Você está atingindo mais pessoas no Facebook do que imagina

Um novo estudo mostra que a percepção dos usuários do Facebook é diferente do que a realidade. A maioria das pessoas tem um alcance maior do que imagina

Pense naquela pessoa que trabalhou com você há 6 anos atrás e que sempre curte seus posts no Facebook e deve ser o único a ver isso. Agora pense novamente.

Um novo estudo do departamento de ciência da computação da universidade de Stanford com dados do Facebook, mostrou que a maioria dos usuários do Facebook estão atingindo mais de 3 vezes o número de pessoas que acreditam atingir.

Uma análise da atividade de 220 mil usuários americanos do Facebook ao longo de Junho de 2012 demonstrou que cada post é visto, em média por 1/3 dos seus amigos.

Além disso, os pesquisadores exploraram a disparidade entre a percepção dos usuários do Facebook de seu público e da realidade estatística, e comparou a comunicação via Facebook com outras redes sociais.

Acredite: você está atingindo mais pessoas no Facebook do que imagina.

Acredite: você está atingindo mais pessoas no Facebook do que imagina.

Alguns destaques do estudo:

  • Os usuários do Facebook subestimam o seu público, acreditando que suas mensagens são vistas por apenas 27% do número de pessoas que realmente veem.
  • Cerca de 50% dos participantes do estudo expressaram o desejo de ter um público maior, mas todos eles tinham estimado um volume muito menor de espectadores do que realmente tinha.
  • As pessoas não não curtem regulamente as postagens, ainda sim as leem. Os sistemas sociais têm mais espectadores do que contribuintes, afirmou o estudo, concluindo que a maioria das pessoas que recebem suas mensagens não estão respondendo ativamente a elas.

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Este artigo foi adaptado do original, “You’re Reaching More People on Facebook Than You Think”, da revista Inc.

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Por dentro do comportamento dos vendedores.

Há um tempinho atrás eu lancei um post sobre a formação de equipe de vendas e, como complemento fiquei devendo um post sobre os tipos de comportamentos de vendedores, uma vez que temos vários deles por aí. É só parar para observar.

Eu acredito que um processo seletivo de vendedores, para ser bem sucedido precisa estar detalhado. Itens como característica do profissional, tipo de comunicação, postura, vícios de linguagem, forma de vestir precisam estar muito bem estruturados pela empresa antes de se lançar no mercado em busca de um profissional.

Ao contrario do que pensam algumas pessoas que acham que são vendedores, mas que pararam no tempo, um excelente vendedor não vende de tudo. NÃO MESMO. Existem ótimos vendedores de um segmento que podem ser um fracasso quando tentam a sorte em outra área que não seja a sua. Posso citar o exemplo de vendedores B2B que, simplesmente não conseguem vender diretamente para o consumidor e o mesmo pode acontecer no caso contrário (o que acaba sendo muito mais comum).

Eu não estou querendo dizer que não possa existir um vendedor que se dê bem em várias áreas. Muito pelo contrário. No que diz respeito à vendas podemos ter um vendedor-coringa que se encaixa muito bem em todos os produtos e, SIM, venda todos eles com louvor. Mas, vendedor-coringa não entra nas personalidades dos vendedores. É apenas uma característica possível a mais que um vendedor pode ter (seja qual for a sua personalidade).

Por outro lado, eu não gosto de rótulos. Não gosto de rotular pessoas por nada. Esse é um dos motivos pelo qual não acredito em horóscopo (pessoas diferentes, com idades diferentes, educação diferentes, etnias diferentes, vivências diferentes e culturas diferentes não podem ter a mesma personalidade, nem estarem lançadas à mesma sorte padrão). Por isso eu acho que o fator personalidade conta muito.

E a personalidade determina a individualidade de cada pessoa. Por ser o conjunto das características psicológicas é influenciado por tudo aquilo que eu falei lá em cima.  E isso, faz toda diferença. Mas, por outro lado, eu posso traçar algumas características e comportamentos que auxiliem a cada empresa buscar o melhor vendedor para integrar a sua equipe.

