 4 filhos. Passou dificuldades mas sempre esteve de cabeça erguida. Sempre fez muito bem feito o que se propôs a fazer. Aprendeu com a vida, com as pessoas, cresceu na profissão e na vida.

Aposentou mas não parou de trabalhar. Criou os 4 filhos com tudo que pode. Da infância sofrida, minha mãe que é criança se lembra rindo, porque diz que nunca se sentiu inferior a ninguém.

De homem de pouco estudo a pai de doutores, Sr. Newton Cardoso aprendeu sozinho a cair e levantar e a levar comida para os filhos. Fico pensando quantas vezes deve ter ido dormir se perguntando como seria o dia de amanhã.

E o amanhã de meu avô foi belíssimo. Ele soube aproveitar as oportunidades da vida e nunca teve medo de arriscar. Acertou, errou, caiu, deu certo. Nunca desistiu e por isso é orgulho de todos os filhos.

É o patrono de uma família linda. Cheia de desafios, problemas, como todas as famílias. Mas todos se gostam graças a ele, que sempre esteve presente para nos mostrar como é bonito estar junto e como estar em sintonia com nossos familiares faz bem pro coração.

Eu lembro dos seus pequenos gestos, desde quando eu me lembro de alguma coisa. Nos levava para viajar, para passear, sempre com paciência, com amor, com cumplicidade.

Não era o avô da hierarquia. Era o avô cúmplice, o avô que cativa os netos. Me lembro dele me pegando no colo. Ele é o cara que conta piadas, que faz brincadeira, que ri da vida, que ri de si mesmo, que ri de todo mundo.

Ganhou os netos com carinho. Me ganhou pela postura de quem nunca está inseguro e sabe o que faz. Me ensinou que empreendedorismo é muito mais fazer o que é preciso para conseguir o que se quer agora, do que planejar um futuro brilhante sem colocar a mão na massa.

Ganhou o meu amor não ao me dar dinheiro. Mas sim ao me dar um pequeno livrinho dizendo para que eu praticasse aqueles ensinamentos para poder ser uma pessoa melhor.

Ganhou minha gratidão não ao dizer que me ama, mas ao se arriscar comigo nos momentos mais difíceis da minha vida, quando tudo era incerteza e, os problemas iam crescendo.

Ganhou minha admiração por nunca desistir. E por nunca se mostrar fraco diante de ninguém. A força que ele faz pra parecer forte espanta qualquer fraqueza, e faz com que fiquemos fortes também.

Eu sempre vi o meu avô forte, exceto por um momento…

Daqui a 1 semana faz um ano que um belo dia sou acordado com a notícia de que meu avô tinha sofrido um AVC. De repente, via o peso do mundo desmoronar nas minhas costas.

Ele sofreu um AVC 1 semana após o seu aniversário. Certas datas nunca são esquecidas.

Vi o homem mais forte que já conheci ser derrubado e muitas noites passei chorando com medo dele não conseguir se levantar. Deus nos pregou uma peça, uma pegadinha de mau gosto.

Mas, o homem mais forte do mundo não quis saber de nada, se recusou a ceder e se levantou, mesmo que o mundo todo girasse quando ele estava de pé. A sua teimosia o tornou mais forte, e ele venceu qualquer sequela que o AVC poderia ter deixado em uma pessoa normal.

Mas, ele não é normal.

É um exemplo. Um herói. E heróis não são vencidos por problemas comuns. Heróis não são abatidos por dores comuns. Heróis não são comuns. Eles são muito mais do que nós, simples mortais.

Hoje, dia 23 de novembro o meu herói faz 80 anos. O meu simbolo de empreendedorismo, o meu símbolo de pai, de avô, de pessoa do bem. Que Deus conserve, por mais 80 anos esse espírito de juventude e grandeza, no corpo desse homem que transparece tanta sabedoria e força.

É igual a ele – à sua imagem e semelhança – que quero ser quando crescer…

Vida longa ao rei!

Se a culpa não é sua, de quem é?

