Como pequenas empresas se transformam em grandes empresas

O mundo está cheio de pequenas empresas que derrubam gigantes da indústria. Isso acontece todos os dias.

O mundo adora uma história de Davi contra Golias. Quando vemos a vitória mesmo contra todas as probabilidades, sabemos que tudo é possível. Quando o assunto são os negócios, isso é uma verdade absoluta.

A história está cheia de oportunistas que brigaram com gigantes da indústria e ganharam.

Lembre-se que a Apple já foi uma empresa de garagem quando a IBM era uma gigante e a Microsoft estava nascendo.

Whole Foods e John Mackey, Southwest Airlines e Herb Kelleher, Virgin e Richard Branson: há milhares de Davis que enfrentaram Golias e saíram ganhando. Isso acontece todos os dias.

Do marketing, a estratégias do negócio aqui estão 5 atitudes que permitem os Davis engolirem Golias.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

#1. Tenha um nicho.

Acredite ou não: ter um nicho é uma das formas mais poderosas para crescer e finalmente derrubar os gigantes.

O truque é determinar o nicho certo e o posicionamento para o seu produto ou serviço. Mark Zuckerberg não partiu querendo ter 1 bilhão de usuários e o Google não estava tentando se tornar um gigante da publicidade.

As mídias sociais, os buscadores, tudo tinha um nicho no começo de tudo.

#2. Leve a batalha para a mídia.

Quem pode esquecer da campanha 1984 da Apple que lançou o Macintosh no SuperBowl contra o PC da IBM.

Ou como os enólogos da Califórnia foram pra cima dos franceses no Paris Wine Tasting em 1976, que foi retratada no filme Bottle Shock…

Como as pessoas vão torcer pelo Davi se elas não sabem que há uma batalha acontecendo? A única ressalva é: você tem que mostrar isso a elas.

#3. Seja diferente.

Não. Você não pode apenas olhar de um jeito diferente, agir diferente, ou parecer diferente. Você realmente tem que ser diferente.

Você tem que criar algo que agrade a um público de uma forma que os grandes não podem ou não conseguem fazer.

A Compaq criou o primeiro notebook viável. Michael Dell fez computadores verdadeiramente pessoais: sob encomenda, um de cada vez, diretamente para a casa dos clientes. A Southwest fez ao operar em aeroportos regionais e com serviços fora do comum.

Se você quiser vencer o Golias, precisa ser incomum.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

#4. Faça parcerias com os líderes de mercado.

A Compaq realmente bateu a IBM no mercado quando lançou o primeiro computador pessoal alimentado por um processador Intel 386. A Dell eclipsou a Compaq usando a mesma estratégia – em parceria com a mesma empresa: a Intel.

Da mesma forma, as universidades são ótimos lugares para encontrar tecnologias inovadoras à procura de maneiras de chegar ao mercado.

#5. Pareça ser maior do que é.

As maiores dificuldades em ser o Davi é que os clientes precisam saber se realmente estão recebendo um produto confiável e um bom suporte pelo que está pagando.

Então, ser diferente não é o suficiente. Atenção aos detalhes é importante. Então tenha um excelente serviço ao cliente.

Felizmente, praticamente qualquer empresa pode aparecer muito maior através da terceirização e alavancar mídia.

A internet realmente nivelou o campo de batalha para os pequenos jogarem em pé de igualdade com os grandes.

Uma advertência.

O mundo lá fora é competitivo. Você pode ter uma tecnologia muito legal ou um conceito muito interessante e isso não te levar a lugar algum.

A coisa mais importante, sem dúvida, é entregar ao cliente uma experiência única, que é muito melhor do que o que já existe. Isso, combinado a essas estratégias fará de você o vencedor dessa batalha.

___

Este artigo foi adaptado do original, “David vs. Goliath: How Small Companies Make It Big”, da Inc.

Anúncios

4 Passos Para Alinhar Marketing e Vendas

Fique por dentro de 4 passos fáceis para colocar o marketing e as vendas para trabalharem juntos para atingir os resultados.

Um dos 2 cenários a seguir tornou-se comum para muitas empresas:

  • A equipe de vendas está frustrada, devido o grande número de ligações não qualificadas que estão fazendo. O marketing não está fazendo o seu trabalho de atrair as pessoas certas?
  • A equipe de marketing está frustrada porque eles estão gerando uma série de leads, mas a equipe de vendas não parece fechar nada. A equipe de vendas não está fazendo o seu trabalho?

A interação entre vendas e marketing pode ser comparada ao desenho Tom & Jerry… eles estão sempre se perseguindo e transferindo a culpa para o outro.

A verdade é que isso não é bom pra ninguém e é um enorme desperdício de tempo para todos.

Mais do que ninguém vendas e marketing precisam estar em sintonia. Juntos, eles devem definir qual é o perfil de lead qualificado para a empresa para que o marketing possa abrir com maior eficácia o mercado para os vendedores.

E, com isso, a equipe de vendedores tem um cenário melhor para trabalhar prospects mais qualificados para se trabalhar.

De acordo com um estudo do HubSpot, as empresas com um alinhamento forte entre marketing e vendas tiveram um crescimento de sua receita anual em 20%, em 2010.

Alinhar as 2 equipes de vendas e marketing é fundamental na capacidade de uma empresa gerar leads de mais qualidade, prontos para comprar.

Marketing e vendas alinhados são a única garantia de bons resultados.

Marketing e vendas alinhados são a única garantia de bons resultados.

Alinhando marketing e vendas em 4 etapas.

#1. Defina o ciclo das vendas da sua empresa.

Todas as suas iniciativas de marketing têm um custo. Cada post do blog, e-book, website e a visita de seus clientes têm um custo de produção.

A fim de garantir que você está executando uma campanha rentável é fundamental identificar o custo por lead para que seja possível alocar de formas mais eficazes seus recursos.

#2. Defina os leads de qualidade.

Para que a equipe de vendas possa fechar mais vendas, eles precisam de leads mais qualificados.

Para que o marketing possa criar o conteúdo necessário para gerar leads qualificados, eles precisam saber em que essas pessoas estão interessadas.

Ambas as esquipes devem ser envolvidas na definição da qualificação de leads e nos potenciais compradores da empresa.

#3. Defina os níveis de seu funil de vendas.

É importante tanto para o marketing quanto para as equipes de vendas entender quais são os níveis do funil de vendas da sua empresa, e as iniciativas que devem seguir em cada etapa.

#4. Implementar o nível dos leads.

Sua equipe de vendas deve estar marcando todos os leads como qualificados ou não qualificados em um CRM Online.

Isso permite que a equipe de vendas possa avançar sobre os leads com mais possibilidades e com mais condições de concluir a venda.

Marketing e vendas precisam andar de mãos dadas.

Marketing e vendas precisam andar de mãos dadas.

Garantir o alinhamento de marketing e vendas irá dar à sua equipe de marketing uma direção mais orientada e entregar leads de mais qualidade para a equipe de vendas.

Afinal, a última coisa que você quer é sua equipe de vendas desperdiçando o seu tempo no telefone com leads que não valem nada.

Segundo Peter Caputa, diretor de vendas e marketing do HubSpot:

O passo fundamental para a geração de leads qualificados é a definição da personalidade de seu comprador. Então, depois disso, é preciso criar um conteúdo que irá surtir efeito para essas pessoas em cada etapa do processo de compra.

Se você achar que é incapaz de se conectar 1-a-1 com seus leads, você vai conseguir que as pessoas saiam da sua lista de e-mail mais rápido do que pode pensar.

Além disso, se você não se conectar com as pessoas 1-a-1 você sempre irá atrair influenciadores de baixo nível, sinal de que não está criando o conteúdo de maneira correta.

Dê um passo atrás e defina e mapeie corretamente a personalidade de seus clientes e remodele o seu calendário editorial para a fase de compra dessas pessoas.

___

Este artigo foi adaptado do original, “4 Steps for Successfully Aligning Sales and Marketing” da IMPACT.

Os 4 Erros de Marketing que os Micro e Pequenos Empreendedores Cometem.

Muitas vezes, não fazer marketing é melhor do que fazer de qualquer jeito, cheio de erros e falhas.

O que é marketing para você?

Quantas vezes, por dia um empreendedor para e pensa sobre marketing, em meio a vários desafios, várias contas, vários problemas?

Eu sei o que é ser um pequeno empreendedor.

Eu sei o que é pensar em tudo ao mesmo tempo e ter que dar certo.

Sim. Os desafios são sem tamanho. E, sim! Mesmo tendo tempo para descansar você vai estar pensando no seu negócio: se conseguirá pagar aluguel, funcionários, fornecedores.

E aquele passeio, pra descansar? Não virá tão cedo.