Eu acredito que o comportamento e a classificação dos vendedores podem ser divididas em oito categorias que, vou colocar aqui em ordem crescente. Ou seja, se você dispõe dos recursos necessários, os vendedores que você deve contratar são os últimos da lista.

Ah! E antes que eu me esqueça. Mesmo que você possua dinheiro, tenha oportunidades em sua empresa e, acha que merece os melhores, os três tipos de vendedores que configuram o topo dessa lista, representam apenas algo em torno de 5% de todos os profissionais de vendas. Mas, nada impede que você capacite o seu vendedor e o transforme em um superstar.

Aí vão eles.

#8. Os Negativos.

Esses são aqueles vendedores que, por mais que sejam inteligentes, não permanecem muito tempo em um mesmo local de trabalho. Quando as cobranças começam, eles começam a dar as desculpas de que a culpa é da empresa, que a empresa não tem estrutura pra vender, que não da assistência pros vendedores, que não trata bem os clientes, e que a empresa não da valor aos funcionários.

Essas pessoas até que poderiam ser bons vendedores mas, não conseguem parar de falar mal. Falam mal do melhor vendedor, porque ele vende mais. Falam mal do gerente, porque ele cobra mais o vendedor negativo do que o melhor vendedor. No final do dia, tudo que esse vendedor quer é vender a imagem de coitado, de perseguido da empresa.

Esse tipo de pessoal dificilmente consegue crescer dentro da empresa. Mas, em lugares aonde a politicagem, camaradagem e babação de ovo, tudo pode acontecer.

Infelizmente em algumas empresas os vendedores negativos conseguem afastar bons vendedores e, prejudicar muito a empresa nas vendas. Portanto, ao menos que a sua empresa seja uma empresa que só funciona através da pagação de pau, FUJA desses caras.

#7. Amadores.

Amadores são os vendedores que ainda não se decidiram pela profissão de vendas. Eles têm pouco estudo, possuem pouca bagagem e, muitas vezes são aquelas pessoas que trabalham em vendas pra poder pagar a faculdade para depois poder seguir a sua outra profissão.

Eu vejo muitos desses vendedores em lojas de shopping. Lojas de roupas, de calçados e, muitas vezes eles podem ser chamados de atendentes, uma vez que só esperam o cliente chegar na loja e mostram a eles as mercadorias.

Porém, muitas vezes esses vendedores acabam tomando gosto pela carreira de vendas, estudando e, saindo desse rótulo que, abrange a maior parte dos vendedores. Ou seja, a maior parte dos vendedores do mercado são amadores e, a qualquer momento vão cair fora. Apenas um pequeno número dessa galera acaba tomando gosto pela coisa e desenvolvendo uma característica de vendedor profissional.

#6. Sêniores.

O vendedor sênior tá cheio de vícios.

É aquele vendedor que passou a maior parte da sua vida dentro de uma empresa com milhares de funcionários e, cheio de burrocracia. Ele está acostumado com as coisas irem devagar, está acostumado com as desculpas de que as vendas vão mal porque esse mês não é bom pra vender esse produto. E pior ainda, está acostumado a preencher muito mais relatórios do que realmente vender.

Esses caras não estão acostumados a fazer ativo. Mal, mal o que eles fazem é administrar uma carteira de clientes que tem mais de vinte anos e, vender pra essas pessoas. Não procuram clientes novos. “As coisas sempre funcionaram assim. Já era assim antes de eu chegar” é a justificativa pra isso tudo.

No final das contas, a burrocracia, contamina essas pessoas que, acabam se acostumando a rotina monótona em tons pastéis de sua vidinha de vendedor sênior. Muito velho pra se renovar, muito velho pra enxergar o futuro, muito velho pra arregaçar as mangas e, muito enferrujado para fazer a diferença.

#5. Ansiosos.

O vendedor ansioso é aquele que tá tão empolgado com as perspectivas dele na empresa que, praticamente esquece de vender. Fica pensando como é legal a empresa e, em como ela valoriza ele como vendedor e, como as pessoas trabalham motivadas e etc., porém esquecem de pegar o telefone e mostrarem resultados.

