Se a culpa não é sua, de quem é?

Empreendedorismo é sobre assumir as rédeas da sua própria vida e, arcar com os méritos e consequências que isso vai acarretar na sua carreira.

Eu odeio essa sentença.

Acredito, sinceramente que ela deveria ser banida do vocabulário brasileiro.

E o principal motivo é que as pessoas se mascaram por detrás dele para parecerem inocentes e vítimas da situação. Isso acaba me incomodando profundamente pois, se algo de bom ou ruim acontece com você hoje é resultado de alguma ação que apenas você praticou.

E ponto final.

Mas, as pessoas são possuídas por um vitimismo que as impede de entenderem que os resultados são atitudes das suas ações.

Pensando nisso, eu resolvi quebrar 03 tabus que as pessoas acreditam que guiam a sua vida e que, no final das contas não tem nenhuma influência direta em nossa vida.

Por que?

Primeiro, porque eu acho que as pessoas se fazem de vítimas de suas próprias ações e depois colocam a culpa no destino, ou em qualquer coisa parecida.

Segundo, porque eu acredito demais no empreendedorismo e, esse blog, antes de ser um blog de marketing e vendas é um blog de empreendedorismo.

Você é dono do seu caminho | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Você é senhor do seu próprio destino, não vítima.

A sua vida é baseada naquilo em que você acredita.

E aquilo em que acreditamos é a base para as nossas ações.

E tudo o mais é resultado daquilo que nossas ações se transformam. Sorte, benção de Deus, oportunismo, bunda virada pra lua, karma, e tudo mais que você acredita é só uma desculpa que todo mundo usa na hora do mérito, ou da falta dele?

Azar ou sorte? Isso depende da sua ação, e não da conspiração dos deuses a seu favor.

Dito isso, vamos aos tabus que atrasam a vida das pessoas sem que elas percebam.

#1. É tudo uma questão de oportunidade. Ou de falta dela.

Se você não teve uma oportunidade, tem duas opções: parar de tentar, ou continuar tentando.

Empreendedorismo é sobre continuar tentando.

Desistir é para os fracos.

Dito isso, a oportunidade só vem para quem não desiste de procurar. A oportunidade só vem para quem acredita que está no caminho certo e, com isso acaba criando a sua própria oportunidade.

Oportunidades não estão vagando por aí procurando por pessoas que estejam procurando por oportunidades.

Não. Não existe anúncios de oportunidades nos jornais. Nem na internet. A oportunidade é você quem cria, você que desenvolve e faz acontecer. A falta de oportunidade é uma desculpa.

Uma desculpa de quem desistiu de tentar. Uma desculpa de quem desistiu de fazer o seu próprio caminho e sentou aguardando uma ajuda dos céus, uma ajuda milagrosa.

Deus é onipresente. Mas, entre ajudar uma criança que vai morrer pisando numa mina lá no Irã e te dar uma oportunidade de ser alguém na vida, eu prefiro que ele vá lá, cuidar da criança, porque você tem saúde. E isso é o que basta.

A sua oportunidade é ter saúde. Ela é a única oportunidade que você tem de fazer a sua vida acontecer. Dinheiro, amigos, influência e qualquer outra coisa não tem nada a ver com oportunidade.

Existem duas maneiras de alcançar a linha de chegada: o caminho fácil e o caminho difícil. Todos os dois dão no mesmo lugar. Algumas pessoas conseguem percorrer o caminho mais fácil porque alguém lá atrás já percorreu o caminho difícil.

Outras, precisam fazer todo o trabalho…

Agradeça por ter saúde. Na cidade e na selva, é o que basta.

2. Sorte no jogo, azar no amor.

Você tem duas escolhas a fazer: ter sorte no jogo e azar no amor. Ou vice-versa.

Eu aconselho você a escolher a sorte no amor. Infelizmente não sou profissional desse campo e, aí eu acredito em sorte.

No jogo, a gente aprende as regras e fica bom.

No jogo não existe sorte. No jogo existe talento, competência e força de vontade. No jogo existe esforço, determinação, sonho.

