Quando a Paixão Acaba.

Um casamento sem paixão acaba. Mesmo que ainda exista amor, é o fogo da paixão que mantêm os noivos unidos e o relacionamento aceso. Um relacionamento sem paixão, apenas com amor MORRE. Morre porque o amor é um sentimento fraternal, sem desejos, sem libidos. Casamento sem paixão transforma noivos, maridos e esposas em irmãos. Paixão é um sentimento fraterno, é um sentimento sem fogo, sem raiva, meio morno. Bonito, mas totalmente desprezível.

Por que? Porque é a paixão a responsável por nos fazer acordar no meio da noite pensando na pessoa. Ou, de não conseguirmos dormir pensando no que vamos falar pra pessoa no dia seguinte, ou se vamos conseguir fazer com que tudo aquilo que planejamos aconteça.

O amor é o êxtase, é a obsessão e, muitos acham que é doença, porque, uma pessoa apaixonada, não descansa, não enjoa, não muda de ideia, não desiste. Uma pessoa apaixonada é obcecada e luta até conseguir. É um cachorro que, não larga o osso e, por isso, está sempre a postos pra cuidar do seu território.

A paixão é o combustível dos relacionamentos. Amor sem paixão é apego.

O que acontece quando a paixão acaba? As coisas ficam monótonas, chatas, sem novidades, sem promessas, sem perspectivas, sem futuro, se tornam uma obrigação. E aí, a coisa anda para o precipício, para o fim. Mesmo que se tenha algum apego (que pode ser um misto de costume e de pena), as coisas começam a cambalear. Um casamento, quando a paixão acaba, fica sem diálogo, fica solitário, fica insuportável.

Um empreendedor e uma empresa são um casamento. E, como tal, precisa ter paixão, obsessão, vontade e, muito tesão. Sem isso, a paixão vira apego, vira hábito, fica chato e MORRE.

E é justamente isso que acontece com um empreendedor quando a sua empresa torna-se uma obrigação. Acabou a paixão e, as coisas vão perdendo o sentido, a razão de ser e vai morrendo aos poucos. Eu, infelizmente, já tive a oportunidade em ver um casamento desses no fim. Quando o negócio acabava se tornando uma obrigação; quando o negócio acabava se tornando chato; quando o negócio, que um dia foi sua grande paixão, acaba se transformando em um simples emprego.

A pessoa perde a personalidade. Além disso, é perceptível que, o negócio mais incomoda do que agrada. Torna-se uma obrigação e, como tal, sem prazer e, acaba ficando muito chato. No final, só restam horários a cumprir. E aí, as coisas começam a ficar muito ruins.

A minha experiência com isso deixou muito aprendizado. Ver uma pessoa que era pra ser a mais empolgada com o negócio apática não é nada legal. Ver uma pessoa que criou um negócio olhar para ele sem o mínimo de tesão é horrível. Ver um empreendedor se esconder atrás de tarefas ridículas é triste. E o pior. A coisa fica clara. A coisa aparece pra todo mundo. A coisa está na cara. Todos percebem que está chato.

E aí é que vem as reuniões. Diariamente, várias ao dia. Pra que? Pra acompanhar o andamento das coisas, que antigamente eram sabidas de cór e salteado. E, muitas vezes, essas reuniões duram alguns dias. E as respostas não chegam. E as pessoas ficam sem saber pra onde ir. E o empreendedor, se mostra tão perdido quanto todo mundo.

É aí que sugerem férias. Sugerem se afastar. Sugerem descanso. Sugerem isso pra ver se a paixão volta. É como a famosa “segunda lua de mel”. E as coisas só pioram. Nas férias, o empreendedor quer cada dia mais, continuar de férias e, volta pior ainda. Mais desanimado, mais desiludido, mais insatisfeito. Pior, do que funcionário mal reconhecido. E o problema aqui é que um funcionário pede demissão, é demitido e começa outra jornada. E o empreendedor desiludido, desanimado, faz o que?

SOFRE. Sofre quando o certo a fazer é CAIR FORA. Assim como no casamento, a melhor alternativa é o divórcio, nos negócios a melhor alternativa é PARTIR PRA OUTRA. Partir pra um projeto que faça novamente a paixão nascer. Faça novamente o prazer florescer. Somente o calor da paixão é forte o suficiente pra trazer a animação, a epolgação, o brilho nos olhos e a força de volta.

Quando o prazer torna-se uma obrigação, o melhor a fazer é partir pra um novo projeto. Partir pra uma nova oportunidade. Empreender do zero, novamente. Criar mais, arriscar mais e voltar ao jogo. Um empreendedor preso em uma empresa por obrigação mata o espírito empreendedor que possui.