Qualquer vendedor profissional já pode ter sido, em algum momento, um vendedor ansioso. Essa ansiedade em grande quantidade pode fazer com que o vendedor só se dê conta dela, depois de ser demitido, por falta de resultados. Esse vendedor não é de todo mal e, caso a ansiedade e a empolgação seja usado, pelo gerente de vendas, a favor do vendedor, pode trazer bons resultados.

Por um lado, a ansiedade e o entusiasmo desse vendedor pode ajudar a entusiasmar outros vendedores, além de ser sempre bom motivar a competitividade nas vendas. Por isso, quando a ansiedade é canalizada e, o vendedor consegue tirar proveito delas para passar esse entusiasmo pros clientes, estaremos diante de um grande vendedor evangelizador.

Portanto, não reprima os ansiosos. Apenas aprenda a canalizar a energia dessa galera.

#4. Journeyman.

Os journeymen são aqueles vendedores ideais para as empresas que têm o processo de vendas bem definido e, o relacionamento entre vendedor, empresa e cliente é bem estruturado. Esses vendedores sabem utilizar os processos de vendas da empresa em seu favor.

Se a sua empresa tem um segmento de mercado para atacar, tem um produto definido com público-alvo e tiver um processo de distribuição e venda bem detalhado em um plano de marketing, esses vendedores vão realmente fazer a coisa funcionar. Além de bem organizada, essa galera conhece as etapas da venda e, conseguem ser implacáveis nas ações que precisam colocar em prática para avançarem passo-a-passo até as vendas. A maior parte dos vendedores superstars é formada por essa galera, que depois de aliar alguns anos de conhecimento com experiência, conseguem se transformarem na nata dos vendedores.

#3. Rebeldes (ou Mavericks).

Os rebeldes são aqueles caras que não deixam que a monotonia se instale em uma empresa. Ele não tem medo de expor seu ponto de vista, nem mesmo de ir contra as ideias do gerente, quando não acha que elas são as mais adequadas para as estratégias de vendas da empresa.

Além disso, os rebeldes tendem a ser profissionais carismáticos e empáticos, mas tem uma certa necessidade de ter seguidores e admiradores. E, com o seu grande carisma, geralmente têm essa facilidade de ter admiradores pela empresa.

São os galãs da empresa. Pois devido aos seu comportamentos e atitudes têm uma legião de admiradores empresa a fora. Porém, muitas vezes, por não ter limites e papas na língua, acabam desafiando a empresa, acabam sendo visto com maus olhos pela direção, como sendo vendedores criadores de problemas.

Porém, esses caras têm uma ligação muito grande com os clientes. E, por isso, muitas vezes é bom que as empresas escutem, ao menos um pouco as suas ideias e palpites. Essa galera tem muita facilidade em evangelizar clientes e, pelo entusiasmo, podemos supor que seja a evolução do vendedor ansioso.

Os rebeldes têm o seu estilo próprio de vendas e agem conforme a suas percepções do processo de vendas, o que na maioria das vezes, da muito certo e traz resultados. Porém, podem não se adaptar muito bem (como os journeymen) aos processos da empresa, o que em muitos casos acaba provocando a saída desse pessoal da empresa.

Os rebeldes são uma galera de altos e baixos. Possuem uma conexão grande com os clientes (que os enxergam como especialistas) e, sempre deixam claro o seu ponto de vista, mesmo que isso signifique ir contra todos. Por outro lado, não gostam muito do padrão e da mesmice, tendem a desrespeitar algumas regras que consideram desnecessárias e, por outro lado criam a suas próprias regras. Por muitas pessoas podem ser rotulados como agressivos, e até mesmo palhações e estabanados demais.

Mas, nenhum vendedor é perfeito. Se, por um lado a intransigência dos rebeldes atrapalha, por outro o feeling com os clientes e a capacidade de evangelização desses caras acabam fazendo toda a diferença.

#2. Barracudas.