Se você acha que consegue trabalhar mais de 14 horas por 1 ano e dormir apenas 4 horas, multiplique por 5 isso. Um ano não será suficiente.

E sim, você será sacrificado até não poder mais.

Em tudo!

Nesse cenário, diz pra mim aonde ficará o tempo do empreendedor para pensar em marketing?

Marketing Estratégico | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoMarketing é coisa de empresa grande, pensam eles.

E por isso cometem vários erros que acabam comprometendo o sucesso do negócio no curto prazo.

Por isso, antes de pensar no marketing, ou de achar que o marketing é coisa de empresa grande, lembre-se que é ele o único artifício que poderá transformar sua pequena empresa em uma grande marca.

Lembre-se disso quando ouvir falar de marketing: é ele a única ferramenta capaz de transformar uma empresa em uma marca.

Sendo assim, presta atenção nos erros mais comuns que os micro e pequenos cometem na hora de fazer marketing.

#1. Fazer marketing de qualquer jeito é pior do que não fazer marketing.

Sim. Não pense que o simples fato de estar fazendo alguma coisa é melhor do que não fazer nada.

Ledo engano.

Fazer mal feito é uma péssima maneira de fazer e, os prejuízos poderão ser irreversíveis.

Em marketing isso pode ser um belíssimo tiro no pé da sua empresa e até fazer com que ela vá por água abaixo.

Marketing é uma atividade estratégia e de planejamento, antes de ser apenas uma ação.

Por isso, planejar, pensar e repensar é muito mais importante do que sair fazendo.

Lembre, por exemplo que uma promoção pode prejudicar os estoques, que uma divulgação em massa pode comprometer uma grande parte da sua renda e que a sua operação pode não estar pronta para um pico de vendas.

Antes de fazer marketing, pense marketing e tente prever o impacto de uma atividade do seu negócio.

#2. Por que pensar que publicidade é marketing?

Eu já trabalhei em pequenas empresas em que a reunião de marketing era, na verdade, a reunião de mídia.

Falávamos sobre basicamente mídia offline.

E assim se resumia a reunião de marketing.

Por falta de tempo e sobrecarga, micro e pequenas empresas começam a achar que divulgar é fazer marketing.

Marketing não é Publicidade | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoE, por isso, começam a pulverizar grandes quantias de dinheiro, muitas vezes desnecessárias, para divulgar em todos os canais.

Isso é um erro.

Porque marketing não tem a ver apenas com divulgação e promoção. Tem a ver com percepção, com princípios, com atendimento, com cultura, com marca, com empatia.

Lembre-se disso na sua próxima reunião de marketing.

#3. Não pensar global e agir local.

Sim. É preciso pensar global e agir local.

 A primeira parte é fácil. Bem fácil. Pensar global, no impacto que a nossa marca ou serviço pode impactar nas pessoas é o que todo empreendedor quer.

A parte de pensar global, pensar em ser grande, em fazer a diferença é muito bonita.

Mas, a parte de agir local deixa as pessoas um pouco atrapalhadas.

Primeiro, por que ninguém ainda definiu o que é agir local quando o assunto é marketing.

O que é agir local par você?

Você precisa se concentrar na sua área. No seu bairro, na sua rua,

Se o seu vizinho não compra de você, não sabe que você existe, como que você vai conseguir crescer?

Se você não comunica primeiro pro seu bairro, primeiro na rua aonde você está, primeiro  no que você faz, vai conseguir crescer como?

Você precisa focar local.

O empreendedor precisa estar na casa do vizinho, e não no comercial da novela.

O pequeno empreendedor precisa mostrar que ele representa o negócio e, se comprometer em fazer a diferença para as pessoas que estão do seu lado.

Você precisa pensar como um gigante. Mas agir como pequeno.

#4. Não terceirizar o marketing pra quem sabe fazer.

O empreendedor tem uma concepção de que consegue fazer tudo.

Consegue cobrar o escanteio, tocar a bola pro atacante e fazer o gol.

Só que é aquela velha história do pato. O pato anda, nada e voa. Só que faz tudo muito mal. Nada mal, voa meio metro de altura e anda muito, mas muito devagar.

Quando um empreendedor que atuar em todas as posições será humanamente impossível que ele faça tudo com excelência. Vai ser tudo mais ou menos.

Será um financeiro mais ou menos, um marketeiro mais ou menos, um vendedor mais ou menos, e assim vai…

Ser mais ou menos não vai fazer a sua empresa fazer a diferença. Muito menos vai fazer com que o marketing da sua empresa aconteça.

O empreendedor precisa ter foco. Foco para pensar, para ter criatividade e estar estrategicamente voltado para fazer as coisas acontecer.

Para isso, ele precisa estar menos sobrecarregado.

E, isso significa encontrar pessoas certas para as posições certas: vendas, entrega, estoque, financeiro, RH, etc.

Acontece que, com o marketing isso acaba ficando em segundo plano. E, o empreendedor, vai, como da, levando a coisa e tocando a bola sozinho.

Não terceirizar ou concentrar o marketing em um especialista é um péssimo erro. O maior deles, talvez.

Não cometa o erro de não dar atenção para o marketing. Não cometa o erro de querer abraçar tudo, achando que pode fazer mais barato.

Até por que o que é mais barato, nem sempre é o menos custoso.

O marketing por exemplo, mais barato pode acarretar um custo muito maior e comprometer os resultados do negócio, comprometer o tempo do empreendedor e acabar comprometendo toda a empresa.

O marketing é uma atividade estratégica.

Marketing Estratégico | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoÉ dele que surgem as estratégias de vendas, distribuição, atendimento, entrega, relacionamento com funcionários, fornecedores e clientes, comunicação visual, preço e muito mais coisas que atuam no subconsciente.

Por isso, o empreendedor atarefado e sobrecarregado precisa entender que precisa fazer com que essa área estratégica da empresa aconteça para que os resultados apareçam.

Caso contrário vai continuar dando murro em ponta de faca e, colhendo resultados pífios ao longo das suas atividades e do modelo corre-corre e sem padrão de fazer as coisas.

Qual o Papel dos Belos Anúncios nos Tipos de Marketing?

Qual é o poder da publicidade em ajudar na reputação da marca nos tipos de marketing?

O Big Brother ainda vai existir no ano que vem, cheio de anunciantes que pagam alguns milhões para aparecer entre o pessoal mais “descolado” do Brasil.

Quando eu digo descolado, estou dizendo no sentido de sem cola mesmo. Sem cola cultural e intelectual, descolado de coisas como empreendedorismo e uma cacetada de valores de vida que fazem as pessoas seguirem andando, como manda o criador do Red Label.

Hoje existem meninas de 14 anos em que o sonho da sua vida é participar do Bêbêbê. Isso da medo.

Que tipo de marketing, de imagem que a nossa sociedade está criando? Estamos exportando cultura inútil, funk e, a Copa e Olimpíadas por aqui vai fazer ferver o comércio sexual. Uma vez que o “Brasil é o país do suingue”…

Nós precisamos ter mais comprometimento com alguma missão. Afinal de contas, que tipo de marketing estamos fazendo aqui para inspirar pessoas?

Afinal de contas, o tipo de marketing que praticamos, influencia em que o comportamento das pessoas?

Por tipo de marketing, 99% dos brasileiros entendem como publicidade. Fazer marketing é fazer uma bela campanha – online e offline.

E quando você fala de marketing, tipos de marketing, plano de marketing e marca, ninguém entende aonde você quer chegar.

Ok. Vamos chegar de desabafo ridículo sobre cultura e comportamento. Até por que isso não vai chegar a lugar nenhum.

O que eu queria falar é sobre a influência em uma campanha lindíssima na reputação da marca.

Foi-se o tempo em que branding e marketing era apenas campanhas institucionais na TV.

Foi-se o tempo em que tipos de marketing era: panfletos, outdoors, rádio, jornal/revista, televisão e etc.

Foi-se o tempo em que campanhas premiadas em Cannes eram suficiente para fazer uma marca ser premiada pelos consumidores.

Foi-se o tempo.

Hoje a coisa muda de figura, por que além de o consumidor estar no palco, ele está no palco 24 horas por dia, 7 dias por semana, sempre que quiser, com vários mega fones na mão.

Hoje a palavra tipos de marketing e a palavra branding têm um significado muito mais extenso…

Uma campanha linda hoje, será só uma campanha linda e muito dinheiro jogado fora se o trabalho da sua marca não fizer por onde.

Uma campanha premiada hoje será apenas vantagem para a agência que a produziu se, a percepção de quem compra não for a mesma percepção de quem a criou.

Hoje, a mídia que mais tem potencial para ajudar na construção de uma marca ou uma empresa é aquela em que as marcas ainda investem mais timidamente.