Projetos são como a vida. Nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. O segredo é sair enquanto se estar prestes a morrer, e não deixar o corpo apodrecendo e tentar ressucitá-lo, sem nenhuma chance ou alternativa.

Saiba sair de um negócio, se preciso, antes que seja tarde demais. Se sentir que a paixão tá perdendo o apego e tá virando obrigação, vire a mesa e parte pra próxima.

Saiba aproveitar oportunidades e, saiba quando abandonar o barco e, partir pra próxima. Paixão e TESÃO devem ser o motor do empreendedor. Nunca a obrigação e o marasmo devem tomar conta de ninguém. Caso isso aconteça, não pense duas vezes entre a chatice e a emoção.

Somente a paixão e a emoção faz o sangue correr nas veias e proporciona o frio na barriga.

Uma Receita de Ano Novo.

“Somente existe o presente (…) e tudo o que eu tenho, eu seguro em minhas mãos.

Nós estamos fugindo da terra das promessas quebradas”.


E 2009 chega ao fim. Um ano de inúmeros desafios, erros, aprendizados, mais desafios e, oportunidades disfarçadas de problemas.

Eu comecei 2009 com um presente. Me mudei, em 08 de Dezembro de 2008, de mala e cuia para a maior cidade brasileira, São Paulo, a terra da garoa, onde as coisas acontecem, onde residem as oportunidades, os conhecimentos, as pessoas mais “diferentes” dessa país.

E eu tinha muitos desafios pela frente: iniciar uma jornada em um lugar desconhecido, onde eu não tinha amigos, não tinha parentes e, onde fui super bem recebido e, em pouquíssimo tempo já me sentia em casa. Felizmente, eu conheci pessoas geniais. Pessoas que se tornaram amigas, companheiras e, de uma certa maneira, substituíram um pouco minha família por lá.

Se os finais de semana eram curtos demais para estar com a família, a semana passava ainda mais rápido com tantas tarefas, com tantas metas, e muita, muita coisa pra aprender. Em pouco tempo, eu estava me sentindo como um legítimo paulistano. De um lado, a saudade. Do outro, a possibilidade de participar da criação de algo que fosse um pouco meu também.

Quando eu disse, por aqui no ano passado, que eu queria que 2009 fosse o ano de renascer, de construir das cinzas o nosso ovo, eu queria que pudéssemos aprender com os erros, que pudessemos construir alguma coisa fazendo sempre mais do que podemos. Eu queria um ano INCOMODADO. Que fosse um ano onde os erros fossem fontes de aprendizados e que as derrotas fossem a força que impulsionasse todos à vitória.

E aconteceu mais ou menos assim. Começamos o ano em meio à crise. Crise que, mesmo que estivéssemos lutando e trabalhando para ocultar, acabou com muitas empresas, com lares e famílias. MAS, que devido a muita luta, muita garra, muito aprendizado, conseguiu ser superada e, muitos, conseguiram encontrar, reinventar e aprimorar o que faziam para uma nova era: A Era do Conhecimento, onde informação vale mais do que trabalho braçal; a Era das Pessoas, onde boa vontade em aprender e a garra de vencer desafios vale mais do que diplomas e cursos; a Era do Eu Sozinho, onde livros, internet, mídia social e conversas, podem ensinar, MUITO MAIS DO QUE SALA DE AULA.

E, muita gente aprendeu isso e conseguiu sair vitorioso em 2009. É a vitória de uma nova maneira de aprender as coisas. Uma vitória de FAZER DIFERENTE, e não apenas fazer. FAZEJAMENTO sem reflexão é perda de tempo. REFLEXÃO sem FAZEJAMENTO é sonho. E eu não quero ninguém perdendo seu tempo com sonho. E foi assim que as pessoas sairam da crise.

Com força, com reflexão, com muita garra. Saíram da crise, de suas cinzas, com um novo aprendizado, uma nova consciência. Fizeram das cinzas o ovo para RENASCEREM. E conseguiram…

E assim, a fênix me acompanhou por todo 2009. Para aquele que tem muito a aprender, tem sede de inovação e está sempre procurando oportunidades, mesmo que disfarçadas, aprender com erros, com falhas, é uma GRANDE OPORTUNIDADE.

E foi na prática, através de muita reflexão após dias de fazejamento que eu descobri que trabalhamos e guiamos nossa vida conforme aquilo que desejamos, aquilo que escrevemos, e aquilo em que acreditamos. E por isso, 2009 não poderia ter sido melhor.

Eu descobri, na prática, que quando disse que 2009 era o ano da fênix, não sabia que esta seria a mais bela representante de toda revolução que estaria para acontecer por todo o ano. Aprender, fazer, refletir. Essas foram as ações indispensáveis para que um simples ano fosse representado por inúmeras oportunidades de crescimento.

