6 maneiras de ser notado

Ideias eficazes de autopromoção então na interseção entre ser um pé no saco e um narcisista maluco. Encontre o perfil ideal com essas dicas.

As pessoas odeiam a autopromoção. Na verdade, a maioria de nós odiamos a autopromoção. Nós alternamos entre falar muito pouco sobre nós mesmos, ou parecermos um narcisista maluco.

Em algum lugar no meio disso tudo está o ponto ideal – a arte sutil de promover a si mesmo para as outras pessoas quererem te conhecer.

Aqui estão algumas dicas úteis de como chegar nesse ponto.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

#1. Deixe os resultados falarem por si só.

As pessoas se preocupam com o que você fez, não com o que você vai fazer. Quem já não ouviu essa afirmação? Não há nada como bons resultados para chamar atenção das pessoas.

Que problema você tem resolvido? Que movimento você iniciou? Como você tem levado as pessoas a alcançarem seus objetivos? Realizar algo de valor é como ganhar dinheiro para se promover.

#2. Promova os outros.

Algumas pessoas são mestres em promover outras pessoas, em como essas pessoas são brilhantes e geniais.

Essas pessoas estão ansiosas para dizer aos outros o quanto os fundadores de uma empresa são inovadores, ou como alguns de seus clientes está evoluindo de maneira inesperada.

O que não precisamos dizer é que por trás dessas pessoas geniais estão os nossos trabalhos, e o que nós estamos fazendo para ajudar essas pessoas a chegarem aonde querem.

Não é necessário.

O fato de exaltar e promover os outros ajuda a fazer com que essas pessoas se sintam mais motivadas e confiantes e, com isso elas endossam o trabalho dele.

“Eu aprendi que as pessoas vão esquecer o que você disse, vão esquecer o que você fez, mas nunca vão esquecer como você as fez sentir”. Maya Angelou.

As pessoas irão promover você se você se preocupar em fazer o mesmo com elas.

#3. Fale sobre o que você acredita.

“Eu acredito na criação de empregos e capacitação de pessoas para que elas se sintam úteis no trabalho todos os dias” é muito diferente de “eu comecei 3 empresas de manufatura empregando 200 pessoas”. A diferença é sutil, mas significativa.

Fale sobre o que você acredita e dê uma dica sobre as suas realizações sem dizer explicitamente o que elas são. Se as pessoas estiverem interessadas, elas vão perguntar.

#4. Admita suas falhas.

Admitir o fracasso é um sinal de vulnerabilidade, que é uma das maiores habilidades de liderança que existe.

A falha humaniza o caminho para o sucesso. E quando nos sentimos conectados a uma outra pessoa em um nível humano, somos muito propensos a avançar com a sua causa.

A autenticidade e a humildade podem levar você mais longe do que a lógica e a intelectualidade.

#5. Decida pelo que você quer ser conhecido.

Aprimore as habilidades que o diferencial do todo e, em seguida deixe os outros se gabarem de você. Se você é uma amador, as pessoas vão estar confusas sobre quem você é e como promove-lo.

Seu trabalho é descobrir a sua grandeza interior – o que o diferencia – e o faz melhor do que ninguém. Se você for realmente bom em algo, as pessoas vão procura-lo por essa habilidade.

Essa habilidade não pode ser verbalizada por você, mas vai ser evidente pelo grande número de pessoas que estarão batendo em sua porta.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

#6. Ponha em prática.

Há momentos em que você só tem que se vangloriar um pouco de si mesmo. Se você fizer algo realmente grande, fale sobre isso.

Basta falar sobre isso com as pessoas certas e se certificar de que o que você realizou é de fato notável.

As pessoas certas ficarão energizadas com o seu sucesso e não vão acreditar que isso seja apenas autopromoção.

___

Este artigo foi adaptado do original, “6 Ways to Get Noticed”, da revista Inc.

O seu discurso de elevador fede. Veja como consertá-lo

O velho – e chato – discurso de elevador está morto. Sendo assim, use estas 4 dicas para criar um campo que não soe como um discurso de vendas desatualizado.

Desde os anos 50, os treinamentos de vendas de todo o mundo têm empurrado o discurso de elevador como o segredo para o network de negócios.

Isso já passou.

O discurso de elevador está morto, ou pelo menos deveria estar, é o que defende Cliff Suttle, autor de “Anti-Elevator Speech”.

Um discurso de elevador é uma resposta pré-planejada de 30 segundos a 2 minutos para a pergunta: “e então, o que você faz?”. Pessoas de negócios hoje se tornaram hiper-sensíveis aos discursos comerciais.

Se alguma coisa está insinuando sobre vendas, ou está soando falso, as pessoas acabam chutando você para fora. O objetivo do networking não é reunir líderes de vendas, mas sim iniciar relações comerciais, que começam com uma conversa, não com um discurso de vendas.

Suttle criou um sistema que substitui o antigo discurso de elevador desgastado com uma nova abordagem que, segundo ele, vai fazer as pessoas quererem falar com você.

Aqui está um destaque de 4 dicas para turbinar a sua maneira de fazer network.

Discurso de elevador é algo ultrapassado. Mude a maneira de estabelecer relacionamentos de negócios.

