Os 4 Erros de Marketing que os Micro e Pequenos Empreendedores Cometem.

Muitas vezes, não fazer marketing é melhor do que fazer de qualquer jeito, cheio de erros e falhas.

O que é marketing para você?

Quantas vezes, por dia um empreendedor para e pensa sobre marketing, em meio a vários desafios, várias contas, vários problemas?

Eu sei o que é ser um pequeno empreendedor.

Eu sei o que é pensar em tudo ao mesmo tempo e ter que dar certo.

Sim. Os desafios são sem tamanho. E, sim! Mesmo tendo tempo para descansar você vai estar pensando no seu negócio: se conseguirá pagar aluguel, funcionários, fornecedores.

E aquele passeio, pra descansar? Não virá tão cedo.

Se você acha que consegue trabalhar mais de 14 horas por 1 ano e dormir apenas 4 horas, multiplique por 5 isso. Um ano não será suficiente.

E sim, você será sacrificado até não poder mais.

Em tudo!

Nesse cenário, diz pra mim aonde ficará o tempo do empreendedor para pensar em marketing?

Marketing Estratégico | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoMarketing é coisa de empresa grande, pensam eles.

E por isso cometem vários erros que acabam comprometendo o sucesso do negócio no curto prazo.

Por isso, antes de pensar no marketing, ou de achar que o marketing é coisa de empresa grande, lembre-se que é ele o único artifício que poderá transformar sua pequena empresa em uma grande marca.

Lembre-se disso quando ouvir falar de marketing: é ele a única ferramenta capaz de transformar uma empresa em uma marca.

Sendo assim, presta atenção nos erros mais comuns que os micro e pequenos cometem na hora de fazer marketing.

#1. Fazer marketing de qualquer jeito é pior do que não fazer marketing.

Sim. Não pense que o simples fato de estar fazendo alguma coisa é melhor do que não fazer nada.

Ledo engano.

Fazer mal feito é uma péssima maneira de fazer e, os prejuízos poderão ser irreversíveis.

Em marketing isso pode ser um belíssimo tiro no pé da sua empresa e até fazer com que ela vá por água abaixo.

Marketing é uma atividade estratégia e de planejamento, antes de ser apenas uma ação.

Por isso, planejar, pensar e repensar é muito mais importante do que sair fazendo.

Lembre, por exemplo que uma promoção pode prejudicar os estoques, que uma divulgação em massa pode comprometer uma grande parte da sua renda e que a sua operação pode não estar pronta para um pico de vendas.

Antes de fazer marketing, pense marketing e tente prever o impacto de uma atividade do seu negócio.

#2. Por que pensar que publicidade é marketing?

Eu já trabalhei em pequenas empresas em que a reunião de marketing era, na verdade, a reunião de mídia.

Falávamos sobre basicamente mídia offline.

E assim se resumia a reunião de marketing.

Por falta de tempo e sobrecarga, micro e pequenas empresas começam a achar que divulgar é fazer marketing.

Marketing não é Publicidade | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoE, por isso, começam a pulverizar grandes quantias de dinheiro, muitas vezes desnecessárias, para divulgar em todos os canais.

Isso é um erro.

Porque marketing não tem a ver apenas com divulgação e promoção. Tem a ver com percepção, com princípios, com atendimento, com cultura, com marca, com empatia.

Lembre-se disso na sua próxima reunião de marketing.

#3. Não pensar global e agir local.

Sim. É preciso pensar global e agir local.

 A primeira parte é fácil. Bem fácil. Pensar global, no impacto que a nossa marca ou serviço pode impactar nas pessoas é o que todo empreendedor quer.

A parte de pensar global, pensar em ser grande, em fazer a diferença é muito bonita.

Mas, a parte de agir local deixa as pessoas um pouco atrapalhadas.

Primeiro, por que ninguém ainda definiu o que é agir local quando o assunto é marketing.

O que é agir local par você?

Você precisa se concentrar na sua área. No seu bairro, na sua rua,

Se o seu vizinho não compra de você, não sabe que você existe, como que você vai conseguir crescer?

Se você não comunica primeiro pro seu bairro, primeiro na rua aonde você está, primeiro  no que você faz, vai conseguir crescer como?

Você precisa focar local.

O empreendedor precisa estar na casa do vizinho, e não no comercial da novela.

O pequeno empreendedor precisa mostrar que ele representa o negócio e, se comprometer em fazer a diferença para as pessoas que estão do seu lado.

Você precisa pensar como um gigante. Mas agir como pequeno.

#4. Não terceirizar o marketing pra quem sabe fazer.

O empreendedor tem uma concepção de que consegue fazer tudo.

Consegue cobrar o escanteio, tocar a bola pro atacante e fazer o gol.

Só que é aquela velha história do pato. O pato anda, nada e voa. Só que faz tudo muito mal. Nada mal, voa meio metro de altura e anda muito, mas muito devagar.

Quando um empreendedor que atuar em todas as posições será humanamente impossível que ele faça tudo com excelência. Vai ser tudo mais ou menos.

