A Imagem e Semelhança de um Empreendedor.

A oportunidade de aprender por heróis é o que transforma a vida das pessoas e desperta o espírito empreendedor.

Alguns gurus do empreendedorismo pregam que o empreendedorismo é um dom divino e como tal não pode ser ensinado ou desenvolvido. Alguns empreendedores para aumentarem o seu ego e vaidade confirmam isso dizendo que o empreendedorismo é uma fagulha que já nasce conosco.

Mas a verdade é que nascemos pelado, igual a um rato. E tudo que aprendemos e pensamos é fruto da nossa personalidade, que é desenvolvida quando ainda somos crianças.

É a infância que determina aquilo que seremos para toda a vida. É ela que nos torna empreendedores, pessoas de bem, medíocres ou bandidos.

Eu tenho uma memória muito seletiva, como gosto de brincar. Mas a verdade é que eu não me lembro de muitas coisas, independente da faixa etária. Não me lembro de coisas que aconteceram há 5 ou 10 anos atrás.

Mas é a minha infância que funciona para mim como uma caixa preta. Não me lembro de nada antes de a minha irmã nascer, quando eu tinha 3 anos, e apenas alguns flashes depois disso.

Na verdade eu não sei quais são as minhas primeiras lembranças da minha infância. Lembro de flashes com 6, 7 e 8 anos. Mas muitas coisas mesmo eu esqueci. Ou nunca soube.

Antes que vocês me digam que isso é fruto de algum trauma, não é verdade. Eu tive uma infância linda, com família reunida e, além de tudo, sou o primeiro neto, o primeiro sobrinho e o primeiro filho.

Fui o rei do pedaço por algum tempo – um pouco mais de 1 ano, quando nasceu meu primo.

Mas eu acho que eu só sou um empreendedor hoje porque eu tive uma infância linda. Mesmo me lembrando de pouca coisa.

Eu me lembro que eu vendi balas na porta de casa ainda muito novo. Acho que naquela época era hobby. Não sei explicar o que me levou a fazer isso, mas certamente foi a ideia de diversão. E o pior, isso tudo começou porque eu vi um pacote com saquinho de pipoca e quis vender. E fui pra porta de casa vender…

Acho que meus pais – casados ainda naquela época – ficaram com pena e voltaram com um saco de balas no mercado. Com o tempo a minha vendinha de balas tinha até uma caixinha com divisória para os diversos tipos.

Então eu já sou empreendedor desde criança. Ou, pode ser que eu esteja me lembrando de uma outra encarnação.

Mas o que eu não esqueço eram dos natais, do meu tio, que é apenas 7 anos mais velho do que eu e dos dengos dos meus avós. Naquela época, eu tinha até bis-avó e sim, fui também o primeiro bis-neto.

Mas o que eu tinha de mais especial era um senhor de cabelos brancos que sempre andava com um belo sapato preto engraxado e óculos. Um óculos de grau cinza, meio esverdeado. Sempre que vinha em casa, vinha com uma bolsa, que ele chamava de “capanga” a tira colo.

Pra mim era novidade ter um avô, já que eu não conheci o meu avô paterno, concentrei tudo que eu tinha naquele senhor de cabelos brancos que eu aprendi a chamar de avô.

O meu avô veio com uma missão diferente da de todos os outros. Não bastasse ter criado 4 filhos, Deus colocou no caminho dele 2 crianças que precisariam brevemente de uma figura paterna.

E eu acho que ele sempre soube disso, porque sempre foi cativando a mim e minha irmã, sempre se mostrando seguro, decidido, confiável, soberando. Nada para o meu avô parecia impossível. E quando ele falava não, não adiantava resmungar.

Ele parecia mais um super-homem. Uma super-pessoa. Um super-avô.

Newton Cardoso

Quem é rei nunca perde a majestade! Feliz aniversário sêo Newton.

Com uma voz firme, parecia ser dono de tudo e nunca mostrou ou aparentou dúvida ou incerteza de nada do que fez, ou de nenhuma atitude que tomou em sua vida.

Meu avô é nascido em 1932, e se ele não é exemplo de empreendedor eu não sei o que é. Saiu do Rio de Janeiro – sim é um carioca da gema – para ir trabalhar em Volta Redonda, na fundação da CSN, aonde se aposentou.

No meio disso, casou-se teve 4 filhos. Passou dificuldades mas sempre esteve de cabeça erguida. Sempre fez muito bem feito o que se propôs a fazer. Aprendeu com a vida, com as pessoas, cresceu na profissão e na vida.

Aposentou mas não parou de trabalhar. Criou os 4 filhos com tudo que pode. Da infância sofrida, minha mãe que é criança se lembra rindo, porque diz que nunca se sentiu inferior a ninguém.

De homem de pouco estudo a pai de doutores, Sr. Newton Cardoso aprendeu sozinho a cair e levantar e a levar comida para os filhos. Fico pensando quantas vezes deve ter ido dormir se perguntando como seria o dia de amanhã.

E o amanhã de meu avô foi belíssimo. Ele soube aproveitar as oportunidades da vida e nunca teve medo de arriscar. Acertou, errou, caiu, deu certo. Nunca desistiu e por isso é orgulho de todos os filhos.

É o patrono de uma família linda. Cheia de desafios, problemas, como todas as famílias. Mas todos se gostam graças a ele, que sempre esteve presente para nos mostrar como é bonito estar junto e como estar em sintonia com nossos familiares faz bem pro coração.

Eu lembro dos seus pequenos gestos, desde quando eu me lembro de alguma coisa. Nos levava para viajar, para passear, sempre com paciência, com amor, com cumplicidade.

Não era o avô da hierarquia. Era o avô cúmplice, o avô que cativa os netos. Me lembro dele me pegando no colo. Ele é o cara que conta piadas, que faz brincadeira, que ri da vida, que ri de si mesmo, que ri de todo mundo.

Ganhou os netos com carinho. Me ganhou pela postura de quem nunca está inseguro e sabe o que faz. Me ensinou que empreendedorismo é muito mais fazer o que é preciso para conseguir o que se quer agora, do que planejar um futuro brilhante sem colocar a mão na massa.

Ganhou o meu amor não ao me dar dinheiro. Mas sim ao me dar um pequeno livrinho dizendo para que eu praticasse aqueles ensinamentos para poder ser uma pessoa melhor.

Ganhou minha gratidão não ao dizer que me ama, mas ao se arriscar comigo nos momentos mais difíceis da minha vida, quando tudo era incerteza e, os problemas iam crescendo.

Ganhou minha admiração por nunca desistir. E por nunca se mostrar fraco diante de ninguém. A força que ele faz pra parecer forte espanta qualquer fraqueza, e faz com que fiquemos fortes também.

Eu sempre vi o meu avô forte, exceto por um momento…

Daqui a 1 semana faz um ano que um belo dia sou acordado com a notícia de que meu avô tinha sofrido um AVC. De repente, via o peso do mundo desmoronar nas minhas costas.

Ele sofreu um AVC 1 semana após o seu aniversário. Certas datas nunca são esquecidas.

Vi o homem mais forte que já conheci ser derrubado e muitas noites passei chorando com medo dele não conseguir se levantar. Deus nos pregou uma peça, uma pegadinha de mau gosto.

Mas, o homem mais forte do mundo não quis saber de nada, se recusou a ceder e se levantou, mesmo que o mundo todo girasse quando ele estava de pé. A sua teimosia o tornou mais forte, e ele venceu qualquer sequela que o AVC poderia ter deixado em uma pessoa normal.

Mas, ele não é normal.

É um exemplo. Um herói. E heróis não são vencidos por problemas comuns. Heróis não são abatidos por dores comuns. Heróis não são comuns. Eles são muito mais do que nós, simples mortais.

Hoje, dia 23 de novembro o meu herói faz 80 anos. O meu simbolo de empreendedorismo, o meu símbolo de pai, de avô, de pessoa do bem. Que Deus conserve, por mais 80 anos esse espírito de juventude e grandeza, no corpo desse homem que transparece tanta sabedoria e força.

É igual a ele – à sua imagem e semelhança – que quero ser quando crescer…

Vida longa ao rei!

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Se a culpa não é sua, de quem é?

Empreendedorismo é sobre assumir as rédeas da sua própria vida e, arcar com os méritos e consequências que isso vai acarretar na sua carreira.

Eu odeio essa sentença.

Acredito, sinceramente que ela deveria ser banida do vocabulário brasileiro.

E o principal motivo é que as pessoas se mascaram por detrás dele para parecerem inocentes e vítimas da situação. Isso acaba me incomodando profundamente pois, se algo de bom ou ruim acontece com você hoje é resultado de alguma ação que apenas você praticou.

E ponto final.

Mas, as pessoas são possuídas por um vitimismo que as impede de entenderem que os resultados são atitudes das suas ações.

Pensando nisso, eu resolvi quebrar 03 tabus que as pessoas acreditam que guiam a sua vida e que, no final das contas não tem nenhuma influência direta em nossa vida.

Por que?

Primeiro, porque eu acho que as pessoas se fazem de vítimas de suas próprias ações e depois colocam a culpa no destino, ou em qualquer coisa parecida.

Segundo, porque eu acredito demais no empreendedorismo e, esse blog, antes de ser um blog de marketing e vendas é um blog de empreendedorismo.