E, quando investem, investem pra fazer publicidade, um tipo de marketing que simplesmente não funciona.

O único tipo de marketing que constrói a reputação de uma marca é o marketing que ajuda os clientes a sair do ponto A para o ponto B.

Viva o marketing de engajamento. Fuck off o resto.

Marketing de Engajamento | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

O termômetro do engajamento.

Qual diabos seria o papel de qualquer tipo de marketing se não fazer as pessoas se engajarem em uma causa e, com isso fazerem a diferença em suas vidas?

Marcas não constroem marcas, marcas não constroem mercados. Quem faz isso são pessoas.

E, se não tocarmos as pessoas, se não as engajarmos em torno de uma causa e um resultado final desejado, o negócio complica.

Lebre que no final do dia, o significado de uma marca é aquilo que os clientes pensam, e não a mensagem que você gritou no ouvido delas o dia todo.

Por isso, se você quer saber o que a sua marca significa para consumidores, parceiros e toda a comunidade em volta do seu negócio, pergunte a eles o que eles pensam que você faz.

Se eles estiverem enganados a seu respeito, ou se você estiver deixando a desejar, invista a grana do trabalho premiado em construir relacionamento atrelado a um atendimento diferenciado.

Empresas que criam a sua personalidade criam histórias premiadas por clientes. E, histórias premiadas, viralizadas e recomendadas por clientes valem mais do que qualquer história.

De qualquer tipo.

O grande prêmio para qualquer dos tipos de marketing é a confiança e amizade do consumidor.

E um filme bonito não vai fazer a coisas acontecerem.

Um filme legal no YouTube ou no horário nobre do Big Brother significa SIM, milhares de reais jogados no lixo que poderiam ser investidos em construir presença na vida dos clientes através do relacionamento.

As marcas são construídas no dia-a-dia pelo único dos tipos de marketing que funciona: o marketing 1-a-1, que produz o boca-a-boca, positivo, claro, e faz as coisas começarem a aconteceram a favor de uma empresa.

Mas, o que acontece quando o serviço começa a cair? O que o marketing pode fazer? Pode-se lançar a mão de qual tipo de marketing?

Eu jogo sempre com a verdade.

Se você não tá dando conta do serviço, se você tá sobrecarregado, se está passando por problemas técnicos, ou sei lá o que… fale a verdade.

Reconheça o erro. Eu já perdi a conta de quantas vezes falei isso por aqui: RECONHEÇA o erro. Peça desculpa e conserte o negócio o mais rápido possível.

Se preciso, corte a verba da maldita publicidade. Pare de fazer qualquer filme.

Arrume a casa.

Por que fazer um videozinho bonitinho e emocionante sobre como a sua marca é legal é dos tipos de marketing o mais falso e desprezível.

A coerência é a única coisa que você deve presar. As pessoas precisam saber que você faz o que fala e fala o que faz. Caso contrário, você estará na lama, seja uma empresa de um homem só, ou uma corporação gigantesca.

A Linguagem da Publicidade | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

“Se você falar com as pessoas da maneira com que a publicidade fala com as pessoas, elas vão lhe dar um soco na cara”. Hugh McLeod.

Um exemplo?

Depois de meses e mais meses de clientes reclamando do sinal da TIM, a Anatel divulgou na semana passada um relatório afirmando que a operadora derruba o sinal de propósito nos planos Infinity.

Todo mundo já sabia. Mas agora tem a assinatura da agência regualdora do setor. Aí o negócio muda de figura. Pra TIM, o cliente não tem peso nenhum, a não ser como números (nesse caso, de celular).

E, sendo assim, de que adianta aquelas belas campanhas e vídeos feitos em agências premiadas?! Qual, dos tipos de marketing podem ajudar a TIM a não ser vista como uma pilantra?

Um outro exemplo?

A Nextel lançou uma nova campanha – muito bonita e elogiada por sinal, até por mim – chamada protagonistas da minha história. Mas, será que essa bela campanha vai fazer com que a galera pare de reclamar do sinal da empresa e comece a elogiar?

Claro que não.

Uma coisa é um elogio a um belo vídeo promocional.

Uma outra coisa é melhorar a qualidade técnica do serviço oferecido.

Em um mundo aonde marcas são feitas por pessoas, a segunda é a única alternativa.

Em um mundo aonde falsas marcas são resultado de propaganda e pessoas felizes apenas no vídeo, os resultados não acontecem.

Eu não sei por que cargas d’água as pessoas insistem em fazer vídeos mirabolantes sem que o atendimento do serviço esteja pelo menos a contento.

Eu não consigo entender como as marcas pensam que estão sendo bem sucedidas tendo prêmios por comercial, e não por resultado e eficiência.

Qual a causa essas marcas estão engajando os clientes?

Alguém me explica? Por que eu não consigo entender…

Como Você Gerencia os Conflitos da sua Marca na Internet?

Criar um perfil nas redes sociais pode ser gratuito. Mas, se a sua marca não estiver disposta mergulhar nesses canais, o negócio pode acabar saindo bem caro…

Ainda existe muita gente na dúvida. Afinal de contas, pra que servem as redes sociais? Como isso pode impactar a minha marca – positivamente ou negativamente – ao longo do tempo?

A primeira verdade sobre a sua marca e as redes sociais é que o fato de você ter ou não a sua conta por lá não vai aumentar ou diminuir a quantidade de gente falando sobre você.

Falando mal, ou falando bem.

Ou seja, não é o fato de você estar por lá que vai fazer as pessoas se engajarem ou não com você. A sua presença por lá permite a sua marca monitorar o que andam falando de você e, além disso permite que você entre na conversa.

Ao longo do tempo – de 2009 até meados de 2011 – as redes sociais acabaram virando um canal de relacionamento da marca.

De SAC, até pós-vendas, passando por prospecção e etc., é possível, SIM, se relacionar com clientes, leads, prospects e suspects pelas redes.

Mas, muitas marcas acreditam que as redes sociais são um canal para você anunciar. E isso acaba colocando toda a estratégia online da marca por água abaixo.

Reputação das Marcas | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Você sabe o que as pessoas estão falando sobre a sua marca nas redes sociais?

Preste atenção: a sua marca pode estar indo por água abaixo nas redes sociais.

E, por isso, podemos dizer que o que sentimos – e automaticamente falamos – nas redes sociais, influenciam nossos impulsos, inclusive o que compramos e o que recomendamos.

E agora, pode ser que venha a pergunta que não quer calar: mas afinal, como diabos monitorar a minha marca nas redes sociais e conseguir criar a reputação da minha marca?

A primeira resposta dessa pergunta é: qual é a reputação que você quer criar?

Se você quer criar uma reputação de uma marca atenciosa, prestativa, inovadora, disponível e que esteja preparada para fazer a diferença das pessoas, você não pode, nunca cagar pras redes sociais.

Se você quer criar uma reputação do tipo boa, você precisa não apenas estar presente. Mas, participar. A sua marca não pode apenas ficar vendo as pessoas dançarem na web, ela precisa levantar da cadeira e dançar.

Nas redes sócias você só tem como criar dois tipos de reputação: a boa reputação da sua marca e a péssima reputação da marca.

Em qual lado a sua marca está?

Eu arrisco dizer que: se você não tem perfil nas redes sociais; se você não interage nas redes sociais; se você não se interessa e participa da vida das pessoas, a sua marca está do lado da péssima reputação da marca.

Não participar da conversa nas redes sociais já coloca a sua marca com uma péssima reputação.

Não dialogar com as pessoas mesmo estando presente já coloca a sua marca com uma péssima reputação nas redes sociais.

Não responder as pessoas que interagem com você – pro bem e pro mau – já coloca a sua marca nas redes sociais com uma péssima reputação.

Utilizar as redes sociais como um canal de publicidade já coloca a sua marca nas redes sociais com uma péssima reputação.

A inércia coloca a sua marca nas redes sociais com uma péssima reputação.

O que eu quero dizer com isso?

Com quantos paus se faz uma marca na internet?

Apenas com um: a presença e a boa vontade.

O primeiro guia da sua marca online deve ser aceitar que nas redes sociais você está suscetível a acertos e falhas. Você vai errar e, assumir seus erros publicamente vai ajudar – e muito com que você se aproxime da boa reputação de marca nas redes sociais.

Ninguém é perfeito. Eu não sou, a sua marca não é. Por maior que ela seja, aprenda isso… não existe marcas, pessoas, produtos, empresas, filosofias e crenças perfeitas.

Não importa se você é a startup de garagem, ou se você é a Coca-Cola, a Nike ou a Converse que já utilizaram mão-de-obra semi-escrava para produzir mais barato.