Discurso de elevador é algo ultrapassado. Mude a maneira de estabelecer relacionamentos de negócios.

#1. Comece com um gancho.

Quando alguém pergunta o que você faz, comece com uma pequena declaração projetada para atrair a curiosidade. Esta declaração deve ser confusa e não levar o ouvinte a qualquer ideia preconcebida.

Não deve incluir detalhes sobre como você faz o que você faz. Assim, um vendedor de carro pode dizer: “eu te levo aonde você precisa ir”. Um corretor de imóveis pode começar com “eu garanto que você tenha um lugar quente quanto o fogo” e um conselheiro de investimento pode começar com um “eu ajudo as pessoas a dormirem bem à noite”.

Observe que nenhuma dessas menções mostram como as pessoas fazem o que fazem, mas todas essas afirmações vão levar as pessoas a perguntar o que você quer dizer com isso, que é o início da conversa.

#2. Pare de falar.

Depois de deixar o seu gancho é muito importante se calar. Fique parado e dê ao ouvinte tempo para contemplar o que você disse, se confundir e querer saber mais.

Quando elas perguntarem o que você realmente quer dizer, elas estão investindo na conversa e lhe deram permissão para dar-lhes mais detalhes. Sem o silêncio o gancho não irá funcionar.

#3. Leve-os para dentro.

Depois de um gancho bem sucedido, não lance mão de um argumento de vendas. Seu gancho não lhe da direito para sair vendendo nada a ninguém. A próxima parte do discurso anti-elevador é o que podemos chamar de história.

Comece a contar como você faz o que você faz, mas não faça nenhum show. Nenhum bom filme de mistério começa dizendo que o mordomo matou as pessoas.

O filme mantém o suspense até que você esteja morrendo de vontade de saber. É isso que você precisa fazer.

Quando as pessoas voltarem a perguntar o que isso quer dizer, você pode lhes dar mais detalhes.

No momento do gancho, você ganhou a curiosidade das pessoas. Agora é hora de ganhar a atenção.

No momento do gancho, você ganhou a curiosidade das pessoas. Agora é hora de ganhar a atenção.

#4. Servir, não vender.

Se você conseguiu criar um bom gancho e um bom suspense você já vai conseguir uma maneira de ter a atenção das pessoas em meio a uma conversa.

No entanto, é sempre preciso ter a mentalidade de como podemos servir as pessoas, e não como podemos vender para elas.

Manter o foco na necessidade dos ouvintes e não nas suas necessidades de venda. Quanto mais você da para o mundo, mais o mundo devolve para você.

Agora pratique!

Como você pode entregar um discurso anti-elevador ao invés do velho e chato discurso comercial que já está sendo esperado pelas pessoas em eventos de networking?

___

Este artigo foi adaptado do original, “Your Elevator Pitch Stinks. Here’s How to Fix It”, da revista Inc.

Trate as Pessoas Como se Fossem seus Clientes

Nós nos acostumamos com o hábito de tratar nossos clientes melhor da melhor maneira do mundo. Por isso, por que não tratar todos como clientes?

Eu sou um desastre quando o assunto é relacionamento. Muitas vezes faço coisas por impulso ou por conta de nervosismo que afetam diretamente as pessoas que mais amo: a minha família.

Há alguns anos atrás, em uma época conturbada em minha vida, após apanhar da morte e perder pessoas queridas, em uma discussão uma pessoa me disse que eu tratava melhor os meus clientes do que a minha família.

Eu já vi pessoas dizendo para tratar os clientes como se fossem a sua família, mas no meu caso, eu precisava tratar as pessoas que mais amo como clientes.

Obviamente, depois do peso dessa declaração eu parei para pensar nisso tudo. Eu estou muito longe da perfeição e conheço poucas pessoas com a minha idade – e até uns 10 anos mais velhas – que tenham errado na vida assim como eu errei.

Mas, nunca é tarde para adotar um novo comportamento em nossa vida, muito menos para crescer com declarações das pessoas que mais nos amam no mundo: a nossa família.

Depois de muita reflexão sobre a afirmativa de tratar meus clientes melhores do que a minha família, eu comecei a pensar, não no impacto que isso teve em mim, mas nas coisas que fazemos pelos clientes que não faríamos, muitas vezes pelos nossos familiares.

Não que isso tenha a ver com a famosa frase de que todo cliente tem razão, mas sim nas coisas que aguentamos de clientes pelo bem de nosso contrato, ou pelo bem da relação, que certamente não aguentamos em casa.

Como você trata as pessoas ao seu redor?

Como você trata as pessoas ao seu redor?

O cliente vale o sacrifício que fazemos por ele. As outras pessoas também.

Suponhamos que você tenha um contrato com a sua família. Na verdade, todos nós temos um contrato tácito com nossos familiares. Mas, como eles nos amam, acabam relevando muita cagada que fazemos.

Mas, substitua as coisas que fazemos com nossos familiares por coisas que fazemos com nossos clientes.

Você gritaria com um cliente?

Você xingaria um cliente?

Você desrespeitaria um cliente?

Você trairia um cliente?

Você ignoraria um cliente?

Você usaria o passado do seu cliente para ferí-lo?

