Como parecer confiante – mesmo que você não esteja

Dê a suas grandes ideias o impulso verbal que elas merecem com estas 6 dicas.

Mesmo que você tenha grandes ideias, ninguém vai ouvi-las se você soar como uma pessoa insegura ou um covarde quando você abrir a boca.

Por outro lado, até mesmo ideias medíocres parecem ter certa profundidade quando se fala com confiança.

Mas a notícia boa é que não é difícil parecer confiante, se você seguir estas 6 regras simples.

Você se sente inseguro na hora de apresentar uma ideia? Fique atento a essas 6 dicas.

Você se sente inseguro na hora de apresentar uma ideia? Fique atento a essas 6 dicas.

#1. Imagine-se em pé de igualdade com a audiência

Se você estiver falando com um CEO, imagine-se sendo um CEO também. Se estiver falando com engenheiros, imagine-se sendo um engenheiro.

Encontre e foque em pontos em comum entre você e o seu público. Caso contrário, o máximo que você vai conseguir e parecer um suplicante.

#2. Ensaie mentalmente cada frase

Você vai parecer maciçamente menos confiante se tropeçar nas suas próprias palavras ou articular uma frase pela metade.

Antes de falar, dedique um breve momento para pensar, imaginar, resumidamente aquilo que você está prestes a dizer em voz alta. Isso torna a pausa pensativa e sábia.

#3. Fale pelo peito – e não pela garganta ou nariz

Quando as pessoas ficam nervosas, suas vozes tendem a se mover para cima para que o som saia da garganta ou do nariz, o que pode fazer com que até mesmo a sabedoria mais profunda soe como um gemido.

Se você mover a sua voz para baixo do seu peito você vai soar – e se sentir – mais confiante.

#4. Fale 20% mais lento do que o normal

Muitas pessoas também expressam o nervosismo falando apressadamente.

As pessoas realmente experientes tendem a falar um pouco mais devagar, como se seus ouvintes fossem anotar cada palavra.

#5. Elimine os tiques verbais

Algumas pessoas usam tiques verbais (éééé, ah!, tipo assim, você sabe, etc.), enquanto estão pensando no que dizer em seguida.

Isso faz você soar como se não tivesse certeza de si mesmo, por isso é melhor simplesmente fazer uma pausa silenciosa no meio da frase. Grave-se falando e pratique, se necessário.

#6. Nunca deixe uma afirmação com tom de pergunta

Um pequeno aumento no tom no final de uma frase transforma até mesmo uma declaração definitiva em um apelo de aprovação.

Se você está confiante, você faz afirmações que refletem seu conhecimento e opinião. Se você tem uma pergunta, faça como pergunta. Sem a mistura de pergunta e afirmação.

Até mesmo ideias medíocres parecem ter certa profundidade quando se fala com confiança.

Até mesmo ideias medíocres parecem ter certa profundidade quando se fala com confiança.

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Este artigo foi adaptado do original, “How to Sound Confident (Even if You’re Not)”, da Inc.

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Recompensa ou punição: o que motiva mais as pessoas?

Acredite, seus funcionários vão trabalhar mais para evitar uma perda do que para buscar uma vitória, de acordo com as pesquisas.

Como o Marquês de Sade nos ensinou há muito tempo, as penalidades são muito mais motivadoras do que as recompensas.

Economistas argumentam que estamos mais inclinados a evitar a perda real do que para lutar por benefícios condicionais.

Essa tendência é chamada de aversão à perda. Ela foi medida ao longo de décadas, mas só recentemente os pesquisadores começaram a estudar a sua influência sobre a produtividade no trabalho.

Em um estudo realizado com professores de 150 escolas públicas, em Chicago Heights, Illinois, os economistas dividiram os professores em 2 grupos e ambos disseram que seus bônus eram vinculados às notas dos alunos.

Os professores do primeiro grupo receberiam um bônus no final do ano, se as notas tivessem melhorado, enquanto o segundo grupo recebeu um cheque de 4 mil dólares e concordaram em devolver o dinheiro se os resultados não tivessem melhorado no próximo bimestre.

O que você acha que funciona melhor? Recompensa ou punição?

O que você acha que funciona melhor? Recompensa ou punição?

A aversão à perda funcionou: os professores que enfrentaram a ameaça de ter que reembolsar seu bônus de produção conseguiram melhorar as notas dos alunos cerca de 7% a mais do que os professores com o plano de bônus convencional.

Desde então, essa pesquisa tem favorecido a revisão da estrutura de bônus e comissões tradicionais.

Embora ela não recomende diretamente aos empreendedores dar o dinheiro e depois toma-los de volta, mas sim mostrar para as pessoas que elas têm o dinheiro e só dependem delas mesmas para continuar com ele.

Mas cuidado! Não jogue alto demais. Estudos sobre a asfixia mostram que quanto mais as pessoas estão sob pressão, mais provável é que até o mais experiente dos funcionários fique estagnado.

Como proprietário de um negócio, você pode aumentar sua produtividade através da criação de consequências. Serviços online como o stickK.com em que você se inscreve, define uma meta, nomeia um árbitro para acompanhar o seu progresso e uma promessa em dinheiro se não entregar os resultados pretendidos.

Esse dinheiro pode ser doado a uma instituição de caridade, ou para uma causa em que você realmente acredita.

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Este artigo foi adaptado do original, “Reward vs. Punishment: What Motivates People More?”, da Inc.

Como pequenas empresas se transformam em grandes empresas

O mundo está cheio de pequenas empresas que derrubam gigantes da indústria. Isso acontece todos os dias.

O mundo adora uma história de Davi contra Golias. Quando vemos a vitória mesmo contra todas as probabilidades, sabemos que tudo é possível. Quando o assunto são os negócios, isso é uma verdade absoluta.

A história está cheia de oportunistas que brigaram com gigantes da indústria e ganharam.

Lembre-se que a Apple já foi uma empresa de garagem quando a IBM era uma gigante e a Microsoft estava nascendo.

Whole Foods e John Mackey, Southwest Airlines e Herb Kelleher, Virgin e Richard Branson: há milhares de Davis que enfrentaram Golias e saíram ganhando. Isso acontece todos os dias.

Do marketing, a estratégias do negócio aqui estão 5 atitudes que permitem os Davis engolirem Golias.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

É possível uma pequena empresa vencer gigantes e fazer história.