Não… você não é perfeito. Os erros vão acontecer. E, tomara que eles aconteçam.

Por isso, assumir que não é perfeito é o primeiro passo para que a sua marca se distancie da má reputação.

Nem todo mundo vai gostar da sua marca.

As Melhores Marcas em Reputação nas Redes Sociais | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

As melhores marcas em reputação nas redes sociais.

A verdade é dolorosa, mas é a verdade. Nem todo mundo vai simpatizar com a sua marca. E, a diferença é que nas redes sociais, além das pessoas não simpatizarem com a sua marca, eles falam em alto e bom som.

Há aproximadamente um mês atrás eu coloquei um exemplo de como a Claro – sim, a operadora de celular – cometeu uma falha de atendimento comigo bem no dia em que eu fui na loja deles para mudar de operadora.

Olha só que tiro no pé: eu tava puto da vida com a TIM, que sempre cagou pra mim, roubou meus créditos (que sumiam inexplicavelmente sem serem utilizados), e é uma merda de serviço, que perde o sinal de minuto em minuto.

Aí eu fiz uma pequena pesquisa e optei pela Claro.

Chego na Claro e passo raiva.

Pensei comigo que o mundo tava de cabeça pra baixo: ou eu era muito azarado, ou realmente todas as operadores estão uma porcaria.

No artigo, “O que Você Está Fazendo Para Vender Mais Hoje?”, eu falo sobre o probleminha com a Claro.

O artigo foi publicado em uma quinta-feira. Na segunda-feira a galera do marketing da Claro já tava me seguindo no Twitter e pediu, via mensagem direta, o meu telefone celular e e-mail.

No mesmo dia – uma segunda – os caras me ligaram querendo saber o que tinha acontecido e se poderiam fazer alguma coisa pra me ajudar, ou se tinha algo que podiam fazer pra melhorar a minha primeira impressão com a marca.

Eu, educadamente agradeci a atenção e, disse que estava tudo bem. Dito isso, eles inclusive elogiaram a maneira que eu critiquei a marca, sabendo utilizar o exemplo negativo e que fariam o possível para reverter minha primeira impressão.

Dois dias depois eu recebo a ligação da Gerente da Loja da Claro em que eu fui atendido, deixando o número dela pessoal e se colocando à disposição para ajudar no que fosse preciso.

Pronto! Em uma semana a minha percepção da marca da Claro se distanciou quilômetros luz da da TIM.

Eu continuo achando a TIM horrível. Semana passada um amigo foi contratar uma linha e eu aconselhei a não fazer. Dois dias depois já presenciei a sua revolta com o serviço da operadora.

A verdade é que, a Claro reconheceu seu erro. Em momento algum me disseram que a marca estava certa e eu errado. Em momento algum eles empurraram a culpa pra debaixo do tapete. Em momento algum eles me ignoraram, ou fingiram não se importar com o que eu penso.

Eles, desde o primeiro momento se desculparam e quiseram reverter a minha impressão inicial.

Bem, esse é um belo começo para uma empresa. Principalmente de telefonia celular.

Na semana passada, a Claro, a TIM e a Oi foram proibidas de vender seus chips. Só a Vivo ficou a salvo da decisão que condenou as operadoras ao castigo – apesar de, nas esquinas da Avenida Paulista estarem sendo vendidos, aos berros, “chip da TIM, só 5 reais”.

A verdade é que ser autêntico, reconhecer o erro, pedir desculpas e se colocar à disposição é o quadrado perfeito do atendimento padrão. Pode não transformar a empresa na melhor do mundo em atendimento, mas pelo menos ela faz o mínimo necessário.

Em um mar aonde ninguém faz nada, fazer o mínimo é muito e, ajuda no resultado final da equação percepção da marca nas redes sociais.

O problema é que, sempre eu menciono alguma marca online, principalmente pelo Twitter, e nunca – ou quase nunca – recebi nenhum feedback por lá. Principalmente da Flores Online que, na minha humilde opinião é a pior empresa de e-commerce do Brasil.

Você tem apenas uma chance de criar a reputação positiva da sua marca nas redes sociais: participando!

Sendo assim, eu aconselho que você comece agora. Intermediar conflitos entre marcas e consumidores nas redes sociais está longe de ser tarefa fácil.

Pra terminar, eu sugiro que você escute ao podcasting do Leandro Branquinho do RadioVendas sobre o que fazer quando a culpa é da empresa.

 

 

 

50 Dicas Para Vender Mais, Parte 4.

Preste atenção no que eu vou dizer: toda ação de marketing só serve pra influenciar em vendas. Portanto, marketing só existe pra fazer vender mais.

E, antes que você me pergunte, ou questione sobre ações de marca, sobre estratégias de engajamento e despertar sentimento em clientes, que são ações de marketing voltadas para a gestão de marcas, eu já digo duas coisas:

Uma empresa só faz branding – ou gestão de marcas – para vender mais.

Branding não está dentro do marketing. É o marketing que tá dentro do branding. E aí, voltamos no que eu disse acima. Tudo se resume a vender mais.

Eu sei que não é o que as pessoas dizem.

Sim. Elas dizem que querem desenvolver a personalidade da empresa, contar uma história, cativar empaticamente o consumidor para que ele enxergue mais do que apenas produtos, etc.

Mas, pare um segundo pra pensar e me diga: pra que serve tudo isso se não para vender mais?!?!

Então, quem vier aqui me dizer que marketing não tem nada a ver com vendas não entende nada de marketing. Ou não entende nada de vendas. Ou de nenhum dos dois.

O primeiro passo pra vender mais em uma empresa é compreender o marketing e as vendas como um processo único.

Acho que isso precisava ser esclarecido, uma vez que é IMPOSSÍVEL vender mais sem entender o funcionamento do marketing e vendas na sua empresa.

Dito isso, vamos ao que interessa…

Se você está chegando por aqui agora, eu recomendo que, antes de começar a ler este artigo você leia antes:

50 Dicas Para Vender Mais, Parte 1;

50 Dicas Para Vender Mais, Parte 2; e

50 Dicas Para Vender Mais, Parte 3.

Se você ou a sua empresa estiver passando por uma crise, ou se o seu mercado estiver em crise, ou se a crise da Europa estiver afetando o seu negócio, eu aconselho que você leia a minha série de Dicas Para Vender Mais em Tempo de Crise.

Como eu comecei falando sobre a influência do marketing em vendas e a influência dessa fusão em vender mais, você já deve ter concluído que vamos falar sobre… tipos de marketing.

Antes que você reclame que não tem verba de marketing, que uma pequena empresa não tem departamento de marketing, leia as 40 Dicas de Marketing de Baixo Custo. Depois entenda: é impossível vender mais sem marketing.

Para vender mais escolha os tipos de marketing que a sua empresa vai trabalhar.

Uma coisa é verdade, só existe um tipo de marketing que funciona: o boca-a-boca. Todo o resto que se faz, e que se chama de marketing é, na verdade um caminho para se chegar no boca-a-boca.

Portanto, o primeiro passo para fazer marketing que funciona vender mais é escolher os tipos de marketing em que se deve focar.

Sendo assim, aqui vão três coisas que você não pode deixar de pensar na hora de fazer marketing e, na hora de vender mais.

#1. Para vender mais, faça internet marketing.

Esse tipo de marketing também é conhecido como marketing digital. Eu chamo de internet marketing porque o meio é a internet. O marketing é o mesmo. Talvez seja o marketing que tenha menos a ver com marketing, em um primeiro momento. Mas vai ajudar a sua empresa a marcar presença na internet.

Internet Marketing | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoFoque em uma presença online que seja bonita para os buscadores e para os usuários. Somente a sinergia entre esses dois é que vai fazer a sua empresa vender mais.

Se o seu site faz sucesso com usuários e não faz sucesso com buscadores, você não vai aparecer e nem vender mais.

Se o seu site faz sucesso com buscadores e não faz sucesso com usuários, você não vai vender mais, mesmo aparecendo demais no Google.

Sendo assim, o seu website, para atrair usuários e buscadores precisa focar em:

– Search Engine Optimization (SEO), ou otimização para mecanismos de buscas;

– Campanhas de Links Patrocinados em buscadores e redes sociais.

– Websites amigáveis para dispositivos móveis – conhecidos como websites responsivos;

– Links para redes sociais (principalmente: Twitter, Facebook, LinkedIn e Google+);

– Rel=Author. Se você não sabe o que é isso, leia o artigo: O que é a Rel=Author?

– Técnicas de webwriting na produção de conteúdo.

Esses são os principais tópicos de internet marketing na hora de marcar presença na internet, relacionar-se com consumidores e vender mais.

#2. Para vender mais, faça mobile marketing.