Você estragaria o dia do seu cliente com ciúmes?

Certamente não. Por outro lado, nós aguentamos muitas coisas todos os dias de clientes que não aguentaríamos de nossos familiares.

Nós aguentamos xilique a todo momento.

Nós aguentamos malcriação.

Nós aguentamos atraso no pagamento.

Nós aguentamos a indecisão contínua.

Nós aguentamos a mudança de direção.

Nós aguentamos reclamações constantes sobre o trabalho.

Nós aguentamos o cliente achando que sabe melhor do que nós o nosso trabalho.

E aguentamos calados.

Ou seja, nós engolimos mais sapos de nossos clientes, sem reclamar, do que das pessoas para as quais vivemos – ou dissemos viver – em função.

Trate as pessoas como se fossem seus clientes. O grau de intimidade não nos da direito à ignorância.

Trate as pessoas como se fossem seus clientes. O grau de intimidade não nos da direito à ignorância.

Por isso, trate as pessoas como clientes.

Se, por um lado, aguentamos coisas de nossos clientes sem estourar, e por outra, nos controlamos quando eles fazem algo que nos irritam, porque não fazemos o mesmo com todas as pessoas em nosso relacionamento?

Trate o seu pai, a sua mãe, a sua irmã, irmão, avô, avó, tios, primos, namorados, noivos, esposas e maridos como seus clientes. Afinal eles são seus clientes, consomem de você o seu amor e dão o mesmo em troca.

Pense que, se você fizer algo errado, pisar na bola, ou estourar com eles, eles podem simplesmente romper o contrato com você e sair fora.

Então, porque fazer mal a essas pessoas, ao invés de ficar calado e pensar 2 vezes se depois não vamos nos arrepender ou, se depois do que vamos fazer a pessoa não vai rescindir o seu contrato conosco?

Seus familiares são seus clientes. Você diariamente passa por diversos e inúmeros problemas e aborrecimentos para manter o contrato com seus clientes e deixa-los satisfeitos.

Por que diabos então, você não passa pelos mesmos aborrecimentos com as pessoas sem praguejar ou maltratá-las? Afinal, no final do dia eles serão muito mais importantes do que os clientes.

Pense, sem clientes, ainda existe família, ainda é possível existir o amor e, com isso é possível conseguir novos clientes e se reerguer na vida.

Por outro lado, sem família, sem amor, sem cumplicidade, você pode ter todos os clientes que eles não serão suficientes para suprirem o seu vazio.

Não é preciso escolher entre um e outro. Basta apenas dar a mesma importância às pessoas que estão ao seu redor, à importância que você da aos seus clientes.

Porque não fazer alguns sacrifícios e ter privações por uma vida mais harmoniosa dentro e fora dos seus clientes?!

Pense nisso quando se levantar pela manhã e escolher os rumos do seu dia…

Tudo que você precisa aprender sobre vendas e não tinha pra quem perguntar.

Eu sempre fui um grande apaixonado por vendas. Principalmente as difíceis que demandam uma grande atenção, generosidade e conehcimento técnico. Na verdade, tenho certeza que são nessas vendas que diferenciamos o joio do trigo, os tiradores de pedidos e atendentes de vendas (sem desmerecer o termo atendentes) dos VENDEDORES PROFISSIONAIS (os vendedores 2.0).

Geralmente o termo 2.o é usado para demonstrar algo ligado à tecnologia. Em “Como se transformar em um vendedor 2.0” eu mostrei, lá em 2009, como empregar a tecnologia a favor das vendas.

Agora, 2.0 não é apenas mais alguma coisa incrementada pela tecnologia, mas porque precisamos de uma “nova versão”. Precisamos urgentemente de uma nova versão de vendedores.

Todo mundo diz que vendas é a segunda profissão mais antiga no mundo e a menos profissionalizada (podemos dizer o mesmo da primeira?). Mas agora acredito que empresas e pessoas não querem mais saber de papo furado com vendedores que não sabem para onde rumar. As pessoas por trás das empresas precisam dar certo. Os problemas têm que serem resolvidos. As inseguranças precisam ser sanadas. AGORA.

Não há tempo para espera.

E quem será o supervendedor que vai resolver todos esses problemas? Quem vai surgir em meio a escuridão com soluções, conhecimento, audácia e provocações necessárias para resolver problemas que os clientes nem sabem que têm?

O vendedor 2.0. Vender 2.0 é vender de verdade. A verdadeira venda 2.0 é um misto de marketing com relacionamento, com capacitação de vendas, com provocação, com educação, com mostrar o caminho, com reputação, com generosidade, com vendas 3.0, com estudo constante.

Um vendedor 2.0 é um homem de negócios cuja missão é FAZER OS CLIENTES DAREM CERTO!

Um vendedor 2.o é um gestor de projetos. Projetos de ajudar o cliente a superar o desafio de dar certo.

Um vendedor 2.0 é um guerreiro armado de tecnologia, planos, gestão de relacionamento, networking, ideias, desafios para motivar e cativar o cliente.

Um vendedor 2.0 é um produtor, escritor, falador, praticador e provocador de novas ideias, atitudes e resultados inesperados.