Empreendedorismo é sobre assumir as rédeas da sua própria vida e, arcar com os méritos e consequências que isso vai acarretar na sua carreira.

Eu odeio essa sentença.

Acredito, sinceramente que ela deveria ser banida do vocabulário brasileiro.

E o principal motivo é que as pessoas se mascaram por detrás dele para parecerem inocentes e vítimas da situação. Isso acaba me incomodando profundamente pois, se algo de bom ou ruim acontece com você hoje é resultado de alguma ação que apenas você praticou.

E ponto final.

Mas, as pessoas são possuídas por um vitimismo que as impede de entenderem que os resultados são atitudes das suas ações.

Pensando nisso, eu resolvi quebrar 03 tabus que as pessoas acreditam que guiam a sua vida e que, no final das contas não tem nenhuma influência direta em nossa vida.

Por que?

Primeiro, porque eu acho que as pessoas se fazem de vítimas de suas próprias ações e depois colocam a culpa no destino, ou em qualquer coisa parecida.

Segundo, porque eu acredito demais no empreendedorismo e, esse blog, antes de ser um blog de marketing e vendas é um blog de empreendedorismo.

Você é dono do seu caminho | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Você é senhor do seu próprio destino, não vítima.

A sua vida é baseada naquilo em que você acredita.

E aquilo em que acreditamos é a base para as nossas ações.

E tudo o mais é resultado daquilo que nossas ações se transformam. Sorte, benção de Deus, oportunismo, bunda virada pra lua, karma, e tudo mais que você acredita é só uma desculpa que todo mundo usa na hora do mérito, ou da falta dele?

Azar ou sorte? Isso depende da sua ação, e não da conspiração dos deuses a seu favor.

Dito isso, vamos aos tabus que atrasam a vida das pessoas sem que elas percebam.

#1. É tudo uma questão de oportunidade. Ou de falta dela.

Se você não teve uma oportunidade, tem duas opções: parar de tentar, ou continuar tentando.

Empreendedorismo é sobre continuar tentando.

Desistir é para os fracos.

Dito isso, a oportunidade só vem para quem não desiste de procurar. A oportunidade só vem para quem acredita que está no caminho certo e, com isso acaba criando a sua própria oportunidade.

Oportunidades não estão vagando por aí procurando por pessoas que estejam procurando por oportunidades.

Não. Não existe anúncios de oportunidades nos jornais. Nem na internet. A oportunidade é você quem cria, você que desenvolve e faz acontecer. A falta de oportunidade é uma desculpa.

Uma desculpa de quem desistiu de tentar. Uma desculpa de quem desistiu de fazer o seu próprio caminho e sentou aguardando uma ajuda dos céus, uma ajuda milagrosa.

Deus é onipresente. Mas, entre ajudar uma criança que vai morrer pisando numa mina lá no Irã e te dar uma oportunidade de ser alguém na vida, eu prefiro que ele vá lá, cuidar da criança, porque você tem saúde. E isso é o que basta.

A sua oportunidade é ter saúde. Ela é a única oportunidade que você tem de fazer a sua vida acontecer. Dinheiro, amigos, influência e qualquer outra coisa não tem nada a ver com oportunidade.

Existem duas maneiras de alcançar a linha de chegada: o caminho fácil e o caminho difícil. Todos os dois dão no mesmo lugar. Algumas pessoas conseguem percorrer o caminho mais fácil porque alguém lá atrás já percorreu o caminho difícil.

Outras, precisam fazer todo o trabalho…

Agradeça por ter saúde. Na cidade e na selva, é o que basta.

2. Sorte no jogo, azar no amor.

Você tem duas escolhas a fazer: ter sorte no jogo e azar no amor. Ou vice-versa.

Eu aconselho você a escolher a sorte no amor. Infelizmente não sou profissional desse campo e, aí eu acredito em sorte.

No jogo, a gente aprende as regras e fica bom.

No jogo não existe sorte. No jogo existe talento, competência e força de vontade. No jogo existe esforço, determinação, sonho.