Já é sabido que as pessoas estão cada vez mais, aumentando o uso de tablets e smartphones na hora de responder e-mails, pesquisar produtos e comparar preços.

Mobile Marketing | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoCom isso, os aparelhos já se tornaram muito importantes na hora do auxílio na tomada de decisão. Com certeza isso vai ajudar a sua empresa na hora de vender mais.

As ações de mobile marketing são muito mais do que um simples disparo de SMS. É preciso encarar os equipamentos mobile como uma plataforma de comunicação interativa.

Então, na hora de fazer estratégias de mobile marketing para vender mais, você precisa observar:

– SMS;

– Portal de Voz;

– Bluetooth;

– Games. Sim! A gamificação é a nova onda do marketing;

– Podcastings e videocastins e;

– QR Code.

Lembre-se que para vender mais, você e sua empresa precisam aprender a utilizar novos canais de maneira a espalhar a reputação da sua marca por aí.

#3. Para vender mais, faça marketing de relacionamento.

Sim. Marketing de relacionamento. Eu sei que eu já disse que marketing é vendas e que os dois são relacionamento.

Mas estou falando em investimento em relacionamento.

Marketing de Relacionamento | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoPara vender mais a sua empresa precisa ter um serviço – focado no cliente – diferenciado de tudo aquilo que ele entende por atendimento.

Eu acho que eu nunca vou me cansar de citar o exemplo de Tony Hsieh e como ele fez a Zappos! vender mais focando em atendimento e serviços personalizados.

É o serviço e o atendimento que você dispensa aos consumidores que vão fazer ele falar bem de você e indicar a sua empresa.

Para vender mais, incentive o marketing de relacionamento através de programas úteis de fidelidade.

Toda empresa sonha em ter um programa de fidelidade.

Toda empresa sabe que engajar o consumidor em um programa de fidelidade faz vender mais.

Portanto, para vender mais adapte um programa de fidelidade – que funcione! – para que os clientes continuem voltando.

Mas cuidado! Para vender mais o seu programa de fidelidade tem que funcionar. Caso contrário você só vai conseguir problemas. Não siga, de maneira nenhuma o exemplo das empresas de aviação. É certeza de fracasso na certa!

O segredo de usar o marketing de relacionamento para vender mais é: serviço diferenciado para conquistar e manter clientes e programas de fidelidade (principalmente baseados em gamificação) para manter clientes ativos.

#4. Para vender mais aprenda a fazer promoção.

Caramba! Eu demorei quatro posts sobre vender mais pra falar de promoção. Duvido que você achava que eu ia demorar tanto pra falar sobre isso, não é mesmo?!

Promoção é o mix de marketing mais praticado. Principalmente quando o assunto é vender mais. Praticado às avessas. Mas, mesmo assim ainda é o mais praticado.

Promoção | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoUma coisa na hora de fazer promoções para vender mais: não se esqueça, NUNCA, que promoção tem um custo e, baixar preços abaixa a lucratividade. Então, nunca comece uma promoção pra vender mais se a previsão de aumento for 50% de aumento nas vendas.

Sim. Se você der um desconto, por exemplo de 20% em alguma coisa, mesmo se vender mais, vai precisar aumentar em 40% as vendas para empatar no lucro.

Assim, se somar o investimento na divulgação e no processo de promoção de produtos, sim, para empatar no lucro – não estou dizendo vender mais – você precisa aumentar as vendas em 50%.

Portanto, para realmente vender mais e transformar clientes ocasionais de uma promoção em habituais, toda estratégia de promoção precisa:

– Focar no crosselling. Venda algo que não está em promoção junto com aquilo que está em promoção. SIM, isso vale para produtos e serviços;

– Cadastre os clientes. Geralmente tem-se o hábito de dar um brinde para castrar o cliente. Aqui o brinde já é a promoção. Pegue todos os dados do cliente para que, você sempre consiga contatá-lo nas ações da sua empresa;

Esses dois fatores vão ajudar e muito a promoção se reverter em vender mais e relacionamentos duradouros com os clientes.

#5. Para vender mais, a sua história precisa ser contada.

Se existe um tipo de marketing que vai fazer as pessoas se simpatizarem (ou não com você) é contar a sua história.

Contar a sua história vai fazer com que você segmente os consumidores. Quem pensa como você e acredita no que você prega, vai te seguir e te defender e te indicar e, com isso você vai vender mais.

Escreva a Sua História | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e InovaçãoQuem não pensa como você, não vai te seguir. Simplesmente vai estar indiferente ao seu discurso.

Ou seja, contar a sua história, pregar os seus princípios e valores vai te ajudar a segmentar o mercado e, de quebra vender mais.

Escreva o seu sonho. Escreva o que você vai fazer pelos seus seguidores. Conte a sua história e a sua pretensão.

Além de colocar você em outro patamar mercadológico, essa é a estratégia de marketing mais eficaz que existe e que mais gera boca-a-boca. E claro, no final das contas, vai fazer você vender mais.

O desafio de vender mais é infinito!

A sua empresa precisa vencer o desafio diário de dar certo e vender mais. A sua história precisa chegar nas pessoas.

Com uma história bem contata e uma empresa focada em oferecer serviços como diferencial a sua empresa vai conseguir vencer o desafio de vender mais e influenciar consumidores para que eles se transformem em evangelizadores da sua marca e façam o boca-a-boca acontecer.

É justamente isso que vai fazer a sua empresa se transformar em uma marca: serviços. São eles que vão fazer você vender mais.

Desafio de Vender Mais | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

O desafio de vender mais não tem fim.

O Que Você Está Fazendo Para Vender Mais Hoje?

Vender mais tem tudo a ver com paixão. Paixão é sentimento e, venda sem sentimento não existe.

É impossível ver marketing & vendas separado. Na minha cabeça é assim. Marketing & vendas. Vendas sozinho fica perdido perde o rumo e direção.

Por outro lado, marketing sem vendas não tem crescimento. Ou seja, é IMPOSSÍVEL vender mais hoje, amanhã, ou seja quando for, sem investimentos em marketing e em vendas.

O que eu entendo por investimentos em marketing & vendas para vender mais?

Como TODO MUNDO já falou e todo mundo já sabe, vendas é um processo. Até aí tudo bem, nenhuma novidade, nenhum progresso, nada de novo.

Mas, todo mundo esquece que no processo de vendas existe uma participação muito grande do marketing.

Portanto, para vender mais – nem que seja só um pouquinho você precisa construir relacionamento com pessoas e precisa investir em marketing.

Presta bem atenção nisso que eu to falando: vender mais tem a ver com marketing. E não apenas com vender. O processo de vender mais consiste em elaborar estratégias e ações de marketing para que as vendas aconteçam.

O que eu quero dizer com isso?

Simples. Quero dizer que é impossível vender mais sem investir em marketing.

De quem é o papel de captar leads para vender mais?

Do marketing.

De quem é o papel de organizar, produzir, divulgar eventos para fazer com que a reputação da empresa aumente?

Do marketing.

De quem é o papel de criar uma personalidade para a empresa, uma cultura para funcionários e uma história para ser espalhada?

Do marketing.

De quem é a missão de transformar uma empresa que fornece alguma coisa em uma marca?

Do marketing.

De quem é a missão de realizar promoções para captar mais clientes?

Do marketing.

De quem é a missão de viralizar a empresa?

Do marketing.

Tudo é estratégia de marketing. Inclusive a estratégia para vender mais.

A sua empresa só vai conseguir vender mais quando despertar uma emoção dos clientes e do público.

E eu não to falando em raiva, rancor, ódio, e reclamações. Eu to falando de paixão, empatia e excitação. Sim. Excitação.

Para Vender Mais Desperte Paixão | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Para vender mais desperte paixão.

Na prática, o que você vai fazer pra vender mais?

Preste atenção na historinha…

Eu era (ainda sou) cliente TIM. Estou decidido a mudar de operadora há quase um mês e estava pesquisando as melhores opções. Acabei me decidindo pela Claro.

Ontem eu me dirigi à loja da Claro do Shopping para tornar-me cliente da empresa. Eu escolhi o shopping por ser a mais próxima de mim.

Cheguei retirei a senha e estou aguardando ser chamado.

Não tinha ninguém na minha frente quando eu peguei a senha e, logo depois chegaram duas pessoas, que retiraram senhas diferentes para serviços diferentes.

Meia hora depois eu ainda estava esperando para ser atendido. Ah! E pra ajudar, passaram uma pessoa na minha frente. Quando fui perguntar disseram que ela tinha chegado antes e estava esperando há mais tempo.

MENTIRA. Eu vi ela chegar e retirar a senha. Eu já estava esperando.