Um vendedor 2.0 é um guru das redes sociais, marketing e gestão.

Um vendedor 2.0 é um eterno estudioso de relacionamento, vendas, marketing, tecnologia, pessoas e inovação.

Um vendedor 2.0 é um empreendedor.

Um vendedor 2.0 é aquele que quando a porta não se abre, arruma um jeito de arrombá-la.

Um vendedor 2.0 é aquela pessoa que merece ser ouvida. E por ela ser ouvida, sua reputação chega antes dela na empresa.

Um vendedor 2.0 é o profissional que todo vendedor precisa se tornar para ser relevante.

Ser um vendedor 2.0 deve ser a missão de todo profissional que trabalha com vendas.

Por esses motivos eu gostaria de convidar você para o webseminário A (R)Evolução do Vendedor 2.0: Práticas para revolucionar a sua carreira de vendas.

Esse é o webseminário que você que quer entrar na carreira de vendas precisa fazer, o webseminário que quem quer se profissionalizar em vendas precisa fazer, o webseminário que o vendedor que quer se reciclar precisa fazer.

No final do webseminário você vai ser provocado a pensar de uma maneira diferente sobre vendas.

Faça já sua inscrição no link abaixo!

Convite para o webseminário A (R)Evolução do Vendedor 2.0.

Retrospectiva 2011, Parte Final – Os artigos do ano.

Até meados de 2011 eu estive meio parado. Escrevi pouco, muitas vezes por falta de parar e tirar um tempo pra escrever. Eu ainda não estou escrevendo da maneira que eu queria, na frequência que eu queria. Mas, já desenferrujei bastante e, o importante é não parar.

Em 2011, além do Think|Outside eu me engajei em dois projetos: o CINEBusiness, que é um blog, como todo mundo já sabe que alia cinema e negócios e o AveMarketing, que é o blog do meu amigo Elcio Fernando Del Prete, que eu fico muito honrado de colaborar com artigos quinzenais.

Em 2012 a ideia é aumentar essa produção. Já estou confirmado como colaborador de mais dois portais, que me deram a honra de poder estar entre os colaboradores para falar de branding, marketing e vendas e, o Think|Outside certamente vai voltar a produzir como nunca.

Por isso eu vou fazer dessa última parte da retrospectiva, um apanhado dos melhores artigos que eu escrevi, na minha opinião. Seja aqui no blog, no CINEBusiness ou no AveMarketing, aqui vai um apanhado daqueles que eu mais gostei e daqueles que eu acho que foram direto ao ponto que eu queria.

#8. O dilema do marketing moderno. Eu vivo dizendo que o marketing publicitário já está com seus dias contados. A publicidade, como ela funciona na TV e na mídia impressa, não funciona na internet, aonde a grande maioria dos consumidores que interessam estão. As publicidades do Google, ninguém tem paciência de ver e pula. Com os poup-up’s, mesma coisa. O que o marketing precisa fazer é se adaptar ao seu consumidor 1-a-1 e, mostrar pra ele que sabe o que tá fazendo. Que conhece o mercado, que conhece o consumidor e que conhece a concorrência.

O pessoal das agências de publicidade, e os prêmios dizem que o Brasil é um país muito criativo na hora de produzir propagandas e coisas criativas. Mas, será que essa criatividade maravilhosa e premiada do Brasil tá fazendo o dever de casa? O jeito que a marca está comunicando com o consumidor tem sido satisfatório? Ou, se essa não for a pergunta certa, tá funcionando, pelo menos? O Brasil é o pais mais criativo? Que produz os melhores comerciais? Então porque será que eu gosto de um ou outro apenas. Se eu parar pra pensar, tem apenas o da Johnie Walker que eu posso dizer que foi uma peça bem produzida. Mas, estou falando de um, no meio de infinitas produções já feitas nesse ano (leia mais).

#7. O que os olhos não vêm, o coração não sente. Esse é mais um da lista sobre branding e history telling. Publicado no AveMarketing, é um artigo que fiz inspirado na leitura de BrandSense, de Martin Lindstrom, que mostra que os sentidos e a sensação que temos com o imperceptível influencia, e muito a nossa maneira de ver uma marca, de comprar e de interagir com produtos e fabricantes.

Um grande desafio das marcas atuais é comunicar ao consumidor a seu diferencial e, passar a ele a sua personalidade. Atualmente, algumas marcas vivem seu momento de agressividade propagandística, aonde bombardear a cabeça de pessoas com o seu produto, não tem feito muita diferença nos resultados. Martin Lindstrom, no seu livro Brand Sense, fala sobre a importância de se utilizar os cinco sentidos na comunicação entre marcas e consumidores. Essa importância é sustentada na pesquisa que originou o livro, onde empresas que investiram em uma experiência sensorial completa foram muito mais lembradas pelos clientes (leia mais).