A única alternativa do jogo é aprender. Ser bom. Ter sorte não é uma opção.

Por que?

Porque sorte é resultado de preparação. Muita preparação. Anos de preparação. Muitas horas sem dormir de preparação. Tentativa, erros e acertos. E, junto com isso vamos enxergando as coisas de um outro modo, de uma outra maneira que nos permite fazer diferente.

E, quando fazemos diferente, depois de muito esforço, damos a “sorte” do negócio dar certo.

Mas, é muita sacanagem, muito pouco caso, colocar o mérito de horas e anos de trabalho em sorte.

Sorte não existe. O que existe mesmo é o mérito. A força de vontade. E o trabalho incansável.

Da próxima vez que disser que alguém teve sorte, lembre-se que, muitas vezes, durante o seu sono, ele estava batalhando.

A regra é simples. “Sem sacrifício não há vitória”. Optimus Prime.

Sorte no jogo, azar no amor | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Não existe sorte, ou azar. Existe trabalho duro!

#3. Ter dinheiro é um pecado.

Caramba. Essa frase me irrita bastante, sabia?

Quer dizer então que temos que fazer filantropia. Aquela pessoa que ganhou dinheiro com aquilo que criou, desenvolveu, com as suas ideias então é uma pecadora?

Infelizmente, no Brasil, ter dinheiro, ou melhor, ganhar dinheiro com o suor do nosso esforço é pecado. Brasileiro rico não presta. Brasileiro rico é picareta, bandido e etc.

Sim, eu concordo que em partes isso é verdade.

Mas é possível sim ganhar dinheiro fazendo a coisa certa, fazendo as coisas conforme mandam o figurino, sem ter que fazer politicagem, sem se envolver em sujeira e em roubo.

Se uma pessoa tem dinheiro por mérito e capacidade própria, tem todo o direito de usufruir daquilo que criou. E, sendo assim, não há pecado nenhum nisso.

Se as pessoas se concentrassem mais tempo de suas vidas trabalhando e criando coisas, ao invés de conspirarem sobre a carreira alheia, acredito que, além de serem mais felizes, seriam muito mais capazes de empreender e fazerem a diferença em suas carreiras.

Para de reclamar e tira a bunda da cadeira.

Se mexer é o melhor remédio. É o elixir do empreendedorismo. Por isso, acredito que as pessoas ficam se lamentando porque o desafio é grande e o sacrifício reamente faz com que queiramos desistir, muitas vezes.

Afinal de contas, ser medíocre tá na moda. E, pra essa galera tem Bolsa Família, ajuda disso, ajuda daquilo e tudo mais.

Mas, por outro lado, eu acredito que a nossa vida tem apenas uma chance de dar certo. E nós temos apenas uma chance de deixar o nosso nome na história, ter um legado e fazer com que essa existência tenha algum sentido: através do empreendedorismo.

O empreendedorismo é a sua chance de fazer a sua história aqui ter algum sentido. Infelizmente nem todos pensam assim.

Os 4 Erros de Marketing que os Micro e Pequenos Empreendedores Cometem.

Muitas vezes, não fazer marketing é melhor do que fazer de qualquer jeito, cheio de erros e falhas.

O que é marketing para você?

Quantas vezes, por dia um empreendedor para e pensa sobre marketing, em meio a vários desafios, várias contas, vários problemas?

Eu sei o que é ser um pequeno empreendedor.

Eu sei o que é pensar em tudo ao mesmo tempo e ter que dar certo.

Sim. Os desafios são sem tamanho. E, sim! Mesmo tendo tempo para descansar você vai estar pensando no seu negócio: se conseguirá pagar aluguel, funcionários, fornecedores.

E aquele passeio, pra descansar? Não virá tão cedo.

Se você acha que consegue trabalhar mais de 14 horas por 1 ano e dormir apenas 4 horas, multiplique por 5 isso. Um ano não será suficiente.

E sim, você será sacrificado até não poder mais.

Em tudo!

Nesse cenário, diz pra mim aonde ficará o tempo do empreendedor para pensar em marketing?

