Realidade Aumentada.

A realidade aumentada está bombando por aí. De brinquedos, passando por emissoras de TV, doces, biscoitos, video-games, cinema, tá todo mundo mergulhando nessa novidade.

A sua empresa está focada em novas tecnologias? Você sabe como a realidade aumentada pode ajudar na divulgação de seu novo produto? Você sabe como a realidade aumentada pode ajudar a promover um lançamento de sua empresa? Você sabe como a realidade aumentada pode influenciar diretamente na reputação da sua empresa?

Toda empresa deveria estudar e experimentar novas tecnologias. O celular, a internet, o telefone, o fax, o computador, o smartphone são a prova disso. Há cinquenta anos atrás ninguém imaginava que as pessoas iriam se conhecer, namorar, casar e ter filhos pelo MSN, Orkut e bate-papos.

O que você está deixando passar desapercebido?

As Tendências de TI para 2010.

Eu sou apaixonado pelo ramo de TI. De especialista, envolvido com TI desde cedo, passando para usuário e profissional de TI, eu sempre estive envolvido em notícias e lançamentos. A Gartner listou quais são as grandes tendências de TI para 2010. Veja abaixo a relação do que promete roubar a cena em 2010.

1. Cloud computing – modelo em que fornecedores entregam aos consumidores série de serviços baseados em nuvem. Os recursos do cloud não eliminam os custos das soluções de TI, mas os reorganiza e, em alguns casos, os reduz.

2. Análises avançadas – ferramentas e modelos analíticos devem ser adotados para maximizar os processos de negócio e a eficácia das decisões por meio da análise de resultados. Isto pode ser visto como um terceiro passo no suporte a decisões de negócios operacionais. Regras fixas e políticas pré-definidas renderam-se a decisões impulsionadas por informações corretas fornecidas no momento correto, seja por meio da gestão do relacionamento com clientes (CRM), do planejamento de recursos empresariais (ERP) ou de outras aplicações.

3. Client computing – a virtualização está criando novas formas de empacotar aplicações e capacidades de client computing. Como resultado, a escolha de uma determinada plataforma de hardware de PC e, consequentemente, a plataforma do sistema operacional, torna-se menos crítica. As organizações deveriam estabelecer, proativamente, um roadmap estratégico de cinco a oito anos para client computing.

4. TI verde – a TI pode viabilizar muitas “iniciativas verdes”, como gestão de documentos eletrônicos e redução de viagens com o uso de videoconferência. A TI também fornece ferramentas analíticas que a organização pode implementar para reduzir o consumo de energia no transporte de mercadorias ou em outras atividades de gestão das emissões de carbono.

5. Remodelagem do data center – descobrir o que a empresa tem, estimar o crescimento para 15 a 20 anos e, então, fazer a construção adequada. Os custos serão realmente menores se as organizações adotarem uma abordagem pod-based, método de engenharia de estrutura, para a construção e expansão dos data centers. Cortar despesas operacionais, que são uma parte não trivial das despesas gerais de TI para a maioria dos clientes, libera recursos para serem aplicados em outros projetos ou investimentos em TI ou no próprio negócio.

6. Computação Social (Social Computing) – Os trabalhadores não querem dois ambientes distintos para suportar seu trabalho – um para seus próprios produtos de trabalho (sejam pessoais ou em grupo) e outro para acessar informações “externas”. As organizações devem focar no uso de software social e de mídia social na organização e na participação e integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas. Não ignore a função do perfil social de reunir as comunidades.

7. Segurança – Tradicionalmente, o foco da segurança tem sido estabelecer um muro perimetral para manter os outros de fora, mas ela evoluiu para monitorar atividades e identificar padrões que foram esquecidos anteriormente. Os profissionais de segurança da informação enfrentam o desafio de detectar atividades maliciosas em um fluxo constante de eventos distintos que normalmente estão associados a um usuário autorizado e são gerados a partir de múltiplas redes, sistemas e fontes de aplicações.