A única alternativa do jogo é aprender. Ser bom. Ter sorte não é uma opção.

Por que?

Porque sorte é resultado de preparação. Muita preparação. Anos de preparação. Muitas horas sem dormir de preparação. Tentativa, erros e acertos. E, junto com isso vamos enxergando as coisas de um outro modo, de uma outra maneira que nos permite fazer diferente.

E, quando fazemos diferente, depois de muito esforço, damos a “sorte” do negócio dar certo.

Mas, é muita sacanagem, muito pouco caso, colocar o mérito de horas e anos de trabalho em sorte.

Sorte não existe. O que existe mesmo é o mérito. A força de vontade. E o trabalho incansável.

Da próxima vez que disser que alguém teve sorte, lembre-se que, muitas vezes, durante o seu sono, ele estava batalhando.

A regra é simples. “Sem sacrifício não há vitória”. Optimus Prime.

Sorte no jogo, azar no amor | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Não existe sorte, ou azar. Existe trabalho duro!

#3. Ter dinheiro é um pecado.

Caramba. Essa frase me irrita bastante, sabia?

Quer dizer então que temos que fazer filantropia. Aquela pessoa que ganhou dinheiro com aquilo que criou, desenvolveu, com as suas ideias então é uma pecadora?

Infelizmente, no Brasil, ter dinheiro, ou melhor, ganhar dinheiro com o suor do nosso esforço é pecado. Brasileiro rico não presta. Brasileiro rico é picareta, bandido e etc.

Sim, eu concordo que em partes isso é verdade.

Mas é possível sim ganhar dinheiro fazendo a coisa certa, fazendo as coisas conforme mandam o figurino, sem ter que fazer politicagem, sem se envolver em sujeira e em roubo.

Se uma pessoa tem dinheiro por mérito e capacidade própria, tem todo o direito de usufruir daquilo que criou. E, sendo assim, não há pecado nenhum nisso.

Se as pessoas se concentrassem mais tempo de suas vidas trabalhando e criando coisas, ao invés de conspirarem sobre a carreira alheia, acredito que, além de serem mais felizes, seriam muito mais capazes de empreender e fazerem a diferença em suas carreiras.

Para de reclamar e tira a bunda da cadeira.

Se mexer é o melhor remédio. É o elixir do empreendedorismo. Por isso, acredito que as pessoas ficam se lamentando porque o desafio é grande e o sacrifício reamente faz com que queiramos desistir, muitas vezes.

Afinal de contas, ser medíocre tá na moda. E, pra essa galera tem Bolsa Família, ajuda disso, ajuda daquilo e tudo mais.

Mas, por outro lado, eu acredito que a nossa vida tem apenas uma chance de dar certo. E nós temos apenas uma chance de deixar o nosso nome na história, ter um legado e fazer com que essa existência tenha algum sentido: através do empreendedorismo.

O empreendedorismo é a sua chance de fazer a sua história aqui ter algum sentido. Infelizmente nem todos pensam assim.

Manda Mais!

O que você diz para os céus quando seus problemas parecem não ter fim?

Nem todos os seus dias serão maravilhosos.

Nada na sua vida vai sair 100% conforme o sonho.

A única certeza é que, um dia sempre será mais difícil do que o outro.

E isso é claro. Os desafios aumentam, as promessas se multiplicam, e as responsabilidades vão cada vez mais sufocantes.

E o que você faz quando as coisas parecem não ter fim?

Você pragueja?

Você chora?

Você reclama?

Ou você pede mais?

Ninguém recebe mais do que da conta e, nenhuma pessoa recebe mais desafios do que pode resolver.

Tudo acontece conforme a nossa capacidade.

John Wooden é um técnico amado nos Estados Unidos.

Dono de um comportamento e um espírito de liderança inigualável, em seu livro “Jogando Pra Vencer”, ele aponta um checklist da liderança, que diz ter sido presente do seu pai para que ele pudesse se tornar uma pessoa melhor.