O resto da história é que eu esperei para ser atendido e cheguei à conclusão que, no Brasil, qualquer operadora de celular é igual: caga pro cliente. Seja Claro, TIM, Oi, Nextel ou Vivo. Nunca tive boas experiências com nenhuma delas.

Voltando ao que interessa: caramba! Na minha migração os caras me trataram igual a um lixo. Não faltou educação, mas houve descaso. E o pior é que eles sabiam que eu era um novo cliente por que a numeração das senhas é diferente.

Ótima maneira de começar a tratar uma pessoa que quer ser seu cliente.

Em uma empresa grande, de propriedade do homem mais rico do mundo, pode até ser que eles consigam continuar crescendo e vender mais.

Metade disso, em uma empresa menor, já teria sido suficiente para fechá-la e, acabar com a sua reputação.

Qual foi o sentimento que a Claro me despertou ontem?

Primeiro de raiva, porque eu tive que esperar. Segundo, de que eu não valho nada pra ela.

Os caras estão fazendo tudo errado.

O marketing é a camisa dez da sua empresa. É ele que vai armar as jogadas para passar a bola para vendas marcar os gols com o cliente.

Qual é o papel do marketing pra vender mais?

O marketing vai desenvolver a reputação da sua marca. Mas será vendas que mostrará se a reputação é mentirosa ou verdadeira.

O marketing vai desenvolver a cultura da empresa. Mas será vendas que vai aplicá-la ou não no relacionamento com clientes.

O marketing vai planejar meios de atrair clientes e leads. Mas será vendas que vai fazer o negócio acontecer ou não.

O marketing vai, em suma, dizer que a sua empresa é maravilhosa. Mas será vendas que vai mostrar para os consumidores se ela realmente é isso tudo.

Entendeu como funciona o negócio!?!

Você só vai vender mais se investir no marketing que funciona, por um lado. E pelo outro, se investir em vendas.

Por investir em marketing, você tem aí em cima uma grande to-do list pra colocar em prática. Por investir em vendas, você precisa acompanhar o gua de 50 Dicas Para Vender Mais que tá rolando aqui no blog.

Por investir em marketing, lembre-se se despertar paixão em clientes. Por investir em vendas, lembre-se de fazer com que seus vendedores despertem paixão nos clientes.

Por investir em marketing, você precisa mostrar que se importa com seus clientes. Por investir em vendas, você precisa realmente se importar.

Vender mais é uma equação de investimentos. Você investe em marketing e em vendas para que eles dêm resultado. E quando isso da resultado, eles fazem a sua empresa vender mais.

Agora, por investir em marketing e vendas, não estou dizendo para você contratar o Neymar e cagar pro atendimento, pro relacionamento e pros clientes novos, como fizeram comigo.

Isso pode até fazer você vender mais. Mas, por quanto tempo?

Ah! Essa resposta nem eles sabem…

Tipos de Marketing: Esse não Deve ser o seu Foco!

Muitas empresas têm o marketing como o fim, e não o meio. Abusam dos tipos de marketing e esquecem que, no centro do palco, quem deveria estar é o consumidor. Os tipos de marketing só servem como caminho até o interesse final de toda marca, o consumidor.

Independente do tipo de marketing que você faz na empresa, ele é só um meio de focar no diálogo e relacionamento com o cliente. A essência do marketing não é o marketing direto, o marketing de relacionamento, o marketing de conteúdo, o marketing digital o marketing interno, o marketing disso, o marketing daquilo e daquilo outro.

Bem. O único papel do marketing não é comunicar, não é vender, não é anunciar.

Isso tudo aí a publicidade faz sozinha, sem a ajuda de ninguém, com uma animação bonitinha cantando: “pôneis malditos, pôneis malditos, lá, lá, lá, lá, la, lá, lá”.

O foco do marketing é o consumidor. O marketing é o camisa dez de um time que liga a sua empresa, sua reputação, seu diferencial, seus produtos, seus funcionários, sua belíssima sede em uma bela avenida, ao consumidor que compra o seu produto todos os dias. Ou não.

Digital, conteúdo, direto e etc. é o canal do marketing. Marketing digital ainda é marketing. Mas só é marketing se não se concentrar só no digital e esquecer o resto. Só é marketing se o foco no final das contas for o cliente, for o relacionamento, for o contato e o diálogo. Não existe marketing sem pessoas, não SAC sem consumidor e não existe venda sem aproximação.

Tipos de Marketing - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Os tipos de marketing são apenas os canais para sintonizar com o consumidor.

 

Marketing deixou de ser uma atribuição apenas de um setor da empresa. TODO mundo precisa pensar marketing porque tudo influencia positiva ou negativamente o que o cliente pensa a respeito dos produtos e da empresa. Pensar marketing significa entender o poder do consumidor em comprar, e com isso tornar bem sucedido um produto, ou fracassar de vez com a empresa.

O “bom dia” do funcionário pro cliente é marketing.

O texto do e-mail do funcionário pro cliente é marketing.

A proposta que o vendedor envia pro cliente também é marketing.

O atendimento do SAC da empresa é marketing.

O tempo de resposta de uma solicitação é marketing.

O roteiro de ligações para clientes é marketing.

A maneira com que os funcionários lidam com problemas de clientes é marketing.

Todo funcionário é um embaixador da marca da empresa e, como tal é responsável pela impressão que a empresa passa para os clientes antes, durante e principalmente depois das vendas.

Eu penso que, a partir do momento que as estratégias de marketing pararem de pensar no tipo de marketing e focar no resultado que o conjunto MARKETING precisa trazer para a empresa, inclusive internamente, com os embaixadores, aí sim lojas se transformam em marcas.

As empresas, quando traçam o plano de marketing e partem pra ação prendem seu foco nele. Separam o marketing através das diversas áreas planejadas, pulverizam dinheiro com promoções, anúncios na internet, redes sociais, mas quando ganham atenção do cliente não sabem o que fazem. Não entendem que desde o começo o MARKETING era um processo para fazer com que o cliente percebesse os diferenciais da sua marca.

E por diferenciais estou falando muito mais do que preço baixo e parcelamento sem juros.

O que é diferencial pra você?

Entrega imediata não é diferencial; sede própria não é diferencial; número de funcionários não é diferencial; aceitar todos os cartões de crédito não é diferencial; ter funcionários uniformizados não é diferencial; sacola personalizada não é diferencial; etc.

Diferencial é a maneira de atender, de tratar, de fornecer o produto, de dar garantia, assistência técnica, abrir e atender chamados, de capacitar os clientes para usarem o seu produto, de evangelizar os clientes, de se lembrar dos clientes, e por aí vai.

Tudo aquilo que o cliente sente de diferente – pra melhor ou pior – é diferencial.

Tudo aquilo que você consegue despertar no cliente que o atraia para a sua marca é diferencial.

E quem cria o diferencial não é o tipo de marketing. A sua empresa tem que fazer marketing pelos meios que mais se identifica apenas por uma razão: mostrar para os clientes que é única.

No fundo, todo marketing é relacionamento. Todo relacionamento é 1-a-1. Por isso, pra fazer efeito, depois que o meio que você escolheu de marketing (digital, conteúdo, direto, etc.) faz efeito, entra em cena o verdadeiro marketing P² (pessoas x pessoas). É aí que mora a diferença. É nesse segmento que o negócio precisa funcionar.

Quando máquinas, cliques, panfletos, palavras, música e videozinhos bonitos dão lugar a pessoas, é aí, no corpo-a-corpo que o marketing faz efeito.

O resto é besteira.

O resto é boato.

O resto, é resto.

Tipos de Marketing - ThinkOutside | Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

De todos os tipos de marketing, o único verdadeiro é o 1-a-1.

 

8 Dicas de e-mail marketing para uma loja virtual.

Um elemento de grande importância no planejamento de marketing no e-commerce é certamente o e-mail marketing. O e-mail marketing tem como finalidade gerar RELACIONAMENTO entre lojista e consumidores.

É através do e-mail marketing que você vai se relacionar com seus atuais e potenciais clientes. Portanto, fazer a coisa da maneira correta é muito importante para que os resultados apareçam.

Sendo assim, nós elaboramos um pequeno guia com 08 dicas sobre como você pode explorar melhor o seu e-mail marketing e transformá-lo em uma ferramenta de geração de demanda.

#1. Tudo começa pelo título.

O seu e-mail marketing precisa ter um título inteligente para não passar por um folheto online, ou ser confundido com um spam. O título é justamente o gatilho, e é ele que vai fazer o cliente abrir o seu e-mail, ou manda-lo para a lixeira.

Sendo assim, a primeira coisa a fazer é criar um título que não pareça com um anúncio, e fugir de palavras como “oferta”, “promoção”, “queima de estoque”, “imperdível” e outras do gênero.