Esses vendedores são aqueles que, apesar de terem muito talento e conhecimento sobre as vendas, têm também outras características que acabam sendo úteis para o cargo de supervisores e gerentes. Portanto, a grande parte dos vendedores promovidos, que largam as vendas são os barracudas.

Por isso, esses caras são muito críticos. Gostam de dar palpites no estilo de trabalho dos outros vendedores e, muitas vezes acaba indo além dos limites aceitáveis. Mas, de qualquer maneira, todos esses palpites geralmente têm a ver com o lado profissional e, por mais duros que sejam, têm sempre a ideia de melhorar o desempenho de seus companheiros. O que não impede que ele seja tido muitas vezes como intrometido.

Os barracudas sabem que são acima da média e, por isso mesmo têm um ar superior que pode ser interpretado como arrogância por algumas pessoas. E, eles gostam de serem taxados como arrogantes e intrometidos e, acreditam que isso seja um dos fatores de seu excelente desempenho nas vendas. Porém, mesmo sendo geniosos demais, conseguem entregar resultados muito superiores aos da maioria dos vendedores que trabalham com ele, o que colabora para o ar arrogante dessa galera.

#1. Superstars (ou Campeões).

Esses caras são a menina dos olhos de qualquer empresa. São as celebridades do mundo das vendas e, têm aquela faísca de vendedor ansioso e, seguem as regras de comercialização das empresas. Além de automotivados e autoliderados, esse pessoal, quando está no meio de uma equipe de vendas, consegue romper os limites de vendas.

São a turma que conseguem conceder menos descontos, ter menos problemas durante as vendas e, principalmente, isentar-se de clientes problemas. Isso porque, estudam seus clientes e, não exitam em momento algum em dizer para o cliente que o seu produto não serve para ele. São verdadeiros, autênticos e, em grande parte, amigos de seus clientes.

É um grande contador de histórias. Compartilha suas histórias com os colegas e, tem um grande repertório para cativar os clientes e realmente ajudá-los a ter sucesso. Por isso, pelas histórias e simpatia, eles oferecem o tipo de produto que o cliente precisa, é eficaz em fazer diagnósticos e não perde tempo. Se, durante o diagnóstico ele encontra uma oportunidade, vai fundo. Por outro lado, se achar que está perdendo o tempo do cliente, diz claramente que o seu produto não pode ajudá-lo. E, por esse motivo conseguem, com o seu produto, resolver o problema com eficácia e rapidez.

Grande parte desse êxito se da pelo prazer em colocar em prática novos conhecimentos e estratégias de vendas, que além de colocar em prática, faz questão de compartilhar com toda a equipe de vendas. Por esses motivos, quando estão dentro da empresa, e não na rua visitando os clientes, são sempre procurados por colegas que querem novas ideias, novas dicas e novas histórias para compartilhar com os clientes.

Como o nome já diz, são as celebridades das vendas. Possuem o gás e a empolgação de um ansioso, mas sabem levar essa ansiedade pro lado certo para tirarem proveito dela. Por isso tudo, custam mais caro do que os outros tipos de vendedores, mas caso você encontre um, sugiro que você leve para a sua empresa o mais rápido possível. Certamente, os resultados valerão os custos.

Os desafios da administração e do empreendedorismo.

O artigo que vou publicar abaixo é inedito. Apesar de ter sido escrito em 2008. A ideia deste artigo era ser um artigo conjunto. Eu e mais dois colaboradores iriamos escrever sobre o “desafios da administração comtemporânea”. Era pra mostrar como, muitas vezes, o que a gente aprende na faculdade não está de acordo com a realidade do que os profissionais precisam ao entrar no mercado de trabalho. E uma das pessoas que iriam escrever uma parte desse artigo era justamente um coordenador de uma faculdade de administração.

A ideia era bacanosa. Ia sair no jornal da faculdade de administração, pra garotada que faz o curso pensar refletir. E quem sabe, mudar um pouco a coisa.

Mas o artigo não foi pra frente. O projeto foi abandonado. Acho que eles acharam que meu artigo ia muito direto ao ponto e tinha uma crítica muito forte às instituições de ensino. E o pior é que eu tentei ser, em um certo ponto, ser até meio suave nas minhas observações.