#1. Tenha um nicho.

Acredite ou não: ter um nicho é uma das formas mais poderosas para crescer e finalmente derrubar os gigantes.

O truque é determinar o nicho certo e o posicionamento para o seu produto ou serviço. Mark Zuckerberg não partiu querendo ter 1 bilhão de usuários e o Google não estava tentando se tornar um gigante da publicidade.

As mídias sociais, os buscadores, tudo tinha um nicho no começo de tudo.

#2. Leve a batalha para a mídia.

Quem pode esquecer da campanha 1984 da Apple que lançou o Macintosh no SuperBowl contra o PC da IBM.

Ou como os enólogos da Califórnia foram pra cima dos franceses no Paris Wine Tasting em 1976, que foi retratada no filme Bottle Shock…

Como as pessoas vão torcer pelo Davi se elas não sabem que há uma batalha acontecendo? A única ressalva é: você tem que mostrar isso a elas.

#3. Seja diferente.

Não. Você não pode apenas olhar de um jeito diferente, agir diferente, ou parecer diferente. Você realmente tem que ser diferente.

Você tem que criar algo que agrade a um público de uma forma que os grandes não podem ou não conseguem fazer.

A Compaq criou o primeiro notebook viável. Michael Dell fez computadores verdadeiramente pessoais: sob encomenda, um de cada vez, diretamente para a casa dos clientes. A Southwest fez ao operar em aeroportos regionais e com serviços fora do comum.

Se você quiser vencer o Golias, precisa ser incomum.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

Steve Jobs soube aproveitar essas ideias e transformar a Apple na empresa mais inovadora de todos os tempos.

#4. Faça parcerias com os líderes de mercado.

A Compaq realmente bateu a IBM no mercado quando lançou o primeiro computador pessoal alimentado por um processador Intel 386. A Dell eclipsou a Compaq usando a mesma estratégia – em parceria com a mesma empresa: a Intel.

Da mesma forma, as universidades são ótimos lugares para encontrar tecnologias inovadoras à procura de maneiras de chegar ao mercado.

#5. Pareça ser maior do que é.

As maiores dificuldades em ser o Davi é que os clientes precisam saber se realmente estão recebendo um produto confiável e um bom suporte pelo que está pagando.

Então, ser diferente não é o suficiente. Atenção aos detalhes é importante. Então tenha um excelente serviço ao cliente.

Felizmente, praticamente qualquer empresa pode aparecer muito maior através da terceirização e alavancar mídia.

A internet realmente nivelou o campo de batalha para os pequenos jogarem em pé de igualdade com os grandes.

Uma advertência.

O mundo lá fora é competitivo. Você pode ter uma tecnologia muito legal ou um conceito muito interessante e isso não te levar a lugar algum.

A coisa mais importante, sem dúvida, é entregar ao cliente uma experiência única, que é muito melhor do que o que já existe. Isso, combinado a essas estratégias fará de você o vencedor dessa batalha.

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Este artigo foi adaptado do original, “David vs. Goliath: How Small Companies Make It Big”, da Inc.

Você sabe quais são as principais características dos empreendedores de verdade?

O fato de você se vestir como o seu ídolo dos negócios não faz que você seja ele.

Um venture capitalist uma vez disse que existem empreendedores e Empreendedores.

Não entendo muito bem o que isso quer dizer no âmago da questão, mas vou dizer o que penso sobre isso tudo: o termo empreendedor é a nova moda. Todo mundo é empreendedor.

Provavelmente isso não seja nenhuma surpresa para você. Provavelmente estamos diante da era do “empreendedor”, com aspas mesmo. Praticamente todo mundo tem uma marca, um blog, uma ideia.

Todo mundo é – ou quer ser – o CEO de alguma coisa. E ainda assim, são poucas as pessoas que incorporam em si o verdadeiro significado da palavra empreendedor.

Então, o que isso significa?

Para mim, significa assumir riscos pessoais significativos na formação e gestão da empresa.

E, desses empreendedores reais, poucos conseguem criar uma empresa rentável, em crescimento, que oferece produtos únicos, emprego significativo e dê valor para os acionistas.

O que torna esse empreendedor único? O que os diferencia do todo? Essa é uma pergunta muito difícil, mas a resposta pode surpreendê-lo.

#1. Eles desafiam a regra geral do empreendedor.

Você realmente precisa conhecer essas pessoas, trabalhar com elas durante anos, talvez até estar um pouco dentro de suas cabeças um pouco para entender o que está realmente em jogo.

Essas pessoas não se enquadram em nada. Eles são cada um de um tipo. Eles não tentam ser únicos, eles simplesmente são. E, além de tudo eles não tentam ser como os outros.

Empreendedores não se encaixam em consenso nem em regras gerais.

Empreendedores não se encaixam em consenso nem em regras gerais.

#2. Dinheiro significa pouco para eles.

Pode até soar meio irônico dizer que o dinheiro não é importante para os empreendedores de coração.

Afinal, os realmente bem sucedidos acabam tendo um monte dele. Mas, para eles, o dinheiro é apenas um meio para um fim. E uma vez que o dinheiro não é uma distração ou uma tentação, eles podem realmente se concentrarem no que importa: fazer aquilo que os move, pelo que eles são apaixonados.

Desafie-se provando que a sua ideia pode ser feita, e ser realidade. A construção de uma empresa e a riqueza são itens secundários.

#3. Eles estão em uma missão de Deus.

Não, eles não são deuses, realmente. Mas, quando eles falam sobre a sua visão ou ideia, você poderia jurar que eles foram possuídos por uma espécie de demônio que, em vez de incitar o caos e a confusão, inspira inovação e criação.

Há definitivamente um aspecto de fantasia em suas ideias. Isso pode ser porque eles realmente pensam que são especiais ou pela necessidade de provar alguma coisa.

#4. Eles não correm riscos por esporte.

Assim como eles não estão nessa brincadeira apenas para ganhar dinheiro, empreendedores de verdade não costumam se expor ao risco também.

Eles só não deixam que nada fique no caminho daquilo que eles estão impulsionados a fazer. Eles vão perseguir o que querem, estejam no céu ou inferno.

#5. Eles NÃO nasceram assim.

A maioria dos empreendedores de sucesso que conheço começaram com nada, ou pelo menos com algo modesto. Alguns tinham pais que fizeram seus negócios, mas a maioria não.