Você é dono do seu caminho | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Você é senhor do seu próprio destino, não vítima.

A sua vida é baseada naquilo em que você acredita.

E aquilo em que acreditamos é a base para as nossas ações.

E tudo o mais é resultado daquilo que nossas ações se transformam. Sorte, benção de Deus, oportunismo, bunda virada pra lua, karma, e tudo mais que você acredita é só uma desculpa que todo mundo usa na hora do mérito, ou da falta dele?

Azar ou sorte? Isso depende da sua ação, e não da conspiração dos deuses a seu favor.

Dito isso, vamos aos tabus que atrasam a vida das pessoas sem que elas percebam.

#1. É tudo uma questão de oportunidade. Ou de falta dela.

Se você não teve uma oportunidade, tem duas opções: parar de tentar, ou continuar tentando.

Empreendedorismo é sobre continuar tentando.

Desistir é para os fracos.

Dito isso, a oportunidade só vem para quem não desiste de procurar. A oportunidade só vem para quem acredita que está no caminho certo e, com isso acaba criando a sua própria oportunidade.

Oportunidades não estão vagando por aí procurando por pessoas que estejam procurando por oportunidades.

Não. Não existe anúncios de oportunidades nos jornais. Nem na internet. A oportunidade é você quem cria, você que desenvolve e faz acontecer. A falta de oportunidade é uma desculpa.

Uma desculpa de quem desistiu de tentar. Uma desculpa de quem desistiu de fazer o seu próprio caminho e sentou aguardando uma ajuda dos céus, uma ajuda milagrosa.

Deus é onipresente. Mas, entre ajudar uma criança que vai morrer pisando numa mina lá no Irã e te dar uma oportunidade de ser alguém na vida, eu prefiro que ele vá lá, cuidar da criança, porque você tem saúde. E isso é o que basta.

A sua oportunidade é ter saúde. Ela é a única oportunidade que você tem de fazer a sua vida acontecer. Dinheiro, amigos, influência e qualquer outra coisa não tem nada a ver com oportunidade.

Existem duas maneiras de alcançar a linha de chegada: o caminho fácil e o caminho difícil. Todos os dois dão no mesmo lugar. Algumas pessoas conseguem percorrer o caminho mais fácil porque alguém lá atrás já percorreu o caminho difícil.

Outras, precisam fazer todo o trabalho…

Agradeça por ter saúde. Na cidade e na selva, é o que basta.

2. Sorte no jogo, azar no amor.

Você tem duas escolhas a fazer: ter sorte no jogo e azar no amor. Ou vice-versa.

Eu aconselho você a escolher a sorte no amor. Infelizmente não sou profissional desse campo e, aí eu acredito em sorte.

No jogo, a gente aprende as regras e fica bom.

No jogo não existe sorte. No jogo existe talento, competência e força de vontade. No jogo existe esforço, determinação, sonho.

A única alternativa do jogo é aprender. Ser bom. Ter sorte não é uma opção.

Por que?

Porque sorte é resultado de preparação. Muita preparação. Anos de preparação. Muitas horas sem dormir de preparação. Tentativa, erros e acertos. E, junto com isso vamos enxergando as coisas de um outro modo, de uma outra maneira que nos permite fazer diferente.

E, quando fazemos diferente, depois de muito esforço, damos a “sorte” do negócio dar certo.

Mas, é muita sacanagem, muito pouco caso, colocar o mérito de horas e anos de trabalho em sorte.

Sorte não existe. O que existe mesmo é o mérito. A força de vontade. E o trabalho incansável.

Da próxima vez que disser que alguém teve sorte, lembre-se que, muitas vezes, durante o seu sono, ele estava batalhando.

A regra é simples. “Sem sacrifício não há vitória”. Optimus Prime.

Sorte no jogo, azar no amor | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Não existe sorte, ou azar. Existe trabalho duro!

#3. Ter dinheiro é um pecado.

Caramba. Essa frase me irrita bastante, sabia?

Quer dizer então que temos que fazer filantropia. Aquela pessoa que ganhou dinheiro com aquilo que criou, desenvolveu, com as suas ideias então é uma pecadora?

Infelizmente, no Brasil, ter dinheiro, ou melhor, ganhar dinheiro com o suor do nosso esforço é pecado. Brasileiro rico não presta. Brasileiro rico é picareta, bandido e etc.

Sim, eu concordo que em partes isso é verdade.

Mas é possível sim ganhar dinheiro fazendo a coisa certa, fazendo as coisas conforme mandam o figurino, sem ter que fazer politicagem, sem se envolver em sujeira e em roubo.

Se uma pessoa tem dinheiro por mérito e capacidade própria, tem todo o direito de usufruir daquilo que criou. E, sendo assim, não há pecado nenhum nisso.

Se as pessoas se concentrassem mais tempo de suas vidas trabalhando e criando coisas, ao invés de conspirarem sobre a carreira alheia, acredito que, além de serem mais felizes, seriam muito mais capazes de empreender e fazerem a diferença em suas carreiras.

Para de reclamar e tira a bunda da cadeira.

Se mexer é o melhor remédio. É o elixir do empreendedorismo. Por isso, acredito que as pessoas ficam se lamentando porque o desafio é grande e o sacrifício reamente faz com que queiramos desistir, muitas vezes.

Afinal de contas, ser medíocre tá na moda. E, pra essa galera tem Bolsa Família, ajuda disso, ajuda daquilo e tudo mais.

Mas, por outro lado, eu acredito que a nossa vida tem apenas uma chance de dar certo. E nós temos apenas uma chance de deixar o nosso nome na história, ter um legado e fazer com que essa existência tenha algum sentido: através do empreendedorismo.

O empreendedorismo é a sua chance de fazer a sua história aqui ter algum sentido. Infelizmente nem todos pensam assim.

Manda Mais!

O que você diz para os céus quando seus problemas parecem não ter fim?

Nem todos os seus dias serão maravilhosos.

Nada na sua vida vai sair 100% conforme o sonho.

A única certeza é que, um dia sempre será mais difícil do que o outro.

E isso é claro. Os desafios aumentam, as promessas se multiplicam, e as responsabilidades vão cada vez mais sufocantes.

E o que você faz quando as coisas parecem não ter fim?

Você pragueja?

Você chora?

Você reclama?

Ou você pede mais?

Ninguém recebe mais do que da conta e, nenhuma pessoa recebe mais desafios do que pode resolver.

Tudo acontece conforme a nossa capacidade.

John Wooden é um técnico amado nos Estados Unidos.

Dono de um comportamento e um espírito de liderança inigualável, em seu livro “Jogando Pra Vencer”, ele aponta um checklist da liderança, que diz ter sido presente do seu pai para que ele pudesse se tornar uma pessoa melhor.

Diferentemente da tábua dos 10 mandamentos, o checklist da liderança de John Wooden tem apenas 7 itens:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Você tem o hábito de agradecer as bênçãos já alcançadas ou prefere praguejar das dificuldades?

Eu, mais do que ninguém sei como é difícil encarar problemas e dificuldades de frente, sem medo e ter a certeza de que se aquilo apareceu pra mim é porque eu dou conta de resolver.

Mas, acredite! Essa é melhor maneira de resolver as coisas.

Praguejar não vai fazer a diferença.

Os problemas são a grande chave para a liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Os problemas são a grande chave para a liderança.

A liderança está nas pequenas coisas.

Como as pessoas vão seguir um líder que adora praguejar?

Como as pessoas vão seguir um líder que se desanima no primeiro obstáculo?

Como as pessoas vão seguir uma pessoa que não agradece às benção alcançadas e pede mais desafios?

Um líder é feito de desafios.

E esses desafios simplesmente são o que lapidam as pessoas para que elas cheguem ao seu melhor.

Qual é o melhor que você pode dar?

Você já parou para pensar o que acontece se alguma coisa desafiar você além do seu melhor?

Você já parou para pensar o que acontece se o seu melhor for posto a prova?

O que acontece?

Você precisa estar pronto todos os dias para desafios provações e muitas, mas muitas dificuldades.

Quando mais coisas assim, mais perto você está de ser uma pessoa melhor.

O que diferencia uma pessoa movida a sim de uma movida a não.

Significa que, uma pessoa movida a sim, vai ficar desanimada quando ouvir um não, vai desanimar e, provavelmente desistir.

Uma pessoa movida a não, vai se motivar, dar o melhor de si, a cada vez que essa palavra for pronunciada.

Ela não vai descansar enquanto os nãos não pararem de vir.

E isso, obviamente só vai acontecer quando ele der lugar para o sim.

Por isso, não olhe para cima para praguejar. Olhe para pedir mais desafios, mais provações, mais testes.

Nós somos testados a cada dia.

Quanto maior nosso índice de aprovação, mais rápido ficamos pronto para a próxima etapa, o próximo nível.

E assim, vamos nos aproximando da excelência.

Cada desafio vencido é um passo para ser excelente.

Agradeça aos céus o desafio de praticar a liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Agradeça aos céus o desafio de praticar a liderança.

O que excelência tem a ver com liderança?

Tem a ver que, o maior desafio de todo líder é tirar o melhor de cada liderado e que o exemplo é o combustível para as mudanças.

Liderança tem a ver com exemplos.

E, todo líder precisa ser um exemplo para os liderados.