E eu não as desperdicei. Sabendo que, em cada oportunidade, em cada desafio, em cada circunstância, eu mergulhei, em Dezembro de 2008, em um projeto que, ou MUDARIA a minha vida, ou MUDARIA a minha vida.

E a primeira parte de 2009 foi pautada pura e simplesmente nisso. Em aprender, em me atualizar, em fazer o que era preciso, em exercer a liderança. Essa foi a mensagem do primeiro trimestre de 2009. Trabalhar pra APRIMORAR minhas habilidades.

E eu cresci. Cresci porque estava morando sozinho. Cresci, por que estava longe e precisava me virar. Cresci porque estava totalmente apaixonado por aquilo que estava fazendo. Tão apaixonado que fiquei muito triste ao saber que tudo aquilo acabaria.

E essa foi a grande segunda lição que aprendi em 2009. Não importa o quanto você está envolvido, está comprometido com as coisas, quando algo sai errado, quando alguma coisa acontece, sempre sobrará um pouco de responsabilidade para você.

Mas… ainda tinhamos mais oportunidades. MAIS desafios pela frente. MAS, descobri que, se você não estiver interagindo em total sinergia com o que está fazendo, as coisas podem se sair péssimas.

Fazer uma coisa com paixão, entusiasmo; e fazer essa mesma coisa, por obrigação, sem vontade, FAZ TODA A DIFERENÇA. E, infelizmente, foi na prática que pude aprender isso. Fazendo de corpo, mas com a cabeça em outro lugar.

Quando o projeto que me levou para São Paulo acabou, eu achei que ainda poderia me encontrar em outro lugar. E assim, me enganei por um bom tempo nisso, achando que apenas o fato de estar em uma grande cidade já bastava. Mas isso não era verdade. E as coisas estavam péssimas.

Foi quando eu percebi que não valia mais a pena. Não valia me sacrificar por uma coisa que não estava me fazendo bem. Uma coisa pela qual eu não acreditava. Uma coisa pela qual eu não estava em sinergia. Não estava comprometido. E da mesma maneira, não me sentia tão necessário.

Daí vem mais um aprendizado. TESÃO e RECONHECIMENTO. Só vale a pena fazer uma coisa pela qual você tem tesão em fazer, e pela qual as pessoas lhe reconheçam. Caso contrário, trabalho será apenas trabalho.

E quando tudo estava ficando escuro, eu voltei. Voltei pra minha cidade.

Voltei com inúmeros amigos, com inúmeras pessoas que transformaram minha vida, me ensinaram alguma coisa. Voltei com inúmeros aprendizados, inúmeras lições de vida que, só vivendo para aprender. Voltei com gás, com energia e cheio de propósito para criar alguma coisa, e injetar ali, tudo que consegui aprender com o que deu certo e com o que deu errado em 2010.

Se por um lado, deixei amigos para trás, há alguns quilômetros de distância, por outro reavi os que aqui havia abandonado. Se por um lado a carreira na grande cidade ficou de lado, por outro, ter a família e os entes queridos por perto me deixou cheio de energia.

E assim, colocando em prática tudo que eu aprendi, eu fui crescendo, fui aprimorando e, em várias vezes durante 2009, tive oportunidade de renascer das cinzas.

Voltei para ajudar e trabalhar no escritório que sou sócio. Trabalhar na estratégia, no planejamento, traçando metas e objetivos para o crescimento.

Voltei, com uma decisão, pelo menos temporária, que eu teria que trabalhar naquilo que fosse meu. Em uma coisa que dependesse TOTALMENTE do meu esforço e força de vontade. Que fosse o reflexo da minha garra, da minha disposição e da minha vontade de fazer diferente. E assim, em meados de Dezembro, já no finalzinho do ano, nasce a R4 Refeições e Fast Food.

A R4 é a oportunidade de colocar na prática, coisas que aprendi na teoria e, tem sido, de certa forma, uma maneira de realizar, de construir alguma coisa. Agradeço a tudo que eu vivi, aos meus amigos e familiares, que sempre me apoiaram, que foram o motivo de tudo isso ter dado certo. No momento certo, irei falar mais sobre esse projeto, que já se tornou realidade.

Eu continuo sendo apaixonado pelas mudanças. Por isso, estou sempre trabalhando junto com elas. Serei sempre incomodado, mas nunca arrogante. A humildade está marcada em mim e, eu tenho plena consciência de que, sou o único responsável por construir o caminho que quero percorrer.

