5 Erros que Você Pode Estar Praticando Online

Para ter uma poderosa presença online, o que NÃO fazer é tão importante quanto o que você deve fazer.

Criar uma poderosa presença online é mais do que apenas faça isso ou aquilo, ou o que devemos fazer. Muitas vezes isso tá muito mais ligado ao que temos que parar de fazer.

Aqui estão 5 erros que podem levar a sua estratégia online por água abaixo.

#1. O super-compartilhamento.

A sua conta no Facebook e no Twitter não são um confessionário. Deixe os assuntos altamente pessoais para quando você estiver pessoalmente com seus amigos e familiares.

Há casos em que algumas histórias que pareciam um tanto quanto inofensivas prejudicaram negócios, empregos ou até mesmo relacionamentos.

Cuidado para não se tornar o exemplo a não ser seguido.

Lembre-se: as mídias sociais não são seu divã. Portanto nada de desabafos sem sentido.

Lembre-se: as mídias sociais não são seu divã. Portanto nada de desabafos sem sentido.

#2. Começar e parar.

Parabéns, você começou o seu blog. Isso é muito divertido, não é mesmo? Mas deixe passar algumas semanas e o blog que parecia seu agradável passatempo na web vai ser como uma resolução de dieta de ano novo: você estará longe de atingir suas metas.

É difícil alimentar o monstro do conteúdo – e ainda mais difícil fazer isso com qualidade e de maneira desejável. Se você não está comprometido, nem comece.

#3. Empresa sem website.

Você sabia que, nos Estados Unidos 75% das empresas não têm um website? No Brasil a estatística não deve ficar muito atrás, já que por aqui menos empresas ainda têm a noção da importância de um website.

Já no Reino Unido a coisa é um pouco menor: 60% das pequenas empresas não têm sites.

Uma pesquisa da Harris Interactive afirmou que 78% dos adultos nos EUA acham muito importante um website para buscar informações sobre as empresas antes de decidir fazer negócios com elas.

Isso significa que você está ignorando milhares de clientes em potencial, não é mesmo?

#4. Um website sem brilho.

Você está mais experiente nos negócios e faz parte daquelas pequenas empresas que abraçam a presença web?

Parabéns. Mas será que seu website é tudo aquilo que poderia ser? Você precisa desenvolver a sua presença de maneira madura para maximizar o seu valor, seja como profissional liberal, seja como pequena empresa.

Você não necessariamente precisa contratar um webdesigner caro, mas você precisa se certificar que o seu website é esteticamente agradável e fácil de navegar.

Se for para estar na internet, esteja 100%, porque menos do que isso não é suficiente.

Se for para estar na internet, esteja 100%, porque menos do que isso não é suficiente.

#5. Não faça ouvido de mercador.

Às vezes as pessoas dizem coisas que você simplesmente não quer ouvir. Quando isso tem o caráter pessoal, você tem a opção de simplesmente ir embora.

Na internet, quando se trata do seu negócio, ou da sua profissão, você não pode se dar ao luxo de simplesmente de cobrir os olhos e fechar os ouvidos.

Conhecimento é poder e, saber o que seus clientes têm a dizer sobre você lhe da energia e a oportunidade de fazer a diferença para o seu negócio.

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Este artigo foi adaptado do original, “5 Mistakes You’re Making Online”, da revista Inc.

Como Você Gerencia os Conflitos da sua Marca na Internet?

Criar um perfil nas redes sociais pode ser gratuito. Mas, se a sua marca não estiver disposta mergulhar nesses canais, o negócio pode acabar saindo bem caro…

Ainda existe muita gente na dúvida. Afinal de contas, pra que servem as redes sociais? Como isso pode impactar a minha marca – positivamente ou negativamente – ao longo do tempo?

A primeira verdade sobre a sua marca e as redes sociais é que o fato de você ter ou não a sua conta por lá não vai aumentar ou diminuir a quantidade de gente falando sobre você.

Falando mal, ou falando bem.

Ou seja, não é o fato de você estar por lá que vai fazer as pessoas se engajarem ou não com você. A sua presença por lá permite a sua marca monitorar o que andam falando de você e, além disso permite que você entre na conversa.

Ao longo do tempo – de 2009 até meados de 2011 – as redes sociais acabaram virando um canal de relacionamento da marca.

De SAC, até pós-vendas, passando por prospecção e etc., é possível, SIM, se relacionar com clientes, leads, prospects e suspects pelas redes.

Mas, muitas marcas acreditam que as redes sociais são um canal para você anunciar. E isso acaba colocando toda a estratégia online da marca por água abaixo.

Reputação das Marcas | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Você sabe o que as pessoas estão falando sobre a sua marca nas redes sociais?

Preste atenção: a sua marca pode estar indo por água abaixo nas redes sociais.

