Hoje é o primeiro e o último dia.

Dias atrás eu iniciei uma série de  posts sobre liderança. O post foi inspirado no livro de John Wooden, “Jogando pra Vencer” e é um checklist de alguns comportamentos para despertar o espírito da liderança.

O checklist é composto de sete itens:

  1. Seja verdadeiro consigo mesmo;
  2. Ajude os outros;
  3. Faça de cada dia sua obra prima;
  4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;
  5. Transforme a amizade em uma arte;
  6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e
  7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bençãos que recebeu.

Estamos na segunda semana do ano. Ou seja, aquele furor de ano novo, das resoluções, promessas, paz e amor já perdeu o gás, a chama já deu aquela diminuída. Nós vivemos e acordamos, cada dia como se ele fosse apenas uma parte de uma coisa maior. E não como se cada dia fosse essa coisa maior.

Nós sempre achamos que teremos o dia de amanhã, mas na verdade, não temos nenhuma garantia de que estaremos de pé ao amanhecer. E, tentar fugir da morte não vai garantir vida eterna pra ninguém. Só vai fazer você ter uma vida sem nenhuma história pra contar. Por isso, melhor do que temer a morte, é se entregar à vida como se hoje fosse o último dia.

A verdade é que a morte está aí. Mais dia menos dia ninguém sai ileso do encontro com ela. Mas, muita gente só se da importância de não temer a morte e, aproveitar o dia como se fosse o último quando se depara com ela, ou quando quase morre.

Steve Jobs diz isso.

Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos.

E ele, quando se deparou com a morte, viu que, mais cedo ou mais tarde vamos morrer e, depois disso, o que vai restar são as memórias. Nossas realizações, nossas ideias, nosso legado.

E é sobre isso que diz o terceiro item sobre o checklist da liderança: faça de cada dia a sua obra prima. Hoje é o primeiro e último dia da sua vida. O ontem já passou. O amanhã é incerto. Um bom líder sabe que, se quiser deixar o seu exemplo contagiar os seus liderados precisa fazer de todos os dias a sua obra prima.

Esqueça o ano que passou, se o mundo vai acabar em 2012 ou não. Concentre-se no dia de hoje. Porque ele é a oportunidade e fazermos coisas excelentes, de fazermos aquilo que será o nosso legado. Liderar é estar na frente. Quando um funcionário acorda na Segunda desanimado pra trabalhar, se ele ver o seu líder com o mesmo desânimo, ele não terá nenhum motivo pra dar o seu melhor e fazer o que tem que ser feito. Afinal, amanhã será terça, depois quarta e, aí sim eu faço o que tem pra fazer. Afinal, hoje é segunda, dia mundial da ressaca e, por que cargas d’água pra mim seria diferente?

Mas, quando o líder está animado e pronto para fazer desse dia a sua obra prima, a pessoa que está curtindo a sua segunda da ressaca se sente incomodada. A frase carpe diem é famosa hoje. Neguinho não sabe o que ela quer dizer, não sabe o que está por trás dela e, na verdade só fala isso porque é modinha.

Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibifinem di dederint, Leuconoe, nec Babyloniostemptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,quae nunc oppositis debilitat pumicibus mareTyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevispem longam reseces. dum loquimur, fugerit invidaaetas: carpe diem quam minimum credula postero. [Tu não indagues (é ímpio saber) qual o fim que a mim e a ti os deuses tenham dado, Leuconoé, nem recorras aos números babilônicos. Tão melhor é suportar o que será! Quer Júpiter te haja concedido muitos invernos, quer seja o último o que agora debilita o mar Tirreno nas rochas contrapostas, que sejas sábia, coes os vinhos e, no espaço breve, cortes a longa esperança. Enquanto estamos falando, terá fugido o tempo invejoso; colhe o dia, quanto menos confiada no de amanhã].

Viva o dia de hoje como se fosse o último. Viva como se fosse a última hora. Viva e não guarde o melhor pra amanhã. Viva e, faça o melhor agora. Somente aproveitando momentos, aproveitando o tempo, e fazendo o seu melhor a cada dia é que conseguimos inspirar as pessoas a darem o melhor de si.