Será um financeiro mais ou menos, um marketeiro mais ou menos, um vendedor mais ou menos, e assim vai…

Ser mais ou menos não vai fazer a sua empresa fazer a diferença. Muito menos vai fazer com que o marketing da sua empresa aconteça.

O empreendedor precisa ter foco. Foco para pensar, para ter criatividade e estar estrategicamente voltado para fazer as coisas acontecer.

Para isso, ele precisa estar menos sobrecarregado.

E, isso significa encontrar pessoas certas para as posições certas: vendas, entrega, estoque, financeiro, RH, etc.

Acontece que, com o marketing isso acaba ficando em segundo plano. E, o empreendedor, vai, como da, levando a coisa e tocando a bola sozinho.

Não terceirizar ou concentrar o marketing em um especialista é um péssimo erro. O maior deles, talvez.

Não cometa o erro de não dar atenção para o marketing. Não cometa o erro de querer abraçar tudo, achando que pode fazer mais barato.

Até por que o que é mais barato, nem sempre é o menos custoso.

O marketing por exemplo, mais barato pode acarretar um custo muito maior e comprometer os resultados do negócio, comprometer o tempo do empreendedor e acabar comprometendo toda a empresa.

O marketing é uma atividade estratégica.

Marketing Estratégico | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoÉ dele que surgem as estratégias de vendas, distribuição, atendimento, entrega, relacionamento com funcionários, fornecedores e clientes, comunicação visual, preço e muito mais coisas que atuam no subconsciente.

Por isso, o empreendedor atarefado e sobrecarregado precisa entender que precisa fazer com que essa área estratégica da empresa aconteça para que os resultados apareçam.

Caso contrário vai continuar dando murro em ponta de faca e, colhendo resultados pífios ao longo das suas atividades e do modelo corre-corre e sem padrão de fazer as coisas.

Os Cavaleiros do Apocalipse…

O site gringo Jalopnik de Detroit, publicou uma lista com os dez carros que ajudaram a GM a afundar. Como diz o ditado, “pra baixo, todo santo ajuda”. Veja o ranking.

1. Hummer. Esse é um caso de morte anunciada em tempos de crise. Caríssimo e beberrão, passou de sucesso de vendas a mico com o caos econômico americano.

Hummer

2. Chevrolet SSR. O carro é vistoso, uma picape conversível inspirada nos carros dos anos 30. Mas a caçamba era tão pequena que inviabilizava o transporte de carga. E quem quer pagar caro por uma picape que não funciona como picape?

SSR

3. Saturn L Series. A ideia até que era boa: criar um carro relativamente pequeno, com padrão europeu. O problema é que a plataforma era de um velho Opel que a GM desenterrou de sua fábrica na Alemanha e o desenho do carro deixou a desejar.

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4. GMC Envoy XUV. O Envoy foi projetado para ser  um luxuoso SUV equipado com um caríssimo teto retrátil que transformava o carro em picape. Coisa para decoradoras transportarem antiguidades. Como decoradoras que transportam antiguidades é um nicho muito pequeno, o carro foi um fiasco.

Envoy

5. EV1. Criado para atender a exigência de um carro de emissão zero para o mercado californiano, o EV1 significou um caminho diverso em comparação às outras montadoras. Em vez de adaptar um carro que já existia, a GM criou um novo e caríssimo. No meio do caminho decidiu abortar o projeto e foi alvo de protestos de ambientalistas que denunciaram a empresa por boicotar a criação de um carro verde.

EV1

6. B Bodies. Na racionalização da produção de seus modelos, a GM criou os chamados B Bodies, carros que dividiam plataforma e partes da carroceria. Nos anos 90, uma fornada de modelos saiu de uma mesma base, entre eles o Oldsmobile Custom Cruiser, Buick Roadmaster, Cadilac Fleetwood Brougham, Chevy Caprice (foto), e Chevy Impala SS. Os carros venderam bem, mas criaram um problema de identidade entre as marcas – e, em vez de resolver um problema, criaram outro.

OLD1

Buick

Cadillac

Chevy

Impala

7. Cadillac Escalade EXT. O Escalade foi um sucesso que recuperou a marca Cadilac. Daí, a GM achou que poderia criar uma picape (mais uma) derivada dele. Só que o minicaminhão de luxo não agradou.

Escalade

8. Chevrolet Aveo. Desenhado na Coréia, o carro não caiu no gosto dos americanos. Era visto como apertado, desconfortável, maldesenhado e feio. Não bastasse tudo isso, a GM foi além e criou uma espécie de gêmeo batizado como Pontiac G3 Wave. Resultado: dois fracassos de vendas.

Aveo

9. Pontiac Aztec. Uma ideia boa em péssima embalagem. O Aztek inovou no conceito de crossover, mas o desenho horrendo e agressivo assustou os compradores.

Aztec

10. Saab 9-2X. Os engenheiros da GM pegaram um carro feito pela japonesa Subaru, empresa em que a montadora americana tem participação de 20% e o maquiaram com grade e logotipo da sueca Saab, também pertencente à GM. O resultado foi um Frankenstein apelidado de Saabaru pelos americanos.

Saab