Eles geralmente tinham mentores ou pessoas que os inspiraram a confiar em sua intuição e em si mesmos. Isso é um ingrediente chave na elaboração de um empreendedor: a motivação para ir em frente apesar das probabilidades e da sabedoria convencional.

Ao contrário do que muitos pensam: empreendedores não nascem empreendedores.

Ao contrário do que muitos pensam: empreendedores não nascem empreendedores.

#6. Eles NÃO são líderes icônicos.

Nossa sociedade adora criar heróis. E os colocam nos maiores pedestais possíveis. Mas a experiência diz que o empreendedor como líder icônico é um mito.

Empreendedores de sucesso geralmente têm parceiros. Bill Gates teve Paul Allen e Steve Ballmer. Steve Jobs tinha Steve Wozniak. Larry Page tinha Sergey Brin.

Além disso, os empreendedores são muitas vezes melhor em fundar e criar do que na execução e manutenção das ideias e das empresas.

#7. Eles NÃO são muito pacientes.

Quem disse que paciência era uma virtude definitivamente não era um empreendedor, ou nada sabia a respeito. Os empreendedores bem sucedidos geralmente não ligam muito para a convenção social.

Eles têm pouca paciência para isso. Eles não querem saber como as coisas são feitas, ou devem ser feitas. Eles fazem as coisas à sua maneira.

Mas aqui há um detalhe muito importante: enquanto eles vão lutar com unhas e dentes por algo importante, tão logo eles percebam que estão errados, eles vão mudar de direção em um piscar de olhos.

Resumindo…

Se você quer se tornar um empreendedor apenas para encher a boca e dizer que é empreendedor, provavelmente não vai funcionar.

Agora, se por outro lado, você está dirigindo para realizar algo fresco e original, sem uma rede de segurança, então eu acho que você deveria continuar.

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Este artigo foi adaptado do original, “7 Things That Set Real Entrepreneurs Apart”, da Inc.

6 maneiras de ser notado

Ideias eficazes de autopromoção então na interseção entre ser um pé no saco e um narcisista maluco. Encontre o perfil ideal com essas dicas.

As pessoas odeiam a autopromoção. Na verdade, a maioria de nós odiamos a autopromoção. Nós alternamos entre falar muito pouco sobre nós mesmos, ou parecermos um narcisista maluco.

Em algum lugar no meio disso tudo está o ponto ideal – a arte sutil de promover a si mesmo para as outras pessoas quererem te conhecer.

Aqui estão algumas dicas úteis de como chegar nesse ponto.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

Entenda como se promover sem parecer um chato atrás de holofotes.

#1. Deixe os resultados falarem por si só.

As pessoas se preocupam com o que você fez, não com o que você vai fazer. Quem já não ouviu essa afirmação? Não há nada como bons resultados para chamar atenção das pessoas.

Que problema você tem resolvido? Que movimento você iniciou? Como você tem levado as pessoas a alcançarem seus objetivos? Realizar algo de valor é como ganhar dinheiro para se promover.

#2. Promova os outros.

Algumas pessoas são mestres em promover outras pessoas, em como essas pessoas são brilhantes e geniais.

Essas pessoas estão ansiosas para dizer aos outros o quanto os fundadores de uma empresa são inovadores, ou como alguns de seus clientes está evoluindo de maneira inesperada.

O que não precisamos dizer é que por trás dessas pessoas geniais estão os nossos trabalhos, e o que nós estamos fazendo para ajudar essas pessoas a chegarem aonde querem.

Não é necessário.

O fato de exaltar e promover os outros ajuda a fazer com que essas pessoas se sintam mais motivadas e confiantes e, com isso elas endossam o trabalho dele.

“Eu aprendi que as pessoas vão esquecer o que você disse, vão esquecer o que você fez, mas nunca vão esquecer como você as fez sentir”. Maya Angelou.

As pessoas irão promover você se você se preocupar em fazer o mesmo com elas.

#3. Fale sobre o que você acredita.

“Eu acredito na criação de empregos e capacitação de pessoas para que elas se sintam úteis no trabalho todos os dias” é muito diferente de “eu comecei 3 empresas de manufatura empregando 200 pessoas”. A diferença é sutil, mas significativa.

Fale sobre o que você acredita e dê uma dica sobre as suas realizações sem dizer explicitamente o que elas são. Se as pessoas estiverem interessadas, elas vão perguntar.

#4. Admita suas falhas.

Admitir o fracasso é um sinal de vulnerabilidade, que é uma das maiores habilidades de liderança que existe.

A falha humaniza o caminho para o sucesso. E quando nos sentimos conectados a uma outra pessoa em um nível humano, somos muito propensos a avançar com a sua causa.

A autenticidade e a humildade podem levar você mais longe do que a lógica e a intelectualidade.

#5. Decida pelo que você quer ser conhecido.

Aprimore as habilidades que o diferencial do todo e, em seguida deixe os outros se gabarem de você. Se você é uma amador, as pessoas vão estar confusas sobre quem você é e como promove-lo.

Seu trabalho é descobrir a sua grandeza interior – o que o diferencia – e o faz melhor do que ninguém. Se você for realmente bom em algo, as pessoas vão procura-lo por essa habilidade.

Essa habilidade não pode ser verbalizada por você, mas vai ser evidente pelo grande número de pessoas que estarão batendo em sua porta.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

Descubra a sua grandeza interior e explore-a. Essa é a melhor maneira de ser notado pelo que você faz.

#6. Ponha em prática.

Há momentos em que você só tem que se vangloriar um pouco de si mesmo. Se você fizer algo realmente grande, fale sobre isso.

Basta falar sobre isso com as pessoas certas e se certificar de que o que você realizou é de fato notável.

As pessoas certas ficarão energizadas com o seu sucesso e não vão acreditar que isso seja apenas autopromoção.

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Este artigo foi adaptado do original, “6 Ways to Get Noticed”, da revista Inc.

Trate as Pessoas Como se Fossem seus Clientes

Nós nos acostumamos com o hábito de tratar nossos clientes melhor da melhor maneira do mundo. Por isso, por que não tratar todos como clientes?

Eu sou um desastre quando o assunto é relacionamento. Muitas vezes faço coisas por impulso ou por conta de nervosismo que afetam diretamente as pessoas que mais amo: a minha família.

