7 Dicas indispensáveis para a construção de uma página de produto matadora.

A página de detalhe de um produto dentro de uma loja virtual é a “landing page” oficial do produto na hora da compra.

Se a página não for rica em detalhes que ajudam e motivam o cliente a decidir a compra, ele vai cair fora.

Estudos indicam que o cliente não fica mais do que 5 segundos em uma página de detalhe de produto.

É nessa hora que você pode perder ou ganhar uma venda. Isso porque, no e-commerce, a sua loja virtual é o seu vendedor e, cabe à página de produtos ser uma boa vendedora para conseguir transformar visitantes em clientes.

A página de produtos é um dos seus maiores aliados na hora de aumentar a taxa de conversão do seu site. A página de produto precisa ser atrativa o suficiente para o cliente enxergar seriedade na sua empresa e, ao mesmo tempo se encantar com os seus produtos.

Pensando nisso, nós da Rakuten elaboramos uma série de dicas para que você transforme a sua página de produtos no estado da arte do e-commerce.

#1. Uma imagem fala mais do que mil palavras.

Na internet o texto de descrição do produto não é o suficiente para fechar uma venda. O produto precisa de fotos fantásticas para fechar a compra.

Imagens em alta resolução, imagens tratadas com software de tratamento de imagens, recursos de visualização de fotos em 360 graus, e possibilidade de dar zoom nas fotos são alguns dos recursos que você pode usar imediatamente incrementar o destaque das fotos na página de descrição dos produtos.

#2. Foco nos vídeos.

Os vídeos de produtos serão a próxima grande coisa no comércio eletrônico. É muito mais fácil para o cliente clicar em PLAY em um vídeo e  assistir a tudo que o produto tem a oferecer ao invés de sair lendo tudo que encontrar sobre o produto.

Além disso, ao trabalhar com vídeos a sua loja irá ganhar mais um canal de divulgação, o YouTube – uma vez que você pode armazenar ou promover o seu vídeo por lá.

Você não precisa fazer uma vídeo-aula sobre o produto, nem uma mega produção. Vídeos curtos que mostram as principais funcionalidades do produto, os diferenciais e uma pequena avaliação de pontos fortes e fracos já são muito interessante para ajudá-lo na decisão da compra.

#3. Vá além das descrições dos fornecedores.

Os fabricantes de produtos dificilmente conseguem escrever descrições de produtos realmente relevantes para o consumidor final. A grande maioria das descrições de produtos feitas por fabricantes falam de si mesmos como líderes de mercado, melhores do mundo etc. Uma vez que essas informações são muita parecidas entre todos os fabricantes, fica difícil para o consumidor perceber quem é realmente diferente.

Você pode agregar valor ao cliente e ao próprio forncedor ao reescrever as descrições de produtos usando a linguagem do consumidor. Se você estiver falando sobre um tênis para skate, diga como ele é, qual o melhor jeito de usá-lo e como mantê-lo conservado. Da mesma maneira, se estiver falando sobre um vinho de mil reais, diga sobre como ele se comporta, como VOCÊ – e não o fornecedor – recomenda que ele seja consumido e, como você avalia o produto.

#4. Diga a verdade.

Você precisa ser sincero. Se você disser que todos os tênis para skate que você vende são ótimos, duradouros, eficientes e que o cliente não pode deixar de comprá-los, o consumidor perceberá que você está mentindo. Mas, se você, na sua resenha, falar que o tênis X é bom para X modalidade de skate, o cliente vai perceber que você fala a verdade.

Use a sinceridade na hora de vender. Dizer a verdade é o primeiro passo para criar um vínculo de relacionamento entre sua loja e o cliente.

#5. Deixe seus clientes transmitirem a sua opinião.

Grande parte dos clientes da Rakuten em todo o mundo preferem ler a opinião de outros clientes antes de comprar. Por isso, incentive os seus clientes a produzirem resenhas de produtos em formato de texto ou vídeo. Premie os melhores clientes resenhistas, envie e-mails para incentivar os clientes a resenhar os produtos que compraram.

As resenhas dos clientes é uma das fontes de informação mais poderosa que o consumidor poderia ter.

#6. Dê destaque às informações relevantes.

Frete, prazo para entrega, disponibilidade do produto e formas de pagamento são informações ultra relevantes para quem vai comprar um produto.  Ao deixar uma dessas informações fora da página de detalhe do produto, você perderá clientes.

Muitos lojistas dão uma importância muito grande ao botão COMPRAR na página de detalhe do produto e esquecem de dar ênfase – em algum lugar visível e de destaque – para essas informações que têm grande poder na hora do cliente comprar.

Por isso, assegure que as principais informações sobre pagamento e entrega do produto estejam tão visíveis quanto o botão de compra.

Não adianta colocar essas informações no final da página e fazer o cliente ir até para se informar. Se elas não estiverem visíveis e, de fácil encontro, seus clientes vão abandonar a página do produto antes mesmo que ela termine de carregar.

#7. Link com as redes sociais.

A sua loja precisa interagir com as redes sociais. Se há três anos atrás, Twitter, LinkedIn e Facebook eram apenas um rumor, hoje elas são realidade.

Além disso, não são apenas essas três grandes redes que os clientes usam. Você pode, por exemplo, dar a possibilidade do cliente enviar a sua foto com o seu produto no site e, nessa hora tem muita gente que utiliza muitos aplicativos diferentes, como o Instagram. Algumas lojas já fazem isso. Você envia a sua foto e ganha um pequeno desconto (algo em torno de R$ 1,00 ou R$ 2,00) na sua próxima compra. Além de estimular a participação dos clientes, isso faz com que os clientes queiram divulgar a sua página de produto nas redes sociais para os amigos verem as fotos publicadas na loja virtual.

Essas pequenas dicas certamente farão os clientes olharem para a sua página de produto com outros olhos. Com isso, a sua página de produto será muito mais do que uma mera página de exposição.

Este post foi escrito por mim e pelo Ricardo Jordão Magalhães e publicado originalmente no Blog da Rakuten.

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As Cinco Regras da Negociação.

1. A primeira regra de negociação é que não há regras para a negociação.

2. A essência da negociação está na teoria de promessas e compromissos.

3. Credibilidade é a base de um bom relacionamento.

4. Negociação de experiência: o que é melhor para si mesmo e para sua empresa.

5. Gerenciar expectativas: entender as expectativas e oferecer as melhores soluções.

Comunicação, Comunicação, Comunicação, Comunicação!

1. Tentar, vamos ver e quem sabe Procure evitar o uso dessas palavras, pois, ao serem pronunciadas, já dão uma ideia de que iremos falhar ou já estamos dizendo que no mínimo a possibilidade de fracasso é de 50%.

2. Mas, porém, contudo, todavia e entretanto – São palavras que dão sempre um alerta e já orienta quem estiver ouvindo a se preparar para alguma coisa nada agradável ou de total desvalorização ou, ainda, de negação a tudo que foi dito inicialmente.