E, como tal, ele precisa saber que as vitórias nos desafios são o que nos motivam para os próximos desafios.

E que são esses desafios que nos aproximam da próxima etapa e da excelência.

Por isso, quando um problema cai no nosso colo, precisamos agradecer pela oportunidade de dar o nosso melhor e de ser uma referência para as pessoas que estão ao nosso redor.

Um problema resolvido não é o que interessa.

O que interessa são os problemas. Que eles continuem vindo.

Por que os problemas são um voto de confiança de que nós damos conta do recado e que somos as pessoas certas para servir de exemplo a todo a nossa volta.

Eu, como ninguém estou aprendendo diariamente a levantar a cabeça lá para o alto, agradecer às bênçãos e gritar bem alto: “manda mais”!

Porque só assim eu sei que estou me aproximando de um nível de excelência. Um nível que eu me propus e que, ninguém vai tirar o meu foco.

Reclamar ou agradecer. Chorar ou provocar.

Você pode, sempre, escolher em qual time vai jogar. A verdade é que, é justamente esse time que vai definir as pessoas que jogam ao seu lado.

Você quer pessoas que choram e reclamam ou que se provocam e partem em busca de uma solução?

Tudo parte do seu comprometimento.

Liderança é sobre se comprometer com o desafio, lutar para solucioná-lo, agradecer por ter conseguido solucioná-lo e pedir mais.

Sem desafio não andamos. Nem pra frente, nem pra trás.

Por isso, ao acordar, todos os dias, agradeça para quem você acreditar que está lá em cima observando os seus atos (Deus, o sol, a nuvem, Jeová, Buda, quem quer que seja), e grite, para começar o dia energizado: “manda mais”!

O resultado não poderá ser outro senão a excelência.

Aonde Você Irá se Proteger da Chuva?

Por que a prudência pode te ajudar a manter os pés no chão na liderança?

O seu corpo não gosta de chuva.

Quando está chovendo e você busca abrigo em uma guarita, para em uma padaria, ou espera a chuva diminuir em algum lugar, o cérebro te premia com endorfina.

A proteção é uma maneira de resguardar a sua vida.

Nossa vida é mais importante do que o restante e, por isso, salvaguardar nossa saúde é mais importante.

Se hoje cair um temporal, aonde é que você vai se esconder para se proteger da chuva?

Ou você não vai se proteger?

Quando cai um temporal, todo mundo quer um local seguro.

E, os mais prudentes, sempre vão esperar a chuva passar antes de sair se molhando e se arriscando por aí.

Você sabe o que significa prudência?

Para começar a prudência é uma virtude. Uma das 4 virtudes (junto com a temperança, a justiça e a fortaleza). Mas, prudência nada mais é do que precaução e moderação.

Então, o que prudência, precaução ou moderação têm a ver com liderança?

John Wooden é um técnico amado nos Estados Unidos.

Dono de um comportamento e um espírito de liderança inigualável, em seu livro “Jogando Pra Vencer”, ele aponta um checklist da liderança, que diz ter sido presente do seu pai para que ele pudesse se tornar uma pessoa melhor.

Diferentemente da tábua dos 10 mandamentos, o checklist da liderança de John Wooden tem apenas 7 itens:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Eu, livremente, interpretei que, a prudência é o 5º hábito necessário para a prática da liderança.

A Liderança é o seu Maior Abrigo | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

A liderança é o seu maior abrigo.

A prudência é a essência da liderança.

Por que uma mãe é prudente?

Porque ela não quer que nada de ruim aconteça com o seu filho e, para isso, muitas vezes começa a ser metódica até demais.

Por que, então, liderança tem a ver com prudência?

Prudência nada mais é do que ser precavido, considerar as possibilidades, prever as variáveis que podem ser resultado disso tudo.

Prudência é pensar antes de agir, por que liderança tem a ver com pensar em atos e em suas consequências.

Prudência é evitar tomar caminhos que sabemos que vão nos levar a maus resultados, por que liderança é saber por onde se pisa.

Prudência é ter um olhar 360º das coisas, por que liderança é sobre aprender com tudo que está ao nosso redor.

Prudência é pensar antes de agir, por que liderança tem a ver com exemplos.

Ser líder é saber guiar e, para ser um bom guia, precisamos nada mais, nada menos do que prudência para percorrermos o caminho que não conhecemos.

Liderança é dar o Exemplo | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Liderança é sobre dar o exemplo.

O que é liderança para você?

Quando John Wooden fala sobre um abrigo para a chuva, ele não quer dizer apenas sobre prudência.

Ele quer dizer que nem todos os dias serão ensolarados e que, as dificuldades serão muito maiores do que você imagina. E, por esse motivo, você precisa construir um abrigo para que os dias de tempestade não lhe tirem tudo que você tem.

O dia de tempestade pode levar embora sua reputação, seus sonhos, suas vontades, seu dinheiro, sua família e muito mais, mas a tempestade não poderá levar embora aquilo que você já realizou.

A tempestade não pode levar embora o seu abrigo: tudo aquilo que você aprendeu e tudo aquilo que construiu; a tempestade não pode levar embora o desejo de fazer a diferença e não desistir nunca.

Isso é imprescindível na liderança.

Em liderança as pessoas não querem que uma pessoa – com o sem chicote – mandem os “marujos” remarem. As pessoas esperam por uma pessoa que seja a primeira a pegar o remo, chame a responsabilidade para si e diga: “vamos remar”.

Liderança é sobre fazer o certo porque sabemos qual é o certo, e não apenas dizer para os outros qual o caminho se acha certo.

Prudência.

Realização.

Essas duas virtudes, quando combinadas, mostram que liderança é sobre fazer a diferença em seus liderados e subordinados através de ações, de exemplos, de resultados, e não apenas de reflexões.

Liderança é sobre tomar à frente.

As pessoas precisam de outras pessoas que tomem a frente: a frente dos problemas, para solucioná-los, a frente das empresas, para levá-las ao progresso, a frente dos problemas, para resolvê-los.

É isso que as pessoas querem.

Em liderança, tudo que as pessoas menos querem é um oráculo.

Por que cargas d’água um oráculo merecia ser obedecido.

Se ele liderava apenas com palavras, suposições, dogmas, preconceitos e teorias?

As pessoas precisam da liderança na prática.

Como você vai liderar ou comandar uma equipe se você não sabe como agir?

Construa um abrigo para os dias de chuva. A única coisa que não pode mudar é aquilo que você já realizou e tudo que conseguiu aprender durante essa jornada.

A única coisa que você terá, para sempre é o poder de realização e força de vontade. Mesmo sob o maior temporal do mundo, mesmo sob as maiores adversidades que existem, você sempre será lembrado pelo que entregou.

E, se você tiver entregado ótimos resultados e, tiver sido prudente, aprendendo a pensar antes de fazer e calcular riscos, consequências e tomar decisões de forma acertada, você tem, dentro de si o verdadeiro espírito da liderança vivo e forte.

E, sabendo que as realizações não podem ser tiradas de um líder prudente, que aprende com seus atos e com sua equipe, nenhuma tempestade poderá lhe atingir e você será impenetrável.

Impenetrável com o seu escudo chamado reputação.

Impenetrável com o seu escudo chamado realização.

Impenetrável com o seu escudo chamado legado.

Impenetrável com a virtude chamada prudência.

E esse será o seu escudo, o maior abrigo que qualquer pessoa pode construir para qualquer tempestade: a liderança.

A Liderança não Está em Cartas Marcadas | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

A liderança não está em cartas marcadas!

 

 

 

A Amizade é a sua Única Arma Contra a Solidão.

O que é melhor? Muitos amigos falsos; ou poucos amigos verdadeiros? A maior lição de liderança é cultivar amizades frutíferas.

A amizade é um presente de Deus.

Uma maneira que o homem criou de aumentar a sua família. Uma maneira de fazer outras pessoas se aproximarem sem a obrigação do vínculo familiar.

O vínculo familiar é uma barreira. Familiares precisam relevar, precisam tolerar, precisam calar-se, uma vez que temos que respeitar os defeitos daqueles que partilham da mesma família conosco.

Já as pessoas de fora não.

A minha família é obrigada a tolerar a minha chatice. Talvez, genética, ou culturalmente falando, eles até tenham um dedinho nisso.

Já os meus amigos, não. O que diabos eles tem a ver com a minha chatice?

Se, por algum acaso eles toleram a minha chatice é por que, no final das contas, deve valer a pena tolerar o defeito em prol do restante. E sim, meus amigos são benditos, por que eu sou bem chato.

Mas, afinal de contas, o que liderança tem a ver com amizade?

John Wooden é um técnico amado nos Estados Unidos.

Dono de um comportamento e um espírito de liderança inigualável, em seu livro “Jogando Pra Vencer”, ele aponta um checklist da liderança, que diz ter sido presente do seu pai para que ele pudesse se tornar uma pessoa melhor.

Diferentemente da tábua dos 10 mandamentos, o checklist da liderança de John Wooden tem apenas 7 itens:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Como vocês já devem ter percebido, este artigo fala sobre o item 5, sobre a arte da amizade.

Mas, antes de apenas falar da importância da amizade para o espírito da liderança, eu queria também fazer homenagem aos amigos.