8. Memória Flash – A memória flash não é algo novo, mas está se movendo para um novo nível no plano de storage. A memória flash é um dispositivo semicondutor de memória, familiar por seu uso em pendrives e cartões de câmeras digitais. É muito mais rápida do que os discos giratórios, mas consideravelmente mais cara; porém, este diferencial está acabando.

9. Virtualização para disponibilidade – A virtualização tem estado na lista das principais tecnologias estratégicas nos anos anteriores e está na relação deste ano porque o Gartner enfatiza novos elementos, como a migração dinâmica para disponibilidade, que tem implicações no longo prazo.

10. Aplicações móveis – Até o final de 2010, 1,2 bilhão de pessoas carregará consigo dispositivos capazes de realizar transações comerciais móveis, proporcionando um ambiente rico para a convergência da mobilidade e da web. Já há algumas milhares de aplicações para plataformas como Apple iPhone, apesar do mercado limitado e da necessidade de uma codificação única. Isto pode levar a uma nova versão que seja projetada para operar de forma flexível tanto nos PCs quanto nos sistemas em miniatura.

Como o Departamento de TI Pode Ajudar na Recuperação da Crise.

1. Preparação da TI – O “auto-conhecimento” é fundamental
Faça um levantamento rápido e ágil do que a TI tem referente a Recursos Humanos e Infraestrutura. Dessa forma, poderá definir o seu limite e ter em mãos a certeza de quais compromissos poderá assumir, evitando falsas promessas. Este auto-conhecimento é fundamental para que a TI não fique em uma situação de descrédito perante o business.

A partir disso, comece a mapear as alternativas, respondendo para a própria TI: onde  buscaremos os recursos quando precisarmos? Podemos, hoje, contratar recursos para ter capacidade excedente? Uma boa dica para não ser pego de surpresa é selecionar quais fornecedores e contratos devem entrar em vigor para atender à demanda.

2. Tática: Foco
A palavra de ordem será “recuperação”, mas na maioria das vezes a recuperação imediata não combina com planos e projetos de grande porte. A TI deve focar suas ações, inclusive na postura dos seus recursos humanos, em projetos de oportunidade. O que isso significa? Atender imediatamente as demandas exigidas pelo negócio para a saída da crise e recuperar o que foi perdido, mesmo que a solução a ser adotada não esteja alinhada com o direcionamento estratégico da TI.

3. Forme já o seu WAR ROOM para recuperação
A história mostra que a tendência é surgir uma avalanche de demandas para TI, já que todas as áreas de negócio que também tiveram retrações orçamentárias e foram obrigadas a engavetar alguns projetos, voltarão com força total. Reconsidere seus processos de “aprovação das demandas de TI” para que momentaneamente eles sejam mais dinâmicos e objetivos. Os comitês de aprovação, tradicionalmente lentos, devem ser substituídos por um war room, que tenha poderes delegados do business para rapidamente aprovar as mudanças de orçamento e priorizar as demandas voltadas à retomada dos negócios.

Um projeto importante pode ser o inimigo de um projeto ágil nesse momento. Priorize projetos de rápida execução, que tragam resultados imediatos. Vale muito mais dez projetos pequenos entregues do que apenas um de grande porte, desde que os pequenos sejam rápidos e eficientes. Além da velocidade, tem a questão do risco: a probabilidade de todos os dez projetos pequenos saírem errados é baixa; já um grande projeto importante “patinar” é tão comum que nem vale a pena estimar a probabilidade.

4. Pense a infraestrutura estrategicamente e use “Cloud” taticamente

Estamos vivenciando uma ruptura de conceitos recentemente, o fator principal para a decisão era a solução tecnológica, mesmo quando a empresa estava contratando outsourcing. Os novos modelos de entrega “cloud” são baseados em serviço e já não é tão importante a tecnologia aplicada para sustentar o serviço. TI terá que se adaptar a isso. No momento de recuperação, pense para atender rapidamente às demandas de hosting, aumento de capacidade e entrega de serviços, ao invés de desenvolver sistemas em contratos de curta duração. Isto é o que as empresas ágeis estão fazendo. Depois, a médio prazo, você poderá analisar esse impacto e planejar a sua infraestrutura. A tática é usar mecanismos de entrega rápida (o que está pronto, sem adaptar) e depois, na estratégia de médio/longo prazo, incluir as alternativas customizadas apenas onde o diferencial competitivo seja claro.