3. Preciso, devo e tenho Elas passam uma ideia de que estamos necessitando de algo além das expectativas e também sugere que existem pessoas mandando ou controlando.

4. Por cada, vi ela, bum da bolsa, boca dela e uma mão Devemos evitar essas expressões, pois provocam cacofonia quando utilizadas, por exemplo: o grande bum da bolsa fez com que as ações valorizassem.

5. Eu gostaria de agradecer a ajuda de vocês Substitua o verbo no condicional pelo presente: “Eu agradeço a ajuda de vocês”. As pessoas, ao ouvirem, irão se sentir mais agradecidas, pois a forma de falar se torna mais forte, robusta e concreta.

6. Evite a palavra “não” Em qualquer frase, quando utilizamos o “não”, quem houve já pressupõe que todo o conteúdo passa uma ideia de baixo valor e interesse. O mesmo ocorre quando utilizamos o “não” acompanhado de outras palavras, por exemplo: não posso, não consigo, que dá uma ideia de falta de capacidade.

40 Dicas de Marketing de Baixo Custo.

1. Divulgue seus Pontos Fortes. Muitas empresas não percebem que já têm em mãos um material eficiente para melhorar o seu marketing. Elas possuem características que as diferenciam no mercado, mas não as ressaltam em sua comunicação. A Artmix, empresa paulista que vende e personaliza capacetes desde 1986, conseguiu dar novo gás aos negócios quando, em 2006, resolveu valorizar a segurança oferecida por seus produtos, entre outras ações. ‘Somos distribuidores exclusivos no Brasil da Arai, a melhor marca mundial de capacetes’, diz Bruno Theil. Deu tão certo que, em 2008, as vendas da Artmix aumentaram 10%.

2. Seja Único. Eis uma alternativa para você mostrar que a sua empresa não é apenas mais uma no ramo: venda produtos com a sua própria marca. Quem não dispõe de estrutura para isso pode optar por terceirizar a fabricação. Vale, por exemplo, para quem vende cosméticos, roupas e alimentos. É fundamental contar com fornecedores de confiança e usar matéria-prima de qualidade.

3. Promova Atividades Externas. Desde 1998, quando montou a Blue Bike, loja paulistana de bicicletas e acessórios para ciclistas, o empresário Marcelo Jorge promove semanalmente passeios ciclísticos. Um vez por mês, a turma faz trilhas em cidades vizinhas. ‘Chego a reunir 500 pessoas de cada vez. Tem sempre gente nova no grupo e a maioria vira cliente’, diz.

4. Acredite no Marketing de Guerrilha. A ideia é criar ações chamativas que causem impacto no dia-a-dia das pessoas. Um exemplo foi a tática desenvolvida pela agência ABCZ para a marca de calçados Senso Shoes. Durante uma semana, cinco lindas modelos passearam pelas ruas próximas a duas lojas da marca em São Paulo. Elas carregavam sacolas enormes com o logo da Senso Shoes e calçavam os sapatos da nova coleção da grife. Custo total: R$ 10.000. ‘Foi uma excelente relação custo-benefício, já que as vendas aumentaram 47% e não caíram mais’, diz Roberto Calderón, da ABCZ.

5. Utilize as Redes Sociais. As comunidades, sites, blogs e fotologs permitem que as empresas interajam com os consumidores. Sem gastar um tostão, você pode saber quais dos seus produtos e serviços fazem mais sucesso e divulgá-los na rede. Lembre-se de que o Brasil tem a maior média de usuários da internet no mundo, com 59 milhões de pessoas conectadas. E muitas costumam espalhar pela rede a sua opinião sobre as marcas que lhes agradam ou decepcionam.

6. Recorra à Blindagem. A expressão pode parecer estranha, mas é comum no mundo do marketing. A tática consiste em aproveitar o contato com porteiros, seguranças e recepcionistas de prédios comerciais ou de condomínios onde a empresa faz entregas para se informar sobre as preferências dos consumidores que frequentam o local. ‘O segredo está em saber ser simpático e comunicativo’, diz Roberto Calderón.

7. Envie Mensagens de Texto. O Brasil tem mais de 143 milhões de celulares. Por isso, o envio de SMS, os famosos torpedos, é um meio de alcançar um número grande de clientes potenciais. Além da taxa de adesão, em torno de R$ 1.500, a empresa usuária paga à integradora (empresa que desenvolve o software usado no sistema e faz a ponte com as operadoras) valores proporcionais ao tamanho das mensagens enviadas. Um texto de 150 caracteres, por exemplo, custa entre R$ 0,20 e R$ 0,30 por assinante. É possível escolher apenas um grupo de assinantes, de acordo com o perfil almejado.

8. Faça sua Campanha por E-mail. Para ser eficiente, uma campanha de e-mail marketing deve levar em conta o perfil do público-alvo e, com uso de muita criatividade, nunca abusar da paciência dos internautas para ler e-mails comerciais. ‘Deve-se observar as regras de privacidade e de boas maneiras’, diz Walter Sabini, presidente da Virid Integridade Digital, empresa especializada no assunto.

9. Coloque Filmes na Internet. Que tal inserir vídeos sobre o negócio, gratuitamente, em sites como You Tube ou Google Vídeo? A escola de cabeleireiros Fernando Alves Hair Academy vem conseguindo bons resultados com essa estratégia. ‘Publicamos, semanalmente, vídeos com trechos dos nossos cursos’, diz o gerente de marketing, Cesar Silveira. ‘Temos uma média de 8.000 acessos por mês, que rendem mais de 50 inscrições mensais’.

10. Pegue Carona nas Grandes Marcas. Fornecedores de bebidas e alimentos costumam oferecer apoio para que os estabelecimentos comerciais adquiram uniformes, refrigeradores, mesas e cadeiras em troca de estampar suas marcas nesses produtos. É uma forma de baratear o investimento no ponto comercial e veicular o nome do negócio ao lado do de uma grande marca.

11. Divulgue as suas Conquistas. Todo prêmio ou reconhecimento recebido pela empresa deve ser alardeado. Se a divulgação for dirigida a um público selecionado, melhor ainda. ‘Um restaurante que ganha um título em um concurso da região pode convidar um grupo de clientes assíduos para a degustação de um prato’, sugere Roberto Calderón, da ABCZ.

12. Leve o Público Para Dentro da Empresa. A escola de cabeleireiros Fernando Alves Hair Academy promove palestras para internautas que solicitam informações sobre as aulas. ‘Cada palestra reúne 50 pessoas. Pelo menos cinco se tornam alunos’, afirma o gerente de marketing, Cesar Silveira.