Diferentemente da tábua dos 10 mandamentos, o checklist da liderança de John Wooden tem apenas 7 itens:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Você tem o hábito de agradecer as bênçãos já alcançadas ou prefere praguejar das dificuldades?

Eu, mais do que ninguém sei como é difícil encarar problemas e dificuldades de frente, sem medo e ter a certeza de que se aquilo apareceu pra mim é porque eu dou conta de resolver.

Mas, acredite! Essa é melhor maneira de resolver as coisas.

Praguejar não vai fazer a diferença.

Os problemas são a grande chave para a liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Os problemas são a grande chave para a liderança.

A liderança está nas pequenas coisas.

Como as pessoas vão seguir um líder que adora praguejar?

Como as pessoas vão seguir um líder que se desanima no primeiro obstáculo?

Como as pessoas vão seguir uma pessoa que não agradece às benção alcançadas e pede mais desafios?

Um líder é feito de desafios.

E esses desafios simplesmente são o que lapidam as pessoas para que elas cheguem ao seu melhor.

Qual é o melhor que você pode dar?

Você já parou para pensar o que acontece se alguma coisa desafiar você além do seu melhor?

Você já parou para pensar o que acontece se o seu melhor for posto a prova?

O que acontece?

Você precisa estar pronto todos os dias para desafios provações e muitas, mas muitas dificuldades.

Quando mais coisas assim, mais perto você está de ser uma pessoa melhor.

O que diferencia uma pessoa movida a sim de uma movida a não.

Significa que, uma pessoa movida a sim, vai ficar desanimada quando ouvir um não, vai desanimar e, provavelmente desistir.

Uma pessoa movida a não, vai se motivar, dar o melhor de si, a cada vez que essa palavra for pronunciada.

Ela não vai descansar enquanto os nãos não pararem de vir.

E isso, obviamente só vai acontecer quando ele der lugar para o sim.

Por isso, não olhe para cima para praguejar. Olhe para pedir mais desafios, mais provações, mais testes.

Nós somos testados a cada dia.

Quanto maior nosso índice de aprovação, mais rápido ficamos pronto para a próxima etapa, o próximo nível.

E assim, vamos nos aproximando da excelência.

Cada desafio vencido é um passo para ser excelente.

Agradeça aos céus o desafio de praticar a liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Agradeça aos céus o desafio de praticar a liderança.

O que excelência tem a ver com liderança?

Tem a ver que, o maior desafio de todo líder é tirar o melhor de cada liderado e que o exemplo é o combustível para as mudanças.

Liderança tem a ver com exemplos.

E, todo líder precisa ser um exemplo para os liderados.

E, como tal, ele precisa saber que as vitórias nos desafios são o que nos motivam para os próximos desafios.

E que são esses desafios que nos aproximam da próxima etapa e da excelência.

Por isso, quando um problema cai no nosso colo, precisamos agradecer pela oportunidade de dar o nosso melhor e de ser uma referência para as pessoas que estão ao nosso redor.

Um problema resolvido não é o que interessa.

O que interessa são os problemas. Que eles continuem vindo.

Por que os problemas são um voto de confiança de que nós damos conta do recado e que somos as pessoas certas para servir de exemplo a todo a nossa volta.

Eu, como ninguém estou aprendendo diariamente a levantar a cabeça lá para o alto, agradecer às bênçãos e gritar bem alto: “manda mais”!

Porque só assim eu sei que estou me aproximando de um nível de excelência. Um nível que eu me propus e que, ninguém vai tirar o meu foco.

Reclamar ou agradecer. Chorar ou provocar.

Você pode, sempre, escolher em qual time vai jogar. A verdade é que, é justamente esse time que vai definir as pessoas que jogam ao seu lado.

Você quer pessoas que choram e reclamam ou que se provocam e partem em busca de uma solução?

Tudo parte do seu comprometimento.

Liderança é sobre se comprometer com o desafio, lutar para solucioná-lo, agradecer por ter conseguido solucioná-lo e pedir mais.

Sem desafio não andamos. Nem pra frente, nem pra trás.