A Importância da Amizade para a Liderança | ThinkOutside - Marketing e Vendas, Empreendedorismo e Inovação

A amizade é um forte vínculo para a liderança.

Sim. Homenagem aos amigos. Primeiro por que, SIM, eu acredito que os amigos são pessoas, mais até do que as famílias, responsáveis por nos ajudar a subir na vida, atingir objetivos, superar obstáculos e sonhar.

Por que não?

Porque muitas vezes, pai, mãe, irmãos e etc. falam por serem implicantes. Mas os amigos são legais, e falam porque querem o bem, querem nos ver felizes e bem-sucedidos.

Por isso a amizade é uma escolha delicada.

Porque ela pode te jogar pra cima, sem nenhum esforço, ou pode fazer você se desviar do caminho, sem perceber que está caminhando em direção ao abismo.

Meus amigos sempre foram de fundamental influência no plano da minha vida. De conseguir a liderança do meu próprio caminho; de acreditar que eu posso sim, ser a mão do meu destino e mandar nas minhas escolhas.

Eu não cheguei em lugar nenhum ainda. Não sou um exemplo de liderança, mas sou grato por conseguir enxergar o caminho que tenho que percorrer e, o que precisa ser feito para chegar na outra ponta.

Não tenho 1 ou 2 histórias de amizade para contar. Eu tenho milhões. Milhões de histórias de coisas que eu fiz na presença de pessoas maravilhosas – certas e erradas – e que me renderam lições que me fazem uma pessoa melhor hoje.

A família sempre vai nos achar lindos. Mesmo que sejamos os últimos na linha de chegada, estamos maravilhosos, grandiosos e perfeitos.

Os amigos têm a liberdade, o dever e a obrigação de puxar a nossa orelha, de nos alertar e de mostrar em que precisamos melhorar. Por que eles querem o nosso bem, mas não têm o dever moral de sentirem apenas orgulho.

Portanto, se você quer aprender mais sobre liderança, precisa cultivar melhor as suas amizades.

Com meus amigos eu aprendi que uma pedra pode fazer um rasgo na cabeça de outra pessoa e não haver mágoas.

Com meus amigos eu aprendi que você pode até admirar um amigo seu, mas precisa desenvolver a sua personalidade.

Com meus amigos eu aprendi que a morte existe. E é sorrateira, age quando menos estamos percebendo e, faz mal – é irremediável.

Com meus amigos eu aprendi que, em Volta Redonda, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Brasília, ou qualquer outro lugar do mundo, a amizade é uma só e, quando nos encontramos, nos tratamos como há 10 anos atrás.

Com meus amigos eu aprendi que não se sabe o quanto se ama um amigo, até que começamos a cogitar a hipótese de perdê-lo.

Com meus amigos eu aprendi que dinheiro não é a solução pra tudo. Às vezes, uma boa conversa faz com que você levante a cabeça e resolva seguir em frente pelo menos mais um dia.

Com meus amigos eu aprendi que é saudável ser você mesmo.

Com meus amigos eu aprendi que juntos, seremos sempre moleques.

Com meus amigos eu aprendi que temos que fazer errado pra aprender o certo.

Com meus amigos eu aprendi que a distância fortalece uma amizade, não enfraquece.

Com meus amigos eu aprendi que posso ser quem eu sou e ser aceito.

E por isso, por ter aprendido tantas coisas com amigos, com pessoas que passaram e continuam na minha vida, eu entendi que liderança é sobre aprender com pessoas que te amam.

Eu estou há, no mínimo, 300km dos meus melhores amigos. Mínimo porque tem gente mais longe. O que me mantém aqui é a amizade de 1 pessoa, muito especial e diferente das outras, por que se transformou em outro tipo de amor.

E, todos os dias, em alguma coisa que eu faço, eu queria muito saber a opinião deles, escutar o que eles teriam a dizer, com suas maneiras únicas de debater, discutir e, por que não, brigar comigo para exporem as suas razões.

Eu tenho os melhores amigos do mundo. Não tenho dúvida disso. Se eu estou no caminho da realização dos meus sonhos, empolgado com as coisas que estão acontecendo ao meu redor, um pedacinho de tudo isso é deles.

Por que eles me mostraram que, a liderança mais importante que existe é a autoliderança e que ela faz com que trilhemos o rumo da nossa história.

Liderança é Sobre Fazer Amizades | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Liderança é sobre fazer amizades.

Obrigado amigos! Por terem me ajudado, me escutado, me compreendido. Obrigado por me ajudarem a desenvolver o espírito da liderança.

Certamente, com os amigos errados eu estaria em outro caminho.

E, certamente, por eu estar envolto de pessoas trabalhadoras, inteligentes, estudiosas, cativantes, simpáticas, bem-humoradas, experientes, carismáticas, companheiras e amáveis, que sempre tiveram uma palavra na hora certa, digo em alto e em bom som que sou uma pessoa melhor.

Eu já fiz milhares de artigos agradecendo a minha família – a consanguínea. Agora estou fazendo um para agradecer a minha família por afinidade, meus amigos – os poucos que tenho (vivos ou mortos) – sinceros e que dariam a vida por mim, literalmente.

Sou muito agradecido por me mostrarem o verdadeiro papel da amizade. Sou muito agradecido por me mostrarem como a amizade é importante para sermos pessoas melhores. Sou muito agradecido pelas palavras de incentivo e puxões de orelha. Sou muito agradecido pela amizade e o companheirismo de todos esses anos juntos!

Sem vocês, eu não seria nada. Sem vocês eu seria raso. Sem vocês, seria mais um perdido. Obrigado por me mostrarem o sentido da amizade, e por me mostrarem o caminho da liderança.

Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos”. Socrates – o cara.

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Faça da Leitura o seu Porto Seguro.

A leitura é a única responsável por lhe presentear, diariamente, com o conteúdo mais relevante que existe.

Há muito tempo atrás, aqui no blog, eu iniciei uma série – pequena – sobre liderança.

Essa série é baseada no livro de John Wooden, “Jogando Para Vencer”, que na verdade é o que o autor chama de checklist da liderança. Atitudes e comportamento pelas quais todos os líderes devem passar e, praticar diariamente.

Os sete itens são:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Hoje eu vou falar sobre o quarto tópico desse checklist de liderança: o que a leitura pode fazer por você!

Eu já disse por aqui, algumas vezes insistentemente que nós podemos aprender de duas maneiras: com a nossa experiência e com a dos outros.

A leitura é uma das maneiras que temos de aprender com a experiência dos outros. É ela – a leitura – que pode nos fazer enxergar o mundo de outra maneira e alimentarmos nossa mente.

A leitura transforma pessoas. Através da leitura mudamos nosso pensamento, aumentamos nossa bagagem cultural e abrimos espaço para o nosso. A leitura é a melhor aliada para transformar o mundo em um lugar melhor para se viver.

Eu sempre amei a leitura.

Dizem que o exemplo transforma as pessoas. Não sei até aonde isso é verdade dentro das famílias. A verdade é que eu sempre gostei de mergulhar em livros e, me tornei uma pessoa melhor através da leitura.

Hábito de Leitura | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Faça da leitura um hábito. Este é o menor caminho até a liderança.

A leitura é maneira pela qual líderes e empreendedores busca respostas por conta própria.

É verdade que perguntar é mais fácil do que procurar a solução. Pense bem, é mais fácil gritar por ajuda, ou buscar a solução por conta própria?

Óbvio que a segunda opção é mais difícil. Depende de você, depende do seu esforço e não do conhecimento dos outros.

Só que, quando você busca o caminho por si próprio, você aprende. Perguntar para alguém quando é dois mais dois não faz com que você aprenda o raciocínio, apenas saiba o resultado.

Quando você começa a buscar as soluções do problema sozinho, você consegue não apenas saber o resultado, mas porque o resultado é aquele.

A leitura abre caminhos.

A leitura provoca as pessoas.

A leitura estimula a liderança.

A leitura propõe desafios.

A leitura vai fazer você ser uma pessoa melhor.

Eu sempre procurei respostas na leitura. Meus desafios, questionamentos e dúvidas sempre foram transferidas para os livros, para a vivência das outras pessoas e, opiniões diferentes.

Eu acredito que quem tá de fora vê as coisas de uma maneira diferente. Se é por conta dos vínculos afetivos, por conta de bagagem cultural ou visão eu não sei. Só sei que, às vezes precisamos afastar a imagem para enxergamos todo o contexto.

E a leitura é a melhor maneira de fazer isso. Por que conseguimos perceber e entender os problemas através do ponto de vista de outras pessoas.

E enxergamos a solução de uma maneira que, por diferença de contexto, de visão, de filosofia e comportamento, pode parecer totalmente nova e imprevisível.

A leitura pode mudar a sua vida.

Grandes líderes não seriam nada sem a leitura. Pessoas disruptivas não seriam nada sem a leitura. O mundo é um grande compêndio de inovação através da leitura.

Duvida?

Os grandes líderes, antes de mais nada, são grandes fãs da leitura. Liderança se faz com exemplo e a leitura é uma grande forma de passar seu exemplo, seu modo de fazer e enxergar as coisas adiante.

Mudar o mundo começa com um pequeno passo: a abertura de um livro. Mudar você começa com um pequeno passo: abrir um livro.

Grandes mudanças começam na leitura.

Grandes pessoas começam com a leitura.