13. Tire Proveito do Cadastro. Ao ser tratado pelo nome, receber um brinde ou ganhar um desconto, o cliente tende a se tornar fiel, dizem os especialistas. Para colocar essa ação em prática, é preciso manter o cadastro atualizado. Assim, a cada novo atendimento, o vendedor saberá com que frequência a pessoa compra, quanto costuma gastar e que tipo de mimo merece.

14. Atraia Celebridades. Os cartazes de teatro exibem nomes de lavanderias, academias e restaurantes, entre outros negócios. Para fazer a divulgação, nem sempre as empresas precisam investir. Muitas vezes fazem permuta com os responsáveis pelo espetáculo. Em troca da publicidade, os atores e a equipe de produção da peça podem usar, de graça, seus produtos e serviços. Celebridades não pagam, mas atraem clientes. Ou seja, ganho duplo para você, que divulga a sua marca e fica com a casa cheia.

15 . Fixe a Sua Marca. A distribuição de brindes úteis, a clientes potenciais bem selecionados, causa ótima impressão. Quem oferece ginástica laboral, por exemplo, pode imprimir seus dados de contato em bolinhas de massagem terapêutica e distribuí-las às áreas de RH de empresas. ‘É possível gastar menos de R$ 10 com cada bolinha, incluindo o envio pelo correio’, diz Roberto Calderón, da ABCZ.

16. Apareça nos Links Patrocinados.Para anunciar em sites de busca, como o Google, a empresa precisa comprar um pacote de créditos cujo valor varia de acordo com o tipo e a quantidade de palavras-chave escolhidas. Os débitos ocorrem na medida em que os internautas acessam a página da empresa. De acordo com a Webvisão, prestadora de serviços na área, o custo de cada clique varia de R$ 0,30 a R$ 0,80.

17. Anuncie em Mídias Alternativas. Em vez dos tradicionais jornais, revistas, rádio e TV, é possível colocar um anúncio publicitário em veículos (como vans e táxis) ou em bares e restaurantes. De acordo com os profissionais do ramo, o ideal é planejar ações focadas em determinado público e numa região específica. No caso dos carros, dá para imprimir um adesivo por R$ 100 e pagar R$ 500 mensalmente ao motorista.

18. Invista nas Parcerias. O restaurante francês Chef Rouge tem duas unidades em São Paulo. Numa delas, há uma sala de eventos que acaba de ser reformada. Quem bancou o investimento foi a Moët & Chandon, marca de champanhe servida na casa. O espaço foi decorado com fotos de celebridades saboreando a bebida. ‘Mais charmosa, a sala certamente atrairá mais clientes’, prevê a dona do restaurante, Vanessa Fiuza, acostumada a firmar parcerias com outras marcas para implementar ideias de marketing.

19. Seja seu Próprio Garoto Propaganda. Apesar de ficar na região oeste de São Paulo, o ateliê de sapatos da empresária e designer Priscila Callegari atrai clientes do outro lado da cidade. O segredo? Ela circula por toda São Paulo usando suas próprias criações.

20. Facilita e Vida dos Clientes. Quanto mais serviços para agradar ao cliente, maiores as chances de fidelizá-lo. Há restaurantes que criam um espaço para a criançada brincar. Enquanto os pimpolhos se divertem com os monitores, os pais ficam mais tempo à mesa. E consomem mais.

21. Adicione Serviços. É possível adaptar para diferentes negócios uma tática adotada por salões de beleza: a organização de reuniões para ensinar as clientes a usar um novo creme ou maquiagem. Em geral, a ação tem apoio dos fabricantes dos produtos em questão.

22. Aproveite as Datas Comemorativas. Existem quase cem datas que servem de pretexto para ampliar as vendas, de acordo com o consultor de marketing do Sebrae João Abdala. ‘No dia dos enfermeiros, comemorado em 12 de maio, uma loja de roupas ou de calçados pode fazer promoção para esse público’, exemplifica.

23. Ouça os Clientes Antigos. Ao ouvir a opinião de quem já compra seus produtos e serviços, você obtém informações que ajudarão no aprimoramento do negócio e também mostra que está atento ao que o consumidor tem a dizer. Mas não se esqueça de mantê-lo informado sobre as sugestões implementadas.

24. Estimule o Boca-a-Boca. A maioria dos consumidores confia mais na recomendação de um conhecido do que em um anúncio. Oferecer serviços e produtos de qualidade a preços competitivos é indispensável para que a fama da sua empresa corra solta. Além disso, você pode dar descontos a clientes antigos que indicarem novos.

25. Sonde o Terreno. Colocar o cliente para atuar como pesquisador da sua empresa é uma boa opção. ‘Ao trazer informações úteis sobre o gosto de seus vizinhos ou colegas de trabalho, ele pode ser recompensado com descontos ou brindes’, sugere Roberto Calderón, da agência ABCZ.

26. Crie um Ambiente Agradável. Uma boa combinação de aromas estimula os clientes a ficarem cerca de 15% mais tempo dentro de um ponto comercial, segundo pesquisas. Por isso, muitas lojas mandam fazer seus próprios aromas. É possível encomendar uma fragrância para uma loja ou show room a partir de R$ 2.500.

27. Faça Liquidações. Os dias de menor movimento são ideais para promoções. ‘A estratégia ajuda a aumentar as vendas, desde que o empresário saiba calcular os custos da promoção em relação ao retorno’, diz o professor Wolney Ramiro, da ESPM.

28. Ofereça Amostras Grátis. A degustação de produtos em pontos-de-venda ou em locais de grande movimento é uma ação bastante usada pelas empresas de alimentos. Mas a tática de dar amostras grátis também funciona para quem oferece serviços, como uma clínica de massagens terapêuticas.

29. Mime o Cliente. Aquele chocolate ou o copo de água que acompanha o cafezinho fazem toda a diferença para fidelizar clientes. Mesmo que o preço do café seja um pouco superior ao da concorrência, o consumidor terá vontade de voltar por conta do diferencial oferecido, de acordo com o professor Wolney Ramiro, da ESPM.

30. Vista o Cliente com a Sua Marca. Os ciclistas que participam de quatro passeios consecutivos da loja de bicicletas Blue Bike ganham camisetas. O primeiro lote, de 50 peças, saiu por R$ 2.000. Metade desse valor foi pago pela loja e a outra metade, pela Epson. É que um dos ciclistas do grupo é gerente de vendas da empresa.

31. Capriche no Som. Trilha sonora, usada como som ambiente, ajuda a atrair clientes para o estabelecimento. Para que a tática seja eficiente, é preciso selecionar cuidadosamente as músicas e o volume do som conforme o perfil do público. Uma dica: som de rock combina perfeitamente com um varejo de artigos para surfe.

32. Transforme o seu Estabelecimento em Local de Eventos. Seu estabelecimento pode servir também para reunir clientes e seus amigos. Há lojas de lingerie que promovem eventos como despedida de solteira ou ‘chá de lingerie’ e algumas revendas de artigos de cozinha cedem espaço para que os chefs de fim de semana mostrem seus dotes aos mais próximos.