Por isso, ao acordar, todos os dias, agradeça para quem você acreditar que está lá em cima observando os seus atos (Deus, o sol, a nuvem, Jeová, Buda, quem quer que seja), e grite, para começar o dia energizado: “manda mais”!

O resultado não poderá ser outro senão a excelência.

Força de Vontade e Resiliência São o Caminho…

ÉPOCA – Há dez anos, o senhor se dedica à questão da inovação. As empresas estão inovando
mais hoje?
Clayton Christensen – Uma série de empresas de vários setores vem incorporando a inovação
em seus processos de gestão. No ramo de tecnologia, a Cisco é um bom exemplo. Ela é uma
das maiores fabricantes de roteadores – uma peça que permite a ligação de vários
computadores entre si em forma de rede. Mas, de repente, uma pequena empresa americana,
a Linksys, criou um sistema de roteadores de internet sem fio para residências que preocupou
a Cisco. Era um produto menos sofisticado que o da Cisco, mas que poderia ser aprimorado
rapidamente e dominar o mercado. É isso o que eu chamo de tecnologia de ruptura. O que a
Cisco fez? Comprou a Linksys, manteve a empresa separada da principal e continuou
investindo no aperfeiçoamento dos roteadores sem fio, para que eles dominem o mercado no
futuro. A One Minute Clinic (Clínica de Um Minuto), do setor de higiene pessoal, é um caso
semelhante. Ela passou a oferecer atendimento rápido ao público em farmácias, por meio de s
uma enfermeira. Ela faz diagnóstico de doenças comuns, como bronquite e alergias, em 15
minutos. O problema é que as empresas só conseguem fazer isso uma vez. Talvez duas. Mas
não conseguem aplicar esse método de inovação por um período longo de tempo.
ÉPOCA – Por quê?
Christensen – No princípio, as tecnologias que revolucionam os mercados surgem em empresas
pequenas e trazem um retorno financeiro menor que os produtos das grandes companhias,
que são líderes de mercado. Nenhuma empresa investe numa inovação que não trará
resultados financeiros tão atraentes quanto seus produtos atuais. Isso explica por que a Boeing
e a Airbus, por exemplo, não desenvolveram os modelos de aviões de médio porte que a
Embraer conseguiu fazer. Elas têm estruturas grandes, sofisticadas e rentáveis. A Embraer,
com seus pequenos jatos, consegue crescer rapidamente e poderá até chegar à liderança de
mercado. A Boeing e a Airbus não podem competir com a Embraer, porque o preço do jato
pequeno é muito baixo para cobrir os custos das estruturas sofisticadas que possuem. A única
saída para elas é criar uma unidade de negócios e fabricar produtos concorrentes aos da
Embraer. O importante é que o dilema é de modelo de negócios, e não de tecnologia. Tanto a
Boeing como a Airbus têm tecnologia para competir com a Embraer.
ÉPOCA – O senhor pode dar um exemplo de uma empresa que foi vítima de uma revolução do
gênero?
Christensen – Um exemplo clássico e triste é a Dell. No fim dos anos 90, a Dell era uma
empresa de muito sucesso. Eles tinham um modelo de negócios em que o cliente entrava no
site e montava um computador pessoal de mesa de acordo com suas preferências. Mas os
notebooks perturbaram o mercado de computadores de mesa. Em 1999, os notebooks não
faziam tudo o que um computador de mesa fazia. Mas a tecnologia foi se aprimorando. Hoje,
eles exercem as mesmas funções e têm a vantagem de ser portáteis. Depois disso, os