Marketing Estratégico | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoMarketing é coisa de empresa grande, pensam eles.

E por isso cometem vários erros que acabam comprometendo o sucesso do negócio no curto prazo.

Por isso, antes de pensar no marketing, ou de achar que o marketing é coisa de empresa grande, lembre-se que é ele o único artifício que poderá transformar sua pequena empresa em uma grande marca.

Lembre-se disso quando ouvir falar de marketing: é ele a única ferramenta capaz de transformar uma empresa em uma marca.

Sendo assim, presta atenção nos erros mais comuns que os micro e pequenos cometem na hora de fazer marketing.

#1. Fazer marketing de qualquer jeito é pior do que não fazer marketing.

Sim. Não pense que o simples fato de estar fazendo alguma coisa é melhor do que não fazer nada.

Ledo engano.

Fazer mal feito é uma péssima maneira de fazer e, os prejuízos poderão ser irreversíveis.

Em marketing isso pode ser um belíssimo tiro no pé da sua empresa e até fazer com que ela vá por água abaixo.

Marketing é uma atividade estratégia e de planejamento, antes de ser apenas uma ação.

Por isso, planejar, pensar e repensar é muito mais importante do que sair fazendo.

Lembre, por exemplo que uma promoção pode prejudicar os estoques, que uma divulgação em massa pode comprometer uma grande parte da sua renda e que a sua operação pode não estar pronta para um pico de vendas.

Antes de fazer marketing, pense marketing e tente prever o impacto de uma atividade do seu negócio.

#2. Por que pensar que publicidade é marketing?

Eu já trabalhei em pequenas empresas em que a reunião de marketing era, na verdade, a reunião de mídia.

Falávamos sobre basicamente mídia offline.

E assim se resumia a reunião de marketing.

Por falta de tempo e sobrecarga, micro e pequenas empresas começam a achar que divulgar é fazer marketing.

Marketing não é Publicidade | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoE, por isso, começam a pulverizar grandes quantias de dinheiro, muitas vezes desnecessárias, para divulgar em todos os canais.

Isso é um erro.

Porque marketing não tem a ver apenas com divulgação e promoção. Tem a ver com percepção, com princípios, com atendimento, com cultura, com marca, com empatia.

Lembre-se disso na sua próxima reunião de marketing.

#3. Não pensar global e agir local.

Sim. É preciso pensar global e agir local.

 A primeira parte é fácil. Bem fácil. Pensar global, no impacto que a nossa marca ou serviço pode impactar nas pessoas é o que todo empreendedor quer.

A parte de pensar global, pensar em ser grande, em fazer a diferença é muito bonita.

Mas, a parte de agir local deixa as pessoas um pouco atrapalhadas.

Primeiro, por que ninguém ainda definiu o que é agir local quando o assunto é marketing.

O que é agir local par você?

Você precisa se concentrar na sua área. No seu bairro, na sua rua,

Se o seu vizinho não compra de você, não sabe que você existe, como que você vai conseguir crescer?

Se você não comunica primeiro pro seu bairro, primeiro na rua aonde você está, primeiro  no que você faz, vai conseguir crescer como?

Você precisa focar local.

O empreendedor precisa estar na casa do vizinho, e não no comercial da novela.

O pequeno empreendedor precisa mostrar que ele representa o negócio e, se comprometer em fazer a diferença para as pessoas que estão do seu lado.

Você precisa pensar como um gigante. Mas agir como pequeno.

#4. Não terceirizar o marketing pra quem sabe fazer.

O empreendedor tem uma concepção de que consegue fazer tudo.

Consegue cobrar o escanteio, tocar a bola pro atacante e fazer o gol.

Só que é aquela velha história do pato. O pato anda, nada e voa. Só que faz tudo muito mal. Nada mal, voa meio metro de altura e anda muito, mas muito devagar.

Quando um empreendedor que atuar em todas as posições será humanamente impossível que ele faça tudo com excelência. Vai ser tudo mais ou menos.