33. Abrace a Comunidade. Se a sua empresa fica em um bairro de baixo poder aquisitivo, você pode promover partidas de futebol para jovens e crianças ou oferecer aulas de tricô e de bordado para as mulheres. ‘Sempre que possível, deve-se dar preferência a moradores da região nas contratações’, diz o professor Wolney Ramiro, da ESPM. ‘Isso estimulará os vizinhos a falarem bem da empresa’.

34. Dê Atenção ao Pós-Venda.O hábito de telefonar para o cliente perguntando se ele está satisfeito com o produto que comprou e se foi bem atendido ajuda a valorizar a imagem da empresa. Mas é fundamental estar preparado para tomar providências rápidas em caso de reclamação ou se for preciso trocar um produto.

35. Lembre-se do Velho Folheto. O material tem de ser produzido com linguagem objetiva e distribuído por mensageiros selecionados. Por exemplo, se os clientes potenciais forem adolescentes, alunos de uma escola próxima podem distribuir os folhetos, diz Roberto Calderón, da agência ABCZ. ‘Como recompensa, a empresa pode oferecer descontos ou brindes’.

36. Incentive os seus Vendedores. A competição saudável entre os vendedores ajuda a tornar o trabalho mais dinâmico e estimula os funcionários. Há espaço para inúmeras estratégias, como a distribuição de pequenos prêmios para quem vende a maior quantidade de itens ou o produto mais caro do dia. Não esqueça, claro, de manter a infalível comissão sobre as vendas.

37. Crie um Slogan Para os E-mails. Pense em uma frase, acrescente ao seu logo e passe a anexar essa marca registrada a todos os seus e-mails. A estratégia, de custo zero, contribuirá para consolidar a sua marca. Tome cuidado, porém, para não criar textos longos com imagens carregadas demais.

38. Atraia os Clientes com Concursos. Criar concursos é uma boa forma de atrair e interagir com o consumidor. Defina um valor mínimo de compra que dará direito a um cupom para que o cliente responda a uma pergunta – de preferência relacionada ao seu negócio – e deposite numa urna. O sorteado ganha um produto ou serviço vendido ali mesmo.

39. Ganhe Projeção na Mídia. Para ganhar respeito e visibilidade, você tem a opção de escrever artigos para publicações dirigidas ao seu público-alvo. Outra saída é oferecer-se como fonte para reportagens sobre o seu setor. Pode ser em jornais e revistas de bairro ou de associações de moradores.

40. Planeje Promoções Relâmpago. Grandes redes de supermercados, como o Wal-Mart, costumam fazer liquidações instantâneas. Pelo sistema de som interno, um funcionário anuncia, de tempos em tempos, as promoções que duram poucos minutos. A tática pode ser copiada por pequenos comerciantes. ‘Mas tudo tem que ser bem planejado para não gerar prejuízo’, diz o professor Wolney Ramiro, da ESPM.

O Verdadeiro Segredo do Empreendedorismo em 30 Dicas.