Há alguns anos atrás, em uma época conturbada em minha vida, após apanhar da morte e perder pessoas queridas, em uma discussão uma pessoa me disse que eu tratava melhor os meus clientes do que a minha família.

Eu já vi pessoas dizendo para tratar os clientes como se fossem a sua família, mas no meu caso, eu precisava tratar as pessoas que mais amo como clientes.

Obviamente, depois do peso dessa declaração eu parei para pensar nisso tudo. Eu estou muito longe da perfeição e conheço poucas pessoas com a minha idade – e até uns 10 anos mais velhas – que tenham errado na vida assim como eu errei.

Mas, nunca é tarde para adotar um novo comportamento em nossa vida, muito menos para crescer com declarações das pessoas que mais nos amam no mundo: a nossa família.

Depois de muita reflexão sobre a afirmativa de tratar meus clientes melhores do que a minha família, eu comecei a pensar, não no impacto que isso teve em mim, mas nas coisas que fazemos pelos clientes que não faríamos, muitas vezes pelos nossos familiares.

Não que isso tenha a ver com a famosa frase de que todo cliente tem razão, mas sim nas coisas que aguentamos de clientes pelo bem de nosso contrato, ou pelo bem da relação, que certamente não aguentamos em casa.

Como você trata as pessoas ao seu redor?

Como você trata as pessoas ao seu redor?

O cliente vale o sacrifício que fazemos por ele. As outras pessoas também.

Suponhamos que você tenha um contrato com a sua família. Na verdade, todos nós temos um contrato tácito com nossos familiares. Mas, como eles nos amam, acabam relevando muita cagada que fazemos.

Mas, substitua as coisas que fazemos com nossos familiares por coisas que fazemos com nossos clientes.

Você gritaria com um cliente?

Você xingaria um cliente?

Você desrespeitaria um cliente?

Você trairia um cliente?

Você ignoraria um cliente?

Você usaria o passado do seu cliente para ferí-lo?

Você estragaria o dia do seu cliente com ciúmes?

Certamente não. Por outro lado, nós aguentamos muitas coisas todos os dias de clientes que não aguentaríamos de nossos familiares.

Nós aguentamos xilique a todo momento.

Nós aguentamos malcriação.

Nós aguentamos atraso no pagamento.

Nós aguentamos a indecisão contínua.

Nós aguentamos a mudança de direção.

Nós aguentamos reclamações constantes sobre o trabalho.

Nós aguentamos o cliente achando que sabe melhor do que nós o nosso trabalho.

E aguentamos calados.

Ou seja, nós engolimos mais sapos de nossos clientes, sem reclamar, do que das pessoas para as quais vivemos – ou dissemos viver – em função.

Trate as pessoas como se fossem seus clientes. O grau de intimidade não nos da direito à ignorância.

Trate as pessoas como se fossem seus clientes. O grau de intimidade não nos da direito à ignorância.

Por isso, trate as pessoas como clientes.

Se, por um lado, aguentamos coisas de nossos clientes sem estourar, e por outra, nos controlamos quando eles fazem algo que nos irritam, porque não fazemos o mesmo com todas as pessoas em nosso relacionamento?

Trate o seu pai, a sua mãe, a sua irmã, irmão, avô, avó, tios, primos, namorados, noivos, esposas e maridos como seus clientes. Afinal eles são seus clientes, consomem de você o seu amor e dão o mesmo em troca.

Pense que, se você fizer algo errado, pisar na bola, ou estourar com eles, eles podem simplesmente romper o contrato com você e sair fora.

Então, porque fazer mal a essas pessoas, ao invés de ficar calado e pensar 2 vezes se depois não vamos nos arrepender ou, se depois do que vamos fazer a pessoa não vai rescindir o seu contrato conosco?

Seus familiares são seus clientes. Você diariamente passa por diversos e inúmeros problemas e aborrecimentos para manter o contrato com seus clientes e deixa-los satisfeitos.

Por que diabos então, você não passa pelos mesmos aborrecimentos com as pessoas sem praguejar ou maltratá-las? Afinal, no final do dia eles serão muito mais importantes do que os clientes.

Pense, sem clientes, ainda existe família, ainda é possível existir o amor e, com isso é possível conseguir novos clientes e se reerguer na vida.

Por outro lado, sem família, sem amor, sem cumplicidade, você pode ter todos os clientes que eles não serão suficientes para suprirem o seu vazio.

Não é preciso escolher entre um e outro. Basta apenas dar a mesma importância às pessoas que estão ao seu redor, à importância que você da aos seus clientes.

Porque não fazer alguns sacrifícios e ter privações por uma vida mais harmoniosa dentro e fora dos seus clientes?!

Pense nisso quando se levantar pela manhã e escolher os rumos do seu dia…

A Imagem e Semelhança de um Empreendedor.

A oportunidade de aprender por heróis é o que transforma a vida das pessoas e desperta o espírito empreendedor.

Alguns gurus do empreendedorismo pregam que o empreendedorismo é um dom divino e como tal não pode ser ensinado ou desenvolvido. Alguns empreendedores para aumentarem o seu ego e vaidade confirmam isso dizendo que o empreendedorismo é uma fagulha que já nasce conosco.

Mas a verdade é que nascemos pelado, igual a um rato. E tudo que aprendemos e pensamos é fruto da nossa personalidade, que é desenvolvida quando ainda somos crianças.

É a infância que determina aquilo que seremos para toda a vida. É ela que nos torna empreendedores, pessoas de bem, medíocres ou bandidos.

Eu tenho uma memória muito seletiva, como gosto de brincar. Mas a verdade é que eu não me lembro de muitas coisas, independente da faixa etária. Não me lembro de coisas que aconteceram há 5 ou 10 anos atrás.

Mas é a minha infância que funciona para mim como uma caixa preta. Não me lembro de nada antes de a minha irmã nascer, quando eu tinha 3 anos, e apenas alguns flashes depois disso.

Na verdade eu não sei quais são as minhas primeiras lembranças da minha infância. Lembro de flashes com 6, 7 e 8 anos. Mas muitas coisas mesmo eu esqueci. Ou nunca soube.

Antes que vocês me digam que isso é fruto de algum trauma, não é verdade. Eu tive uma infância linda, com família reunida e, além de tudo, sou o primeiro neto, o primeiro sobrinho e o primeiro filho.