O artigo não tem um final escrito. E também não vou escrever.

O final dele era pra ser escrito a seis mãos (porque eram três colaboradores), mas não foi. Assim, quem quiser pode ajudar a escrever o final desse artigo. A interpretação é livre. As críticas também. Só acho que, algumas faculdades, e nelas incluo o curso de administração, ensinam coisas que não seriam úteis nem no século XXVIII.

Se você se enxerga nesse artigo, ou enxerga a sua faculdade, corra como se não existesse o amanhã! Você pode perceber, tarde demais, que o seu diploma não serviu pra nada.

O sistema de ensino brasileiro precisa de uma reforma. E a melhor forma de fazê-lo é de dentro pra fora!

“Todas as Grandes Verdades Começam como Blasfêmias”.
George Bernard Shaw.

 Aceite uma verdade: A administração como nós conhecemos morreu. Se não morreu ainda, falta pouco. Sim, sabemos que isso parece uma heresia, mas mostramos a você como chegamos a essa conclusão: 55,4% dos empreendedores brasileiros o fazem por NECESSIDADE, e não por PAIXÃO ou VOCAÇÃO. Vale dizer que esses, na grande maioria das vezes não possuem nenhum estudo sobre administração, empreendedorismo ou  têm a mínima noção de como montar uma empresa. Ou seja, pessoas abrem empresas e criam negócios em mais de 50% das vezes por dificuldade de encontrar trabalho.

E não é com nenhum espanto que as Micro e Pequenas Empresas já empregam a maior parte da mão-de-obra no país. Por isso, acreditamos que a missão de Administração no século XXI é muito mais o fazejamento do que apenas o planejamento. Foi-se o tempo em que Maquiavel era o grande mentor da administração contemporânea.

Grandes empreendedores com histórias e teorias de sucesso têm dicas bem mais interessantes do que pensadores da antiguidade. As armas têm que evoluir conforme a guerra. Imaginemos uma terceira grande guerra hoje. Imagine que, nessa mesma guerra, um país utilize as mesmas “garruchas” e arsenais da primeira, o resultado é previsível, MASSACRE TOTAL. E é desse jeito que muitos empreendedores enxergam a Administração hoje, como uma ciência que estuda a realidade com ferramentas pré-históricas.

Em um século dominado por gamers, Orkut, MSN e iPods, não podemos mais seguir conselhos de um Maquiavel de O Príncipe, que por não ter nascido em um berço “tão dourado como queria”, resolveu que cresceria ajudando os mais fortes a USAR os mais fracos. Da mesma forma, não podemos forçar alunos de quinta série a ler Dom Casmurro, um livro que é dificílimo de ler e incompreensível para as crianças, alem de chato, mesmo ele sendo um grande clássico da literatura brasileira. Algumas (quase todas) palavras ali já nem mais existem. O resultado? 1.8% os brasileiros lêm ao menos um livro por ano. Temos que utilizar o tempo atual para educarmos os novos profissionais que trilharão o rumo do país. Ao invés de ferramentas “antepassadas”, usarmos ferramentas ATUAIS.

O menino não gosta de Dom Casmurro, Vidas Secas e companhia limitada, mas ADORA Harry Potter, O Crepúsculo e Senhor dos Anéis. Adoram gibis e mangás japoneses. Será que é impossível despertar o hábito da leitura nos brasileiros, ou é tudo questão de APLICAR ferramentas NOVAS a pessoas novas? Somente gostando de ler livros legais, é que as pessoas terão coragem de ler livros chatos.

O que isso tem a ver com Administração? MUITO! O curso de Administração usa autores antigos, crenças antigas e TEORIAS velhas para transformar jovens talentos em profissionais que não conseguem aplicar a teoria em prática. Nosso século é DOMINADO por profissionais que não estudaram, inclusive o homem mais rico do mundo: Bill Gates, que voltou ao topo com a crise econômica, sem faculdades; Steve Jobs, CEO da empresa mais INOVADORA do mundo abandonou a faculdade por que a achava um desperdício de dinheiro, David Portes que começou sua fortuna com R$: 12,00 vendendo balas, o Alexandre da Cacau Show, que não teve medo do desafio e Adelson de Sousa que criou a maior editora de mídia especializada do Brasil, a ItMídia apenas com a oitava série do ensino fundamental. Esses são os novos líderes do século XXI.