blackberries (celulares de última geração com múltiplas funções) e outros computadores de
mão romperam com o mercado de notebooks. E a Dell perdeu negócios porque esses
aparelhos menores têm componentes internos mais dependentes entre si e não podem ser
vendidos separadamente, ao gosto do cliente.
“Quando esperamos que a necessidade de inovar venha até nós, acabamos morrendo “
ÉPOCA – Como surge essa tecnologia que revoluciona o mercado, de ruptura, como o senhor
diz?
Christensen – Podemos identificá-la por um padrão. Em sua primeira aparição, o produto ou
serviço costuma ser caro e difícil de usar. Além disso, exige que o consumidor tenha tempo e
algumas habilidades para lidar com ele. A ruptura surge quando há uma oportunidade de
transformar esse produto ou serviço, que é limitado, em algo acessível para um número
grande de pessoas.
ÉPOCA – Depois de assistir a uma palestra sua, Andy Grove, fundador da Intel, criou a teoria de
que no mundo atual só os paranóicos sobrevivem. O senhor concorda?
Christensen – Sim. Quando esperamos que a necessidade de inovar venha até nós, acabamos
morrendo. O problema é que toda a informação que temos para saber qual é a hora certa de
inovar, do modo como Deus desenhou o mundo, vem do passado. Ainda hoje, a única maneira
de inovar a tempo de não morrer é ser paranóico. Mas as pessoas não precisam ser paranóicas
em relação a tudo. Se tivermos boa base científica, uma metodologia para atingir a inovação,
saberemos sobre o que precisamos ser paranóicos.
ÉPOCA – Como transformar a inovação num sistema que pode ser reproduzido e permite gerar
novas rupturas?
Christensen – Atualmente, a inovação parece uma coisa muito aleatória. A grande maioria dos
novos produtos lançados no mercado fracassa. Isso acontece porque os pesquisadores não
fazem um bom trabalho ao definir os motivos do fracasso. Parte de minha ambição é trazer a
ciência para a inovação e torná-la mais previsível. É preciso criar a ciência da inovação. Ao
lançar um produto ou serviço, as empresas devem almejar um público que chamamos de nãoconsumidores.
São pessoas que, historicamente, não tinham dinheiro, habilidades ou tempo
disponível para gastar. Outro ponto é que, se as empresas segmentarem o mercado de acordo
com as características do produto, o resultado da inovação será duvidoso. Em geral, os clientes
compram os produtos como se contratassem o serviço que ele lhes presta. A segmentação do
mercado deve ser feita de acordo com esses serviços. Aí, a probabilidade de criar um produto
conectado com os clientes é muito maior.
ÉPOCA – Como países que investem pouco em pesquisa, como o Brasil, podem crescer e
alcançar a liderança no mercado global?
Christensen – O ponto crítico para ter sucesso com uma inovação é perseguir um modelo de
negócios que possa competir globalmente. Países como o Brasil têm o melhor mercado para
criar as inovações de ruptura, especialmente pela baixa renda da população. Não tem nada a
ver com tecnologia, é uma oportunidade de criar um modelo de negócios.
ÉPOCA – O que mudou em seu pensamento sobre a inovação nos últimos anos?
Christensen – Uma das coisas que não antecipei foi a flexibilidade com que as empresas
adotam novas tecnologias e a facilidade que têm para implementá-las. Acreditava que a
ruptura se daria apenas com o surgimento de novas tecnologias. Na verdade, ela está mais
relacionada à mudança do modelo de negócios.