Grandes avanços começam na leitura.

Grandes revoluções se iniciam com leitura.

A leitura começa tudo, estimula tudo e, por que não, encerra tudo.

Portanto, é óbvio que a leitura é um passo importante na liderança. Ler não vai, em hipótese alguma transformar você em uma pessoa pior. Por que a leitura vai abrir sua mente, propor perguntas e mudar comportamentos.

Quando fechamos um livro, geralmente tiramos muitas lições, ou temos muitas perguntas a responder. E é justamente essas reflexões e questionamentos que podem, ou não, transformar as pessoas em líderes, em gente melhor.

Até por que, gente melhor, faz o mundo melhor.

Até por que, gente melhor, faz o mundo.

Até por que, gente melhor faz.

Até por que, gente melhor…

Até por que, gente…

… tudo se resume à leitura.

É a leitura que vai fazer a diferença no resultado final: no comportamento das pessoas, na mudança de atitude, na liderança.

O Pêndulo da Liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

O pêndulo da liderança.

Hoje é o primeiro e o último dia.

Dias atrás eu iniciei uma série de  posts sobre liderança. O post foi inspirado no livro de John Wooden, “Jogando pra Vencer” e é um checklist de alguns comportamentos para despertar o espírito da liderança.

O checklist é composto de sete itens:

  1. Seja verdadeiro consigo mesmo;
  2. Ajude os outros;
  3. Faça de cada dia sua obra prima;
  4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;
  5. Transforme a amizade em uma arte;
  6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e
  7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bençãos que recebeu.

Estamos na segunda semana do ano. Ou seja, aquele furor de ano novo, das resoluções, promessas, paz e amor já perdeu o gás, a chama já deu aquela diminuída. Nós vivemos e acordamos, cada dia como se ele fosse apenas uma parte de uma coisa maior. E não como se cada dia fosse essa coisa maior.

Nós sempre achamos que teremos o dia de amanhã, mas na verdade, não temos nenhuma garantia de que estaremos de pé ao amanhecer. E, tentar fugir da morte não vai garantir vida eterna pra ninguém. Só vai fazer você ter uma vida sem nenhuma história pra contar. Por isso, melhor do que temer a morte, é se entregar à vida como se hoje fosse o último dia.

A verdade é que a morte está aí. Mais dia menos dia ninguém sai ileso do encontro com ela. Mas, muita gente só se da importância de não temer a morte e, aproveitar o dia como se fosse o último quando se depara com ela, ou quando quase morre.

Steve Jobs diz isso.

Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao Paraíso não querem morrer pra estar lá. Mas, apesar disso, a morte é um destino de todos nós. Ninguém nunca escapou. E deve ser assim, porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos.

E ele, quando se deparou com a morte, viu que, mais cedo ou mais tarde vamos morrer e, depois disso, o que vai restar são as memórias. Nossas realizações, nossas ideias, nosso legado.

E é sobre isso que diz o terceiro item sobre o checklist da liderança: faça de cada dia a sua obra prima. Hoje é o primeiro e último dia da sua vida. O ontem já passou. O amanhã é incerto. Um bom líder sabe que, se quiser deixar o seu exemplo contagiar os seus liderados precisa fazer de todos os dias a sua obra prima.

Esqueça o ano que passou, se o mundo vai acabar em 2012 ou não. Concentre-se no dia de hoje. Porque ele é a oportunidade e fazermos coisas excelentes, de fazermos aquilo que será o nosso legado. Liderar é estar na frente. Quando um funcionário acorda na Segunda desanimado pra trabalhar, se ele ver o seu líder com o mesmo desânimo, ele não terá nenhum motivo pra dar o seu melhor e fazer o que tem que ser feito. Afinal, amanhã será terça, depois quarta e, aí sim eu faço o que tem pra fazer. Afinal, hoje é segunda, dia mundial da ressaca e, por que cargas d’água pra mim seria diferente?

Mas, quando o líder está animado e pronto para fazer desse dia a sua obra prima, a pessoa que está curtindo a sua segunda da ressaca se sente incomodada. A frase carpe diem é famosa hoje. Neguinho não sabe o que ela quer dizer, não sabe o que está por trás dela e, na verdade só fala isso porque é modinha.

Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibifinem di dederint, Leuconoe, nec Babyloniostemptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,quae nunc oppositis debilitat pumicibus mareTyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevispem longam reseces. dum loquimur, fugerit invidaaetas: carpe diem quam minimum credula postero. [Tu não indagues (é ímpio saber) qual o fim que a mim e a ti os deuses tenham dado, Leuconoé, nem recorras aos números babilônicos. Tão melhor é suportar o que será! Quer Júpiter te haja concedido muitos invernos, quer seja o último o que agora debilita o mar Tirreno nas rochas contrapostas, que sejas sábia, coes os vinhos e, no espaço breve, cortes a longa esperança. Enquanto estamos falando, terá fugido o tempo invejoso; colhe o dia, quanto menos confiada no de amanhã].

Viva o dia de hoje como se fosse o último. Viva como se fosse a última hora. Viva e não guarde o melhor pra amanhã. Viva e, faça o melhor agora. Somente aproveitando momentos, aproveitando o tempo, e fazendo o seu melhor a cada dia é que conseguimos inspirar as pessoas a darem o melhor de si.

As pessoas dizem que os funcionários precisam ser motivados. BALELA! Ninguém motiva ninguém. O máximo que uma pessoa pode fazer pela outra é inspirá-la não com palavras, mas com ações. Fazer o melhor como se fosse o último dia. As pessoas só se sentem motivadas a fazer aquilo que você pede a elas, se verem que você está na linha de frente da batalha.

Existem milhares de filmes que mostram a liderança pelo exemplo, pela inspiração. Filmes que o líder faz de cada dia, de cada ensinamento, de cada atitude a sua obra prima. Que ele está na frente, que ele é o primeiro e, assim, fazendo de cada dia a sua obra prima, de viver cada dia como se fosse o último, eles arrastam seus liderados, eles deixam um legado, eles escrevem seu nome na história.

O vídeo abaixo é só um pequeno exemplo de quando uma pessoa se coloca na frente dos outros, no lugar dos outros e faz  de cada dia a melhor obra prima que consegue. É um vídeo velho e, no início do blog, há alguns anos atrás ele já passou por aqui. É muito conhecido mas, explica muito bem sobre exemplo, inspiração e liderança.

Haja como se você só tivesse um dia pra mostrar a que veio. E, faça isso todos os dias. Porque, não sabemos quantos dias mais teremos pra mostrar a que viemos. Isso irá tocar as pessoas. Irá motivá-las e, irá certamente fazer que elas queiram te seguir pra qualquer lugar que você vá.

Retrospectiva 2011, Parte Final – Os artigos do ano.

Até meados de 2011 eu estive meio parado. Escrevi pouco, muitas vezes por falta de parar e tirar um tempo pra escrever. Eu ainda não estou escrevendo da maneira que eu queria, na frequência que eu queria. Mas, já desenferrujei bastante e, o importante é não parar.

Em 2011, além do Think|Outside eu me engajei em dois projetos: o CINEBusiness, que é um blog, como todo mundo já sabe que alia cinema e negócios e o AveMarketing, que é o blog do meu amigo Elcio Fernando Del Prete, que eu fico muito honrado de colaborar com artigos quinzenais.

Em 2012 a ideia é aumentar essa produção. Já estou confirmado como colaborador de mais dois portais, que me deram a honra de poder estar entre os colaboradores para falar de branding, marketing e vendas e, o Think|Outside certamente vai voltar a produzir como nunca.

Por isso eu vou fazer dessa última parte da retrospectiva, um apanhado dos melhores artigos que eu escrevi, na minha opinião. Seja aqui no blog, no CINEBusiness ou no AveMarketing, aqui vai um apanhado daqueles que eu mais gostei e daqueles que eu acho que foram direto ao ponto que eu queria.

#8. O dilema do marketing moderno. Eu vivo dizendo que o marketing publicitário já está com seus dias contados. A publicidade, como ela funciona na TV e na mídia impressa, não funciona na internet, aonde a grande maioria dos consumidores que interessam estão. As publicidades do Google, ninguém tem paciência de ver e pula. Com os poup-up’s, mesma coisa. O que o marketing precisa fazer é se adaptar ao seu consumidor 1-a-1 e, mostrar pra ele que sabe o que tá fazendo. Que conhece o mercado, que conhece o consumidor e que conhece a concorrência.

O pessoal das agências de publicidade, e os prêmios dizem que o Brasil é um país muito criativo na hora de produzir propagandas e coisas criativas. Mas, será que essa criatividade maravilhosa e premiada do Brasil tá fazendo o dever de casa? O jeito que a marca está comunicando com o consumidor tem sido satisfatório? Ou, se essa não for a pergunta certa, tá funcionando, pelo menos? O Brasil é o pais mais criativo? Que produz os melhores comerciais? Então porque será que eu gosto de um ou outro apenas. Se eu parar pra pensar, tem apenas o da Johnie Walker que eu posso dizer que foi uma peça bem produzida. Mas, estou falando de um, no meio de infinitas produções já feitas nesse ano (leia mais).