1. Não monte uma empresa. O mundo está cheio de mega-corporações dispostas a te pagar bom um salário, uma volta ao mundo e, de repente, até uma secretária.
2. Não monte sozinho. Tenha bons sócios. Ou não apenas bons: sócios que te complementem: você precisa de gente que seja excepcional no que você não é. (São raríssimos os casos de empreendedores solitários; às vezes você não vê, mas procure que você vai achar o sócio que toca a empresa enquanto o outro aparece no jornal.) Acho que uma afinidade profunda entre os sócios é fundamental para a empresa funcionar bem.
3. Escolha um mercado grande, que já exista e, de preferência, que esteja crescendo. A escolha do seu mercado pode ser o fator mais importante para definir o seu sucesso/fracasso. O erro de muita empresa é entrar no mercado errado.
4. Tenha um mantra – e não missão, visão e valores. (Você não tem tempo para pensar nisso agora.) Três palavras têm que resumir o que você está fazendo. E, se você e seus sócios não estão alinhados nisso, desista rápido. Desista também se você não consegue resumir em três palavras o que vocês querem fazer.
5. Resolva um problema do cliente, e não seu. Saiba exatamente o qual é o problema que o seu produto vai resolver, conheça quem tem esse problema e quanto essa pessoa pagaria para vê-lo resolvido. Não monte um bar só porque ainda não existe na sua cidade um bar igual àquele de Berlim. (Bares e restaurantes são os negócios relativamente fáceis de abrir e extremamente difíceis de tocar, aliás. Evite.)
6. Fluxo de caixa é (muito) mais importante do que business plan. Você não morre se não seguir o planejamento estratégico – às vezes, cresce até mais rápido. Mas errar no fluxo de caixa pode te matar ou, pior, deixar você numa situação de tensão permanente, que impede que você pense no fundamental: equipe, desenvolvimento de produto e vendas.
7. Esqueça o business plan. Tenha uma meta clara ligada a vendas. Desenvolva o seu produto, tenha os seus deadlines e trabalhe. Flexibilize seu foco/nicho se for para gerar caixa. (Isso pode te ajudar a descobrir um perfil novo de clientes que você não enxergava antes de montar a empresa.) É muito raro uma grande empresa que faz hoje o que ela nasceu para fazer.
8. Velocidade é mais importante do que tudo. Corra para colocar o seu produto na prateleira. Ganhe tempo onde puder. Leia sobre produtividade pessoal e gestão de projetos. Não comprometa a qualidade para ir mais rápido: trabalhe em menos produtos, em menos versões, faça o que você já sabe, foque no fundamental, etc.
9. Vendas é mais importante do que velocidade. Quer dizer: velocidade só importa para gerar vendas. A sua empresa só existe depois da primeira venda. Antes, por mais que você trabalhe, ela é no máximo um businessplan com CNPJ.
10. Comece com serviço e escale com produto. Serviço tem matéria-prima barata (a sua hora), exige pouco investimento e você só começa a trabalhar com receita garantida. Mas serviço depende de gente, um non-scaleble resource: ou seja, é muito difícil escalar, crescer rápido, prestando serviço. Enquanto presta serviço, desenvolva o seu produto e monte uma plataforma (equipe, sistemas e processos). Aí, em cima dessa plataforma, comece a vender o seu produto – que você consiga produzir em milhares, milhões de unidades.
11. Monte processos agora. Não pare depois para fazer isso. Escreva os processos enquanto executa. Abra o Google Docs e mande bala. Um bom processo é inimigo da burocracia – e não seu orinigador. Se eles estão parecidos, é porque (1) o processo está mal desenhado ou (2) você ainda não percebeu o benefício dele quando for trabalhar em escala.
12. Use web-based-softwares. Google Apps, Basecamp, Highrise, Remember the milk, Salesforce, etc. Porque são acessíveis de qualquer lugar, flexíveis, fáceis de usar, baratos, escaláveis – você paga mais no ritmo em que cresce – e não precisam de um cara de TI.
13. Não contrate. Faça tudo você mesmo e seus founding partners. Se sentir que precisa contratar, olhe tudo que você está fazendo – técnicas de produtividade te ajudam a deixar isso transparente – e (1) pense se tudo isso precisa ser feito, (2) se tudo isso precisa ser feito agora e (3) se não tem uma forma de fazer essas coisas de uma forma mais eficiente.
14. Monte a melhor equipe do mundo, quando precisar contratar. Uma empresa de 5-10 pessoas não pode se dar ao luxo de contratar uma pessoa média. Considere – quase apenas – curiosidade, drive e ética.
15. Jovens e/ou estagiários se acham os melhores profissionais do mundo. Acredite neles. Por vários motivos: (1) porque não tem vícios de como trabalhar, (2) porque ainda não tiveram as ambições profissionais frustradas pela burocracia de mega-corporações, (3) porque tem estagiários excelentes por aí e (4) porque são mais baratos. (Mesmo se fossem o mesmo preço de um cara com cinco anos de experiência, em muitos casos eu preferiria estagiários.) Isso não significa montar uma indústria de mão-de-obra barata: pague mais caro pelos melhores estagiários e contrate-os quando se formarem (porque, se você estiver funcionando até lá, provavelmente vai poder fazer isso.)
16. Procure cabelo branco, se você não tem. Não adianta passar talco. Tenha poucas pessoas mais velhas na sua equipe que te oriente no mercado, que conheça as pessoas, te ajude a evitar problemas que voê enfrentará pela primeira vez, abra contato em grandes empresas (clientes, fornecedores, etc.), etc.
17. Organize-se em peers – e não em subordinados. E numa estrutura matricial. Coloque pessoas trabalhando ao lado uma da outra e não como subordinados – o que é uma tendência natural. Mesmo que uma pessoa seja Phd e a outra esteja no primeiro ano da faculdade. Assim, você multiplica a capacidade de execução da empresa (mais responsabilidade, menos gente esperando autorização para fazer as coisas), estimula a uma colaboração entre a equipe e uma pressão/ competição peer-to-peer que, entre pessoas civilizadas, é saudável.
18. Empresa = Pessoas, Sistemas e Processos. É em cima dessa plataforma que você vai escalar. Pense em como você está evoluindo nesses três aspectos sempre.
19. Esqueça o seu salário. E remunere a sua equipe agressivamente em cima de metas que gerem caixa. Reinvista, enquanto puder, a sua retirada.
20. Plante sementes. Você não precisa resolver todos os problemas e executar todas as idéias agora. Mas anote as idéias para serem aperfeiçoadas e executadas no futuro.
21. Seja obcecado por técnicas de produtividade. Você precisa produzir umas 20 vezes mais do que uma pessoa normal, então não tente só trabalhar vinte vezes mais. (Você não tem horas no dia para isso). E isso não significa ser organizado – nem sempre organização é voltada à produtividade.
22. Saiba o que é fundamental. Esqueça o resto. O dia-a-dia é lotado de distrações disfarçadas de urgências.
23. Monte uma estrutura no-cost. Não gaste em nada supérfluo. (Se você não sabe o que é supérfluo, melhor não montar uma empresa.) Hoje, de sistemas a escritório físico, existem várias opções muito baratas, gratuítas e flexíveis. Peça para a sua irmã designer desenhar o logo, o seu primo arquiteto desenhar o lay-out do escritório e seu padrinho advogado montar o contrato social.
24. Enfie a mão na graxa e execute. Esqueça a separação entre trabalho nobre (apresentação para investidores) e monkey-job (pedir para o administrador do prédio deixar o ar-condicionado no domingo). Três benefícios: (1) economia com assistente num primeiro momento, (2) você já vai desenhando processos para esse trabalho ser feito da forma mais rápida pelas próximas pessoas (economia de assistentes de assistentes num segundo momento) e (3) as coisas acontecem mais rápido.
25. Lave a mão e esteja preparado para tomar decisões mais sofisticadas. Negociar um aporte de capital, escolher um canal de vendas, etc.
26. Esqueça assistentes e secretárias. Faça a sua agenda, as suas ligações, organize as suas viagens, etc. Você vai ver – isso ainda é mais eficiente e aproxima você de cliente, fornecedores, etc.
27. Compartilhe as suas idéias com outras pessoas. Isso te ajuda a pensar melhor no seu produto e na forma se organizar. As pessoas adoram ajudar quem pede ajuda. É bobagem evitar contar uma idéia supostamente genial porque a pessoa vai roubá-la. Qualquer empreendedor tem um milhão de idéias geniais na cabeça, mas só executa uma ou outra. A diferença está na execução.
28. Persistência é tudo. A princípio, todo mundo é inimigo de uma empresa nova: os fornecedores tem gente mais importante para atender, concorrentes não querem ver você tomar espaço, os clientes não te conhecem, ninguém quer trabalhar numa empresa que está nascendo, etc. Você precisa partir desse pressuposto e saber explicar para as pessoas que não é bem assim (que você sabe o que está fazendo, que existe mercado, que os clientes querem o seu produto, etc.).
29. Trabalhe alucinadamente. Não adianta: uma empresa não é montada só em horário comercial.
30. Divirta-se. Ninguém quer trabalhar num clima cinza, chato. E um ambiente divertido é também muito mais transparente, rápido e produtivo.

Encontrando a Verdadeira Novidade…

1. Pesquisas antes da criatividade – Em vez de usar todos seus recursos e sortear casas e carros entre seus clientes, destine parte desse dinheiro às pesquisas. Existe distância entre o que as pessoas querem e o que as empresas do segmento realmente oferecem? Como você pode preencher esse espaço? Quais são as oportunidades de posicionamento e imagem de marca? Você só descobrirá isso se pesquisar.

2. Bem-vindo ao clube – Você tem um fã de sua marca, um grupo de pessoas apaixonado por sua empresa e o que ela faz? Vá descobrir quem são os membros de seu fã-clube, aqueles que já utilizam seus serviços ou produtos e os que gostariam de usar. São eles que vão lhe dizer o que é relevante e importante, quais são seus interesses, o que você deveria estar fazendo, etc.

3. Tendências – Qualquer um pode observar tendências, mas poucos podem transformá-las em algo útil. Junte-se a um grupo de consumidores de sua marca. Comecem discutindo as mudanças no mundo e dia-a-dia das pessoas. A seguir, pergunte como essas transformações afetam o que necessitam e seus sonhos? Como eles percebem sua marca atendendo a essas necessidades nascentes? E a marca dos concorrentes?

30 dicas para atrair clientes

Toda empresa quer atrair clientes para vender mais. Fique atento a essas 30 dias e seja feliz!

Atrair clientes é o sonho de toda empresa, seja de varejo, serviços, B2B ou B2C. E, obviamente isso não é nenhuma tarefa fácil. Atrair clientes requer foco no mercado, profissionalismo e, além de tudo algum investimento.