Será um financeiro mais ou menos, um marketeiro mais ou menos, um vendedor mais ou menos, e assim vai…

Ser mais ou menos não vai fazer a sua empresa fazer a diferença. Muito menos vai fazer com que o marketing da sua empresa aconteça.

O empreendedor precisa ter foco. Foco para pensar, para ter criatividade e estar estrategicamente voltado para fazer as coisas acontecer.

Para isso, ele precisa estar menos sobrecarregado.

E, isso significa encontrar pessoas certas para as posições certas: vendas, entrega, estoque, financeiro, RH, etc.

Acontece que, com o marketing isso acaba ficando em segundo plano. E, o empreendedor, vai, como da, levando a coisa e tocando a bola sozinho.

Não terceirizar ou concentrar o marketing em um especialista é um péssimo erro. O maior deles, talvez.

Não cometa o erro de não dar atenção para o marketing. Não cometa o erro de querer abraçar tudo, achando que pode fazer mais barato.

Até por que o que é mais barato, nem sempre é o menos custoso.

O marketing por exemplo, mais barato pode acarretar um custo muito maior e comprometer os resultados do negócio, comprometer o tempo do empreendedor e acabar comprometendo toda a empresa.

O marketing é uma atividade estratégica.

Marketing Estratégico | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoÉ dele que surgem as estratégias de vendas, distribuição, atendimento, entrega, relacionamento com funcionários, fornecedores e clientes, comunicação visual, preço e muito mais coisas que atuam no subconsciente.

Por isso, o empreendedor atarefado e sobrecarregado precisa entender que precisa fazer com que essa área estratégica da empresa aconteça para que os resultados apareçam.

Caso contrário vai continuar dando murro em ponta de faca e, colhendo resultados pífios ao longo das suas atividades e do modelo corre-corre e sem padrão de fazer as coisas.

O que House tem a Ensinar Sobre Empreendedorismo?

O que o médico mais amado e odiado do mundo tem a ver com o empreendedorismo?

Bem, a premiadíssima série House foi embora. Não sabemos se para sempre mas, por enquanto ela acabou.

E, nesses oito anos de House tivemos muitas lições de empreendedorismo com o jeito meio controverso de liderança do Dr. Gregory House.

Por isso, nós do CINEBusiness resolvemos fazer uma homenagem a House e ao seu lado empreendedor. Mostrar que sentiremos saudade do médico rabugento que faz todo mundo ao seu redor odiá-lo e, no final é uma pessoa sozinha.

House pode nos ensinar sobre empreendedorismo, talento, humildade e disciplina.

Empreendedorismo para se destacar e ser notadamente o melhor da sua área – que fazia com que todos tivessem que engoli-lo -, talento – que é inegável, e absolutamente percebido em todos os episódios -, humildade – que ele não tem, ou não parece ter -, e disciplina – rotina, rotina, rotina, rotina.

Sentiremos falta de House não porque ele era inteligente, engraçado, controverso e irritante. Sentiremos falta de House porque ele tinha o empreendedorismo nas veias e, construiu sua carreira APESAR de ser uma pessoa impossível de se conviver.

Quer maior exemplo de empreendedorismo?

Pensando nisso, o CINEBusiness, em homenagem a House e ao seu lado empreendedor decidiu estrear o seu ciclo de Webinars falando sobre a influência de House no empreendedorismo. E, principalmente, o que House tem a ver com o empreendedorismo.

Portanto é com grande orgulho que o CINEBusiness convida você para assistir ao webinar “House e a Revolução do Empreendedorismo”.

No webinar sobre House e o empreendedorismo você vai ver as características empreendedoras que fazem com que House seja uma pessoa fora do normal.

Se você gosta de House, gosta de empreendedorismo e gosta do CINEBusiness esse evento é indispensável para você!

Assista, no dia 24 de Julho, gratuitamente ao webinar “House e a Revolução do Empreendedorismo” e veja com outros olhos do médico mais polêmico e empreendedor de todos os tempos.

Para fazer inscrição para o webinar sobre House e o empreendedorismo você ir até o site da AulaVox ou clicar no e-convite abaixo.