#6. Eu nunca trabalhei oito horas por dia! Esse foi um post aqui do blog que eu fiz em homenagem ao meu avô, que há pouco tempo sofreu um AVC e mostrou que é muito mais forte do que todo mundo pensa. Parte dessa força veio do trabalho duro, forçado e da determinação de uma pessoa que não tinha outra alternativa a não ser dar certo, para sustentar a sua família. Meu avô é um exemplo de empreendedorismo e  determinação porque sempre se mexeu, sempre fez um pouco a mais e sempre foi além. Criou os filhos sempre trabalhando muito mais do que oito horas por dia, o que demonstra que o amor pelo trabalho faz com que sejamos ativos e saudáveis por mais que o tempo insista em nos envelhecer.

Eu tenho um grande presente em minha vida que é ter a minha família próxima. A relação que tenho com a minha mãe e irmã, que são incomuns e, a relação com todo mundo ao redor. O relacionamento que tenho com primos e tios, são muito mais estreitos do que a maioria, o que faz com que a minha pequena família, de certa maneira, possa-se dizer que é bem unida. E eu tenho por detrás de meu caráter e minha personalidade o exemplo de um grande homem, meu avô, que é o dono dessa frase aí. Meu avô, hoje para completar seus setenta e nove anos é um senhor que casou muito jovem e, foi pai também muito jovem. E por circunstância do destino, foi pai de dois filhos, um atrás do outro. Digo circunstância do destino porque minha avó era muito inocente, havia sido criada em colégio interno de freiras e, naquele tempo, diferentemente de hoje, as meninas de dezessete anos não sabiam nada sobre educação sexual. Ela mesma me disse que só conseguiu entender, pela lógica e, ligando uma coisa à outra, como se engravidava, quando engravidou do seu terceiro filho (leia mais).

#5. O Comprometimento só é Verdadeiro Quando Sujamos a Nossa Reputação Com o Próprio Sangue. Esse foi o meu artigo de re-estreia no CINEBusiness. E, pra recomeçar eu escolhi falar da série 24 Horas e do comprometimento de Jack Bauer com o seu trabalho e com a defesa de seu país. Acredito que existem milhares de lições que podemos tirar da série mas, no post, destaquei nove que acredito serem as mais importantes e que podem ensinar sobre empreendedorismo:

1. Coloque o dedo na ferida;

2. Os negócios podem prejudicar a família;

3. Herois para alguns, bandido para outros;

4. O tempo sempre vai estar contra você;

5. Amizades verdadeiras são importantes;

6. Conheça o concorrente. Infiltre-se caso necessário;

7. Faça uma tarefa de cada vez;

8. Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe!; e

9. Deadlines muitas vezes podem mesmo significar “deadlines“.

O quanto estamos dispostos a nos doar pelo comprometimento? Até que ponto estar comprometido com uma causa está também ligado a causas hierárquicas? O comprometimento para na hierarquia, ou, pelo bem maior, devemos fazer o que precisa ser feito, para não jogar o nosso comprometimento em cheque? (leia mais).

#4. O Destino Raramente nos Chama no Momento de Nossa Escolha. Mais um post do CINEBusiness, dessa vez do filme Transformers. Acredito que Transformers seja um lindo filme sobre liderança, ajudar os outros e, fazer o que precisa ser feito. O comportamento de Optimus Prime e seus ensinamentos são equivalente a qualquer Mestre Yoda e, qualquer líder deveria ouvir com mais atenção o que ele tem pra falar. Assim como no post sobre 24 Horas, destaquei algumas lições – dessa vez oito – sobre o que podemos aprender com esse filme de robôs:

1. Muitas vezes, o seu passado não interessa;

2. Cuidado com as informações que chegam ao seu ouvido;

3. Você precisa saber a hora de lutar e de ensinar;

4. Muitas vezes seus amigos dizem não precisar de você. Mas, eles precisam de você, mesmo sem saber;

5. “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”;

6. Até o seu melhor soldado pode ter vendido a alma ao diabo;

7. Não importa quem você conhece, mas quem conhece você; e

8. Tenha aliados dispostos a perder a cabeça para te ajudar.

O líder dos autobots tem não apenas essa mas, milhares de frases que são verdadeiras lições de vida e, lições empresariais, já figurando até mesmo nos wallpapers do CINEBusiness. A sabedoria desse robozinho fez eu me apaixonar pela saga dos Transformers e, como já deve ter dado pra perceber, esse será o filme que eu irei resenhar aqui. Mais especificamente: Transformers – O Lado Oculto da Lua, o terceiro filme da série que, espero eu continue por mais algum tempo. Primeiro, pela excelente qualidade dos efeitos especiais e,  porque, até hoje foi este o melhor filme em 3D que eu já ví. Outro motivo que me faz gostar da série são os enredos bem formados, as tiradas engraçadas sem dar tom pastelão ao filme e, as histórias bem fechadas onde a máxima violência só gera violência é deixada por terra. Até porque, somente com muita violência é que os mocinhos – nossos amigos autobots, conseguem vencer os bandidos – os decepticons (leia mais).

#3. Deve haver um jeito melhor. Infelizmente, entre as perdas irreparáveis de 2011 está Steve Jobs. Deve haver um jeito melhor é o post que eu fiz falando sobre a morte e sobre os ensinamentos desse gênio do mundo dos negócios. Certamente, hoje o mundo está mais pobre sem a presença e as loucuras de Steve.