Fui o rei do pedaço por algum tempo – um pouco mais de 1 ano, quando nasceu meu primo.

Mas eu acho que eu só sou um empreendedor hoje porque eu tive uma infância linda. Mesmo me lembrando de pouca coisa.

Eu me lembro que eu vendi balas na porta de casa ainda muito novo. Acho que naquela época era hobby. Não sei explicar o que me levou a fazer isso, mas certamente foi a ideia de diversão. E o pior, isso tudo começou porque eu vi um pacote com saquinho de pipoca e quis vender. E fui pra porta de casa vender…

Acho que meus pais – casados ainda naquela época – ficaram com pena e voltaram com um saco de balas no mercado. Com o tempo a minha vendinha de balas tinha até uma caixinha com divisória para os diversos tipos.

Então eu já sou empreendedor desde criança. Ou, pode ser que eu esteja me lembrando de uma outra encarnação.

Mas o que eu não esqueço eram dos natais, do meu tio, que é apenas 7 anos mais velho do que eu e dos dengos dos meus avós. Naquela época, eu tinha até bis-avó e sim, fui também o primeiro bis-neto.

Mas o que eu tinha de mais especial era um senhor de cabelos brancos que sempre andava com um belo sapato preto engraxado e óculos. Um óculos de grau cinza, meio esverdeado. Sempre que vinha em casa, vinha com uma bolsa, que ele chamava de “capanga” a tira colo.

Pra mim era novidade ter um avô, já que eu não conheci o meu avô paterno, concentrei tudo que eu tinha naquele senhor de cabelos brancos que eu aprendi a chamar de avô.

O meu avô veio com uma missão diferente da de todos os outros. Não bastasse ter criado 4 filhos, Deus colocou no caminho dele 2 crianças que precisariam brevemente de uma figura paterna.

E eu acho que ele sempre soube disso, porque sempre foi cativando a mim e minha irmã, sempre se mostrando seguro, decidido, confiável, soberando. Nada para o meu avô parecia impossível. E quando ele falava não, não adiantava resmungar.

Ele parecia mais um super-homem. Uma super-pessoa. Um super-avô.

Newton Cardoso

Quem é rei nunca perde a majestade! Feliz aniversário sêo Newton.

Com uma voz firme, parecia ser dono de tudo e nunca mostrou ou aparentou dúvida ou incerteza de nada do que fez, ou de nenhuma atitude que tomou em sua vida.

Meu avô é nascido em 1932, e se ele não é exemplo de empreendedor eu não sei o que é. Saiu do Rio de Janeiro – sim é um carioca da gema – para ir trabalhar em Volta Redonda, na fundação da CSN, aonde se aposentou.

No meio disso, casou-se teve 4 filhos. Passou dificuldades mas sempre esteve de cabeça erguida. Sempre fez muito bem feito o que se propôs a fazer. Aprendeu com a vida, com as pessoas, cresceu na profissão e na vida.

Aposentou mas não parou de trabalhar. Criou os 4 filhos com tudo que pode. Da infância sofrida, minha mãe que é criança se lembra rindo, porque diz que nunca se sentiu inferior a ninguém.

De homem de pouco estudo a pai de doutores, Sr. Newton Cardoso aprendeu sozinho a cair e levantar e a levar comida para os filhos. Fico pensando quantas vezes deve ter ido dormir se perguntando como seria o dia de amanhã.

E o amanhã de meu avô foi belíssimo. Ele soube aproveitar as oportunidades da vida e nunca teve medo de arriscar. Acertou, errou, caiu, deu certo. Nunca desistiu e por isso é orgulho de todos os filhos.

É o patrono de uma família linda. Cheia de desafios, problemas, como todas as famílias. Mas todos se gostam graças a ele, que sempre esteve presente para nos mostrar como é bonito estar junto e como estar em sintonia com nossos familiares faz bem pro coração.

Eu lembro dos seus pequenos gestos, desde quando eu me lembro de alguma coisa. Nos levava para viajar, para passear, sempre com paciência, com amor, com cumplicidade.

Não era o avô da hierarquia. Era o avô cúmplice, o avô que cativa os netos. Me lembro dele me pegando no colo. Ele é o cara que conta piadas, que faz brincadeira, que ri da vida, que ri de si mesmo, que ri de todo mundo.

Ganhou os netos com carinho. Me ganhou pela postura de quem nunca está inseguro e sabe o que faz. Me ensinou que empreendedorismo é muito mais fazer o que é preciso para conseguir o que se quer agora, do que planejar um futuro brilhante sem colocar a mão na massa.

Ganhou o meu amor não ao me dar dinheiro. Mas sim ao me dar um pequeno livrinho dizendo para que eu praticasse aqueles ensinamentos para poder ser uma pessoa melhor.

Ganhou minha gratidão não ao dizer que me ama, mas ao se arriscar comigo nos momentos mais difíceis da minha vida, quando tudo era incerteza e, os problemas iam crescendo.

Ganhou minha admiração por nunca desistir. E por nunca se mostrar fraco diante de ninguém. A força que ele faz pra parecer forte espanta qualquer fraqueza, e faz com que fiquemos fortes também.

Eu sempre vi o meu avô forte, exceto por um momento…

Daqui a 1 semana faz um ano que um belo dia sou acordado com a notícia de que meu avô tinha sofrido um AVC. De repente, via o peso do mundo desmoronar nas minhas costas.

Ele sofreu um AVC 1 semana após o seu aniversário. Certas datas nunca são esquecidas.

Vi o homem mais forte que já conheci ser derrubado e muitas noites passei chorando com medo dele não conseguir se levantar. Deus nos pregou uma peça, uma pegadinha de mau gosto.

Mas, o homem mais forte do mundo não quis saber de nada, se recusou a ceder e se levantou, mesmo que o mundo todo girasse quando ele estava de pé. A sua teimosia o tornou mais forte, e ele venceu qualquer sequela que o AVC poderia ter deixado em uma pessoa normal.

Mas, ele não é normal.

É um exemplo. Um herói. E heróis não são vencidos por problemas comuns. Heróis não são abatidos por dores comuns. Heróis não são comuns. Eles são muito mais do que nós, simples mortais.