Abaixo seguem 30 super dicas dada por empreendedores, diretores de marketing e consultores, para a sua empresa atrair clientes, aumentar o faturamento, vender mais e fechar o mês com o dever cumprido.

30 dicas quentes para atrair clientes.

30 dicas quentes para atrair clientes.

#1. Chamariz.

Promova ações de relacionamento, de entretenimento, faça eventos temáticos, chame o cliente para dentro da loja, recomenda Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação, agência de comunicação de marca.

Foi com a implantação do Espaço do Chef, uma área voltada aos chefs de cozinha e futuros profissionais, que a Doural, loja de utilidades domésticas, de São Paulo, virou referência entre os apreciadores da gastronomia.

O espaço, inaugurado em dezembro, ampliou nossas vendas em 25%, afirma o sócio Fernando Abdalla.

#2. Abaixo à ostentação.

O uso de materiais sustentáveis e de custo relativamente baixo é muito bem-vindo neste momento.

Para Chan Wook Min, presidente do instituto de pesquisas Popai Brasil, é essencial deixar de lado o supérfluo e, principalmente, o excesso de luxo.

Saem de cena o exagero de iluminação, metais e acrílico dos displays, e entram materiais recicláveis e menos exuberantes, afirma.

O ideal é que a mudança de conceito seja pensada para fortalecer o posicionamento da marca – e que venha com toques de inovação e tecnologia.

#3. O humor sempre vence.

Uma proposta de marketing bem-humorada, no mínimo, chama a atenção. Ainda mais quando o mundo vive um momento de grande instabilidade.

Nada mais atual do que levantar o astral do consumidor, diz Brian Dyches, diretor internacional do Retail Design Institute, com sede nos Estados Unidos. O caminho é apostar nas cores e em um eficiente projeto gráfico que pode ser traduzido, por exemplo, em cartazes ou adesivos aplicados nas paredes e no piso da loja.

Além de refrescar o espaço, a estratégia custa um décimo do preço de uma reforma completa e pode ser realizada em pouco tempo, afirma Dyches.

Ele observa que os tons de amarelo, laranja e vermelho estão em alta, porque são alegres e ligados à prosperidade.

#4. Pode pegar.

Se o cliente está reticente, que tal eliminar as barreiras de acesso à loja? Diga não aos vendedores com ar de superioridade, aos balcões e, se for o caso, até à porta de entrada.

Quanto mais o produto puder ser tocado, maior será a chance de venda, afirma Eugênio Foganholo, da Mixxer, consultoria de varejo e bens de consumo. Um exemplo clássico, e inspirador nos dias de hoje, é a mesa de experimentação instalada nas lojas da rede O Boticário, que permite ao cliente usar qualquer produto sem ser incomodado.

Mais do que nunca, é hora de colocarmos o aviso: pode pegar, no lugar do tradicional não toque, aconselha Foganholo.

#5. Manequins dinâmicos.

Sem movimento e atitude, uma vitrine perde toda a graça. Para fazer diferente, porém, não basta trocar a roupa do manequim. Este precisa transmitir um estilo, afirma Manuel Alves Lima, sócio da Falzoni & Alves Lima.

Vale usar adesivos que simulem expressões e adotar peças articuladas, que possam ganhar novas poses. Sem criatividade não há como chamar a atenção do consumidor, avalia Lima.

#6. Comunicação direta.

A loja deve usar a linguagem e os ícones de identificação dos produtos e setores de acordo com o perfil dos clientes que atende.

É preciso adotar signos que eles reconheçam como reais. Não basta ser apenas bonito, deve ser eficiente, diz Beth Furtado, sócia da Alia Consultoria de Marketing. Uma boa saída é optar pelos mesmos ícones adotados no computador, reconhecidos por todos os consumidores.

#7. Lugar incomum.

Uma forma de realçar o caráter de novidade de uma loja é mudar a posição dos produtos mais de uma vez na semana.

Dá para surpreender com atitudes triviais, como inverter a mesa de apresentação da linha masculina com a feminina e substituir a tradicional oferta por grade de tamanho pela proposta de agrupamento por cores.

Reposicionar as araras e até mesmo os manequins, caso eles marquem presença além da vitrine, também é uma conduta interessante, diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima.

#8. Visual limpo.

Lojas lotadas de cartazes não funcionam mais, afirma Katia Bello, da consultoria Opus Design. O segredo é destacar apenas a informação relevante, a fim de chamar a atenção do consumidor.

Vale a pena comunicar tudo o que servir para incentivar o aumento do tíquete médio e não apenas o preço, diz Katia. Pode-se destacar, por exemplo, a oferta de kits promocionais (como “leve três e pague dois”) e descontos especiais para portadores de cartão fidelidade.

#9. Exposição eficaz.

As gôndolas e prateleiras não podem mais parecer simples expositores de produtos, devem se transformar em um espaço de experiência visual, afirma Marcelo Heidrich Neto, da agência Ponto de Criação.

A ideia é criar ondas de movimento, por meio da combinação de embalagens maiores e menores, da aposta no degradê de cores e do jogo das formas, por exemplo.

#10. Promoção inteligente.

Na ponta de estoque da grife de calçados infantis Oza Boza, as ofertas mudam de perfil a cada semana.

Praticamos preço único, ora para uma linha de modelos, ora para uma determinada cor, ou ainda damos descontos para calçados fora da estação, diz Alaine Barbosa, sócia da empresa.

Se o cliente frequentar a loja semanalmente, encontrará uma oferta diferente em cada visita. Movimentar a ponta de estoque foi uma das formas que Alaine encontrou para atrair o consumidor em tempos bicudos.

Para garantir o resultado esperado, a promoção deve ter hora para começar e acabar, recomenda Eugênio Foganholo, da Mixxer Consultoria. Caso contrário, compromete a rentabilidade e não causa impacto.

#11. Áreas quentes.

O metro quadrado da loja tem que render muito, diz Katia Bello, da Opus Design. Para usar o fluxo de pessoas a seu favor, você precisa, primordialmente, gerenciar os pontos mais quentes da loja.

São essas áreas que receberão os produtos mais rentáveis e os kits promocionais ou itens de descontos mais agressivos.

#12. Mais por menos.

Entregue ao consumidor mais pelo mesmo preço que ele costumava pagar e crie opções mais econômicas.

Disposta a manter o movimento de seus restaurantes e atrair o público feminino, a rede Parmê somou ao seu bufê de massas e ao rodízio de pizza uma farta mesa de saladas, sem alterar o preço.

Enquanto o setor sentiu uma queda no movimento de 10%, nós conseguimos manter o número de clientes, conta Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações.

 A rede instituiu, ainda, um menu megaeconômico, com quatro pratos a R$ 6,90. A aceitação superou as expectativas. Das 4 mil refeições servidas em uma das lojas, 700 são do novo cardápio.