Eu sempre achei Jobs um cara fantástico. Para mim, o seu discurso em Stanford, que os telejornais exibiram essa semana como algo inedito e triunfante, pode ser comparado, pelo legado deixado à história, ao consciente empreendedor como um presente tão importante e belo quanto o discurso de Martin Luther King Jr. Esse discurso, por si só já mostra o quanto estamos falando sobre um indivíduo fora do comum (leia mais).

#2. A resposta certa não muda nada. O essencial é que as perguntas estejam certas. Este é mais um artigo publicado no blog AveMarketing. Na verdade é um questionamento sobre verdades absolutas, questionamentos e crenças. As respostas certas não nos conduzem a lugar nenhum. Mas as perguntas certas nos conduzem para respostas inimagináveis. Essa é a maneira mais inteligente e sábia de empreender e tocar o coração das pessoas.

Se fizermos uma síntese sobre o aprendizado, vamos chegar a uma bela conclusão: que podemos aprender de duas maneiras, com a nossa vivência, e com a vivência dos outros. E, se pararmos pra pensar, tudo se encaixa em um lado ou outro dessa equação. Livros, palestras, aulas, vídeos, reuniões, tudo isso pode gerar aprendizado. E, em todos esses exemplos temos a vivência e a experiência dos outros que nos ensinam. Uma aula, uma palestra ou um livro, nada mais é do que o relato da experiência, do conhecimento de uma outra pessoa. E, claro, existe também aquilo que aprendemos com nossa experiência, com nossa vida, conosco. Um erro é uma maneira de aprendermos pela nossa experiência. Mas, a mais bela maneira de se aprender é questionar o porquê das coisas. E vejo que muitas pessoas que fizeram isso conseguiram ir além. Acabei de ler a biografia de Steve Jobs. E vi que isso era uma coisa que ele fazia diariamente com aquele que os outros a seu redor chamam de “campo de distorção da realidade”. Foi assim que ele conseguiu convencer Steve Wozniak a produzir um jogo para a Atari em menos tempo, foi assim que ele convenceu Jonny Ive que dava tempo de fazer o iPod em seis meses, foi assim que ele convenceu o dono da fábrica que produz os vidros dos iPhones e iPads a fazer o vidro quando ele disse que não tinha como produzir a quantidade que Jobs precisava (leia mais).

#1. Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa. A capacidade de aprender é fascinante. E, mais fascinante ainda é quando usamos o aprendizado pro bem, ao nosso favor, para mudar a vida das pessoas.

A frase título do post é do Leonardo da Vinci. Mas, o mais incrível é a forma com que a nossa mente desenvolve inúmeras maneiras de aprendermos. O vício em aprendizado atrapalha na ação? Ou será que, o fato de a mente nunca se cansar de aprender não demonstra uma dependência em ficar tentando aprender? Porque eu acredito que, agente só prova que aprendeu quando coloca o aprendizado em prática. Existe um ditado que diz que “errar é humano, mas persistir no erro é burrice”. Existe ainda outro ditado, esse  acho que muçulmano, que diz que “muitas vezes não temos culpa por errar uma vez; ele pode ser fruto de ignorância ou desconhecimento”. Mas que o erro, recorrente, é culpa nossa. Nós escolhemos errar (leia mais).

Eu 2012 eu vou escrever como nunca. Escrever, dialogar, ler e assistir filmes são as melhores maneiras de aprendermos práticas não ortodoxas e mudar o mundo!

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…

O Verdadeiro Segredo da Inovação.

A cobrança para a inovação dentro de micro, pequenas e grandes empresas têm sufocado, muitas vezes o que realmente importa.

Líderes e executivos tentam, a todo custo criar uma cultura de inovação dentro de uma empresa que, muitas vezes esquecem do básico, como entregar o que promete dentro do prazo. Isso, foi uma das grandes coisas que aconteceram nesse final de ano. Inúmeras empresas de e-commerce de sucesso, reconhecidas por sua inovação, por buscarem sempre novos processos, novas formas de distribuição acabaram esquecendo do principal e do primordial para toda empresa existir, o CLIENTE. Com isso, todo esse processo de inovação e bla, bla, bla, acabaram interferindo diretamente no feijão com arroz da empresa e, eu pude ver inúmeros protestos contra essas empresas que INVESTEM com tanta força na INOVAÇÃO que esquecem do resto.

A inovação tem que ser um recurso a mais dentro de uma empresa. Uma empresa não pode deixar nenhum detalhe de fora, apenas por que está investindo em inovação. Como esquecer dos clientes, esquecer de reabastecer os estoques, esquecer de liderar, esquecer da cultura da empresa, esquecer de quem realmente é em prol apenas de uma coisa chamada inovação?

A verdade é que, as pessoas têm ficado tão obcecadas com essa palavra, que muitas vezes esquecem o seu significado e, concentram forças demais para fazer o extraordinário e esquecem do básico.

E o básico, quando bem feito é o que faz a diferença. Inovação não é apenas criar um produto dos sonhos. Muitas vezes, é muito mais inovador entregar um produto antes do prazo, com uma carta de agradecimento da empresa, junto com selos para o caso de devoluções, ou problemas técnicos. É muito mais inovador entregar antes do prazo e facilitar a devolução, em caso de desistência ou problemas, do que investir alguns milhares de reais em um processo e, atrasar o produto de uma compra pra depois do natal.