O Pai da Turma.

O incentivo à leitura começa desde cedo. Desde criança são os pais os responsáveis pelos hábitos de leitura dos filhos. É muito difícil uma criança que não teve exemplo de leitura em casa, tê-lo depois de velho. Por isso é dos pais a culpa pela grande inércia da população brasileira pela leitura e, principalmente pela escrita. São raros os casos em que mesmo não tendo o exemplo dentro de casa a criança desenvolva esse hábito e faça dele um prazer.

MAS… eu acho que a forma mais fácil de despertar o interesse de uma criança é pelo prazer. Crianças não começam lendo livros de milhares de páginas. Por isso eu acredito na força dos gibis como iniciação à leitura dos pequenos. Primeiro gibis, depois livros pequenos, com imagens e texto interessante e depois sim, poderemos passar para a segunda fase.

Falando em gibis, acredito que Mauricio de Souza é um ícone nesse assunto. Inventor da Turma da Mônica, tem uma história incrível de como começou sendo repórter policial até poder conseguir fazer o que realmente sabia, lhe dava prazer e gostava: os quadrinhos. Hoje, a Mauricio de Souza Publicações é a líder do segmento no país, e além de quadrinhos, revistas e publicações impressas, temos produtos, parques, e muitas outras coisas com o nome da Turma da Mônica. Com muita humildade, o Mauricio conta pro Pedro Mello, como começou o seu sonho, como se empenhou, como enfrentou a concorrência, e como chegou à liderança no Brasil, com franca expansão para a China, tendo mais de 70% de participação por aqui. No final, ele ainda deixa uma pergunta: quando você vai cumprir as promessas que fez a você mesmo quando criança??

Simplesmente imperdível a aula de Mauricio. Além de muita humildade, muita simpatia e bom-humor, uma grande história de persistência, trabalho duro e sonho!

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

A ArmRebel Está Aberta!

É com satisfação, TESÃO e muito orgulho que eu posto isso. Depois de meses de desenvolvimento, estudo e muito trabalho a Arm nasceu. O site do comércio eletrônico ainda não subiu, mas vai subir nos próximos dias, mas já podemos vender por telefone (11) 4195.55722. Eu tô muito feliz com isso. A ARM nasceu pra mudar o rumo do varejo.

Sim, eu também estou trabalhando no meu sonho!!!

Confira as palavras do Ricardo Jordão:

“O Projeto ArmRebel começou a tomar forma há quase um ano atrás. Depois de vários meses de desenvolvimento de web site, contratação de pessoas, abertura e reforma do escritório e armazém, criação de pontes com distribuidores e fabricantes de tecnologia entre trocentos outros mil detalhes, a ArmRebel está aberta para os negócios.

A aventura de vender produtos de tecnologia que aparentemente você encontra em qualquer lugar, inclusive Casas Bahia, começou. 

O web site de comércio eletrônico entra no ar nos próximos dias, mas o Enrico, Lala, Marcio, Marco, Rafael, Elen, Thiago, Leandro, Bruna, Bill e eu estamos prontos para ajudar os micro e pequenos empresários a comprar, trocar, consertar, atualizar, aperfeiçoar produtos de tecnologia para alavancar as suas empresas. 

Você pode comprar imediatamente na ArmRebel por telefone, o Fone da ArmRebel é 11-4195-5572. 

Nós temos aqui uma montanha de notas fiscais para emitir, e uma parede inteira no escritório para armazenar as primeiras notas fiscais impressas que serão emolduradas por aqui. 

A partir de hoje os posts do blog da ArmRebel vão destacar diariamente produtos disponíveis para venda, produtos que  consideremos inovadores, diferentes, ofertas especiais ou promoções. 

O que você pode comprar na ArmRebel?

O mix de produtos será sempre uma crescente na Arm. Vamos começar por:

PCs Desktops: HP, Lenovo, Apple, Megaware, e PCs Reciclados 

PC Servidores: HP

Notebooks: HP, Acer, Asus, Apple, Lenovo, Megaware notebooks reciclados

Software: Microsoft, Adobe, Symantec, Software Livre

Suprimentos: Originais HP e Epson

Impressoras: HP e Epson

Monitores: Samsung, LG e AOC

Acessórios: APC, Clone, Logitech, Targus, Kingston, Transcend

Armazenamento: Iomega, Lacie, Western Digital

Wireless e Rede: Netgear, Linksys, D-Link, 3Com

Quem será o nosso Cliente?

A aventura começou!

A ArmRebel é como estar trabalhando no próprio sonho, sonho de empreendedor. 

Estamos longe de ser qualquer coisa revelante, mas, empreendedores de verdade são apaixonados pelo que fazem, dirigidos pelas causas, missões e visões que colocam na cabeça, teimosos e apaixonados por transformar os obstáculos que surgem em realidades práticas. 

Daí, nada melhor do que a mais nova música do Bruce Springsteen para ilustrar o que seja empreendedorismo. 

We’re all working on a dream – pushing right through the challenges all around us. Working through the night, making the tough decisions, sticking to our knitting and pressing on undeniably – that’s what it’s all about.” Bruce Springsteen 

Eu estou trabalhando no meu sonho. E Você?”