Temos plena consciência de que a Administração ainda pode ser essencial para transformar pessoas em empreendedoras e AJUDAR os negócios POR NECESSIDADE a se transformarem em GRANDES NEGÓCIOS. Como?

EDUCAR os novos profissionais conforme a sociedade. Internet, Blogs, Comunidades e Empreendedorismo. Precisamos de muito mais do que Empretecs da vida, precisamos de pessoas com senso de urgência e cultura inovadora. Precisamos disso já! O que você vai fazer pra transformar o curso de Administração em uma nova ferramenta de transformação, aprendizado e aplicação do Fazejamento e da Inovação nos negócios?

As Tendências que Podemos Esperar de 2010.

Todo final de ano, estudos apontam as tendências para o ano seguinte. Porém, na grande maioria das vezes as coisas acabam não saindo como esperado.

Especuladores podem ACHAR, mas não conseguem prever, com PRECISÃO, o comportamento das pessoas, a inovação, os problemas, e tudo que está prestes a atingir nossa economia em 2010.

Do mesmo modo, é preciso fazer um estudo, uma análise de 2009 para podermos saber, mesmo que por curiosidade, o que nos espera.

Para quem estuda, para quem procura, para quem se esforça, se especializa, se preocupa em fazer sempre MAIS, é possível saber o que nos espera apenas ESTUDANDO o comportamento de pessoas.

No final das contas, as tendências sempre serão superadas. MAS, é sempre bom saber o que vem pela frente. Abaixo, uma lista de DEZ tendências de consumo para 2010.

1. Nada será como antes: as empresas terão de acompanhar os movimentos da cultura, o que pode significar mostrar mais transparência e honestidade, conversar (em vez de comunicar unilateralmente), ou promover a colaboração. Podem, ainda, ter de encarar a questão “generosidade versus ganância”, ou ser um pouco desafiadoras e limítrofes, em vez de seguras e brandas. A sustentabilidade, em todos os sentidos possíveis da palavra, é o único caminho.

2. Urbanidade: os consumidores urbanos serão mais sofisticados, exigentes, abertos ao novo e conectados ao mundo. Crescerá o chamado “orgulho urbano”, uma referência ao sentimento de orgulho pela localidade em que se vive. Oferecer produtos e comunicação específicos para cada agrupamento urbano será uma ótima maneira de mostrar respeito aos cidadãos de todo o mundo. É o que faz a Guerlain, ao lançar fragrâncias tendo as cidades como referência. Por exemplo, o perfume Paris-New York é uma combinação de canela, baunilha e cedro.

3. Críticas em tempo real: o que você lançar em 2010 será comentado em massa, ao vivo, o tempo todo. Consumidores terão acesso a um fluxo vivo de experiências de outros consumidores. O Twitter, então, ganhará ainda mais força. Após ler uma crítica, os consumidores precisarão de mais detalhes e tentarão contato com quem comentou, sem que a empresa saiba o que está sendo dito. Nesse sentido, envolver os consumidores no desenvolvimento de produtos desde a momento zero é uma estratégia mais segura para evitar críticas ruins.

4. (F)Luxo: ainda que o luxo tradicional permaneça, “luxo” e “status” serão o que o consumidor quiser que seja –um fluxo dinâmico de significados para diferentes segmentos de consumidor, dependendo do que for considerado escasso. Poderá ser “tempo para si”, “residências para seis pessoas”, “informação relevante” ou até “não ter de consumir”. O segredo será encontrar e cunhar o gatilho correto de status para a audiência correta.