E, por isso, podemos dizer que o que sentimos – e automaticamente falamos – nas redes sociais, influenciam nossos impulsos, inclusive o que compramos e o que recomendamos.

E agora, pode ser que venha a pergunta que não quer calar: mas afinal, como diabos monitorar a minha marca nas redes sociais e conseguir criar a reputação da minha marca?

A primeira resposta dessa pergunta é: qual é a reputação que você quer criar?

Se você quer criar uma reputação de uma marca atenciosa, prestativa, inovadora, disponível e que esteja preparada para fazer a diferença das pessoas, você não pode, nunca cagar pras redes sociais.

Se você quer criar uma reputação do tipo boa, você precisa não apenas estar presente. Mas, participar. A sua marca não pode apenas ficar vendo as pessoas dançarem na web, ela precisa levantar da cadeira e dançar.

Nas redes sócias você só tem como criar dois tipos de reputação: a boa reputação da sua marca e a péssima reputação da marca.

Em qual lado a sua marca está?

Eu arrisco dizer que: se você não tem perfil nas redes sociais; se você não interage nas redes sociais; se você não se interessa e participa da vida das pessoas, a sua marca está do lado da péssima reputação da marca.

Não participar da conversa nas redes sociais já coloca a sua marca com uma péssima reputação.

Não dialogar com as pessoas mesmo estando presente já coloca a sua marca com uma péssima reputação nas redes sociais.

Não responder as pessoas que interagem com você – pro bem e pro mau – já coloca a sua marca nas redes sociais com uma péssima reputação.

Utilizar as redes sociais como um canal de publicidade já coloca a sua marca nas redes sociais com uma péssima reputação.

A inércia coloca a sua marca nas redes sociais com uma péssima reputação.

O que eu quero dizer com isso?

Com quantos paus se faz uma marca na internet?

Apenas com um: a presença e a boa vontade.

O primeiro guia da sua marca online deve ser aceitar que nas redes sociais você está suscetível a acertos e falhas. Você vai errar e, assumir seus erros publicamente vai ajudar – e muito com que você se aproxime da boa reputação de marca nas redes sociais.

Ninguém é perfeito. Eu não sou, a sua marca não é. Por maior que ela seja, aprenda isso… não existe marcas, pessoas, produtos, empresas, filosofias e crenças perfeitas.

Não importa se você é a startup de garagem, ou se você é a Coca-Cola, a Nike ou a Converse que já utilizaram mão-de-obra semi-escrava para produzir mais barato.

Não… você não é perfeito. Os erros vão acontecer. E, tomara que eles aconteçam.

Por isso, assumir que não é perfeito é o primeiro passo para que a sua marca se distancie da má reputação.

Nem todo mundo vai gostar da sua marca.

As Melhores Marcas em Reputação nas Redes Sociais | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

As melhores marcas em reputação nas redes sociais.

A verdade é dolorosa, mas é a verdade. Nem todo mundo vai simpatizar com a sua marca. E, a diferença é que nas redes sociais, além das pessoas não simpatizarem com a sua marca, eles falam em alto e bom som.

Há aproximadamente um mês atrás eu coloquei um exemplo de como a Claro – sim, a operadora de celular – cometeu uma falha de atendimento comigo bem no dia em que eu fui na loja deles para mudar de operadora.

Olha só que tiro no pé: eu tava puto da vida com a TIM, que sempre cagou pra mim, roubou meus créditos (que sumiam inexplicavelmente sem serem utilizados), e é uma merda de serviço, que perde o sinal de minuto em minuto.

Aí eu fiz uma pequena pesquisa e optei pela Claro.

Chego na Claro e passo raiva.

Pensei comigo que o mundo tava de cabeça pra baixo: ou eu era muito azarado, ou realmente todas as operadores estão uma porcaria.

No artigo, “O que Você Está Fazendo Para Vender Mais Hoje?”, eu falo sobre o probleminha com a Claro.

O artigo foi publicado em uma quinta-feira. Na segunda-feira a galera do marketing da Claro já tava me seguindo no Twitter e pediu, via mensagem direta, o meu telefone celular e e-mail.

No mesmo dia – uma segunda – os caras me ligaram querendo saber o que tinha acontecido e se poderiam fazer alguma coisa pra me ajudar, ou se tinha algo que podiam fazer pra melhorar a minha primeira impressão com a marca.

Eu, educadamente agradeci a atenção e, disse que estava tudo bem. Dito isso, eles inclusive elogiaram a maneira que eu critiquei a marca, sabendo utilizar o exemplo negativo e que fariam o possível para reverter minha primeira impressão.

Dois dias depois eu recebo a ligação da Gerente da Loja da Claro em que eu fui atendido, deixando o número dela pessoal e se colocando à disposição para ajudar no que fosse preciso.