#7. O que os olhos não vêm, o coração não sente. Esse é mais um da lista sobre branding e history telling. Publicado no AveMarketing, é um artigo que fiz inspirado na leitura de BrandSense, de Martin Lindstrom, que mostra que os sentidos e a sensação que temos com o imperceptível influencia, e muito a nossa maneira de ver uma marca, de comprar e de interagir com produtos e fabricantes.

Um grande desafio das marcas atuais é comunicar ao consumidor a seu diferencial e, passar a ele a sua personalidade. Atualmente, algumas marcas vivem seu momento de agressividade propagandística, aonde bombardear a cabeça de pessoas com o seu produto, não tem feito muita diferença nos resultados. Martin Lindstrom, no seu livro Brand Sense, fala sobre a importância de se utilizar os cinco sentidos na comunicação entre marcas e consumidores. Essa importância é sustentada na pesquisa que originou o livro, onde empresas que investiram em uma experiência sensorial completa foram muito mais lembradas pelos clientes (leia mais).

#6. Eu nunca trabalhei oito horas por dia! Esse foi um post aqui do blog que eu fiz em homenagem ao meu avô, que há pouco tempo sofreu um AVC e mostrou que é muito mais forte do que todo mundo pensa. Parte dessa força veio do trabalho duro, forçado e da determinação de uma pessoa que não tinha outra alternativa a não ser dar certo, para sustentar a sua família. Meu avô é um exemplo de empreendedorismo e  determinação porque sempre se mexeu, sempre fez um pouco a mais e sempre foi além. Criou os filhos sempre trabalhando muito mais do que oito horas por dia, o que demonstra que o amor pelo trabalho faz com que sejamos ativos e saudáveis por mais que o tempo insista em nos envelhecer.

Eu tenho um grande presente em minha vida que é ter a minha família próxima. A relação que tenho com a minha mãe e irmã, que são incomuns e, a relação com todo mundo ao redor. O relacionamento que tenho com primos e tios, são muito mais estreitos do que a maioria, o que faz com que a minha pequena família, de certa maneira, possa-se dizer que é bem unida. E eu tenho por detrás de meu caráter e minha personalidade o exemplo de um grande homem, meu avô, que é o dono dessa frase aí. Meu avô, hoje para completar seus setenta e nove anos é um senhor que casou muito jovem e, foi pai também muito jovem. E por circunstância do destino, foi pai de dois filhos, um atrás do outro. Digo circunstância do destino porque minha avó era muito inocente, havia sido criada em colégio interno de freiras e, naquele tempo, diferentemente de hoje, as meninas de dezessete anos não sabiam nada sobre educação sexual. Ela mesma me disse que só conseguiu entender, pela lógica e, ligando uma coisa à outra, como se engravidava, quando engravidou do seu terceiro filho (leia mais).

#5. O Comprometimento só é Verdadeiro Quando Sujamos a Nossa Reputação Com o Próprio Sangue. Esse foi o meu artigo de re-estreia no CINEBusiness. E, pra recomeçar eu escolhi falar da série 24 Horas e do comprometimento de Jack Bauer com o seu trabalho e com a defesa de seu país. Acredito que existem milhares de lições que podemos tirar da série mas, no post, destaquei nove que acredito serem as mais importantes e que podem ensinar sobre empreendedorismo:

1. Coloque o dedo na ferida;

2. Os negócios podem prejudicar a família;

3. Herois para alguns, bandido para outros;

4. O tempo sempre vai estar contra você;

5. Amizades verdadeiras são importantes;

6. Conheça o concorrente. Infiltre-se caso necessário;

7. Faça uma tarefa de cada vez;

8. Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe! Trabalho em equipe!; e

9. Deadlines muitas vezes podem mesmo significar “deadlines“.

O quanto estamos dispostos a nos doar pelo comprometimento? Até que ponto estar comprometido com uma causa está também ligado a causas hierárquicas? O comprometimento para na hierarquia, ou, pelo bem maior, devemos fazer o que precisa ser feito, para não jogar o nosso comprometimento em cheque? (leia mais).

#4. O Destino Raramente nos Chama no Momento de Nossa Escolha. Mais um post do CINEBusiness, dessa vez do filme Transformers. Acredito que Transformers seja um lindo filme sobre liderança, ajudar os outros e, fazer o que precisa ser feito. O comportamento de Optimus Prime e seus ensinamentos são equivalente a qualquer Mestre Yoda e, qualquer líder deveria ouvir com mais atenção o que ele tem pra falar. Assim como no post sobre 24 Horas, destaquei algumas lições – dessa vez oito – sobre o que podemos aprender com esse filme de robôs:

1. Muitas vezes, o seu passado não interessa;

2. Cuidado com as informações que chegam ao seu ouvido;

3. Você precisa saber a hora de lutar e de ensinar;

4. Muitas vezes seus amigos dizem não precisar de você. Mas, eles precisam de você, mesmo sem saber;

5. “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”;

6. Até o seu melhor soldado pode ter vendido a alma ao diabo;

7. Não importa quem você conhece, mas quem conhece você; e

8. Tenha aliados dispostos a perder a cabeça para te ajudar.

O líder dos autobots tem não apenas essa mas, milhares de frases que são verdadeiras lições de vida e, lições empresariais, já figurando até mesmo nos wallpapers do CINEBusiness. A sabedoria desse robozinho fez eu me apaixonar pela saga dos Transformers e, como já deve ter dado pra perceber, esse será o filme que eu irei resenhar aqui. Mais especificamente: Transformers – O Lado Oculto da Lua, o terceiro filme da série que, espero eu continue por mais algum tempo. Primeiro, pela excelente qualidade dos efeitos especiais e,  porque, até hoje foi este o melhor filme em 3D que eu já ví. Outro motivo que me faz gostar da série são os enredos bem formados, as tiradas engraçadas sem dar tom pastelão ao filme e, as histórias bem fechadas onde a máxima violência só gera violência é deixada por terra. Até porque, somente com muita violência é que os mocinhos – nossos amigos autobots, conseguem vencer os bandidos – os decepticons (leia mais).

#3. Deve haver um jeito melhor. Infelizmente, entre as perdas irreparáveis de 2011 está Steve Jobs. Deve haver um jeito melhor é o post que eu fiz falando sobre a morte e sobre os ensinamentos desse gênio do mundo dos negócios. Certamente, hoje o mundo está mais pobre sem a presença e as loucuras de Steve.

Eu sempre achei Jobs um cara fantástico. Para mim, o seu discurso em Stanford, que os telejornais exibiram essa semana como algo inedito e triunfante, pode ser comparado, pelo legado deixado à história, ao consciente empreendedor como um presente tão importante e belo quanto o discurso de Martin Luther King Jr. Esse discurso, por si só já mostra o quanto estamos falando sobre um indivíduo fora do comum (leia mais).

#2. A resposta certa não muda nada. O essencial é que as perguntas estejam certas. Este é mais um artigo publicado no blog AveMarketing. Na verdade é um questionamento sobre verdades absolutas, questionamentos e crenças. As respostas certas não nos conduzem a lugar nenhum. Mas as perguntas certas nos conduzem para respostas inimagináveis. Essa é a maneira mais inteligente e sábia de empreender e tocar o coração das pessoas.

Se fizermos uma síntese sobre o aprendizado, vamos chegar a uma bela conclusão: que podemos aprender de duas maneiras, com a nossa vivência, e com a vivência dos outros. E, se pararmos pra pensar, tudo se encaixa em um lado ou outro dessa equação. Livros, palestras, aulas, vídeos, reuniões, tudo isso pode gerar aprendizado. E, em todos esses exemplos temos a vivência e a experiência dos outros que nos ensinam. Uma aula, uma palestra ou um livro, nada mais é do que o relato da experiência, do conhecimento de uma outra pessoa. E, claro, existe também aquilo que aprendemos com nossa experiência, com nossa vida, conosco. Um erro é uma maneira de aprendermos pela nossa experiência. Mas, a mais bela maneira de se aprender é questionar o porquê das coisas. E vejo que muitas pessoas que fizeram isso conseguiram ir além. Acabei de ler a biografia de Steve Jobs. E vi que isso era uma coisa que ele fazia diariamente com aquele que os outros a seu redor chamam de “campo de distorção da realidade”. Foi assim que ele conseguiu convencer Steve Wozniak a produzir um jogo para a Atari em menos tempo, foi assim que ele convenceu Jonny Ive que dava tempo de fazer o iPod em seis meses, foi assim que ele convenceu o dono da fábrica que produz os vidros dos iPhones e iPads a fazer o vidro quando ele disse que não tinha como produzir a quantidade que Jobs precisava (leia mais).

#1. Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa. A capacidade de aprender é fascinante. E, mais fascinante ainda é quando usamos o aprendizado pro bem, ao nosso favor, para mudar a vida das pessoas.

A frase título do post é do Leonardo da Vinci. Mas, o mais incrível é a forma com que a nossa mente desenvolve inúmeras maneiras de aprendermos. O vício em aprendizado atrapalha na ação? Ou será que, o fato de a mente nunca se cansar de aprender não demonstra uma dependência em ficar tentando aprender? Porque eu acredito que, agente só prova que aprendeu quando coloca o aprendizado em prática. Existe um ditado que diz que “errar é humano, mas persistir no erro é burrice”. Existe ainda outro ditado, esse  acho que muçulmano, que diz que “muitas vezes não temos culpa por errar uma vez; ele pode ser fruto de ignorância ou desconhecimento”. Mas que o erro, recorrente, é culpa nossa. Nós escolhemos errar (leia mais).