5. Reunião da massa: contrariando muitos prognósticos, as pessoas que viverão a maior parte de sua vida no mundo online também se congregarão com mais frequência. A oportunidade, então, está em facilitar o relacionamento entre pessoas afins, antes, durante e depois de um encontro off-line. É o que faz o Channel 4, da TV inglesa, ao oferecer aos espectadores um aplicativo que ensina as pessoas a organizarem festas com seus contatos do Facebook.

6. Ecofacilitação: será preciso facilitar ao consumidor ser mais “verde”, isto é, os processos e produtos devem ser mais sustentáveis, sem que o consumidor precise se dar conta disso e, se necessário, não deixando margem para a escolha de alternativas menos responsáveis. Isso talvez exija a ação de governos e empresas corajosas. A Chrysler, por exemplo, distribuirá os manuais dos proprietários de seus automóveis em DVDs, em vez de em papel.

7. Rastrear e alertar: o novo sistema de busca (tracking & alerting) permitirá que informações relevantes encontrem os consumidores, baseadas em preferências que eles voluntariamente revelam. Economia de tempo e aumento do controle das pessoas será o resultado. O MySkyStatus, da Lufthansa, envia mensagens automáticas aos amigos dos passageiros, publicando localização, altitude, embarque e chegada no Twitter e no Facebook do passageiro.

8. Generosidade embutida: generosidade e colaboração entraram no Zeitgeist, o espírito de nossa época, e toma a forma de doações vinculadas a compras, de maneira prática. Os consumidores codoam e/ou codecidem, como no caso da campanha das sopas Campbell’s, na qual os consumidores decidem, pelo voto, quais celeiros precisam de restauração. A cada voto, US$ 1 é doado para a reforma dos cinco celeiros mais votados.

9. Exploração de perfis: ajudará os indivíduos a extrair benefícios de seus perfis online. Oportunidades virão, por exemplo, da representação de consumidores que estão dispostos a divulgar aspectos de suas intenções de compra para as empresas, ou da proteção e armazenagem de registros digitais de alguém. Pela taxa única de US$ 399, o Swiss DNA Bank armazena dados do seu DNA e mais 1 GB de outros dados.

10. “Madurialismo”: o termo (“maturialism”) refere-se ao comportamento do consumidor em mercados maduros, combinando maturidade com materialismo. Eles não toleram ser tratados como desinformados, facilmente impactáveis e inexperientes. Encaixam-se em várias ou todas as tendências acima expostas. A questão para 2010 será: até onde você vai como marca, ao espelhar crenças sociais que dizem respeito a tudo, menos a ser submisso? Trata-se de ser um pouco mais ousado e distinto, se você quiser seguir o movimento da cultura. Nessa linha, a designer parisiense Nicole Locher, por exemplo, lançou uma coleção de blusas femininas com mensagens bordadas que incluíam frases como “Pequena vadia” e “Nem ouse olhar para mim”.

O Exemplo é seu único legado.

O texto abaixo é de minha mãe. A minha mãe pra quem não sabe é uma dessas guerreiras que nunca morrem, nunca desistem, nunca admitem a derrota, nunca aceitam o fracasso e estão sempre olhando com cara de brava para os novos desafios.  Guerreiros estão sempre prontos pra batalha.

Se tem uma coisa que eu herdei da minha mãe é a força de vontade, a invencibilidade e o não derrotismo. Minha determinação é tão grande quanto a de minha mãe, que é tão forte e determinada que consegue marcar a vida de todos que a rodeiam. 

Como eu já disse por outras vezes aqui, ela é educadora. Não uma educadora, mas sim A educadora. Eu me atrevo a dizer, com minúsculas margens de erro que é a maior educadora e pedagoga de seu tempo, de sua geração. Pessoas são reconhecidamente espetaculares quando suas figuras são inseparáveis. Quando não conseguimos separar uma guerreira de uma mãe e de uma educadora, temos uma pessoa EXTRAORDINARIAMENTE diferente, fazendo a diferença. De que servem mestrados, doutorados, PHDs, MBAs, faculdades e títulos se não conseguimos aprender com a própria vida? RASGUE seus diplomas, aprenda com a vida, depois volte aos estudos. O seu único legado é o exemplo. Exemplo vem de berço. 