A verdade é que as pessoas costumam abrir e-mails que possuam um título que seja ao mesmo tempo atraente, simples, direto e sem enrolação.

Por isso, títulos como “Seleção de produtos para o feriadão com as crianças” soa bem melhor do que “Oferta imperdível para o final de semana”.

#2. O conteúdo precisa ser personalizado.

O cliente precisa receber e-mails com MENSAGENS que tenham a ver com o seu perfil. Portanto, se o cliente comprou um computador, talvez ele não tenha nenhum interesse em receber um e-mail com ofertas de produtos de beleza.

Você precisa segmentar os clientes por interesse e enviar e-mails com ofertas de acordo com esses interesses, porque caso contrário os e-mails não surtiram nenhum efeito e passarão a ideia de que você não presta atenção ao que o cliente compra.

O segredo em um e-mail marketing é mostrar para os clientes aquilo que eles querem comprar, e não o que você quer vender. Senão, o negócio acaba soando como empurroterapia e ele se enche.

#3. Utilize um sistema de envio.

O principal motivo pelo qual você deve usar um sistema de envio de e-mail marketing são os relatórios analíticos. Não adianta você sair mandando e-mails para todo lado sem conseguir medir se a coisa toda está funcionando.

Por isso, antes de pensar em e-mail marketing encontre a ferramenta adequada para monitorar os seus envios.

Tenha em mente as seguintes métricas quando for analisar os relatórios de envio:

  1. Quantos e-mails foram enviados?
  2. Quantas pessoas clicaram em alguns dos links do e-mail?
  3. Quais links foram mais clicados?
  4. Quantos cliques resultaram em compra ou atingiram a meta do site?
  5. Quantos visitantes retornaram?
  6. Quantos usuários saíram da lista?

Tudo isso é de grande importância para que seja possível medir o alcance e a eficácia dos e-mails que você anda enviando.

Além disso, os relatórios analíticos servem para você pautar as suas próximas campanhas. As próximas campanhas precisam ser influenciadas pelas campanhas que tiveram maior retorno.

#4. Cuidado com o spam.

A primeira coisa a fazer depois que seu e-mail estiver pronto é checa-lo para ver se ele vai passar pelos filtros dos principais servidores. A maioria dos sistemas de envio tem um checador de spams e é muito importante essa análise.

Muitas mensagens acabam não chegando ao seu destino simplesmente porque os filtros as classificam como spam. Portanto, caso o checador dê sinal vermelho para o seu e-mail, descarte-o e faça outro.

#5. Dê liberdade para as pessoas entrarem e saírem.

O seu e-mail marketing precisa dar ao cliente a liberdade para sair da sua lista quando ele quiser. Assim, não se esqueça de incluir um link para o cancelamento do recebimento dos e-mails. E assegure-se, principalmente de que esse link funcione, e que todas as solicitações de exclusão sejam realmente atendidas.

Se o cliente tem o direito de entrar quando bem entender na sua lista de envios, ele também tem o direito de sair. Seja simples e direto. Deixe-o livre pra entrar e sair quando quiser.

#6. Construa a sua própria base de envio.

Por mais que seja tentador comprar uma base de dados com duzentos mil e-mails cadastrados, essa não é uma boa maneira de começar a espalhar o conteúdo de seu e-commerce por aí.

Isso porque você não conhece aqueles e-mails, não conhece as pessoas e, não sabe se eles têm o mínimo interesse naquilo que você vende. Portanto, esqueça a ideia de comprar uma base e cresça de maneira inteligente.

O ideal é deixar com que os interessados se cadastrem. Ao mesmo tempo, envie os e-mails para os clientes que já compraram de você. Essa é a melhor receita para um e-mail marketing que funciona.

Além disso, no momento em que o cliente se cadastrar peça para que ele informe seus interesses. Será dessa forma que você segmentará um cliente que ainda não comprou.

Assim, quando você enviar algum e-mail marketing, o cliente provavelmente se interessará em abri-lo.

#7. Envie mensagens não comerciais.

Esse é um fator que pode ser muito positivo para a sua marca. Não foque apenas no envio de promoções e lançamentos.

Intercale o envio de mensagens comerciais com outras mensagens, como artigos, dicas, informações úteis e conteúdo relevante e de qualidade, isso vai aproximar o consumidor da sua marca.

#8. Teste o seu template.

Não adianta você ter o template mais bonito se ele não funcionar.

Assim, envie as primeiras mensagens para você mesmo e veja como o e-mail marketing se comporta quando aberto nos principais serviços de e-mail. Caso o resultado não seja positivo, faça as alterações necessárias e continue testando até o resultado ser satisfatório.

Nós acreditamos que essas dicas transformarão de uma vez por todas os seus e-mails em uma ferramenta interessante e relevante que chame atenção dos clientes.

O e-mail marketing é uma ótima estratégia para aumentar a fidelidade dos visitantes e as taxas de conversão do seu e-commerce. Seguindo essas dicas, temos certeza que o e-mail marketing se transformará em uma ferramenta de marketing que faz a diferença para a sua loja virtual.

Este post foi faz parte de uma série de posts escritos por mim e pelo Ricardo Jordão Magalhães e publicado originalmente no Blog da Rakuten.

Retrospectiva 2011, Parte Final – Os artigos do ano.

Até meados de 2011 eu estive meio parado. Escrevi pouco, muitas vezes por falta de parar e tirar um tempo pra escrever. Eu ainda não estou escrevendo da maneira que eu queria, na frequência que eu queria. Mas, já desenferrujei bastante e, o importante é não parar.

Em 2011, além do Think|Outside eu me engajei em dois projetos: o CINEBusiness, que é um blog, como todo mundo já sabe que alia cinema e negócios e o AveMarketing, que é o blog do meu amigo Elcio Fernando Del Prete, que eu fico muito honrado de colaborar com artigos quinzenais.

Em 2012 a ideia é aumentar essa produção. Já estou confirmado como colaborador de mais dois portais, que me deram a honra de poder estar entre os colaboradores para falar de branding, marketing e vendas e, o Think|Outside certamente vai voltar a produzir como nunca.

Por isso eu vou fazer dessa última parte da retrospectiva, um apanhado dos melhores artigos que eu escrevi, na minha opinião. Seja aqui no blog, no CINEBusiness ou no AveMarketing, aqui vai um apanhado daqueles que eu mais gostei e daqueles que eu acho que foram direto ao ponto que eu queria.

#8. O dilema do marketing moderno. Eu vivo dizendo que o marketing publicitário já está com seus dias contados. A publicidade, como ela funciona na TV e na mídia impressa, não funciona na internet, aonde a grande maioria dos consumidores que interessam estão. As publicidades do Google, ninguém tem paciência de ver e pula. Com os poup-up’s, mesma coisa. O que o marketing precisa fazer é se adaptar ao seu consumidor 1-a-1 e, mostrar pra ele que sabe o que tá fazendo. Que conhece o mercado, que conhece o consumidor e que conhece a concorrência.

O pessoal das agências de publicidade, e os prêmios dizem que o Brasil é um país muito criativo na hora de produzir propagandas e coisas criativas. Mas, será que essa criatividade maravilhosa e premiada do Brasil tá fazendo o dever de casa? O jeito que a marca está comunicando com o consumidor tem sido satisfatório? Ou, se essa não for a pergunta certa, tá funcionando, pelo menos? O Brasil é o pais mais criativo? Que produz os melhores comerciais? Então porque será que eu gosto de um ou outro apenas. Se eu parar pra pensar, tem apenas o da Johnie Walker que eu posso dizer que foi uma peça bem produzida. Mas, estou falando de um, no meio de infinitas produções já feitas nesse ano (leia mais).

#7. O que os olhos não vêm, o coração não sente. Esse é mais um da lista sobre branding e history telling. Publicado no AveMarketing, é um artigo que fiz inspirado na leitura de BrandSense, de Martin Lindstrom, que mostra que os sentidos e a sensação que temos com o imperceptível influencia, e muito a nossa maneira de ver uma marca, de comprar e de interagir com produtos e fabricantes.

Um grande desafio das marcas atuais é comunicar ao consumidor a seu diferencial e, passar a ele a sua personalidade. Atualmente, algumas marcas vivem seu momento de agressividade propagandística, aonde bombardear a cabeça de pessoas com o seu produto, não tem feito muita diferença nos resultados. Martin Lindstrom, no seu livro Brand Sense, fala sobre a importância de se utilizar os cinco sentidos na comunicação entre marcas e consumidores. Essa importância é sustentada na pesquisa que originou o livro, onde empresas que investiram em uma experiência sensorial completa foram muito mais lembradas pelos clientes (leia mais).