Eu 2012 eu vou escrever como nunca. Escrever, dialogar, ler e assistir filmes são as melhores maneiras de aprendermos práticas não ortodoxas e mudar o mundo!

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo…

Ajudar os outros é o primeiro passo para ajudar a si mesmo.

Dias atrás eu iniciei uma série de  posts sobre liderança. O post foi inspirado no livro de John Wooden, “Jogando pra Vencer” e é um checklist de alguns comportamentos para despertar o espírito da liderança.

O checklist é composto de sete itens:

  1. Seja verdadeiro consigo mesmo;
  2. Ajude os outros;
  3. Faça de cada dia sua obra prima;
  4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;
  5. Transforme a amizade em uma arte;
  6. Construa um abrigo para os seus dias de chuva; e
  7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bençãos que recebeu.

No outro post eu falei sobre ser verdadeiro consigo mesmo. Agora, vamos falar sobre ajudar os outros. Antes de mais nada gostaria de deixar claro que, ajudar os outros é muito mais uma maneira de crescer, aprender e ajudar a nós mesmos do que ajudar os outros. E eu não estou falando de caridade. Uma ajuda vem muito mais do que apenas caridade.

Ontem eu estava sentado no ônibus, voltando de um almoço na casa de minha avó, quando um senhor, aparentando uns sessenta e poucos anos (provavelmente mais de 65 porque entrou sem pagar passagem) chegou no ônibus com dificuldades motoras. Além de ter uma enorme dificuldade para andar, sua postura era claramente corcunda.

Ele contou uma história pro pessoal do ônibus e, olhando para a sua sacola, pensei que ele quisesse vender alguma coisa para nós passageiros. Mas ele não vendeu nada. Disse que sempre tinha sido um homem trabalhador, morava no Rio de Janeiro, mas um dia sofreu um acidente, foi atropelado e ficou entre a vida e a morte. Na sua recuperação ficou com inúmeras sequelas motoras, que o impediam de trabalhar. Mas, o INSS havia negado a ele todas as vezes que ele tentou se aposentar por invalidez, uma vez que ele ainda não tinha tempo suficiente para aposentar por tempo de contribuição.

Ele foi adiante. Disse que tinha três filhos. Que a esposa ganhava menos de um salário mínimo por mês e que, sem a renda dele a família estava passando por necessidades. Falou ainda que o seu sonho era poder não passar o ano novo com fome e ter algo para dar para os seus três filhos, que com muito sacrifício conseguiam ir à escola. Mas, com as férias escolares não estavam tendo como se alimentarem direito, uma vez que as refeições escolares são as únicas que eles faziam regularmente.

E ainda finalizou dizendo que aceitava qualquer ajuda. Moedas de um centavo, pacote de biscoito aberto, garrafa d’água, qualquer coisa que fosse de bom coração. Só pediu para não ser humilhado, porque ele pedia porque não tinha saúde para trabalhar e, já tinha trabalhado muito, não era vagabundo. Ele ainda teve forças de desejar um 2012 abençoado para os passageiros, antes de agradecer às doações que recebeu e descer do ônibus.

Eu não sei o nome desse senhor. Mas essa é uma história sensacional sobre como nem sempre pensamos em dar a ajuda que as pessoas realmente precisam. Queremos apenas dar a ajuda pra ficarmos bem com a gente.

A verdadeira ajuda que esse senhor precisava está além de moedinhas. Ele precisava de um aconselhamento jurídico. Precisava entender que, se contribui e está incapacitado, tem direito de se aposentar. Ele precisava, muito mais do que bolsa família, que as escolas ficassem abertas durante os finais de semana e férias, para servir a alimentação que é a única decente que seus filhos têm. Tem estado, cidade e país que fazem isso. Ajuda muitas vezes, muito mais do que ajuda financeira, porque na escola, o lanche é balanceado, tem aquilo que as crianças precisam e, ajuda no crescimento saudável de muitas famílias. Nós sustentamos políticos corruptos e bandidos a pão de ló e, muitas vezes esquecemos que são simples detalhes, muito mais funcionais do que financeiros que realmente ajudam as pessoas a longo prazo.

Quando eu estava na faculdade, como parte de estágio, fomos à casa de custódia da região. Eu não tenho a menor vontade de ajudar uma pessoa que foi presa porque fez algo de errado: tirou uma vida, roubou uma família, ou destruir lares. Eu acho que tínhamos que visitar albergues, asilos, orfanatos. Quantas pessoas nesses lugares estão sem esperança, estão precisando de uma ajuda para receber um remédio, para receber uma pensão, ou apenas de um aconselhamento do que fazer para o neto parar de usar o dinheiro da sua aposentadoria enquanto ela fica em um asilo, dormindo em um colchão sem lençol.

Por que é muito mais bonito ajudar os presidiários? De acordo com a Gazeta, 85% dos presos reincidem. Ajudar as pessoas que tem 85% de chance de cometer a mesma burrada é, na minha opinião, perda de tempo. Ajudar as pessoas que precisam de uma nova perspectiva de vida é, na minha opinião fazer a sociedade crescer.

Eu desejo, para mim e para todo mundo que, em 2012 dediquemos apenas uma pequena parcela do nosso tempo para ajudar os outros. Não a dar a ajuda que nós queremos dar. Mas a ajuda de que as pessoas precisam. No meu caso hoje, fui covarde e acomodado o suficiente para apenas dar um trocado para aquele senhor. Perdi uma grande oportunidade de fazer bem a mim e a ele.

Por isso, eu acredito que devemos aproveitar essa época do ano em que fazemos reflexões, promessas e estabelecemos metas, para estabelecer uma meta de voluntariado. Nada de comprar doces no sinal, nada de ajuda de minutos. Mas ajudar efetivamente aqueles que precisam a mudar de vida, a tomar um rumo para a sua vida.

Esse é o primeiro passo para ajudarmos a nós mesmos. A crescermos, termos uma visão global sobre a nossa sociedade. Crescemos como ser humano, porque aprendemos a valorizar aquilo que temos. Crescemos como cidadãos, porque vamos começar a ver o que nossa região, cidade, estado e país realmente precisa e, com isso, aprenderemos a cobrar desses políticos bandidos e fanfarrões muito mais do que um patrocínio para um churrasco, um desconto para um parente em faculdade, ou um cavalete para fechar a rua em dia de festa. Vamos cobrar o que o país precisa.

E eu não estou dizendo ajuda financeira. Estou dizendo ajuda que valha mais do que isso. Um conselho, um direcionamento, uma solução de um problema que, muitas vezes pode mudar a vida das pessoas. No caso do senhor do ônibus, talvez uma doação de alguns alimentos para a escola dos filhos dele, além de um dia de voluntariado ao final de semana por mês, ajude muito mais do que aqueles trocados que eu joguei na mão dele. Às vezes, um cartão que eu tivesse dado de um amigo advogado poderia mudar pra sempre a história não só dele, mas da família toda.

Nós temos uma ideia sobre caridade, sobre voluntariado muito estranha. Ajudamos as outras pessoas para ficamos bem com a gente. Queremos, em curto prazo, apenas ver o problema há quilômetros de distância, porque, aquilo que não podemos ver, para muitos não existe. Enquanto deveríamos ajudar para o outro. Resolver a longo prazo para que a pessoa consiga, depois se virar sozinha sem depender das nossas migalhas.

Eu acredito que era mais ou menos isso que o pai de John Wooden queria dizer com ajude os outros. Ajude os outros (a crescer) e você estará crescendo, aprendendo e entendendo as pessoas, as coisas ao seu redor e, estará sendo um verdadeiro líder. Não adianta ajudar um senhor idoso a atravessar a rua apenas uma vez. Temos que nos mobilizar e fazer alguma coisa para que ele consiga, SOZINHO atravessar sem nenhuma dificuldade a rua todas as vezes que ele precisar se locomover.

A liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas se tiver de passar sem um, que seja estratégia“. Norman Schwarzkopf.

Viva o caráter!

Retrospectiva 2011, Parte 1 – Os livros do ano.

Hoje é 22 de dezembro de 2011. Em pouco mais de uma semana o ano vai embora e, para muitos começa tudo de novo: novas esperanças, novas oportunidades. Para outros, apenas um ciclo se fecha. Eu vou aproveitar o finalzinho do ano pra eleger os top cinco de 2011 – até agora.

E eu escolhi começar pelos livros.

Eu sou simplesmente apaixonado por livros. Já devorei algumas bibliotecas de escolas e universidades por onde passei. Acho o livro o presente mais legal de se dar e receber (tanto é que quase todos os meus presentes de Natal são livros), e sempre que posso tô comprando alguma coisa. Alguma coisa que me chame atenção, alguma coisa que me provoque, alguma coisa que seja diferente.

Eu leio coisas que pra mim têm a ver com Branding, Marketing & Vendas e Empreendedorismo. Essas são as minhas maiores paixões e, acredito que todo bom livro desses temas tem ótimas lições para nos demonstrar. A partir do momento em que eu começo a ler um livro, eu só descanso depois que eu terminei e já comecei a ler outro. Acredito que a paixão pela leitura diferencia totalmente as pessoas que fazem a diferença daquelas que não tão nem aí.