Acompanhe o texto da Regina Angelica Cardoso.

MEMORIAL DE LEITURA

Minha prática como leitora não vem de muito não.

Filha de pai operário , mãe exímia educadora dos filhos ,não tivemos algumas “regalias” como a aquisição de um acervo de livros.

Sempre conversamos muito ,em família contávamos e ouvíamos muitos casos e sempre tivemos a liberdade de emitir opiniões. As histórias e os Contos de Fadas ficavam por conta de alguns exemplares que por vezes comprávamos ou ganhávamos de presente. Me lembro de um livro grande com bonita encadernação com várias histórias que eram lidas para os filhos , por minha mãe e mais tarde já alfabetizada eu lia e relia infinitas vezes as mesmas histórias.Lembro-me também de um disco LP com as histórias atrapalhadas de dois palhaços “Fuzarca e Torresmo”, que ficava na casa de minha avó já que não tínhamos “Toca discos”, mas nada foi mais marcante e prazeroso  que ouvir as narradas por meu pai: “O macaco e o rabo” e “A canequinha do Rei” repetidas incansavelmente, mas sempre com o gostinho de primeira vez.

Quando ingressei na 5ª série o acesso a Literatura ficou por conta da lista dos Clássicos exigidos: A Moreninha, Dom Casmurro, Helena, Senhora, O Cortiço, e outros dos quais éramos solicitados a fazer fichas de resumos, alguns foram gostosos de ler, outros porém nem mesmo eram bem entendidos. Ainda tiveram O Pequeno Príncipe e Polliana .

Com o passar do tempo o gosto pelo estudo ,a curiosidade e vontade de aprender mais, já na faculdade, vieram : Paulo Freire , Piaget. Vigostsky,Pedro Demo, Celso Vasconcelos, Dermeval Saviani, Moacir Gadotti, Regina Leite Garcia, Jussara Roffmann e muitos outros ao mesmo tempo que trabalhando com a Educação Infantil toda a magia  da literatura infantil reascenderam em mim o prazer da infância e fez de mim uma formadora de leitores. Lia para eles várias histórias diariamente, fazíamos “O Clube do Livro”, confeccionamos livros a partir de história lidas ou criadas por eles…

Em família não foi diferente,ao longo da infância de meus filhos adiquiri uma grande variedades de livros lidos diariamente o que despertou neles, gradativamente, o gosto e necessidade de ler o que, para mim, é motivo de grande orgulho; são hoje grandes leitores. O exemplo é o único legado que deixamos…

Viva para que você seja lembrado pelas suas ações, pelos seus exemplos e pelas batalhas vencidas. Não perca tempo!

Dia Mundial do Livro.

Ontem, dia 23 de Abril foi o dia MUNDIAL do Livro. Eu acredito no livro acima de tudo para ajudar a sermos pessoas melhores. Acima de faculdades, os livros têm a capacidade de nos passar a vivência de inúmeras pessoas, as opiniões, os saberes, as experiências e desventuras, que muitas vezes ficam de fora de um curso universitário. A universidade é o universus, simboliza o conhecimento universal. O livro é a PORTA de entrada para esse novo UNIVERSO DE SABEDORIA. Eu gostaria que todo brasileiro alfabetizado lesse pelo menos um livro a cada dois meses. Eu sei que a meta de um ou dois por mês é otimista demais e, por isso, não posso forçar ninguém a serguir esse padrão. MAS, um livro a cada dois meses é totalmente possível. São menos de dez páginas por dia em alguns meses.

ESTUDE OS LIVROS!! Mergulhe de cabeça no mundo do conhecimento.

Algumas livrarias lembraram da data, e hoje recebi dois ou três e-mails em homenagem ao Dia do Livro.  Fretes grátis, oitenta por cento de descontos e muitas ofertas marcaram o dia de hoje nas maiores livrarias do país. Eu espero que o incentivo tenha servido para alguma coisa, além de aquecer as vendas. Afinal, livro não é simplesmente um artigo de prateleira.

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