As pessoas dizem que os funcionários precisam ser motivados. BALELA! Ninguém motiva ninguém. O máximo que uma pessoa pode fazer pela outra é inspirá-la não com palavras, mas com ações. Fazer o melhor como se fosse o último dia. As pessoas só se sentem motivadas a fazer aquilo que você pede a elas, se verem que você está na linha de frente da batalha.

Existem milhares de filmes que mostram a liderança pelo exemplo, pela inspiração. Filmes que o líder faz de cada dia, de cada ensinamento, de cada atitude a sua obra prima. Que ele está na frente, que ele é o primeiro e, assim, fazendo de cada dia a sua obra prima, de viver cada dia como se fosse o último, eles arrastam seus liderados, eles deixam um legado, eles escrevem seu nome na história.

O vídeo abaixo é só um pequeno exemplo de quando uma pessoa se coloca na frente dos outros, no lugar dos outros e faz  de cada dia a melhor obra prima que consegue. É um vídeo velho e, no início do blog, há alguns anos atrás ele já passou por aqui. É muito conhecido mas, explica muito bem sobre exemplo, inspiração e liderança.

Haja como se você só tivesse um dia pra mostrar a que veio. E, faça isso todos os dias. Porque, não sabemos quantos dias mais teremos pra mostrar a que viemos. Isso irá tocar as pessoas. Irá motivá-las e, irá certamente fazer que elas queiram te seguir pra qualquer lugar que você vá.

Eu nunca trabalhei oito horas por dia!

O sonho de muitas pessoas é realmente não precisar trabalhar as malditas oito horas do dia. Mas, essa frase aí em cima não é minha. Não fui eu quem a disse e, o seu significado não tem nada a ver com o que algumas pessoas que podem estar lendo esse post estão pensando.

Eu tenho um grande presente em minha vida que é ter a minha família próxima. A relação que tenho com a minha mãe e irmã, que são incomuns e, a relação com todo mundo ao redor. O relacionamento que tenho com primos e tios, são muito mais estreitos do que a maioria, o que faz com que a minha pequena família, de certa maneira, possa-se dizer que é bem unida. E eu tenho por detrás de meu caráter e minha personalidade o exemplo de um grande homem, meu avô, que é o dono dessa frase aí.

Meu avô, hoje para completar seus setenta e nove anos é um senhor que casou muito jovem e, foi pai também muito jovem. E por circunstância do destino, foi pai de dois filhos, um atrás do outro. Digo circunstância do destino porque minha avó era muito inocente, havia sido criada em colégio interno de freiras e, naquele tempo, diferentemente de hoje, as meninas de dezessete anos não sabiam nada sobre educação sexual. Ela mesma me disse que só conseguiu entender, pela lógica e, ligando uma coisa à outra, como se engravidava, quando engravidou do seu terceiro filho.

E depois disso ela teve apenas mais um.

Acontece que, o meu avô em uma idade em que eu estava ainda estudando, e que hoje, 90% dos jovens também estão, já era pai, e pior, de dois filhos. A minha avó, nem bem tinha completado a maioridade e já tinha dois filhos para cuidar. Como ela mesma gosta de dizer hoje, ela era uma criança cuidando de outras duas. E por isso, meu avô nunca pode se dar ao luxo de trabalhar apenas oito horas por dia. E isso, em uma época em que ele trabalhava em turno de revezamento de seis horas, na ainda recente CSN.

Então, essa frase é do meu avô. Ele diz até hoje que, nunca trabalhou apenas oito horas. Depois que ele saia do seu trabalho ele sempre fazia alguma coisa. Construiu meio-fios em alguns bairros que ainda estavam em construção por aqui, foi motorista de taxi, vendedor de meias, relógios e etc. e, assim criou três filhos. Digo três porque o quarto filho só nasceu depois que os outros já estavam grandinhos.