Hoje, dia 23 de novembro o meu herói faz 80 anos. O meu simbolo de empreendedorismo, o meu símbolo de pai, de avô, de pessoa do bem. Que Deus conserve, por mais 80 anos esse espírito de juventude e grandeza, no corpo desse homem que transparece tanta sabedoria e força.

É igual a ele – à sua imagem e semelhança – que quero ser quando crescer…

Vida longa ao rei!

Se a culpa não é sua, de quem é?

Empreendedorismo é sobre assumir as rédeas da sua própria vida e, arcar com os méritos e consequências que isso vai acarretar na sua carreira.

Eu odeio essa sentença.

Acredito, sinceramente que ela deveria ser banida do vocabulário brasileiro.

E o principal motivo é que as pessoas se mascaram por detrás dele para parecerem inocentes e vítimas da situação. Isso acaba me incomodando profundamente pois, se algo de bom ou ruim acontece com você hoje é resultado de alguma ação que apenas você praticou.

E ponto final.

Mas, as pessoas são possuídas por um vitimismo que as impede de entenderem que os resultados são atitudes das suas ações.

Pensando nisso, eu resolvi quebrar 03 tabus que as pessoas acreditam que guiam a sua vida e que, no final das contas não tem nenhuma influência direta em nossa vida.

Por que?

Primeiro, porque eu acho que as pessoas se fazem de vítimas de suas próprias ações e depois colocam a culpa no destino, ou em qualquer coisa parecida.

Segundo, porque eu acredito demais no empreendedorismo e, esse blog, antes de ser um blog de marketing e vendas é um blog de empreendedorismo.

Você é dono do seu caminho | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Você é senhor do seu próprio destino, não vítima.

A sua vida é baseada naquilo em que você acredita.

E aquilo em que acreditamos é a base para as nossas ações.

E tudo o mais é resultado daquilo que nossas ações se transformam. Sorte, benção de Deus, oportunismo, bunda virada pra lua, karma, e tudo mais que você acredita é só uma desculpa que todo mundo usa na hora do mérito, ou da falta dele?

Azar ou sorte? Isso depende da sua ação, e não da conspiração dos deuses a seu favor.

Dito isso, vamos aos tabus que atrasam a vida das pessoas sem que elas percebam.

#1. É tudo uma questão de oportunidade. Ou de falta dela.

Se você não teve uma oportunidade, tem duas opções: parar de tentar, ou continuar tentando.

Empreendedorismo é sobre continuar tentando.

Desistir é para os fracos.

Dito isso, a oportunidade só vem para quem não desiste de procurar. A oportunidade só vem para quem acredita que está no caminho certo e, com isso acaba criando a sua própria oportunidade.

Oportunidades não estão vagando por aí procurando por pessoas que estejam procurando por oportunidades.

Não. Não existe anúncios de oportunidades nos jornais. Nem na internet. A oportunidade é você quem cria, você que desenvolve e faz acontecer. A falta de oportunidade é uma desculpa.

Uma desculpa de quem desistiu de tentar. Uma desculpa de quem desistiu de fazer o seu próprio caminho e sentou aguardando uma ajuda dos céus, uma ajuda milagrosa.

Deus é onipresente. Mas, entre ajudar uma criança que vai morrer pisando numa mina lá no Irã e te dar uma oportunidade de ser alguém na vida, eu prefiro que ele vá lá, cuidar da criança, porque você tem saúde. E isso é o que basta.

A sua oportunidade é ter saúde. Ela é a única oportunidade que você tem de fazer a sua vida acontecer. Dinheiro, amigos, influência e qualquer outra coisa não tem nada a ver com oportunidade.

Existem duas maneiras de alcançar a linha de chegada: o caminho fácil e o caminho difícil. Todos os dois dão no mesmo lugar. Algumas pessoas conseguem percorrer o caminho mais fácil porque alguém lá atrás já percorreu o caminho difícil.

Outras, precisam fazer todo o trabalho…

Agradeça por ter saúde. Na cidade e na selva, é o que basta.

2. Sorte no jogo, azar no amor.

Você tem duas escolhas a fazer: ter sorte no jogo e azar no amor. Ou vice-versa.

Eu aconselho você a escolher a sorte no amor. Infelizmente não sou profissional desse campo e, aí eu acredito em sorte.

No jogo, a gente aprende as regras e fica bom.

No jogo não existe sorte. No jogo existe talento, competência e força de vontade. No jogo existe esforço, determinação, sonho.

A única alternativa do jogo é aprender. Ser bom. Ter sorte não é uma opção.

Por que?

Porque sorte é resultado de preparação. Muita preparação. Anos de preparação. Muitas horas sem dormir de preparação. Tentativa, erros e acertos. E, junto com isso vamos enxergando as coisas de um outro modo, de uma outra maneira que nos permite fazer diferente.

E, quando fazemos diferente, depois de muito esforço, damos a “sorte” do negócio dar certo.

Mas, é muita sacanagem, muito pouco caso, colocar o mérito de horas e anos de trabalho em sorte.

Sorte não existe. O que existe mesmo é o mérito. A força de vontade. E o trabalho incansável.

Da próxima vez que disser que alguém teve sorte, lembre-se que, muitas vezes, durante o seu sono, ele estava batalhando.

A regra é simples. “Sem sacrifício não há vitória”. Optimus Prime.

Sorte no jogo, azar no amor | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Não existe sorte, ou azar. Existe trabalho duro!

#3. Ter dinheiro é um pecado.

Caramba. Essa frase me irrita bastante, sabia?

Quer dizer então que temos que fazer filantropia. Aquela pessoa que ganhou dinheiro com aquilo que criou, desenvolveu, com as suas ideias então é uma pecadora?

Infelizmente, no Brasil, ter dinheiro, ou melhor, ganhar dinheiro com o suor do nosso esforço é pecado. Brasileiro rico não presta. Brasileiro rico é picareta, bandido e etc.

Sim, eu concordo que em partes isso é verdade.

Mas é possível sim ganhar dinheiro fazendo a coisa certa, fazendo as coisas conforme mandam o figurino, sem ter que fazer politicagem, sem se envolver em sujeira e em roubo.

Se uma pessoa tem dinheiro por mérito e capacidade própria, tem todo o direito de usufruir daquilo que criou. E, sendo assim, não há pecado nenhum nisso.