#6. Eu nunca trabalhei oito horas por dia! Esse foi um post aqui do blog que eu fiz em homenagem ao meu avô, que há pouco tempo sofreu um AVC e mostrou que é muito mais forte do que todo mundo pensa. Parte dessa força veio do trabalho duro, forçado e da determinação de uma pessoa que não tinha outra alternativa a não ser dar certo, para sustentar a sua família. Meu avô é um exemplo de empreendedorismo e  determinação porque sempre se mexeu, sempre fez um pouco a mais e sempre foi além. Criou os filhos sempre trabalhando muito mais do que oito horas por dia, o que demonstra que o amor pelo trabalho faz com que sejamos ativos e saudáveis por mais que o tempo insista em nos envelhecer.

Eu tenho um grande presente em minha vida que é ter a minha família próxima. A relação que tenho com a minha mãe e irmã, que são incomuns e, a relação com todo mundo ao redor. O relacionamento que tenho com primos e tios, são muito mais estreitos do que a maioria, o que faz com que a minha pequena família, de certa maneira, possa-se dizer que é bem unida. E eu tenho por detrás de meu caráter e minha personalidade o exemplo de um grande homem, meu avô, que é o dono dessa frase aí. Meu avô, hoje para completar seus setenta e nove anos é um senhor que casou muito jovem e, foi pai também muito jovem. E por circunstância do destino, foi pai de dois filhos, um atrás do outro. Digo circunstância do destino porque minha avó era muito inocente, havia sido criada em colégio interno de freiras e, naquele tempo, diferentemente de hoje, as meninas de dezessete anos não sabiam nada sobre educação sexual. Ela mesma me disse que só conseguiu entender, pela lógica e, ligando uma coisa à outra, como se engravidava, quando engravidou do seu terceiro filho (leia mais).

#5. O Comprometimento só é Verdadeiro Quando Sujamos a Nossa Reputação Com o Próprio Sangue. Esse foi o meu artigo de re-estreia no CINEBusiness. E, pra recomeçar eu escolhi falar da série 24 Horas e do comprometimento de Jack Bauer com o seu trabalho e com a defesa de seu país. Acredito que existem milhares de lições que podemos tirar da série mas, no post, destaquei nove que acredito serem as mais importantes e que podem ensinar sobre empreendedorismo:

1. Coloque o dedo na ferida;

2. Os negócios podem prejudicar a família;

3. Herois para alguns, bandido para outros;

4. O tempo sempre vai estar contra você;

5. Amizades verdadeiras são importantes;

6. Conheça o concorrente. Infiltre-se caso necessário;

7. Faça uma tarefa de cada vez;

8. Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe!; e

9. Deadlines muitas vezes podem mesmo significar “deadlines“.

O quanto estamos dispostos a nos doar pelo comprometimento? Até que ponto estar comprometido com uma causa está também ligado a causas hierárquicas? O comprometimento para na hierarquia, ou, pelo bem maior, devemos fazer o que precisa ser feito, para não jogar o nosso comprometimento em cheque? (leia mais).

#4. O Destino Raramente nos Chama no Momento de Nossa Escolha. Mais um post do CINEBusiness, dessa vez do filme Transformers. Acredito que Transformers seja um lindo filme sobre liderança, ajudar os outros e, fazer o que precisa ser feito. O comportamento de Optimus Prime e seus ensinamentos são equivalente a qualquer Mestre Yoda e, qualquer líder deveria ouvir com mais atenção o que ele tem pra falar. Assim como no post sobre 24 Horas, destaquei algumas lições – dessa vez oito – sobre o que podemos aprender com esse filme de robôs:

1. Muitas vezes, o seu passado não interessa;

2. Cuidado com as informações que chegam ao seu ouvido;

3. Você precisa saber a hora de lutar e de ensinar;

4. Muitas vezes seus amigos dizem não precisar de você. Mas, eles precisam de você, mesmo sem saber;

5. “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”;

6. Até o seu melhor soldado pode ter vendido a alma ao diabo;

7. Não importa quem você conhece, mas quem conhece você; e

8. Tenha aliados dispostos a perder a cabeça para te ajudar.

O líder dos autobots tem não apenas essa mas, milhares de frases que são verdadeiras lições de vida e, lições empresariais, já figurando até mesmo nos wallpapers do CINEBusiness. A sabedoria desse robozinho fez eu me apaixonar pela saga dos Transformers e, como já deve ter dado pra perceber, esse será o filme que eu irei resenhar aqui. Mais especificamente: Transformers – O Lado Oculto da Lua, o terceiro filme da série que, espero eu continue por mais algum tempo. Primeiro, pela excelente qualidade dos efeitos especiais e,  porque, até hoje foi este o melhor filme em 3D que eu já ví. Outro motivo que me faz gostar da série são os enredos bem formados, as tiradas engraçadas sem dar tom pastelão ao filme e, as histórias bem fechadas onde a máxima violência só gera violência é deixada por terra. Até porque, somente com muita violência é que os mocinhos – nossos amigos autobots, conseguem vencer os bandidos – os decepticons (leia mais).

#3. Deve haver um jeito melhor. Infelizmente, entre as perdas irreparáveis de 2011 está Steve Jobs. Deve haver um jeito melhor é o post que eu fiz falando sobre a morte e sobre os ensinamentos desse gênio do mundo dos negócios. Certamente, hoje o mundo está mais pobre sem a presença e as loucuras de Steve.

Eu sempre achei Jobs um cara fantástico. Para mim, o seu discurso em Stanford, que os telejornais exibiram essa semana como algo inedito e triunfante, pode ser comparado, pelo legado deixado à história, ao consciente empreendedor como um presente tão importante e belo quanto o discurso de Martin Luther King Jr. Esse discurso, por si só já mostra o quanto estamos falando sobre um indivíduo fora do comum (leia mais).

#2. A resposta certa não muda nada. O essencial é que as perguntas estejam certas. Este é mais um artigo publicado no blog AveMarketing. Na verdade é um questionamento sobre verdades absolutas, questionamentos e crenças. As respostas certas não nos conduzem a lugar nenhum. Mas as perguntas certas nos conduzem para respostas inimagináveis. Essa é a maneira mais inteligente e sábia de empreender e tocar o coração das pessoas.

Se fizermos uma síntese sobre o aprendizado, vamos chegar a uma bela conclusão: que podemos aprender de duas maneiras, com a nossa vivência, e com a vivência dos outros. E, se pararmos pra pensar, tudo se encaixa em um lado ou outro dessa equação. Livros, palestras, aulas, vídeos, reuniões, tudo isso pode gerar aprendizado. E, em todos esses exemplos temos a vivência e a experiência dos outros que nos ensinam. Uma aula, uma palestra ou um livro, nada mais é do que o relato da experiência, do conhecimento de uma outra pessoa. E, claro, existe também aquilo que aprendemos com nossa experiência, com nossa vida, conosco. Um erro é uma maneira de aprendermos pela nossa experiência. Mas, a mais bela maneira de se aprender é questionar o porquê das coisas. E vejo que muitas pessoas que fizeram isso conseguiram ir além. Acabei de ler a biografia de Steve Jobs. E vi que isso era uma coisa que ele fazia diariamente com aquele que os outros a seu redor chamam de “campo de distorção da realidade”. Foi assim que ele conseguiu convencer Steve Wozniak a produzir um jogo para a Atari em menos tempo, foi assim que ele convenceu Jonny Ive que dava tempo de fazer o iPod em seis meses, foi assim que ele convenceu o dono da fábrica que produz os vidros dos iPhones e iPads a fazer o vidro quando ele disse que não tinha como produzir a quantidade que Jobs precisava (leia mais).

#1. Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa. A capacidade de aprender é fascinante. E, mais fascinante ainda é quando usamos o aprendizado pro bem, ao nosso favor, para mudar a vida das pessoas.

A frase título do post é do Leonardo da Vinci. Mas, o mais incrível é a forma com que a nossa mente desenvolve inúmeras maneiras de aprendermos. O vício em aprendizado atrapalha na ação? Ou será que, o fato de a mente nunca se cansar de aprender não demonstra uma dependência em ficar tentando aprender? Porque eu acredito que, agente só prova que aprendeu quando coloca o aprendizado em prática. Existe um ditado que diz que “errar é humano, mas persistir no erro é burrice”. Existe ainda outro ditado, esse  acho que muçulmano, que diz que “muitas vezes não temos culpa por errar uma vez; ele pode ser fruto de ignorância ou desconhecimento”. Mas que o erro, recorrente, é culpa nossa. Nós escolhemos errar (leia mais).

Eu 2012 eu vou escrever como nunca. Escrever, dialogar, ler e assistir filmes são as melhores maneiras de aprendermos práticas não ortodoxas e mudar o mundo!

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…