5. Faça um Plano Estratégico de TI, mas não inclua 2009
Sempre foi bom ter um Planejamento Estratégico e sempre será, mas separe em duas visões, uma para 2009, tática, e outra mais estratégica.

Para 2009, vale construir algo com um caráter tático e reativo ao business, priorizando a velocidade, o que por vezes poderá ficar temporariamente desalinhado com a estratégia.

Já para 2010 sintonize as diretrizes e caminhos do negócio com as diretrizes e caminhos da TI, contudo, não gaste muito tempo elaborando portfólio de projetos, porque eles mudam muito, principalmente em momentos de retomada como o atual. O plano estratégico deve focar em diretrizes e na governança que podem até se fundir.

6. Prepare a Arquitetura e Segurança para ser ágil e flexível
Tradicionalmente, a arquitetura limita a flexibilidade ao impor padrões, e a segurança limita a agilidade ao impor normas de prevenção e homologação. Para a retomada, a TI precisa ser mais ágil e flexível, ou seja, precisa ajustar sua arquitetura para acrescentar capacidade rapidamente e ao mesmo tempo adaptar-se às mudanças.

7. Consolide seu modelo de Sourcing vinculado aos KPIs do Negócio

A era de um único provedor de TI que resolve todos os seus problemas acabou. A adoção de multisourcing é uma realidade. O termo mescla provedores de TI e de negócios (BPO). A tecnologia precisa entender isso e não ter olhos apenas para seus provedores tradicionais (ITO). Uma área de gestão de contratos será vital. Pode ficar até fora da TI, mas tem que existir. A complexidade de fazer gestão de terceiros irá aumentar demasiadamente, pois a empresa irá lidar com um pool de provedores nunca visto antes.

A Gazela Está Chegando!

A Microsoft tem hoje, aproximadamente 67,6% de fatia no uso de navegadores com o Internet Explorer. Esse percentual do mercado vem caindo vertiginosamente e sem parar nos últimos anos.

Eu não uso o IE há mais de dez anos. Comecei com o FireFox e agora aderi ao Chrome. Para mim o FireFox é hoje o melhor browser do mundo. O Chrome tem a vantagem de ser mais leve, mais dinâmico, mas  ainda não roda muita coisa, muitos plugins, muitos recursos. O Chrome vai chegar lá, mas hoje a Fundação Mozila, na minha opinião tem o browser mais seguro, mais completo e mais equilibrado do mercado.

Mas a Microsoft não vai mais aceitar essa perda crescente de mercado. Está em fase de desenvolvimento um novo browser nomeado, por enquanto te “Gazelle”, que é, nada mais nada menos, Gazela em bom português. O Gazelle será um browser totalmente diferente do que vimos até agora. 

O principal apelo do browser será a segurança. Para isso, ele será concebido como um sistema operacional, para poder comandar as funções proteção de maneira independente ao computador.

O protótipo em execução e avaliação indica que um browser rodando como sistema operacional gera uma melhora significativa na segurança e compatibilidade, diz o site de pesquisas da Microsoft.

Com o anúncio, a empresa de Steve Ballmer tentará estancar as perdas de participação para outros navegadores, como o Firefox, da Fundação Mozilla, e o Chrome, do rival Google. O apelo da segurança é uma forma de diminuir o estigma de que o IE é um browser mais propenso a ataques de criminosos virtuais”.

Eu, como entusiasta de tecnologia que sou vou TESTAR o Gazelle com certeza!! Mesmo que seja ruim eu vou testar pra confirmar que ele é ruim. O Gazelle ainda não tem lançamento previsto. Nem versão beta, nem versão final ainda!! Mas eu acredito que isso vai chacoalhar um pouco essa brincadeira de browser!! Gazelle, browser 2.0?!?!?

gazelle