#13. Embalagens na medida.

A ordem, para se adaptar ao momento, é evitar excesso de caixas e cartuchos e apostar em embalagens menores.

Quanto menos desperdício, melhor, diz Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Foi o que fez Cristiana Beltrão, dos restaurantes Bazzar, do Rio de Janeiro, que reduziu a quantidade dos molhos e coberturas da marca, de 450g para 270g.

Estudamos o tempo de uso de cada produto e sua validade e, depois de muita pesquisa, constatamos que o giro seria maior e o desperdício menor, afirma Cristiana. Em tempo: os produtos passaram a custar 26% menos.

#14. Plano B.

Crie uma nova linha de produtos mais em conta para atender o seu próprio consumidor, disposto a gastar menos, e para conquistar outras fatias de mercado.

No final de 2008, a Mahogany Cosméticos colocou nas prateleiras quatro fragrâncias de sabonete líquido em embalagens de um litro, a R$ 25,00. A versão tradicional, de 420 ml, custa R$ 17,00. O sabonete tamanho família já responde por 10% das vendas.

#15. Novos canais.

Firmar parcerias com outros varejistas pode ser um canal para multiplicar os pontos-de-venda sem nenhum investimento adicional, de acordo com o consultor Brian Dyches.

Os vales-presentes, por exemplo, podem ser comercializados fora da loja de origem e ganhar espaço na gôndola próxima ao caixa do supermercado, na floricultura, na livraria ou em qualquer outro ponto de circulação de seu público-alvo.

A prática foi adotada no varejo americano e resultou em um aumento considerável das vendas, diz Dyches.

#16. Solução completa.

Hoje o cliente não busca um produto, ele espera resolver um problema, seja o jantar do fim de semana ou o traje completo da próxima balada.

Os varejistas podem aproveitar o conceito para fazer a chamada venda cruzada: no mesmo lugar em que está o macarrão também podem ser oferecidos o molho de tomate e o queijo ralado.

A receita vale para todas as categorias, mas principalmente para moda, beleza e decoração, afirma Katia Bello, da Opus Design.

#17. Ação social.

A prática do varejo consciente é cada vez mais valorizada, diz Fernando Lucena, presidente do Grupo Friedman, consultoria especializada em varejo.

Cristiana Beltrão, sócia dos restaurantes Bazzar, criou há 3 meses o Prato Solidário, uma receita que indica a procedência das matérias-primas e divulga uma obra social à qual a receita está associada.

Metade do lucro líquido do prato é revertido à comunidade, o que tem levado boa parte dos clientes a migrarem para o menu social, afirma Cristiana.

#18. Atendimento flexível.

Demonstre o quanto você está disposto a servir ao cliente e a atender às suas expectativas e necessidades.

Levar o produto à casa do consumidor e trabalhar fora do horário comercial são ações que costumam aumentar significativamente as vendas, afirma a consultora Beth Furtado, da Alia Consultoria de Marketing. Rogéria Aguiar, dona do De Ro Cabeleireiro, de São Paulo, calcula que 30% dos 700 clientes atendidos por mês frequentam o salão fora do horário comercial, principalmente aos domingos.

#19. No mesmo barco.

Faça parcerias com seus fornecedores. A iniciativa permitirá oferecer ao consumidor produtos e serviços mais em conta.

Para driblar a baixa das vendas na área de turismo, a operadora de viagens Lux Travell, de São Paulo, intensificou suas parcerias com companhias aéreas e hotéis.

De janeiro para cá, oferecemos pacotes com o segundo passageiro grátis, cortesia da passagem de volta e custo zero para as crianças, conta o sócio Cláudio Jardim. O resultado foi um aumento nas vendas de 33% em relação ao mesmo período de 2008.

#20. Sentido de urgência.

O consumidor precisa ter a certeza de que o momento de compra é aquele e que, se deixar para amanhã, perderá uma boa oportunidade.

Na dúvida, a pessoa fica paralisada e não compra. Por isso, há necessidade de se criar uma ação atraente aos olhos do público, diz Dyches, do Retail Design Institute.

Para gerar fluxo pontual de clientes, a rede de farmácias Pague Menos lançou o Caminhão de Ofertas, uma carreta abarrotada de produtos, instalada uma vez por mês em frente a uma unidade da rede.

Vendemos em um fim de semana 30 mil pacotes de fraldas, o equivalente a um mês de movimento de uma loja, conta Patriciana Rodrigues, diretora comercial da Pague Menos. Mas, para dar resultado, os preços devem ser agressivos.

#21. Ganha-ganha.

Disposta a manter o movimento de seus restaurantes, a rede Parmê, do Rio de Janeiro, lançou em março o seu Cartão Fidelidade.

A cada nove pratos consumidos, o cliente ganha uma pizza tamanho família ou um prato a escolher, diz Luiz Antonio Jaeger, diretor de operações. Dos 280 mil cartões distribuídos nas 14 unidades, 15% já se transformaram em benefício.

Iniciativas que oferecem ganho real ao consumidor têm grande aceitação neste momento. As pessoas passaram a valorizar o prazer de fazer um bom negócio, porque economizar faz bem para a saúde, diz Gabriela Baumgart, gerente de marketing do Grupo Center Norte.

#22. Efeito surpresa.

Ofereça mais do que o cliente espera. É preciso ser criativo e surpreender o consumidor, diz Manuel Alves Lima, da Falzoni & Alves Lima.

Para isso, não é preciso investir muito. Alguns pet shops de São Paulo estão aproveitando. a onda da novela Caminho das Índias para produzir as cadelas com acessórios indianos, como o terceiro olho de pedra.

Os donos ficam encantados e não lhes custa um centavo a mais no bolso. As pessoas querem ser mimadas, afirma o consultor.

#23. Convite especial.

O cliente só gasta seu dinheiro por impulso se ele for pego pela emoção. Assim, a ordem é fazer um convite de compra e não um anúncio de venda, garante Marcelo Heidrich Neto, da Ponto de Criação.

A tarefa implica em criar uma atmosfera de loja que envolva os sentidos, com o uso de aromas e músicas personalizados; que aposte em conceitos valorizados no momento, como sustentabilidade, qualidade de vida e respeito ao planeta; e que invista em um atendimento que demonstre mais a vontade de servir ao cliente, em vez de entregar-lhe um produto de forma automática.

#24. Pós-venda.

Mais do que em qualquer outro momento, hoje um pós-venda feito com eficiência e inteligência ajuda a fidelizar o cliente e a construir o seu histórico de consumo, afirma a consultora Ana Vecchi, da Consultoria Vecchi & Ancona.

Mas é preciso ter cuidado para não invadir a privacidade das pessoas e nem importuná-las com um tratamento mais íntimo. Quanto mais profissional, melhor.

#25. E-mail marketing.