Imagine comprar um produto antes do natal pra presentear uma pessoa e ele chegar apenas em janeiro do ano seguinte?

Fatos como este acontecem porque as prioridades estão invertidas. Por trás de todo programa de inovação, por trás de todo programa de contratação, por trás de toda campanha de vendas, por trás de toda campanha de marketing, por trás de toda campanha de lançamento deve estar apenas uma pessoa, o CLIENTE.

Quando as coisas se invertem, quando o cliente não está dentro do centro das atenções, quando as bolas se invertem e as pessoas começam a achar que é a inovação que vai levar aos clientes e não o contrário, tá tudo errado.

O que acontece com as empresas quando o foco de clientes muda para o mistério da inovação é que elas começam a perder clientes, perder vendas, entregar atrasado e, começa a ter menos fãs, menos clientes satisfeitos, menos pessoas promovendo a sua marca e, não há inovação que faça a coisa mudar, se executivos e empresas não perceberem que a inovação está nas pequenas coisas, nos detalhes, em fazer o básico com extrema competência e com extrema eficácia. O resto, é perfumaria. Sempre haverá uma maneira de aperfeiçoar o básico fazendo um pouco melhor e entregando mais para o cliente, sem perdê-lo de vista.

E quando isso acontecer, essa sim será a verdadeira e única inovação. Uma inovação que alia o cliente junto da empresa aumentando o valor percebido, aumentando os fãs, aumentando o valor da marca, aumentando o número de clientes, o faturamento e, entregando pontualmente.

A chave da inovação está nos detalhes do básico, e não nas coisas ilusionistas e extraordinárias. Cinco são as chaves para unir inovação, clientes e obter sucesso nessa brincadeira toda:

1. Associar. A capacidade de conectar-se à questões aparentemente não relacionadas, problemas ou ideias de campos diferentes;

2. Questionamento. Inovadores constantemente fazem perguntas que desafiam o senso comum. Eles perguntam “porquê?”, “porque não?” e “e se?”;

3. Observando. Descobertas muitas vezes surgem ao examinar fenômenos comum,  o comportamento dos clientes em potencial, concorrência, e tudo o que acontece ao nosso redor;

4. Experiências. Empresários inovadores experimentam ativamente novas ideias, criando protótipos e lançamento de pilotos;

5. Networking. Inovadores saem de seu caminho para encontrar pessoas com idéias e perspectivas diferentes.

Essas devem ser as diretrizes de qualquer processo de inovação. Obviamente que, antes disso tudo, é imprescindível fazer o dever de casa e dar conta, incialmente do básico, pra depois nevagar pelas novidades.

Obviamente, que tudo ao mesmo tempo. O segredo está em inovar no básico, sem deixar o básico de lado. O resto, é tentativa e erro. Beber, cair e levantar. Ou seja, fazer, se der errado, refazer. O resto? O resto é perfumaria, romance e historinhas bonitas que todo mundo conta…

07 Dicas que os Executivos Deveriam Aprender com os Vendedores.

1. Enxergue a companhia em que você trabalha como um cliente. Coloque esse cliente no centro de sua estratégia.

2. Invista em relacionamento com pessoas-chave na organização. Não existe negócio B2B, e sim de pessoa para pessoa.

3. Seja um bom comunicador. A comunicação deve ser uma via de mão dupla. Tão importante quanto falar é saber ouvir para diagnosticar bem as necessidades de seu cliente e, então, propor uma solução e apresentar seus benefícios.

4. Comunicação se faz com conteúdo. O tapinha nas costas deixou de ser a principal ferramenta do vendedor. É preciso conhecer muito bem as vantagens (e desvantagens) do que você quer vender para não ser pego de surpresa.

5. Organize seus contatos e não deixe o negócio esfriar.

6. Um vendedor trata a credibilidade como seu maior ativo. Você não deve prometer o que não sabe se pode entregar.

7. Adapte-se. Um bom vendedor precisa adequar sua estratégia a cada tipo de cliente.

08 Dicas Para Alimentar seu Networking.

1. Discurso de elevador – Gostaria de ter uma introdução poderosa e convincente para explicar o que faz profissionalmente quando alguém lhe perguntasse isso? Algo que despertasse interesse e curiosidade? Da próxima vez que estiver no elevador, ou em qualquer outro lugar, e alguém perguntar o que você faz, tenha pronto um discurso de elevador. Funciona assim: comece com as frases a seguir e preencha os espaços com sua realidade pessoal. Diga: “Sabe como…?” (cite dois ou três problemas comuns entre seus clientes) e, depois, fale: “Bom, o que eu faço é…” (explique brevemente como ajuda seus clientes a resolverem cada um dos problemas citados anteriormente).

2. Começando a conversa – Se há uma pessoa a seu lado, mas ela não perguntou o que você faz, então inicie uma conversa fazendo um elogio, comentando a respeito de alguma coisa que tenha acabado de ocorrer ou questionando algo relevante. Assim que o diálogo engrenar, pergunte em que o indivíduo trabalha. Provavelmente, depois que ele responder, perguntará sobre você. A partir desse momento, você usa o discurso de elevador.