Sou grato aos erros, aos desafios, às pessoas e as falhas de 2009. Foram graças a elas que fui capaz de aprender com os erros e, por inúmeras vezes, ressurgir das cinzas.

E assim, surge 2010.

2010 é o último ano da primeira década do segundo milênio. E pra fechar com chave de ouro, será o ano em que as expectativas serão superadas pelo sangue nos olhos. Através de muito trabalho, dedicação, estudo, força de vontade, sentido de urgência, vontade de fazer o que precisa ser feito e muita garra, será o ano em que todas as expectativas serão alcançadas e superadas, com muita paixão e sangue nos olhos.

Sangue nos olhos de garra, determinação, incomodismo para realizar e transformar objetivos em realidade. Paixão, compaixão, solideriedade e humildade, para não deixarmos, DE FORMA ALGUMA, as oportundiades passarem, para não deixarmos de realizar um trabalho extraordinário, para transformar as pessoas que estão ao nosso redor em pessoas melhores, para assim, com muita humildade e determinação, consigamos mudar o mundo para melhor, consigamos dar nossa contribuição para um país mais igual, mais trabalhador, mais correto, e menos corrupto, menos ladrão, menos vigarista.

Compaixão, para que sejamos capazes transformar o país da lavagem de dinheiro, do dinheiro na cueca, na meia, no país dos guerreiros, no país das pessoas de bem, no país dos jovens empreendedores, no país da inovação, no país do resultado e no país do agora, não no país do futuro.

Que em 2010 sejamos brilhantes para receber 2011. Que tenhamos serenidade, sobriedade e MUITO empreendedorismo para celebrar vencedores.

Que o Brasil seja um país melhor, para fazer jus a sede de Copa do Mundo e Olimpíadas. Que todos os guerreiros desse país de inspirem nas criancinhas que nada têm, mas mantêm vivas o sonho de ser alguém, quando crescer.

E que cada criança saiba que, o futuro é delas e, cabe apenas a elas colocar os sonhos no papel para que eles se transformem objetivos e assim em metas que possam ser cumpridas.

Que sigamos os exemplos dos guerreiros. Que tenhamos brilho nos olhos e energia suficiente para fazer com que o país do futuro possa adiantar o futuro para o presente. Que possamos trabalhar para acabar com a roubalheira, com o dinheiro na cueca, na meia, com a lavagem de dinheiro, com o caixa dois.

Que a juventude tenha o exemplo de um Brasil que trabalha por uma causa, por um propósito. Que em 2010, o brilho nos olhos, a força de trabalhar, a vontade de vencer, o incomodismo e o sentido de urgência guie nossas mentes empreendedoras para, que com sangue nos olhos, nossas expectativas possam ser superadas. E assim, iniciarmos uma nova década de realização.

Esse será meu norte a partir de algumas horas. FAZER, APRENDER, REFLETIR. CRIAR, INVENTAR, DESTRUIR. Essas serão as palavras que terão o poder de transformar, através de atitudes, o ano de 2010 em um ano que seja possível mudarmos o mundo para melhor.

Que venha 2010 com toda sua beleza! Que as lições de 2009 possam ser eternizadas por toda a nossa jornada, para que como a fênix possamos sempre que preciso renascer e transformarmos nossas vidas. Que em 2010 sejamos fortes para trabalhar e arrombar as portas que, por algum acaso, não se abram para nós.

Que com saúde, humildade, retidão e muita vontade de fazer o que precisa ser feito, sejamos a geração da realização.

Nos vemos em 2010! Que 2010 seja o ano em que expectativas sejam superadas por sangue nos olhos!!

Um fraternal abraço a todos,
Saudações Empreendedoras.
Enrico Cardoso.

Estratégia e Planejamento.

Mark Pollard, Diretor de Estratégia da McCann Sydney, tem um texto bem interessante sobre estratégia, no qual dá algumas dicas bem interessantes para quem deseja se tornar um profissional de planejamento.

Aqui estão elas:

1. Curiosidade. Ele diz que é a primeira coisa que busca em um profissional, e pergunta: ‘O que você lê?’, ‘Você viaja bastante?’, ‘Pra onde?’, ‘Por quê?’, ‘Que filmes gosta de ver?’, ‘Você vai a museus?’, ‘Você é um observador natural do que as pessoas fazem?’, ‘Você presta atenção em padrões enquanto os outros estão perdidos no momento?’. Segundo Pollard, curiosidade é algo que não se ensina, mas é crucial para o desenvolvimento de estratégias.