E o mais legal é que meu avô foi vencendo. Em uma época em que curso superior era coisa pra poucos, meu avô com seu conhecimento, seu interesse e sua disposição foi ganhando espaço dentro da empresa em que trabalhava, fazendo contatos, criando seu networking e, sempre fazendo alguma coisa por fora, por aqui ou por ali para ajudar na renda e, assim poder ter um pouco mais de conforto.

Algumas pessoas diriam que a história do meu avô é uma exceção. Mas não é. Ela é muito comum, mais comum do que pensamos, pela época em que aconteceu, nos idos da década de 50. E meu avô não parou por aí. Ele, depois de aposentado, usou seu networking para abrir empresas de consultoria e representação, que duraram até eu ter nascido e já estar grandinho para poder me lembrar de algumas coisas. Mas, o mais importante é o valor que meu avô sabe que o trabalho tem nisso tudo.

Se perguntarmos pra ele a que ele atribui isso tudo, ele não dirá sorte, ou oportunismo, nem nada parecido. Ele responderá com a frase título desse post. Essa é a resposta. Essa é a resposta para grandes perguntas que as pessoas se fazem diariamente, mas que não conseguem enxergar.

Existe uma grande frase que, tem um pouco a ver com isso que é: “o que você faz em seu tempo assalariado determina o seu presente e, o que você faz no seu tempo não assalariado determina o seu futuro”. É mais ou menos isso mesmo. Hoje, estava conversando com um amigo, e ele me disse que o pai dele teve quatorze filhos. E que criou esses filhos com o dinheiro de um salário-mínimo.

Ele me dizia, que quando era moleque, ele e seus irmãos, no final de semana, trabalhavam ajudando a descarregar caminhões de cal, cimento, tijolo, em alguns materiais de construção para ter um trocado pra passar a semana, pra ajudar na merenda da escola, ou para sair com os amigos. E aqui não estou falando de trabalho infantil. Eles faziam porque precisavam, mas primeiro porque queriam. Queriam ter a autonomia e o prazer de ter um dinheiro pra si, para ajudar a desafogar as contas dos pais, e para poderem ter algo a mais do que os pais poderiam lhe dar.

E ele me disse que, nisso aí, ele e os irmãos pegaram gosto pelo trabalho. Que hoje, trinta anos depois, ele e os irmãos são trabalhadores, são esforçados e, têm consciência de que a única forma de conseguir algo para si e para a família que hoje têm é através do trabalho. Através das horas que têm para usar seus talentos e seus conhecimentos para produzirem algo.

Histórias como essa aconteciam antes, muito mais do que hoje. Como esse amigo mesmo me disse, hoje é mais fácil pedir mesada ao pai, pedir um dinheiro pra sair com os amigos, do que a pessoa querer fazer por merecer o dinheiro.

E realmente é mais ou menos isso aí. Eu vejo poucas pessoas, da minha idade, mais jovens ou até mais velhas, pensando que é o que a gente produz que nos transforma no que somos. Vemos poucos jovens pensando em trabalhar antes de terminar a pós-graduação. Vejo poucas pessoas querendo entrar no mercado de trabalho antes dos trinta anos. Vejo muito pouco sangue nos olhos dessas pessoas em trabalharem em construírem.

Muito pelo contrário, elas querem ter, para ostentar, mostrar e gastar. Não sei se falta paixão pelo trabalho, paixão pelo conhecimento, paixão pelos resultador, ou como já dizia o grande Jack Welch, paixão por vencer.

Sei que falta ambição. Falta querer mais. Os jovens hoje não têm contato com o trabalho como uma forma de construir algo, mas sim de conseguir algo. E isso não tem nada a ver com a melhoria da condição financeira da família e à possibilidade de uma pessoa poder focar nos estudos para somente depois trabalhar não. Até porque, subentende-se que, as pessoas estudam para criar, para trabalhar, para contribuir e, a melhor maneira de fazer isso é conciliando, juntamente com o estudo, a prática e o trabalho.

Mas, será que é tão difícil de enxergar isso?