Nos vemos dia 24 de Julho às 20:00h para falarmos sobre as ideias de House e o que elas têm a ver com empreendedorismo.

House e a Revolução do Empreendedorismo.

Data: 24 de julho de 2012.

Horário: 60 minutos. Das 20:00h às 21:00h.

Investimento: GRATUITO.

Faça já sua inscrição no webinar House e a Revolução do Empreendedorismo!

Local: Internet, no formato de webinar. Assista em qualquer local com conexão à internet.

Palestrante: Enrico Cardoso tem 27 anos, é editor e idealizador do CINEBusiness. Idealizador do manifesto do empreendedorismo acredita muito em um aprendizado 360º do empreendedorismo, aonde não apenas livros e cursos fazem pessoas mais empreendedoras, mas também rotina e convivência. Junto com mais 14 colaboradores compõe a galeria de autores do CINEBusiness escrevendo sobre empreendedorismo para mudar o mundo.

Sobre o CINEBusiness: O CINEBusiness é um projeto que usa o cinema para disseminar o empreendedorismo entre as pessoas. Nós acreditamos que pessoas mais empreendedoras são formadas por não apenas conhecimento, mas bagagem cultural.

Convite Webinar House e o Empreendedorismo - CINEBusiness | Cinema e cultura com um toque de empreendedorismo

Clique na imagem para fazer a sua inscrição!

Esse post foi originalmente postado no CINEBusiness. Se você ainda não conhece o projeto, delicie-se no melhor projeto sobre empreendedorismo com cinema do país.

O Empreendedorismo Demora Quanto Tempo Pra Fazer Efeito?

O limiar entre persistência e teimosia é bem pequeno. Por isso, quanto tempo esperar até o empreendedorismo dar certo – ou não?

Na sexta-feira passada, pela manhã enquanto fazia o trajeto de metrô para o trabalho, me deparei com uma pergunta reflexão no Twitter do meu amigo Gabriel Galvão sobre empreendedorismo que me provocou essa reflexão, que se transforma agora em artigo.

A pergunta? Bem, a pergunta era sobre o tempo de maturação do empreendedorismo.

Empreendedorismo - Qual é o Tempo de Maturação - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Quanto tempo demora pro empreendedorismo dar certo?

A pergunta que não quer calar é:

Quanto tempo um empreendedor deve suportar até seu empreendimento ter sucesso? 1 ano, 2 anos, 5 anos?

Essa pergunta é muito difícil de responder na minha opinião. Acredito que não exista uma resposta padrão sobre essa questão do empreendedorismo.

A primeira regra do empreendedorismo é que empreendedorismo não tem regra. O que funciona pro seu concorrente, o que funciona para um mercado pode não funcionar muito no outro, ou até levar ao fracasso.

Da mesma maneira que, em empreendedorismo o limiar da persistência e teimosia é minúsculo; o limiar do sucesso ou fracasso também é bem pequeno.

Tendo isso em mente, vou falar um pouco do que eu acho que seja a resposta para essa pergunta, que acima de tudo é uma reflexão.

A resposta para essa pergunta de empreendedorismo precisa levar em conta três fatores:

#1. Cada caso de empreendedorismo é um caso.

Se você tem uma startup de internet, o tempo de maturação do seu negócio é um. Se você tem uma empresa de prestação de serviço, esse tempo é outro, se você tem uma empresa de produtos, é outro, e assim por diante.

SIM! O segmento, o mercado, o ecossistema em que você e seu empreendimento estão inseridos significa muito. Na internet, por exemplo, seis meses pode ser “longo prazo”, enquanto isso em serviços pode ser “curto prazo”.

O timing é totalmente diferente, para um empreendedor, de acordo com o meio.

Então, a primeira coisa a fazer é guiar-se não pela persistência/teimosia, mas pelo espírito “comece pequeno, pense grande, cresça rápido”.

O melhor indicador para a sua empresa deve ser o crescimento. Até mais do que o ROI. Se você está crescendo, acredita no que faz e está disposto a fracassar por isso, siga em frente.