2. Ação. Ele também se diz interessado em saber quais ações sua curiosidade já te levou a ter. Você cria alguma coisa, ele pergunta: ‘um blog, arte, computadores, carros?’. Pra ele, não há melhor maneira de aprender do que fazendo e ajustando. Não adianta ser curioso mas só ficar assistindo, comenta, pois assim seu papo vai ser apenas sobre teoria. O que importa pra ele é saber o que você tentou e errou. Não há insight mais rico do que esses erros, ele conta.

3. Insight. Pollard afirma que sua definição favorita de insight é a de que se trata de ‘uma verdade humana que ainda não foi dita’, e desafia: ‘você poderia me contar um?’

4. Opinião. Segundo ele, estratégia é uma opinião, mesmo sendo formada por um entendimento de várias coisas. Há poucas verdades absolutas no mundo, conta. Portanto, o que ele mais gosta é de ouvir as opiniões das outras pessoas sobre as coisas. Ele deixa claro que não importa se concorda ou não com esse ponto de vista, mas sim se há um pensamento por trás do que está sendo dito e se a pessoa consegue expressá-lo de maneira convincente.

5. Paixão. Ele diz ser essencial que este profissional seja ele mesmo – e não o que outra pessoa quer que ele seja. Assim, conta, é só se encaixar no seu lugar.

6. Ideias. Segundo Pollard, você deve ser capaz de falar sobre ideias – de comunicação ou outros assuntos. Conseguir explicar uma ideia em uma ou duas frases é essencial, conta. Isso mostra que você é tanto curioso como também capaz de entender e destinar algo complicado em uma coisa simples, afirma.

Paixão é o Segredo Para o Sucesso.

Ronald Degen, um dos responsáveis por difundir o empreendedorismo no Brasil, fala da importância da paixão para o sucesso do negócio, da melhor idade para começar a empreender, da frustração que uma franquia pode causar e como iniciar sem dinheiro.

Empreendedores de sucesso têm um perfil diferente daqueles que não vêem o empreendedorismo como opção de carreira?
Isso é um mito. Na verdade, o que percebo é que os empreendedores de sucesso, assim como pessoas bem-sucedidas que trabalham em outras áreas, têm um descontentamento nato que os ajuda a se destacar do resto. Eles não se conformam com o mundo e tentam adaptá-lo a si. Além disso, possuem grande necessidade de fazer acontecer e não medem esforços para alcançar o sucesso. Vida de empreendedor não é para qualquer um. Pelo menos no início, são no mínimo dez horas de trabalho diário, sete dias por semana.

A crise é um bom momento para abrir uma empresa?
Com certeza. Em geral, as pessoas estão acostumadas com determinado padrão de consumo que é difícil ser quebrado. Compram sempre a mesma pasta de dente, frequentam os mesmos restaurantes, vão as mesmas lojas. É muito difícil convencê-las a experimentar algo novo. Porém, em momentos como o atual, elas repensam os modelos de consumo e ficam mais abertas a novidades porque precisam economizar. A crise é uma ameaça ao estabelecido. É a oportunidade para o novo.

Existe idade certa para se tornar empreendedor?
O período universitário, dos 18 aos 25 anos, é o ideal. Nessa fase o jovem pode assumir riscos, pode experimentar. Ainda não possui responsabilidade com filhos, com despesas elevadas e pode recorrer à ajuda dos pais. Se o negócio não der certo, ele ainda tem a chance de recolocar-se no mercado de trabalho. A maioria das empresas valoriza funcionários que já tiveram um negócio próprio na juventude. Outra possibilidade, é virar empresário depois da aposentadoria. Nessa fase da vida, muita gente que não suporta a ideia de parar de trabalhar monta uma empresa. Como já tem renda garantida, o negócio vira uma maneira de preencher o tempo, conhecer pessoas, se divertir.

Teoricamente, devido à experiência no mundo empresarial, as chances de um grande executivo tornar-se dono da própria empresa são maiores. Porém, não é o que se observa na prática. Por quê?
As estatísticas mostram que muitos executivos quando tentam abrir uma empresa não se adaptam a estrutura do pequeno negócio. Nenhuma empresa nasce grande, é preciso crescer aos poucos para ter um desenvolvimento sólido. Conheço casos de executivos de renome que trabalhavam em multinacionais e decidiram pedir demissão para ser empresários. Eles compraram o escritório e contrataram a secretária antes mesmo de saber o que iam fazer. Como não houve um plano de negócio, perderam dinheiro logo de cara. Também há executivos que têm capital, desejam ter um empreendimento e estão sempre de olho nas oportunidades, mas não querem largar o emprego formal. Nesse caso, eles se tornam o que chamamos de investidores anjos, ou seja, investem capital e tornam-se sócios em empreendimentos. Encontrar um investidor anjo é o caminho ideal para jovens empreendedores.