Será que essa falta de ambição, essa falta de prazer por um legado, essa sensação de poder deixar alguma não é resultado disso? Porque eu vejo aquelas pessoas que por necessidade, vontade, ou até mesmo prazer, começaram a trabalhar desde cedo, conseguem se destacar, conseguem criar mais, conseguem ir além daquelas que só trabalham quando realmente precisam?

Porque na maioria das vezes, em sua raiz familiar isso está impregnado. Assim como na minha família, pelo meu avô e pelo pai dele a história de trabalho, de esforço de força-de-vontade e de exemplo; pela família de meu amigo, que começaram trabalhando para ter o “gostinho” da responsabilidade; e pelo exemplo de tantas outras pessoas que criaram famílias trabalhando, construindo e criando as coisas, geralmente em um primeiro momento por necessidade, seja depois por hábito prazer ou gosto.

O exemplo precisa estar impregnado nas famílias. Da mesma maneira que uma empresa precisa de suas raízes para deixar uma mensagem, as pessoas precisam de raízes para se transformarem em pessoas excelentes, diferentes, incomuns.

Eu vou citar um exemplo, sobre o “exemplo” que um amigo deu e que eu achei deslumbrante, que é sobre você precisar ser o exemplo, ser coerente, fazer o que você fala, ter atitude conforme aquilo que você prega porque só assim você consegue contagiar as pessoas que estão ao seu redor e, muitas vezes, aquelas pessoas que são diretamente influenciadas por você.

Um pai que diz que o filho não pode comer a sobremesa antes do almoço (ou da janta), tem que agir da mesma maneira. Não adianta ele dizer que o filho não pode e ele achar que ele, por ser o pai, por ser o “chefe” pode. Se ele diz que o filho não pode comer a sobremesa antes do almoço, ele tem que AGIR dessa forma.

O mesmo é um chefe que exige que os funcionários cheguem no horário. Ele precisa dar o exemplo. Ele precisa estar ali no horário. Se um chefe exige de seus funcionários chegarem às oito, mas não consegue estar na empresa antes das dez significa que ele não tá dando exemplo e, se ele mesmo não consegue cumprir as regras que ele estabelece pra empresa, tem algo de errado.

Da mesma maneira temos o exemplo do trabalho. Se um filho cresce vendo o pai falando mal do trabalho, chegando estressado do trabalho, brigando no trabalho, ele vai achar que aquilo é ruim e, depois não adianta falar que é bom porque a experiência que ele vai ter daquilo é que é algo ruim. E eu acho que é justamente isso que faz toda a diferença.

Eu tenho certeza de que minha mãe e meus tios não cresceram vendo nem meu avô, nem minha avó falar mal do trabalho. Muito pelo contrário, eles cresceram ouvindo o meu avô falar que nunca trabalhou somente oito horas por dia e, que o trabalho não faz mal a ninguém. Da mesma maneira, ele mostrou que a úncia chance de você conseguir construir alguma coisa é por conta do seu trabalho, do seu esforço, dos seus conhecimentos, da sua vontade.

Será que é a falta de exemplo que faz essa apatia que eu vejo hoje por todos os lados. As pessoas enchendo a boca pra falar que não querem enriquecer, como se isso fosse algo proibido, ou um crime. Dizendo que querem apenas ter uma “vidinha tranquila” poder passear, sair e dar uma boa educação para os filhos. Será que alguém pode querer só isso mesmo da sua vida? Será que alguém pode querer apenas que não aconteça nada de ruim? Será que tá todo mundo querendo apenas esperar a vida passar, a aposentadoria e a morte chegar?

Será que tá todo mundo jogando a vida fora, perdendo a chance de criar, de errar, de acertar, de ter experiências, de contar uma história, de recomeçar do zero, de criar riqueza pro universo, de sempre produzir, se querer mais, de se exigir mais, de se cobrar, e de poder deixar um legado, apenas por falta de exemplo?

Qual exemplo essas crianças estão tendo?

Ah! Já sei. Dos pais que trabalham nos Correios e fazem greve. Nos concursados que ganham pra trabalhar pouco e colcocar a culpa na burocracia. Nos pais que trabalham no banco, fazem greve e, de repente, estão em casa enquanto deveriam trabalhar. Mas, o mundo, as pessoas não se lembram dos bancários, dos correios. Elas se lembram das pessoas que quiseram realmente contribuir.