Acesse o blog: ArmRebel.com.br

ArmRebel QUEBRA TUDO no Varejo 2.0.

Você Tem Medo do Escuro?

“Não tenha medo”…

A minha mãe diz que precisamos pensar várias vezes. Minha mãe acha que as coisas não são fáceis assim. Lógico que não é assim, é ainda mais fácil. A vida é sobre FAZER ou NÃO FAZER. Simples assim. Na verdade é até mais simples do que isso… agente e o MALDITO DO MEDO é que DIFICULTAMOS AS COISAS!!

Tudo começou com o dia 03 de Outubro de 2008. Na verdade, começou antes, mas não sei o dia ao certo. No dia 03 eu fui sugado pra São Paulo, e o último pino preso que eu tinha soltou. Nesse dia eu morri e nasceu outro Enrico. Foi nesse dia que eu decidi que precisava de MAIS. Mesmo que eu não estivesse a altura desse mais que eu procurava. Nessa brincadeira toda, eu fui sugado por São Paulo, através de uma oportunidade dada por um amigo.

No dia 28 de Novembro eu desembarquei em São Paulo pra fazer uma entevista. Ao sair do ônibus pensei: “O que eu tô fazendo aqui nessa porra”. Porém, isso foi um pensamento de um segundo… logo depois o Enrico voltou ao seu estado normal, estado-arte sem medo, cheio de vontade de renascer e começar e aprender tudo de novo.

Eu não tenho medo. Posso ter medo de cobra, de bandido, de bico, sei lá.. Mas não tenho medo de arriscar. Eu não sou jogador de xadrez,  meu inglês ainda não é fluente, e eu sou um homem de negócio às avessas. Não tenho faculdade de administração, mas já li mais livros de business que muito aluno de pós-graduação. Eu não sei nada, mas posso aprender. Eu sou um cara do fazejamento. Mais ações e menos papel!! Mas atitudes e menos teorias. O mundo esta cansado de gente que olha tudo da mesma maneira que acontecia no Século XIX. Cacete.. estamos no século XXI. A administração que cohecemos MORREU.

Eu não tenho medo! Nem de dar certo, nem de dar errado. O medo das pessoas, segundo elas mesmas são de dar errado, de falhar ou de não conseguir atingir os objetivos. MENTIRA. O medo é de dar certo. Oba, deu certo, que bom, qual é o próximo passo?? NÃO S EI!

Por isso que eu não tenho medo. Eu já não sei nada mesmo. Eu desafio as teorias. Me chamem de “caçador de mitos”, mas eu vim pra mudar a forma com que enxergamos a antiga escola de administração.

Eu mudei de casa, de cidade, e as minhas idéias e atitudes vivem mudando. Foi pra isso que eu vim.. pra mudar sempre. “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.  Eu vim trabalhar com um amigo que tem grandes histórias pra ensinar. Grandes teorias e manuais pra rasgar e grandes fórmulas mágicas pra desbancar.

Eu tenho certeza que Einsten estava CERTÍSSIMO quando disse que: “a imaginação é mais importante do que o conhecimento”. Nada menos que isso me interessa. Um dia diferente do outro é muito mais proveitoso do que viver todos os dias as mesmas idéias.

Ouse mudar, ouse fazer diferente. Ouse rasgar o seu plano de negócios igual ao de todo mundo. Pega esse sumário executivo plagiado de um autor teório e transforma ele em uma coisa palpável, prática. Saia dos textos e vá para os vídeos.  Crie novas formas de fazer velhas coisas e velhas formas de fazer coisas novas.

A vida é feita de experimentação. Experimente fazer diferente e não tenha medo de dar certo. Aliás, não tenha medo de nada. O medo só atrapalha e estraga o momento maravilhoso das coisas.

Eu desafio a você não ter medo e fazer alguma coisa diferente em 2009.  Em 2009, Renasça todos os dias e faça um dia ser diferente do outro.

EU QUERO VER SE VOCÊ TEM CORAGEM!!