Em empreendedorismo, crescer vem primeiro do que ROI. E não estamos falando de crescimento financeiro. Estou falando de crescimento do negócio.

Qual deve ser a sua métrica?

Número de novas pessoas atendidas pelo que você faz;

Número de novas pessoas falando sobre o que você faz;

Seus vizinhos – em muitos casos literalmente – precisam ser entusiastas do que você faz;

Número de feedbacks positivos;

Número de indicações;

Número de pessoas que apostam na sua ideia.

Esses são alguns dos índices de que o empreendedor precisa para medir a sua ideia.

O dinheiro não vai aparecer da noite pro dia. Existe um caminho para o dinheiro. E esse caminho é o crescimento de que falei acima. Você precisa estar na boca das pessoas. Só assim a coisa vai começar a acontecer. Se você não está crescendo, pode ser bom parar.

#2. O empreendedor conta muito. Por isso chama-se empreendedorismo.

O empreendedorismo não é nada sem empreendedores.

Então, o pessoal de cada um ajuda muito no tempo de maturação de um negócio.

Uma coisa que você precisa fazer é melhorar e aumentar o seu potencial, sua filosofia e seu comportamento sobre empreendedorismo.

O que fazer?

Aumentar a bagagem cultural fomenta o empreendedorismo.

Ampliar os horizontes fomenta o empreendedorismo.

Despertar o espírito da liderança fomenta o empreendedorismo.

Bases familiares fomentam o empreendedorismo.

Ao contrário do que pensa, dinheiro não fomenta o empreendedorismo.

Com isso, o empreendedor torna-se uma pessoa mais capaz de conduzir o negócio rumo ao sucesso e, faz com que as possibilidade das coisas darem certo sejam maiores.

Não existe fórmula mágica de empreendedorismo. Por isso, a capacidade de aprender sobre aquilo que envolver cultural e economicamente o seu negócio vai fazer muita diferença na hora do negócio dar certo ou não.

#3. Não caminhe sozinho no mundo do empreendedorismo.

Parece besteira isso. Por que todo empreendedor acredita que é o super-homem no início de tudo.

Sim, eu posso aguentar a barra!

É mais ou menos assim que todos pensam. Só que a verdade é bem por outro caminho.

Todo empreendedor precisa de suporte. Todo empreendedor precisa de alguém para ajudá-lo a ver as coisas por outro ângulo, alguém para opinar, alguém para ajudar nas tomadas de decisões.

Esse alguém pode ser um sócio, um parente, um amigo, o cônjuge ou até mesmo um coaching.

Acredite!

A barra é pesada. Não há noites de sono, dias de lazer e, mesmo de folga as preocupações financeiras, operacionais e tudo que envolve o negócio vai te martelar para onde você for.

Por isso, ter alguém que veja as coisas de fora, alguém com opinião diferente, alguém que tenha experiência, de vida ou de negócios vai te ajudar muito.

Não seja egocêntrico a ponto de se achar o melhor de todos. Não seja prepotente a ponto de achar que sabe tudo. Seja humilde, cale a boca daquele rei que você tem na barriga e ESCUTE OS OUTROS.

Acredite em mim. Estou falando por experiência própria.

Empreendedorismo é assim. Todo empreendedor vai se dar mal uma hora.

Tô louco?

Não… eu sei bem o que to falando. Por isso digo que você precisa ter alguém por trás. Isso minimiza as chances de burrada e, aumenta as cabeças pensantes por trás das ideias.

A verdade é que se desse pra prever com exatidão e antecedência se um negócio ia dar certo ou errado, empresas não fechavam todos os dias.

Mas, seguir esses três passos simples vai ajudar muito a você diminuir e muito as chances de fracasso. Vai por mim…

Se você quiser saber mais sobre empreendedorismo

Leia o manifesto do empreendedorismo no CINEBusiness e visite o PontoMarketing. É certeza de conteúdo relevante para fomentar o empreendedorismo mundo afora.