Uma ferramenta barata e eficiente. É assim que o consultor Marcelo Cossalter, da RCS Brasil, define o e-mail marketing.

Serve não só para informar o cliente sobre promoções e novidades, mas principalmente para conhecer melhor os hábitos e as preferências do público-alvo, algo essencial nos dias de hoje, observa.

É preciso tomar cuidado para que as ações não sejam evasivas ou, pior, afugentem a clientela. Antes de compor a sua lista de e-mail marketing, pergunte aos clientes se eles gostariam de fazer parte dela.

#26. E-commerce eficiente.

Crie sites menos complexos e fáceis de navegar. O consumidor costuma desistir da compra online quando tem que preencher várias fichas cadastrais, responder a uma infinidade de questões e passar por várias telas até concluir a operação.

É necessário diminuir o número de etapas a serem percorridas entre a escolha do produto e a finalização da compra, além de solicitar apenas as informações cadastrais realmente necessárias.

#27. Redes sociais.

Use as redes sociais a seu favor, recomenda o consultor Brian Dyches, do Retail Design Institute.

Além de multiplicar o poder de reconhecimento da sua marca, blogs, YouTube e Orkut, Facebook e Twitter, entre outros, ajudam a saber o que o cliente pensa sobre seus produtos e serviços.

A loja de utilidades domésticas Doural, de São Paulo, criou um blog há seis meses voltado à troca de informações sobre gastronomia, receitas e produtos.

Não é um espaço de venda, mas remete à loja virtual se o cliente desejar, diz o sócio Fernando Abdalla. Dos 5 mil acessos recebidos por mês, 20% convertem-se em negócio.

#28. Interatividade.

Quanto mais o cliente puder interagir com a marca, melhor. Na Chilli Beans, por exemplo, as pessoas tiram fotos com os óculos escolhidos na própria loja e encaminham por e-mail ou pelo Orkut para um amigo.

Aguardam a resposta e concluem a compra. O Espelho Digital, como batizamos a ferramenta, nos permite não só ampliar o e-mail marketing como conhecer melhor nosso público praticamente sem nenhum custo, diz Gabriela Neves, gerente de marketing. A rede já tem cerca de 500 mil fotos cadastradas.

#29. Mobile marketing.

Desde que o consumidor autorize o envio de informações via SMS, a ferramenta pode se tornar um excelente canal de comunicação e de coleta de informações para um banco de dados eficiente, afirmam os consultores.

Mande mensagens inteligentes, curtas e diretas. A rede de lojas de moda Handbook tem mais de 50 mil clientes cadastrados e, de acordo com Ari Piestun, diretor de marketing, envia torpedos alinhados com o perfil de consumo de cada grupo.

Quanto mais personalizado for o conteúdo, maiores serão as chances de retorno.

#30. Na ponta do lápis.

A hora é para ter na prateleira produtos de bom giro, controlar o estoque, trabalhar a logística e trazer os custos na ponta do lápis, afirma a consultora Cláudia Bittencourt, da Bittencourt Consultoria.

É importante concluir boas negociações com os fornecedores e fazer compras programadas alinhadas com o monitoramento do estoque.

Sucesso em Marketing.

Philip Kotler é professor de Marketing Internacional da Kellogg School of Management, da Harvard University, há mais de 20 anos.

Confira ,a seguir, o que esse especialista entende como os cinco passos para o sucesso em marketing:

1. Chegue sem ser pego pelo radar. A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.

2. Conheça seu cliente. Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.

3. Tenha sua estratégia de branding. Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.

4. Permaneça à frente da concorrência. O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”

5. Crie uma experiência. De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.

PKotler

Como Começar um Negócio na Web?

A lista abaixo foi elaborada por Loic Le Meur’s, no TechCrounch, e dá DEZ dicas de como iniciar um negócio pela web.

1. Não espere por uma idéia revolucionária. Isto nunca irá acontecer. Apenas foque numa simples, empolgante, e faça o mais rápido possível. Idéias revolucionárias dificilmente irão aparecer de início, normalmente as idéias irão amadurecer com um tempo ou serão melhoradas quando você começa a compartilhar suas idéias com outras pessoas. Sinta-se motivado para fazer acontecer a sua idéia e comece a perceber se as pessoas que estão ao seu redor também estão.

2. Compartilhe suas idéias. Quanto mais você compartilha, mais você recebe conselhos e aprende.Encontre e converse com seus concorrentes. Quando você conversa com as pessoas sobre sua idéia sempre surgirão críticas e sugestões, o ideal é que você consiga sempre captar esse feedback das pessoas para melhorar a sua idéia. Encontre seus concorrentes, vejam aonde existe oportunidade, entenda do mercado e saiba das dificuldades. Caso não existam concorrentes, pergunte-se porque eles ainda não existem.

3. Faça uma comunidade. Use blog e software sociais para ter certeza que as pessoas sabem sobre você. Comece a criar uma comunidade ao seu redor que possa ajudar com a sua idéia, quanto mais pessoas souberem de você e de suas idéias mais fácil será para divulgá-la.

4. Escute sua comunidade. Responda perguntas e faça seu produto com o feedback deles. Sempre mantenha o foco nas pessoas que irão utilizar o seu produto. Se o seu produto não traz nenhuma melhoria ou valor para as pessoas elas simplesmente não utilizarão o seu produto.

5. Reúna uma grande equipe. Selecione aqueles com habilidades bem diferentes das suas. Procure por pessoas melhores que você. Caso sua equipe seja composta por pessoas de mesmo perfil que você, facilmente sua equipe cometerá os mesmos erros que você e não conseguirão ver soluções alternativas que poderiam melhorar o seu produto.

6. Seja o primeiro a reconhecer um problema. Todos cometem enganos.Torne o problema público, aprenda sobre ele e faça a correção. Você cometerá erros sempre, aprenda com eles!

7. Não gaste tempo em pesquisa de mercado. Publique as versões de teste o mais cedo possível. Continue melhorando o produto já publicado. Alguma pesquisa de mercado é necessária, mas apenas o necessário para você se situar no mercado e começar a sua idéia.

8. Não seja obsessivo sobre tabelas de plano de negócio. Elas não irão acontecer exatamente como você havia planejado, em nenhum caso. Você deve ter em mente o seu planejamento, mas você deve ser maleável o suficiente para se adaptar e aprender com os imprevistos que irão acontecer ao longo do caminho.

9. Não planeje um grande esforço de marketing. É muito mais importante e poderoso que sua comunidade ame o produto. Se você tem um produto bom o suficiente, as pessoas que utilizam o seu produto naturalmente irão divulgar o seu produto, faça com que as pessoas seja o seu maior marketing.

10. Não foque em ficar rico. Foque nos usuários. Dinheiro é uma conseqüência do sucesso, não um objetivo. Se o seu produto agrega algum valor aos usuários, o lucro ocorrerá naturalmente como uma recompensa.