Como atrair um investidor anjo?
Se a ideia de negócio é boa, ela certamente vai despertar interesse. Porém, é fundamental que as universidades incentivem mais o empreendedorismo, criem competições de planos de negócios. Conheço um jovem que ganhou uma dessas competições e foi convidado para apresentar seu projeto, uma fábrica de sucos, nos Estados Unidos. Lá se associou a um investidor anjo que bancou a ideia.

Os negócios bem sucedidos se baseiam em quê?
Há uma corrente de estudiosos nos Estados Unidos, com a qual me identifico, que diz que o que leva ao sucesso é a paixão. Ela é o que move barreiras e não nos deixa desistir. É claro que além disso é preciso identificar oportunidades de negócio, ser bem organizado financeiramente e saber traçar metas. Entretanto, se observarmos a trajetória de vários empreendedores de sucesso todos eles têm em comum adoração pelo que fazem.

Quais são os principais erros cometidos pelos empresários?
A área financeira é a maior responsável por fracassos. Estudo feito pelo Sebrae em 2005 aponta que o grande erro é subestimar a necessidade de capital ou vender para clientes que não pagam no prazo, dão calote. Outro problema muito comum é o proprietário ver o caixa cheio de dinheiro, achar que está rico e comprar uma BMW, ao invés de reinvestir na empresa. Também existem pessoas que simplesmente não se adaptam ao estilo de vida dos empreendedores. O dono de uma padaria, por exemplo, pode se cansar de ter que trabalhar aos finais de semana, acordar sempre cedo e ir dormir tarde. A falta de tempo para o lazer e para a família pode fazê-lo fechar as portas.

No Brasil, as franquias ainda são o setor mais procurado por quem quer abrir uma empresa?
Sim, porque elas apresentam uma série de vantagens. O risco do franqueado é menor, pois ele aposta em algo que já deu certo e conta com todo o apoio do franqueador para abrir e operar o negócio. É uma boa oportunidade de aprendizado. Por outro lado, a chance de crescimento é quase nula e como o sistema é muito rigoroso o franqueado não tem tanta liberdade para agir como quiser. Ele precisa cumprir metas, mostrar resultados de vendas, seguir a risca a padronização. Alguns empreendedores mais criativos se frustram com a rigidez imposta pelo modelo de negócio do franqueador.

É possível ficar rico sendo franqueado?
Não. O franqueado trabalha muito e ganha razoavelmente bem. Talvez um pouco mais do que receberia se estivesse empregado, mas não a ponto de ficar rico.

Qual a melhor maneira de driblar a concorrência?
Oferecer um produto melhor, por um preço melhor é uma saída. Quando o produto e o preço são os mesmos do concorrente, caprichar no atendimento pode fazer toda a diferença.

Por que é tão comum encontrar sociedades que não dão certo? Como escolher um sócio?
Sociedade é igual a casamento. É preciso ter paciência, saber ceder e, acima de tudo, é necessário que os sócios tenham características que se complementam. Se você não entende absolutamente nada de culinária e quer abrir um restaurante, o ideal é se associar a um chef e ficar com a parte administrativa. Quando há complementaridade, os pontos positivos de cada um aparecem e o negócio vai para frente.

No livro, o senhor afirma que muitos empresários trabalham demais e ganham menos do que gostariam. Por quê?
Porque eles abrem negócios medíocres, que não têm barreiras para a entrada da concorrência. Vamos supor que você monte uma academia de pilates em um bairro sem concorrência. Se o negócio for bem, certamente outras pessoas, atraídas pelo seu sucesso, também vão abrir academia e, em pouco tempo, você começará a dividir a clientela. É assim que um negócio sem barreira de entrada se torna medíocre e o empreendedor passa a trabalhar mais e ganhar menos. Agora, se o negócio está baseado em alguma característica positiva do dono, a situação é outra. Nesse caso, o empreendedor trabalha bastante, mas ganha bastante também. Bem mais do que se estivesse em um emprego formal.

Como iniciar sem dinheiro?
Para começar um empreendimento sem capital, a melhor solução é fazer uma sociedade. É preferível ser sócio, mesmo minoritário, em um negócio bem capitalizado do que correr o risco do improvável insucesso por iniciar sem recursos financeiros suficientes, ou mesmo não realizar o negócio. A maioria dos empreendedores de sucesso começa sem dinheiro e não vejo razão alguma para que um candidato a empresário não possa realizar seus objetivos, mesmo não dispondo do dinheiro necessário.

Qual a Importância em se Fazer o que Gosta??

NENHUMA!!

Isso, nenhuma mesmo. Uma das grandes mentiras que eu vivo escutando é que temos que fazer algo que gostamos. É mesmo?!?