Acredito que os livros são as bases, os pilares para o avanço na educação, na economia, na política e nos rumos do país. Por isso vou começar essa retrospectiva das melhores coisas com os livros.

#5. A Cabeça de Obama, de Sasha Abramsky. Este é um livro que fala sobre como Obama elaborou suas estratégias para vencer praticamente todas as eleições que disputou. Você sabia que Obama até hoje, em todas as eleições e disputas em que se meteu só perdeu uma vez uma prévia de seu partido? Até hoje, apenas uma pessoa derrotou Obama. O hoje presidente os EUA é um advogado formado, um leitor voraz e um escritor altamente determinado que, aos trinta anos publicou sua autobiografia. A maneira de agir aos problemas, aos ataques dos adversários, de se posicionar, de traçar as estratégias de uma campanha limpa, sem apelações, além de mostrar a grande aceitação de um negro às vésperas da eleição presidencial de um país altamente preconceituoso fazem do livro “A Cabeça de Obama” um tratado sobre o pragmatismo, sobre posicionamento e sobre liderança. Obama levou a internet pra dentro de sua campanha, mostrou ser uma pessoal altamente centrada e focada nos objetivos principais de sua estratégia, a ponto de ignorar, ou antecipar, quando convém os ataques de seus adversários políticos. Além disso, sabe usar esses adversários a seu favor, quando necessário. Sem sombra de dúvida é um livro que se faz necessário para aprendermos sobre como agir pragmaticamente e, sobretudo aliar o pragmatismo à decisões estratégicas. Uma aula de marketing político.

#4. A Nascente, de Ayn Rand. A Nascente é o primeiro livro a fazer sucesso de Ayn Rand. A Nascente conta a história de Howard Roark, um arquiteto que tinha um estilo peculiar de trabalhar e que tem uma visão bastante inovadora em seus projetos de construção. Porém, tal maneira de trabalhar encontra muito preconceito e inveja em profissionais que estão acomodados e que não querem mudar o status quo. Isso faz com que Howard Roark encontre pela frente barreiras e inimigos dispostos a derrubar o seus trabalhos e suas ideias. A Nascente é um tratado aos empreendedores, aqueles que rompem com a mediocridade e que com isso, muitas vezes acabam pagando o preço de ter todos contra suas ideias e seus projetos brilhantes. Ayn Rand explora em A Nascente que, o egoismo é a nascente do empreendedorismo, uma vez que o empreendedor constrói para si mesmo e não para os outros. Ele não trabalha pela oportunidade de atender clientes, ou pela oportunidade de ter o seu trabalho reconhecido, mas sim pelo individualismo, por poder ter o seu desejo saciado. Essa é a base da doutrina filosófica da autora – o objetivismo, que prega que o objetivo da vida é atingir a própria felicidade e o seu interesse racional, e não pela vida dedicada a terceiros. É do filme – e consequentemente do livro – de A Nascente a famosa cena na qual Howard Roark discursa no tribunal, durante alguns minutos, em nome do individualismo. A cena pode ser vista abaixo:

#3. BrandSense, de Martin Lindstrom. BrandSense é o nome de uma pesquisa que Martin Lindstrom coordenou e que serviu de estudo sobre o impacto em que apelos sensoriais (além de apenas visão e audição) podem causar nos clientes. Entre os exemplos do livro, um caso aonde uma loja de conveniência instalou na sessão de roupas de banho um odorizador que borrifava um perfume de “leite de coco” e que, fazia com que as pessoas, em pleno inverno, visitassem esse departamento e sempre levasse alguma coisa. Outras coisas como o cheiro de pipoca na porta dos cinemas, poucos instantes antes do filme começar fez com que um cinema que vivia constantemente vazio começasse a encher as suas sessões. Eu acredito que BrandSense seja um dos livros de marketing do ano. Talvez só não seja O livro do ano, porque seu original é de 2005, e assim como muitos outros livros excelentes do autor (como Brandwashed) ainda não chegaram no Brasil traduzidos ou estão chegando só agora (como A Lógica do Consumo, que foi o primeiro livro de Martin a ter sua versão em português).  Martin brinca do livro que a soma dos dois sentidos mais utilizados pelas marcas (visão e audição) já surte efeito. Porém, caso as marcas utilizem todos os sentidos, os resultados podem ser muito maiores. Ele brinca que 2+2=5. Mas que se usarmos os cinco sentidos, teremos (2+2)+(2+2)+(2+2)+(2+2) = 20. Esse livro é altamente indicado para qualquer pessoa que se diz trabalhar em marketing.

#2. Regras Para Revolucionários, de Guy Kawasaki. Regras para Revolucionários é uma dessas relíquias que só quem é realmente “rato de livraria” encontra. Eu tenho o hábito de ficar passeando por livrarias, perder algumas horas vendo algumas coisas, alguns itens e vendo se tem algum achado nisso tudo. Em Novembro, em um passeio despretencioso por uma livraria pequena e familiar de Quatis eu encontrei esse livro, que é de 1999. Esse livro é antes do boom do e-commerce, antes de empresas como a Zappos transformarem a forma de fazer negócio pela internet. Mas, mesmo assim é um excelente guia de marketing para marcas revolucionárias. O livro é dividido em três partes:  crie como um deus, comande como um rei, trabalhe como um escravo. Aqui, Guy Kawasaki conta algumas lições de empresas – inclusive a Apple, a qual ele foi evangelizador – e sobre alguns métodos que até hoje podem ser inovadores para o desenvolvimento de estratégias de marketing de produtos e serviços. O livro fala sobre colocar o dedo na ferida, sobre não ter medo de errar, sobre riscos, sobre os imãs fatais, que podem ser armadilhas a qualquer negócio e sobre o porque ele é a favor de a Apple ter licenciado o seu sistema operacional para outras máquinas, o que Steve não estava de acordo. A lição que Guy Kawasaki deixa de Regras para Revolucionários lá em 1999 é CRIAR SEGUIDORES E NÃO CONSUMUIDORES. Posso dizer que, mesmo sendo da década retrasada, esse é um livro muito atual e, leitura obrigatória pra todas as marcas que querem contar boas histórias e criar bons produtos para seus seguidores.

#1. Steve Jobs por Walter Isaacson. Steve Jobs não poderia faltar na lista dos melhores livros do ano. Talvez tenha sido o único livro que virá a ser um best seller que eu li esse ano. Mas não por estar na moda e, sim por eu ser um seguidor de Jobs e um grande admirador da maneira com que ele criou e revolucionou mercados. A biografia autorizada de Steve Jobs não poupou em nenhum momento o seu lado obscuro, como o fato de ter simplesmente ignorado sua primeira filha, e seus hábitos higiênicos escusos. Saber como Jobs criou a Apple, a NeXT, a Pixar e voltou para revolucionar mais uma vez a Apple é simplesmente sensacional. Mais sensacional ainda é ver as pessoas falando do campo de distorção da realidade de Steve e de seu poder de convencimento junto às outras pessoas. A biografia de Steve Jobs é um curso de empreendedorismo, marketing, inovação, design, apresentação, criação e desenvolvimento de produtos. É um daqueles livros que você quer ler o quanto antes mas, ao mesmo tempo não quer que acabe. Jobs era um cara tão fora do comum que atribui muitas coisas das que ele idealizou na Apple às suas viagens de quando ele estava chapado de LSD. Disse que ele – o LSD – foi muito importante para o seu futuro. E diz isso com uma convicção tão grande que, em alguns momentos realmente me deu uma grande vontade de experimentar. Acredito que, é essa mesma força e essa mesma distorção da realidade que ele usou para atrair pra si pessoas foras do comum e extraordinárias e criar empresas que continuam revolucionando mercados e rompendo barreiras mesmo depois de ele ter morrido. Coincidência ou não, o primeiro e segundo lugar são ocupados por mentes que estavam por detrás de lançamentos dos produtos extraordinários da Aplle: Steve Jobs e Guy Kawasaki.

Bonus: A Imaginação, de Jean-Paul Sartre. A imaginação é um pequenino livro de bolso de Sartre. Um livro do início da sua carreira universitária, muito distante daquele que seria o autor sensacional de “O ser e o nada”, e livro em que Sartre usa a fenomenologia criada por Edmund Husserl para traçar uma história sobre a filosofia e a imaginação. Eu acredito que a filosofia tem grande peso no que diz respeito ao empreendedorismo e  este, antes de ser um comportamento precisa ser uma filosofia, um modus na vida das pessoas. Acredito ainda, que a filosofia é uma grande maneira de re-pensar soluções para estratégias, produtos e empresas. Entender como as ideias funcionam, como as ideias se encaixam e como as coisas se definem é um belo caminho para se tratar estratégias de marca, de produtos e de vendas. Todo empreendedor é, no fundo, um filósofo. E é justamente esse legado que eles deixam: a sua corrente de pensamento, a suas ideias, e não apenas suas realizações.

Eu desejo que, em 2012 você possa ler ainda mais, possa aprender ainda mais com os livros. Sem leitura, não formamos líderes, não formamos empreendedores, não levamos o país pra frente.

Conselho #1 de ano-novo: em 2012 leia mais do que em 2011, aplique o que aprendeu na leitura em prática e, passe o conhecimento adiante.

Que venha 2012 com mais livros sensacionais!!