Se as pessoas se concentrassem mais tempo de suas vidas trabalhando e criando coisas, ao invés de conspirarem sobre a carreira alheia, acredito que, além de serem mais felizes, seriam muito mais capazes de empreender e fazerem a diferença em suas carreiras.

Para de reclamar e tira a bunda da cadeira.

Se mexer é o melhor remédio. É o elixir do empreendedorismo. Por isso, acredito que as pessoas ficam se lamentando porque o desafio é grande e o sacrifício reamente faz com que queiramos desistir, muitas vezes.

Afinal de contas, ser medíocre tá na moda. E, pra essa galera tem Bolsa Família, ajuda disso, ajuda daquilo e tudo mais.

Mas, por outro lado, eu acredito que a nossa vida tem apenas uma chance de dar certo. E nós temos apenas uma chance de deixar o nosso nome na história, ter um legado e fazer com que essa existência tenha algum sentido: através do empreendedorismo.

O empreendedorismo é a sua chance de fazer a sua história aqui ter algum sentido. Infelizmente nem todos pensam assim.

Manda Mais!

O que você diz para os céus quando seus problemas parecem não ter fim?

Nem todos os seus dias serão maravilhosos.

Nada na sua vida vai sair 100% conforme o sonho.

A única certeza é que, um dia sempre será mais difícil do que o outro.

E isso é claro. Os desafios aumentam, as promessas se multiplicam, e as responsabilidades vão cada vez mais sufocantes.

E o que você faz quando as coisas parecem não ter fim?

Você pragueja?

Você chora?

Você reclama?

Ou você pede mais?

Ninguém recebe mais do que da conta e, nenhuma pessoa recebe mais desafios do que pode resolver.

Tudo acontece conforme a nossa capacidade.

John Wooden é um técnico amado nos Estados Unidos.

Dono de um comportamento e um espírito de liderança inigualável, em seu livro “Jogando Pra Vencer”, ele aponta um checklist da liderança, que diz ter sido presente do seu pai para que ele pudesse se tornar uma pessoa melhor.

Diferentemente da tábua dos 10 mandamentos, o checklist da liderança de John Wooden tem apenas 7 itens:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Você tem o hábito de agradecer as bênçãos já alcançadas ou prefere praguejar das dificuldades?

Eu, mais do que ninguém sei como é difícil encarar problemas e dificuldades de frente, sem medo e ter a certeza de que se aquilo apareceu pra mim é porque eu dou conta de resolver.

Mas, acredite! Essa é melhor maneira de resolver as coisas.

Praguejar não vai fazer a diferença.

Os problemas são a grande chave para a liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Os problemas são a grande chave para a liderança.

A liderança está nas pequenas coisas.

Como as pessoas vão seguir um líder que adora praguejar?

Como as pessoas vão seguir um líder que se desanima no primeiro obstáculo?

Como as pessoas vão seguir uma pessoa que não agradece às benção alcançadas e pede mais desafios?

Um líder é feito de desafios.

E esses desafios simplesmente são o que lapidam as pessoas para que elas cheguem ao seu melhor.

Qual é o melhor que você pode dar?

Você já parou para pensar o que acontece se alguma coisa desafiar você além do seu melhor?

Você já parou para pensar o que acontece se o seu melhor for posto a prova?

O que acontece?

Você precisa estar pronto todos os dias para desafios provações e muitas, mas muitas dificuldades.

Quando mais coisas assim, mais perto você está de ser uma pessoa melhor.

O que diferencia uma pessoa movida a sim de uma movida a não.

Significa que, uma pessoa movida a sim, vai ficar desanimada quando ouvir um não, vai desanimar e, provavelmente desistir.

Uma pessoa movida a não, vai se motivar, dar o melhor de si, a cada vez que essa palavra for pronunciada.

Ela não vai descansar enquanto os nãos não pararem de vir.

E isso, obviamente só vai acontecer quando ele der lugar para o sim.

Por isso, não olhe para cima para praguejar. Olhe para pedir mais desafios, mais provações, mais testes.

Nós somos testados a cada dia.

Quanto maior nosso índice de aprovação, mais rápido ficamos pronto para a próxima etapa, o próximo nível.

E assim, vamos nos aproximando da excelência.

Cada desafio vencido é um passo para ser excelente.

Agradeça aos céus o desafio de praticar a liderança | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Agradeça aos céus o desafio de praticar a liderança.

O que excelência tem a ver com liderança?

Tem a ver que, o maior desafio de todo líder é tirar o melhor de cada liderado e que o exemplo é o combustível para as mudanças.

Liderança tem a ver com exemplos.

E, todo líder precisa ser um exemplo para os liderados.

E, como tal, ele precisa saber que as vitórias nos desafios são o que nos motivam para os próximos desafios.

E que são esses desafios que nos aproximam da próxima etapa e da excelência.

Por isso, quando um problema cai no nosso colo, precisamos agradecer pela oportunidade de dar o nosso melhor e de ser uma referência para as pessoas que estão ao nosso redor.

Um problema resolvido não é o que interessa.

O que interessa são os problemas. Que eles continuem vindo.

Por que os problemas são um voto de confiança de que nós damos conta do recado e que somos as pessoas certas para servir de exemplo a todo a nossa volta.

Eu, como ninguém estou aprendendo diariamente a levantar a cabeça lá para o alto, agradecer às bênçãos e gritar bem alto: “manda mais”!

Porque só assim eu sei que estou me aproximando de um nível de excelência. Um nível que eu me propus e que, ninguém vai tirar o meu foco.

Reclamar ou agradecer. Chorar ou provocar.

Você pode, sempre, escolher em qual time vai jogar. A verdade é que, é justamente esse time que vai definir as pessoas que jogam ao seu lado.

Você quer pessoas que choram e reclamam ou que se provocam e partem em busca de uma solução?

Tudo parte do seu comprometimento.

Liderança é sobre se comprometer com o desafio, lutar para solucioná-lo, agradecer por ter conseguido solucioná-lo e pedir mais.

Sem desafio não andamos. Nem pra frente, nem pra trás.

Por isso, ao acordar, todos os dias, agradeça para quem você acreditar que está lá em cima observando os seus atos (Deus, o sol, a nuvem, Jeová, Buda, quem quer que seja), e grite, para começar o dia energizado: “manda mais”!

O resultado não poderá ser outro senão a excelência.