Isso é CONVERSA. Nós temos que APRENDER A GOSTAR DO QUE FAZEMOS. Sermos apaixonados por fazer o que precisa ser feito, INDEPENDENTE se gostamos daquilo ou não. Por mais AMOR que você tenha à sua função, chega uma hora em que você faz algo de que não gosta. E é extamente aí que vemos quem são as pessoas.

Você quer ser promovido e não consegue?? Pense em quantas coisas que não gosta que você está deixando de fazer.. ou que está fazendo de qualquer jeito! Será que isso não está atrasando a sua reputação?

O ser humano é ADAPTÁVEL. Nos adaptamos a clima, temperaturas, hábitos, prazeres e pessoas. Por isso, podemos muito bem nos adaptarmos ao que não gostamos. Na verdade, isso é uma coisa que muito acontece, porém muitas vezes nem percebemos. Muito provavelmente a sua avó e o seu avô casaram-se sem se amar, sem se conhecer direito. Talvez o namoro deles fosse apenas um simples “andar de mãos dadas”. Talvez o primeiro beijo deles tenha sido na igreja.. o resto?? NEM SE FALA..

Nas empresas acontece o mesmo. Inicialmente, muitas vezes, não há namoro, amor ou paixão. Há simplesmente o casamento e, muitas vezes, mesmo você sabendo qual é a sua função, por detrás dela há muito mais do que você imaginava.

Provavelmente, 90% do nosso dia é fazendo coisas que precisamos fazer, mas necessariamente não gostamos. Apenas os outros 10% fazemos só o que gostamos. Por isso, não há sentido em se fazer APENAS o que gostamos. Precisamos é gostar de tudo aquilo que fazemos. PRIMEIRO, por que precisamos ter sentimento, colocar VONTADE em tudo que fazemos; SEGUNDO, por que muitas vezes, aquilo que você gosta de fazer NÃO DÁ DINHEIRO.

O sentimento é criado… 

É aí que começa a nascer o sentimento. O seu avô só começou a conhecer DE VERDADE sua avó, após o casamento e AÍ SIM o amor nasceu. Ou seja, precisamos aprender a gostar do que fazemos, e não ficar dizendo que queremos fazer o que gostamos. O sentimento, se já não existe, deve vir depois. Seja, simplesmente apaixonado por fazer o que deve ser feito. NADA MAIS. Vá até o que precisa ser realizado e DO IT!!

PRA CIMA DELES!!

A ArmRebel Está Aberta!

É com satisfação, TESÃO e muito orgulho que eu posto isso. Depois de meses de desenvolvimento, estudo e muito trabalho a Arm nasceu. O site do comércio eletrônico ainda não subiu, mas vai subir nos próximos dias, mas já podemos vender por telefone (11) 4195.55722. Eu tô muito feliz com isso. A ARM nasceu pra mudar o rumo do varejo.

Sim, eu também estou trabalhando no meu sonho!!!

Confira as palavras do Ricardo Jordão:

“O Projeto ArmRebel começou a tomar forma há quase um ano atrás. Depois de vários meses de desenvolvimento de web site, contratação de pessoas, abertura e reforma do escritório e armazém, criação de pontes com distribuidores e fabricantes de tecnologia entre trocentos outros mil detalhes, a ArmRebel está aberta para os negócios.

A aventura de vender produtos de tecnologia que aparentemente você encontra em qualquer lugar, inclusive Casas Bahia, começou. 

O web site de comércio eletrônico entra no ar nos próximos dias, mas o Enrico, Lala, Marcio, Marco, Rafael, Elen, Thiago, Leandro, Bruna, Bill e eu estamos prontos para ajudar os micro e pequenos empresários a comprar, trocar, consertar, atualizar, aperfeiçoar produtos de tecnologia para alavancar as suas empresas. 

Você pode comprar imediatamente na ArmRebel por telefone, o Fone da ArmRebel é 11-4195-5572. 

Nós temos aqui uma montanha de notas fiscais para emitir, e uma parede inteira no escritório para armazenar as primeiras notas fiscais impressas que serão emolduradas por aqui. 

A partir de hoje os posts do blog da ArmRebel vão destacar diariamente produtos disponíveis para venda, produtos que  consideremos inovadores, diferentes, ofertas especiais ou promoções. 

O que você pode comprar na ArmRebel?