3. Introduções em grupo – Da próxima vez que você participar de uma convenção ou de outra atividade em grupo e tiver a chance de fazer uma pergunta em público, faça-a, mas antes incorpore uma Proposta Única de Venda (PUV) ao se apresentar na frente de todos. Uma PUV é uma frase que resume o que exatamente faz do produto ou serviço únicos e, portanto, separa-os dos concorrentes. Essa técnica é ótima para que todos saibam o que você faz e, de repente, algum cliente potencial venha falar com você já no intervalo. Mas tome cuidado para não se estender, pois isso pode causar irritação.

4. Telefonemas receptivos – Se você manda cartas, malas-diretas, faz anúncios, etc., provavelmente muitas pessoas ligam constantemente para sua empresa pedindo mais informações ou mesmo querendo realizar pedidos. Quando elas ligam para Johnson após uma promoção e já com uma ideia do que ele faz, porque já leram o material, ele usa uma tática um pouco diferente.

5. Indicações – Quando um cliente concordar em indicá-lo para algum amigo, colega ou parente, seu primeiro objetivo deve ser discutir quais são os principais benefícios, no ponto de vista dele, do produto ou serviço a ser vendido. Dessa forma, quando você procurar o indicado, poderá dizer: “Fulano disse que eu poderia ajudá-lo com aquele seu problema XYZ…”. Essa é uma apresentação muito mais forte que simplesmente falar “Fulano indicou você”.

6. Conversão linguística – Vamos dizer que esteja em um coquetel ou em uma reunião qualquer e que exista ali um indivíduo com o qual gostaria de fazer negócios. Independentemente do que ele expressar, tente transformar esse pensamento, mensagem ou frase em algo relacionado ao seu empreendimento.

7. O bumerangue – Como se apresentar novamente para alguém com quem já conversou? Faça um breve resumo de quem você é, a companhia em que trabalha e o que seus produtos/serviços fazem. Comece dizendo: “Como conversamos da última vez, minha empresa…” (diga o que faz). Mais uma vez, lembre-se: ainda não é hora de vender. Simplesmente, explique quem você é e o que faz. Uma boa solução é perguntar ao prospect o que ele pensou a respeito da última conversa que tiveram. Dessa forma, você conseguirá focar o que é realmente importante para ele, criando um ambiente propício para começar a vender.

8. Relações públicas – Alguns bons vendedores não fazem uma visita ou telefonema de venda a não ser que já tenham sido apresentados por indicações de outras pessoas, conforme já vimos, e vindas de campanhas promocionais ou relações públicas. Produzir uma white papers ou escrever artigos para a imprensa, fazer parte de um comitê, envolver-se em associações de voluntários e participar de clubes e grupos são ótimas maneiras de conhecer clientes potenciais. Patrocinar e organizar almoços ou jantares são também formas chiques de encontrar consumidores.

O Poder do Contato

Quando nada mais restar, ainda sim existirá o poder do contato.

O que uma pessoa que trabalha desde cedo pra ajudar a família, pagar os estudos e poder levar a namorada no cinema no final de semana, tem a mais do que um filhinho de papai que ganhou um carro de presente antes dos dezoito anos??

Muita coisa. Além de uma puta experiência e de saber a verdade sobre a vida, ele tem mais contatos. No trabalho, as pessoas o conhecem pelas idéias, postura e forma de pensar. Além disso, ele dá mais valor ao seu estudo, por que sabe direitinho o quanto precisa se sacrificar para que ele concretize.

O contato é um instrumento de poder. Ter contato é ter pessoas que te apoiem ao seu redor, pessoas que lhe conhecem e que podem lhe auxiliar, bem como vice-versa. Contatos valem idéias, valem amizades, valem trocas de informações. Contatos valem empregos, valem entrevistas. Contatos valem indicações.

A vida é sobre conhecer pessoas e fazer com que elas te conheçam. Aquele que LUTA desde cedo, dá a cara à tapa e NÃO TEM MEDO, cresce e faz contatos valiosos que o conhecem de verdade.

Ah! Quanto ao filhinho do papai?? Só terá os “amigos” da empresa do papai, que se farão de amigos com medo de perder o emprego.

A vida é sobre contatos. Quem te CONHECE?? Quem você CONHECE?? Existem milhares de pessoas com muitas coisas para ensinar. Você pode escolher meter a cara no mundo desde cedo, para aprender, conhecer pessoas, conhecer lugares, ou então, pode dar aquela velha desculpa de “esperar” até terminar a faculdade para trabalhar. Mas lembre-se que, enquanto algumas pessoas aguardam, outras NÃO TEM MEDO e partem para a prática, antes mesmo da teoria começar. Quem tem mais história pra contar?? A pessoa que acabou de sair da faculdade e parte para o primeiro emprego, ou aquela que acabou de se formar e já tem algumas experiências na bagagem??

E não me venha com aquela desculpa de que está faltando emprego. Vamos arregaçar as mangas e trabalhar com força-de-vontade e dedicação. Afinal, nunca é tarde para começar a cultivar amizades e contatos.

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…

Att..
Enrico Cardoso.