Aonde Você Irá se Proteger da Chuva?

Por que a prudência pode te ajudar a manter os pés no chão na liderança?

O seu corpo não gosta de chuva.

Quando está chovendo e você busca abrigo em uma guarita, para em uma padaria, ou espera a chuva diminuir em algum lugar, o cérebro te premia com endorfina.

A proteção é uma maneira de resguardar a sua vida.

Nossa vida é mais importante do que o restante e, por isso, salvaguardar nossa saúde é mais importante.

Se hoje cair um temporal, aonde é que você vai se esconder para se proteger da chuva?

Ou você não vai se proteger?

Quando cai um temporal, todo mundo quer um local seguro.

E, os mais prudentes, sempre vão esperar a chuva passar antes de sair se molhando e se arriscando por aí.

Você sabe o que significa prudência?

Para começar a prudência é uma virtude. Uma das 4 virtudes (junto com a temperança, a justiça e a fortaleza). Mas, prudência nada mais é do que precaução e moderação.

Então, o que prudência, precaução ou moderação têm a ver com liderança?

John Wooden é um técnico amado nos Estados Unidos.

Dono de um comportamento e um espírito de liderança inigualável, em seu livro “Jogando Pra Vencer”, ele aponta um checklist da liderança, que diz ter sido presente do seu pai para que ele pudesse se tornar uma pessoa melhor.

Diferentemente da tábua dos 10 mandamentos, o checklist da liderança de John Wooden tem apenas 7 itens:

#1. Seja verdadeiro consigo mesmo;

#2. Ajude os outros;

#3. Faça de cada dia a sua obra-prima;

#4. Leia bons livros, sobretudo a bíblia;

#5. Transforme a amizade em uma arte;

#6. Construa um abrigo para os dias de chuva; e

#7. Ore todos os dias para pedir orientação e agradecer as bênçãos que recebeu.

Eu, livremente, interpretei que, a prudência é o 5º hábito necessário para a prática da liderança.

A Liderança é o seu Maior Abrigo | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

A liderança é o seu maior abrigo.

A prudência é a essência da liderança.

Por que uma mãe é prudente?

Porque ela não quer que nada de ruim aconteça com o seu filho e, para isso, muitas vezes começa a ser metódica até demais.

Por que, então, liderança tem a ver com prudência?

Prudência nada mais é do que ser precavido, considerar as possibilidades, prever as variáveis que podem ser resultado disso tudo.

Prudência é pensar antes de agir, por que liderança tem a ver com pensar em atos e em suas consequências.

Prudência é evitar tomar caminhos que sabemos que vão nos levar a maus resultados, por que liderança é saber por onde se pisa.

Prudência é ter um olhar 360º das coisas, por que liderança é sobre aprender com tudo que está ao nosso redor.

Prudência é pensar antes de agir, por que liderança tem a ver com exemplos.

Ser líder é saber guiar e, para ser um bom guia, precisamos nada mais, nada menos do que prudência para percorrermos o caminho que não conhecemos.

Liderança é dar o Exemplo | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

Liderança é sobre dar o exemplo.

O que é liderança para você?

Quando John Wooden fala sobre um abrigo para a chuva, ele não quer dizer apenas sobre prudência.

Ele quer dizer que nem todos os dias serão ensolarados e que, as dificuldades serão muito maiores do que você imagina. E, por esse motivo, você precisa construir um abrigo para que os dias de tempestade não lhe tirem tudo que você tem.

O dia de tempestade pode levar embora sua reputação, seus sonhos, suas vontades, seu dinheiro, sua família e muito mais, mas a tempestade não poderá levar embora aquilo que você já realizou.

A tempestade não pode levar embora o seu abrigo: tudo aquilo que você aprendeu e tudo aquilo que construiu; a tempestade não pode levar embora o desejo de fazer a diferença e não desistir nunca.

Isso é imprescindível na liderança.

Em liderança as pessoas não querem que uma pessoa – com o sem chicote – mandem os “marujos” remarem. As pessoas esperam por uma pessoa que seja a primeira a pegar o remo, chame a responsabilidade para si e diga: “vamos remar”.

Liderança é sobre fazer o certo porque sabemos qual é o certo, e não apenas dizer para os outros qual o caminho se acha certo.

Prudência.

Realização.

Essas duas virtudes, quando combinadas, mostram que liderança é sobre fazer a diferença em seus liderados e subordinados através de ações, de exemplos, de resultados, e não apenas de reflexões.

Liderança é sobre tomar à frente.

As pessoas precisam de outras pessoas que tomem a frente: a frente dos problemas, para solucioná-los, a frente das empresas, para levá-las ao progresso, a frente dos problemas, para resolvê-los.

É isso que as pessoas querem.

Em liderança, tudo que as pessoas menos querem é um oráculo.

Por que cargas d’água um oráculo merecia ser obedecido.

Se ele liderava apenas com palavras, suposições, dogmas, preconceitos e teorias?

As pessoas precisam da liderança na prática.

Como você vai liderar ou comandar uma equipe se você não sabe como agir?

Construa um abrigo para os dias de chuva. A única coisa que não pode mudar é aquilo que você já realizou e tudo que conseguiu aprender durante essa jornada.

A única coisa que você terá, para sempre é o poder de realização e força de vontade. Mesmo sob o maior temporal do mundo, mesmo sob as maiores adversidades que existem, você sempre será lembrado pelo que entregou.

E, se você tiver entregado ótimos resultados e, tiver sido prudente, aprendendo a pensar antes de fazer e calcular riscos, consequências e tomar decisões de forma acertada, você tem, dentro de si o verdadeiro espírito da liderança vivo e forte.

E, sabendo que as realizações não podem ser tiradas de um líder prudente, que aprende com seus atos e com sua equipe, nenhuma tempestade poderá lhe atingir e você será impenetrável.

Impenetrável com o seu escudo chamado reputação.

Impenetrável com o seu escudo chamado realização.

Impenetrável com o seu escudo chamado legado.

Impenetrável com a virtude chamada prudência.

E esse será o seu escudo, o maior abrigo que qualquer pessoa pode construir para qualquer tempestade: a liderança.

A Liderança não Está em Cartas Marcadas | ThinkOutside - Marketing & Vendas, Empreendedorismo e Inovação

A liderança não está em cartas marcadas!