O mix de produtos será sempre uma crescente na Arm. Vamos começar por:

PCs Desktops: HP, Lenovo, Apple, Megaware, e PCs Reciclados 

PC Servidores: HP

Notebooks: HP, Acer, Asus, Apple, Lenovo, Megaware notebooks reciclados

Software: Microsoft, Adobe, Symantec, Software Livre

Suprimentos: Originais HP e Epson

Impressoras: HP e Epson

Monitores: Samsung, LG e AOC

Acessórios: APC, Clone, Logitech, Targus, Kingston, Transcend

Armazenamento: Iomega, Lacie, Western Digital

Wireless e Rede: Netgear, Linksys, D-Link, 3Com

Quem será o nosso Cliente?

A aventura começou!

A ArmRebel é como estar trabalhando no próprio sonho, sonho de empreendedor. 

Estamos longe de ser qualquer coisa revelante, mas, empreendedores de verdade são apaixonados pelo que fazem, dirigidos pelas causas, missões e visões que colocam na cabeça, teimosos e apaixonados por transformar os obstáculos que surgem em realidades práticas. 

Daí, nada melhor do que a mais nova música do Bruce Springsteen para ilustrar o que seja empreendedorismo. 

We’re all working on a dream – pushing right through the challenges all around us. Working through the night, making the tough decisions, sticking to our knitting and pressing on undeniably – that’s what it’s all about.” Bruce Springsteen 

Eu estou trabalhando no meu sonho. E Você?”

Acesse o blog: ArmRebel.com.br

ArmRebel QUEBRA TUDO no Varejo 2.0.

A História da Honda, a História de Soichiro

Na minha formatura, há pouco menos de dez dias atrás, minha família mandou confeccionar uma faixa gigantesca para mim que dizia o seguinte: “Enrico, você é do tamanho dos seus sonhos; SONHE MUITO!”, essa frase me remete à minha infância…

Eu sempre fui o sonhador, que não tinha limites, que acreditava que as coisas tinham uma RAZÃO, um por que que explicava as coisas que, muitas vezes, para alguns, eram INEXPLICÁVEIS. Quando criança, queria saber da minha mãe quem era o filho dela antes de eu nascer. E nesse pique LUNÁTICO eu completo, no próximo dia 28 de Fevereiro, 24 anos. Não menos, nem mais, o mesmo louco de sempre. Os sonhos sempre foram os meus melhores amigos. Os companheiros e aqueles que respondiam todas as minhas perguntas imediatamente. Descobri, que colocá-los em prática explicava aquela INTERROGAÇÃO que eu sempre procurei. Mandar uma pessoa “continuar sonhando”, é a maior prova de confiança e cumplicidade que uma pessoa pode depositar na outra. SONHOS são os motores que nos fazem acordar pela madrugada e traçarmos um caminho através de nossa vida. SONHO é o substantivo masculino que impede que a nossa vinda à terra seja apenas a passeio. Sonhe grande, corra na frente de suas realizações. Faça o impossível e torne-o palpável. SONHO é sinônimo de OBSTINAÇÃO.

Crie o seu caminho e o seu destino. Não deixe que a vida lhe transforme, transforme você a ela. Graças ao apoio de minha família eu vou deixar sempre os sonhos me invadirem e transformá-los em realidade até quando isso não for possível. VENCER BATALHAS E TRANSFORMAR SONHOS EM REALIDADE, nada menos que isso interessa!

Nessa busca louca e incessante de seguir sonhos e realizá-los sempre, eu, sem querer, conheci a história de Soichiro, um japonês obstinado que não deixou nenhuma dificuldade, guerra ou contratempo atrapalhar a sua garra e vontade de realizar um sonho. Soichiro, que eu não conhecia até então, se tornou um dos meus favoritos, por ter grande capacidade de sonhar e REALIZAR.

Na vida existem dois tipos de pessoas: as que possuem grande capacidade para planejar e pouca habilidade para fazer; e as que possuem grande capacidade para fazer, e pouca de planejar. Porém, se tiver que escolher entre uma e outra, eu opto sempre pelo FAZEJAMENTO. Mesmo que dê errado, quem faz já está a um paso na frente daquele que apenas planejou. Tirar o negócio do papel e transformá-lo em realidade faz com que sejamos GUERREIROS e DESBRAVADORES. A vida é uma cruzada. Cabe a nós decidir se queremos ser os exploradores, ou meros expectadores.

Eu?? Eu percorro o caminho mais DIFÍCIL, por que os atalhos levam sempre ao lobo mau, e os caminhos mais difíceis nos trazem à GLÓRIA!!

A história de Soichiro é mais ou menos assim:

“Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as próprias jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.

O homem desiste? Não!

O homem fica chateado? Não!

Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída.

O homem se desespera e desiste? Não!

Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família.

Ele entre em pânico e desiste? Não!

Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”. A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.

Encurtando a história:

Hoje a empresa de Soichiro é um dos maiores impérios da indústria da automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro”.

Viva Soichiro!! Soichiro HONDA..