E nesse time, concurseiros, concursados, concursandos e, conformados não fazem parte. São mau exemplo. Mostram que o que importa é você ter e não construir, que o que importa é você ganhar, não conquistar. Realmente é um péssimo exemplo. Um péssimo exemplo pra um país com um grande potencial, que precisa de empreendedores, de netos, bis-netos, tetranetos e filhos de pessoas que nunca trabalharam apenas oito horas por dia.

É uma pena! Estão perdendo uma vida, perdendo a oportunidade de construir uma história de avanço e progresso para construírem e trabalharem na burocracia e na mediocridade. Eu prefiro trabalhar na outra ponta. Eu tive exemplo pra isso e, me envergonharia se não estivesse nessa lado: no lado dos que produzem, dos que puxam pra frente, dos que constroem e, mesmo errando, não desistem!

Eu sou mais um desses loucos. E vou fazendo minha parte. Terei orgulho em, daqui a cinquenta anos dizer pro meu neto que eu nunca trabalhei apenas oito horas por dia, e completar dizendo que aquilo que eu fiz no meu tempo assalariado garantiu o meu presente, mas aquilo que fiz no meu tempo não assalariado garantiu o meu futuro. E eu estarei lá, com ambição, força de vontade e muita determinação para vê-lo.

E quando meus olhos se fecharem pela última vez, quero que meu legado fale por si só!

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…

Vida Longa ao CINEBusiness.

Eu, juntamente com alguns amigos, estamos dando vida a mais um projeto. O CINEBusiness. A ideia é bem simples. Queremos unir cinema e negócios através de leituras de filmes voltados para os negócios. Lições que, muitas vezes ninguém vê e que são de grande valia nos negócios.

O CINEBusiness é um projeto coletivo. Eu me juntei a jovens que estão fazendo a diferença para juntos podermos inspirar as pessoas com lições tiradas de filmes que todos têm acesso. Por isso, juntamente com Alexandre Viveiros, Marcus Vinícius e Wendell Carvalho estamos iniciando o CINEBusiness com artigos semanais.

Cada semana um colaborador vai postar um artigo sobre um filme, com uma lição sobre negócios, liderança, empreendedorismo, inovação, marketing, vendas e todos os fatores que influenciam o mundo nos negócios. O que queremos é que depois de lerem os artigos, as pessoas peguem os filmes, comprem, ou vão ao cinema pra ver e interpretar tudo aquilo que escrevemos.

O que queremos é inspirar as pessoas e fazer com que elas cresçam aprendendo por uma nova ótica, uma nova forma de ver as coisas.  O nosso objetivo, assim como em nossos blogs, sites e projetos é inspirar as pessoas com lições que as ajudem a ser a diferença. Armar pequenos, micro e nanoempresários e vencer os desafios do dia-a-dia indo além e lendo as letras miúdas.

Queremos contribuir. E nos divertir. E mostrar a nossa ideia, nossa opinião, nossa crença pra todo mundo. E é isso que vamos fazer. E já começamos. O CINEBusiness ainda está em “versão beta”. Conciliar a agenda de todo mundo é muito difícil e, por isso, vamos melhorando, aperfeiçoando e modificando a coisa toda com o tempo. Portanto, você pode acessá-lo e ver o nosso blog, que já conta com o primeiro artigo.

Posteriormente, o que vocês vão encontrar por lá, semana após semana são artigos novos. O projeto está no início, mas já está no ar. Eu altamente recomendo a sua visita por lá, para ler nossos textos, para refletir sobre o que estamos falando lá. E, semanalmente, a nossa única promessa é colocar lá um texto provocativo, que vai te colocar pra pensar se está fazendo a coisa certa, se está no caminho correto.

A única coisa que prometemos é fazer a nossa parte. Queremos que você prometa que vai fazer a sua. Que não vai deixar as ideias no papel. O CINEBusiness nasceu. Venha presenciar as coisas boas que estão vindo junto com ele.