Pronto! Em uma semana a minha percepção da marca da Claro se distanciou quilômetros luz da da TIM.

Eu continuo achando a TIM horrível. Semana passada um amigo foi contratar uma linha e eu aconselhei a não fazer. Dois dias depois já presenciei a sua revolta com o serviço da operadora.

A verdade é que, a Claro reconheceu seu erro. Em momento algum me disseram que a marca estava certa e eu errado. Em momento algum eles empurraram a culpa pra debaixo do tapete. Em momento algum eles me ignoraram, ou fingiram não se importar com o que eu penso.

Eles, desde o primeiro momento se desculparam e quiseram reverter a minha impressão inicial.

Bem, esse é um belo começo para uma empresa. Principalmente de telefonia celular.

Na semana passada, a Claro, a TIM e a Oi foram proibidas de vender seus chips. Só a Vivo ficou a salvo da decisão que condenou as operadoras ao castigo – apesar de, nas esquinas da Avenida Paulista estarem sendo vendidos, aos berros, “chip da TIM, só 5 reais”.

A verdade é que ser autêntico, reconhecer o erro, pedir desculpas e se colocar à disposição é o quadrado perfeito do atendimento padrão. Pode não transformar a empresa na melhor do mundo em atendimento, mas pelo menos ela faz o mínimo necessário.

Em um mar aonde ninguém faz nada, fazer o mínimo é muito e, ajuda no resultado final da equação percepção da marca nas redes sociais.

O problema é que, sempre eu menciono alguma marca online, principalmente pelo Twitter, e nunca – ou quase nunca – recebi nenhum feedback por lá. Principalmente da Flores Online que, na minha humilde opinião é a pior empresa de e-commerce do Brasil.

Você tem apenas uma chance de criar a reputação positiva da sua marca nas redes sociais: participando!

Sendo assim, eu aconselho que você comece agora. Intermediar conflitos entre marcas e consumidores nas redes sociais está longe de ser tarefa fácil.

Pra terminar, eu sugiro que você escute ao podcasting do Leandro Branquinho do RadioVendas sobre o que fazer quando a culpa é da empresa.

 

 

 

Como Transformar sua Empresa em um Portal de Conteúdo?

As ferramentas da Web 2.o já estão aí há muito tempo fazendo grande sucessos. Grandes empresas já estão utilizando-as para transformar o seu sitezinho mixuruca em um verdadeiro portal de conteúdo, com direito a convergência com as maiores mídias sociais do momento. Se você tá afim de trazer essas ferramentas pra sua empresa e mudar a forma de se comunicar na internet, aprenda como, aos poucos, implementar a cultura do conteúdo.

1. Dar o primeiro passo
Os empreendedores e seus funcionários mais próximos devem usar as ferramentas logo no início. Exemplo: O principal executivo de TI da Lockheed Martin, que fabrica aviões e equipamentos militares, criou o primeiro blog da empresa e pediu que outros diretores fizessem o mesmo. Com isso, boa parte dos funcionários passou a participar das discussões

2. Recrutar primeiro os entusiastas
Funcionários que possam iniciar boas discussões devem ser chamados a participar antes dos demais. Exemplo: Ao implantar blogs e wikis, a Procter&Gamble convidou primeiro os funcionários já familiarizados com essas tecnologias. Chamou também os pesquisadores mais renomados da empresa. A ideia era ter uma base inicial já ativa antes de convidar todo mundo

3. Definir uma utilidade
Entre uma ferramenta que realmente ajude os funcionários e outra cujo uso não é claro, fique com a primeira. Exemplo: A wiki do estúdio de animação Pixar foi implantada para que os animadores dividissem informações sobre os filmes em desenvolvimento. A troca apenas por texto não deslanchou. Eles só se interessaram quando puderam compartilhar imagens e vídeos

4. Estimular o que já funciona
É melhor aproveitar o uso que os funcionários já adotaram para uma ferramenta do que impor outra finalidade. Exemplo: Na operadora de telefonia AT&T, a equipe começou a usar as ferramentas da web 2.0 para gerir projetos de forma colaborativa. A empresa deu apoio à iniciativa e, em um ano, os funcionários participantes subiram de 65% para 95%

5. Premiar com visibilidade
Quem dá contribuições de qualidade deve ser destacado – na ferramenta e também em eventos da empresa. Exemplo: Na siderúrgica ArcellorMittal, o número de boas contribuições em sua rede subia quando os funcionários mais ativos recebiam prêmios em eventos internos – o que não ocorria quando o reconhecimento não era público

As empresas que ouvem, de verdade, o que as pessoas têm a dizer alcançam o sucesso.

A declaração título desse post é de Chris Hughes, jovem de 25 anos e criador do Facebook. Além disso, ele foi também o principal arquiteto da estratégia para a internet na vitoriosa campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos. O My.BarackObama.com formou 35 mil grupos voluntários, deu origem a 200 mil eventos de apoio, arregimentou mais de 2 milhões de pessoas e conseguiu arrecadar US$ 30 milhões.

A revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios do mês passado entrevistou Hughes, que falou pela primeira vez a um veículo de comunicação brasileiro. A íntegra da entrevista segue abaixo.

Qual será a nova grande onda da internet?

Uma tendência chave que vejo ganhar espaço é o compartilhamento. As pessoas querem dividir fotos, conhecimentos, vídeos, preferências, listas de amigos, o que for. E querem fazer isso por blogs, sites e outras ferramentas da web, como o GeoCities e o Facebook. Acredito que assistiremos a um aumento substancial na troca de informações de todos os tipos.

De que forma a democratização da internet altera o comportamento do consumidor?

As ferramentas da internet permitem que cada um de nós crie, estreite, fortaleça e mantenha relacionamentos com pessoas de qualquer parte do planeta e crie formas de gerir suas conexões. Quantas oportunidades tudo isso vem criando! Porém, é preciso que existam controles e mecanismos que garantam a privacidade das pessoas, para que estas se sintam seguras em compartilhar suas informações. A confiança continua sendo essencial nas interações humanas. Inclusive nas interações via internet.

Na sua visão, quais foram as razões desse sucesso tão rápido e estrondoso do Facebook?

O Facebook foi criado como um lugar onde as pessoas pudessem ser elas mesmas. Esse sempre foi e continua sendo um dos principais valores da empresa, que esta preserva com muito cuidado. Nossos esforços sempre foram direcionados por um desejo genuíno de conectar as pessoas e de inovar continuamente.

Que dicas você pode dar a empreendedores que estejam em busca de recursos financeiros para viabilizar seus projetos?

Sou um idealista com relação a esse tema. Acredito que, se você tem uma grande ideia ou um produto realmente bom, que agregue valor, não terá dificuldade em obter recursos. Mas, para isso, seu foco não pode estar voltado para o dinheiro. Mantenha seu foco na criação e aprimoramento de seu produto e o resto acontecerá naturalmente.

Que conselhos você dá a quem esteja pensando em desenvolver projetos na área de tecnologia no Brasil?

O Brasil é um país muito rico em talentos. O importante é aprender a tirar vantagem daquilo que o país tem de único. Quais os recursos disponíveis? Que características culturais os brasileiros têm? Construir coisas novas a partir do que já existe, da cultura e do conhecimento acumulados, é importantíssimo, mas muitas vezes as pessoas se esquecem disso. Os brasileiros precisam, antes de mais nada, compreender qual é sua grande vantagem competitiva. E construir algo de valor a partir daí.

As empresas podem bolar uma estratégia para a internet como a que ajudou a eleger Obama?

A campanha de Obama foi bem-sucedida por causa do envolvimento das pessoas comuns. Cidadãos comuns decidiram apoiar um candidato que, acreditavam, poderia gerar transformações. A tecnologia teve um papel chave nisso, pois permitiu que esses indivíduos se auto-organizassem em comunidades e fizessem coisas concretas espontaneamente em favor do seu candidato. Acredito que é uma ação muito parecida com a forma como as empresas bem-sucedidas tocam seus negócios. Focando nas pessoas – seus clientes, consumidores, colaboradores, etc. – e fazendo com que cada um deles se envolva da maneira que estiver ao seu alcance. Ouvir as pessoas é fundamental. As empresas que ouvem – de verdade – o que as pessoas têm a dizer colocam-se em condições de alcançar o sucesso.

Organize Suas Caronas.

Bem, que as redes sociais estilo Orkut e MySpace cairam no gosto da moçada, ninguém duvida, não é mesmo. Diariamente eu vejo um monte de gente falando sobre um monte delas. A mais recente que eu me cadastrei foi o Skoob, que acompanha aquilo que você anda lendo, além de você compartilhar as opiniões sobre livros com os outro usuários. Na verdade, preciso tornar efetiva a minha participação por lá, o lugar me pareceu bem interessante.

Nessa onda, hoje eu descobri o Coletivu, que é uma rede social pra você organizar suas caronas. Pra quem tá em São Paulo, com esse trânsito e rodízio loucos, certamente pode ser uma boa pedida. O Coletivu oferece serviços para a implantação de sistemas internos em prol da carona, apoiado por uma ferramenta de rede social que permite a criação e gerenciamento de grupos.

O funcionamento é simples. Os usuários se cadastram no sistema e informam sua rotina de ida e volta (pontos de partida e chegada e horários). A ferramenta cruza automaticamente as rotinas cadastradas e oferece para cada usuário, as sugestões de outros colegas com as quais ele pode criar um grupo de carona.

Se você tá a pé, aproveita a dica e corre atrás de uma carona!

coletivu